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sábado, 10 de dezembro de 2011

Comandada por Guilherme Vos, equipe brasileira fica com título do Sul-Americano Escolar

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Na última quarta-feira, a equipe de basquete feminino do Colégio Santa Mônica (Rio de Janeiro), representante do Brasil nos Jogos Escolares Sul-Americanos – Bogotá (COL), conquistou o ouro da competição ao bater a equipe na Venezuela por 86 a 55.

O time, comandado pelo treinador Guilherme Vos, havia estreado na competição com derrota para o Chile (62-58), mas depois se recuperou nos jogos seguintes, batendo Paraguai (81-52) e Equador (69-43).

Nas semifinais, a equipe carioca passou pela Colômbia (79-73).

As atletas que participaram da conquista foram:Djanne Silva, Isabelle Martins, Larissa Carneiro, Letícia Josefino, Lohana Bordignon, Natasha Silva, Priscila Ribeiro, Rayanne Sant’anna, Rejianne Silva e Yasmin Lima.

domingo, 18 de setembro de 2011

Cariocas conquistam o ouro nas Olimpíadas Escolares

As cariocas do Centro Educacional Santa Mônica (RJ) venceram as catarinenses do Colégio Jangada por 51 a 31, neste domingo, no ginásio do Colégio Marista Pio X, em João Pessoa (PB), e conquistaram o bicampeonato das Olimpíadas Escolares 2011, pela divisão especial, para atletas de 12 a 14 anos. Na preliminar, a equipe paranaense do Colégio La Salle venceu o time paulista da Escola Estadual Geraldo Moreira por 82 a 46, e ficou com a medalha de bronze.

Após o nervosismo inicial de uma partida decisiva, as meninas do Rio de Janeiro abriram vantagem, mas as 'pequenas gigantes' de Santa Catarina encostaram no placar e viraram o jogo. Em seguida, comandadas pela capitã Rayane Sant'Anna (foto), cestinha da partida com 27 pontos, o time carioca, formado por oito atletas que jogam na Mangueira, retomou a liderança no placar e venceu o duelo.

Bicampeã do campeonato estudantil, Rayane estava muito emocionada após a partida e dedicou a vitória à mãe, que faleceu quando ela tinha 12 anos.

- Todas nós lutamos até o fim e conseguimos esse prêmio. Eu queria que uma pessoa estivesse presente, ela não está, mas sei que lá em cima ela está me vendo e eu dedico todo este campeonato que eu fiz a ela - enfatizou a jovem, com lágrimas no rosto.

O técnico do time carioca, Guilherme Vos, afirmou que a equipe ganhou confiança durante a competição.

- Quando você vem disputar uma competição como as Olimpíadas Escolares, nunca sabe as equipes que vai encontrar, no máximo sabe o nome da escola, mas não o time propriamente e a ansiedade sempre crescem nessa hora - explicou.

Depois da partida, a torcida do Rio de Janeiro, composta pelos atletas de outras modalidades da delegação, invadiu a quadra para comemorar junto às atletas.


Fonte: Globoesporte.com

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Entrevista – Guilherme Vos

O técnico da Mangueira, Guilherme Vos, recentemente confirmado como assistente técnico da seleção brasileira sub15, concedeu entrevista ao blog Esporte Rio.

No papo, Guilherme fala da situação do basquete no Rio, mas não adianta as condições com as quais a Mangueira disputará a LBF2.

Confira- Entrevista: Guilherme Vos

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Geração de Ouro: Guerreira baiana (Jornal da Tarde)

Márcio Fernandes/AE

Alessandro Lucchetti

Há muitos anos, a Seleção Brasileira feminina de basquete é sustentada por jogadoras egressas de dois polos: o interior paulista e o ABC. De uns tempos para cá, o projeto esportivo da Mangueira, no Rio de Janeiro, tem produzido jogadoras convocáveis. A carioca Érika, principal atleta da Seleção, ao lado de Iziane, foi revelada pela Estação Primeira. A talentosa ala Clarissa, do Catanduva, também saiu de lá. E a mais recente e grata cria mangueirense atende pelo nome de Isabela Ramona, uma ala de 17 anos e 1,78m que tem vaga garantida na Seleção Sub-17 e já está queimando etapas.

Isabela foi convocada pelo técnico Luiz Cláudio Tarallo para a sub-19, que cumpre um período de seis meses de treinamento em Jundiaí na preparação para o Mundial do Chile, que será disputado em julho.

A ala “made in Mangueira” chama a atenção pela força física. Mesmo treinando contra equipes masculinas, ela disputa rebotes com apetite, vale-se dos músculos das pernas para se deslocar com rapidez na hora de marcar e para irromper no garrafão adversário em contra-ataques. Mas ainda falta dosar essa potência nas ocasiões em que o basquete pede apenas habilidade. Como no momento do arremesso, por exemplo, em que a quebra da munheca perfeita faz a diferença entre uma bola no aro e outra que entra de chuá.

