sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Urubatan: o novo assistente da seleção
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Urubatan será assistente técnico da seleção adulta
Isso mesmo!
Confira no blog Gatilhaço, do Felipe Modesto: Entrevista - Urubatan Lopes Paccini.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Basquete Feminino de Ourinhos ganha reforços e se prepara para o Campeonato Brasileiro
Desde o início de agosto, a equipe de basquete feminino de Ourinhos treina firme na quadra do Monstrinho, visando à preparação para o Campeonato Brasileiro, que começa na segunda quinzena de outubro.
Em relação à equipe que disputou o Campeonato Paulista este ano, duas novas jogadoras chegaram para reforçar o grupo: a ala Djane, que atuava pelo time de Araçatuba e a armadora Joice, que jogava pela equipe de Catanduva. Segundo o técnico Urubatan Lopes Paccini, o “Uruba”, a vinda dessas duas atletas, tornará o time mais forte e competitivo. “A chegada delas trouxe mais opções de jogo para nossa equipe e caso a gente consiga concretizar a contratação de uma nova pivô, a torcida ourinhense pode ter a certeza que iremos lutar pelo título”, afirmou.
Uruba apontou ainda os maiores adversários que Ourinhos irá enfrentar no Campeonato Brasileiro. “Acredito que os times mais fortes hoje são Americana, Santo André e Catanduva, cuja equipe é favorita para a disputa do título, pelas contratações que realizou”, considera.
O presidente da ACEO (Associação Centro Esportivo de Ourinhos), Júlio Barbin, falou sobre a negociação da equipe ourinhense para contratar uma pivô para o Campeonato Brasileiro. “Existe hoje uma dificuldade para contratarmos uma jogadora dessa posição no mercado nacional e por isso, estamos negociando a contratação de uma pivô que jogue no exterior e possivelmente nos próximos dias, devemos ter alguma novidade”, destacou.
Barbin ressaltou que a chegada de uma atleta para essa posição será decisiva para as chances da equipe na Competição. “Se conseguirmos contratar uma pivô, Ourinhos brigará pelo título no Brasileiro”, disse.
O Chefe de Gabinete da Prefeitura e um dos maiores incentivadores do basquete feminino de Ourinhos, Ronaldo Mori, destacou o fortalecimento da equipe para o Campeonato Brasileiro. “No Campeonato Paulista, a equipe estava passando por um processo de reestruturação e nosso objetivo era chegar as semifinais e por pouco, não chegamos à final. Agora, para o Brasileiro, com os reforços que chegaram e mais alguns que devem vir, temos totais condições de conquistar o título nacional, e recolocar Ourinhos no topo do cenário do basquete feminino no Brasil”, prevê.
Novas jogadoras
As novas jogadoras de Ourinhos estão animadas e otimistas para a disputa do Campeonato Brasileiro. Djane considera que jogar em Ourinhos poderá dar uma visibilidade maior à sua carreira. “Ourinhos é uma referência no basquete e jogando aqui e conquistando títulos pela equipe, em breve poderei voltar a vestir a camisa da Seleção Brasileira”, acredita.
Joice revelou que atuar pela equipe ourinhense é a realização de um sonho. “Sempre sonhei em jogar um dia aqui, pois Ourinhos é um dos melhores times de Basquete do Brasil, já conquistou diversos títulos de expressão nacional e internacional. Por isso, estou feliz e realizada. Vim pra cá para somar e ajudar Ourinhos a conquistar novamente o Campeonato Brasileiro”, frisou.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Cléia é dúvida para o confronto entre Araçatuba e Ourinhos nas quartas-de-final do Paulista
A série melhor-de-três do playoff - quartas-de-final do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2010 será aberta nesta terça-feira (1o de junho) com o duelo isolado entre Basquete Clube e Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, às 20h00, no ginásio Municipal Doutor Plácido Rocha, na cidade de Araçatuba (SP).
Para chegar a esta etapa, o time da casa, comandado pelo técnico Alvacyr Lazarini Júnior, concluiu a primeira fase com a sexta colocação na classificação geral, contabilizando 13 pontos, em 12 jogos disputados (01 vitória e 11 derrotas).
