Mostrando postagens com marcador Roberto Dornelas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Roberto Dornelas. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de janeiro de 2010

Marcelinha na Estrela Solitária

Revelação do basquete pernambucano troca a Ilha do Retiro pela General Severiano, no Rio de Janeiro

marcelinha Desde que começou a ser convocada para disputar o Campeonato Sul-americano de basquete pelo Sport, em 2007, Marcelinha Rocha despertou o interesse do Botafogo-RJ. Passaram-se dois anos e o clube carioca ainda mantinha o desejo de tê-la em seu elenco. No fim do ano passado, veio a proposta oficial para a pernambucana que, com total apoio da família, aceitou o desafio de se transferir para o clube da Estrela Solitária, com apenas 16 anos.

A viagem acontece nesta terça-feira. Nos primeiros dias no Rio de Janeiro, a armadora terá a companhia da mãe, a autônoma Márcia Rocha. Depois de instalar a filha, Márcia retorna. Já Marcelinha assume a responsabilidade inerente aos atletas que optam em morar longe de casa. "Já sei que vou estudar no Colégio Santa Mônica. Como não acertei nada sobre a moradia minha mãe vai comigo. O contrato também vou assinar quando chegar lá. Sei que vou sentir muita falta do chamego da minha família. Tomara que eles possam me visitar sempre", declara a jogadora.

A mudança se deu, sobretudo, pela vontade que Marcela tem de um dia ser convocada para a Seleção Brasileira. Estando num grande centro da modalidade, ela acredita que o caminho se tornará mais fácil. "O basquete carioca tem outro nível técnico. É mais estruturado e também tem mais competições. Acho que vou estar mais perto de chegar a uma seleção", explica Marcelinha, que deu os primeiros passos no basquete graças a uma tia na quadra do Colégio Auxiliadora. Aos 11 anos, começou a defender as cores do Sport.

Seu rendimento nas categorias de bases de Leão logo chamaram a atenção do então treinador, na época, Roberto Dornelas. Em 2008, fez parte do grupo leonino que disputou o Campeonato Nacional adulto. No time do Botafogo, Marcelinha será dirigida por Orlando, mais conhecido pelo apelido de Alfinete.

Fonte: Diário de Pernambuco

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Ala Jaqueline seria a primeira novidade de Catanduva para o Paulista


A ala Jaqueline Silvestre (22 anos, 1,78m) deve ser confirmada como o mais novo reforço da equipe de Catanduva para o Paulista.

A ala jogou o Nacional pelo Sport e registrou médias de 13,3 pontos por jogo na competição.

O time do Sport foi desativado após a competição e o futuro é bastante incerto, já que o técnico Roberto Dornelas se afastou do projeto em função de desentendimentos com a diretoria do clube.

Por outro lado, parece que tanto a ala Karen, como a armadora Vanessa Gattei estão distantes do Anuar Pachá e mais próximas de um novo acerto com Ourinhos.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Roberto Dornellas reforça que não seguirá no Sport em 2009 durante eleição no clube

Quando o processo eleitoral parecia tranqüilo, eis que surge o técnico da equipe de basquete feminino, Roberto Dornellas, e três atletas rubro-negras: Fabi, Cláudia e Adaíla.

Como Roberto esperava, as três atletas não puderam votar porque os nomes não estavam na lista de atletas aptas para o voto. "Isso é um absurdo. Essas garotas estão aqui há mais de um ano", declarou Dornellas, que trouxe para a votação recortes de jornais, fotos e fichas dos jogos para comprovar que as garotas são atletas do clube e que teriam o direito do voto.

Dornellas conta que das 18 jogadoras da equipe, apenas oito estão na lista do clube. Para ele, tudo não passa de uma perseguição do atual vice-presidente do executivo, Silvio Guimarães. "No dia 11 de abril, fui tomar satisfação sobre os anúncios da Pitú Gold. Não recebemos um só centavo. Foi quando ele rasgou minha carteira de diretor do clube", contou.

Para o treinador, que deixou claro que não vai continuar no Sport em 2009, o fato das garotas não estarem na lista da votação é pura perseguição do dirigente.