Guilherme Vos, que a treina desde 2008 no Rio, não se cansa de admirar o empenho da atleta, mas não se desmancha em elogios gratuitos. “A Isabela tem um vigor físico fora de série, mas está longe de ser uma jogadora pronta. Ela ainda não equilibra o movimento do braço quando faz uma jogada em alta velocidade. Às vezes solta a bola com muita força. Precisa cadenciar.”

Ex-treinador do Fluminense e ainda dando murros em ponta de faca no Rio, que não tem competição estadual adulta, Guilherme sonha em ver uma jogadora formada na cidade brilhando em 2016. Os cariocas já se preocupam com o risco de fazer parte dos Jogos apenas como torcedores, sem presença expressiva na delegação. “A vontade que o jogador precisa ter para chegar a esse nível a Isabela tem. Ela está numa batida legal, é muito responsável e determinada, além de ter talento. A presença dela na Olimpíada vai depender do tamanho dessa obstinação.”
Tarallo, por sua vez, gosta de ver o esforço da baiana. “Ela tem um espírito de luta muito acima da média. Não tem receio do jogo, nenhum medo. E fora de quadra é o tipo de jogadora que faz bem a qualquer grupo: simpática, disciplinada e amiga.”

Muitos torcedores ainda sonham com uma nova Hortência ou uma nova Paula, mas, na falta de craques como elas, uma jogadora tão empenhada na defesa não pode ser desprezada. Isabela acredita até que defender a Mangueira, que era considerada a oitava e última força da Liga Feminina e acabou em quinto, ajudou a mexer com seus brios. “A vontade de marcar é uma coisa minha que foi aflorando na Mangueira. Se a gente não defendesse muito, ia perder feio para equipes como Americana e Santo André. Conseguimos evitar muitas derrotas feias assim.”

Fonte: Jornal da Tarde

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Colégio carioca fatura o título do Brasileiro Estudantil

O Colégio ADN do Rio de Janeiro ficou o título do Brasileiro Estudantil de Basquete Feminino.

Na final no último sábado, a equipe treinada por Guilherme Vos bateu o time de Barretos.

Com a vitória, o colégio será o representante brasileiro no Mundial Estudantil, que será na China.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Guilherme Vos no Rebote

“Sou do tempo em que o técnico do mirim tinha quase 50 anos. Hoje você vai ao treino do mirim, e o técnico ainda joga no juvenil. É ele que entra para ensinar. Pode até virar um bom treinador, mas até chegar lá vai experimentar com muita criança que devia ter outro tipo de ensinamento, em vez de aprender junto com o cara.”

“Eu adoraria ver o técnico ou a coordenadora da seleção feminina no Campeonato Brasileiro de base.”

Esses são apenas alguns dos ótimos momentos da entrevista do técnico da Mangueira, Guilherme Vos, ao Rodrigo Alves, no Rebote. Confira!

domingo, 14 de novembro de 2010

Agora como rival, Clarissa volta à Mangueira e vive noite de reencontros

A cena já se repetiu inúmeras vezes na Vila Olímpica da Mangueira: com o sorrisão largo, Clarissa caminha para dentro da quadra, abraça as amigas, tem o nome gritado por quem está do lado de fora e ganha a disputa no tapinha inicial. A noite deste sábado, no entanto, tinha um detalhe diferente: a pivô de 22 anos não vestia verde e rosa. Estava de amarelo, com a camisa 11 de Catanduva. Quis a tabela da Liga de Basquete Feminino que ela enfrentasse justamente o ex-time na estreia, agora defendendo a equipe do interior paulista, atual campeã nacional.

Maior revelação do basquete carioca nos últimos anos, Clarissa ainda tenta se acostumar ao papel de visitante na Mangueira. Missão difícil. No sábado, ela enfrentou pela primeira vez o ex-técnico e mentor Guilherme Vos, que a acompanhou desde os primeiros passos com a bola laranja até a transferência da atleta para Portugal, no início de 2009.

- Foi legal. Eu nunca tinha jogado contra o Gui, mas foi divertido. É claro que eu conhecia todo mundo no time, e já até tinha jogado contra algumas delas em outras situações – explica Clarissa, que anotou 13 pontos, 14 rebotes e três roubos na vitória fácil de Catanduva por 96 a 55.

Após o jogo, a pivô chegou a entrar na van para ir embora com o time de Catanduva, mas abortou a missão para resolver algumas questões pendentes na Vila Olímpica e aproveitou para voltar ao ginásio e bater um papo com Guilherme.

- A cada movimento da Clarissa na quadra hoje, a gente lembra como foi o começo e vê que ela aprendeu. Mas é aquela coisa: não é o técnico que ensina, é a atleta que aprende. Ela teve um caminho muito legal, saiu daqui, foi para a Europa e hoje está numa boa equipe. Não é qualquer atleta que deixa as portas abertas em todos os lugares por onde passa. O reencontro foi ótimo – disse o treinador.

Logo após ganhar o tapinha inicial, o primeiro lance da pivô no jogo foi um roubo de bola em cima de uma amiga de longa data: a armadora mangueirense Ivana, com quem formou uma dupla afinada no basquete feminino carioca.

- A Ivana até falou durante o jogo: “Não vale isso não” (risos). Mas ali cada uma defende a sua camisa, né – afirmou Clarissa, dizendo-se satisfeita com a nova fase em Catanduva.

