quinta-feira, 8 de julho de 2004

Barbosa vai assumir time feminino no Rio

O técnico Antônio Carlos Barbosa comandou ontem a seleção brasileira feminina de basquete, que perdeu para Cuba por 92 a 90, no ginásio do Tijuca, e, depois do jogo, comentou que foi um belo teste visando aos Jogos de Atenas. Barbosa, porém, queria ir logo para o hotel. Hoje, de manha, ele e o presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Gerasime Bozikis, vão se encontrar com o prefeito César Maia. Assunto: montar uma equipe feminina que levará o nome do Rio de Janeiro, para o Campeonato Nacional, que começará em outubro.

— Se fecharmos um acordo com o prefeito, continuarei à frente da seleção brasileira — disse Barbosa, ressaltando que o trabalho, é claro, começa após as Olimpíadas.

Uma das jogadoras que podem vir para o time carioca é Janeth.

Érika tem torcida particular no amistoso contra Cuba


Ontem, Cesar Maia confirmou que a prefeitura também vai patrocinar um time masculino. Quem coordenará o projeto é o ex-cestinha Oscar. Tanto a equipe masculina quanto a feminina usarão a logomarca do Pan-2007. Ainda não foi escolhido o treinador do time. Mas como Oscar é quem deve escolher o nome, Cláudio Mortari é o favorito para assumir o cargo.

No amistoso de ontem da seleção feminina contra Cuba, Barbosa escalou Adrianinha, Iziane, Janeth, Alessandra e Cíntia Tuiú como titulares. Mas o nome mais gritado no ginásio do Tijuca era o da pivô Érika, de 22 anos. Sua mãe, Ângela Machado, alugou um ônibus para levar ao jogo a família e vizinhos do bairro Jardim Palmares, na Zona Oeste do Rio, onde a jogadora foi criada. Dona Ângela lembrou que um vizinho encaminhou Érika, com 13 anos, a uma escola particular, onde ela conseguiu bolsa de estudos para jogar nos torneios colegiais.

— Como a gente não tinha dinheiro para pagar o transporte, Érika vestia uma camisa de escola pública para não pagar condução. Ela tinha apenas um par de tênis para ir à escola, para jogar e para sair — contou dona Ângela.

Aos 16 anos, Érika sobressaiu tanto que foi chamada para jogar na Vila Olímpica da Mangueira. A partir daí, a carreira se tornou um sucesso em diferentes clubes. No Brasil, passou por BCN/Osasco, Vasco e Ourinhos. No exterior, atuou no Los Angeles Sparks, da WNBA (liga americana), no Mizo-Pecsc, da Hungria, e vai para o Barcelona, após as Olimpíadas de Atenas.

— É muito bacana ver a família e os vizinhos torcendo assim — disse Érika, que gostava muito mais de handebol que do basquete.

(Rogério Daflon)

Fonte: O Globo


Na série de amistosos contra Cuba, Brasil está em desvantagem

Bruno Lima


Hoje compareci ao ginásio do Tijuca na companhia do amigo e colaborador, Wayand, para assistir o terceiro jogo da série de amistosos contra a seleção cubana. Por que terceiro? Confira essa resposta, detalhes da partida e muito mais.

Pois bem. Para quem não sabe ou não assistiu o Globo Esporte, ontem foi realizado o segundo amistoso mas sem a presença do público. A partida foi para prorrogação e o Brasil perdeu por 98 a 92.

Feito o esclarecimento do porquê frisei que o Brasil está em desvantagem na série, vamos ao jogo realizado nesta quarta-feira.

Muito legal, ginásio lotado, um grupo de samba fã da jogadora Érika animou toda a torcida e no final tanto as cubanas como as brasileiras que pareciam ter ganho a partida.

No entanto, não posso deixar passar em branco o anti-marketing que a CBB proporciona ao nossa basquete. Era a hora de aproveitar para fazer propaganda do único patrocinador que a entidade tem; vestir toda a torcida, não com camisa branca, mas com uma cor que chame a atenção – lembremos que no vôlei a torcida é vestida toda de amarela -, mas enfim, infelizmente, mais uma vez restou comprovada a incompetência dos dirigentes.

Quanto ao jogo, dizer que realmente Deus é brasileiro, pois ter conquistado a vaga olímpica foi algo dos deuses. A equipe de Cuba deveria ser vitrine para o basquete brasileiro. Não há precipatação; as jogadoras se movimentam e fazem a bola rodar; arremesso precipitado é raro. Ouvi Janeth falando que elas não estão em fase de preparação e por isso os arremessos delas estão saindo mais rápidos. Nossa grande jogadora perdeu a oportunidade de manter-se silente. Foi um jogo de alto nível decidido no famigerado detalhe que existe no basquete. Cuba teve tranqüilidade na última bola e a cubana, com muita tranqüilidade, acertou um balaio de 3 pontos.

Acho até que esse é o momento para perder, mas para perder muito e crescer em cima dos erros, no entanto, esqueço que no banco existe um técnico com dogmas totalmente arcaicos. Sinceramente não entendi quando no jogo de sábado, transmitido em tv aberta, ele sequer utilizou a pivô que no momento é a mais badalada, Estou falando da Érika. No jogo de hoje, ele até que a colocou para jogar e foi bem. Foi engraçado uma hora quando a torcida gritou: Érika! Érika! Aí ele olhou e chamou a jogadora para entrar, quando a torcida foi ao delírio.

Infelizmente o Barbosa está preocupado com os resultados nesses amistosos. Até porque se ele perde o jogo de sábado viria bronca dos seus superiores, mas não deveria acontecer. Como ele está jogando na obrigação de vencer, não pode testar as jogadoras. Ele está usando o que tem em mente para Atenas e se esquece que tem 6 jogaodras para 3 vagas, ou então, não existe dúvida alguma e as três somente completarão o grupo.

Gostei muito da jogadora Iziane. Sem comparações, essa tem tudo para ser a referência num período curto. É uma jogadora versátil, bom arremesso e puxa contra-ataque. Apenas acho que o time perde um pouco na defesa quando está em quadra junto com a Janeth.

Barbosa se não rever os pensamentos dele no que se refere as armadoras teremos problemas em Atenas. Helen já demonstrou que perdeu o “feeling” de armadora e que agora o seu carro-chefe está em sintonia, que são os arremessos certeiros de 3 pontos. Assim sendo, somente Adrianinha pode complicar.

Quanto às pivôs, acredito que ele não tem nenhuma dúvida e deverá levar Alessandra, que precisa melhorar urgentemente os arremessos de curta distância e lance-livre, Cíntia, Kely e Érika. Ainda tem a Leila que faz um falso pivô muito bem.

Desta forma, acredito que o Brasil tem elenco de sobra para fazer bonito em Atenas, mas o Barbosa pode ser o grande diferencial. Talvez fosse salutar ele ficar sentado e deixar o Bassul comandar.

Como estou falando tanto no Barbosa, correu à boca pequena que está sendo formado um time no Rio de Janeiro pela prefeitura local e o dito cujo será o treinador. Amanhã poderemos ter novidades na mídia.

Por fim, apenas ressalvar que hoje pude compreender a pergunta que a Magic Paula deixou no ar quando foi a nossa entrevistada quando disse: “Porque duas fisioterapeutas? Estranho, né!”. A fisioterapeuta Francine é conhecida no meio do basquete feminino e acompanha a seleção faz algum tempo. E recentemente foi incluída na comissão médica da CBB uma fisioterapeuta carioca, no último nacional masculino trabalhou no Tijuca. Agora o motivo pelo qual a jovem fisioterapeuta foi incluída na comissão médica que vai para Atenas, acho que somente poucos sabem. Provavelmente a capacidade dela é indiscutível.

Fonte: Diário do Basquete

Não me contive e copiei integralmente esse texto do Bruno, porque está tudo-de-bom.

Kátia é 'arma' do Sto.André no basquete

Do Diário do Grande ABC

Uma das favoritas ao título, a equipe de basquete feminino de Santo André estréia nesta quinta nos Jogos Regionais contra Santos. O time não conta com sua principal jogadora, a ala Vivian, que está com a Seleção Brasileira, e nem com a treinadora Laís Elena Aranha, que faz parte da comissão técnica da seleção. Na ausência de Vivian, a pivô Kátia passa a ser um dos destaques do time, que no último Campeonato Paulista chegou na semifinal. Já a equipe masculina de Santo André enfrenta Franco da Rocha.

Fonte: Diário do Grande ABC

Pergunto: Onde está Laís Elena? Na seleção, não é....
Meninas da Espanha querem surpreender


Barcelona (Espanha) - Único país, além dos Estados Unidos, com as duas seleções de basquete (masculina e feminina) classificadas para os Jogos Olímpicos de Atenas, a Espanha quer surpreender na competição. Enquanto os rapazes chegam com o favoritismo provocado pelo vice-título europeu, as meninas tentam superar a campanha obtida em sua única participação anterior nos Jogos. Em Barcelona-92, elas terminaram na quinta colocação.
Principal destaque da equipe, a ala Amaya Valdemoro diz que o sonho do ouro olímpico precisa ser construído passo a passo. 'Temos que conquistar as coisas jogo a jogo porque estamos em um grupo muito difícil. Temos que aproveitar esse momento', diz a jogadora.

A Espanha está no grupo B, ao lado de Estados Unidos, China, República Tcheca, Coréia e Nova Zelândia. 'É o sonho de qualquer esportista e significa mais ainda para nós porque antes só tínhamos participado em Barcelona em 1992. Por isso é o máximo. Sempre acreditei que isso poderia acontecer, mas ao mesmo tempo (as duas seleções) achava que fosse impossível'.

Mesmo com todas as dificuldades que espera encontrar pela frente, Valdemoro garante que o grupo não pensa em ser mero coadjuvante no torneio. 'Sempre jogo para vencer', avisa, a atleta que defendeu o Unimed/Americana na seletiva para o Mundial de Clubes.


Fonte: Gazeta Esportiva
VITÓRIA DE CUBA EM JOGO AMISTOSO NÃO DESANIMA SELEÇÃO BRASILEIRA DE BASQUETE

A seleção brasileira feminina de basquete perdeu por 90 a 92 o segundo de uma série de quatro amistosos que a equipe está disputando contra a seleção cubana no Rio de Janeiro e em São Paulo. A derrota não desanimou as atletas na preparação para as Olimpíadas.

– Acabamos errando em momentos cruciais da partida. É importante disputar amistosos com seriedade, como estamos fazendo, para aprender a evitar falhas como essa em Atenas – afirma a ala/armadora Helen Luz.

– Cometemos muitos erros. Nossa equipe optou por dar prioridade à parte física no primeiro mês de treinamentos e ainda estamos aprimorando a parte tática. Nas Olimpíadas, tudo vai estar perfeito. Além disso, o ataque da seleção cubana estava muito eficaz. Elas acertavam na maioria das vezes, além de terem feito uma cesta de três pontos no final do jogo, que acabou sendo importante para garantir a vitória – conta a pivô Kelly Santos.