Bom, enquanto Dornellas concedia entrevista à imprensa, o departamento jurídico do Sport tratava de cuidar da polêmica. E as atletas que compareceram à sede do clube votaram em separado e terão seus votos computados.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Revoltado com a derrota para Santo André e sem Fabiana Guedes, Sport enfrenta a Mangueira no sábado


Sport precisa vencer todos os jogos na Ilha, além de ganhar pelo menos duas vezes longe de casa para chegar à semifinal

Com apenas duas vitórias em sete jogos, o Sport/Maurício de Nassau vai precisar de muita disposição para conseguir se classificar às semifinais do Campeonato Nacional de Basquete Feminino. Depois de uma temporada de nove dias em São Paulo - onde disputou 5 jogos e venceu somente 1, o Leão voltou ao Recife numa situação nada cômoda. Para não depender de nenhum resultado, precisará ter 100% de aproveitamento em casa, ou seja vencer as seis partidas que encara a partir de amanhã na Ilha do Retiro, e levar duas das três disputas que terá longe de casa. O primeiro confronto sera às 19h deste sábado contra a Mangueira (RJ), no ginásio Jorge Maia.

"O time carioca está em penúltimo, mas tem feito jogos muito equilibrados. Contra o Catanduva (campeão paulista), perdeu só por 6 pontos. É uma equipe nova com armadoras fortes no rebote. Temos que conter as laterais Bruna e Renata, especialistas em cestas de três pontos", adiantou o técnico Roberto Dornelas.

O grande dilema da comissão técnica é saber quem vai suprir a ausência da pivô Fabi, lesionada (ruptura parcial no tendão) durante a partida contra o Santo André, no último domingo. Até o momento, a armadora Joice e ala/pivô Flávia são as prováveis substitutas. Durante o treino de ontem, duas formações táticas foram testadas. A primeira com Joice dando mais velocidade. Na segunda, Flávia ajudaria na marcação.

Desde que voltou de São Paulo, o time não conseguiu esquecer a derrota por apenas cinco pontos para o time do ABC Paulista. Segundo o técnico do Sport, a vitória pernambucana foi "tirada" pelos árbitros da partida. "A Confederação escalou uma arbitragem tendenciosa. O que era falta de um lado não era para o nosso, violações na cara deles que não eram marcadas. Inventaram faltas das nossas jogadoras. Além de tudo, perdi Fabi. Ainda bem que filmamos toda a partida para termos a prova", revoltou-se Dornelas.

No início da semana, o técnico rubro-negro entrou com uma queixa contra a arbitragem do jogo, junto à assessoria da CBB. "Essa derrota mudou o nosso rumo no campeonato".

O jogo contra o Santo André está entalado. Infelizmente não temos tempo a perder. Precisamos correr para tirar o atraso
Tatiane Balbino, pivô rubro-negra


Fonte: Diário de Pernambuco

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Sport/Maurício de Nassau apresenta a equipe


Rubro-negras enfrentarão o São Bernardo, de São Paulo, na primeira rodada

Felipe Ferraz

O time do Sport/Maurício de Nassau apresentou oficialmente, ontem, o grupo que disputará a 11ª edição do Campeonato Nacional Feminino de Basquete, que terá início na próxima terça-feira. No total, a equipe contará com um elenco de 15 atletas. Para o jogo de estréia, que será no Recife, contra o São Bernardo, as leoninas poderão contar com a maior parte das atletas que disputaram o Campeonato Paulista, como a armadora Gigi e as alas Tayara e Jaque, além de Fabi. A novidade será o reforço da ala/armadora Joice.


“Com certeza, a manutenção do time que disputou o Paulista será um dos nossos maiores trunfos. Principalmente nesta edição da competição, que só irá até o mês de dezembro. Por isso, nós já temos que chegar forte, não podemos continuar nos arrumando no meio do torneio. O único desfalque é a ala/pivô Néri, que preferiu aceitar uma proposta de São Bernardo”, destacou o técnico rubro-negro, Roberto Dornelas, que aproveitou para falar sobre os reforços. “A Joice só vem para reforçar. É uma ótima atleta de defesa, além disso é muito rápida. Com certeza ela vem para brigar por vaga. Sem contar que estamos esperando fechar mais uma contratação. Acho que até sábado (amanhã) teremos uma resposta”, ressaltou o treinador.