A experiente Cléia, um dos destaques do Basquete Clube, é dúvida para este jogo, pois se recupera de uma contratura na panturrilha da perna esquerda. - Não tenho certeza se vou atuar, só ficarei sabendo depois do parecer do departamento médico. Mas, para sair com a vitória neste primeiro duelo do playoff, temos que jogar forte na defesa, que será o ponto chave, procurado conter o forte jogo das laterais de Ourinhos - analisa a ala, segunda colocada na estatística das cestinhas, com média de 15,33 pontos por jogo.
Já á equipe visitante, dirigida por Urubatan Lopes Paccini, fechou a etapa inicial com a terceira colocação, somando 20 pontos, com as mesmas 12 partidas realizadas (08 vitórias e 04 derrotas). O grande destaque do time de Ourinhos é a ala Patrícia Chuca, que aparece na primeira colocação da estatística da eficiência, com média de 19,5 por jogo.
- Temos que tomar todos os cuidados e fazer um jogo seguro em Araçatuba, já que no playoff, qualquer descuido pode fortalecer o seu rival. O time cresceu durante a primeira fase, pois foi bastante motivado para esta competição, mas chega em boas condições para esta disputa, já que tivemos boas atuações no fechamento da primeira fase, especialmente no duelo contra Americana - comenta Urubatan.
Na primeira fase estas equipes se enfrentaram duas vezes, com dois resultados favoráveis ao Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos: 99 a 74, em Ourinhos (SP); e 87 a 64, em Araçatuba (SP).
O segundo confronto da série está marcado para sexta-feira (04 de junho), ás 20h00, na cidade de Ourinhos (SP). O terceiro jogo, se necessário, será disputado no sábado (05 de junho), ás 16h00, novamente em Ourinhos (SP).
A-2 - O XV/Unimep/Amhpla/Selam se isolou na liderança do Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 - 2010 ao derrotar o APAB/Barretos, na noite deste domingo (30 de maio), no ginásio Municipal de Esportes Rochão, na cidade de Barretos (SP), por 71 a 58 (35 a 39 no primeiro tempo), na seqüência do turno da fase inicial. As cestinhas da partida foram Drielle, com 16 pontos, pelo time da casa; e Kelly Cota, 25 pontos, em favor do visitante.
Com a vitória, o time comandado pela técnica Ana Cristofoletti chegou aos seis pontos, decorrentes de três resultados positivos, mantendo o 100% de aproveitamento. Já a equipe de Barretos, dirigida pela treinadora Cynthia de Almeida, contabiliza três pontos, em dois jogos (01 vitória e 01 derrota), permanecendo no quarto lugar.
A competição prossegue na quarta-feira (02 de maio), às 20h00, na cidade de São José dos Campos (SP), com o duelo isolado entre AE São José/SEL/Fadenp e FAPI/Sejelp/Pindamonhangaba.
Fonte: FPB
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Federação Paulista divulga lista dos melhores de 2009
O departamento técnico da Federação Paulista de Basketball (FPB) divulgou, nesta terça-feira (13 de abril), a relação dos melhores atletas da temporada de 2009, que receberão o Troféu “Ubiratan Pereira Maciel”.
