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domingo, 11 de dezembro de 2011

Cinco técnicos de seleções brasileiras de base acompanharam os jovens atletas nas Olimpíadas Escolares, em Curitiba

1112_Janeth_e_Cristiano_foto_GN Pródiga em revelar talentos de todas as modalidades, as Olimpíadas Escolares são um prato cheio para técnicos, auxiliares e outros profissionais que trabalham com as categorias de base do esporte brasileiro. Povoando as arquibancadas de Curitiba (PR), onde foi realizada a competição para atletas de 15 a 17 anos, estiveram cinco profissionais que cuidam das categorias de base do basquete, handebol e vôlei. Todos eles observaram durante cinco dias futuros talentos no torneio, tanto dentro quanto fora de quadra.
Dois deles são do basquete: Cristiano Cedra, técnico da seleção brasileira feminina Sub-15 e auxiliar-técnico da equipe Sub-19; e André Germano, técnico da seleção Sub-16 e auxiliar da equipe masculina Sub-19.
Cedra explicou que mantém contato com todos os técnicos que participam das Olimpíadas Escolares. "Conheço todos eles de outros campeonatos. Essa integração é muito importante para o futuro do esporte. Implementamos uma metodologia de treinos, porque não adianta você ensinar a garotada a arremessar, driblar e passar. Tem que ensinar sim, mas quando a defesa está perto, quando as dificuldades aparecem...", disse.
Segundo ele, a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) entrega a todos os treinadores um kit com DVD e outras informações sobre o tema. "O conhecimento do esporte não pode ficar restrito. Temos que multiplicar as experiências. O esporte é muito dinâmico. Estou aqui desde quarta-feira (quando começou a competição dos esportes coletivos), visitei os dois ginásios onde tiveram partidas do feminino e analisei o rendimento da garotada, principalmente em situações decisivas. Tomara que a gente encontre novamente esse pessoal nos Jogos Olímpicos Rio 2016", afirmou.

Os torneios de vôlei também contaram com espectadores especiais: o técnico da seleção feminina infanto-juvenil Maurício Thomaz (feminino) e o auxiliar-técnico da seleção masculina infanto-juvenil e juvenil, Vinícius Gamino, o Alegrete. O esquadrão ficou completo com a presença de Ivan Maziero, o Macarrão, técnico das seleções masculinas de base de handebol.
"Procuramos os jogadores com um biotipo específico, além de atletas mais baixos que têm boa impulsão e são habilidosos. A parte comportamental e emocional dentro da quadra também é importante", analisou Alegrete, que trabalha com as seleções com jogadores nascidos em 1993/94 (infanto-juvenil) e 1995/96 (infantil). "Estamos começando o trabalho para a disputa do Sul-americano juvenil e infanto de 2012".
Da equipe infanto-juvenil masculina de vôlei, dois jogadores disputaram as Olimpíadas Escolares 2011: o líbero paranaense Rogério Carvalho Filho, que ficou com a medalha de ouro na Divisão Especial, e o levantador Felipe Hernandez, que torceu o tornozelo esquerdo durante a fase classificatória e não conseguiu repetir os resultados de 2008 e 2010, mas acumula dois títulos, um na edição de 12 a 14 anos (2008) e outro na de 15 a 17.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Janeth será embaixadora nas Olimpíadas Escolares

Maior edição das Olimpíadas Escolares de todos os tempos, Curitiba 2011, para atletas de 15 a 17 anos, já tem confirmada a presença de 15 Embaixadores, entre estrelas do esporte nacional e atletas da geração Rio 2016. A competição reunirá cerca de 3.600 atletas de 24 estados mais o Distrito Federal e a delegação de Curitiba, na capital paranaense, de sexta-feira, dia 2, até o próximo dia 11 de dezembro.
 
Atletas renomados como o campeão olímpico em Atenas 2004 e bronze em Pequim 2008, Emanuel Rego (vôlei de praia); o medalhista olímpico Vanderlei Cordeiro (atletismo); o decacampeão em Jogos Pan-Americanos, o mesatenista Hugo Hoyama; os ginastas Daiane dos Santos e Diego Hypólito; e a judoca Edinanci Silva, com participação em quatro edições dos Jogos Olímpicos, se juntam a ex-atletas como Janeth Arcain (basquete), Helia Souza, a Fofão (vôlei) e Hernandes Quadri Júnior (ciclismo), como Embaixadores, em Curitiba.
 
