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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Palavras de Ênio Vecchi e Carlos Nunes

"É um pouco difícil conseguir uma explicação lógica." - Ênio Vecchi, em entrevista ao Arena Sportv.



"Encaro isso como normal. É mais do que justo o Ênio estar magoado, pois ele saiu, não teve contrato renovado. Mas eu digo uma coisa, a seleção feminina está aí, igual à masculina. Está classificada, ganhou a Copa América. Acho que o trabalho da Hortência está a contento, não temos nada que reclamar, pelo contrário, temos que dar um apoio ainda maior para a Hortência." - Carlos Nunes, em entrevista ao Sportv News.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

CBB dispensa Colinas e busca novo técnico para seleção feminina

Espanhol não atendeu a pedido da direção e decidiu não morar no Brasil

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Está confirmado que Carlos Colinas não vai continuar no comando da seleção feminina de basquete. O espanhol, que se recusou a vir para o Brasil em função da família, que mora na Europa, foi dispensado pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB) após uma reunião entre coordenadores de equipes, direção e presidência na última quinta-feira, em São Paulo.  De acordo com a diretora de seleções da CBB, Hortência, a entidade já busca um novo técnico, no entanto, evitou dizer se o comandante será um brasileiro.

- O que posso dizer é que já temos uma lista de nomes e já estamos em negociações - afirma Hortência.

Sem contrato desde o início de outubro, a situação de Carlos Colinas no comando da seleção feminina de basquete era incerta. O técnico espanhol, que recebeu críticas devido ao desempenho da equipe no Mundial, não assistia aos jogos, nem acompanhava as categorias de base e estava sendo avaliado pela CBB. No entanto, para a diretoria, não havia pressa para definir o futuro do treinador.

Já o presidente da CBB, Carlos Nunes, afirmou que tinha dado um prazo de 20 dias para que o técnico decidisse seu futuro. Nunes disse que a escolha do treinador para a próxima temporada é importante para o planejamento da seleção.

- Precisamos ver o planejamento. Eu achei o trabalho dele bom, dentro do possível. Ele não teve tempo para trabalhar a equipe, não conseguiu buscar novos talentos. Faltaram alguns detalhes.

Hortência negou qualquer possibilidade de Janeth assumir o controle da equipe. Segundo ela, a atual treinadora da seleção sub-15 está sendo preparada para o futuro. A diretora também mostrou preocupação com a falta de novos técnicos no Brasil. Ela acredita que as seleções de base são o caminho para que outros nomes surjam.

Carlos Colinas assumiu a seleção em março deste ano e comandou a equipe no Mundial da República Tcheca, deixando o Brasil na nona colocação.

Fonte: Globoesporte.com

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Centro de Treinamento de basquete em Jundiaí está por detalhes, diz CBB

Presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Carlos Nunes afirmou que faltam apenas alguns detalhes para o início da construção do novo Centro De Treinamento do esporte, em Jundiaí, em São Paulo. A ideia é repetir, em escala menor, o que foi feito pelo vôlei em Saquerema, no Aryzão. De acordo com o dirigente, o terreno já foi cedido pela prefeitura da cidade e a previsão é de que fique pronto em um ano.

- Está bem adiantado. A área já foi liberada e o projeto foi aprovado pelo Ministério do Esporte. Em 20 dias devemos ter uma definição. Em seguida, vamos iniciar as obras. Em um ano, o CT fica pronto.

O novo CT, orçado inicialmente em R$ 8 milhões, deverá abrigar as seleções masculina, feminina e as de base. Além das quadras, o local terá alojamento para 150 pessoas, refeitórios e piscina. De acordo com o presidente, tudo será financiado através da Lei de Incentivo.

O Centro de Treinamento seria mais um passo na tentativa da CBB de renovar o basquete nacional, principalmente o feminino. Diretora de seleções, Hortência afirma que este processo deve ser feito com calma.

- A CBB está atenta. Se existe a possibilidade, estamos ali. Nós nos profissionalizamos. Precisamos fazer uma renovação consciente e responsável. O COB quer renovação, mas também quer medalha, quer resultado. Se eu mandar uma seleção sub-19 para o Pré-Olímpico, ficaremos sem a vaga.