Mini
Atleta Capital: Vitória Maria Domingos Marcelino (Jacareí Basketball/LBCP)
Atleta Interior: Kananda Ribeiro Benedicto (Ourinhos)
Técnica: Rita de Cássia Fenalti (Unimed/Americana)
Mirim
Atleta: Vanessa Fausto Gonçalves (AD Santo André)
Técnica: Vânia Paulette (AD Centro Olímpico)
Infanto-juvenil
Atleta: Damiris Dantas do Amaral (CFE Janeth Arcain)
Técnico: Alexandre Escame (APAB/Barretos)
Juvenil
Atleta: Leila Zabani (Unimed/Americana)
Atleta: Mônica Fernanda Nascimento (Finasa/Osasco)
Técnica: Maria do Carmo Ferreira, a Macau (Finasa/Osasco)
Divisão Especial A-1
Atleta: Patrícia de Oliveira Ferreira, Chuca (Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos)
Técnico: Urubatan Lopes Paccini (Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos)
Atleta Revelação
Nadia Gomes Colhado (São Caetano/UNIP)
Seleção de Ouro
Armadora: Palmira Cristina Marçal (Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva)
Ala: Ariadna Capiro Felipe (AD Santo André)
Ala: Patrícia de Oliveira Ferreira, Chuca (Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos)
Pivô: Carina Felippus de Souza (Vivosabor/Unimed/Folhamatic/Americana)
Pivô: Jucimara Evangelista Dantas, Mamá (Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Ourinhos apresenta novas jogadoras e volta aos treinos
A volta do time basquete feminino de Ourinhos aos treinos nessa segunda-feira, 22, foi composta por novidades, com a apresentação de quatro novas jogadoras e também por um clima de saudosismo e emoção, que tomou conta dos membros da nova Comissão responsável pelo seu comando, do grande entusiasta do nosso basquete de “ouro” em todos esses anos, Chicão Quagliato e por fim, do técnico Urubatan Paccini, que encheu os olhos d’água, ao falar sobre a luta da nova Comissão para permanência do time de basquete, após tantos anos de glórias e conquistas. “Essas pessoas que estão aqui hoje, não descansaram um só dia desde o final do Campeonato Brasileiro, nem saíram de férias, lutando incansavelmente nessas últimas semanas pela permanência do basquete feminino em Ourinhos, através da renovação dos contratos dos patrocinadores, das principais jogadoras e da reposição das que saíram, reforçando a equipe para suprir essas perdas. Eles já fizeram sua parte e agora cabe a nós, comissão técnica e atletas, darmos a resposta na quadra, dando o nosso melhor em prol dessa equipe e dessa cidade, que tanto ama o basquete”, disse, emocionado.
O empresário “Chicão” Quagliato afirmou que o fato de Ourinhos ter perdido algumas jogadoras não torna essa nova formação inferior a outras anteriores e para motivar as atletas, relembrou a primeira grande vitória contra Americana que na época era considerada muito superior tecnicamente, formada por grandes estrelas. “Todos apontavam Americana como favorita, estávamos apenas começando o time e entramos nessa mesma quadra em que estamos hoje e ganhamos, na base da raça e da vontade. Assim como já tivemos jogadoras de seleção brasileira aqui como Janeth, Silvinha e outras, e perdemos campeonatos. Por isso, tenho certeza que se todas aqui se dedicarem, vão continuar a representar muito bem nossa cidade”, acredita.
Chicão disse ainda que, por motivos pessoais, se afastará do basquete por alguns meses, mas declarou que estará de volta no mês de outubro, para apoiar o time no Campeonato Brasileiro.
Dr. Passos, que há muitos anos está à frente do basquete, também revelou sua confiança na nova formação do time. “Nós temos jogadoras aqui que vestem a camisa e se doam para o time e com a colaboração de todos, tenho certeza que disputaremos em bom nível, todos os campeonatos que teremos pela frente”, frisou.
O Chefe de Gabinete e um dos membros da Comissão, Ronaldo Mori, falou sobre o futuro do basquete feminino e do apoio da Prefeitura. “O prefeito Toshio disse que continuará a apoiar o basquete e fará tudo que estiver ao seu alcance para ajudar, tentando viabilizar novos patrocinadores para o time. Eu, como professor de Educação Física e alguém que acompanha o basquete feminino por todos esses anos, sei que vitórias e derrotas fazem parte do esporte e o que importa é continuarmos a levar o nome de Ourinhos para todo o Brasil através do basquete e acredito muito no futuro dessa nova equipe, que dará muito trabalho e lutará por mais títulos”, prevê.
A equipe de Ourinhos
Do time que disputou o último Campeonato Brasileiro, permaneceram a armadora Bethânia, a ala Jennyfer, a pivô Tatiane, a ala Letícia, a armadora Ângela e Chuca, que retorna às quadras, após se recuperar de uma lesão.
Das novas jogadoras que chegaram ao time, 3 delas: Fernanda Beling, Milene e Tatiele, já haviam jogado antes pela equipe e revelaram sua alegria em voltar. Apenas Flávia, que estava no time de Americana, atua pela primeira vez em Ourinhos.
