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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Ressaca Olímpica: AS PIVÔS


Confira as mais votadas para o garrafão:


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Danila Fabbri (50%) - 20 anos, 2,02m. A estatura elevada é o grande trunfo da pivô e o motivo pelo qual sempre esteve cercada de expectativas. Expectativas essas que parecem ainda mantidas. Danila esteve no Mundial Juvenil (2007), somando 10 pontos em 4 jogos. Depois dos anos em Osasco, a pivô tem se alternado em times (Catanduva, Americana, Ourinhos) buscando sua afirmação; uma trajetória que tem se mostrado penosa para ela e suas colegas no atual momento do basquete brasileiro. Teve 1,4 ponto em 3 minutos de média por jogo do Paulista.

Flávia Luiza (19%)- 26 anos, 1,87m. A ala-pivô bastante versátil, foi a cestinha da seleção que ficou com a prata no Mundial Sub-21 (2003), com 13,1 ppj. A evolução foi brecada pelo mau gerenciamento da carreira, com passagens por equipes fraquíssimas em Espanha, Itália e Letônia. A situação se agravou no ano passado, com uma contusão séria. Agora, a jogadora parece disposta a correr atrás do prejuízo. A excelente temporada em São Bernardo (15,3 pontos e 8 rebotes por jogo) foi um bom recomeço.

Nádia Colhado (19%) - 19 anos, 1,94m. A esguia pivô foi a segunda cestinha da seleção no Mundial Juvenil (07), com 9,8 ppj. Talhada em Jundiaí, a menina acertou um contrato precoce com uma boa equipe espanhola. Mas a pivô apenas treinava com a equipe principal (ao lado da ótima Muriel Page), mas jogava apenas numa fraquíssima liga universitária. Encerrada a temporada, voltou ao Brasil e jogou parte do Paulista por São Caetano (7,9 ppj). Disputa atualmente o juvenil pela mesma equipe (16 pontos por jogo) e deve seguir no clube, para a disputa do Nacional.

Karina Jacob (12%) - 23 anos, 1,88m. A ala-pivô vive excelente momento, após períodos tumultuados. Ficou afastada do basquete devido a um desentendimento em São Bernardo do Campo, e depois esteve na problemática equipe de Marília. A coisa parecia prestes a degringolar com a passagem pela fraca liga da Letônia. O retorno ao Brasil, em Catanduva, significou a recuperação de Karina. Teve atuações consistentes no Sul-Americano, com a seleção e em Americana, no Paulista (13,5 pontos e 7 rebotes por jogo).

Cristiane Simões (11%) - 17 anos, 1,93m. A mineira, que defende Jundiaí no Juvenil (8 pontos por jogo) chamou atenção na Copa América Juvenil, ao resgistrar médias de 10 pontos por jogo.

Clarissa (11%) - 20 anos, 1,82.
Talentosa, a ala-pivô sempre se destaca nas disputas do Nacional, onde acumula números impressionantes em pontos e rebotes no modesto time do Fluminense (RJ). No entanto, os anos vêm passando e a jogadora parece acomodada com esse aparente "sucesso". Faltam, porém, maiores desafios ao currículo da moça, assim como melhor forma física.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Ressaca Olímpicas: AS ALAS

Confira agora o resultado para as laterais:



Priscila Borges (30%)- 21 anos, 1,77m. A ala participou da seleção sub-21, que disputou o Mundial-2007, com médias de 6,5 pontos por jogo. Depois de defender Catanduva, onde, mesmo jovem, não comprometia nas trocas de Ferreto, defendeu São Caetano, no último Paulista, com destaque (13 pontos por jogo).

Izabela (25%) - 22 anos, 1,82m. Também participante da seleção sub-21 (14,2 pontos por jogo), a excelente lateral tem tido uma afirmação complicada pela excessiva concorrência pela posição em seu atual clube (Ourinhos) e a teimosia do técnico Paulo Bassul de utilizá-la na posição 4. Mantém média de 8 pontos no Paulista.

Palmira (21%) - 24 anos, 1,76m. Talento precoce no basquete nacional, a jogadora logo se aventurou no exterior, em passagens pela Croácia e pela Segunda Divisão Espanhola. Teve, no entanto, um 2007 complicado, com atuações desastrosas no Pan e uma temporada muito fracano clube, ao migrar para a Primeira Divisão Espanhola. Retornou ao Brasil e disputa o Paulista por Catanduva, onde mantém média de 11 pontos por jogo.

Mariana Camargo (21%) - 22 anos, 1,80m. A catarinense teve uma excepcional temporada na Oral Roberts University (ORU), na NCAA, que foi encerrada de forma melancólica: uma contusão no primeiro jogo da fase final. Até então, acumulava médias de 13 pontos e 5 assistências por jogo. Disputou a Universíade, no ano passado e foi um dos destaques da seleção da técnica Arilza Coraça.

Patrícia Ribeiro (18%) - 18 anos, 1,75m.
A jovem lateral é uma das esperanças para o nosso incerto futuro. Foi um dos destaques da seleção juvenil, no Mundial-2007 (8,8 ppj) e, nesse ano, foi a cestinha da Copa América Sub-18 (14,6 ppj). Além do juvenil, está no adulto de São Caetano, com médias de 5,4 ppj no Paulista.

Jaqueline (15%) - 22 anos, 1,78m. Grande aposta dos anos Barbosa, Jaqueline também participou do Mundial Sub-21, em 2007, com 9,7 pontos por jogo. Disputou o Pré-Olímpico Mundial e tem crescido no time do Sport, que defende há um ano. Teve média de 8,4 ppj no Paulista.

Renata Oliveira (14%) - 23 anos, 1,84m. A talentosa ala teve o desenvolvimento atrasado ao se transferir para Marília, num projeto que acabou não decolando. De lá pra cá, foi a Espanha, defendeu Santo André e voltou a chamar atenção em Americana, ao alcançar média de 13,2 ppj no Paulista.

domingo, 31 de agosto de 2008

Ressaca Olímpica: ARMADORAS


Confira abaixo o resultado da enquete sobre as opções para a seleção.

Começando, com as armadoras:


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Ariani Souza (37%) - 19 anos, 1,69m. Defendeu Americana no último Campeonato Paulista, com média de apenas cinco minutos por jogo. Foi a cestinha do Brasil no Mundial Juvenil-07, com 11 pontos por jogo.

Natália Burian (19%) - 24 anos, 1,62m. Por pouco, a armadora de Catanduva (médias de 17,4 pontos e 5 assistências no Paulista) não esteve em Pequim; após boas atuações no Sul-Americano e no Pré-Olímpico Mundial.

Daiane Packer (15%) - 25 anos, 1,75m. Radicada no basquete universitário norte-americano, onde disputa uma das conferências mais fortes da NCAA, Daiane está afastada do Brasil há alguns anos. Problemas físicos a atormentaram na sua última temporada como universitária, em South Florida, quando registou 17 minutos por jogo, com médias de 3,5 ppj.

Fabianna Manfredi (13%) - 26 anos, 1,78m. Mais experiente entre as cinco mais votadas, a armadora de São Bernardo participou dos grupos do Mundial Juvenil-01 e do Sub-21 (2003). Fez parte da primeira convocação de Bassul na seleção adulta. Tenta recuperar a melhor forma, após recuperar-se de uma contusão no final da última temporada.

Tássia Carcavalli (11%) - 16 anos, 1,75m. Um dos destaques da campanha da seleção sub-18, na Copa América (2008), com média de 14 pontos por jogo. Joga em Americana.