Mais preparada na parte física e igualmente esperta nos rebotes, a pivô sabe que evoluiu como jogadora, mas nem por isso abandona o jeito simpático dos tempos de juvenil. Na noite de sábado, reencontrou muitos amigos e foi falar com cada um, sempre com a risada espontânea. Risada que por pouco não saiu na hora errada. Durante as apresentações antes do jogo, ela teve o nome gritado pelas amigas à beira da quadra e...

- Fiquei com a maior vontade de rir, foi engraçado. Mas a gente tem que segurar, né!

Fonte: Globoesporte.com

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Rio de Janeiro vence Paraná na final das Olimpíadas Escolares

thumb_2010_9_19_13_52_19_keiny Em uma final emocionante, o Rio de Janeiro conquistou a medalha de ouro do torneio feminino de basquete da Divisão Especial das Olimpíadas Escolares Fortaleza 2010. Neste domingo, dia 19, na Universidade de Fortaleza (Unifor), as cariocas do Colégio Santa Mônica venceram as paranaenses do Colégio Portinari por 53 a 37. Na disputa pelo bronze, o Instituto Educacional Jangada, de Santa Catarina, derrotou a Escola Estadual Antônio Marinho, de São Paulo, por 39 a 24, garantindo um lugar no pódio.
Para o técnico do Colégio Santa Mônica, Guilherme Vos, as cariocas só perceberam que estavam disputando uma medalha de ouro no segundo tempo da decisão. "Em qualquer situação, em qualquer jogo, tem que existir atitude. As meninas estavam jogando como se quisessem o título de vice-campeãs", disse Guilherme.
A equipe do Colégio Santa Mônica teve como destaque a ala-pivô Thainá Silva, de 14 anos. A atleta ,de 1,81m, marcou 20 pontos no jogo. "A sensação da vitória é inexplicável. Nós já estávamos conformadas com o segundo lugar, até que nosso técnico nos mostrou que ainda era possível virar o jogo", afirmou emocionada a cestinha.
A medalha de prata ficou com o time do Colégio Portinari que, durante os três primeiros quartos da partida, lutou bravamente em busca da vitória. Segundo o técnico paranaense, Paulo Vasconcelos, as atletas ficaram tensas com a proximidade do fim do jogo. "Foi muita pressão no último período e o nervosismo aumentava ainda mais quando não pontuávamos em lances livres", disse Paulo.
Na disputa pelo bronze, o Instituto Educacional Jangada, de Santa Catarina, venceu a Escola Estadual Antônio Marinho, de São Paulo. Júlio Patrício, técnico ha dois anos da equipe catarinense, afirmou que suas garotas foram guerreiras desde a etapa Municipal das Olimpíadas Escolares. "As meninas têm baixa estatura, passaram por momentos difíceis, mas conquistaram o bronze com garra. Foi uma medalha com gostinho de ouro", ressaltou Júlio Patrício.

Colégio Portinari é Vice-Campeão Brasileiro no basquete feminino

A equipe de basquete feminino do Colégio Portinari de Londrina representou o Paraná nas Olimpíadas Escolares Brasileiras disputada em Fortaleza no Ceará entre os dias 10 e 19 de setembro.
Na primeira fase a equipe fez uma campanha impecável vencendo na estréia o estado do Rio Grande do Norte por 97x18, no segundo jogo a vitória foi sobre o Mato Grosso por 43x18 e na última partida ganhou do Espirito Santo, atual vice-campeão, pelo placar de 55x18. Nas semi-final o adversário foi São Paulo e novamente a equipe paranaense dominou a partida vencendo 3 dos 4 quartos de jogo (11x09,10x06,13x09,06x09), sendo o placar final 40x33.
Na final o adversário foi o favorito Colégio Santa Mônica do Rio de Janeiro, atual campeão e time com maior média de altura do campeonato. Apesar do favoritismo das cariocas a equipe do Colégio Portinari impôs seu ritmo de jogo, venceu os dois primeiros quartos por 11x09 e 10x06 e no terceiro quarto ampliou para 13 pontos de diferença a menos de 4 minutos do final da parcial. O domínio da partida se inverteu quando as duas atletas mais experientes, Alissa Fumagalli e Larissa Ciappina, foram desqualificadas com 5 faltas, a partir daí o Rio de Janeiro passou a pressionar e virou a partida com tranquilidade e sagrou se Bi-Campeão ao vencer pelo placar final de 53 a 37.
Segundo o técnico Paulo Vasconcelos apesar da tristeza por deixar o título escapar no final da partida o resultado deve ser amplamente comemorado, "Foi o 1º ano que disputamos os Jogos Colegiais do PR, éramos uma das equipes mais baixas no brasileiro, tinhamos um elenco reduzido e com atletas mais jovens logo temos muito o que comemorar. Não podemos deixar uma derrota apagar toda a campanha vitóriosa que fizemos, o titulo estadual invicto, a ótima campanha no brasileiro, tivemos nosso mérito mas o RJ foi melhor e mereceu o título, temos que reconhecer isso".
Vale ressaltar que das 8 modalidades coletivas que representavam o Paraná em Fortaleza apenas 3 conseguiram se classificar para as semi-finais e apenas o basquete feminino alcançou a final.
As atletas do Colégio Portinari fazem parte do projeto do Projeto Basquete Feminino Juventude que conta com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Londrina através da Fundação de Esportes (FEIPE), Colégio Portinari, Academia Energy Gym e Restaurante Meeting e com o apoio da Sociedade Amigos do Bandeirantes e Bairro Industrial (SABBI) e Iate Clube de Londrina. As meninas entre 08 e 13 anos interessadas em participar do projeto podem entrar em contato com o professor Paulo Vasconcelos pelo telefone 9977-6615.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Basquete feminino termina Jogos Olímpicos da Juventude em sexto