Os próximos amistosos contra Cuba acontecem em São Paulo na sexta-feira (9 de julho), às 18h, e no domingo (11 de julho), às 15h30, no Ginásio do Paulistano, com transmissão ao vivo da SPORTV.

Prefeitura confirma equipe masculina e discute lançamento de time feminino para promover o Pan-2007

Com Barbosa, Rio ensaia seu retorno à elite do Nacional

ADALBERTO LEISTER FILHO
DA REPORTAGEM LOCAL

Sem nenhum representante no último Nacional feminino, o Rio quer retomar o caminho da cesta na edição deste ano. A prefeitura tenta montar um time para disputar o torneio, que começa em setembro, depois da Olimpíada.
O Rio já ganhou dois títulos do Nacional feminino, criado em 1998. No primeiro ano de disputa, o Fluminense foi o campeão. Em 2001, com um supertime, foi a vez de o Vasco levantar a taça. No ano passado, porém, não houve representante do Estado no torneio.
"Por enquanto, está confirmado apenas o time masculino, com o Oscar no comando. Nosso objetivo é algo que ultrapasse R$ 250 mil por mês, com o governo participando com R$ 100 mil", contou à Folha o prefeito Cesar Maia.
O time feminino seria dirigido por Antonio Carlos Barbosa, técnico da seleção. Ele se reúne hoje com o prefeito e com Ruy Cesar, secretário de Esporte da cidade.
A audiência também terá a presença de Gerasime Bozikis, presidente da Confederação Brasileira de Basquete, e Pedro Arantes, mandatário da federação do Rio.
"Ainda estamos em conversas preliminares. O projeto terá a duração de três anos, e a intenção é montar uma equipe para disputar o título do Nacional. Sabemos que isso será difícil no primeiro ano porque muitas atletas já estão comprometidas com equipes do exterior", afirma Barbosa.
A intenção do técnico também é ficar mais perto da confederação. "Além da seleção, desenvolvo muitas outras atividades com a CBB, como clínicas. Para eles, pode ser interessante a minha presença no Rio. Mas ainda preciso conversar sobre isso", diz o técnico, que mora em Bauru (SP).
A prefeitura quer trazer à cidade jogadoras que devem disputar o Pan do Rio-2007 -o time usaria um logotipo da competição no uniforme. Guilherme Kroll, superintendente da federação do Rio e um dos idealizadores do projeto, já tem alguns nomes na mira.
"Gostaríamos de contar com atletas que saíram daqui, como a Erika. Talvez isso não seja possível agora, já que a Erika tem contrato com o Barcelona. Mas pode ser viável no futuro", diz Kroll.
O governo municipal já acertou a vinda do time de vôlei do Rexona, que deixou Curitiba e mandará seus jogos no Rio. O elenco conta com quatro jogadoras na seleção que disputa o Grand Prix: Fernanda, Fabiana, Sassá e Leila.
Já o basquete feminino pode ser viabilizado justamente pelo baixo custo. "Ainda não temos valores, mas será bem menos do que o basquete masculino. Não seria necessário a prefeitura buscar parceiros privados", afirma Kroll.
Para não despertar a ira de torcidas rivais, Cesar Maia descartou a possibilidade de alguma equipe vestir a camisa de um clube de futebol. "Não haverá parcerias desse tipo", declara o prefeito.

FRASE

Seria um desafio dirigir um time no Rio. Não prejudicaria o meu trabalho na seleção

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ANTONIO CARLOS BARBOSA técnico da seleção feminina


Fonte: Folha de São Paulo
BRASIL E CUBA JOGAM NESTA 6ª FEIRA EM SÃO PAULO

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, disputa nesta sexta-feira no ginásio do Paulistano, em São Paulo (18 horas), o terceiro dos quatro Jogos Desafio contra Cuba. O SPORTV transmite ao vivo e a entrada é franca. Na primeira partida, sábado no Rio, o Brasil venceu por 77 a 76, enquanto na segunda, também no Rio, vantagem para as cubanas: 92 a 90. A série está empatada em um a um e o último confronto acontece no domingo (15h30), no Paulistano, com transmissão ao vivo do SPORTV.

— Nós evoluímos desde a primeira partida, principalmente na saída de bola com marcação pressão. O nosso objetivo nesse momento não é vencer a série de amistosos e sim melhorar o desempenho para chegar na Olimpíada de Atenas em condições de disputar uma medalha. Ainda precisamos trabalhar alguns pontos como a defesa e melhorar o entrosamento. Mesmo não sendo nossa prioridade, vamos sempre jogar para ganhar — disse a ala/armadora Iziane, do Brasil.

— O nosso objetivo é vencer. A equipe está jogando bem e queremos buscar mais essas duas vitórias em São Paulo. Sempre existiu muita rivalidade entre as duas seleções, ainda mais depois que perdemos a vaga nos Jogos Olímpicos de Atenas para o Brasil. Vamos com tudo para derrotar as brasileiras — comentou a pivô Yamile Martinez, de Cuba.

A armadora Adrianinha irá desfalcar o Brasil nos dois últimos Jogos Desafio Eletrobrás contra Cuba, em São Paulo. A substituta será a armadora Karla.

— A atleta apresentou uma inflamação no topo do dedão do pé esquerdo. Após examiná-la, decidimos por uma pequena intervenção cirúrgica. Ela ficará afastada durante uma semana, quando serão retirados os pontos e feita uma nova avaliação para que possa voltar aos treinos — explicou o doutor Cesar de Oliveira, médico chefe da seleção brasileira.

A estréia do Brasil na Olimpíada de Atenas está marcada para o dia 14 de agosto contra o Japão, às 10h45 de Brasília. As brasileiras estão no grupo “A” e terão ainda como adversárias na primeira fase a Grécia (dia 16), Rússia (18), Nigéria (20) e Austrália (22). No grupo “B” estão as seleções dos Estados Unidos, atual campeã olímpica e mundial, Espanha, China, República Tcheca, Coréia do Sul e Nova Zelândia.

BRASIL
4. Karla; 5. Helen; 6. Lilian; 7. Ega; 8. Iziane; 9. Janeth; 10. Vivian; 11. Leila; 12. Erika; 13. Alessandra; 14. Cíntia; 15. Kelly. Técnico: Antonio Carlos Barbosa

CUBA
4. Fernandez; 5. Suero; 6. Plutin; 7. Gelis; 8. Soria; 9. Capiro; 10. Boulet; 11. Martinez; 12. Rodriguez; 13. Licet Castillo; 14. Echeverria; 15. Avila. Técnico: Armando Acosta

ESPN BRASIL INICIA SÉRIE DE ENTREVISTAS SOBRE OLIMPìADAS COM JANETH

São Paulo - A ESPN BRASIL estréia mais uma programação dentro de seu pacote olímpico. A partir deste sábado, 10 de julho, às 14h, o BOLA DA VEZ aborda os Jogos Olímpicos em uma série de entrevistas com esportistas das mais variadas modalidades. A atração especial começa com uma entrevista exclusiva com a jogadora da seleção feminina brasileira de basquete Janeth Arcain neste sábado e vai ao ar até o final de julho. A atual estrela do basquete nacional, que ocupa o mesmo lugar de destaque de outras jogadoras como de Hortência e Paula, foi entrevistada por uma mesa sob o comando de Milton Leite formada por Kitty Balieiro, Wlamir Marques, Zé Boquinha e Rogério Vaughan.

Em entrevista à ESPN BRASIL, Janeth fala a respeito de suas expectativas em relação aos Jogos Olímpicos de Atenas. A atleta chega a sua quarta olimpíada com boas expectativas em relação à performance da Seleção Brasileira e ao que sua experiência olímpica pode contribuir para o restante da equipe. A jogadora esteve em Barcelona (1992); Atlanta (1996) e Sidney (2000).

Janeth mostra humildade ao ser questionada sobre como é ser referência para outras jogadoras brasileiras. A atleta, que acumula vários títulos nacionais e internacionais, diz que, diferentemente da época de Hortência e Paula, hoje todas as jogadoras da equipe são reconhecidas de forma igualitária. Assim, caso ela tenha de ir para o banco, as outras jogadoras saberão muito bem como agir.

ESPN BRASIL
BOLA DE VEZ - Inédito
Janeth Arcain
Sábado – 10 de julho – 14h

BRASIL E CUBA JOGAM NESTA 6ª FEIRA EM SÃO PAULO

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, disputa nesta sexta-feira no ginásio do Paulistano, em São Paulo (18 horas), o terceiro dos quatro Jogos Desafio contra Cuba. O SPORTV transmite ao vivo e a entrada é franca. Na primeira partida, sábado no Rio, o Brasil venceu por 77 a 76, enquanto na segunda, também no Rio, vantagem para as cubanas: 92 a 90. A série está empatada em um a um e o último confronto acontece no domingo (15h30), no Paulistano, com transmissão ao vivo do SPORTV.

— Nós evoluímos desde a primeira partida, principalmente na saída de bola com marcação pressão. O nosso objetivo nesse momento não é vencer a série de amistosos e sim melhorar o desempenho para chegar na Olimpíada de Atenas em condições de disputar uma medalha. Ainda precisamos trabalhar alguns pontos como a defesa e melhorar o entrosamento. Mesmo não sendo nossa prioridade, vamos sempre jogar para ganhar — disse a ala/armadora Iziane, do Brasil.

— O nosso objetivo é vencer. A equipe está jogando bem e queremos buscar mais essas duas vitórias em São Paulo. Sempre existiu muita rivalidade entre as duas seleções, ainda mais depois que perdemos a vaga nos Jogos Olímpicos de Atenas para o Brasil. Vamos com tudo para derrotar as brasileiras — comentou a pivô Yamile Martinez, de Cuba.

A armadora Adrianinha irá desfalcar o Brasil nos dois últimos Jogos Desafio Eletrobrás contra Cuba, em São Paulo. A substituta será a armadora Karla.

— A atleta apresentou uma inflamação no topo do dedão do pé esquerdo. Após examiná-la, decidimos por uma pequena intervenção cirúrgica. Ela ficará afastada durante uma semana, quando serão retirados os pontos e feita uma nova avaliação para que possa voltar aos treinos — explicou o doutor Cesar de Oliveira, médico chefe da seleção brasileira.

A estréia do Brasil na Olimpíada de Atenas está marcada para o dia 14 de agosto contra o Japão, às 10h45 de Brasília. As brasileiras estão no grupo “A” e terão ainda como adversárias na primeira fase a Grécia (dia 16), Rússia (18), Nigéria (20) e Austrália (22). No grupo “B” estão as seleções dos Estados Unidos, atual campeã olímpica e mundial, Espanha, China, República Tcheca, Coréia do Sul e Nova Zelândia.