Milene era a mais empolgada de todas, revelando sua alegria por voltar a jogar pela equipe ourinhense. “Muitas vezes passei em frente ao Monstrinho, nesse ano em que fiquei parada, e me perguntava, será que nunca mais vou jogar aqui? Hoje, realizo esse grande sonho e é um grande orgulho voltar a defender essa equipe e representar essa cidade que eu tanto gosto”, concluiu.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Ourinhos mantém comissão técnica e Bethânia para a próxima temporada
Desde a saída do médico Antonio Alves Passos, da presidência do Centro Esportivo (CEO) e do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, muitas foram as discussões relacionadas ao destino da equipe. Algumas pessoas chegaram a afirmar que não seria formado um grupo para disputar o Campeonato Paulista deste ano.
Depois de uma reunião realizada na tarde de terça-feira, 02, alguns pontos foram definidos. A partir de agora o Centro Esportivo está sob a responsabilidade de Julio Barbim (Julião) e para dar continuidade ao time de basquete foi formada uma comissão.
"Para o basquete nós criamos uma comissão composta por mim, o Evaldo (secretário municipal de Esportes), Dr. Passos, Ronaldo Mori (chefe de Gabinete da Prefeitura Municipal e um dos responsáveis pela criação da equipe), Dr. Laércio, Dr. Nunes e Dr. Takashi", afirmou Julião, em entrevista ao JD.
De acordo com Barbim, o comitê não é oficial, mas é um grupo que vai "dividir um pouco as tarefas para tirar um pouco a carga do Passos", relatou o presidente do CEO.
Jogadoras e comissão técnica
Das atletas que compuseram a equipe para disputar o Campeonato Nacional, apenas Bethânia não foi desligada do time. Porém, quais jogadoras irão defender o nome de Ourinhos nas próximas competições ainda é uma incógnita.
"Está definido que o time continua. Estamos em contato com algumas jogadoras para renovar, mas não podemos fechar nada ainda, pois está faltando fechar os patrocinadores. Estamos dependendo das eleições da Unimed em Bauru e em São Paulo, que é este final de semana", frisou Julio Barbim.
Os nomes das atletas deverão ser definidos até a próxima semana, uma vez que é necessário fazer uma avaliação dos valores disponíveis para contratação. Em relação à comissão técnica, Julião foi enfático: "continua a mesma".
Mesmo com novas jogadoras poderemos ouvir por algum tempo as orientações do técnico Urubatan Paccini, do preparador físico João Nunes e da fisioterapeuta Ana Beatriz (Bia).
Fonte: Jornal da Divisa
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Nacional feminino de basquete acaba sem revelações
Falta de atenção à base e campeonato curto e com poucos times são, para técnicos, algumas das explicações para isso
Catanduva ganha sua 1ª taça ao derrotar Ourinhos, e CBB promete implantar plano de marketing para que clubes invistam mais em jogadoras
JOSÉ EDUARDO MARTINS
O Nacional feminino de basquete chegou ao fim com um problema recorrente: nenhuma jogadora teve destaque marcante na competição.
A constatação vem dos próprios técnicos do torneio, vencido ontem pelo Catanduva, que obteve uma inédita taça ao superar em casa o pentacampeão Ourinhos por 60 a 59, fechando o mata-mata em 3 a 0.
Para explicar a escassez no país de novos talentos, os treinadores têm algumas teorias.
Segundo Edson Ferreto, que pelo quinto ano consecutivo comanda o time de Catanduva, a causa pode ter sido o curto período de disputa do campeonato, que teve aproximadamente dois meses de duração.
"É difícil ter uma [revelação] em um campeonato assim. No Brasil, não há uma competição em que você possa refinar e revelar uma jogadora. O Paulista e o Brasileiro, logo quando começam, terminam. Não é em um jogo ou em uma semana que se revela uma atleta."
Outro motivo apontado é a pequena quantidade de times. Foram oito, número inferior ao de outras competições nacionais -o torneio masculino de basquete tem 14 equipes, a Superliga feminina de vôlei, 13 clubes, e a masculina, 17.