home_2010_8_21_11_53_34_BRAxAUS_15 O basquete brasileiro despediu-se, nesta segunda-feira, dia 23, dos Jogos Olímpicos da Juventude Cingapura 2010 com uma derrota para o Japão por 32 a 29 na prorrogação. Assim, a equipe feminina, comandada pelo treinador Guilherme Vos, termina a competição na sexta colocação. A classificação final do Brasil foi definida em jogos equilibrados contra seleções fortes e que estiveram no último Mundial juvenil. A campanha brasileira na competição foi de quatro vitórias (República Tcheca, Tailândia, Mali e Coreia do Sul) e três derrotas (China, Austrália e Japão). A medalha de ouro do basquete feminino ficou com a China, que derrotou a Austrália na final. O bronze ficou com os Estados Unidos.

Na partida contra o Japão, o destaque foi a garra demonstrada pelas quatro jogadoras do elenco, sinal do comprometimento pelo melhor resultado. O Brasil esteve na liderança do placar durante boa parte do jogo, mas faltando um minuto relaxou e permitiu ao Japão encostar no placar. Faltando 7 segundos, o Japão virou o jogo. No último lance da partida, um lindo arremesso de três pontos de Érika empatou a partida em 27 e levou o confronto para a prorrogação. O Japão foi mais eficiente no período decisivo, dando números finais à partida, 32 a 29. A cestinha da partida foi a brasileira Joice Coelho, com 14 pontos. "A colocação não foi a esperada, mas atitude e a importância de estar entre as seis melhores do mundo serviram para elevar a auto-estima das atletas e resgatar uma geração que ficou de fora do Campeonato Mundial. Tivemos nossas chances de vencer, não só esse como o jogo contra a Austrália, mas vimos que não estamos longe das melhores", avaliou Guilherme.

A inclusão do Basquete 3x3 no programa esportivo dos Jogos Olímpicos da Juventude foi um dos pontos altos do evento. A modalidade recria o ambiente do basquete de rua, com música e um ambiente especial em torno do jogo. Um show. "Acredito que as jogadoras levarão uma boa experiência deste novo estilo de jogo quando voltarem a atuar no basquete convencional de cinco atletas. A velocidade e a intensidade do ritmo de jogo são elementos que podem beneficiá-las no futuro. Além disso, foi uma experiência grande atuar contra os melhores do mundo. Espero que o basquete 3x3 possa continuar nos próximos Jogos Olímpicos", opinou o treinador brasileiro, que ainda ressaltou a importância do basquete brasileiro estar sempre participando de competições e intercâmbios internacionais para desenvolver as categorias de base, algo que a Confederação Brasileira de Basquete já vem realizando.

Fonte: COB

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Brasil perde para a China e enfrenta Mali em Cingapura

20100818_793999_1808_Isabela_WR_COB_gde O Brasil foi superado pela China por 28 a 24 nos Jogos Olímpicos da Juventude de Cingapura. As cestinhas da partida foram Jin Jiabao (CHN) e Isabela Macedo (BRA), com 13 e 12 pontos, respectivamente. Foi a primeira derrota da equipe na competição. As brasileiras voltam à quadra nesta quarta-feira (18), às 23h de Brasília, para enfrentar Mali. O presidente da CBB, Carlos Nunes, está em Cingapura acompanhando os Jogos.
 
— Perdemos por quatro pontos, mas ficamos na frente em vários momentos. A marcação funcionou bem e tivemos nossas chances. Infelizmente, desperdiçamos muitos arremessos, o que acontece no esporte. O importante é que fizemos uma grande partida e não nos intimidamos. Não faltou luta. — analisou o técnico Guilherme Vós.
 
BRASIL (24)
Isabela Macedo (12pts e 7 rebotes), Érika Leite (6 e 5 recuperações) Joice Coelho (3) e Stephanie de Oliveira (3). Técnico: Guilherme Vós.
 
CHINA (28)
Jin Jiabao (13), Ma Xueya (8), Shen Yi (4) e Yang Xi (3) Técnico: Luyun Chen.

 

Obs.: As quatro atletas que defendem a seleção chinesa foram os maiores destaques da equipe que conquistou o bronze no Mundial Sub-17 no mês passado.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Brasil bate República Tcheca na estreia nos Jogos da Juventude

SPH-SYOGOC/Stefen ChowUma das maiores novidades dos Jogos Olímpicos, o basquete 33, que segue  de Seleção feminina do Brasil. A equipe comandada por Guilherme Vós enfrentou uma das forças de seu grupo, a República Checa, e obteve excelente resultado, 30 a 26. Nesta terça, às 23hs, o Brasil enfrenta a Tailândia.

