quarta-feira, 18 de junho de 2003

Seleção de basquete irá encarar maratona


Ribeirão Preto - A seleção brasileira feminina de basquete, dirigida por Antônio Carlos Barbosa, embarca na manhã desta quarta-feira para o Equador, onde disputa, a partir de domingo, na cidade de Lojas, o 28º Campeonato Sul-Americano. A viagem foi antecipada para quatro dias antes da estréia para que as jogadoras tenham um período de adaptação à altitude, já que Lojas está localizada a cerca de 2.300 metros acima do nível do mar.

"Em condições normais, viajaríamos com dois dias de antecedência em relação ao primeiro jogo", explicou Antônio Carlos Barbosa. Para o treinador, a altitude influencia um pouco no desempenho, mas é possível administrar esse problema sem prejuízos.

Na cidade equatoriana, a delegação brasileira só chegará às 6 horas de quinta-feira. A viagem será cansativa, passando por Bogotá, na Colômbia, e chegando a Guayaquil, no Equador, por via aérea. Dali, a equipe seguirá de ônibus para Lojas. E o Brasil já tem treino programado para quinta-feira mesmo.

O adversário mais difícil no Sul-Americano será a Argentina, avisaram Antônio Carlos Barbosa e as jogadoras. "Em 2001, no Peru, quase perdemos o campeonato, pois ganhamos das argentinas por um ponto na fase de classificação e três na decisão", lembrou o treinador.

Barbosa também cita que a Argentina eliminou o Canadá do Campeonato Mundial e, já na China, venceu Japão e Lituânia, mostrando que houve evolução técnica nos últimos anos.

Enquanto o principal adversário no Sul-Americano manteve a sua base, a equipe brasileira sofreu muitas alterações. Barbosa já definiu o time para a estréia, no domingo, contra o Chile. O quinteto, formado por Adrianinha, Micaela, Lilian, Kelly e Cíntia Tuiú, tem como base o time de Americana, que se tornou recentemente o campeão paulista - só Kelly não joga na equipe paulista.

"Coincidentemente, Americana mostrou que foi superior e não perdeu nenhum jogo após as chegadas de Adrianinha e Cíntia Tuiú", justificou o treinador da seleção.

O Brasil poderá conquistar o 19º título em 28 competições, mas a meta será mesmo os Jogos Pan-Americanos de São Domingos, em agosto, e principalmente o Pré-Olímpico do México, em setembro, quando estará em disputa apenas uma vaga para a Olimpíada de Atenas, em 2004.

No Sul-Americano, o time brasileiro enfrentará ainda a Venezuela (segunda-feira), Peru (dia 24), Argentina (25) e Equador (26). A decisão será no dia 27.


Fonte: Estadão
Uma promessa gigante

A jovem Danila Fabbri, do BCN/Osasco, tem apenas 14 anos e já mede dois metros de altiura. Promessa do esporte, ela é a maior jogadora do basquete brasileiro e vem impressinando companheiras e treinadores.
(Bruno Doro. São Paulo)

Danila Fabbri, 14 anos joga basquete desde 2001., A pesar da pouca idade e da falta de experiência, é apontada cmo uma das promessas do basquete brasileiro. O motivo ? Ela tem 2m de altura.
- Dois metros? Com 14 anos? Você tem certeza?
A pergunta, feita pepla pivô Alessandra, de 29 anos e a jogadora mais alta da seleção brasileira, com 1,98 se justifica. Danila é maior jogadora do basquete feminino brasileiro em todas as categorias. Depois delas apenas as pivôs da seleção, como Alessandra e Érika, esta com 1,95m.
A altura da jogadora impressionam. Informações sobre ela já chegaram aos ouvidos do técnico do Brasil Antônio Carlos Barbosa. Ele nunca a vui jogar, mas está acompanhando a evolução da jovem pivô.
- Nessa idade, o principal para o desenvolvimento de uma atleta é a estrutura. E ela está em um dos melhores centros de categorias de base do país - diz o treinador.
Danila joga no BCN/Osasco, time que revelou a ala Iziane. Natural de Riolândia, na região de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, ela chegou à capital em 2001.
- Há uns dois anos, ela não sabia nem correr. Fopi a primeiraa coisa que ensinamos - lembra Fernanda Ferreira, primeira e até agora única técnica da carreira de Danila.
- É verdade eu era um desastre ecológico - admite a garota.
Em dois anos, ela aprendeu a correr. Aliás, fez um pouco mais do qu isso. Hoje, Danila salta, arremessa e pega rebotes. A velocidade com que realiza as tarefas, porém é muito menor do que a de suas companheiras, a maioria com menos de 1,80m.
- É claro que ela não joga como as outras garotas de 14 anos, não tem a mesma coordenação de uma armadora, por exemplo. Mas o trabalho não é imediato, mas a longo prazo. Pode ser frustrante para ela hoje, vendo as outras evoluindo muito mais rápido. Ms no futuro vamos ter frutos - explica Fernanda.
Para evitar que a frustração prejudique a jogadora, o BCN conta com um psicólogo. Tudo para que Danila seu principal objetivo.
- Quero virar jogadora de basquete. E chegar à seleção.

Um ambiente ideal para a "Pequena"

Danila sempre foi a mais alta da turma. Entrva ano, saía ano e a garota sempre ficava no fundo da sala, olhando de cima seus companheiros de escola, sempre baixinhos. Há dois anos, quando chegou a Osasco, isso mudou. No BCN, ela convive com outras jogadoras altas. Nenhuma mais alta do que ela, mas a diferença diminuiu muito.
- Em Riolândia, nunca vi ninguém com altura pero da minha. Aqui em São Paulo, na primeira vez que eu vi as outras jogadoras, me senti bem, com outras pessoas grandes também - conta.
Segundo a mãe da jogadora, Mary Lena Silveira de Mendonça, a mudança para São Paulo foi benéfica.
- Na antiga escola, ela era a diferente. Aqui não, ela está um ambiente mais adequado, com meninas altas também - diz.
Depois de dois anos fora do interior, Danila já está adaptad à capital. Tem vários amigos na escola e até ganhou um apelido inusitado.
- Todo o mundo me chama de "Pequena" na escola.
O tamanho gerou uma situação inusitada durante a formatura da oitava série, nmo ano passado. Quando Danila foi receber o diploma, o professor que estava distribuindo os canudos subiu em uma cadeira para ficar com a altura da garota.

Com a palavra:
Alessandra
Pivô da seleção brasileira, 1,98m de altura
É difícil ver uma menina tão grande no Brasil. Ela me lembra a Margo Dydek (pivô plonesa de 2,18m). Ela também devia ter 2,00m com esta idade. O importante é que em um bom time ela já está. O BCN, nas categorias de base é uma ótima escola. Agora só depende da força de vontade dela. Não é mais o técnico, não é mais a família.
No Brasil você tem que ter força de vontade para chegar longe. Para se tornar uma grande jogadora, a maior dificuldade que ela vai ter é a coordenação. Às vezes as pessoas olham para a altura e já vão colocando a menina para jogar. Com pessoas grandes você precisa trabalhar a coordenação antes. É preciso conhecer seu corpo. Tem que ensinar a menina a andar, a correr e só depois ensinar o basquete. Senão você vai ver a jogadora tropeçando desengonçada.

Barbosa pede mais pivôs no Brasil

O técnico da Seleção Brasileira, Antônio Carlos Barbosa, está de olho em Danila, mas está contente com outras jogadoras altas. Segundo ele a posição de pivô é uma das mais bem servidas no Brasil, com Alessandra, 1,98m, Érika, 1,95m, Cíntia Tuíu, 1,95m, e Kelly, 1,90m.
- Poucos países têm um grupo de pivôs tão bom. Não lutamos contra a falta de qualidade, mas com a quantidade. - reclama.

Quem é ela ?
Danila Fabbri
Jogadora de basquete
Nascimento: 20/08/1988, em São José do Rio Preto
Altura e peso: 2m e 95 kg
Ritmo de crescimento: média de 20cm ao ano, até 2000. Desde então passou a crescer 4cm ao ano.
Projeção de altura: 2,04m


Matéria publicada no Lance em 17/06/03 e gentilmente me enviada pelo Renato.
Vice-campeãs juvenis buscam título como adultas em Equador
Marta Teixeira


Barbosa reedita equipe de 1996 para buscar o 19º título do torneio
São Paulo (SP) - A seleção brasileira feminina de basquete embarcou nesta quarta-feira para o Equador, onde disputa a 28ª edição do Campeonato Sul-americano. O grupo busca seu 19º título, o oitavo consecutivo e o técnico Antônio Carlos Barbosa está apostando em uma receita antiga, que já deu bom resultado. Para o torneio na cidade de Lojas, Barbosa está levando praticamente a mesma equipe que conquistou o vice-campeonato sul-americano juvenil em 1996, disputado na capital Quito.
'A base do grupo é quase a mesma, com Adrianinha, Kelly, Cristina, Mamá, Geisa e Micaela', diz Barbosa, que embarcou confiante. A evolução do grupo ficou evidente dois meses depois do Sul-americano, quando a mesma equipe foi campeã da Copa América, derrotando os Estados Unidos, em Cancún, México. Como adultas, algumas conseguiram medalha olímpica em Sydney-2000 (Adrianinha e Kelly), títulos da Copa América (Kelly em 1997 e 2001, Geisa e Mamá em 2001) e até do Sul-americano, (Adrianinha em 99 e 2001, Kelly em 99 e Geisa, Micaela e Mamá em 2001). Mas agora, elas têm a chance de completar o serviço no Equador.

As adversárias estão um pouco diferentes, mas a confiança das brasileiras permanece igual, como afirma Adrianinha. Com pouco menos de uma semana de treino com a seleção, foi uma das últimas a se juntar ao grupo porque disputava a final do Campeonato Paulista, a armadora diz que o trabalho de preparação foi muito bom, o que reforça a confiança. 'Foi positivo não só para o Sul-americano, mas também para as outras competições. É um grupo que já se conhece, por isso a preparação foi tranqüila'.

