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domingo, 21 de agosto de 2011

Com vitória sobre a Finlândia, Brasil termina Universíade em sétimo

A seleção universitária brasileira encerrou sua participação na Universíade hoje com uma vitória sobre a Finlândia por 62-47, que lhe valeu a sétima posição na competição.

Os destaques do dia foram Nádia (21 pontos, 11 rebotes), Tássia (11 pontos, 3 assistências) e Tainá (7 pontos).

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Brasil perde da Rússia e disputa sétima posição na Universíade

nadiac A seleção universitária brasileira perdeu das russas por 65-58 hoje na Universíade.

Nádia voltou a ser o destaque com 15 pontos, 14 rebotes e parece ter sido aprovada com louvor nesse ‘teste’ que a comissão técnica da seleção principal lhe aplicou.

Leila Zabani teve 14 pontos e 6 rebotes e parece deixar uma boa impressão nessa experiência. Mas vem aí mais uma temporada da LBF e Americana já deve estar pronta para contratar 457 novas alas e aguardar que Leila evolua por osmose.

Patrícia Ribeiro teve 13 pontos.

Tássia, outra sem-espaço de Americana, marcou 9.

Pelas russas, Maria Cherepanova teve 21.

O Brasil se despede da competição enfrentando a Finlândia, que perdeu do Canadá (71 x 66).

A final será entre os EUA (79-67 Austrália) e Taipei (71-70 Suécia).

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Universíade: Brasil 54 x 65 Taipei

A seleção universitária caiu hoje nas quartas-de-final da Universíade contra Taipei.

Na derrota por 65-54, a pivô Nádia voltou a ser o destaque com 24 pontos e 16 rebotes.

Tássia marcou 9 pontos, pegou 5 rebotes e deu 4 assisências e Leila chegou aos 9 pontos e 4 rebotes.

A cestinha das orientais foi Huang Pingjen, com 21 pontos.

Além de Taipei, passaram às semifinais os Estados Unidos (rolo compressor da competição – 96 x 30 Finlândia), a Austrália (79-44 Canadá) e a Suécia (68-60 Rússia).

As brasileiras disputarão de quinto a oitavo.

O próximo compromisso é com a Rússia.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Melhores Momentos – Brasil x Grã Bretanha (Universíade 2011)

http://www.livefisu.tv/vodplayer/video/1806167/title/Women's_Basketball_-_Brazil_v_Great_Britain

Técnicos brasileiros miram direções opostas na Universíade (LANCENET)

Paulo Roberto Conde
Enviado especial a Shenzhen (CHN)

Técnicos das Seleções Brasileiras masculina e feminina de basquete, Walter Roese e Janeth Arcain encaram a Universíade de Shenzhen (CHN) de maneiras distintas. Há mais de 20 anos baseado nos Estados Unidos e com cidadania do país e com emprego na Universidade do Havaí, Roese tem como meta alcançar as semifinais do torneio.

A campeã mundial e vice olímpica Janeth, por sua vez, tem um desafio maior. Primeiro, tenta conduzir o time brazuca a uma campanha melhor do que a obtida em Belgrafo-2009: último lugar.

E ela faz sua estreia à frente de uma equipe nacional adulta - coordena as equipes sub-15 e sub-16. Além disso, a Universiade chinesa lhe serve como um primeiro teste para o que deseja sua ex-companheira e atualmente diretora da Seleção feminina Hortência Marcari: que ela seja técnica do país nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

- Vislumbro (ser técnica em 2016), sim, mas o que tenho em mente agora é a classificação do time feminino para a Olimpíada de Londres - disse Janeth, que também é funcionária da Confederação Brasileira (CBB) e assistente da Seleção principal, comandada por Ênio Vecchi.

A vaga olímpica será disputada no Pré-Olímpico da Colômbia.

Se Janeth permanece envolvida com a CBB, Roese vai na via oposta. Ex-jogador e oriundo de uma família gaúcha de esportistas, ele construiu currículo como técnico e gerente no basquete universitário americano. Mas, embora não tenha vínculo com a entidade máxima do basquete nacional, diz estar sempre pronto a ajudar.

- Nunca recusei nenhuma Seleção Brasileira. Quando me pedem, eu venho - afirmou.

Assim foi na Copa América Sub-18 do ano passado. Após um "acerto verbal" com a CBB, Roese foi chamado e comandou o Brasil, à época com os promissores Raulzinho e Lucas Bebê (que está na Universíade), ao vice-campeonato.