A cestinha do Brasil na partida foi Joice Coelho, com 13 pontos. O jogo começou nervoso, mas o Brasil abriu uma diferença boa. No final, com duas bolas de três pontos, as adversárias encostaram no placar. Com uma marcação forte e muita disposição, a equipe nacional segurou a pressão para vencer a partida. O Brasil está no grupo C e enfrenta ainda a China, dia 18, e Mali, no dia seguinte. "Foi muito bom ter estreado com vitória. Sobretudo pela força e tradição da República Checa no basquete. O time foi guerreiro e se adaptou da forma como eu gostaria ao novo estilo de jogo. Todos os jogos serão difíceis, mas essa partida era decisiva para sonharmos com a classificação", avaliou o treinador Guilherme Vós.

Recebi mais fotos da  estreia das meninas, enviadas pela árbitra Flávia Almeida, que também está em Cingapura:

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domingo, 15 de agosto de 2010

Basquete teen tenta criar nova era (Folha de São Paulo)

Formato de rua dos Jogos da Juventude será avaliado e pode integrar o programa olímpico

MARIANA BASTOS
ENVIADA ESPECIAL A CINGAPURA

Os Jogos de Cingapura podem iniciar uma nova era no basquete, ajudando a massificá-lo sob um novo formato.
Na Olimpíada teen, a modalidade terá modelo similar ao do basquete de rua, conhecido como 33. São três atletas de cada lado, jogando apenas na metade de uma quadra, e com uma pontuação que tem como limite justamente os 33 pontos.
Se fizer sucesso em Cingapura, a Fiba (Federação Internacional de Basquete) estuda tentar sua inclusão no programa dos Jogos de 2020 ou 2024. E o COI (Comitê Olímpico Internacional) não se opõe à inclusão da modalidade, a mais badalada da Olimpíada para jovens.
"Os Jogos da Juventude são uma ótima oportunidade para as federações internacionais apresentarem novos eventos para o palco olímpico", afirmou Jacques Rogge, presidente do COI.
O treinador da equipe brasileira feminina de 33 em Cingapura, Guilherme Vos, crê no potencial da modalidade até mesmo para reerguer o combalido basquete nacional, que já esteve em segundo lugar na preferência nacional dos torcedores.
"Nesse formato, o esporte passa a ser mais inclusivo porque o atleta não vai precisar de um clube para poder jogar. Até torço para que o 33 ganhe um campeonato no Brasil", declarou o técnico.
"E ajuda a massificar o esporte, porque é mais simples de praticar. O 33 pode ser para o basquete o que o vôlei de praia foi para o vôlei", disse.
A Fiba também pensa assim. Tanto é que a federação conversará com dirigentes do vôlei para entender como a versão de praia foi desenvolvida após sua estreia olímpica, em Atlanta-1996.
Em Cingapura, a modalidade, porém, tem encontrado resistência por parte de quem está acostumado com a versão mais tradicional.
Esse é o caso do time brasileiro, representado por Érika Leite, Isabela Macedo, Joice Coelho e Stephanie de Oliveira. Uma delas será reserva.
Guilherme Vos reconhece a dificuldade das brasileiras, acostumadas a jogar com cinco atletas em cada time. "Elas sofreram muito porque no basquete indoor há mais atletas para ajudar a marcar e, no 33, a lógica do jogo muda. Fica mais dinâmico. Se você perde a bola, seu rival já parte para a bandeja."
Berço do basquete de rua, os EUA aproveitaram o talento das jogadoras já formadas nas quadras descobertas para levá-las para Cingapura.
"Basquete de rua é tudo o que eu mais gosto de jogar quando volto para casa, então não me surpreendi quando fui convocada", disse a americana Briyona Canty, 17.

Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 7 de agosto de 2010

Jacqueline Godoy dá uma forcinha no treino da seleção sub-17 em Dubai

Estava visitando a página que o COB montou no Facebook para a equipe que disputará os Jogos Olímpicos da Juventude e em meio às fotos do treino da seleção de Guilherme Vos me deparei com a presença de Jacqueline Godoy, armadora talentosa num passado recente e hoje funcionária do COB.

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Seleção Sub-17 faz aclimatação em Dubai

20100806_443504_Guilherme_gde O Brasil está cada vez mais perto da estreia nos Jogos Olímpicos da Juventude de Cingapura, que serão realizados de 14 a 26 de agosto. As jogadoras convocadas pelo técnico Guilherme Vós estão em Dubai, nos Emirados Árabes, para se adaptarem ao fuso horário e ao clima, que são parecidos com os de Cingapura. A equipe segue treinando forte para fazer uma boa campanha na competição.
 
— Temos academia disponível e estamos treinando em dois períodos no clube Al Waasl. Aqui em Dubai não tem outra equipe feminina e, por causa da cultura, não temos como fazer amistosos contra um time masculino. Mas já estamos programando algumas partidas em Cingapura contra as seleções das outras chaves. Além da preparação, foi oferecido alguns passeios para que a delegação brasileira pudesse conhecer um pouco da cidade — disse o técnico Guilherme Vós.
 
