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domingo, 3 de janeiro de 2010

Yahoo elege a seleção da década na NCAA e na WNBA

image_dianataurasi A editoria de Esportes do site Yahoo fez uma eleição das melhores jogadoras na NCAA e na WNBA nessa década.

Dê uma olhada no resultado:

NCAA

Seleção: Sue Bird, Diana Taurasi, Seimone Augustus, Candace Parker e Courtney Paris.

Melhor Jogadora: Diana Taurasi.S0831_Liberty_Sparks_AB023.JPG

Técnico: Geno Auriemma.

Menções Honrosas: Jackie Stiles,  Ruth Riley,Alana Beard,  Sylvia Fowles,  Candice Wiggins e Maya Moore.

WNBA

Seleção:  Diana Taurasi, Sheryl Swoopes, Tamika Catchings, Lauren Jackson e Lisa Leslie.

Melhor Jogadora: Lisa Leslie.

Técnico: Bill Laimbeer.

Menções Honrosas: Sue Bird, Katie Smith e Tina Thompson.

domingo, 27 de setembro de 2009

Phoenix e Indiana encerram séries e farão final da WNBA

capt.45db895bac9d4421b31fa48be3fc08c2.sparks_mercury_basketball_azal109 Na noite de ontem, o Phoenix Mercury voltou a derrotar o Los Angeles Sparks, fechou a série em 2 a 1, ficando com o título do Oeste e a vaga para a decisão da WNBA.

Mais uma vez, Taurasi (21 pontos e 7 rebotes) foi o nome do jogo e deu um gosto amargo à despedida das quadras da extraordinária Lisa Leslie (22 pontos e 9 rebotes). Leslie foi eliminada com 6 faltas, assim como Candace Parker, que teve uma má noite (6 pontos), graças a um elogiável trabalho de Le'Coe Willingham.

Ao fim da partida, Leslie confirmou a aposentadoria, mesmo sob protestos (“Ela poderia ter mais três ou quatro bons anos” - disse Taurasi): “Continuarei próxima do basquete, porque sinto que preciso ser uma parte dele.”. Bela frase!

No Leste, o Indiana confirmou a virada (2 a 1) sobre o Detroit (76-67). A canadense Sutton-Brown foi a cestinha, com 17 pontos.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Detroit e Phoenix saem na frente nos play-offs da WNBA

Lisa, já preocupada, disputa um rebote com Cappie Pondexter Lailaa Nicole acompanha a atuação da mãe, Candace Parker, no colo do pai, Sheldon Williams 

Jogando em casa, o Detroit atropelou o Indiana na segunda metade do confronto e venceu por 72 a 56. Colaborou a dupla infernal formada por Deanna Nolan (23 pontos) e Shavonte Zellous (22). E ainda a pontaria torta da ótima Tamika Catchings, que ficou nos 9 pontos (4/11).

Já em Los Angeles, as labaredas mais uma vez acompanharam Diana Taurasi: 28 pontos e 6 assistências. Com a colaboração de Penny Taylor (18 Pontos) e Cappie Pondexter (15), o Phoenix fez 103-94 para cima do Sparks, que como de costume brilhou no garrafão com Candace Parker (28 pontos, 10 rebotes) e Lisa Leslie (19 pontos e 8 rebotes).

Os próximos jogos são amanhã.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Iziane brilha e Dream bate Sparks na WNBA

01af8a92d3256d5e91eb975ee491b85e-getty-87231391ab020_dream_sparks 64a5602a320e3abf4c71a9cfc54d9b12-getty-87231391ab019_dream_sparks 99baa03c37b9c5d4b33f77c93029e334-getty-87231391ab024_dream_sparks

O Los Angeles Sparks e o Atlanta Dream se enfrentaram nessa terça na WNBA.

Jogando em Los Angeles, o Atlanta igualou a partida (69-69, o décimo empate entre as equipes ontem) a 4:30 do fim do jogo, com uma cesta de Sancho Lyttle, em uma assistência de Érika.

O time passou a frente, no minuto seguinte, com um lance-livre de Érika (70-69).

Aos 2:36, Iziane acertou uma cesta de 2, seguida de duas de três consecutivas e mais dois lances-livres.

Foi interrompida por Angel McCoughtry, que marcou dois lances livres.

Mas logo depois, Iziane cobrou (e acertou) mais dois lances livres, e deu números finais ao jogo: 84-79.

A brasileira encerrou a partida com 27 pontos (3pts 5/10, 2pts 4/12 e LL 4/4). Ainda teve 4 rebotes e 2 assistências, em 32’.

Sobre a atuação, Iziane disse: “A maioria dos times não consegue me conter quando jogo no máximo da minha velocidade”, ao que a técnica Meadors adicionou: “Iziane foi hoje uma grande líder em quadra.”