Já campeões da nova geração – entre eles a ginasta Angélica Kvieczynski, o nadador Henrique Rodrigues e atletas experientes como o campeão pan-americano Diogo Silva (taekwondo), Fernando Pacheco, o Zeba (handebol), o goleiro Franklin Roosevelt (futsal) e o enxadrista Jaime Sunye Neto – também estarão presentes no evento que celebra o esporte nacional.
 
Os Embaixadores das Olimpíadas Escolares fazem parte do Programa Educativo e Cultural que acontece paralelamente às competições esportivas. Além de aproximar os ídolos dos futuros atletas brasileiros, o Programa estimula o conhecimento dos jovens através de ações lúdicas, criativas e informativas. Os Embaixadores participam de uma extensa programação, como palestras, demonstrações e cerimônias de premiação.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pan 91: o dia em que Fidel se rendeu ao basquete brasileiro (Terra)

Foto: Gazeta Press

Os Jogos Pan-Americanos de 1991, em Havana (Cuba), marcaram o início de uma trajetória cheia de conquistas e revelações no basquete feminino brasileiro. Com nomes que perduram até hoje, como Paula, Janeth e Hortência, o Brasil bateu as donas da casa na final por 97 a 76 e levou o ouro. As jogadoras, inclusive, receberam as medalhas das mãos do presidente Fidel Castro, que saiu da sua área VIP.

Durante a entrega, Fidel ainda brincou com Hortência e Paula, falando para as duas que elas tinham trapaceado e deviam estar com uma "mira-laser" na mão, pois não erravam os alvos. A cena se mantém como um dos momentos marcantes da participação brasileira em Pan-Americanos e também na carreira dessas jogadoras.

Tanto Paula, quanto Janeth e Hortência concordam que o título em 1991 não foi o mais importante daquela Seleção, mas representou o início de uma década vitoriosa do basquete feminino brasileiro. A partir desse título, a equipe conquistou o Mundial em 1994, foi medalha de prata em Atlanta 1996 e bronze em Sidney 2000. Veja entrevista com três ícones da modalidade:

Terra - Como foi o percurso até chegar ao Pan de 1991?
Hortência - A nossa conquista em 1991, na verdade foi o resultado de uma trajetória do basquete feminino que começou em 1979, no Pan de San Juan, quando a equipe brasileira conquistou o quarto lugar. Em Caracas, 1983, conquistamos o bronze e em Indianápolis, 1987, a prata.

Paula - Em alguns momentos queríamos desistir, mas seguimos em frente e acreditávamos que chegaríamos lá. O entrosamento da equipe foi muito importante nessa conquista. Eu olhava para a Hortência em quadra e já sabia o que ela queria (as duas jogaram juntas pela Seleção por 22 anos).

Terra - O que o Pan de 1991 representou para vocês?
Hortência - Ali foi a grande ascensão do basquete feminino, onde demos a grande alavancada. Foi o grande momento nosso, em que adquirimos bastante experiência e confiança e quebramos a hegemonia dos EUA.

Paula - A partir desse título, a Seleção feminina conquistou o Mundial em 1994, medalha de prata em Atlanta 1996 e bronze em Sidney 2000.

Terra - Como foi ter recebido a medalha das mãos de Fidel?
Paula - Foi bacana ter visto Fidel, que foi jogador de basquete, torcendo por Cuba, mas entregando a medalha de campeã para gente.

Janeth - O fato de ter recebido a medalha de um ícone da política mundial foi muito marcante e bom, porque ficamos lembrando o momento em que aconteceu. Não imaginava que ele ia descer da arquibancada da área VIP, e quando isso aconteceu me senti privilegiada.

Terra - Que dica a geração de vocês têm a dar para a equipe que começa agora nas quadras?
Janeth - É importante dedicação, atenção nos detalhes e acreditar nos sonhos. É o que eu sempre digo.

Fonte: Terra

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Técnicos brasileiros miram direções opostas na Universíade (LANCENET)

Paulo Roberto Conde
Enviado especial a Shenzhen (CHN)

Técnicos das Seleções Brasileiras masculina e feminina de basquete, Walter Roese e Janeth Arcain encaram a Universíade de Shenzhen (CHN) de maneiras distintas. Há mais de 20 anos baseado nos Estados Unidos e com cidadania do país e com emprego na Universidade do Havaí, Roese tem como meta alcançar as semifinais do torneio.

A campeã mundial e vice olímpica Janeth, por sua vez, tem um desafio maior. Primeiro, tenta conduzir o time brazuca a uma campanha melhor do que a obtida em Belgrafo-2009: último lugar.