BRASIL
4. Karla; 5. Helen; 6. Lilian; 7. Ega; 8. Iziane; 9. Janeth; 10. Vivian; 11. Leila; 12. Erika; 13. Alessandra; 14. Cíntia; 15. Kelly. Técnico: Antonio Carlos Barbosa

CUBA
4. Fernandez; 5. Suero; 6. Plutin; 7. Gelis; 8. Soria; 9. Capiro; 10. Boulet; 11. Martinez; 12. Rodriguez; 13. Licet Castillo; 14. Echeverria; 15. Avila. Técnico: Armando Acosta

ESPN BRASIL INICIA SÉRIE DE ENTREVISTAS SOBRE OLIMPìADAS COM JANETH

São Paulo - A ESPN BRASIL estréia mais uma programação dentro de seu pacote olímpico. A partir deste sábado, 10 de julho, às 14h, o BOLA DA VEZ aborda os Jogos Olímpicos em uma série de entrevistas com esportistas das mais variadas modalidades. A atração especial começa com uma entrevista exclusiva com a jogadora da seleção feminina brasileira de basquete Janeth Arcain neste sábado e vai ao ar até o final de julho. A atual estrela do basquete nacional, que ocupa o mesmo lugar de destaque de outras jogadoras como de Hortência e Paula, foi entrevistada por uma mesa sob o comando de Milton Leite formada por Kitty Balieiro, Wlamir Marques, Zé Boquinha e Rogério Vaughan.

Em entrevista à ESPN BRASIL, Janeth fala a respeito de suas expectativas em relação aos Jogos Olímpicos de Atenas. A atleta chega a sua quarta olimpíada com boas expectativas em relação à performance da Seleção Brasileira e ao que sua experiência olímpica pode contribuir para o restante da equipe. A jogadora esteve em Barcelona (1992); Atlanta (1996) e Sidney (2000).

Janeth mostra humildade ao ser questionada sobre como é ser referência para outras jogadoras brasileiras. A atleta, que acumula vários títulos nacionais e internacionais, diz que, diferentemente da época de Hortência e Paula, hoje todas as jogadoras da equipe são reconhecidas de forma igualitária. Assim, caso ela tenha de ir para o banco, as outras jogadoras saberão muito bem como agir.

ESPN BRASIL
BOLA DE VEZ - Inédito
Janeth Arcain
Sábado – 10 de julho – 14h

quarta-feira, 7 de julho de 2004

CUBA DERROTA BRASIL POR 92 A 90 NO TIJUCA

Rio de Janeiro – A seleção de Cuba venceu o Brasil por 92 a 90 (46 a 41 no primeiro tempo), no segundo dos quatro Jogos Desafio Eletrobrás Feminino de Basquete. As cestinhas foram a cubana Soria e a brasileira Janeth, com 21 e 26 pontos, respectivamente. O ginásio do Tijuca estava totalmente lotado, com a presença de mais de quatro mil torcedores. Com esse resultado, as cubanas empataram a série em um a um. No primeiro confronto, as brasileiras ganharam por 77 a 76, também no ginásio do Tijuca. As duas últimas partidas entre Brasil e Cuba estão marcadas para o ginásio do Paulistano (SP) nesta sexta-feira (18h) e no domingo (15h30), ambas com transmissão ao vivo do SPORTV.

— Em uma partida entre Brasil e Cuba, sempre há muita rivalidade. Saímos do nosso país sabendo que íamos fazer jogos bastante difíceis. Hoje fizemos uma ótima partida e conseguimos cumprir o nosso objetivo, que é sempre o de vencer — comentou a ala Soria.

— As cubanas não estão em fase de preparação como nós. Por isso, o arremesso delas está mais rápido e mais preciso. A eficiência de Cuba nos arremessos de três pontos e a grande rotatividade das jogadoras dificultaram muito o trabalho da nossa equipe, principalmente o das pivôs — explicou a ala Janeth.

BRASIL (23 + 18 + 27 + 22 = 90)

Helen (15); Iziane (19); Janeth (26); Alessandra (9) e Cíntia (0). Depois: Adrianinha (9); Leila (5); Érika (6); Kelly (1) e Silvia Cristina (0). Técnico: Antonio Carlos Barbosa.

CUBA (21 + 25 + 20 + 26 = 92)

Plutin (18); Soria (21); Martinez (20); Licet Castillo (6) e Avila (11). Depois: Gelis (3); Boulet (13); Rodriguez (0); Fernandez (0); Suero (0) e Echeverria (0). Técnico: Armando Acosta.
CUBA VENCE BRASIL E EMPATA A SÉRIE

Cuba ganhou do Brasil por 92 a 90 no segundo Jogo Desafio Eletrobrás, empatando em um a um a série de quatro amistosos. Mais uma vez, o ginásio do Tijuca estava lotado, com a presença de mais de quatro mil pessoas.


Declarações de Barbosa, após o jogo, segundo meu amigo Nill:

"Cuba é uma grande equipe. Esta melhor do que o pre olimpico, com a entrada de 2 novas jogadoras"
"E Cuba só não esta em Atenas porque só tinha 1 vaga nas Américas, o que é uma injustiça."
"Cuba é bem melhor do que muitas seleções olimpicas."
"O resultado está de bom tamanho."

Declaração Minha:

"Pára tudo que eu quero descer!"

Um fenômeno de força de vontade

Leila ficou afastada do basquete por quatro anos e hoje integra o grupo que vai a Atenas. Ela se compara a Ronaldo, o fenômeno

Para quem vê esta ala de 1,89m treinando com a Seleção Brasileira que irá aos Jogos de Atenas é difícil imaginar que dois anos atrás ela pensava ter encerrado a carreira. A paulista Leila Sobral, de 29 anos, sofreu lesão no joelho que a deixou quatro anos parada, mas hoje é uma das atletas que enfrenta a seleção de Cuba nesta quarta-feira, às 20h, no Tijuca, no segundo amistoso preparatório para os Jogos.

Para a jogadora, o mais importante foi sua força de vontade.

– Vi a recuperação do Ronaldo pela televisão com todo aquele apoio e fisioterapeutas. Pensei: "fenômeno sou eu, que me recuperei só com a ajuda de Deus!".

A lesão na cartilagem do joelho direito de Leila ocorreu nas quartas-de-final dos Jogos Pan-Americanos de 1999, contra o Canadá. Campeã mundial em 1994 e medalha de prata em Atlanta-1996, a jogadora estava sem contrato com nenhum clube na época e teve de ser bancada pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB) durante meses.

– Foi por pouco tempo que a CBB me apoiou. Movi uma ação contra o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), mas desisti depois – conta Leila.

Aposentada, Leila resolveu ter um filho e passou a ser sustentada pelo marido João Cláudio, vendedor de carros. Por meio de um contrato com a Knorr/Campinas, time em que jogavam as irmãs Marta e Márcia, conseguiu dinheiro para operar. No início do ano passado, quando seu filho Davi tinha cinco meses, Leila decidiu voltar às quadras.

– Na época em que parei, estava decepcionada com a falta de apoio e de
times. Meu pai me pedia para voltar e eu queria que meu filho me visse jogar. Vi que tinha condição psicológica e voltei – diz Leila, livre das dores no joelho.

Aposta de Barbosa acabou dando certo

Apesar de estar longe das quadras desde 1999, Leila foi convocada pelo técnico Antônio Carlos Barbosa no ano passado após ter disputado apenas quatro jogos nas quartas-de-final do Campeonato Paulista.

Na época, Barbosa foi criticado pela decisão, mas hoje a jogadora que começou no basquete por influência da irmã Marta é peça importante para a equipe.

Com a lesão de Micaela, que foi operada na Itália e está fora da Olimpíada, Leila se tornou a reserva imediata de Janeth.

– Em Sydney, não tínhamos substituta para Janeth. Perdemos a Micaela, mas hoje temos a Leila – diz Barbosa.

Para o amistoso contra Cuba – o segundo da série de quatro –, no Tijuca, Barbosa alerta que o resultado não é importante. Ele avisa que o trabalho da Seleção ainda está no início.

– Cometemos alguns erros no primeiro amistoso (no último sábado), mas não se pode esperar quase nada em termos coletivos. Estamos treinando só há um mês – explica.


Fonte: Lance!



Anne define grupo para Regionais;
Vita vai trabalhar na seleção juvenil


Americana - A técnica Anne Freitas, da ADCF Unimed, já tem definido o grupo de atletas que representará Americana nos Jogos Regionais de Limeira, a partir do próximo dia 21. Sem poder contar com as jogadoras do time adulto, Anne levará uma equipe bastante jovem à cidade-sede da competição. A treinadora está otimista, acreditando na possibilidade da conquista da medalha de ouro. "Vamos brigar pelo título dos Jogos. Nossas meninas são jovens, mas têm muita qualidade e talento", disse.

A ADCF Unimed estréia nos Jogos Regionais contra Atibaia, dia 21, às 19 horas, no Ginásio Vô Lucato. No dia 22, às 17 horas, no ginásio do Nosso Clube, a equipe de Americana enfrenta Paulínia.

E, no dia 23, o adversário será Campinas, em partida programada para as 19 horas, no Vô Lucato. Os quatro times jogam entre si, em turno único, sendo campeão aquele que somar o maior número de pontos.

As jogadoras relacionadas pela técnica Anne Freitas são as seguintes:

- Bárbara Generoso Honório - armadora - juvenil
- Karina da Silva Jacob - pivô - juvenil
- Vivian Scheltinga - pivô - juvenil
- Mara Rúbia Ferraz - lateral/armadora - juvenil
- Daniele Aguiar Félix - lateral - infanto
- Renata Bandeira Germano - pivô - infanto
- Lívia de Souza - lateral - infanto
- Fernanda Aguiar Moreira - lateral - infanto
- Flávia Cristina de Andrade - pivô - infantil
- Layla Lúcia Borges Pinheiro - lateral/armadora - infantil
- Ana Paula Graciano - pivô - infantil
- Ariane Souza Silva - armadora - infantil

Do time adulto da ADCF Unimed, as laterais Sílvia e Lilian e a pivô Ega estão na seleção brasileira que se prepara para a Olimpíada de Atenas; a armadora Karen e a lateral Cristina se recuperam de cirurgias no joelho; e armadora Jacqueline e a pivô Geisa serão operadas nos próximos dias.

Vita na seleção

O preparador físico da ADCF Unimed, Vita Haddad, vai trabalhar na seleção brasileira juvenil durante a Copa América de Porto Rico, de 4 a 8 de agosto, competição que classifica os três primeiros colocados para o Mundial da Tunísia, em julho do próximo ano. "Venho trabalhando com muita dedicação e esse chamado para a seleção é um prêmio, um reconhecimento", disse Vita.

Além do preparador físico, a ADCF Unimed será representada por três jogadoras na Copa América: as pivôs Monah Pegorari e Daiane Daleaste e a armadora Eliene Honório, todas de 18 anos. A apresentação da seleção brasileira será no próximo dia 11, no Centro de Treinamento do COC, em Ribeirão Preto. A equipe treina até o dia 25, sob comando do técnico Borracha e do preparador físico Vita Haddad.