Para o técnico Barbosa, os treinos em Ribeirão foram muito mais produtivos que os realizados do Mundial do ano passado. 'O crescimento (qualitativo) foi total. Voltamos à situação das Olimpíadas de 2000, quando a maioria (das convocadas) estava aqui e a minoria lá fora', comemora.

O Brasil estréia no Sul-americano domingo, enfrentando o Chile e não espera grandes desafios na primeira partida, apesar de saber pouco sobre este e outros oponentes. 'Conhecemos as equipes de dois anos atrás. Não temos informações muito atualizadas', admite o treinador. Mesmo assim, a preocupação maior continua sendo com a Argentina, adversária da próxima quarta-feira.


Barbosa diz que torneio é chance de reafirmação para atletas
Marta Teixeira

São Paulo (SP) - Nenhuma das 12 jogadoras selecionadas pelo técnico da seleção brasileira feminina de basquete Antonio Carlos Barbosa para o Sul-americano de Lojas é novata na equipe. Praticamente todas já disputaram e conquistaram pelo menos um título com o time adulto, as exceções são as alas Jacqueline e Cristina. Mas isto não significa que o grupo que embarcou nesta quarta-feira para o Equador não esteja em busca de seu lugar ao sol.
Para muitas, esta é a grande chance de mostrar seu potencial e provar que pode continuar na equipe nos próximos torneios. 'Tirando (Cíntia) Tuiú, Adrianinha e Kelly todas as outras ainda estão buscando se firmar na seleção', explica Barbosa. 'São jogadoras que têm ido para a seleção, mas sem constância', destaca.

É o caso de Cristina, que teve passagens pela seleção cadete e juvenil, mas ainda não conseguiu uma vaga no time principal. Destaque do Unimed/Ourinhos/Pão de Açúcar no último Campeonato Paulista, a jogadora está consciente de que esta pode ser sua chance de ouro. 'Estou feliz por ter sido convocada e cada campeonato é uma oportunidade. Espero fazer uma grande temporada', afirma a ala.

'É o momento de testar', diz o treinador. 'Vamos dar a oportunidade das jogadoras se reafirmarem', resume Barbosa, reafirmando a principal preocupação de seu trabalho com o grupo 'aumentar a base da seleção'.

Na opinião de Barbosa, Jacqueline é um exemplo que se enquadra nesta categoria. 'É uma jogadora de grande potencial, que agora tem uma grande oportunidade', explica o treinador, referindo-se à jogadora que atuou quatro anos nos Estados Unidos e, na última temporada, defendeu o Tenerife, na Espanha. Na mesma categoria ele coloca também Vivian, Cristina e Chuca.

'Para algumas atletas, o caminho até a seleção é mais árduo. Não por falta de talento delas, mas por mérito das outras. É uma série de circunstâncias que retardam sua chegada'.


Fonte: Gazeta
São Paulo e Uberaba-Black&Decker querem contar com a armadora do Washington Mystics após o final da temporada da WNBA

Jogando pelo Washington Mystics na WNBA (Liga profissional americana de basquete feminino), a armadora Helen Luz recebeu propostas para atuar no São Paulo e no Uberaba-Black&Decker durante quatro meses, de setembro a janeiro. A temporada na WNBA termina no final de agosto.

O São Paulo, atual campeão nacional, deseja se reforçar para a disputa do Brasileiro e do Campeonato Mundial de Clubes, na Rússia. Já o Uberaba-Black&Decker, sétimo colocado no último nacional, quer se fortalecer com as três irmãs Luz (Helen, Cíntia e Silvinha).

- Fiquei muito satisfeita com estas propostas e estou analisando junto com o meu agente qual delas será a mais vantajosa. São muitas coisas a serem pensadas e não quero tomar nenhuma atitude precipitada. De qualquer forma, adianto que será um grande orgulho jogar por qualquer um dos dois times. São grandes equipes e acredito que farão uma boa campanha no Nacional - disse a jogadora, que deverá tomar uma decisão nos próximos dias.

O Washinton Mystics volta à quadra nesta sexta-feira para enfrentar o Cleveland Rockers, na casa do adversário, às 20h (de Brasília). O time de Helen está com duas vitórias e cinco derrotas no campeonato.

SELEÇÃO FEMININA EMBARCA NESTA QUARTA-FEIRA PARA O EQUADOR

A seleção brasileira adulta feminina de basquete embarca nesta quarta-feira, às 10:25 horas, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo (Avianca 086), para a cidade de Loja, no Equador. A partir de domingo (dia 22), o Brasil entra em quadra para a disputa do 28º Campeonato Sul-Americano Adulto e o primeiro adversário será o Chile. Ainda na fase de classificação as brasileiras irão enfrentar a Venezuela (23), Peru (24), Argentina (25) e Equador (26). Nas 27 edições anteriores, o Brasil foi campeão 18 vezes e não perde o título desde 1985.

— O Brasil continua sendo o favorito ao título. Acredito que faremos o jogo mais difícil contra a Argentina. A equipe conseguiu vaga nos dois últimos Mundiais e vem evoluindo a cada ano. Nessa primeira etapa de treinamentos vimos que o retorno das atletas que estavam no exterior foi muito benéfica para o grupo, que mistura experiência com juventude — comentou o técnico Antonio Carlos Barbosa, cinco vezes campeão do Sul-Americano (1978, 1981, 1997, 1999 e 2001).

— Estou bastante ansiosa para jogar o Sul-Americano depois de oito anos sem disputar a competição. A realidade do basquete sul-americano mudou muito durante esse tempo que fiquei longe do Campeonato e o nível técnico evoluiu bastante desde da última vez que joguei em 1995. Espero ter um bom desempenho e voltar para o Brasil com mais um título — afirmou a pivô Cíntia Tuiú, de 28 anos e a mais experiente da seleção brasileira.

De acordo com regulamento da competição, as duas primeiras colocadas na soma de pontos das cinco rodadas disputam o título no dia 27. O campeão e o vice-campeão do Sul-Americano garantem suas vagas nos Jogos Pan-Americanos da República Dominicana (2 a 9 de agosto), enquanto os três primeiros colocados se classificam para o Torneio Pré-Olímpico do México (24 a 28 de setembro).

BRASIL
Nº – ATLETA – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE
4. Adrianinha – Armadora – 24 anos – 1,70m – Unimed/Americana (SP)
5. Jacqueline – Armadora – 26 anos – 1,76m – Bourges (França)
6. Lilian – Ala – 24 anos – 1,88m – Unimed/Americana (SP)
7. Cristina – Ala/Armadora – 24 anos – 1,79m – Unimed/Ourinhos (SP)
8. Micaela – Ala – 24 anos – 1,83m – Unimed/Americana (SP)
9. Chuca – Ala – 24 anos – 1,85m – Santo André (SP)
10. Vivian – Ala/Armadora – 27 anos – 1,78m – Santo André (SP)
11. Mamá – Pivô – 25 anos – 1,93m – Cavigal Nice (França)
12. Geisa – Pivô – 23 anos – 1,88m – Unimed/Americana (SP)
13. Ega – Pivô – 25 anos – 1,89m – Unimed/Americana (SP)
14. Cíntia Tuiú – Pivô – 28 anos – 1,93m – Unimed/Americana (SP)
15. Kelly – Pivô – 23 anos – 1,92m – Bourges (França)
Média de idade: 24,7 anos Média de altura: 1,85m

segunda-feira, 16 de junho de 2003

Barbosa define a seleção feminina

Equipe de basquete viaja nesta quarta-feira para o Equador, onde tentará a conquista do 19º título - venceu 18 dos 27 disputados.


Ribeirão Preto - A seleção brasileira feminina de basquete viaja nesta quarta-feira para o Equador para disputar o Campeonato Sul-Americano. A competição será em Lojas, entre os dias 22 e 27 deste mês, e o Brasil tentará conquistar o 19º título - venceu 18 dos 27 disputados. O técnico Antônio Carlos Barbosa definiu o último corte, sábado, quando encerrou a primeira fase de treinos no CT do COC, em Ribeirão Preto.

Renata foi cortada, pois a ala Micaela, de Americana, foi aprovada para viajar pelo médico da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), após uma ressonância magnética feito num dos joelhos.

Com o corte anunciado por Barbosa, o time brasileiro que disputará o Sul-americano será o seguinte: Mamá, Jacqueline, Chuca, Vivian, Kelly, Geisa, Cíntia Tuiú, Adrianinha, Lilian, Êga, Micaela e Cristina.

No Brasil ficam se recuperando de contusões Leila, em Santo André, e Silvinha, além de Alessandra, que se recupera de uma cirurgia de vesícula. Renata se juntará ao grupo novamente após o Sul-americano, para nova etapa de treinos visando os Jogos Pan-americanos de São Domingos, em agosto.


Fonte: Estado

Adriana e Claudinha na França

Segundo informa o site basquebol.org, estão avançadas e praticamente definidas as negociações para que o dueto Claudinha-Adriana Santos permaneça em Montpellier na próxima temporada da Liga Francesa.
Ourinhos define novo técnico esta semana

A equipe do Unimed/Ourinhos/Pão de Açúcar deve anunciar ainda esta semana o nome do novo técnico da equipe. Depois do Campeonato Paulista, no qual terminou como vice-campeão, o time dispensou o técnico Edson Ferreto e negocia a contratação de seu substituto.
Em julho, na cidade de Dracena, a equipe busca o nono título consecutivo dos Jogos Regionais, classificatórios para os Jogos Abertos do Interior.

Fonte: Gazeta

Frase

"O próximo presidente da CBB precisa, além de competência, credibilidade para retomar a confiança dos patrocinadores."

João Areias, em entrevista (imperdível) ao Diário do Basquete.
SELEÇÃO SUB-21 ENFRENTA SÃO PAULO/GUARU DUAS VEZES

A Seleção Brasileira Sub-21, comandada por Paulo Bassul, vai enfrentar a equipe do São Paulo/Guaru, do técnico Alexandre Cato, em duas oportunidades.