Érika somou 5 pontos, 7 rebotes, 4 faltas e 3 assistências, em 17’.

Lisa Leslie foi a cestinha do Sparks, com 24 pontos.

Dica: Não deixe de ver nossas meninas nas fotos acima.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Lisa Leslie registra momento de tietagem na Casa Branca



A Super Lisa Leslie é uma das fãs mais entusiasmadas do novo presidente americano Barack Obama.

Depois de participar da cerimônia de posse, a pivô retornou para um novo encontro com o casal Obama, na Casa Branca.

"Me senti como uma criança vendo Michael Jackson em um show." registrou a estrela em seu blog.

domingo, 15 de março de 2009

Candace Parker é capa de edição da ESPN Magazine

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Pela primeira vez em sua história, a revista ESPN americana traz em sua capa uma atleta grávida. A autora da façanha é Candace Parker, por sinal uma especialista em quebrar recordes.

Aos 22 anos, Candace já soma uma medalha olímpica (ouro em Pequim-08) e o título de MVP em sua temporada de estreia na WNBA (sensacional, diga-se de passagem).

A matéria de capa é muito boa (Is Candace Parker the female Jordan?): um retrato extremamente bem conduzido do potencial (atlético e comercial) de Candance e suas ambições em meio às limitações do basquete e do esporte feminino no mundo.

Há ainda textos sobre o assédio das equipes européias sobre Candace e discussões sobre a recuperação de mulheres atletas após o parto.

Sobre a reportagem, o site da WNBA.com ainda fez uma entrevista com o editor da ESPN Magazine.

A edição da revista ainda elabora um ranking com as melhores jogadoras da história da WNBA.

No topo ficou mesmo a lenda Cynthia Cooper, quatro títulos na liga.

Em segundo, Candace (reveja o vídeo da estreia da garota na liga).

Em terceiro, Sheryl Swoopes (relembre um triple-double da primeira contratada da liga).

Em quarto, o nome é Lisa Leslie, dona da primeira enterrada da história da liga.

O último nome mencionado é Diana Taurasi, na quinta colocação.

Receberam menção honrosa a veterana Yolanda Griffith e Katie Smith.

O ranking ainda registra a ascensão de Cheryl Ford e a queda de Chamique Holdsclaw.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Lisa Leslie confirma aposentadoria para o final da temporada da WNBA



A pivô Lisa Leslie, 36 anos, tetra-campeã olímpica e três vezes MVP da WNBA, anunciou ontem que encerrará a vitoriosa carreira após a temporada da WNBA.

Leslie acumulou 5905 pontos e 3156 rebotes no Los Angeles Sparks, que defende desde a primeira temporada da liga, em 1997.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

WNBA: Seattle empata série com o Los Angeles



Com 20 pontos da armadora Sue Bird, mais 16 pontos de Sheryl Swoopes, o Seattle conseguiu o que parecia (muito) difícil: empatar a série com o Los Angeles Sparks, em 1 a 1.

Na derrota por 64-50, mais uma vez a pontuação do Sparks esteve bem distribuída, com 11 pontos e 11 rebotes para Lisa Leslie, 11 para Delisha-Milton e 10, para Candace Parker.

Pelo Storm, Kelly jogou um minuto e meio.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Com titulares poupadas, Kelly volta a jogar por vinte minutos



Com as estrelas do Seattle poupadas (Sue Bird e Yolanda Grifith jogaram 3'), Kelly voltou a atuar 20 minutos no jogo de ontem.

Mas não foi bem nos arremessos, somando 2 pontos (1/8). Teve 5 rebotes, 4 faltas, 1 assistência, 1 toco e 2 erros.

O time perdeu por 65-48 para o Los Angeles (Candace Parker: 9', Lisa Leslie: 6').

Os times voltam a se encontrar, nessa semana, mas agora pelo play-off semifinal.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Pedras de Pequim: ESTADOS UNIDOS


Dona de sete títulos mundiais e cinco ouros olímpicos, a seleção norte-americana é uma verdadeira pedreira em Pequim.

Não bastasse a tradição, os Estados Unidos chegam a Pequim, com a missão de reafirmar sua hegemonia na modalidade; e é dificilmente deixarão passar essa oportunidade.

Há 24 anos, as americanas iniciaram uma série imbatível nos dois principais torneios. Ficaram com o ouro em Los-Angeles-84, no Mundial-86 (URSS), em Seul-88 e no Mundial-90 (Malásia).

O domínio yankee só foi interrompido em Barcelona-92, quando a CEI ficou com o ouro. Em 1994, as vilãs foram as brasileiras, que acabaram com as chances das americanas na semifinal no Mundial-94 (Austrália).

Os dois fracassos consecutivos instauraram uma crise na USA Baskteball. Nos dois anos seguintes, as americanas treinaram insanamente para não decepcionar ao sediar os Jogos de 1996 (Atlanta). O resultado não podia ser outro: o retorno ao topo após uma vitória incontestável sobre o Brasil, na final.