E ela faz sua estreia à frente de uma equipe nacional adulta - coordena as equipes sub-15 e sub-16. Além disso, a Universiade chinesa lhe serve como um primeiro teste para o que deseja sua ex-companheira e atualmente diretora da Seleção feminina Hortência Marcari: que ela seja técnica do país nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

- Vislumbro (ser técnica em 2016), sim, mas o que tenho em mente agora é a classificação do time feminino para a Olimpíada de Londres - disse Janeth, que também é funcionária da Confederação Brasileira (CBB) e assistente da Seleção principal, comandada por Ênio Vecchi.

A vaga olímpica será disputada no Pré-Olímpico da Colômbia.

Se Janeth permanece envolvida com a CBB, Roese vai na via oposta. Ex-jogador e oriundo de uma família gaúcha de esportistas, ele construiu currículo como técnico e gerente no basquete universitário americano. Mas, embora não tenha vínculo com a entidade máxima do basquete nacional, diz estar sempre pronto a ajudar.

- Nunca recusei nenhuma Seleção Brasileira. Quando me pedem, eu venho - afirmou.

Assim foi na Copa América Sub-18 do ano passado. Após um "acerto verbal" com a CBB, Roese foi chamado e comandou o Brasil, à época com os promissores Raulzinho e Lucas Bebê (que está na Universíade), ao vice-campeonato.

Hoje em dia, a maior ligação de Roese com o Brasil vem com os filhos, Leonardo e Ágatha, nascidos nos Estados Unidos. Ambos vieram ao país natal do pai para jogar basquete e vôlei, respectivamente.

- Os dois nasceram fora, mas adoram o Brasil e a comida. Não quero que eles percam o laço - observou.  Com técnicos diferentes, mas com sentimentos tão iguais perante o país, as Seleções começam a brigar por medalha no sábado - o masculino encara a Romênia; o femino joga no domingo.

Bate-bola 

Janeth Arcain

Técnica da Seleção Brasileira feminina na Universíade 

1) Você disputou quatro Olimpíadas (1992, 1996, 2000 e 2004) e, pela primeira vez, dirige a Seleção em um megaevento. Como tem se sentido, agora como técnica?

Voltar a um ambiente olímpico é muito bom. Como jogadora, não tinha preocupação e recebia tudo pronto. Agora, como treinadora, é muito mais preocupante, há muito mais responsabilidade. Mas não reclamo, é legal. 

2) O que você tem feito para se aperfeiçoar como técnica?

Fiz alguns cursos a distância. Eu queria ter feito um presencial, na Espanha, mas não tive tempo, e aí fiz a distância. Eu, Demétrius Ferraciu, Ênio Vecchi e o Rubén Magnano participamos. 

3) A Hortência manifestou inúmeras vezes o desejo de ver você como técnica da Seleção adulta. Não joga muita pressão?

Não joga, não. Desde antes de parar a Hortência me perguntava o que faria depois da aposentadoria e eu sempre disse que queria ser técnica.

Janeth 'estreia' no adulto com lavada

A Universíade-2011 marca o primeiro trabalho de Janeth Arcain como técnica de uma Seleção Brasileira adulta. E o primeiro jogo foi contra a maior potência do esporte. Não deu para fazer frente. Os Estados Unidos vencer o Brasil por 79 a 47, em amistoso realizado ontem.  A equipe nacional é formada por jogadoras que disputam a liga nacional por times como Jundiaí e Ourinhos. Um dos reforços que o grupo recebeu foi da Tássia Pereira, recém-chegada da campanha que culminou na conquista da medalha de bronze no Mundial Sub-19 do Chile, neste mês.

Masculino joga favoritismo para potências

Segundo Walter Roese, o Brasil não terá nenhuma moleza no basquete masculino em Shenzhen. Ele apontou os Estados Unidos, Lituânia e Sérvia como maiores favoritos. A Seleçao Brasileira tentará ficar entre os quatro primeiros estabeleceu isso como meta. Mas reconhece que será difícil. O país terá como destaques o pivô Lucas Bebê, que teve seu nome ventilado no Draft 2011 da NBA, e Fabricio Melo, que joga por Syracuse, tradicional faculdade americana. Mesmo assim, há problemas. A equipe brasileira tem em suas fileiras jogadores desempregados, e poucos que atuam no basquete interno.  