A primeira partida acontece no próximo sábado (21/6), às 16 horas, no ginásio Centro Cívico, em Americana (SP). A segunda ocorrerá em no dia 26 de junho (quinta-feira), no Morumbi (Ginásio 4).

Os jogos servem como preparação da Seleção Brasileira para o Campeonato Mundial da categoria, que se realizará na Croácia, no mês de Julho e, segundo o diretor Marcus Villela (SPFC/Guaru), servirão, também, para que os associados do Clube possam ver de perto algumas das atletas que participaram da conquista do Campeonato Nacional/2002: Érika e Palmira pela Seleção; Simone Pontello, Maria, Sandra e Kátia, pelo tricolor.

domingo, 15 de junho de 2003





Nasceu!

Nasceu hoje Marya Eduarda, para a alegria do casal Orlando e Patrícia (ala-pivô do Santo André).

A herdeira nasceu com 54 cm e 3800 g e os pais já sofrem forte assédio de equipes interessadas em garantir o passe da mais nova basqueteira.

Felicidades, Marya Eduarda!
Janeth é cestinha, mas Commets perdem

Janeth foi a cestinha de seu time na derrota para o combalido Phoenix por 76 a 61. A brasileira marcou 15 pontos.

Pelo Phoenix, Iziane jogou 4 minutos apenas.

Na outra partida, o Washington apanhou do Detroit por 93 a 56. Helen jogou 8 minutos e fez uma cesta de 3.

sexta-feira, 13 de junho de 2003

Enquanto isso, em Ribeirão Preto...









Fonte: COC
Plim-Plim!

Para que eu não pare de blogar por motivos alheios a minha vontade, como aconteceu agora na decisão do Paulista, criei uma cópia do blog no Blogger.com.br.

Assim quando houverem problemas aqui, ou o blog ficar fora do ar, você corre aqui: www.paineldobasquete.blogger.com.br
Retorno Frustrado

Na WNBA, Cynthia Cooper voltou, mas não ficou.

Uma cirurgia vai tirar a armadora desta temporada da liga.
Phoenix 50 X 58 Charlotte

Iziane saiu do banco para marcar 7 pontos, 1 rebote e 1 assistência nessa que foi a sétima derrota do seu time.

Jogou 18 minutos.
TIME DE HELEN BUSCA SEGUNDA VITÓRIA CONSECUTIVA NA WNBA

Depois de vencer em casa o Santo Antonio Silver Stars na última terça-feira por 79 a 72, o Washington Mystics, time de brasileira Helen Luz na WNBA, volta à quadra neste sábado (14/06) para enfrentar o Detroit Shock, às 19h (de Brasília). A partida acontece no MCI Center, em Washington.

O Washington Mystics está com duas vitórias (Charlotte/Sting e Santo Antonio/Silver Stars) e três derrotas (Indiana/Fever, New York/Liberty e Cleveland Rockers) e espera conquistar a segunda vitória consecutiva para embalar de vez na competição.

A boa notícia fica por conta da volta da cestinha Chamique Holdsclaw. A jogadora estava machucada e ficou de fora das duas últimas partidas.

Helen está otimista e aposta em uma boa apresentação de sua equipe.

“Na WNBA não dá para prever o que vai acontecer. Mas pelo que pude observar nos últimos dias, a nossa equipe está se acertando e tem tudo para fazer uma boa partida neste sábado. Jogar em casa é sempre melhor. O ginásio fica cheio e as pessoas fazem uma bonita festa. Dá gosto de ver”, contou Helen.

“Estamos no começo de uma competição longa. Aos poucos o time está entrando nos eixos. Temos jogadoras de qualidade no elenco e aposto que vamos dar trabalho para muitas equipes tidas como favoritas”, completou.

quinta-feira, 12 de junho de 2003

Barbosa ainda não definiu 2 titulares


Ribeirão Preto - Sem poder contar com Silvinha, que ficará três semanas se recuperando de uma inflamação no pé esquerdo, o técnico Antônio Carlos Barbosa começa a definir o time titular da seleção brasileira feminina de basquete, que disputará o Campeonato Sul-Americano no final do mês, no Equador. "Adrianinha, Kelly e Cintía Tuiú têm seu lugares garantidos entre as titulares, sem dúvida", adiantou o treinador. Assim, com uma armadora e duas pivôs confirmadas, restam duas vagas para as alas.

Barbosa dá pistas sobre as outras duas titulares, mas vai esperar um pouco mais para se decidir. Silvinha seria uma das escolhidas, não fosse a contusão. "A ausência dela sempre atrapalha, a gente sempre perde, pois a Silvinha é mais experiente, mas existe o lado da oportunidade e da compensação, já que as jogadoras mais jovens da posição terão chances de atuar numa competição internacional", avaliou o treinador.

Quem leva vantagem, por enquanto, é Cristina, que já tem experiência internacional como titular da equipe adulta. Lilian e Vivian também brigam por um espaço no time, mas eram reservas em outras disputas. As três devem disputar as duas vagas restantes entre as titulares.

Do grupo de 18 jogadoras convocadas, 14 treinam no CT do COC, em Ribeirão Preto, mas Leila já foi descartada do Sul-Americano, por ainda estar fora de forma. Além de Silvinha, Alessandra recupera-se de cirurgia de vesícula e Kátia Regina e Érika treinam com a seleção Sub-21, em Americana.

Com isso, Barbosa deverá definir um corte no grupo até sábado, já que 12 atletas viajarão ao Equador. O técnico já realiza os trabalhos táticos em Ribeirão e acredita que o time está assimilando bem as suas orientações.

"Essas jogadoras já estiveram em bases de outras seleções comigo e conhecem a minha filosofia de trabalho", disse Barbosa. "Então, o trabalho fica mais simples e rápido, pois é uma continuidade das outras seleções."


Fonte: Estadão

quarta-feira, 11 de junho de 2003

Basquete: seleção inicia treinos táticos

O técnico Antônio Carlos Barbosa já está com o grupo completo e a partir de amanhã começa a montar o time-base para a disputa do Sul-Americano, no Equador.


Ribeirão Preto - As oito jogadoras que disputaram a decisão do Campeonato Paulista, por Americana e Ourinhos, iniciam, nesta quarta-feira, pela manhã, os treinamentos com o grupo comandado pelo técnico Antônio Carlos Barbosa, no CT do COC, em Ribeirão Preto.

"Vamos ver as condições físicas delas, se não há problemas, e começar a preparar o time taticamente", diz o treinador, que ganha um tempo a mais para corrigir os detalhes que não lhe agradar. "Ganhei dois ou três dias a mais para montar o time-base", alivia-se Barbosa.

A avaliação física tem um justificativa: "Clube é uma coisa, seleção é outra, pois exigimos algo a mais de todas." Barbosa vibrou com o término do Paulista, vencido por Americana por 3 a 0. Se a série não tivesse terminado no domingo, poderia encerrar quinta-feira, o que atrapalharia todos os planos do técnico. O tempo já é curto e os ajustes precisam ser apressados. O primeiro desafio da seleção brasileira feminina de basquete será o Sul-americano, no Equador, entre 22 e 28 deste mês. E Barbosa terá que definir as 12 jogadoras que viajam. As demais voltam a reunir-se em julho, para cinco amistosos contra a Rússia e uma preparação mais forte para o Pan, que ocorrerá em agosto, em São Domingos.

Depois, o período mais importante de treinos, visando o Pré-Olímpico, no México, no final de setembro. "Aí a situação é diferente, com um bom tempo para treinar", afirma o treinador. A agonia de Barbosa será outra nesse período: esperar as liberações de Janeth, Helen e Viviane, que disputam a WNBA, o campeonato norte-americano de basquete.

No Equador, os treinamentos num ritmo forte serão escassos, só antes da competição. Depois, os treinos serão de manutenção e tático, para acertos. Outra preocupação é o baixo nível técnico da competição: só a Argentina consegue ser um bom adversário, mas ainda inferior tecnicamente. "É um torneio de tiro curto, um problema a mais, por isso temos que preprar bem a equipe fisicamente aqui, para só fazer ajustes lá", explica Barbosa. Kelly já está treinando com as outras sete jogadoras.

As jogadoras de Americana e Ourinhos chegarão em Ribeirão Preto na noite de hoje.

Fonte: Estadão

BRASIL ESTRÉIA CONTRA CHILE NO SUL-AMERICANO FEMININO

A seleção brasileira adulta feminina de basquete estréia no dia 22 deste mês contra o Chile no 28º Campeonato Sul-Americano que será realizado na cidade de Loja (Equador). Ainda na primeira fase, o Brasil irá enfrentar a Venezuela (23), Peru (24), Argentina (25) e Equador (26). Os dois primeiros colocados decidem o título no dia 27, enquanto o terceiro e quarto colocados disputam a medalha de bronze. Nas 27 edições anteriores, as brasileiras foram campeãs 18 vezes.

A ala Silvinha, do Unimed/Ourinhos, não irá disputar o Sul-Americano por causa de uma contusão e vai ficar fazendo tratamento para se recuperar visando a sua participação nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, na República Dominicana, de 2 a 9 de agosto.

— A jogadora está com uma fascite plantar no pé esquerdo (inflamação na planta do pé) que começa a refletir no pé direito. Ela já está em tratamento, que deve durar cerca de três semanas, e se reapresenta na segunda fase de treinamentos — explicou a médica da seleção brasileira, Dra. Ana Maria Visconti.

Também não viajam para o Equador as atletas Érika e Kátia Regina, que estão treinando com a seleção sub-21, Alessandra, que se recupera de uma cirurgia de vesícula, e Leila, que está aprimorando seu condicionamento físico após quase quatro anos afastada das quadras.