Pela primeira vez jogando fora de São Paulo, a paulista Joice está bastante confiante em fazer um bom trabalho no Recife. De acordo com a atleta, tirando o calor, a adaptação está quase completa. “Acho que já estou muito bem adaptada. O time é bom e deu pra nos entendermos bem, acho que isso não será um problema. Sei que temos que dar um passo de cada vez, mas acho que podemos chegar entre os quatro primeiros”, comentou o novo reforço rubro-negro.


Além de Joice, a equipe também contará com um reforço fora da quadra. Desde a última segunda-feira, as atletas estão tendo o acompanhamento de Rosângela Vieira, que é pós-graduada em Treinamento Esportivo. Até o início do ano, Rosângela era uma das integrantes do time leonino. “Agora, nós temos uma equipe técnica completa, com preparador físico, preparador técnico e psicólogo. O objetivo é propiciar um melhor ambiente de trabalho e fortalecer as meninas, individualmente, e como um grupo”, falou Dornelas.

Base

Nesta edição do Campeonato Nacional, a equipe contará com três atletas que subiram da categoria infanto-juvenil. Desde a semana passada, a armadora Marcelinha, de 15 anos, a ala Clarissa, 16, e a pivô Fernanda, também de 16 anos, estão treinando com o grupo principal. “Isso faz parte de um trabalho que estamos fazendo nas categorias de base, há quase dois anos. Quando voltamos de São Paulo, observamos o treino das meninas e selecionamos as três. Isso vai ser uma ótima experiência para todas”, finalizou o técnico leonino.


Fonte: Folha de Pernambuco

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Sport aposta na vibração das arquibancadas no Nacional



Pelo quarto ano consecutivo e em sua sexta participação no Campeonato Nacional Feminino, o Sport Recife/Maurício de Nassau (PE) treina forte para, mais uma vez, ficar entre os finalistas. O clube estreou na competição em 1999 e terminou em quarto lugar. Nas últimas três edições ficou entre os quatro primeiros. Este ano, uma parceria com a cidade de Presidente Prudente (SP) permitiu que a equipe realizasse um sonho antigo: participar do Campeonato Paulista. No cruzamento da semifinal, esbarrou em Catanduva (SP), time que se tornou campeão, mas não desanimou. Dez dias após o fim dos jogos em São Paulo, as jogadoras e o técnico Roberto Dornellas já estavam novamente em quadra, na capital pernambucana, se preparando para o Nacional.

— A equipe está indo muito bem. Mantivemos a base do Nacional do ano passado (2007) e trouxemos a Joyce Rodrigues (armadora), que esteve comigo na seleção brasileira Sub-21 no Mundial (2007). Ainda estamos tentando contratar uma jogadora para a posição 3/4, mas considero a equipe pronta. Pela primeira vez, teremos um grupo treinado antes de começar a competição. Por isso, minha expectativa é muito boa. Esperamos chegar entre os finalistas, como tem acontecido.

Dornellas acredita que esta 11ª edição do CNBF seja ainda mais disputada do que as anteriores, uma vez que os clubes trouxeram reforços importantes para suas equipes. Para se destacar, o técnico conta com uma forcinha extra que só o povo pernambucano pode oferecer: a torcida apaixonada, que lota o ginásio do Sport.

— Além de Catanduva (SP) e Ourinhos (SP), equipes muito fortes, temos São Bernardo (SP) e Santo André (SP), que sempre dão trabalho, e Americana (SP), que montou um grande time. Acredito que será um Campeonato muito disputado. Mas, aqui em Recife, contamos com o apoio de uma torcida fiel, que não deixa de comparecer ao ginásio. É o nosso diferencial.

No clube há quatro anos, a ala Tayara Pesenti, de 26 anos, já conhece bem a vibração que vem das arquibancadas. Paulista de Caieiras, a jogadora está confiante que o Sport Recife fará uma grande campanha, que começa em casa, no dia 7 de outubro, contra o São Bernardo (SP).

— O público daqui já conhece o nosso grupo. Estamos juntas há algum tempo, bem entrosadas e por isso a expectativa para esse Campeonato é grande. Achamos que será positivo para a equipe e estamos treinando com foco em resultados. Recife já é a minha segunda casa. Todo ano eu desço para jogar o Paulista e subo para disputar o Nacional, já me acostumei. Fiz bons amigos aqui e estou muito satisfeita — diz Tayara.