"É pouco time para revelar, criando um pequeno mercado de trabalho. Quando dá aquela afunilada para você montar a equipe, ficam as jogadoras do time adulto, e as jovens da base perdem espaço", diz Urubatan Paccini, técnico do Ourinhos.
A falta de ligação entre o trabalho desenvolvido nas categorias de base com os times adultos é ressaltada por Paulo Bassul, técnico da seleção brasileira na Copa América de 2009.
"Os clubes que estão em evidência não têm uma equipe juvenil forte, como acontecia antigamente. Dessa maneira, fica difícil aparecer novas jogadoras", argumenta Bassul.
Treinadora do Santo André, equipe que tradicionalmente revela talentos, Laís Elena é mais dura em sua avaliação.
"Nós não estamos com muitas jogadoras novas que tenham um potencial tão grande. Pelo menos nesta geração."
O alto número de erros no campeonato comprova o baixo índice técnico. Por exemplo, no primeiro jogo da decisão, na segunda-feira, foram 31 arremessos errados da linha dos três pontos e 54 falhas nos de dois pontos. Como comparação, a final olímpica em Pequim-2008, entre EUA e China, apresentou 66 erros -22% a menos.
Para elevar a qualidade do Nacional, a CBB (confederação brasileira) promete implantar um plano de marketing para diminuir os gastos administrativos dos clubes, que poderiam investir mais nas jogadoras.
MADURAS: FINALISTAS TÊM IDADE MÉDIA ALTA
Outra possível explicação para a falta de revelações no Nacional feminino é a alta média de idade dos clubes do campeonato. Os finalistas, Ourinhos e Catanduva, por exemplo, têm times com média de idade de 25,5 anos.
Frase
"Foi um jogo de muitos erros. Sabíamos que seria uma partida dura, mas no final não teve bola perdida. Agora é comemorar"
GILMARA
jogadora do campeão Catanduva
Fonte: Folha de São Paulo
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Desabafo de Ferreto ganha voz, e técnicos reclamam de declarações de Hortência
Urubatan Paccini, do Ourinhos, diz que seleção nunca dependeu de estrangeiros. Para Laís Elena, do Santo André, Rainha errou o tom
João Gabriel Rodrigues
O desabafo de Edson Ferreto, técnico de Catanduva, após a vitória na primeira partida da final do Nacional feminino , ganhou voz entre os outros treinadores. Chateado com as declarações de Hortência sobre o nível dos comandantes brasileiros, Ferreto pediu respeito por parte da Rainha. Urubatan Paccini, do Ourinhos, outro finalista, concordou com o colega.
- Eu também acho que desde que exista uma programação, um calendário bem feito, visando às Olimpíadas, ao Mundial e ao Brasileiro, nós teremos mais qualidade. A gente passa por momentos de turbulência com jogadores, e o técnico é o culpado. Eu acho que nós somos capazes. O Brasil nunca dependeu de estrangeiros – afirmou, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.
Paccini lembra que Hortência nunca foi treinada por técnicos de fora do país em sua carreira na seleção. Além disso, reclamou que os comandantes brasileiros não têm verba para fazer cursos no exterior ou assistir a finais de campeonatos de expressão, como sugeriu Hortência.
- Ela nunca jogou na seleção com técnico estrangeiro. Ficou todo mundo magoado, não só o Ferreto. Nós não sabemos como se fazem as coisas, ninguém sabe como vai jogar, o campeonato para de repente, não tem sequência. Ai quem chega melhor e consegue ter uma sorte maior, leva o campeonato. Eu acho que não é só trazer técnico de fora e fazer intercâmbio. Eu acho que a gente também deve ter essa formação, trazer dirigentes de fora, fazer intercâmbios. Se nós não temos técnico com experiência, também não temos dirigentes para tomar conta de uma seleção para jogar as Olimpíadas, o Mundial.
Técnica do Santo André, que se classificou às semifinais do Nacional, a veterana Laís Elena adotou um tom mais moderado. Ela, que conversou com Hortência após as declarações de Ferreto, criticou o tom da dirigente, mas entende as preocupações da Confederação.