TABELA DO SUL-AMERICANO
1ª Rodada – Domingo (dia 22)
Brasil x Chile, Venezuela x Argentina e Equador x Peru

2ª Rodada – Segunda (dia 23)
Peru x Argentina, Brasil x Venezuela e Equador x Chile

3ª Rodada – Terça (dia 24)
Peru x Brasil, Chile x Venezuela e Equador x Argentina

4ª Rodada – Quarta-feira (dia 25)
Chile x Peru, Argentina x Brasil e Equador x Venezuela

5ª Rodada – Quinta-feira (dia 26)
Venezuela x Peru, Argentina x Chile e Equador x Brasil

Rodada Final – Sexta-feira (dia 27)
Disputa da medalha de bronze
Disputa da medalha de ouro

Mercury tira Iziane da geladeira

A brasileira Iziane deve enfim estrear na temporada 2003 da WNBA na próxima quinta.

Recuperada de uma lesão no joelho, ela é esperada com a expectativa de poder melhorar a posição do Phoenix nesse ano: o último do oeste, com 6 derrotas e só uma vitória.

Os americanos se apóiam nos números de Iziane na Liga Francesa para esperar isso, conforme mostra a reportagem publicada no site do time. Confira.

Mercury Poised to Activate Castro


Jeff Metcalfe
The Arizona Republic
June 10, 2003
The Mercury will get even younger and faster this week with the expected activation of French League scoring champion Iziane Castro.

Getting bigger any time soon is less certain. Six-foot-4 center Slobodanka Tuvic, the French League rebounding champ, is awaiting results on an X-ray taken Monday of her injured right foot to determine how soon she can play.

Guard Grace Daley was cut to clear room on the 11-player active roster for Castro. The 21-year-old Brazilian is expected to play Thursday when the Mercury (1-6) begins a four-game homestand against Charlotte (4-2).

Castro missed most of training camp and has been out with a sprained right knee suffered April 18 during the French League playoffs. She started practicing here on May 18, four days before the season opener, and has been on the injured list.

"I want to be part of the team on the court," Castro said. "I see a lot so this will be good for me because I saw what happened and I can do better. Coach talked with me. In the fast break, we need to be more quick because we have a short team. In defense, be alert because you need to be perfect on defense because we are short."

Speed in the open court is a strength for the 6-foot Castro, who was a WNBA rookie last year with the Miami Sol. She led the Brazilian League in scoring with 23.3-point average in 2001 and topped the French League by averaging 18.5 points and shooting 36.4 percent from three-point range.


For more Phoenix Mercury coverage, check out www.azcentral.com, Arizona's homepage.
The Mercury is last in the 14-team WNBA in scoring (54.4 ppg), field-goal percentage (35.3) and three-point shooting (25.3). Castro believes she is more ready to contribute than she was in averaging 3.5 points for the Sol.

"I had to learn a lot," she said. "My first year here I was injured, too. I have a great season in France, and all this puts more things in my basketball. I think I'm much better now."

Tuvic, in her third season with the Mercury, has not played since April 5, though the pain in her foot has lessened. Mercury general manager Seth Sulka said the doctor thinks Tuvic's lingering pain could be from muscle atrophy and is hopeful that she can play some before the homestand ends on June 21.

"When I'm going to start to play, I don't have a clue," Tuvic said. "This morning I talked to the doctor. He said I still have a stress fracture. It's getting better, but very slowly. That's why I came here to see, because I trust these people and I just want to stay with the team and find out how is my leg doing, and they're going to decide. I hope for the best.

"I don't even remember the last time when I didn't practice for two months. It's really frustrating watching the girls and I'm sitting here and can't help them."

The Mercury ranks 11th in rebounding. The 25-year-old Tuvic averaged 15.9 points and 9.6 boards in EuroLeague play, and 13.1 points and 8.7 boards in the French League.

Daley, signed as a free agent when Houston did not make her a qualifying offer, played in only three games. She missed the first three due to a quad injury.

+ WNBA

Helen não jogou na vitória do Washington sobre o Silver Stars por 79 a 72.
Houston 71 X 66 Sacramento

Janeth: 37 minutos, 13 pontos, 4 assistências e 4 rebotes.
Edson Ferreto é demitido dotime de basquete de Ourinhos

Edson Ferreto, 51, não é mais o técnico do time feminino de basquete do Ourinhos/Unimed/Pão de Açúcar. Ele recebeu o comunicado da demissão, anteontem, na hora do almoço, no Ginásio Municipal de Esportes (Monstrinho). A notícia caiu como uma bomba para Ferreto, que disse ter ficado chocado com a atitude da diretoria da equipe. “Sinto-me traído, depois de tudo que fiz pelo time, pela cidade de Ourinhos, nunca imaginei que um dia seria tratado dessa forma. Só posso dizer que estou levando uma mágoa muito grande, principalmente do dirigente da equipe”, comentou o ex-técnico. “Não podiam fazer isso comigo, ainda mais dessa forma, sem a mínima consideração com a minha pessoa”, criticou.

Segundo ele, ao demití-lo a diretoria deixou de cumprir com o acordo verbal de mantê-lo na equipe até o final do ano. “Como eles (a diretoria) sempre gostaram de dizer, era um contrato de fio de bigode, não havia nada assinado”, explicou Ferreto. “Mas graças a Deus o grupo me deu apoio. Na hora em que comunicaram a minha saída, apesar de não terem sido prontamente recebidas, as jogadoras saíram em minha defesa e tentaram conversar com a diretoria”, ressaltou o ex-técnico.

Ferreto passou a comandar a equipe feminina de basquete de Ourinhos em meados de 1997. A partir do ano seguinte, mais estruturado, o time começou a se tornar competitivo. Em 1999, ganhou o título de Campeão dos Jogos Brasileiros, no Rio de Janeiro. Em 2000, venceu o Campeonato Paulista, ganhando do Guarulhos. Em 2001, apesar de não ter ganho o campeonato, o time se classificou para disputar o Campeonato Brasileiro. Em 2002, a equipe sagrou-se bi-Campeã Paulista, vencendo o Americana. Naquele mesmo ano, o time venceu também os Jogos Abertos do Interior, realizado em Franca. Este ano, chegou ao vice-campeonato Paulista, perdendo para o Americana. O título, vale ressaltar, garantiu à equipe uma passagem para disputar o próximo Campeonato Brasileiro, que deve começar em outubro.

Futuro — Ferreto disse que ainda não decidiu o que vai fazer. “Devo permanecer na cidade por mais um tempo. Não sei, por ora é difícil dizer qualquer coisa nesse sentido”. Quanto à possibilidade de ir para outra equipe, o ex-técnico do time ourinhense diz estar aberto às propostas. “No início do ano, recebi um convite para dirigir o time de basquete da Universidade de Rio Preto. Acabei não aceitando porque estava tudo bem, a equipe subindo cada vez mais de produção. Mas agora o jeito é pensar no futuro”, analisa. “Uma coisa é certa, o técnico que vier para Ourinhos vai ter bastante facilidade para trabalhar. Hoje, a equipe é duas vezes campeã paulista, além de ostentar vários outros títulos importantes. Certamente, a diretoria também vai proporcionar uma comissão técnica para o time, algo que eu nunca tive. Montei o grupo e trabalhei esse tempo todo sozinho. Mas, tudo bem, a vida dá muitas voltas”, conclui Ferreto.


Fonte: Jornal da Divisa
Time de Helen perde na WNBA

Na última sexta-feira, o Washington Mystics, time da armadora Helen Luz, foi derrotado pelo Cleveland Rockers, por 63 a 53, no MCI Center, em Washington.Nos cino minutos em que esteve em quadra, a brasileira marcou dois pontos e fez duas assistências na partida.

“Foi um jogo bastante difícil, mas ainda estamos no início da temporada. Temos um grupo muito forte e estamos trabalhando para fazer uma boa campanha. Na WNBA, o nível das equipes é muito alto”, disse Helen.

O Washington Mystics volta à quadra nesta terça-feira (10/06) para enfrentar o San Antonio, às 20h, de Brasília.

terça-feira, 10 de junho de 2003

Bicampeã, Americana muda para o Nacional

Bicampeã paulista feminina de basquete, a Unimed/Americana vai disputar o Campeonato Nacional, no segundo semestre, com formação diferente da que conquistou o título estadual. A armadora Adrianinha e a pivô Cíntia Tuiú, contratadas pela equipe para a fase decisiva do Paulista, não estarão no grupo durante o brasileiro porque voltarão para a Europa.
Segundo o técnico, Paulo Bassul, a equipe deve fazer novas contratações. 'A idéia é fazer a reposição, mas vamos discutir isso com a direção da Unimed', explica.

Agora, as jogadoras da Americana que não foram convocadas para a seleção brasileira, terão duas semanas de folga para comemorar o título. Depois elas se reapresentam e iniciam a preparação para os Jogos Regionais de Araras. As convocadas apresentam-se ao técnico Antonio Carlos Barbosa que prepara o grupo para a disputa do Campeonato Sul-americano, no segundo semestre, no Equador.

O técnico Bassul também não terá folga. Com a definição do Estadual ele assume o comando da seleção Sub-20, que treina, em Americana, para o Mundial da categoria, na Croácia.