O embarque para Porto Rico está programado para o dia 28.
ÉRIKA RELEMBRA O INÍCIO DA CARREIRA NA VERDE E ROSA



Samuel , Érica , José Monteiro e Guilherme Kroll



Ela começou no atletismo. Seu corpo esguio e a estatura elevada, logo despertou a atenção de Samuel Henrique, Coordenador de Basquete da Mangueira. A troca foi inevitável. Sete anos depois, a pívô Érika de Souza, da seleção brasileira feminina, ainda se emociona quando volta ao local onde iniciou a hoje vitoriosa carreira. Nesta segunda-feira (05/07), a jogadora participou de uma palestra, na Vila Olímpica da Mangueira.
- Sinto muitas saudades daqui. Tenho um carinho imenso por todos aqui. Formamos uma grande família. Minha origem é humilde como a dessas meninas. Falei para elas nunca desistirem, pois se eu consegui, elas também conseguem – revelou Érika, de 22 anos e com 1.97m.

Barbosa, Helen e Karla visitam o projeto social Mangueira

Além da Érika, estiveram presentes a ala/armadora Karla Cristina, a armadora Helen Luz, o técnico Antônio Carlos Barbosa, o auxiliar Paulo Bassul, todos da seleção brasileira que disputará os Jogos Olímpicos em Atenas, o Superintendente da FBERJ, Guilherme Kroll, e o representante da Xerox, José Monteiro.
- O que a Mangueira faz aqui é imprescindível a sociedade hoje, pois mostra que com boa vontade e honestidade, é possível melhorar a condição de vida destes jovens – disse Helen Luz, que atuou em 2000, pela verde e rosa, junto com a companheira Karla.
Segundo Samuel Henrique, Coordenador da Vila Olímpica, o maior legado desta visita para o basquete feminino é fazer com que as meninas se sintam mais motivadas.
- Ajuda a massificar o esporte na nossa comunidade. Serve como incentivo saber que as atletas que vão às Olimpíadas estão presentes no nosso projeto – afirmou Samuel.
O técnico Antônio Carlos Barbosa esteve pela primeira vez na Mangueira. O treinador ficou encantado com o que viu.
- Eu só conhecia o projeto através da TV. Para o Rio de Janeiro, esse trabalho é excelente. Sei que o nível do basquete feminino carioca é um dos melhores do Brasil, por isso, acredito que muitos frutos serão dados ainda – apostou Barbosa.


JUVENIL DA MANGUEIRA VENCE GRAJAÚ E CONQUISTA O Iº CIRCUITO DA COPA PATRÍCIA AMORIM


A equipe feminina juvenil da Mangueira sagrou-se a grande vencedora do Iº Circuito da Copa Patrícia Amorim. A conquista aconteceu no último sexta-feira (03/07), após a vitória, em seu ginásio, por 81 a 51 (40 a 22 no 1º tempo). A ala Danúbia, do time vencedor, anotou 25 pontos, pegou 11 rebotes e deu oito assistências, sendo o grande destaque da partida.
- Ficar em primeiro nesta etapa é muito importante para nós, pois somos os atuais campeões estaduais e seria uma afirmação muito grande para a nossa equipe, conquistar o título da Patrícia Amorim ao final de todos os circuitos – afirmou Samuel Henrique, técnico da Mangueira.

Chiquinho da Mangueira prestigia o basquete feminino

Presente à partida de sua Mangueira, o Secretário Estadual de Esportes e Presidente da SUDERJ, Francisco de Carvalho, acompanha de perto os treinos e jogos das equipes femininas. Segundo o Superintendente da FBERJ, Guilherme Kroll, a presença de Chiquinho, engrandece o basquete feminino do Rio de Janeiro.
- O projeto esportivo da Mangueira é uma referência para o basquete feminino brasileiro – afirmou Kroll.



Fonte: FBERJ
UNIMEP MOSTROU SUA FORÇA SE IMPONDO DIANTE DA UNIARA

Mostrando que a derrota em Araraquara foi um acidente de percurso, a Unimep/AMHPLA/Selam conquistou o título da Liga Regional em basquete feminino, com duas vitórias em que se esmerou na defesa e foi arrasadora no ataque. O primeiro jogo foi no dia 03, às 17 horas, no "Waldemar Blatkauskas", com parcial de 53 a 34, final 107 a 58, sendo que Ângela e Fabi marcaram 20 pontos, Ana Cláudia 15, Graziele 14 e Michele 12 pontos. Estas foram as principais cestinhas. Nosso jogo foi de muita defesa e ótimo ataque , o que comprovou a excelência da técnica Branca.

O segundo jogo aconteceu no dia 4, às 12 horas, também no Ginásio Municipal, com público considerável, porém vibrante e, novamente as meninas da Unimep mostraram muita determinação, vencendo por 76 a 34 (parcial 36 a 16), sendo que no 2º quarto do jogo, a equipe de Araraquara passou zerada, não fez nenhum ponto, graças a boa defesa. As principais marcadoras foram Paula com 23 pontos, Fabi 12, Ana Cláudia 10, Graziele 9 e Ângela 8. Branca inicia sua carreira como técnica, já vencedora, trazendo o título da Liga Regional para o basquete feminino, que está retomando sua caminhada em Piracicaba depois de 7 anos de inexistência.

A equipe volta a atuar graças ao esforço da Unimep, Selam, colaboradores, empresas adotantes de atletas e do apoio dos amantes do basquete. Dentro dessa Liga Regional, por sinal muito bem administrada pela Associação Regional de Basquetebol de Iracemápolis, a equipe efetuou 12 jogos, com 11 vitórias e somente uma derrota, marcando 1199 pontos, sofrendo 575 pontos, com saldo positivo de 624. Média de pontos por partida 99,9.

As principais cestinhas da Unimep foram:

1- Ana Cláudia....197
2- Ângela.........183
3- Fabi...........160
4- Paula..........139
5- Graziele.......137

SELEÇÃO DOS MELHORES DA LIGA Aramadora - Maiara Cruz (Clube de Campo Sta Fé Itapira) Lateral - Ana Carolina Canevari (Uniara/Araraquara) - Vanessa de Faria (São João da Boa Vista) Pivôs - Kelly Cota (Unimep) - Ana Cláudia F. da Conceição (Unimep)
DESTAQUE DO CAMPEONATO: Fabiana Ap. de Oliveira (Fabi) - UNIMEP
MELHOR TÉCNICO: Maria Angélica Gonçalves da Silva (Branca)-

UNIMEP PRÓXIMOS COMPROMISSOS Já na próximo dia 10, a equipe Unimep/AMHPLA/Selam vai para Jau representar Piracicaba nos Jogos Regionais nas disputas de basquete feminino, buscando vaga para os Jogos Abertos do Interior, que acontecerá em Setembro na cidade de Barretos. Também ao final de agosto, início de setembro, devem começar as disputas do Campeonato Estadual Série A2, que a equipe participará.


Fonte
: ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA UNIMEP
Jogadoras da Unimed conquistam título do Sul-Americano com seleção

Americana - A seleção brasileira juvenil de basquete feminino conquistou, de forma invicta, o título do 12º Campeonato Sul-Americano, disputado de 29 de junho a 3 de julho, em Cochabamba, na Bolívia. Entre as campeãs, três jogadoras da ADCF Unimed, de Americana: as pivôs Monah Pegorari e Daiane Daleaste e a armadora Eliene Honório, todas de 18 anos. Agora, as atletas se integram ao grupo que, sob comando da técnica Anne Freitas, representará a cidade nos Jogos Regionais de Limeira, a partir do próximo dia 21.

No Sul-Americano da Bolívia, o Brasil venceu os cinco jogos que disputou. Na decisão do título, derrotou a Argentina por 75 a 67. Brasil, Argentina e Bolívia (terceira colocada) se classificaram para a Copa América de Porto Rico, de 4 a 8 de agosto, competição que garante aos três primeiros colocados o direito de disputar o Mundial da Tunísia, em julho de 2005.


A Tv

Recebi muitos e-mails defendendo a Rede Tv da minha língua maldita.

Dizem esses que a vilã é a Dona Globo, que deu ao Sportv a transmissão dos amistosos da seleção devido ao sucesso do primeiro jogo da série.

Então tá...
Brasil tenta nova vitória contra Cuba


Rio de Janeiro - A um mês e sete dias da estréia nos Jogos Olímpicos de Atenas, a seleção brasileira realiza nesta quarta-feira o segundo dos quatro amistosos contra Cuba, no Ginásio do Tijuca, às 20 horas. Apesar da vitória apertada, por 77 a 76, na primeira partida, o técnico do Brasil, Antônio Carlos Barbosa, disse não estar preocupado e que o momento é o de "ajustar" o time tática e tecnicamente à competição grega. "Esses amistosos servem para a equipe ganhar ritmo de jogo. Temos algumas coisas para acertar até Atenas e não estamos preocupados, nesse momento, com o placar dos jogos", disse Barbosa. "É uma ocasião onde ainda podemos e devemos cometer erros para os corrigirmos e chegarmos bem na Olimpíada."

Barbosa ainda citou que alguns pontos, como a precisão dos arremessos e a marcação brasileira, precisam ser aprimorados. A tranqüilidade do técnico da seleção reflete o bom ambiente da equipe e a certeza de que a tendência é o desempenho do time crescer. Antes de estrear dia 14 de agosto em Atenas, contra o Japão, o Brasil ainda cumprirá uma intensa agenda: entre os dias 31 e 4 de agosto enfrenta os gregos, na Ilha de Creta, e entre 5 e 8 atua no Torneio Diamond Ball, no mesmo local, contra a Rússia, Austrália, China, Nigéria e os anfitriões.

Rodízio - No confronto desta quarta-feira, Barbosa continuará promovendo o rodízio entre seis atletas, das quais três serão cortadas do grupo dos Jogos, na próxima semana. Entre as 12 relacionadas, saíram a armadora Vivian, a ala Lilian e a pivô Ega, que atuaram no primeiro amistoso, para as entradas da armadora Carla, da ala Silvia Cristina e a pivô Zaine.

Ciente da responsabilidade, mas tranqüila por não estar sofrendo a pressão de uma competição, a ala/armadora Helen Luz prometeu uma melhora na atuação da seleção neste segundo amistoso. "Cada uma das jogadoras tem consciência dos erros que cometeu no último jogo e vai se esforçar para mostrar um melhor desempenho", garantiu.


Fonte: Estadão
ATLETAS APROVEITAM AMISTOSOS CONTRA CUBA PARA CORRIGIR ERROS

A seleção brasileira feminina de basquete está treinando no Rio de Janeiro e se prepara para encarar o desafio de enfrentar Cuba mais uma vez. No sábado, as jogadoras venceram por 77 a 76 o primeiro dos quatro amistosos que vão disputar contra a seleção cubana. O próximo jogo acontece amanhã (7 de julho), às 20 horas, no Ginásio do Tijuca (Rua Desembargador Isidro - Tijuca), com transmissão ao vivo da SPORTV.

A ala/armadora Helen Luz acredita que a atuação da seleção brasileira vai melhorar a cada partida.

– A equipe vai estar mais tranqüila e mais concentrada. Cada uma das jogadoras tem consciência dos erros que cometeu no último jogo e vai se esforçar para mostrar um melhor desempenho – garante Helen.

Para a pivô Kelly Santos, os amistosos contra Cuba são um ótimo treinamento para as Olimpíadas.