Fonte: Lancenet

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Seleção Sub 17 também venceu Chile em amistoso

A seleção brasileira sub-17 feminina derrotou a equipe chilena por 58 a 57 (25 a 26 no primeiro tempo), na disputa realizada na Arena Santos, em Santos (SP), nesta sexta-feira (dia 3). A cestinha da partida foi a ala Maria Claudia Fonseca Teixeira, com 21 pontos e oito rebotes. Ingrid Santana também foi destaque ao anotar cinco pontos e seis rebotes. Pelo time chileno, Serrano foi a principal pontuadora com 19 pontos.

“Hoje o Chile veio com uma nova postura. O jogo foi acirrado, mas fomos superiores e conquistamos mais essa vitória. Como vamos enfrentar as chilenas no Sul-Americano, taticamente não mostramos tudo para termos o fator surpresa na competição. Conseguimos avaliar bem o grupo neste amistoso e agora vamos focar na preparação”, analisou Janeth

Sob o comando da técnica Janeth Arcain, o time segue os treinamentos em Santos até o dia 19 de junho, quando a seleção nacional embarca rumo à Colômbia. A preparação do grupo visa o Campeonato Sul-Americano da categoria, que acontece de 24 de junho a 1º de julho, na cidade de Pasto, na Colômbia.

BRASIL (12+13+19+14= 58)
Maria Claudia (21pts e 8 rebotes); Carolina (5); Natália Saar (4); Gabriela (4); Natália Hausmann (0); Estela (1); Thais (1); Ingrid (5 pts e 6 rebotes); Fernanda (5); Alana (2); Elisângela (0); Klaudia (3); Ana Carolina (7); e Martha (o pts e 6 rebotes);

CHILE (11+15+11+20= 57)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ênio Vecchi visita seleções de base

As seleções brasileiras sub-16 e sub-17 femininas receberam na manhã desta quarta-feira (18), a visita do técnico da seleção adulta feminina, Ênio Vecchi. Os treinos das equipes estão sendo realizados na Arena Santos (Rua Rangel Pestana, nº184 – Vila Mathias), na cidade paulista de Santos. A seleção brasileira sub-16 está concentrada para a última etapa de preparação rumo a Copa América / Pré-Mundial da categoria, que será realizada de 14 a 18 de junho, em Mérida (MEX). E a seleção sub-17 disputará o Campeonato Sul-Americano da categoria, de 24 de junho a 1º de julho, na cidade de Pasto, na Colômbia.

“Acho muito importante este acompanhamento das categorias de base. Conversei com as meninas sobre orgulho de representar o Brasil e o significado de vestir a camisa nacional. Também conversei com a comissão técnica, e acompanharei de perto todo esse final de preparação. Além disso, estou à disposição para ajudar na parte técnica e fazermos o trabalho de desenvolvimento e observação das seleções femininas”, disse Ênio

A ala Raphaella Monteiro e a pivô Ana Carolina Borges, de 16 e 17 anos, respectivamente, falaram da emoção do encontro com Ênio Vecchi. As jogadoras, também analisaram a fase de preparação.

“Achei muito legal o técnico da equipe adulta vir até aqui, para nos conhecer e nos observar. Ele falou sobre a importância de representar a seleção e de como temos que focar na preparação. Os treinos aqui em Santos estão bastante fortes e estou ansiosa para chegar logo o dia da competição. Espero ter a oportunidade de defender meu país”, comentou Raphaella.

“A maioria de nós não conhecia o técnico da seleção adulta pessoalmente. Quando o vimos no treino, ficamos muito felizes e emocionadas. É muito bom saber que ele está nos observando e avaliando, juntamente com a comissão. Os treinos estão bastante pegados e estamos firme no propósito da preparação. Além disso, hoje somos um grupo bem mais maduro do que quando fomos campeãs sub-15, em 2009. Tenho certeza, que faremos uma ótima competição”, afirmou Ana Carolina.

Sob o comando da técnica Janeth Arcain, as equipes brasileiras Sub-16 e Sub-17 enfrentarão os times Sub-14 e Sub-15 masculinos, respectivamente, do Círculo Militar. O jogo amistoso será realizado no próximo sábado (21).