Fonte: Gazeta
Unimed é a base da seleção do Campeonato Paulista

AMERICANA - Além de conquistar pela segunda vez o título do Campeonato Paulista de Basquete Feminino da Divisão Especial A-1, a Unimed/Americana também teve quatro jogadoras e o técnico Paulo Bassul eleitos para a seleção da competição que terminou na noite deste domingo (8).
Numa votação feita entre os técnicos que disputaram o campeonato, a armadora Adrianinha, a lateral Micaela e as pivôs Cíntia Tuiú e Ega foram escolhidas para a seleção do Paulista - a quinta jogadora é a lateral Silvinha, de Ourinhos. Bassul foi eleito o melhor técnico. Além de integrar a seleção do campeonato, Micaela também foi considerada a melhor jogadora.
Basquete de Sorocaba de volta

Vanira Hernandez escreve contando as (boas) novidades:

Demoramos para dar notícias mas quando elas aparecem é sempre muita coisa boa.
De 04 a 12 de Julho acontecem os Jogos Regionais de Votorantim onde mais de 51 municípios estão inscritos.
Na tentativa de trazer de volta o Basketball feminino para Sorocaba que tantas alegrias já trouxe ao povo Sorocabano nos unimos a Prefeitura Municipal através do Sr. Prefeito Renato Amary e formamos uma equipe competitiva para defender a cidade de Sorocaba.
Com o apoio e patrocínio da "ROCA" distribuidora de Cestas Básicas e do sorvete JUNDIÁ através do seu Presidente Sr. Meireles assim como da Escola Mundo Novo através do Rodrigo, Academia Azzura e também da BAPTISTELLA escritório de contabilidade foi possível trazer de volta para Sorocaba atletas como: Marta de Souza Sobral, Ana Regina e também a Edijane atleta que atua no basketbaall Europeu, que juntamente com Vânia e Vanira Hernandes todas ex atletas de Seleção Brasileira e que fizeram história no Basketball Brasileiro vão através dos Jogos Regionais, resgatar um pouco do basketball feminino em Sorocaba.
- Estamos felizes de poder novamente defender a cidade de Sorocaba que através do basketball feminino se tornou conhecida mundialmente. É claro que sem a ajuda de nossos patrocinadores, seria impossível tornar isto uma realidade. Nossa intenção é a de sensibilizar os empresários de Sorocaba para que voltem a investir no basketball feminino através do trabalho de base para a descoberta de futuros atletas e na formação de equipes competitivas. A ajuda da ROCA,ACADEMIA AZZURA, MUNDO NOVO E BAPTISTELLA já é um começo e esperamos que continuem a incentivar e apoiar o basketball feminino após os Jogos Regionais. Já estamos em treinamento pois, nossa maior preocupação é fazer bonito dentro de quadra técnicamente e fisicamente, mesmo que algumas jogadoras ainda se encontram em atividade.
- A imagem que as pessoas tem de nos em quadra como profissionais do basketball foi a que deixamos quando encerramos oficialmente nossa carreira desta forma, estamos em treinamento para recuperar um pouco da parte fisica já que a parte técnica jamais esqueceremos. Mesclamos a experiência com a juventude sendo que mais 09 atletas de categoria infanto a principal completam nossa equipe. Algumas com passagem em times de ponta e outras mais jovens mas com grande potêncial para o basketball.
Esperamos que esta união de resultado e que as pessoas possam matar a saudades de grandes nomes do basketball. Aproveito para dizer que as atletas Marta, Ana Regina, Vânia Hernandes e Vanira foram convocadas para disputar o campeonato Mundial de Basketball Feminino Master ( 35 aos 40 anos) em Orlando nos Estados Unidos em setembro. O responsável pela delegação é o conhecido Paulista Tortelli. Será uma honta defender novamente nosso pais onde faremos isto com muito orgulho.
Isto com certeza é uma motivação a mais para os Jogos Rregionais.


Tricolor quer ser o papão do basquete feminino

O São Paulo/Guaru, atual campeão brasileiro e representante nacional na primeira edição da Copa do Mundo de Basquetebol Feminino, começa nesta semana a busca dos reforços necessários para a conquista de dois títulos inéditos para times brasileiros.
Além de Janeth Arcain e Érika, atletas que defenderam o clube em 2002, o tricolor pretende levar para a Rússia uma autêntica seleção. “Os primeiros contatos já estão sendo mantidos e o interesse da diretoria do tricolor paulista nas atletas da Seleção Brasileira é muito claro e objetivo”, afirmou Marcus Villela, diretor de basquete do clube.

'Estamos fazendo o possível para montarmos uma grande equipe e, assim, representarmos bem o Brasil neste torneio. Estávamos aguardando, apenas, o término do Campeonato Paulista para tratar desse assunto de uma forma mais ampla e definitiva, sem constrangimentos. Queremos montar um time que possa lutar tanto pelo título mundial como, também, pelo bicampeonato no nacional de 2003”, concluiu Vilela.


Fonte: Gazeta
Dizem...

...que entre os nomes cotados para substituir Ferreto está o de uma técnica que recentemente esteve dirigindo um clube carioca...
Eu num falei?

Fim: Édson Ferreto não é mais treinador do Ourinhos


Ourinhos (São Paulo) - Um ciclo, de mais de cinco anos de vitórias, do técnico Édson Ferreto à frente da equipe de basquete feminina do Ourinhos está encerrado. Na noite desta segunda-feira, o presidente da equipe, Antônio Passos, oficializou a saída do treinador. O fato ocorre um dia após a perda do título do Paulista, para a Unimed/Americana que marcou 3 a 0 na série melhor-de-cinco jogos.
Ainda nesta semana deverá ser conhecido o novo técnico. Os contatos já estão sendo feitos, mas os nomes são mantidos em segredo. “Na hora certa, sem atropelos, vamos anunciar”, afirmou Passos.

O Ourinhos também terá reforços “para brigar pelo título inédito do Nacional, a partir de outubro”, anunciou o presidente que fundou a equipe em 1998, juntamente com Édson Ferreto.

Neste período o Ourinhos conquistou dois títulos Paulistas (2000 e 2002), o título dos Jogos Abertos do Interior (em 2002) e o terceiro lugar no Nacional (2001).

Fonte: Gazeta
(bela) Coluna do Melchiades

Mulheres pintadas
MELCHIADES FILHO
EDITOR DE ESPORTE

Ao contrário do que parece, é o lance mais difícil. Fintar o marcador com um passo, quicar a bola em direção da cesta, brecar antes que a cobertura chegue (e não andar!), saltar alto, às vezes para trás, e acertar o arremesso. Jogo de pernas, drible, reconhecimento de quadra, equilíbrio e chute. Dos fundamentos mais importantes do basquete, só um não está envolvido (o passe).
Foi por dominar tal sequência -e não as enterradas!- que Michael Jordan curvou a NBA.
Foi porque ela faz parte de sua cultura de jogo que o basquete iugoslavo destacou-se na Europa.
E foi com ela que Hortência quebrou um tabu no Brasil -o que, para mim, imortalizou-a como a melhor jogadora do país.
Sempre esfomeada, Hortência balançava o rabo-de-cavalo e "batia para dentro" (com a variante de acelerar para a bandeja em vez de frear para o "jump").
Iluminadas pelo sucesso de sua cestinha, as brasileiras perceberam o que ganhariam se jogassem mais próximas da cesta e abandonaram o "jogo tático", de passes estéreis e tiros telegrafados.
Das costuradas de Paula e da gafieira de Janeth no garrafão, da raça das Hernandez e dos cotovelos de Alessandra, as vitórias saíram, e os pódios apareceram.
Quando essa geração se afastou -e não apareceram novas fagulhas de talento-, o basquete feminino nacional engessou-se, fincou de vez âncora na chamada área pintada. Repare em seus últimos campeões. Quase todos (posso dizer todos?) iniciavam seus ataques perto da tabela.
Anteontem, ao despachar Ourinhos em 3 x 0 no playoff, Americana estendeu a recente tradição.
O oponente cedeu ante a força de Cíntia Tuiú-Ega-Geisa, 1,90 m em média, e perdeu de lavada a disputa dos rebotes (116 x 91).
Do alto, as três trocavam bolas e davam fluxo às iniciativas ofensivas. Responderam por 23 das 65 assistências de Americana no mata-mata (35%). As armadoras, veja só, totalizaram 21 (32%). As jogadoras de força de Ourinhos conseguiram apenas quatro passes perfeitos, 19% da equipe.
As demais campeãs se ajustaram. Adrianinha pôde até arriscar um contra-ataque ou dois. Mas sua função era mesmo executar o "passe de entrada" para o garrafão. A missão de Lilian? Dormir no perímetro à espera do passe das gigantes e acordar nos arremessos de três pontos. A Micaela, ou Kaé, como prefere, coube zanzar na área pintada, aproveitando os bloqueios das pivôs para se desmarcar e bicar a cesta.
Repare que a cartilha é bem semelhante, senão idêntica, à da seleção brasileira. O Mundial do ano passado teve Adrianinha e Tuiú, com Helen, Janeth, Alessandra e Kelly antecipando a lição de Lilian, Kaé, Ega e Geisa.
Não é coincidência. Paulo Bassul, técnico de Americana, assiste Antonio Carlos Barbosa na seleção, numa simbiose que às vezes até confunde o comando tático.
Por isso, no Sul-Americano, em junho, não se surpreenda se a cartilha enviar Adrianinha, Lilian, Kaé, Tuiú e Alessandra (Érika) à quadra -com Silvinha, justamente quando fecha uma década de convocações, no banco.

Feminino 1
Como ocorreu com Ourinhos no Paulista-02 e com Guaru no Brasileiro-02, prevaleceu quem "alugou" mais atletas de ponta -no caso de Americana, Adrianinha e Tuiú. De novo, a mensagem do torneio para os clubes foi: enrole a primeira fase e contrate na reta final.

Feminino 2
Começou ontem o trabalho da seleção sub-21 para o Mundial da Croácia. Até nisso, Americana goleou. Além de Bassul, cedeu quatro convocadas, contra duas do vice. Os treinos serão em... Americana!

Feminino 3
Preocupante, para a seleção principal e para a sub-21, a falta de ritmo de jogo de Érika, pivô que sabidamente não gosta de treinar.