– A seleção cubana atua no padrão internacional e nos dá a oportunidade de enfrentar um tipo de jogo que vamos encontrar em Atenas. Vencemos a última partida, mas ainda não estamos 100%. O treinamento tático não está completo. Alguns detalhes precisam ser acertados, mas estamos no caminho certo – afirma Kelly.

Salve a seleção

MELCHIADES FILHO
EDITOR DE ESPORTE


Antes que me acusem de insolência, aviso que não pretendo pisar no pé de ninguém. É a seleção que pede socorro. Desprezada pelos habitués, ela não consegue completar uma dúzia para disputar o Sul-Americano -ontem, amanheceram em Campos (RJ) apenas oito convocados.
Antes que questionem minha idade avançada, aponto para as finais do recém-encerrado Brasileiro, coalhadas de "trintões" como eu: Gema, 33, Rogério, 33, Brown, 34, Lee, 33, Alberto, 36...
Antes que proclamem que é hora de renovar a seleção, recordo que, a rigor, infelizmente o Nacional revelou só um jovem talento, o ala magricelo Marquinhos (Mogi) -o Marcelinho (Paulistano) já era figurinha repetida.
Antes que torçam o nariz para meu perfil antropométrico, atesto que, em compensação, meus humildes 1,81 m e 75 kg se encaixam confortavelmente nos ônibus que transportam o cada vez mais apertado esporte brasileiro.
Antes que estranhem que eu não tenha atuado por nenhum clube da primeira divisão, lembro que o basquete paulista não anda lá essas coisas. Justamente na liga do busão, a bola laranja pegou a estrada, no caso a Anhangüera, e se foi. Franca não se classificou aos mata-matas. Ribeirão Preto, que defendia o título, e Araraquara avançaram para morrer de morte morrida. O Estado nem terá representantes na Liga Sul-Americana, vexame inédito.
Antes que desconfiem de minha capacidade técnica, esclareço que sei fugir do marcador batendo bola e que domino com perfeição os passes de rúgbi (sempre para trás!), como a maioria dos armadores canarinhos.
Antes que descubram que tenho dificuldade em acertar a cesta, digo que, depois do triunfo do Uberlândia, não se fala mesmo em outra coisa por aqui que não seja "sistema defensivo". E balançar os braços, como os superfestejados Uberpistons (afe), eu sei.
E, antes que contestem minha aspiração cinderela e afirmem que, para triunfar no esporte, é preciso planejamento e treino, recorro ao Flamengo, massa falida que, com projeto pára-quedista, beliscou o vice-campeonato.
Em resumo, moçada, estou à disposição para servir a seleção.
Todos sentiremos a falta de Alex, Nenê, Leandrinho, Varejão, Jefferson, Guilherme, Murilo, Valtinho... Mas não há remédio. Neguinho tem de cuidar do bolso e das contusões (pelo jeito, julho faz um bem danado à saúde).
Eu, pela seleção, aceito adiar a extração dos sisos e cuidar da unha encravada com bandeide. Topo agitar a toalha no banco de reservas. E, uma vez na quadra, ao menos prometo atender às exigências do basquete moderno, manter atenção redobrada às decisões da arbitragem (sobretudo às tomadas no vestiário) e acertar os bagos do primeiro Nocioni que pintar à minha frente.
O gueitoreide é só de laranja? Alguém já pegou a camiseta 7? Quero Melk com "k" nas costas. Mas esse papo de "amarelinha" me deixa enjoado. Farei lobby pela volta do uniforme com listras verticais, verdes e amarelas.
Peraí, o telefone está tocando. Sim, sou eu. Seu Lula? Alô?

Brasil 1
Os EUA visitaram Cuba, em abril, para três amistosos. Foram três vitórias, com um placar médio de 84 a 45. No sábado, as brasileiras ganharam em casa da mesma adversária por um apertado 77 a 76.

Brasil 2
Helen, relançada na armação, e a "ponte" entre Tuiú e Alessandra, por ora balança-mas-não-cai, pintam como os grandes problemas do time, que jogará em Atenas pelo terceiro pódio olímpico seguido.

Brasil 3
No domingo, a seleção juvenil manteve a hegemonia sul-americana ao bater as argentinas (75 x 67, com 22 pontos da ala Izabela). Em agosto, na Copa América, as meninas buscarão a vaga no Mundial.


Fonte: Folha de São Paulo
Tchecas vencem Austrália em preparatório


Cheng Tuej (China) - As seleções classificadas para os Jogos Olímpicos de Atenas estão acelerando o processo preparatório para a disputa participando de vários amistosos internacionais. No feminino, a seleção tcheca enfrentou a Austrália na cidade de Cheng Tuej, China, e venceu por 74 a 71. As duas equipes participarão do Torneio das Quatro Nações, que começa nesta terça-feira, na China.
Em outro amistoso preliminar, o time da casa foi superado pela seleção de Sérvia e Montenegro. A exemplo do feminino, a seleção masculina também participará de um torneio entre nações, a partir de sexta-feira.

Para o assistente-técnico tcheco, Lubor Blazek, o resultado contra as australianas é um bom indicativo do trabalho que tem sido feito na preparação da equipe. 'Nosso time tem praticado todos os dias. Todas as jogadoras estão bem. Ninguém está machucado, isso é o mais importante. Os dois últimos jogos foram muito difíceis. Esta tem sido uma preparação muito boa para nossa equipe. As condições não são excelentes, mas os adversários são'.


Fonte: Gazeta Esportiva
SPORTV TRANSMITE AO VIVO BRASIL x CUBA NESTA 4ª FEIRA

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, disputa nesta quarta-feira no ginásio do Tijuca (20 horas), o segundo dos quatro Jogos Desafio contra Cuba. O SPORTV transmite ao vivo e a entrada é franca. Na primeira partida, sábado no Rio, o Brasil venceu por 77 a 76. Os dois últimos confrontos estão marcados para o ginásio do Paulistano (SP) na sexta-feira (18h) e no domingo (15h30), ambas com transmissão ao vivo do SPORTV. Brasil e Cuba se enfrentaram 25 vezes em competições oficiais com 17 vitórias do Brasil contra 8 de Cuba.

— Nós tivemos uma boa atuação no primeiro jogo, mas ainda precisamos melhorar em alguns aspectos, principalmente no conjunto. As jogadoras já se conhecem bem, mas como estamos treinando há pouco tempo o entrosamento não está cem por cento. Precisamos usar o talento individual de cada uma a favor do conjunto. As cubanas são rápidas, jogam muito bem no garrafão e têm uma marcação muito agressiva. Isso é um excelente treinamento para a nossa equipe chegar bem em Atenas — disse a pivô Cintia.

— Esperamos fazer uma boa apresentação. Na primeira partida, sentimos a falta de entrosamento, mas já foi um ótimo teste para ver o que precisamos melhorar. Cuba é uma grande equipe, com técnica, velocidade e força física. As cubanas fazem uma marcação pesada e o forte jogo debaixo do garrafão dá um enorme trabalho para as pivôs adversárias. Com isso, a gente trabalha várias opções de defesa e vai ganhando ritmo rumo a Atenas — comentou a pivô Alessandra.

A estréia do Brasil na Olimpíada de Atenas está marcada para o dia 14 de agosto contra o Japão, às 10h45 de Brasília. As brasileiras estão no grupo “A” e terão ainda como adversárias na primeira fase a Grécia (dia 16), Rússia (18), Nigéria (20) e Austrália (22). No grupo “B” estão as seleções dos Estados Unidos, atual campeã olímpica e mundial, Espanha, China, República Tcheca, Coréia do Sul e Nova Zelândia.

BRASIL
4. Adrianinha; 5. Helen; 6. Silvia Cristina ; 7. Karla; 8. Iziane; 9. Janeth; 10. Zaine; 11. Leila ; 12. Erika; 13. Alessandra; 14. Cíntia; 15. Kelly. Técnico: Antonio Carlos Barbosa

CUBA
4. Fernandez; 5. Suero; 6. Plutin; 7. Gelis; 8. Soria; 9. Capiro; 10. Boulet; 11. Martinez; 12. Rodriguez; 13. Licet Castillo; 14. Echeverria; 15. Avila. Técnico: Armando Acosta.

PROGRAMAÇÃO – JOGOS DESAFIO ELETROBRÁS
Dia 3 de julho (Sábado)
Brasil 77 x 76 Cuba – Ginásio do Tijuca (RJ) – TV Globo / Ao vivo
Cestinhas: Helen (BRA) 16pts e Soria (CUBA) 33pts
árbitros: Cristiano Maranho (PR/Brasil) e Vicente Mesa (Cuba)

Dia 7 de julho (Quarta-feira)
20h00 – Brasil x Cuba – Ginásio do Tijuca (RJ) – SPORTV / Ao vivo
árbitros: Velibor Kostic (RJ/Brasil) e Vicente Mesa (Cuba)

Dia 9 de julho (Sexta-feira)
18h00 – Brasil x Cuba – Ginásio do Paulistano (SP) – SPORTV / Ao vivo
árbitros: Edemilson Vermelho (SP/Brasil) e Vicente Mesa (Cuba)

Dia 11 de julho (Domingo)
15h30 – Brasil x Cuba – Ginásio do Paulistano (SP) – SPORTV / Ao vivo
árbitros: José Augusto Piovesan (SP/Brasil) e Vicente Mesa (Cuba)

segunda-feira, 5 de julho de 2004

Salários atrasados tiram Cíntia e Silvinha do país

O basquete brasileiro é realmente uma vergonha.

Estranhei bastante a súbita mudança de direção da carreira das minhas queridas Cíntia e Silvinha Luz.

São duas atletas que merecem apenas aplausos, por tudo o que fizeram em suas histórias na quadra. Duas grandes jogadoras, ambas com passagem pela seleção brasileira.

Curiosamente, também são duas atletas que resistiram intensamente ao assédio de clubes do exterior.

Silvinha só recentemente passou pela Espanha, e mesmo assim por períodos curtos. Cíntia tem no currícula uma temporada espanhola e uma recente rápida passagem pela França.

Daí meu estranhamento pelo anúncio repentino da ida das duas irmãs para clubes da Segunda Divisão Espanhola: Silvinha para o Rivas e Cíntia para o Tenerife.

Até porque teoricamente as duas não estavam desempregadas.

Defendiam há cerca de 40 dias, o Black & Decker, de Jundiaí (ou de Uberaba?). E defendiam com a maior dignidade. Recém-chegadas da Europa, uma e outra se jogaram na quadra tentando evitar a derrota (anunciada) do clube que saiu de Minas pra jogar o Paulista. Em vão, o time caiu no Paulista.

Mas as duas foram destaques absolutos nos jogos que participaram.

Intrigado com essas aparentes contradições, me pus a investigar o fato.

E o que apurei é realmente decepcionante.

Sílvia e Cíntia Luz até agora não receberam o salários referentes às suas participações no Paulista pelo clube.

Contrariadas, se viram obrigadas a abandonar o país em busca de maior estabilidade.

A pelo menos ter o direito de receber pelo trabalho.