Nos Jogos Olímpicos da Juventude, o Brasil folga na primeira rodada e estreia no dia 16 de agosto contra a República Tcheca pelo grupo “C”. Depois a seleção brasileira enfrenta a Tailândia (17), China (18) e Mali (19). A competição vai reunir 20 equipes, formadas por quatro atletas e um técnico. Os times serão divididos em quatros grupos de cinco, que jogam entre si. Os dois primeiros colocados de cada chave se classificam automaticamente para as disputas de primeiro a oitavo lugares. Os que ficarem na terceira e quarta posição disputam de nono a 16º. E as seleções que terminarem em quinto vão jogar pelo 17º lugar.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Byra com Guilherme Vos e as meninas

Em seu blog, Byra Bello traz uma entrevista com o técnico Guilherme Vos e as atletas da seleção para os Jogos Olímpicos da Juventude.

Confira: aqui!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Seleção encerra treinos e embarca para os Jogos Olímpicos da Juventude

20100729_888313_Joice_gde As jogadoras convocadas pelo técnico Guilherme Vós encerram hoje (dia 29) o treinamento rumo aos Jogos Olímpicos da Juventude de Cingapura, que será realizado entre os dias 14 e 26 de agosto. As meninas viajam nesta sexta-feira (30) para São Paulo, onde participam do Seminário Preparatório organizado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). A equipe embarca para Dubai, nos Emirados Árabes, no dia 2 de agosto para o período de aclimatação.
 
— É um novo desafio na minha carreira. Na verdade, o basquete é o mesmo, o conceito que é diferente. Será um aprendizado e uma grande experiência internacional. As meninas já estão bem adaptadas às regras, que era o nosso desafio, e vamos buscar fazer uma boa campanha na competição — comentou o técnico Guilherme Vós, que viaja para Dubai com as seis jogadoras.
 
Nos Jogos Olímpicos da Juventude, o Brasil folga na primeira rodada e estreia no dia 16 de agosto contra a República Tcheca pelo grupo “C”. Depois a seleção brasileira enfrenta a Tailândia (17), China (18) e Mali (19). A competição vai reunir 20 equipes, formadas por quatro atletas e um técnico. Os times serão divididos em quatros grupos de cinco, que jogam entre si. Os dois primeiros colocados de cada chave se classificam automaticamente para as disputas de primeiro a oitavo lugares. Os que ficarem na terceira e quarta posição disputam de nono a 16º. E as seleções que terminarem em quinto vão jogar pelo 17º lugar.
 
No Basquete 33, os jogadores utilizam apenas a metade da quadra do jogo convencional. São três atletas em quadra e um no banco para substituição. O jogo é dividido em dois períodos de cinco minutos. O time vencedor será o que somar 33 pontos, independente do tempo, ou aquele que tiver o maior placar ao término da partida.
 
SELEÇÃO BRASILEIRA
NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – NATURALIDADE
Drielle Oliveira do Nascimento – armadora – 16 anos – 1,66m – Barretos (SP) – RJ
Lorraine Milton Silva – ala – 16 anos – 1,78m – Mangueira (RJ) – RJ
Isabela Ramona Lyra Macedo – ala – 16 anos – 1,76m – Mangueira (RJ) – BA
Stephanie Costa de Oliveira – ala – 17 anos – 1,70m – Guarulhos (SP) – SP
Érika Regina Leite – ala/armadora – 17 anos – 1,73m – Barretos (SP) – SP
Joice dos Santos Coelho – ala – 17 anos – 1,75m – Barretos (SP) – RJ
 
COMISSÃO TÉCNICA
AdministradorSamuel Belarmino
Técnico: Guilherme Vos
Preparador físico: Alexsander Pereira
Médico: Rafhael Simões
Fisioterapeuta: Luis Eduardo Gabriel da Silva
 
PROGRAMAÇÃO
— De 2 a 10 de agosto
Aclimatação em Dubai (Emirados Árabes)
 
— De 14 a 26 de agosto
Jogos Olímpicos da Juventude (Cingapura)
 
JOGOS OLÍMPICOS DA JUVENTUDE
Grupo A: Canadá, Costa do Marfim, Coréia, Rússia e Vanuatu.
Grupo B: Alemanha, Angola, Bielorrússia, Cingapura e Estados Unidos.
Grupo C: Brasil, China, Mali, República Tcheca e Tailândia.
Grupo D: Austrália, Chile, França, Itália e Japão.
 
FASE DE CLASSIFICAÇÃO
— 1ª rodada – 14 de agosto
Vanuatu x Canadá (22h), Singapura x Alemanha (22h30), Tailândia x China (23h) e Austrália x Chile (23h30).
— 1ª rodada – 15 de agosto
Rússia x Costa do Marfim (0h), Angola x Estados Unidos (0h30), República Tcheca x Mali (1h) e Itália x França (1h30).
 
— 2ª rodada – 15 de agosto
Coréia x Rússia (22h), Bielorrússia x Angola (22h30), Brasil x República Tcheca (23h) e Japão x Itália (23h30).
 