E-mail melk@uol.com.br

Fonte: Folha

segunda-feira, 9 de junho de 2003

domingo, 8 de junho de 2003

Financiados pela mesma empresa, Americana e Ourinhos, campeões nos últimos 3 anos, fazem a final feminina

Coirmãos duelam por hegemonia em SP
DA REPORTAGEM LOCAL

Vencedores das três últimas edições do Paulista feminino, Americana e Ourinhos começam a disputar hoje, às 20h30, o título do campeonato deste ano.
A partida de abertura do mata-mata melhor de cinco será no ginásio José Paschoalick, o "Monstrinho", em Ourinhos.
A decisão ocorre apenas sete meses após as duas equipes terem decidido o título do último Paulista e quatro meses depois de ambos os clubes se enfrentarem pelas semifinais do Nacional.
No Paulista-2002, o Ourinhos foi o campeão. Naquela conquista, a equipe do técnico Edson Ferreto contou com a ala Janeth, maior estrela da seleção brasileira, que atualmente está na WNBA, atuando pelo Houston. A equipe de Ourinhos também fora campeã estadual em 2000.
Já no Nacional-2002, o Americana classificou-se para a final, mas acabou sendo derrotado na decisão pelo São Paulo-Guaru, que também contou com Janeth para ficar com o título.
Ourinhos e Americana são unidos pelo mesmo patrocinador, a Unimed -ambos ostentam o logotipo da empresa em suas camisas. Porém cada equipe recebe o apoio de uma cooperativa local, que é administrada e realiza seus investimentos em marketing esportivo de maneira autônoma.
Atual defensor do título, o Ourinhos se reforçou com a ala-armadora Silvinha, que defendeu justamente o time rival até o início do ano e foi repatriada após disputar a liga espanhola pelo Ibiza.
Além de Silvinha, a equipe possui mais uma jogadora convocada pelo técnico Antonio Carlos Barbosa para a seleção: a ala Cris.
O Ourinhos também conta com outras duas atletas pré-convocadas para o Mundial sub-21, que será na Croácia, em julho: a armadora Passarinho e a ala Nathália.
Apesar de tantas selecionáveis, o técnico do Ourinhos, Edson Ferreto, garante apenas Silvinha e a pivô Lígia na equipe que irá começar a partida de hoje.
"Temos que tentar surpreender o Americana no primeiro jogo das finais. Por isso, pretendo fazer algumas mudanças em nossa equipe", afirma o treinador.
A tarefa é das mais espinhosas. Campeão paulista em 2001, o Americana conta com seis jogadoras na seleção adulta e mais quatro na equipe sub-21.
Desde o desmantelamento do supertime do Vasco, campeão nacional em 2001, não havia um elenco no país com tantas opções para o revezamento na quadra.
"A Geisa, convocada para a seleção adulta, é reserva no meu time. Mas temos que tomar muito cuidado com o Ourinhos, que é muito perigoso dentro de casa", analisa o técnico Paulo Bassul.
Adrianinha, Cíntia Tuiú, Micaela, Lílian, Geisa e Ega estão na seleção adulta. Na equipe sub-21, que será dirigida pelo próprio Bassul, aparecem Karen, Cláudia, Sílvia Gustavo e Flávia.
A força do rival intimida até o técnico Ferreto, que se acostumou a enfrentar o Americana em jogos decisivos nos últimos anos.
"O Americana já era forte. Com o repatriamento da Adrianinha e da Cíntia [que disputaram a liga italiana], ficou muito desigual. Elas podem até perder uma vez para nós. Mas, com a final em melhor de cinco jogos, é difícil que não fiquem com o título", comtemporiza Ferreto. (ADALBERTO LEISTER FILHO E MARCELO SAKATE)
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NA TV - ESPN Brasil, ao vivo, a partir das 20h30

Garrafão tem 1 só dono na final
DA REPORTAGEM LOCAL

Com três pivôs entre suas seis atletas na seleção brasileira, o Americana leva ampla vantagem sobre Ourinhos nas estatísticas relacionadas ao garrafão.
Líder coletivo em rebotes (33,9 por partida), o time dirigido pelo técnico Paulo Bassul tem três atletas entre as cinco líderes do fundamento: em segundo, Cíntia Tuiú (7,3), em terceiro, Ega (7,2), e em quarto, Geisa (7,1).
O Ourinhos, quarto em rebotes (31,4), tem uma única atleta entre as top 5, a pivô Eliane, com 7,1.
Nos tocos, a diferença é ainda maior: terceiro no fundamento, o Americana tem quase o dobro de bloqueios por jogo: 3,1 contra 1,6. Além disso, a equipe conta com três atletas entre as seis primeiras no fundamento. A melhor jogadora do Ourinhos, a pivô Eliane, é apenas a 17ª em tocos.
Nos dados coletivos, o atual campeão lidera apenas dois fundamentos: os arremessos de três pontos e os roubos de bola. E graças à ala-armadora Silvinha.
Ela é a terceira melhor do torneio em aproveitamento de tiros (54,8%) e a segunda em cestas convertidas de três pontos (2,1 por partida). Além disso, é vice-líder em roubadas de bola (3,6). Sempre à frente das rivais da final.
Único destaque individual do time, Silvinha, convocada para a seleção, ainda é a cestinha do torneio (23,1 pontos). (ALF E MSK)


Fonte: Folha


Teste!

sábado, 7 de junho de 2003

Problemas com o Blogger me impedem de blogar.

quarta-feira, 4 de junho de 2003

SPFC/Guaru conquista título nos Jogos Abertos Brasileiros


A equipe de basquete feminino do SPFC/Guaru sagrou-se campeã da 22ª edição dos Jogos Abertos Brasileiros, que estão acontecendo em Poços de Caldas/MG, representando o Estado de São Paulo na competição.

A equipe comandada pelo técnico Alexandre Cato, ficou com o título ao vencer a equipe de Lages/Santa Catarina por 70 a 58, em partida realizada na tarde desta quarta (04).

O Tricolor paulista fez excelente campanha vencendo todas as partidas disputadas. No primeiro jogo, o SPFC/Guaru venceu o Vasco da Gama/Rio de Janeiro por 92 a 61; no segundo, venceu o Paraná por 94 a 38; e, no terceiro, Minas Gerais, por 98 a 34. Na semifinal, o adversário foi o Dom Bosco e o placar 113 a 46 para o Tricolor.


Mercury 51 X 66 Commets

Jogando em casa e sem Cynthia Cooper (contundida), o Houston ganhou do Phoenix, com Janeth dividindo a posição de cestinha com Tina Thompson, ambas com 14 pontos.

As duas jogaram 34 minutos.
Premonição - I

Sei que o prato do dia são as finais do Paulista, mas vou ceder umas linhas à seleção.

Afinal as meninas se apresentaram ontem.

Bem, é óbvio que os nomes podem mudar até a competição mais importante (o Pré-Olímpico), mas a base está lançada.

Na armação, são três as escaladas: Adrianinha, Jacqueline e Vívian. A primeira é nome certo, principalmente após a afirmação internacional e uma atuação voluntariosa no Mundial. Com a ausência de Claudinha, Jacqueline deve papar a segunda vaga. Vívian tem a chance de apagar a má impressão que deixou nos amistosos com a Argentina no ano passado. Não se sabe até que ponto a presença de Laís na comissão técnica pode influenciar no seu status na selação.

Nas laterais, Silvinha surge como o nome mais tradicional, no ano em que completa 10 anos de sua primeira convocação para a seleção adulta. Nas duas últimas competições (Olimpíadas 2000 e Mundial 2002), suas atuações foram irregulares. Sua experiência no exterior esse ano, na Espanha, também não foi marcante. De qualquer maneira, Silvinha reina soberana nas quadras nacionais. Talvez pudesse ser até poupada no fraco Sul-Americano para esquentar as turbinas mais tarde.

Micaela, já escolhida no Mundial, deve se afirmar. Lílian e Chuca, de estilos opostos, brigararão pela posição. A priori, Renata Oliveira tem chances escassas. Junto com Renata, a também talentosa Cris parece ter poucas chances pelo basquete apagado que vem mostrando em Ourinhos. E Leila é uma verdadeira incógnita nesse barco. Catapultada pelas boas atuações nas semifinais, será difícil cortá-la pelo anseio coletivo de que a ala-pivô mostre seu basquete e apague da nossa lembrança seus últimos amargos anos.

No pivô, a situação persiste complicadíssima. O quarteto Alessandra-Cíntia-Kelly-Érika persiste muito bem cotado. As quatro com passagens pela WNBA e em clubes europeus estão um degrau acima na corrida pra Atenas. Aí o pepino sobra para Mamá (que vem de uma bela temporada na França), as competentes nacionais Geisa e Êga e da revelação Kátia.

Ainda assim, o retorno de Helen, Iziane e Janeth; bem como a participação de Érika no sub-21 (onde é peça fundamental) podem alterar o panorama.

Premonição - II

Já para o Paulista, minha bola de cristal está meio embaçada.

É claro que o favoritismo está com Americana, que tem um time mais completo.

Mas é complicado falar de favoritismo justamente para um time que tem um histórico de lidar mal com o mesmo.

A solidez das pivôs (Geisa, Êga e Tuiú), mais a força de Adrianinha e da dupla Micaela-Lílian tornaram o time dono da melhor campanha da competição.

Do outro lado, Ourinhos se armou bem, mas a química entre o grupo parece ainda estar a ser alcançada. E os talentosos nomes de Ourinhos tem sido revezados até que se encontre o "bom dia" de cada atleta. No final, o time parece carecer de uma cara, uma base regular pronta a segurar o rojão em momentos decisivos como essa final. A armação tem sido dividida conforme respondem Gattei ou a juvenil Aninha. Na lateral, Silvinha vem sendo o pilar mais firme, podendo ser assessorada por Aide, Roberta ou Cris. No pivô, Lígia continua se segurando e pode se acompanhar de Eliane ou Kátia Denise.

E assim começam as finais, que sejam belas e infinitas enquanto durem...

terça-feira, 3 de junho de 2003

São Paulo/Guaru vai disputar a Copa do Mundo Interclubes

A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) confirmou na última sexta-feira a inscrição do São Paulo/Guaru na 1ª Copa do Mundo Interclubes feminina, que acontecerá em outubro, na Rússia.

A informação foi divulgada à imprensa pelo próprio presidente da CBB, Gerasime Nicolas Bozikis (Grego), no almoço de apresentação da seleção brasileira principal em São Paulo, nesta segunda-feira.

Na ocasião, o dirigente fez contato direto com várias atletas da seleção brasileira, deixando claro o interesse do clube em formar uma grande equipe para representar o Brasil na Copa do Mundo e também no Campeonato Nacional deste ano.