É...

Esse é o país que quer o ouro olímpico.

A Primeira Furada da Rede Tv

Vocês se lembram quando a BAND transmitiu o Nacional Masculino, anunciou que transmitiria o feminino, mas não cumpriu?

Nos deu um bolo, sem recheio ou cobertura!

Agora parece que a Rede Tv está disposta a fazer o mesmo.

A relação da emissora com o feminino que se iniciaria no domingo com a transmissão do jogo Brasil X Cuba, começa com uma furada. A emissora não vai mais mostrar o jogo, que por isso muda de horário (das 12 horas para as 15:30), para ser transmitida pelo SPORTV.

No lugar, a emissora mostrará handebol.
Jogos em São Paulo

Muita gente me pergunta sobre os jogos da seleção em São Paulo.

Eles serão no Ginásio do Clube Athlético Paulistano.

O endereço é o seguinte:

R. COLOMBIA N. 77 - JD. AMERICA

O telefone é (11) 3065.2070.

E o site: http://www.clubpaulistano.com.br!

domingo, 4 de julho de 2004

Rússia ganha torneio

A seleção russa ganhou o Torneo di Cagliari ao bater a Itália, por 81 a 67.

A cestinha russa foi Korstine, com 13. Anna Arkhipova fez 10 e foi eleita a MVP da competição. Anna se aposenta esse ano.

A brasileira-italiana Flávia Prado fez 7 pontos.
O Jogo de Ontem

"A Alegria ainda não venceu o Medo"




Pra mim, o jogo de ontem foi assim: uma alegria medroooooooosa.

Ou quem sabe um medo alegre?

Explico.

Realmente foi um final de semana como não se via há tempos para o basquete feminino. Divulgação extensa no Globo Esporte, com várias reportagens. Janeth e Érika apresentando um trecho. Ginásio lotadíssimo, com presenças ilustres na primeira fila (Zélia Duncan, Cláudia Jimenez e Adriana Behar). Transmissão correta pela Globo, com Cléber Machado, um discreto Miguel Ângelo e um bom trabalho de reportagens de Régis Resing. Mais tarde, chamada no Jornal Nacional.

Mas e a seleção?

Aí que entra o medo.

Comecemos pelo resultado final: 77-76, em casa.

Só para efeito de comparação, as americanas que nós achamos que podemos bater (até o Barbosa acha) também jogaram amistosos contra as cubanas hé menos de 2 meses.

Quer saber os placares?

Quer mesmo?

73-37
97-51
82-48

E os amistosos ainda foram em Cuba...

Helen está muito bem. Segura, aplicada, afiadíssima nos lances de 3 pontos. Mas faltou aquele brilho que ela, como grande armadora, tem a obrigação de mostrar. O brilho de quem põe a casa em ordem nos piores momentos, de quem põe a bola embaixo do braço e dita o rumo do jogo. Foi a cestinha do jogo (16 pontos), mas não ofereceu nenhuma assistência. Sintomático, não?

A seleção persiste sem uma cara. Sem padrão.

E um time sem cara não tem estabilidade. Porque os resultados estão relacionados às individualidade, a teimosias, ao risco. Não à inteligência, ao raciocínio e ao trabalho coletivo.

Com certeza, também não é Adrianinha, menos experiente que Helen, que vai imprimir a cara. Assistiu mais (4 vezes), mas a velocidade às vezes teima em superar a inteligência no seu jogo (5 pontos).

A combinação das duas é interessante. Torna o time mais ágil, mas ainda há estranhamento nessa combinação.

Nas laterais, Iziane é uma grata surpresa. Esbanja segurança e determinação, incomuns para os seus 22 anos, e mesmo quando suas bolas não caem. Vez ou outra, faíscas de genialidade pura iluminam seu jogo. Falta acertar ainda as finalizações (15 pontos), mas a ala é eficiente na defesa (3 recuperações) e seu jogo evoluiu na solidariedade (3 assistências). No quarto quarto, Iziane esteve impossível.

Janeth não esteve num bom dia. Tá certo que foi bem marcada, mas ainda assim a pontaria não estava boa. (14 pontos, 4 rebotes, 3 recuperações, 3 assistências). Mas salvou o jogo. Era só o que nos faltava: perder pras cubanas, no Tijuca, ao vivo, para a TV Globo....

Leila ainda precisa de uns ajustes. No jogo, funcionou sua tradicional bandejinha (4 pontos) e seu talento natural para os rebotes (5). Mas num momento crucial, ela quis matar nossa saudade da mana Marta e sapecou um desnecessário chute de três.

Taí mais um exemplo de time sem-cara.

Jogar basquete não é pegar a bola, levar até o garrafão e repetir a exaustão: passe pras pivôs, individualidade das alas ou arremesso de três das armadoras.

Com esse repertório, não chegaremos a lugar algum.

Nos pivôs, Alessandra e Cíntia são uma dupla que se acerta nas diferenças. Alessandra esteve bem, parece que vai continuar a ser peça fundamental na seleção (11 pontos, 8 rebotes). A insistência no mau aproveitamento de lances livres, no entanto, mancha seu jogo.

Cíntia continua eficaz (6 pontos, 6 rebotes e 2 tocos). Precisa ser trabalhada pelo técnico para ser mais utilizada no ataque, para não sobrecarregar as demais e também por ter um excelente aproveitamento à média distância.

Kelly já é mais dedicada ao ataque, insistindo em ganchos (6 pontos, 2 rebotes e 1 toco). Foi uma boa opção no revezamento.

Agora o que ninguém entende é Érika não ter sido utilizada. Não dá pra entender. Érika é atleta com capacidade de ser até titular. Fez estragos por onde passou. É pivô com capacidade de decidir jogo, de marcar bem adversárias.... Não dá pra entender. Dá medo! Muito Medo.

Por outro lado, Êga desfrutou de generosos 13 minutos e esteve bem, dentro de suas características.

Lílian e Vívian também não jogaram.

Zaine, Karla e Silvinha ficaram de fora.

Barbosa ao menos foi um pouco mais ousado nas substituições. Mas errou ao não usar Érika. Precisa dar mais ênfase ao repertório de ataque do time.

E a pergunta que não quer calar: "Quem Matou Lineu....ops, digo, "Onde estava a Laís Elena?"

Tá certo que é só a primeira partida, mas qualquer equipe (até as de fim-de-semana) tem que estar mais atenta, saber sair de uma marcação-pressão, estar atenta aos destaques do time adversário (Como é que me deixam a Soria fazer 33 pontos???).

Enfim, expero que nos próximos jogos, os ginásios continuem lotados, mas que, dentro de quadra, a seleção mostre um basquete mais consistente, solidário e inteligente.



Fatos e Boatos no Rio

RIO SUPERA FINASA/OSASCO


(28/06) – As equipes femininas formadas para representar o Rio de Janeiro no Meeting Interestadual Rio-São Paulo, mostraram força ao vencer quatro dos seis jogos contra o Finasa/Osasco, disputado no último fim de semana. Foram dois jogos por dia: Sexta e Sábado no Botafogo e Domingo no ginásio da Hebraica, em Laranjeiras.
- Esses resultados foram importantes para que todos percebam que o nosso basquete feminino, em sua base, atingiu o mesmo nível do paulista, já fazendo por merecer um reconhecimento maior por parte do público – analisou Guilherme Kroll, Superintendente da FBERJ.
Na sexta-feira (25/06), a categoria Mirim do Rio, que teve a base do Botafogo, não teve problemas para ganhar por 62 a 36. Joseane, com 19 pontos, foi a cestinha. Na categoria livre, o Rio, com a base da Universo/São Gonçalo, venceu a segunda partida do dia: 52 a 47. Edjane e Paula, com 19 e 15 pontos respectivamente, foram os destaques.
No dia seguinte, dessa vez com a base do Tijuca, a equipe Rio, Mirim, não deu chance alguma às paulistas: 58 a 39, com 23 pontos de Cyndell. Logo em seguida, na categoria livre, as cariocas superaram as meninas do Finasa/ Osasco com muitas dificuldades: 63 a 54. O time do Rio, com a base da Mangueira/Xerox, se prevaleceu no 1° tempo, quando abriu 16 pontos de diferença: 34 a 18. Danúbia e Alice foram as cestinhas com 17 pontos cada.
No Domingo (27/07), último dia do Meeting, os técnicos do Mirim Leonardo Rosa, Orlando Assunção e Rafael Zaremba puseram todas as meninas que participaram do evento para jogar, numa grande festa. Resultado: 50 a 50 no tempo normal, 62 a 59 para o Finasa/Osasco na prorrogação. Convidado para representar o Rio, o juvenil da Mangueira perdeu a segunda partida apenas nos últimos instantes e mostrou ter o mesmo nível do Finasa/Osasco: 62 a 59.
Além dos clubes que formaram a base, participaram da equipe Rio atletas do Germânia, Grajaú CC e Vasco da Gama.

RIO , CAPITAL DO BASQUETE - PARTE 2


E ainda tem gente que não reconhece. Estamos vivendo uma semana que não pode ser ignorada. O Flamengo jogando a final do Nacional Masculino. A NBA realizando clínicas na EsEFEX, com a presença de vários técnicos cariocas. A NBA apoiando, e visitando, as Vilas Olímpicas da Prefeitura, inclusive, com doação de livros, móveis e computadores. Clínica aberta, sexta-feira, no Botafogo, com os astros da NBA. Presença, na cidade, de Nenê, Leandrinho, Alex, Mutombo, entre outros astros da NBA. A Seleção Brasileira Feminina, que vai às Olimpíadas, treinando e jogando na cidade. Brasil x Cuba, Sábado e terça-feira, com transmissão da TV Globo. Oscar tentando montar uma equipe na cidade.
Projeto para trazer o Barbosa e uma grande equipe feminina para o Rio. Projeto para reforçar América, Fluminense, Botafogo, Vasco e Tijuca para o próximo Estadual. Projeto para trocar o piso do Tijuca TC. Projeto para a máxima utilização do ginásio do Miécimo da Silva no basquetebol. Inscrições abertas para o Rio Open Integrado, masculino e feminino, para o basquete convencional e de cadeirantes. Projeto para o desenvolvimento do basquete de cadeirantes dentro das Escolas de Samba. No basquete, não existe outra cidade igual ao Rio.

Fonte: FBERJ




Depois de Torneio no Rio, Finasa só pensa nos Jogos Regionais

A equipe estréia no dia 8, às 8 horas, contra Itanhaém, no Ginásio Municipal de Cotia

Osasco (SP) - As equipes mirim e juvenil do Finasa participaram no fim de semana no Rio de Janeiro de um torneio que contou com a participação da seleção carioca mirim e das equipes juvenis da Mangueira e Universidade Universo. O time juvenil, comandado pela técnica Marisa Bianco, já retornou aos treinamentos, pois no dia 8 estréia nos 48º Jogos Regionais, em Cotia, enfrentando a equipe de Itanhaém pela categoria sub-21. Esse compromisso está marcado para as 8 horas, no Ginásio Municipal.