“Estamos focados nessa semana com treinos bem fortes na parte defensiva, já trabalhamos os fundamentos ofensivos. Vamos ter no sábado, amistosos importantes para observarmos como as meninas estão colocando em prática tudo treinado até agora. Elas enfrentarão equipes masculinas, que estão em categorias que equivalem as delas. Quero ver como será a parte cognitiva das jogadoras na disputa, além do trabalho técnico e tático. Será uma boa oportunidade para avaliarmos as atletas”, analisou Janeth.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Janeth convoca seleção sub-17


20110426_261681_SUB-17_gdeA técnica Janeth Arcain convocou, nesta terça-feira (dia 26), as 16 atletas que vão participar da segunda fase de treinamento da seleção brasileira sub-17 feminina.
A apresentação da equipe acontece no dia 2 de maio (segunda-feira), os treinos entre os dias 3 de maio e 22 de junho, na Arena Santos (Rua Rangel Pestana, nº184 – Vila Mathias), na cidade paulista de Santos. A seleção disputa o Campeonato Sul-Americano da categoria, de 24 de junho a 1º de julho, na cidade de Pasto, na Colômbia.
A ala paranaense Bruna Werberich, de 16 anos, se dedicou bastante na primeira fase de treinamentos e espera estar entre as doze que viajam para Colômbia.
"A primeira fase da preparação foi muito boa e produtiva. Trabalhamos força, coordenação motora, além disso, demos ênfase na parte técnica. Quero dar o melhor de mim e evoluir cada vez mais. É muito importante ter a oportunidade de representar não só o meu estado ou o meu clube, mas a minha pátria. Conheço todas as jogadoras e nosso time está bastante entrosado. Tenho certeza que teremos sucesso", disse Bruna.
Confira as 16 atletas convocadas:
NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – UF
Alana Gonçalo da Silva – armadora – 16 anos – 1,62m – AFP/Chuá/São Bernarno (SP) – SP
Alana Schossler Arias – pivô – 16 anos – 1,85m – Colégio Farroupilha (RS) – RS
Ana Carolina da Silva Borges – pivô – 17 anos – 1,78m – Centro Olímpico (SP) – SP
Bruna Nathiely Werberich – ala – 16 anos – 1,70m – Lime Medianeira (PR) – PR
Carolina dos Santos Ribeiro – armadora – 16 anos – 1,73m – Ass. Esportiva São José (SP) – SP
Elisângela Dias da Silva – pivô – 17 anos – 1,80m – APAB/Barretos (SP) – MG
Estela Arantes Gregório – ala – 16 anos – 1,77m – São José dos Campos (SP) – SP
Fernanda Tomazin Sena do Nascimento – ala – 16 anos – 1,77m – AFP/Chuá/São Bernardo (SP) – SP
Gabriela Martins de Oliveira – armadora – 16 anos – 1,65m – Centro Olímpico (SP) – SP
Ingrid Santana Vasconcelos – pivô – 16 anos – 1,85m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – PE
Klaudia Kalinin – ala – 16 anos – 1,69m – Santo André (SP) – SP
Maria Claudia Fonseca Teixeira – ala – 16 anos – 1,79m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – MA
Martha Silva Imoniana – pivô – 17 anos – 1,85m – Centro Olímpico (SP) – SP
Natalia Maria Beurmann Hausmann – armadora – 1,82m – Colégio Mauá (RS) – RS
Natália Stephanie Leme Saar – ala – 16 anos – 1,72m – Divino Salvador/Jundiaí (SP) – PR

COMISSÃO TÉCNICA
Diretora: Hortência Marcari
Administradora: Andréia Cavalcanti
Técnica: Janeth Arcain
Assistentes técnicos: Maria do Carmo Mardegan Ferreira e Bruno Guidorizzi
Preparador Físico: Karina Surian Tranquillini
Médico: Ronei André Borchardt
Fisioterapeuta: Camila Dambros
Nutricionista: Emy Takahashi
Psicóloga: Mariana Freitas
PROGRAMAÇÃO
— 02 de maio
18 horas – apresentação na Arena Santos
— 03 a 22 de maio
Treinamento na Arena Santos
— 24 de junho a 1º de julho
Campeonato Sul-Americano Sub-17 Feminino – Pasto/Colômbia

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Janeth convoca seleção sub-16

A técnica Janeth Arcain convocou, nesta quarta-feira (dia 13), as 14 jogadoras que vão participar da segunda fase de treinamento da seleção brasileira sub-16 feminina. O grupo se apresenta na segunda-feira (18), às 18 horas, em Jundiaí (SP), e ficará reunido até o dia 26. A equipe se prepara para a Copa América / Pré-Mundial da categoria, que será realizada de 14 a 18 de junho, na Cidade do México (MEX). Confira a lista das jogadoras convocadas para a segunda fase de treinamento.
 
NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – UF
Ana Flávia Prattes Conceição – pivô – 15 anos – 1,81m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – ES
Camila Pereira da Silva – ala – 16anos – 1,73m – Sesi/Apagebask/Guarulhos (SP) – SP
Carla Patrícia Silva Lucchini – armadora – 15 anos – 1,68m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – SP
Daiane Sunamita Machado – pivô – 16 anos – 1,81m – AFP/Chua/São Bernardo (SP) – PR
Daphner Pezavento Porto – pivô – 15 anos – 1,88m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – SP
Domenica Karina Gonçalves Gomes – armadora – 15 anos – 1,64m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – SP
Kananda Ribeiro Benedicto – pivô – 14 anos – 1,78m – Objetivo/Unimed/Ourinhos (SP) – SP
Kawanni Silva Dantas Firmino – ala – 15 anos – 1,81m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – SP
Laís Cristina Ferreira da Silva – ala – 16 anos – 1,71m – Objetivo/Unimed/Ourinhos (SP) – SP
Letícia da Silva Marcelino – armadora – 15 anos – 1,63m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – SP
Monique Tereza Soares Pereira – pivô – 14 anos – 1,85m – Unimed Americana (SP) – SP
Raphaella Monteiro da Silva – lateral – 16 anos – 1,79m – Mangueira/Petrobras (RJ) – RJ
Thayná Silva – ala/pivô – 15 anos – 1,81m – Mangueira/Petrobras (RJ) – RJ
Vitória Maria Domingos Marcelino – pivô – 14 anos – 1,79m – Assoc. Esportiva São José (SP) – SP

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Aniversário da Janeth

janethsub19

Hoje a técnica Janeth comemora seu aniversário.

O nosso desejo é que a treinadora iniciante repita nessa carreira suas glórias como jogadora.

Parabéns, Janeth!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Janeth convoca seleção sub-17

A técnica Janeth Arcain convocou, nesta segunda-feira (dia 28), as 16 atletas que vão participar da primeira fase de treinamento da seleção brasileira sub-17 feminina. O grupo se apresenta no dia 16 de março, às 18 horas, em Santos (SP). De 17 a 31 de março, a equipe vai treinar em dois períodos (10h às 12h e 18 às 20h), na Arena Santos (Rua Rangel Pestana, nº184 – Vila Mathias), rumo ao Campeonato Sul-Americano da categoria, que será realizado de 24 de junho a 1º de julho, em Pasto na Colômbia. Confira a lista das jogadoras convocadas:
 
NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – UF
Alana Gonçalo da Silva – armadora – 16 anos – 1,62m – AFP/Chuá/São Bernarno (SP) – SP
Alana Schossler Arias – pivô – 16 anos – 1,85m – Colégio Farroupilha (RS) – RS
Ana Carolina da Silva Borges – pivô – 17 anos – 1,78m – Centro Olímpico (SP) – SP
Bruna Nathiely Werberich – ala – 16 anos – 1,70m – Colégio Alfa Medianeira (PR) – PR
Caroline Gnanfisher – ala – 17 anos – 1,72m – AFP/Chuá/São Bernardo (SP) – SP
Elisângela Dias da Silva – pivô – 17 anos – 1,80m – APAB/Barretos (SP) – MG
Estela Arantes Gregório – ala – 16 anos – 1,77m – São José dos Campos (SP) – SP
Fernanda Tomazin Sena do Nascimento – ala – 16 anos – 1,77m – AFP/Chuá/São Bernardo (SP) – SP
Gabriela Martins Oliveira – armadora – 16 anos – 1,65m – Centro Olímpico (SP) – SP
Ingrid Santana Vasconcelos – pivô – 16 anos – 1,85m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – PE
Julia Teresa Brush – pivô – 16 anos – 1,81m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – SC
Klaudia Kalinin – ala – 16 anos – 1,69m – Santo André (SP) – SP
Maria Claudia Fonseca Teixeira – ala – 16 anos – 1,79m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – MA
Martha Silva Imoniana – pivô – 17 anos – 1,85m – Centro Olímpico (SP) – SP
Natalia Maria Beurmann Hausmann – armadora – 1,82m – Colégio Mauá (RS) – RS
Natália Stephanie Leme Saar – ala – 16 anos – 1,72m – Divino Salvador/Jundiaí (SP) – PR
 
COMISSÃO TÉCNICA
Diretora: Hortência Marcari
Administradora: Andréia Cavalcanti
Técnica: Janeth Arcain
Assistentes técnicos: Maria do Carmo Mardegan Ferreira e Bruno Guidorizzi
Preparador Físico: Karina Surian Tranquillini
Médico: Ronei André Borchardt
Fisioterapeuta: Camila Dambros
Nutricionista: Emy Takahashi
Psicóloga: Mariana Freitas