Durante o almoço, ficou praticamente acertada a realização de dois amistosos da seleção brasileira sub-21, comandada por Paulo Bassul, contra o São Paulo/Guaru, sendo um no ginásio do Morumbi e outro em Americana.

Além disso, a seleção brasileira principal poderá realizar nas dependências são-paulinas um de seus jogos desafios contra a seleção da Rússia, no mês de julho.


Fonte: UOL Esporte
Notícias da Gazeta

Sul-americano é primeiro passo para Atenas-2004
Marta Teixeira

São Paulo (SP) - O início dos treinos para o Campeonato Sul-americano feminino de basquete marca o começo da caminhada da equipe para os Jogos Olímpicos de Atenas-2004, deixa claro o presidente da Confederação Brasileira (CBB), Gerasime Bozikis, o Grego. A seleção apresentou-se nesta segunda-feira em São Paulo e começa a treinar terça, em Ribeirão Preto.
O Sul-americano, de 22 a 28 de junho, no Equador, é o primeiro torneio da programação, que vai culminar com a disputa do Pré-olímpico, em setembro, no México. As brasileiras terão que lutar pela única vaga restante para o Continente Americano nos Jogos de Atenas.

Até o Pré-olímpico, a seleção tem um longo caminho, com várias competições para se aprimorar. 'Vamos disputar todos (os torneios) para ganhar. Uma competição está sempre preparando para outra e nos outros (torneios) estaremos com tempo maior para trabalhar', diz o técnico Antonio Carlos Barbosa. Além dos torneios principais (Sul-americano, Pan-americano e Pré-olímpico), a seleção terá duas competições internacionais no calendário.

Em julho (no Brasil) e agosto (na Rússia), a seleção brasileira enfrenta a Rússia. 'Será a primeira vez que as russas virão jogar aqui', destaca Barbosa. No início de setembro, o grupo vai para a Espanha disputar outra competição, tudo como preparatório para o Pré-olímpico.

Alessandra fica fora do Sul-americano
Enquanto a seleção joga no Equador, a pivô Alessandra treinará no Brasil
São Paulo (SP) - A pivô Alessandra é ausência certa na seleção brasileira feminina de basquete que disputará o Campeonato Sul-americano no Equador, entre os dias 22 e 29 deste mês. A jogadora passou por uma cirurgia para retirada de pedras na vesícula e durante o período do torneio ficará treinando no Brasil.
'Tive um problema renal e precisei ser operada', explica a pivô, que ainda não sabe quanto tempo demorará sua recuperação. A cirurgia foi feita há 15 dias e, nesta terça-feira, ela retorna ao médico para uma nova avaliação. 'Ainda estou com os pontos, 13, amanhã (terça) ele vai ver se pode tirar'.

O problema renal surgiu quando ela ainda estava na Hungria, onde defendeu o Gysenorsi-Euroleasing Sopron na última temporada. Quando chegou ao Brasil, os médicos diagnosticaram também uma nefrite (inflamação nos rins).

Segundo a jogadora, os médicos disseram que várias causas podem ter provocado a crise renal, entre elas o calendário puxado da atleta. Pelos cálculos da própria Alessandra, há seis anos ela não tira férias e tem emendado compromissos em clubes com a programação da seleção.

'Em qualquer equipe colocam ela para jogar logo no dia seguinte', ressalta o presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Gerasime Bozikis, o Grego. 'Uma pivô de 2,01m ninguém quer desperdiçar'.

Mas a interrupção no calendário de torneios não significa folga para a atleta. Alessandra fica fora do Sul-americano, mas permanecerá treinando com a seleção Sub-21, que se prepara para o Mundial da Croácia, em julho. Para o técnico do Sub-21, Paulo Bassul, que também é assistente da equipe adulta, a mudança nos planos será benéfica também para o time de base.

'Imagine ter um sparring como ela?', pergunta animado. 'A Alessandra só tem a acrescentar ao grupo, que poderá enfrentar uma jogadora com um nível que não será encontrado no Mundial'. Os treinos do Sub-21 começam daqui a duas semanas, em Americana (SP).

Barbosa inicia treinos para o Sul-americano com oito atletas
Marta Teixeira

São Paulo (SP) - O técnico da seleção brasileira feminina de basquete, Antonio Carlos Barbosa, começa a trabalhar nesta terça-feira com oito das 18 jogadoras convocadas para o Campeonato Sul-americano no Equador. A equipe, que se apresentou nesta segunda-feira, em São Paulo, treinará no Centro de Treinamento do COC, em Ribeirão Preto, até o embarque para a cidade de Lojas, dia 18.
O grupo inicial de trabalho de Barbosa conta com Kátia Regina, Mamá, Érika, Leila, Chuca, Renata, Vivian e Jacqueline Godoy. A pivô Kelly, que chegou quinta-feira da França, junta-se ao grupo apenas na próxima segunda-feira. Outras oito jogadoras - Cíntia Tuiú, Adrianinha, Ega, Cae, Lilian, Geisa (Unimed/Americana) e Silvinha e Cristina (Unimed/Ourinhos/Pão de Açúcar) - finalistas do Campeonato Paulista, só se apresentam depois da decisão, que pode se estender até dia 12. A única sem data exata de incorporação é a pivô Alessandra, que foi operada da vesícula e aguarda liberação médica para treinar.

Apesar dos contratempos, o técnico Barbosa deixa claro que a situação é melhor que a enfrentada no último Mundial, no qual as últimas atletas só se uniram à seleção na semana do torneio. 'Agora temos que administrar como vamos ordenar a organização da equipe', explica Barbosa, que pretende dedicar a primeira semana à preparação individual e física das atletas.

Na prática, o técnico poderá ter apenas uma semana de treino com o grupo completo. 'Vamos ficar com o tempo apertado aqui (no Brasil) porque tivemos de antecipar a viagem para o Equador por causa da altitude', diz. Com esta situação, Barbosa considera que o repatriamento das estrangeiras feito pela Confederação Brasileira de Basquete chegou em boa hora.

'Das oito que queríamos, conseguimos ficar com cinco. Se não fosse assim, as dificuldades seriam grandes até para o Sul-americano', revela o treinador, pensando nos outros compromissos da temporada (Jogos Pan-americanos e Pré-Olímpico) e lembrando o que aconteceu na edição de 1991 do torneio. 'Tínhamos apenas três jogadoras, Adrianinha, Silvinha e Adriana Santos, com mais experiência'. O resultado foi que, apesar do garantir o título, o Brasil enfrentou grandes dificuldades para vencer os dois jogos contra a seleção argentina.

Até o embarque para Equador, Barbosa fará seis cortes no grupo. Dois estão definidos. A ala/pivô Leila fica fora do torneio, porque está voltando a ativa agora, depois de quatro anos sem jogar. A pivô Alessandra será poupada, para poder se recuperar completamente da cirurgia. Outra incerteza é a pivô Érika. Ela também faz parte da seleção Sub-21, que disputará o Mundial da categoria na Croácia.

'Temos que avaliar a situação para ver se (ela) fica treinando com o Sub-21 ou vai para o Sul-americano', completa Barbosa, que faz questão de deixar claro uma coisa. 'Esta convocação é para o Sul-americano. Posso acrescentar ou tirar nomes para os próximos torneios'.

Altitude antecipa embarque para o Equador
Marta Teixeira
Seleção viaja antes para evitar surpresas com a altitude
São Paulo (SP) - A seleção brasileira feminina de basquete vai encurtar o período de preparação no Brasil para se adaptar melhor à altitude da cidade de Loja, no Equador, onde será disputado o Campeonato Sul-americano. O torneio começa dia 22 e as brasileiras embarcam quatro dias antes. O treino no Brasil tem início nesta terça-feira.
A preocupação do técnico Antonio Carlos Barbosa é habituar as atletas às reações físicas provocadas pela altitude da cidade (aproximadamente 2.200m acima do nível do mar), localizada na região Sul do país. 'O regulamento nos permite chegar antes e vamos aproveitar para treinar lá', diz Barbosa.

Em altitudes elevadas os indivíduos podem apresentar reações diversas, que vão desde a clássica falta de ar, até sangramento no nariz, dor-de-cabeça ou perda de consciência. As brasileiras ficam no Equador até dia 29.

Segundo a Confederação Brasileira de Basquete (CBB), o calendário do evento ainda não está definido. Quatro seleções estão confirmadas (Brasil, Venezuela, Equador e Argentina) e outras duas devem se juntar ao grupo.

Argentinas são a preocupação de Barbosa
Marta Teixeira

Barbosa atento à evolução da equipe argentina
São Paulo (SP) - Desde 1986 a seleção brasileira feminina adulta de basquete está invicta em confrontos contra países sul-americanos. Apesar disso, o técnico Antonio Carlos Barbosa não esconde que a equipe Argentina tem se tornado uma preocupação maior a cada dia e deve dar muito trabalho no Campeonato Sul-americano, que será disputado de 22 a 28 de junho, no Equador.
'É uma competição de um jogo só. Com a Argentina é um jogo complicado, porque há várias atletas da seleção atuando no exterior', diz Barbosa. Ele justifica a precaução com a equipe argentina, lembrando suas últimas atuações em torneios internacionais. 'Elas eliminaram o Canadá em dois mundiais'.

Para completar, no Sul-americano de 1991 o Brasil teve trabalho para passar por estas adversárias. No primeiro jogo, a vantagem foi de apenas três pontos no marcador (84 a 81), diferença que subiu para quatro pontos na final (94 a 90). 'A Argentina é um time de qualidade e que vem crescendo a cada ano'.

Fonte: Gazeta Esportiva
As fotos da apresentação da seleção brasileira







As ourinhenses Silivinha e Cris, mais a carioca Érika não apareceram...


E os detalhes que você só vê aqui:



Um close na amarelinha



O colar de Adrianinha



O sorriso metálico de Alessandra



O Tênis de Adrianinha



Um novo visual de Mamá?