Um ano depois, aproveitando a repercussão da conquista dentro de casa, o país enfim tornou realidade uma antiga idéia: a criação da versão feminina da NBA.

Parecia tudo muito bem. E realmente estava. Os ouros se repetiram no Mundial-98 (Alemanha), em Sydney-00, no Mundial-02 (China) e em Atenas-04.

A série, no entanto, foi quebrada no Mundial do Brasil-06, quando a seleção foi derrotada pelas russas nas semifinais, e ficou com o bronze.

Se é possível atribuir a culpa a algo ou alguém por essa derrota; ela parece estar relacionada às próprias mudanças no basquete americano, após a derrota para o Brasil, em 1994.

Com a chegada da WNBA, a liga já não permite que suas principais estrelas desfalquem a temporada para se preparar para os Jogos, como aconteceu em 1996. O reaquecimento do mercado europeu, principalmente o russo, agravou o problema, já que essas mesmas estrelas passaram a defender clubes nesses países durante as férias da WNBA.

Assim, a preparação da seleção passou a ficar restrita a algumas poucas semanas.

Teorizam ainda que o fato de estrangeiras jogarem na WNBA tenha contribuído na mudança, o que não sei até que ponto é verdade.

Hipóteses a parte, a verdade é que a seleção americana é o melhor elenco em Pequim. Talento não falta. Em nenhuma posição.

O único empecilho para o time pode ser a pressão pelo ouro, algo que todas as atletas e a própria técnica Anne Donovan admitem em entrevistas: "qualquer resultado que não o ouro será um fracasso".

Cestinha dos Estados Unidos nas últimas três Olimpíadas, a pivô Lisa Leslie tenta chegar ao seu quarto ouro consecutivo. Depois de desfalcar a seleção no Mundial-06 para ser mãe, Lisa está de volta. E com sede de vitória. Aos 36 anos, a pivô de 1,96 é talvez o maior nome do basquete feminino mundial na última década. É o maior símbolo da WNBA, onde defende o Los Angeles Sparks, numa história em que se acumulam dois títulos, três eleições de MVP e ainda a primeira enterrada da história da liga. Nos Estados Unidos, é uma celebridade, com direito a participação em episódio dos Simpsons. Faz ainda alguns trabalahos como modelo. Ao contrário de muitas de suas companheiras, não teve muitas experiências no exterior. Depois da WNBA, contabiliza apenas uma temporada na Europa, pelo Spartak (Rússia), em 2005/6.

Se essa deve ser a última Olimpíada de Lisa, ao seu lado estará uma candidata a assumir com brilhantismo o papel de grande dama do basquete mundial nos próximos anos: Candace Parker. Com apenas 22 anos, a pivô de 1,96 acumula feitos. Colecionou títulos na NCAA. Ainda universitária teve sua primeira convocação para a seleção adulta (2006) e registrou números impressionantes, se convertendo num dos principais nomes do time no Mundial-06. Draftada pelo Los Angeles, de Lisa, fez uma estréia fantástica na WNBA. Extremamente versátil, era apresentada como armadora, ala e pivô, na página de sua universidade. É uma máquina de fazer pontos, pegar rebotes e distribuir assistências e que parece ter a exata dimensão do seu enorme potencial. Candace é irmã de Anthony Parker (Toronto Raptors) e noiva de Shelden Williams (Sacramento Kings). Na atual temporada da WNBA, já enterrou duaz vezes. Em sua estréia olímpica, não deve se esperar outra coisa de Candace que não o que ela nos acostou a mostrar: show.

Segunda escolha do Draft 2008, a pivô Sylvia Fowles, 1,98m e 23 anos, defende o Chicago Sky na WNBA. Ficou ameaçada de ser cortada da seleção após lesionar o joelho na partida contra o Los Angeles Sparks no dia 3 de junho. Fowles se tornou a quinta mulher a enterrar na NCAA. Defendendo a LSU, teve média de 17,4 pontos e 10,3 rebotes, por partida. Na WNBA, suas médias são mais discretas: 8,4 pontos e 6,5 rebotes, por partida.

Já com uma medalha olímpica no peito (o ouro, em Atenas-04), a ala-armadora Diana Tarausi é um outro grande nome do basquete mundial. Extremamente atlética e precisa, é uma das referências ofensivas do time. Tem 1,82m e 26 anos. Já acumula três temporadas na Rússia, onde participou da conquista da EuroLiga de 2007, pelo Spartak. Na WNBA, conquistou o título da temporada do mesmo ano. É a sexta jogadora na história dos Estados Unidos a acumular um ouro olímpico, um título da WNBA e um da NCAA. (As outras cinco são: Ruth Riley, Sheryl Swoopes, Swin Cash, Kara Wolters e Sue Bird).