— 2ª rodada – 16 de agosto
Costa do Marfim x Vanuatu (0h), Estados Unidos x Cingapura (0h30), Mali x Tailândia (1h) e França x Austrália (1h30).
 
— 3ª rodada – 16 de agosto
Canadá x Costa do Marfim (22h), Alemanha x Estados Unidos (22h30), China x Mali (23h) e Chile x França (23h30).
 
— 3ª rodada – 17 de agosto
Vanuatu x Coreia (0h), Cingapura x Bielorrússia (0h30), Tailândia x Brasil (1h) e Austrália x Japão (1h30).
 
— Desafio de Lances-Livres por equipe (4h às 6h)
 
— 4ª rodada – 17 de agosto
Rússia x Vanuatu (22h), Angola x Cingapura (22h30), República Tcheca x Tailândia (23h) e Itália x Austrália (23h30).
 
— 4ª rodada – 18 de agosto
Coréia x Canadá (0h), Bielorrússia x Alemanha (0h30), Brasil x China (1h) e Japão x Chile (1h30).
 
— Desafio de Três Pontos (4h às 6h)
 
— 5ª rodada – 18 de agosto
Costa do Marfim x Coréia (22h), Estados Unidos x Bielorrússia (22h30), Mali x Brasil (23h) e França x Japão (23h30).
 
— 5ª rodada – 19 de agosto
Canadá x Rússia (0h), Alemanha x Angola (0h30), China x República Tcheca (1h) e Chile x Itália (1h30).
 
— Desafio de Arremessos (4h às 6h)
 
— Dia 19 de agosto
Desafio de habilidade (22h)
 
— Dia 20 de agosto
Desafio das Estrelas (4h)
 
— Quartas-de-Final
20 e 21 de agosto
 
— Semifinal
21 e 22 de agosto
 
— Final
22 e 23 de agosto

domingo, 25 de julho de 2010

Brasil venceu o Desafio 33

Com a vitória sobre o time adulto do Celso Lisboa, a seleção brasileira venceu o torneio sub-17 do “Desafio FIBA 33”. O trio formado por Isabela Macedo, Érika Leite e Joice Coelho venceu a final por 19 a 16. O outro time do Brasil, formado pelas jogadoras Lorraine Silva, Fátima Cristina e Stephanie de Oliveira, ficou com a medalha de bronze ao ganhar da Mangueira por 33 a 20. O “Desafio FIBA 33” fez parte da preparação da equipe brasileira para a primeira edição dos Jogos Olímpicos da Juventude de Cingapura.

— O nosso grande desafio é nos adaptarmos às regras. O torneio foi uma parte muito importante da nossa preparação para os Jogos de Cingapura. As meninas tiveram a oportunidade de vivenciar situações reais de jogo. Filmamos as partidas para acertar o que for preciso antes de embarcar para os Jogos — comentou o técnico Guilherme Vós.

Além do torneio, as atletas também participaram do Festival de Arremesso de Três Pontos. A vencedora foi Layana de Souza, do Germânia.

DESAFIO FIBA 33 – CATEGORIA SUB-17

Fase de Classificação

Jacarepaguá 06 x 28 Mangueira

Celso Lisboa 27 x 09 Germânia

Seleção Brasileira 1 34 x 02 Jacarepaguá

Seleção Brasileira 2 13 x 17 Celso Lisboa

Mangueira 17 x 18 Seleção Brasileira 1

Germânia 25 x 30 Seleção Brasileira 2

Semifinal

Seleção Brasileira 1 28 x 19 Seleção Brasileira 2

Celso Lisboa 27 x 20 Mangueira

Disputa da medalha de bronze

Seleção Brasileira 2 33 x 20 Mangueira

Final

Seleção Brasileira 1 19 x 16 Celso Lisboa


CLASSIFICAÇÃO FINAL

1º- Seleção Brasileira 1

2º- Celso Lisboa

3º- Seleção Brasileira 2

4º- Mangueira

5º- Germânia

6º- Jacarepaguá


DESAFIO FIBA 33 – CATEGORIA SUB-15

Fase de Classificação

Jequiá 00 x 33 Germânia (WO)

Santa Mônica 11 x 14 Mangueira

Germânia 33 x 11 Jacarepaguá

Municipal 06 x 27 Santa Mônica

Jacarepaguá 33 x 05 Jequiá

Mangueira 33 x 04 Municipal


Semifinal

Germânia 25 x 20 Santa Mônica

Mangueira 33 x 06 Jacarepaguá

Disputa da medalha de bronze

Santa Mônica 33 x 10 Jacarepaguá


Final

Germânia 29 x 21 Mangueira


CLASSIFICAÇÃO FINAL

1º- Mangueira

2º- Germânia

3º- Santa Mônica

4º- Jacarepaguá

5º- Municipal

6º- Jequiá


FESTIVAL DE ARREMESSO DE TRÊS PONTOS

1º- Layana Souza (Germânia)

2º- Stephany Lara (Mangueira)

3º- Camila Costa (Germânia)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Basquete feminino brasileiro estará nos Jogos Olímpicos da Juventude

O basquete vai marcar presença na primeira edição dos Jogos Olímpicos da Juventude, que será realizada entre os dias 14 e 26 de agosto, em Cingapura. Será a estreia do Basquete 33 em competições mundiais. O torneio vai reunir 20 seleções, formadas por quatro atletas e um técnico. Os times serão divididos em quatros grupos de cinco, que jogam entre si. Os dois primeiros colocados de cada chave se classificam automaticamente para as disputas de primeiro a oitavo lugares.