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Nota: A preparadora física da equipe é ex-jogadora da seleção brasileira. Karina Tranquillini disputou torneios na categorias de base e pertencia à geração que conquistou a prata no Mundial Sub-21 em 2003.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Janeth convoca seleção sub 16

A seleção brasileira sub-16 feminina foi convocada nesta segunda-feira (dia 14) para a primeira fase de treinamentos rumo à Copa América / Pré-Mundial da categoria. O torneio será realizado de 14 a 18 de junho, na Cidade do México (MEX). As 19 atletas vão se apresentar no domingo (dia 20), às 18 horas, em Santos (SP). Sob o comando da técnica Janeth Arcain, o grupo vai treinar em dois períodos (10h às 12h e 18 às 20h), na Arena Santos (Rua Rangel Pestana, nº184 – Vila Mathias), de 21 de fevereiro a 15 de março.

Confira a lista das jogadoras convocadas:

NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – UF

Ana Flávia Prattes Conceição – pivô – 15 anos – 1,80m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – ES

Andrine Rodrigues Lopes – ala – 15 anos – 1,70m – Sobral (CE) – CE

Camila Pereira da Silva – ala – 15 anos – 1,73m – Guarulhos (SP) – SP

Carla Patrícia Sílvia Luchini – armadora – 14 anos – 1,67m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – SP

Caroline de Almeida Salgado – pivô – 15 anos – 1,87m – Mangueira/Petrobras (RJ) – RJ

Daiane Sunamita Machado – pivô – 15 anos – 1,81m – AFP/Chuá/São Bernardo (SP) – PR

Daphner Pezavento Porto – pivô – 15 anos – 1,88m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – SP

Domenica Karina Gonçalves Gomes – armadora – 14 anos – 1,64m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – SP

Izabella Frederico Sangalli – ala – 15 anos – 1,79m – Unimed Americana (SP) – SP

Kananda Ribeiro Benedicto – pivô – 14 anos – 1,78m – Objetivo/Unimed/Ourinhos (SP) – SP

Kawanni Silva Dantas Firmino – ala – 15 anos – 1,80m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – SP

Letícia da Silva Marcelino – armadora – 15 anos – 1,63m – ADC Bradesco/Osasco (SP) – SP

Monique Teresa Soares Pereira – pivô – 13 anos – 1,85m – Unimed Americana (SP) – SP

Polyana Moreira de Almeida – 15 anos – 1,67m – Apada (MT) – MT

Rafaela Rached Pedro – pivô – 14 anos – 1,83m – Unimed Americana (SP) – SP

Raphaela Monteiro da Silva – ala – 15 anos – 1,79m – Mangueira/Petrobras (RJ) – RJ

Serena Ferreira Costa – armadora – 14 anos – 1,65m – Vizinhança (DF) – RO

Thayna Silva – ala/pivô – 15 anos – 1,81m – Mangueira/Petrobras (RJ) – RJ

Vitória Maria Domingos Marcelino – ala – 14 anos – 1,78m – Assoc. Esportiva São José (SP) – SP

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Com novo técnico, Janeth ganha destaque na comissão técnica da seleção feminina

Daniel Brito

Da Folhapress

A escolha de Enio Vecchi para treinar a seleção brasileira feminina de basquete deu mais força à ex-jogadora Janeth na comissão técnica.

Como Vecchi fez toda sua carreira como técnico de times masculinos, inclusive da seleção adulta no Mundial de 1994, caberá a Janeth mantê-lo informado do cenário feminino atual.

Janeth abandonou as quadras há três anos, após o Pan do Rio, e em 2010 iniciou a carreira como treinadora da seleção sub-15 feminina. Ela também foi auxiliar técnica do espanhol Carlos Colinas no Mundial adulto, na República Tcheca, em setembro, quando o Brasil amargou a nona colocação.

Após Colinas se recusar a continuar no cargo, Janeth foi a escolhida por Hortência Marcari, diretora do basquete feminino da CBB (Confederação Brasileira de Basquete), para assumir o posto.

Janeth declinou do convite de Hortência por não considerar a sua hora de comandar o time principal. Porém foi consultada quando o nome de Vecchi começou a circular na direção da CBB. Com a anuência da ex-jogadora, o treinador foi procurado e, posteriormente, confirmado no cargo até 2012.

"A Janeth falou muito bem dele, eles se conhecem desses workshops de basquete", contou Hortência. "Ela [Janeth] será fundamental para o trabalho do Enio, que terá de trocar ideias com a Janeth", explicou a dirigente.