No torneio carioca, o time juvenil perdeu para a Universidade Universo por 47 a 52 na sexta-feira e para a Mangueira, no sábado, por 53 a 63, no Ginásio do Botafogo. No domingo, no Ginásio da Hebraica, a equipe de Osasco derrotou a Mangueira por 62 a 59.

Na categoria mirim, o time orientado pela técnica Rute de Souza fez os jogos preliminares, diante da seleção carioca. O Finasa perdeu na sexta-feira por 36 a 62 e no sábado por 39 a 58. A partida de domingo foi muito equilibrada, e as duas equipes terminaram empatadas no tempo normal em 50 pontos. Na prorrogação, o time de Osasco levou a melhor e ganhou por 62 a 59.

O torneio serviu para movimentar as equipes, pois o Campeonato Estadual Juvenil e o Campeonato da Grande São Paulo Mirim estão paralisados até agosto. A técnica Marisa também utilizou a competição como preparação para os Jogos Regionais. Em Cotia, o Finasa estará desfalcado das jogadoras Elisa, Jéssica e Juliana, que estão na seleção brasileira na disputa do Campeonato Sul-Americano. A competição teve início nesta terça-feira e vai até sábado, em Cochabamba, na Bolívia. Depois, as brasileiras disputarão a Copa América, de 4 a 8 de agosto, em Porto Rico. A técnica Macau, do Finasa, é auxiliar na seleção.


Finasa realiza peneira neste sábado

O evento começa às 8 horas, no Ginásio Geodésico, em Osasco, e é reservado para meninas nascidas em 91 e 92


Osasco (SP) - O Finasa, que desenvolve há mais de 17 anos um importante trabalho de formação de atletas no basquete, realiza mais uma peneira para a seleção de atletas. Os testes serão feitos neste sábado, no Ginásio Geodésico, em Osasco, e é reservado para meninas nascidas em 1991 e 1992. As interessadas em participar devem comparecer ao Ginásio Geodésico (Av. dos Eucaliptos, s/nº - Cidade das Flores), das 8 às 11 horas, com roupas para a prática de esporte e documento.

Para o coordenador de basquete do Programa Finasa Esportes, Fernando Tessarotto, o objetivo da peneira é selecionar futuras atletas para preencher as vagas existentes nas categorias mini e pré-mini. Pela experiência anterior, ele espera a presença de um grande número de meninas da região. Elas serão observadas pelos integrantes das comissões técnicas dessas categorias.

O Finasa herdou no final do ano passado toda a estrutura esportiva montada pelo BCN, que começou a investir na formação de jogadoras de basquete em 1987, em Piracicaba. Desde 1996, o programa tem sede em Osasco, em parceria com a prefeitura. Neste tempo todo, conquistou títulos importantes como o Mundial Interclubes de 1998 e ajudou a seleção brasileira na descoberta de talentos e no aperfeiçoamento de atletas.



Fonte: Finasa Esportes


Sorteio - EuroCopa

Conférence Ouest
Groupe A
Rovereto (Ita)
CAB Madeire (Por)
Aix-en-Provence (Fra)
Salamanque (Esp)

Groupe B
Faenza (Ita)
Rhondda Rebels (PdG)
Villeneuve-d'Ascq (Fra)
Venise (Ita)

Groupe C
Ribeira (Ita)
Mondeville (Fra)
Naples (Ita)
Las Palmas (Esp)


Conférence Sud
Groupe A
Kimiko Struga (Mac)
BC Lukoil (Bul)
Ptolemaida (Grè)
Fenerbahce (Tur)

Groupe B
BC Zagora (Bul)
Ramat Hasharon (Isr)
Ceyhan (Tur)
ZKK Vojvodina (Sem)

Groupe C
Livas Petrom (Rou)
Ilioupolis (Grè)
Levski Spart. (Bul)
Russia (Rus)




Conférence Centrale
Groupe A
Kazan (Rus)
Saarlouis (All)
Martigny (Sui)
Zala Volan (Hon)

Groupe B
Ruzomberok (Svq)
Blex Prague (Tch)
ZKK Medvezak (Cro)
Foton Sopron (Hon)

Groupe C
Nadezhda (Rus)
Dorsten (All)
Gospic (Cro)
Szeged (Hon)

Groupe D
Budapest (Hon)
Zagreb (Cro)
Wasserburg (All)
Chevakata (Rus)

Groupe E
Miskolc (Hon)
Sibenik Jolly (Cro)
Wels (Aut)
Dynamo Moscou (Rus)

O time...

Claudinha (armadora), Adriana Santos (escolta), Gattei (armadora) e Kátia, Flávia e Eliane (pivös), mais Cíntia Tuiú (pivô), são algumas das jogadoras que o Grupo Universo quer para formar uma forte equipe de basquete feminino em Minas Gerais. A sede seria Juiz de Fora. E a idéia é o título nacional, segundo comentou o técnico Luiz Antônio Bravo, idealizador do projeto. Vale lembrar que o Grupo Universo já tem cinco equipes no Brasileiro Masculino.

Fonte:
Juarez Araújo, AOL
Sorteio da Euroliga

A Euroliga 2005 começa a ser jogada em novembro com os seguintes times:

Euroligue 2004/2005
Groupe A
Brno (Tch)
Sopron (Hon)
Kochazka Zalk (Ukr)
US Valenciennes (Fra)
Vilnius (Lit)
Wisla Cracovie (Pol)
St-Petersbourg (Rus)

Groupe B
Pecs (Hon)
Kosice (Svq)
Sporting Athènes (Grè)
Ekaterinburg (Rus)
Valence (Esp)
Trutnov (Tch)
Bourges (Fra)

Groupe C
Gdynia (Pol)
Parme (Ita)
Crvena Zvezda (SeM)
Tarbes (Fra)
Szolnok (Hon)
Dexia Namur (BEL)
Samara (Rus)

Até o momento, nenhuma brasileira....
Silvia Luz llega a Rivas


Rubén Domínguez tiene nueva base y parece que con la contratación de la brasileña y Villaescusa el equipo tendrá organizadoras de garantías en la pista. Basket Rivas Futura ha conseguido hablar con Silvinha para que nos cuente cómo ve la próxima temporada.

¿Cómo ves esta nueva etapa en el baloncesto Español?

Bueno me apetece mucho volver a España.
He pasado 3 meses en ibiza y 1 mes en Burgos, pero me encantaría jugar toda la temporada en un club español.
Mi hermana ha jugado en Rivas y me ha hablado muy bien del club.
Voy hacer todo lo que pueda y para mi vida personal será una experiencia increible.

¿Tienes alguna referencia sobre tus nuevas compañeras, o el entrenador, Rubén Domínguez?

El año pasado jugué contra Rivas un partido. Me acuerdo de algunas
chicas.

Para todos los aficionados de Rivas, nuestros abonados, ¿qué tipo de jugadora, podrías decir que eres, o qué tipo de baloncesto te gusta jugar?

Soy escolta, pero voy jugar de base que también me gusta. Soy
veloz y me gusta tirar de 3 puntos.


¿Desde cuándo llevas en este deporte?

Empezé a jugar con 7 años de edad. Hace 22 años que el baloncesto es mi total dedicacion.

¿Dónde jugaste la temporada pasada?

Estuve en Brasil, en un equipo de la ciudad de Ourinhos. Luego fui para Burgos donde jugué un mes y después un mes más en Jundiaí también Brasil.

¿Y tus planes para este verano?

Estoy de vacaciones. Descanso para volver a España en Agosto.
Tengo muchas ganas de Llegar a Rivas. Voy hacer todo lo que pueda para mi equipo.
Un beso a todos y gracias.


Fonte: Basket Rivas Futura
BRASIL É CAMPEÃO INVICTO DO SUL-AMERICANO JUVENIL FEMININO NA BOLÍVIA

Cochabamba / Bolívia – A seleção brasileira juvenil feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, venceu a Argentina por 75 a 67 (36 a 34 no primeiro tempo), e conquistou o título invicto do 12º Campeonato Sul-Americano da Bolívia, disputado em Cochabamba. As cestinhas foram Izabela, do Brasil, e Florência, da Argentina, com 22 e 21 pontos, respectivamente. Na disputa da medalha de bronze, a Bolívia derrotou a Venezuela por 73 a 67. Brasil, Argentina e Bolívia garantiram suas vagas para a Copa América – Pré-Mundial de Porto Rico, de 4 a 8 de agosto, que irá classificar três seleções para o Campeonato Mundial da Tunísia, em julho de 2005.

— Como sempre, Brasil e Argentina fizeram uma partida equilibrada e disputada ponto a ponto. No primeiro quarto, fizemos uma excelente marcação na defesa e abrimos uma vantagem de nove pontos (25 a 16). No segundo período, não mantivemos a mesma regularidade mas terminamos o primeiro tempo na frente: 36 a 34. Voltamos para a etapa final com mais determinação e voltamos a abrir no marcador uma vantagem de dez pontos que acabou sendo decisiva (61 a 51). No último período, mantivemos o ritmo e ganhamos o jogo por 75 a 67. A equipe mostrou uma grande evolução durante o Campeonato e esse título comprova a hegemonia do Brasil na América do Sul — analisou o técnico Norberto Borracha.

O Brasil foi campeão invicto com Daiane Cristina, Eliene Honório, Elisa Martins, Franciele Aparecida, Izabela Andrade, Jacqueline Silvestre, Jéssica Torres, Joice Cristina, Juliana Campos, Laís de Souza, Monah Pegorari e Roberta Fogaça. Nas doze edições do Sul-Americano, as brasileiras ganharam oito títulos contra quatro das argentinas.

RODADA FINAL
Peru 53 x 44 Paraguai; Bolívia 73 x 67 Venezuela e Brasil 75 x 67 Argentina

CLASSIFICAÇÃO FINAL
1º- Brasil (campeão invicto) – 10pts (5 vitórias)
2º- Argentina – 9pts (4 vitórias e uma derrota)
3º- Bolívia – 8pts (3 vitórias e duas derrotas)
4º- Peru – 7pts (duas vitórias e 3 derrotas)
5º- Venezuela – 6pts (uma vitória e 4derrotas)
6º- Paraguai – 5pts (5 derrotas)

sábado, 3 de julho de 2004

A nova Loira do Rivas

O site da equipe do Rivas Futura (http://www.basketrivasfutura.com), de Madri, faz mistério para promover sua nova contratação: a brasileira Silvinha Luz.

A cada dia, sÃo adicionadas pistas.

Por enquanto, sÃo essas:



¿Quién es la nueva jugadora de Rivas Futura?
-29 años
-1,74
-Tiene dos medallas olÃ?mpicas


Silvinha vai deixar a equipe do Black & Decker e passará a defender o Rivas, na Espanha. O time acaba de cair para a Segunda Divisão.

Engraçado que uma das principais responsáveis pelo time chegar � Divisão de Elite foi C�ntia Luz, irmã da nova contratada, que fez grande temporada no clube. No último ano, quando o Rivas jogou a Primeira Divisão, C�ntia preferiu ficar no Brasil. Mesmo com atletas do n�vel de Korie Hlede, o Rivas acabou rebaixado.