O terno de Barbosa



O terno de Bassul



A calça de Laís



E Grego revive o presidenciável Guilherme Afif Domingos: "juntos chegaremos lá"


VENCER E VENCER É O ÚNICO OBJETIVO DA SELEÇÃO BRASILEIRA FEMININA EM 2003

Conquistar pela 19ª vez o título do Campeonato Sul-Americano, ganhar a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos da Republica Dominicana, vencer o Torneio Pré-Olímpico do México e garantir a vaga das Américas para as Olimpíadas de Atenas, em 2004. Esses são os objetivos da seleção brasileira adulta feminina de basquete na temporada 2003, que se apresentou nesta segunda-feira, em São Paulo. E para não perder tempo, a partir desta terça-feira, o técnico Antonio Carlos Barbosa começa os treinos no Centro de Treinamento do COC, em Ribeirão Preto.

— Estou muito contente por mais um ano de seleção brasileira, especialmente podendo estar a disposição do Barbosa desde o início da preparação. A presença do maior número possível de atletas durante todo o treinamento era tudo que precisávamos para aprimorar o conjunto e entrosar mais a equipe. O Sul-Americano será muito importante para dar ritmo ao grupo e experiência para as mais novas rumo à luta pela vaga em Atenas — comentou a pivô Kelly (ex-França).

— Acredito que o esforço de juntar as atletas desde cedo buscando a vitória no Pré-Olímpico dará resultados positivos. Acho que estou em um bom momento. Já passou a fase em que eu estava na seleção só para aprender com as atletas que eu admirava. Agora, estou numa geração intermediária. Não sou tão experiente como Alessandra ou Janeth, mas posso ajudar mais o grupo e passar um pouco da minha experiência internacional para quem está começando — explicou a armadora Adrianinha (ex-Itália).

— Só começo a treinar daqui a alguns dias pois ainda estou me recuperando da cirurgia que sofri. Estou ansiosa para voltar às quadras. Depois de cinco anos, estarei com a seleção desde o início dos treinamentos para as competições. Além disso, o fato de ser a mais velha desse grupo que vai ao Sul-Americano me traz mais responsabilidade, me sinto meio “tia” dessas meninas mais novas. Isso tudo faz essa temporada ter um gosto especial para mim — declarou a pivô Alessandra (ex-Hungria).

— Ainda estou recuperando a minha melhor forma nessa temporada jogando no Brasil. Acredito que estarei em condições de representar bem a seleção brasileira nesse ano decisivo, e estando desde o início com o grupo, as expectativas são ainda melhores — afirmou a pivô Cintia Tuiú (ex-Espanha) .

— Esse evento marca o início da temporada de 2003 da seleção adulta feminina. Vamos fazer um trabalho bem planejado, que deve resultar em grandes conquistas. Serão vários desafios, várias competições importantes e, com certeza, as meninas vão alcançar o objetivo final, que é a vaga olímpica. Agradeço a presença e a seriedade dessas atletas que vão vestir e honrar, mais uma vez, a camisa da seleção brasileira — disse o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, que dentro do “Projeto de Repatriamento”, trouxe de volta ao país as jogadoras Adrianinha, Alessandra, Cintia Tuiú, Erika e Kelly.

PROGRAMAÇÃO
02/06 – Apresentação
03/06 – Início dos treinos no Centro de Treinamento do COC (Ribeirão Preto)
18/06 – Viagem para Lojas (Equador)
22 a 28/06 – 28º Campeonato Sul-Americano em Lojas (Equador)
29/06 – Retorno ao Brasil
03/07 – Início da 2ª fase de treinos no CT do COC (Ribeirão Preto)
11 a 18/07 – Jogos Desafio – Brasil x Rússia
21/07 – Início da 3ª fase de treinos no CT do COC (Ribeirão Preto)
30/07 – Viagem para Santo Domingo (Republica Dominicana)
02 a 09/08 – 14º Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo
10/08 – Retorno ao Brasil
16/08 – Início da 4º fase de treinos no Maracanãzinho (RJ)
24/08 – Viagem para a Rússia
26/08 a 01/09 – Jogos Desafio – Rússia x Brasil
02/09 – Viagem para a Espanha
04 a 06/09 – Torneio Internacional da Espanha
07/09 – Retorno ao Brasil
11/09 – Início da 5ª fase de treinos no Maracanãzinho (RJ)
21/09 – Viagem para Culiacan (México)
24 a 28/09 – Torneio Pré-Olímpico em Culiacan (México)
29/09 – Retorno ao Brasil

domingo, 1 de junho de 2003

Votos para o All-Star Game

http://www.wnba.com/allstar2003/AS_Ballot.html?lang=null
Houston perde novamente

Na WNBA, o Houston perdeu para o Linx, de Minessota, na prorrogação por 68 a 64.

Janeth jogou 36 minutos e marcou 9 pontos e 5 rebotes.

A cestinha foi Cynthya Cooper, com 22.
Em Tempo

Todo sucesso à Magic Paula na sua nova empreitada: Secretária Nacional do Esporte de Alto Rendimento.

Cestas, Paulinha!
Magic Paula rouba cena na entrega da premiação



Acessível e muito amável, Magic Paula fez questão de ressaltar o amor que tem pelo Brasil e o quanto jogou basquete por paixão. “Sou de uma época em que só o fato de defender a seleção já era motivo de orgulho. Sinto privilegiada em fazer parte de uma geração que jogava por amor”, lembra.

Magic Paula falou que não condena aqueles que jogam por dinheiro mas que ela teve o prazer de jogar 22 anos por amor. “Salário para jogar em uma seleção nunca tive”.

Interrogada sobre o que achava de o Brasil sediar um evento como o mundial ela comentou que ficou triste porque ninguém deu a mínima. “Não houve divulgação, exceto a Agel. O que é preciso mudar é a cultura dos educadores. Deixarem de ser técnicos. O esporte precisa de ser uma matéria assim como é a matemática na escola”, frisa.

Paula disse que como secretária de auto-rendimento entregou um planejamento ao Ministério do Esporte. Um dos pontos importantes do mesmo é não formar atletas e sim apoiar eventos que estão no caminho certo para que outros incentivem o que é bom.

A secretária de auto-rendimento do Governo Lula disse que as atenções se voltam também para o Panamericamo de 2007 no Brasil. Um outro ponto considerado importante é quanto a aprovação da lei de incentivo ao esporte.

Antes de começar o jogo masculino Paula encontrou uma grande admiradora Lea Hakala, técnica da seleção feminina da Finlândia, que por quatro anos jogou na Espanha. Em 1988 Lea defendeu o Canoe e Paula o Tintoreto, ambos os times de Madri. “A Paula era uma jogadora fantástica”, falou Lea.



Balanço positivo dos jogos
Todos os organizadores do mundial de basquete escolar foram unânimes em afirmar que o mundial foi um sucesso apesar do pouco tempo para organizar a competição, que seria disputada em Brasília.

Heleno Fonseca, presidente da Confederação Brasileira de Desporto Escolar – (CBDE) disse que o saldo foi positivo. “Foi uma beleza, bem organizado, bom índice técnico e uma disciplina fantástica”. Jan Coolen presidente da Internacional School Federation (ISF) deu parabéns ao evento e agradeceu o estado e Goiânia.

O presidente da Agência Goiana de Esportes e Lazer (Agel), Cesar Sebba, uma das parceiras na realização do mundial, ressaltou a importância dos jogos na Capital. Foi uma confraternização entre os povos”, disse ele


Fonte:
Diário da Manhã
Uma foto de Janeth na WNBA 2003

New York 70 X 57 Washington

Helen: 12 minutos, 2 pontos e 2 assistências
Notinha

Nota que saiu na sessão Painel FC, do caderno de Esportes da Folha, na última sexta (30):

CONTRA-ATAQUE

Uma mulher é uma mulher
De volta ao país depois de jogar na Hungria, Alessandra, da seleção de basquete, teve que passar por uma cirurgia em São Paulo na semana passada.
O fato foi comentado durante almoço promovido pela Confederação Brasileira de Basquete, no último domingo, para homenagear a seleção masculina, campeã mundial em 1963.
- Vamos visitar a Alessandra, que está no hospital, comentou uma das pessoas que estavam no encontro.
- O que a Alessandra teve?, questionou um jornalista.
- Operou a próstata, respondeu a outra, esquecendo-se de que mulheres não têm próstata.
Por causa do excesso de contato físico durante os jogos, as atletas de basquete têm fama de brutamontes. Não é o caso da pivô, que, na verdade, passou por uma cirurgia na adenóide.


Fonte: Folha de São Paulo

A preparação que começa em churrasco e acaba em pizza

SELEÇÃO BRASILEIRA FEMININA SE APRESENTA 2ª FEIRA EM SÃO PAULO

A seleção brasileira adulta feminina de basquete se apresenta nesta segunda-feira (dia 2), às 12 horas, no restaurante Grill Hall (rua Pedro de Toledo 1.361 – Vila Clementina), em São Paulo, quando será realizada uma coletiva para a imprensa. A partir de terça-feira, as jogadoras convocadas pelo técnico Antonio Carlos Barbosa iniciam os treinos para a disputa do 28º Campeonato Sul-Americano Adulto de Lojas, no Equador, de 22 a 28 de junho. Nas 27 edições anteriores, o Brasil venceu 18, sendo campeão invicto dos últimos oito Campeonatos.

Tempestade

Mesmo com a vaga garantida para a disputa do final do Paulista, me garantem que a derrota em casa para São Caetano nas semifinais não foi esquecida.

E pior: o clima pesou!
WNBA

No meio dessa profusão de notícias, acabo me esquecendo da temporada em curso da WNBA.

Mas vamos aos times das brasileiras no torneio.

O Houston de Janeth perdeu para o Coneticut por 91 a 83, com 7 pontos de Janeth.

O Washington de Helen perdeu para o Indiana: 71-60, com 2 minutos de luz.

Iziane ainda não foi efetivada no Phoenix.

Bad news, no?