- Eu acho que (as declarações) pegaram mal, sim. Ele (Ferreto) tem razão quando disse os técnicos brasileiros ralaram muito até agora. É devido aos clubes que o basquete brasileiro conquistou várias medalhas, e o trabalho dos técnicos foi muito importante. Eu falei com a Hortência. Ninguém está colocando em dúvida trazer um técnico estrangeiro. O que é desrespeitoso é a maneira como ela colocou suas ideias. Ela me disse que nós tínhamos que reciclar. Para isso, não precisa viajar o mundo. Se ninguém foi até agora é porque a situação não permite. O que a gente não tem é um mínimo de estrutura. Eu não aceito de forma nenhuma a declaração - afirmou.
Sem clube desde que deixou o Americana no ano passado, Branca acredita que Hortência está buscando o melhor para a seleção. A treinadora, no entanto, acha complicado que um técnico chegue agora, já no fim da competição nacional.
- O problema é que os anos se passam e existe muito pouca preocupação com o basquete. Não só a Hortência, mas as gestões anteriores. O basquete fica muito renegado, e a as pessoas ficam bastante doídas por este desprezo. Eu que conheço bem a Hortência, acho que ela está tentando melhor. A gente sabe que existe um sistema, a Confederação que vai colocar o treinador. Mas aí ela também falou demais. Eu acho que ela não está desmerecendo, mas está tentando o melhor. Esta indefinição também com o Bassul atrapalha. E o treinador que for contratado, vai chegar no fim do campeonato. E vai escalar como? Vai viver de vídeo? Mas, no fundo, acho que está tentando proteger.
Fonte: Globoesporte.com
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Frases para crianças assustadas com o jogo Ourinhos 56 x 68 Catanduva
1) Com o Ginásio Monstrinho lotado, Catanduva e Ourinhos jogaram um basquete da pior categoria. Uma pena que as crianças – tão focalizadas pelo SPORTV – tenham assistido um esporte que parece de tudo um pouco, menos com o basquete.
2) A bola frequentou pouco a cesta, num show de arremessos tresloucados.
3) Da linha de três, foram 31 arremessos equivocados (17 de Ourinhos e 14 de Catanduva).
4) Nos dois pontos, foram 54 os erros (37 de Ourinhos e 17 de Catanduva).
5) Registrem-se ainda os 43 erros adicionais (26 de Ourinhos e 17 de Catanduva).
6) Assustadora a inércia do técnico de Ourinhos Urubatan Paccini, que depois que perdeu sua armadora Bethânia, colocou a reserva Ângela. Dezessete minutos depois, sacou a menina que fazia uma partida regular e improvisou Karen na armação. Foi um show de horrores. E o que fez Uruba? Nada. Aliás, o mesmo quando seu time tomava cestas seguidas de Êga, num insistente replay de erros de marcação.
7) No meio desse filme de terror, Gilmara comeu a bola no garrafão, com 19 pontos (9/12 nos 2 pts) e 12 rebotes. Até minha amiga Palmira (21 pontos) não comprometeu, apesar de aquele basquete não ter fôlego para algo mais consistente que o fundo do poço que nos metemos.
8) Em Ourinhos, merece menção a disposição de Micaela. Nada mais.
9) O quinteto Karen-Mamá-Tatiana-Karina-Kelly teve uma atuação tão ruim, mas tão ruim, que faltam-me os adjetivos. Vou tentar simplificar dizendo que a eficiência da atuação das cinco somadas resultou em 18, o mesmo número da atuação isolada de Micaela.
Ourinhos põe à prova seu reinado no basquete
Final do Nacional feminino pode fazer da equipe a única seis vezes campeã
Favorito, time enfrenta o Catanduva em melhor de cinco partidas e, se triunfar, acumulará mais taças que o Piracicaba dos anos 80 e 90
JOSÉ EDUARDO MARTINS
O Nacional feminino de basquete pode consolidar o maior domínio na história da modalidade no país. Com cinco títulos consecutivos, Ourinhos é o favorito na decisiva série melhor de cinco jogos diante do Catanduva, que começa hoje, às 20h, no ginásio Monstrinho.
Caso conquiste o sexto triunfo, o time paulista superará o Piracicaba, que contou com jogadoras como Paula e venceu, não sucessivamente, também por cinco vezes o Brasileiro (1985, 1986, 1988, 1991 e 1996).