C�ntia Luz, que vem de uma recente passagem decepcionante pelo basquete francês, parece próxima de um acordo com o Tenerife, que também joga a Segundona. O clube já tem uma certa experiência com brasileiras. Por lá passaram Jacqueline Godoy e mais recentemente, com grande destaque, Tayara. Tayara teria voltado ao Brasil, para definir seus estudos. A atleta cursava Educação F�sica, antes de ir pra Espanha. Por esse motivo, a atleta não segue no clube, pelo menos até dezembro.

Outras brasileiras confirmadas na Segunda Divisão Espanhola são: a armadora Veneza, que renovou contrato com o Guadalajara e Mariana Santos, que estréia no Cad�, depois de passar pelo basquete universitário dos Estados Unidos.


Brasil x Cuba define as 12 que vão para Atenas

Marta Teixeira

Disputa por vaga chega em fase decisiva, mas há quem esteja tranqüila
São Paulo (SP) - A sorte está lançada para as jogadoras que ainda sonham em representar o Brasil com a seleção feminina de basquete. Neste sábado, a equipe comandada pelo técnico Antonio Carlos Barbosa enfrenta Cuba, às 10 horas, no ginásio do Tijuca, no Rio de Janeiro, com transmissão pela Globo, abrindo a fase de definição do grupo olímpico. Logo após os Jogos Desafio, Barbosa anuncia as 12 que permanecerão na seleção.
Algumas atletas não têm com que se preocupar. Seguindo a máxima de que em time que está ganhando não se mexe, Barbosa avisa que os destaques da Olimpíada de Sydney têm preferência. 'É lógico que as com tempo de seleção, as que estão vindo de outras competições ficam. Nem é hora de fazer muitas mudanças', explica o treinador, que voltou da Austrália com a medalha de bronze.

Nessa categoria, enquadram-se as veteranas Janeth, Alessandra, Cíntia Tuiú, Helen, Adrianinha e Kelly, sendo que as três primeiras também foram prata em Los Angeles-96. A pivô Érika, que não esteve na Austrália, também já conquistou seu espaço e a confiança do treinador. Vice-campeã Mundial Sub-21, ela estava no Mundial, assim como a ala Iziane. Apontada por muitos como a principal revelação da nova geração, Iziane é outro nome forte no grupo.

As outras quatro vagas na equipe olímpica estariam indefinidas. Com a vantagem de haver competido em Sydney estão a ala Lilian e a pivô Zaine. Lilian também retornou ao grupo para o Pan-Americano de Porto Rico, no ano passado.

Sob o olhar atento de Barbosa, a veterana Leila Sobral e a novata Silvia Cristina brigam como fortes candidatas à posição que seria de Micaela, cortada por lesão. Leila deu a volta por cima depois da contusão no Pan-Americano de Winnipeg-99 e integrou o grupo que foi ao Pré-Olímpico de 2003. Silvinha chega com cartaz depois da conquista do vice no Mundial Sub-21 e de boas apresentações nos campeonatos Paulista e Nacional, mas teve poucas oportunidades de treinar com a equipe por causa de uma lesão durante a etapa paulista de treinamentos.

Com convocações anteriores, a pivô Ega, que também competiu em Porto Rico, briga pela última vaga na posição. A situação é a mesma das alas/armadoras Vivian e Karla. Vivian teve oportunidades anteriores na Copa América de 2001, em São Luís (MA), e no Pré-Olímpico do México de 2003. Karla nunca competiu com a equipe adulta, mas integrou a seleção juvenil no Mundial de 97.

Em duas semanas e meia de treinamento, Barbosa considera que as convocadas corresponderam ao esperado sem que ninguém o surpreendesse acima do esperado. 'A disputa por uma posição continua aberta', avisa.

O jogo deste sábado vai ser a primeira chance das aspirantes mostrarem seu talento em situações reais de disputa. Na terça, Barbosa faz uma experiência diferenciada com as candidatas. Brasil e Cuba realizam jogo-treino com portões fechados no Rio e o treinador quer usar a oportunidade como laboratório. 'Vou colocar uma equipe definida e sem algumas atletas que estão jogando bastante'.

Depois, as candidatas ainda poderão provar seu talento nos confrontos de quarta-feira, novamente no Rio de Janeiro, e de sexta-feira e domingo, em São Paulo.

Fonte: Gazeta Esportiva
BRASIL VENCE CUBA NOS JOGOS DESAFIO ELETROBRÁS: 77 x 76

Rio de Janeiro ? O Brasil venceu Cuba por 77 a 76 (39 a 35 no primeiro tempo), no primeiro dos quatro Jogos Desafio Eletrobrás Feminino de Basquete. As cestinhas foram a cubana Soria e a brasileira Helen, com 33 e 16 pontos, respectivamente. O ginásio do Tijuca estava totalmente lotado, com a presença de mais de quatro mil torcedores. As duas seleções voltam a se enfrentar na quarta-feira (dia 7), também no ginásio do Tijuca (20h), com transmissão ao vivo do SPORTV. As duas últimas partidas estão marcadas para o ginásio do Paulistano (SP) nos dias 9 (sexta-feira) e 11 (domingo), com transmissão ao vivo do SPORTV.

? Como primeiro teste, esse jogo foi bastante válido. A precisão ainda não está boa e cometemos algumas falhas na saída de bola, principalmente na marcação sob pressão das cubanas. Erramos alguns detalhes, o que é normal nessa fase do treinamento. Em geral, fomos bem e agora é continuar trabalhando firme para chegarmos bem em Atenas ? explicou o técnico Barbosa.

? Foi um jogo difícil, onde as cubanas apresentaram uma marcação bastante agressiva. A nossa equipe fez uma boa partida, apesar de ainda não estarmos completamente soltas em quadra. Mas até a Olimpíada estaremos em nossa melhor forma. Há muito tempo eu não jogava pela seleção em casa e foi muito emocionante jogar com o ginásio lotado ? comentou a ala Janeth.

BRASIL (23 + 16 + 19 + 19 = 77)
Helen (16pts); Iziane (15); Janeth (14); Alessandra (11) e Cíntia (6). Depois: Adrianinha (5); Ega (0); Leila (4) e Kelly (6). Técnico: Antonio Carlos Barbosa.

CUBA (21 + 14 + 18 + 23 = 76)
Plutin (4pts); Soria (33); Martinez (15); Licet Castillos (9) e Avila (0). Depois: Gelis (0); Capiro (0); Boullet (15) e Hecheverria (0). Técnico: Armando Acosta.

PROGRAMAÇÃO ? JOGOS DESAFIO ELETROBRÁS
Dia 3 de julho (Sábado)
Brasil 77 x 76 Cuba ? Ginásio do Tijuca (RJ) ? TV Globo / Ao vivo
árbitros: Cristiano Maranho (Brasil) e Vicente Mesa (Cuba)

Dia 7 de julho (Quarta-feira)
20h00 ? Brasil x Cuba ? Ginásio do Tijuca (RJ) ? SPORTV / Ao vivo

Dia 9 de julho (Sexta-feira)
18h00 ? Brasil x Cuba ? Ginásio do Paulistano (SP) ? SPORTV / Ao vivo

Dia 11 de julho (Domingo)
15h30 ? Brasil x Cuba ? Ginásio do Paulistano (SP) ? SPORTV / Ao vivo


BRASIL VENCE CUBA EM JOGO TREINO PARA AS OLIMPÍADAS DE ATENAS

Em preparação para as Olimpíadas de Atenas, a seleção brasileira feminina de basquete venceu Cuba por 77 a 76 num jogo disputado até o último segundo. Essa é o primeiro de uma série de quatro amistosos que a equipe vai disputar contra a seleção cubana no Rio de Janeiro e em São Paulo.

? Conquistamos a vitória e isso é o mais importante. Ainda estamos em fase de preparação. Os erros que cometemos hoje não vão se repetir em Atenas ? enfatizou a ala/armadora Helen Luz, cestinha da seleção brasileira na partida com 16 pontos.

O público carioca lotou o Ginásio do Tijuca para ver a vitória da seleção brasileira. A atleta Kelly Santos se emocionou com o apoio da torcida.

? Quando o ônibus da seleção chegou ao ginásio e vi uma fila enorme de torcedores, fiquei muito feliz. A recepção dos cariocas foi ótima. Senti que tenho uma grande responsabilidade de trazer uma medalha para o meu país em Atenas. Tive uma boa atuação contra as cubanas. Elas são muito fortes, mas estava atenta e pude ajudar bastante na defesa ? garantiu a pivô Kelly Santos.

No Rio de Janeiro, a seleção brasileira fica hospedada no Hotel Merlim (Avenida Princesa Isabel, 392 - Leme). O próximo jogo amistoso contra Cuba acontece na quarta-feira (7 de julho), às 20 horas, no Ginásio do Tijuca (Rua Desembargador Isidro - Tijuca), com transmissão ao vivo da SPORTV.

sexta-feira, 2 de julho de 2004

Seleção juvenil mantém invencibilidade


Quillacollo (Bolívia) - A seleção brasileira feminina juvenil de basquete derrotou a Venezuela, na noite de quinta-feira, em Quillacollo, Bolívia, pela terceira rodada do Sul-Americano da categoria. Com esse resultado, as brasileiras seguem invictas na competição.
Nas rodadas anteriores, a seleção havia vencido o Paraguai por 86 a 58, na estréia. Depois, bateu o Peru por 89 a 51. O placar contra a Venezuela foi de 92 a 51.

Nesta sexta-feira, a seleção brasileira enfrenta a Bolívia, já na cidade de Cochabamba, a partir das 22 horas. As adversárias do sábado são as argentinas. Os três primeiros colocados do Sul-Americano garantem vaga na Copa América de Porto Rico. O torneio, programado para o período de 4 a 8 de agosto, irá classificar três seleções para o Campeonato Mundial da Tunísia, em julho de 2005.

Fonte: Gazeta Esportiva

quinta-feira, 1 de julho de 2004

Irmãs Luz se encontram na Espanha


São Paulo (SP) - Assim como a ala/armadora Helen Luz acertou com o Barcelona para a próxima temporada feminina de basquete, suas irmãs Silvinha e Cíntia também seguem para a Europa assim que terminarem os Jogos Olímpicos de Atenas. Silvinha vai jogar em Madri e Cíntia no Tenerife.
Esta é a segunda vez que as três irmãs atuam ao mesmo tempo na Espanha. A primeira foi há duas temporadas.

No Brasil, Cíntia defendeu a equipe mineira de Uberaba no último Nacional. Depois transferiu-se para o Roubaix, na França, onde ficou um mês e meio. Silvinha atuou por Ourinhos. Helen disputou um Nacional pela última vez em 2002, defendendo o time de Americana.

'Infelizmente, o basquete feminino no Brasil não tem patrocínio', lamentou Cíntia, que se apresenta à nova equipe em setembro. Silvinha viaja na mesma época, assim como Helen, que treina com a seleção brasileira para a disputa dos Jogos de Atenas.

Fonte: Gazeta Esportiva