Hoje em dia, a maior ligação de Roese com o Brasil vem com os filhos, Leonardo e Ágatha, nascidos nos Estados Unidos. Ambos vieram ao país natal do pai para jogar basquete e vôlei, respectivamente.

- Os dois nasceram fora, mas adoram o Brasil e a comida. Não quero que eles percam o laço - observou.  Com técnicos diferentes, mas com sentimentos tão iguais perante o país, as Seleções começam a brigar por medalha no sábado - o masculino encara a Romênia; o femino joga no domingo.

Bate-bola 

Janeth Arcain

Técnica da Seleção Brasileira feminina na Universíade 

1) Você disputou quatro Olimpíadas (1992, 1996, 2000 e 2004) e, pela primeira vez, dirige a Seleção em um megaevento. Como tem se sentido, agora como técnica?

Voltar a um ambiente olímpico é muito bom. Como jogadora, não tinha preocupação e recebia tudo pronto. Agora, como treinadora, é muito mais preocupante, há muito mais responsabilidade. Mas não reclamo, é legal. 

2) O que você tem feito para se aperfeiçoar como técnica?

Fiz alguns cursos a distância. Eu queria ter feito um presencial, na Espanha, mas não tive tempo, e aí fiz a distância. Eu, Demétrius Ferraciu, Ênio Vecchi e o Rubén Magnano participamos. 

3) A Hortência manifestou inúmeras vezes o desejo de ver você como técnica da Seleção adulta. Não joga muita pressão?

Não joga, não. Desde antes de parar a Hortência me perguntava o que faria depois da aposentadoria e eu sempre disse que queria ser técnica.

Janeth 'estreia' no adulto com lavada

A Universíade-2011 marca o primeiro trabalho de Janeth Arcain como técnica de uma Seleção Brasileira adulta. E o primeiro jogo foi contra a maior potência do esporte. Não deu para fazer frente. Os Estados Unidos vencer o Brasil por 79 a 47, em amistoso realizado ontem.  A equipe nacional é formada por jogadoras que disputam a liga nacional por times como Jundiaí e Ourinhos. Um dos reforços que o grupo recebeu foi da Tássia Pereira, recém-chegada da campanha que culminou na conquista da medalha de bronze no Mundial Sub-19 do Chile, neste mês.

Masculino joga favoritismo para potências

Segundo Walter Roese, o Brasil não terá nenhuma moleza no basquete masculino em Shenzhen. Ele apontou os Estados Unidos, Lituânia e Sérvia como maiores favoritos. A Seleçao Brasileira tentará ficar entre os quatro primeiros estabeleceu isso como meta. Mas reconhece que será difícil. O país terá como destaques o pivô Lucas Bebê, que teve seu nome ventilado no Draft 2011 da NBA, e Fabricio Melo, que joga por Syracuse, tradicional faculdade americana. Mesmo assim, há problemas. A equipe brasileira tem em suas fileiras jogadores desempregados, e poucos que atuam no basquete interno.  

Fonte: Lancenet

Brasil vence Eslováquia e enfrenta Taipei nas quartas-de-final da Universíade

A seleção universitária conquistou hoje sua segunda vitória na primeira fase da Universíade.

Bateu a Eslováquia com folga (65-44) e ficou com a segunda posição do grupo B.

Os destaques da partida foram Leila Zabani, com 13 pontos e Nádia, com 12 pontos e 14 rebotes.

A ala Patrícia somou 8 pontos, 4 rebotes e 3 assistências. Camila também marcou 8.

O Brasil folga amanhã e volta à quadra na quinta-feira para a disputa da quarta-de-final contra o líder invicto do grupo A, Taipei, que bateu China, Lituânia e Finlândia.

As outras partidas decisivas são: EUA x Finlândia, Rússia x Suécia e Austrália x Canadá.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Brasil vence Grã-Bretanha no segundo dia na Universíade

20110811010722 Na disputa da Universíade, o time brasileiro venceu hoje a Grã-Bretanha por 68 a 55.


Nádia voltou a ser o destaque, com 21 pontos e 11 rebotes.


Camila marcou 14. Tássia, 9. Leila e Tainá, 8.


A cestinha britânica foi Chantelle Handy, com 16 pontos. Além de Chantelle, outras duas atletas da seleção universitária pertencem à seleção olímpica local, treinada por Tom Maher e que disputou o último Europeu, em junho.


Certamente trata-se de uma oportunidade de intercâmbio fantástica para essas meninas e um aprendizado para a técnica Janeth.


No grupo do Brasil, ontem a Eslováquia havia perdido para a Grã-Bretanha (64-51) e hoje foi atropelada pelos Estados Unidos (114-68), da ótima Skylar Diggins.