Mesmo em Nacionais masculinos uma hegemonia não foi tão grande, com tantos finais e títulos em sequência -é a sétima decisão seguida do Ourinhos. "Não acho que esses números aumentem a pressão das jogadoras, que não ficam pensando nesse histórico", pondera o treinador do Ourinhos, Urubatan Paccini, que assumiu a equipe no ano passado.
Segundo os adversários, o principal trunfo da equipe de Ourinhos é o orçamento alto para os padrões brasileiros, em torno de R$ 200 mil, quando existem times com cerca de R$ 20 mil de folha de pagamento.
A maior parte do investimento do Ourinhos provém do usineiro Francisco Quagliato, um apaixonado pela modalidade.
"É por causa do dinheiro. Se você tem mais dinheiro, tudo fica mais fácil. Com essa verba, você pode contratar quem você quiser", afirmou o técnico do Catanduva, Edson Ferreto.
A força do elenco do Ourinhos pode ser comprovada pelo número de jogadoras da equipe que servem a seleção brasileira, sete (Micaela, Mamá, Kelly, Karina Jacob, Karen, Tayara e Tatiana), contra três (Palmira, Fernanda e Silvinha) do adversário desta decisão.
"Não tem como negar. Nós realmente somos as favoritas para esta final. Mas precisamos, agora, comprovar isso nos jogos", afirma a ala Micaela.
As estatísticas neste campeonato também mostram a superioridade do Ourinhos. A equipe tem a melhor defesa do torneio, com uma média de 54 pontos por jogo, e na fase de classificação teve a melhor eficiência (fórmula que contabiliza os índices de aproveitamento e erros do time): 93,9%.
Apesar dos números falarem contra, o Catanduva espera surpreender desta vez. "Nosso time está bem acertado e, em Brasileiro, é a primeira vez que a gente chega em condições de ganhar", declara Ferreto. Se necessário, o quarto jogo será no dia 22, em Catanduva -e o quinto no dia 24, em Ourinhos.
NA TV - Ourinhos x Catanduva Sportv, ao vivo, às 20h
Na final, CBB transgride o regulamento
A Confederação Brasileira de Basquete burlará seu próprio regulamento no mata-mata decisivo do Nacional feminino.
Segundo o artigo 30, os ginásios de fase final devem ter capacidade mínima para 3.000 pessoas, com laudos da Defesa Civil ou do Corpo de Bombeiros. Palco dos dois primeiros confrontos, o ginásio Monstrinho, de Ourinhos, no entanto, comporta apenas 2.000 torcedores.
"O Ourinhos fez uma reforma no ginásio, colocou um piso novo, e concordamos em aprová-lo para a fase final também", justificou André Alves, diretor técnico da confederação.
O fato de a CBB "rasgar" o próprio regulamento não preocupa o dirigente. "Não tem problema, a gente acordou isso com os clubes", declarou Alves.
O outro ginásio desta final, o Anuar Pachá, de Catanduva, possui capacidade para 4.000 pessoas e teve de ser reformado por causa de goteiras.
A fase decisiva do campeonato marcará a estreia do sistema de antidoping, prometido antes do início da competição e que não foi realizado em suas etapas anteriores.
Fonte: Folha de São Paulo
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Finais do Nacional começam no dia 18
sábado, 9 de janeiro de 2010
Frases soltas de um telespectador rabugento
1) Impressão minha ou a filosofia de jogo de Urubutan tem uma certa inspiração barbosiana? Quantas jogadas ensaiadas Ourinhos tem? Salve-se quem puder…
2) Micaela chutou 10 para acertar 3. Estava tão ruim, que Tayara (sim!) entrou muito melhor.
3) Igualmente pouco inspirada no ataque (4/10), Karen se salvou na defesa.
4) Longe de serem excepcionais, as armadoras Bethânia (Ourinhos) e Kátia (Santo André) praticam um basquete com algum senso de inteligência. E em terra de cego, quem tem um olho é rei.
5) Por falar em armação, parece que a garota Paula Pacheco andou assistindo TOP 10 da NBA sem parar. Apesar da inegável disposição, a cada jogada ela sempre escolhe o passe mais difícil ou o arremesso mais improvável.