O basquete brasileiro será representado por uma equipe sub-17 feminina. A seleção se apresenta nesta segunda-feira (dia 18), no Rio de Janeiro, para o início dos treinamentos. Sob o comando do técnico Guilherme Vos, as seis jogadoras convocadas vão treinar no ginásio da Vila Olímpica da Mangueira em dois períodos (10h às 12h e 18h às 20h), de 19 a 29 deste mês. No dia 2 de agosto, o time embarca para Dubai, nos Emirados Árabes, para o período de aclimatação.

Durante a fase de treinamento, a equipe brasileira vai participar do “Desafio FIBA 33”, que será realizado no dia 24 de julho, na Vila Olímpica da Mangueira. O torneio contará com a participação de 16 equipes das categorias sub-15 e sub-17.

No Basquete 33, os jogadores utilizam apenas a metade da quadra do jogo convencional. São três jogadores em quadra e um no banco para substituição. O jogo é dividido em dois períodos de cinco minutos. O vencedor da partida será o time que somar 33 pontos, independente do tempo, ou aquele que tiver o maior placar ao término do jogo.


SELEÇÃO BRASILEIRA

NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – NATURALIDADE

Drielle Oliveira do Nascimento – armadora – 16 anos – 1,66m – Barretos (SP) – RJ

Lorraine Milton Silva – ala – 16 anos – 1,78m – Mangueira (RJ) – RJ

Isabela Ramona Lyra Macedo – ala – 16 anos – 1,76m – Mangueira (RJ) – BA

Stephanie Costa de Oliveira – ala – 17 anos – 1,70m – Guarulhos (SP) – SP

Érika Regina Leite – ala/armadora – 17 anos – 1,73m – Barretos (SP) – SP

Joice dos Santos Coelho – ala – 17 anos – 1,75m – Barretos (SP) – RJ



COMISSÃO TÉCNICA

Administrador: Samuel Belarmino

Técnico: Guilherme Vos

Preparador físico: Alexsander Pereira

Médico: Rafhael Simões

Fisioterapeuta: Luis Eduardo Gabriel da Silva


PROGRAMAÇÃO

— Dia 18 de julho

18h – Apresentação

— De 19 a 23 de julho

10h às 12h e 18h às 20h – Treinos no ginásio da Vila Olímpica da Mangueira

— Dia 24 de julho

9h – Desafio FIBA 33

— De 25 a 29 de julho

10h às 12h e 18h às 20h – Treinos no ginásio da Vila Olímpica da Mangueira

— Dia 2 de agosto

Viagem para Dubai (Emirados Árabes)

— De 14 a 26 de agosto

Jogos Olímpicos da Juventude

sábado, 26 de junho de 2010

A menina Thamara deixa o basquete

100bHá algumas semanas circula nas caixinhas a informação de que a pivô Thamara, 15 anos, teria deixado o basquete.

O Fábio Balassiano confirma hoje o fato em ótimo texto: S.O.S. Thamara.

Trata-se de uma das maiores promessas da modalidade, destaque na conquista do Sul-Americano sub-15 (2009) e convocada para a seleção sub-18, que ontem confirmou a vaga para o Mundial.

Aqui no blog, há alguns registros sobre Thamara (clique aqui para ver) e muito se falou dela na entrevista com Guilherme Vos, seu técnico na Mangueira, que já então comentava sobre a timidez da jovem. Relida agora, sua frase ‘Se ela [Thamara] continuar a amar o basquete, será uma das atletas que passará pelo funil e poderá continuar vivendo do que ama’ parece ter outro significado.

É realmente uma pena.

Por falar na seleção sub-18, indico outro texto do Bala na Cesta que gostei bastante: A vitória e a constatação.

sábado, 20 de março de 2010

Em Portugal, Izabela e Clarissa encerram fase regular na liderança

Imagem 061 Na última rodada da fase de classificação da Liga Portuguesa, o Vagos não teve muitos desafios ao encarar o Quinta dos Lombos.

O clube venceu por 94-62 e encerrou essa fase como líder isolado.

Izabela teve 26 pontos (8/10 nos três pontos), 15 rebotes e 4 assistências.

Clarissa somou 28 pontos e 10 rebotes.

Na próxima semana, antes da disputa dos play-offs, o clube se dedicará ao Final Four da Taça de Portugal, na cidade de Barcelos.

O clube das brasileiras aproveitou a ocasião para convidar o técnico brasileiro Guilherme Vos (Mangueira) para acompanhar a competição portuguesa.

Além de assistir aos jogos, o treinador participará de uma clínica no dia 31, coordenada pelo responsável pela seleção sub-16 local.