Colega de Taurasi no Spartak, a armadora Sue Bird (27 anos, 1,76 m) também já provou o sabor do ouro em Atenas. Depois de atuar pouco, em função da presença da fantástica Dawn Stanley na seleção, Sue assumiu maior responsabilidade no Mundial-06 e repetirá tal papel em Pequim. Dona de um título da WNBA, pelo Seattle (2004).

Outra veterana de importante papel na seleção é a ala Tina Thompsom, de 33 anos e 1,83. Tina estreou em Olimpíadas somente em 2004, após uma contusão a tirar da convocação para Sydney-00. Soma quatro títulos na WNBA, todos pelo Houston. Também muito atlética, tem facilidade tremenda no jogo próximo a cesta. Tem ainda uma carreira de respeito na Europa, onde acumula dos títulos da EuroLiga, pelo mesmo Spartak russo.

Experiência também é o que oferece a ala Katie Simth, aos 34 anos. Com 1,80m, é uma das melhores alas da sua geração. Se já apresentou mais vigor em seu jogo no passado, compensa essa mudança com o sangue frio e a maturidade atuais. Além do título da WNBA, em 2006 (Detroit), tem duas conquistas na primeira liga profissional americana: a ABL, na qual ganhou os torneios de 1997 e 1998, pelo Columbus Quest.

A ala Delisha Milton-Jones, 1,85m e 34 anos, campeã olímpica em 2000, ficou de fora dos jogos de 2004 após sofrer uma lesão. Defende o Los Angeles Sparks, onde juntamente com Lisa Leslie e Candace Parker, forma um dos garrafões mais temidos da WNBA. Durante suas férias, defende o espanhol Ros Casares, mesmo time da brasileira Érika.

Uma das jogadoras mais versáteis da WNBA, Tamika Catchings, 1,85m e 29 anos, defende o Indiana Fever. Já foi eleita caloura do ano em 2002 e melhor jogadora de defesa, em 2005 e 2006. Na carreira, possui médias de 16,7 pontos, 7,8 rebotes e 3,7 assistências, por partida.

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Completam a lista de Anne Donovan: as armadoras Cappie Pondexter 1,75m e 25 anos, do Phoenix Mercury, Kara Lawson, 1,75m e 27 anos, do Sacramento Monarchs; e a ala Seimone Augustus, 1,83m e 24 anos, do Minnesota Lynx.

Daqui a pouco, os Estados Unidos começam sua campanha, que não deve ser muita desafiadora na primeira fase. O adversário da estréia é a República Tcheca. Depois, encara: China, Mali, Espanha e Nova Zelândia.


Para concluir essa série, contei com o apoio amigo do Marcos. Sem ele, a pedra americana só rolaria após a estréia. Valeu, Marcos!

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Na final do Diamond Ball, Estados Unidos vencem a Austrália por 4 pontos


As americanas não tiveram moleza na final do Diamond Ball. A Austrália fez um jogo duríssimo, só definido nos últimos segundos, mas, ainda assim, perdeu por 71-67.

Lisa Leslie (14 pontos, 10 rebotes) e Candace Parker (12 pontos, 8 rebotes) foram os maiores destaques. Sue Bird teve 11.

Pela Austrália, o esperado: Penny Taylor, 19. Lauren Jackson, 16.

Na decisão do bronze, a China desmontou a Letônia. Com uma defesa forte, as donas-da-casa forçaram 25 erros da Letônia e fizeram 63 a 51, em um jogo muito feio. Nos 3 pontos, por exemplo, as chinesas acertaram 3 em 19.

Anette Jekabsone parou nos 9 pontos.

Por fim, a Rússia passou por Mali, sem brilho: 79-52, com 12 pontos de Korstine e Shchegoleva. Ao final, Abrosimova confessou: "Estamos fora do ritmo. Esses três dias foram um pesadelo para nós.".

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Candace Parker faz 40 pontos em vitória dos Sparks

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Segundo o técnico do Los Angeles Sparks, Michael Cooper, Candace Parker "está começando a entender a WNBA".

Realmente, os adversários devem temer a evolução desse "entendimento".

Ontem, Candace Parker atingiu seu recorde pessoal em pontos na WNBA, ao marcar 40 pontos (inclusive os lances-livres que levaram o jogo à prorrogação) na vitória sobre o Houston , por 82 a 74.

Além dos 40 pontos, Candace pegou ainda 16 rebotes, deu 6 assistências e 5 tocos.

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Nas entrevistas após jogo, Parker atribuiu humildemente sua performance à presença de Lisa Leslie no garrafão. A veterana teve 13 pontos na partida e comemorou o resultado com a filha Lauren Lockwood.

Pelo Houston, Tina Thompson teve 21 pontos.