6) Pelo que vi ontem, Karina Jacob quer ganhar “no grito”. Se continuar assim, bota mais meio século aí pra Mamá.
7) À procura da forma perdida, a caçadora Kelly passou mais tempo no banco. Mesmo com Mamá com joelho meia-boca. Sintomático, não?
8) Lilian pratica um basquete muito bom e de impressionante humildade em Santo André. Pena que as colegas nem sempre se lembrem disso. Uma série de escorregões acabou comprometendo sua atuação ontem.
9) Simone Lima está no auge da carreira. Gostei bastante.
10) Santo André tem um repertório e uma disciplina tática bastante superiores ao adversário, mas ainda assim tem dificuldade de jogar próximo a cesta com suas pivôs, papel que as alas acabam assumindo.
11) Fabiana Guedes entrou bem.
12) A cubana Ariadna esteve como sempre – um trator ofensivo. Parece no entanto que os quatro minutos no banco após trombar na disputa de um rebote não fizeram bem. Voltou apagada.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Ourinhos quer manter o título de campeão brasileiro de basquete feminino
A partir da próxima sexta-feira, 08, a população ourinhense mais uma vez vai sentir o coração bater mais forte, a cada vez que as meninas do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos adentrarem na quadra do Ginásio de Esportes José Maria Paschoalick, o Monstrinho, para disputar as partidas do playoff final do Campeonato Nacional de Basquete Feminino.
Em entrevista ao JD, o técnico da equipe, Urubatan Paccini falou sobre a fase de classificação, os times que estão na semifinal da competição, as expectativas e também sobre as principais dificuldades.
Fase Classificatória – Oito equipes - Botafogo F. R, Vasto Verde/Uniasselvi, Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, AD Santo André, Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos, São Bernardo, São Caetano/UNIP e VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana – iniciaram a competição.
Destas apenas quatro seguiram para os playoffs semifinais - VivoSabor/Unimed/Folhamatic/Americana, Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, AD Santo André, Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos.
Paccini considerou a fase classificatória muito boa e afirmou que tanto ele quanto as meninas não acreditavam que seriam classificados em primeiro lugar. "A equipe passou por algumas mudanças, acabou se encontrando e saímos em primeiro lugar, melhor que isso seria impossível. Isso é muito positivo por que vamos mandar os jogos importantes em casa", frisou.
Para o comandante das meninas de ‘ouro’, a fase de classificação mostrou equilíbrio entre as quatro equipes que vão disputar vagas na final. "Na fase de classificação nós empatamos com o mesmo número de vitórias e derrotas, e a decisão foi por saldo de cestas", afirmou.
A diferença entre os times será marcada pelo preparo físico e mental obtido nos dias de folga entre o Natal e o Ano Novo. "Quem tiver, melhor nos playoffs vai levar. Não tem favoritos, qualquer uma das quatro equipes poderá levar o título", salientou.
Expectativas – As jogadoras do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, disputarão os primeiros jogos do playoff na cidade de Ourinhos. Um na sexta-feira, 08, às 21 horas e outro no sábado, 09, às 20 horas, contra o time de Santo André.
"Será uma série difícil. A gente tem que fazer de tudo para ganhar os jogos em casa", destacou Uruba, ao lembrar que o fato de ter se classificado em primeiro lugar favorece a equipe já que "se precisar da quinta partida o jogo vai ser em Ourinhos".
Dificuldades – Como em todo grande Campeonato, a responsabilidade e as dificuldades aumentam, ainda mais para a equipe que vai em busca do hexacampeonato Nacional. "Vai ser um quadrangular muito equilibrado. Teremos que neutralizar os pontos fortes da equipe adversária. A gente já se conhece", comentou Paccini.
"Às vezes você não consegue transformar na prática aquilo que organizou para aquele jogo. Às vezes na hora não dá muito certo. Então aquele que conseguir se achar melhor, com certeza ganha a série. Nós vamos lutar muito, sabemos das dificuldades, mas pretendemos lutar para chegar à final desse Campeonato Brasileiro", finalizou Urubatan.
Fonte: Jornal da Divisa