Amanhã o Brasil define sua posição no grupo contra elas.


A Universíade tem transmissão pelo site http://www.livefisu.tv/home, que mostrou hoje a partida do Brasil.


O site disponibilizou uma amostra do que foi o jogo aqui.

domingo, 14 de agosto de 2011

Universíade: EUA 112 x 53 Brasil

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Destaque para a pivô Nádia com 16 pontos e 12 rebotes (6/18 nos arremessos...)

Leila e Tainá fizeram 8 pontos cada.

A estatística completa você encontra aqui.



Alguém anotou a placa?

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Brasil perde amistoso para os Estados Unidos antes da Universíade

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Brasil e Estados Unidos realizaram, nesta quarta-feira (10/08), uma prévia da partida de estreia do torneio feminino de basquete da Universiade 2011, em Shenzhen, China. As seleções, que se enfrentam no dia 14/08 pela rodada de abertura do grupo B, fizeram um jogo amistoso no horário de treinos.

“Jogar contra os Estados Unidos é sempre uma grande experiência e um aprendizado. E este foi o objetivo ao realizar este amistoso. Além de ritmo de jogo, nossas atletas estão se preparando para os outros adversários da chave, Grã-Bretanha e Eslováquia”, destacou Janeth Arcain, técnica da seleção universitária.

As norte-americanas levaram a melhor no placar final – 79x47 – mas o Brasil espera resultados mais amplos em Shenzhen. “Queremos melhorar a classificação da seleção em relação à última Universiade e proporcionar experiência e vivência de competições internacionais para estas jovens atletas. Independente de adversários ou de resultados, o principal é a vontade e a determinação em quadra”, completou Janeth.

Doze jogadoras que se destacaram nas seleções de base da Confederação Brasileira de Basquete foram convocadas para a Universiade 2011. São elas: as pivôs Nádia Colhado, Michele Lopes, Tatiele Tomaz (Tatão) e Djane Santos; as laterais Leila Zabani, Tassia Carcavalli, Patricia Teixeira, Ana Paula Graciano e Laylla Pinheiro; e as armadoras Tainá Paixão, Camila Lacerda e Debora Fernandes.

“Treinamos cerca de 10 dias antes da viagem e muitas atletas já se conhecem porque jogam nos mesmos clubes ou jogaram nas seleções de base. E ter a Janeth como técnica é ótimo. Ela já foi atleta, sabe o que passa dentro de quadra, no jogo, os momentos de ansiedade e nervosismo, e está sempre nos ensinando, dando dicas de tática e posicionamento das adversárias”, conta a lateral Laylla.

Pollyanna Pádua

Fonte: CBDU

domingo, 24 de julho de 2011

Seleção universitária já treina em Americana (Jornal O Jogo)

Americana, definitivamente, virou a casa do basquete feminino brasileiro. Além da seleção adulta, em fase de preparação para o Pré-Olímpico, também está na cidade a seleção universitária, que disputará a Universíade 2011, em Shenzhen, na China. Sob comando da técnica Janeth Arcain, as meninas já treinam desde ontem (20) no ginásio principal do complexo do Centro Cívico, no Jardim da Colina.

Das 15 jogadoras convocadas por Janeth, 12 estão participando das atividades, entre elas, três da Unimed Americana: a armadora Débora Costa, a lateral Leila Zabani e a pivô Fabi Caetano. Além delas, o clube local cedeu mais duas jogadoras à seleção universitária: a pivô Clarissa Santos e a ala Tássia Carcavalli. A primeira está integrada à seleção adulta e a segunda disputa o Mundial Sub 19.

A seleção universitária é formada por jogadoras com idade até 24 anos e todas, obrigatoriamente, estão cursando faculdade. “O principal objetivo dessa seleção é dar vivência às atletas. Para elas, será muito importante jogar a Universíade, ganhar experiência, ter esse contato internacional”, comentou a ex-jogadora Hortência Marcari Oliva, diretora da CBB (Confederação Brasileira de Basquete). O período de preparação em Americana se estende até o dia 6 de agosto. Os treinos no Centro Cívico são em dois períodos: pela manhã, das 8 às 10 horas, e à tarde, das 14 às 16 horas.

A Universíade, em Shenzhen, será disputada de 12 a 23 de agosto. No basquete feminino, são 16 seleções divididas em quatro grupos. O Brasil está no Grupo B, considerado um dos mais difíceis, ao lado de Eslováquia, Estados Unidos e Grã-Bretanha.

Fonte: Jornal O Jogo