Vecchi entendeu a mensagem e adotou discurso quase idêntico ao de Hortência. "Janeth será importante no relacionamento com as atletas, porque elas já se conhecem", citou o técnico.

"Ela será meu braço direito. Não me preocupo com a função exata da Janeth, o importante é contar com o olho técnico dela", disse Vecchi.

A ex-jogadora prefere não potencializar sua importância. "Enio está no meio há muito tempo, eu só vou passar para ele o comportamento de cada atleta, o que é normal", informou Janeth.

Demitido do Ourinhos, o técnico Urubatan Paccini foi confirmado como auxiliar de Vecchi e Janeth na seleção.

JANETH MUDA A SUA VERSÃO SOBRE DAMIRIS

Recai sobre Janeth a acusação de ser treinadora da seleção brasileira sub-15 feminina e, ao mesmo tempo, empresariar a pivô Damiris, 19, atleta destaque do Brasil no Mundial de 2010, na República Tcheca.
A informação foi passada à "Folha de S.Paulo" pela própria atleta e confirmada por Janeth em conversa telefônica, em outubro. Em seguida, a CBB distribuiu um comunicado desmentindo a "dupla jornada" da ex-jogadora.
Agora, Janeth apresentou uma nova versão para a polêmica. Ela disse que apenas "orienta" a carreira de Damiris e a pessoa responsável por negociar contratos é Karine Conde. Coincidentemente, ela é diretora do Instituto Janeth Arcain, sediado em São Paulo.
"A Karine não é treinadora, não tem vínculo com a CBB. Ela que é a empresária da Damiris"", informou a ex-jogadora, por telefone, afirmando não ver conflito de interesses na relação.
"Ela [Karine] agencia a Damiris e o pessoal da base que pede ajuda para encontrar um clube para jogar", explicou Janeth.

Fonte: UOL

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Hortência diz que Janeth recusou o cargo de treinadora da seleção

Dirigente disse que ofereceu a vaga de Carlos Colinas para ex-companheira. "Se ela dissesse sim, seria a treinadora"

Hortência Marcari, diretora das seleções femininas do Brasil, disse neste domingo (19) que ofereceu o cargo de treinador da seleção brasileira feminina a Janeth Arcain. “Quando não houve mais acordo com o (Carlos) Colinas, a primeira coisa que eu fiz foi ligar pra Janeth. E disse pra ela: ‘O cargo é seu’. Mas ela disse não. Disse que queria cumprir todo o processo que estamos preparando para que ela se torne treinadora da seleção nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016”.

Hortência disse que aprovou a recusa de Janeth, pois no entender dela sua ex-companheira de seleção brasileira tem mesmo que cumprir todo o trajeto estabelecido antes de assumir o adulto. “Mas se ela dissesse sim, o cargo seria dela”, afirmou Hortência.

A dirigente da CBB contou também que durante um congresso no Mundial da República Tcheca, o técnico dos EUA, Geno Auriemma, disse que eles cometeram equívocos em chamar ex-jogadoras para assumir o cargo sem estarem preparadas. “Quando eu ouvi aquilo, pensei: puxa vida, não somos apenas nós que pensamos assim. Acho que estamos no caminho certo”.

Quanto ao novo treinador, Hortência afirmou que até meados de janeiro quer definir o nome. Mas disse que está encontrando dificuldades para contratá-lo.

Deixou claro que esse treinador tem que falar português ou na pior das hipóteses espanhol. “Mas isso não quer dizer que ele vem de fora”, disse Hortência. “Estamos conversando com algumas pessoas, quando tudo estiver definido eu convoco uma coletiva e anuncio para todos o nome do novo treinador”.

Fonte: iG Esporte

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Técnico Carlos Colinas deixa a seleção feminina

A seleção brasileira feminina de basquete está sem técnico. O espanhol Carlos Colinas não vai continuar seu trabalho no Brasil. A confirmação e de Hortência Marcari, diretora da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).
“A gente queria muito que ele morasse aqui no Brasil, que fizesse o trabalho de ver os jogos, de acompanhar as categorias de base. Infelizmente, por problemas familiares ele não vai poder estar aqui. Então, a gente teve que abrir mão do Colinas”, disse em entrevista à Bandnews FM nesta sexta-feira.
Com a saída de Colinas, a ex-jogadora Janeth é cotada para a assumir a vaga.
Carlos Colinas comandou o Brasil no último Mundial, que o país terminou em nono lugar na República Tcheca.

Fonte: eBand