Fonte: Globo Esporte

Hortência: "Situação de Colinas não é urgente"; presidente cobra definição

A situação do espanhol Carlos Colinas no comando da seleção brasileira segue indefinida. Enquanto o presidente da CBB, Carlos Nunes, pede uma rápida definição do caso, a diretora do time feminino Hortência não vê a resolução do caso como uma prioridade para os próximos meses.

“Pedi para me darem esta solução nos próximos 20 dias, no máximo. Dentro do nosso planejamento, a seleção permanente sub-19 se apresenta nos primeiros dias de janeiro. Para isso, precisamos ter a comissão técnica definida”, disse Nunes, durante a festa de lançamento da Liga de Basquete Feminino (LBF).

A ‘novela’, porém, parece estar longe de seu final. Hortência acredita que os trabalhos com as divisões de base da seleção são mais urgentes do que a definição da permanência ou não de Colinas. Segundo a dirigente, a situação do espanhol pode seguir indefinida até o início de 2011.

“Não entendo porque sou criticada para dar esta resposta logo. Para quê? Qual a importância da resposta hoje ou em janeiro? Não muda em nada”, opinou Hortência. “Tem coisas que são importantes e outras que são urgentes. Basquete não é só o adulto. Não estou dizendo que a seleção adulta não seja importante, mas ela não é urgente neste momento”.

O contrato de Colinas com a CBB se encerrou após a participação do Brasil no Mundial da República Tcheca. Comandada pelo espanhol, a equipe nacional teve um franco desempenho na competição, perdeu para adversários de pouca expressão e amargou o nono lugar.

Apesar do resultado ter ficado aquém do esperado, os dirigentes da CBB evitam criticar Colinas. Carlos Nunes disse ter ficado satisfeito com o trabalho realizado pelo espanhol, mas deixa a decisão nas mãos de Hortência.

“Isto [permanência de Colinas] quem pode ver é a Hortência. Gostei do trabalho do Colinas. Ele não teve um tempo para demonstrar. Não pode buscar novos talentos. Faltou um detalhe para nossa seleção. Se tivéssemos ganhado da Coreia do Sul, a história teria sido outra. Mas isto nos incentiva para um trabalho maior”, comentou Nunes.

Enquanto a situação de Colinas segue indefinida, Hortência demonstra preocupação com a formação de novos treinadores. A dirigente pretende realizar uma espécie de ‘peneira’ entre os técnicos para selecionar os próximos comandantes do time verde-amarelo.

“Uma coisa que vou implantar no Brasil. Atleta não tem que disputar posição? Técnico também vai disputar”, contou Hortência. “Vamos ver o que ele ganhou, não aqui dentro [liga nacional], mas pela seleção brasileira. Eles terão oportunidade nas categorias de base. Tem que existir competição entre eles também. Ganhou, fica. Não ganhou, dá oportunidade para outro”.

André Germano, Gustavo De Conti e Luiz Cláudio Tarallo são alguns dos treinadores que vem tendo oportunidade nas seleções de base. Mas a principal esperança de Hortência está depositada sobre a ex-companheira Janeth. Atualmente no comando do time sub-15, a agora técnica vem sendo preparada para assumir o time adulto no futuro.

“Parei de jogar basquete há 15 anos. Fala o nome de um técnico que surgiu depois que parei?”, questionou Hortência. “Se você conversar com a Janeth, ela aprendeu muito, está feliz de ter trabalhado na atual comissão técnica. No ano que vem ela não estará mais na sub-15. Mas não podemos colocar ex-atletas como técnicas só porque jogaram bem. Não posso colocar a Janeth, com um ano como técnica, para treinar a seleção brasileira adulta. É um erro isso”.

Fonte: UOL

Futuro de Colinas será definido em 20 dias

Durante o lançamento da Liga de Basquete Feminino (LBF), Hortência não poderia deixar de comentar a situação do espanhol Carlos Colinas na seleção brasileira. O técnico comandou o time verde-amarelo durante a campanha do nono lugar no Mundial e ainda não teve seu contrato renovado.

Apesar do resultado decepcionante no Mundial da República Tcheca, Hortência, diretora da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), não considera que o trabalho de Colinas à frente da seleção tenha sido um erro. Para a eterna "Rainha do Basquete", é muito importante que seja feito um intercâmbio entre o basquete brasileiro e o internacional para o crescimento da modalidade no país, e o comando de Colinas na seleção representa isso.

"A vinda do Colinas não é um erro. A vinda de um técnico estrangeiro é importante, não só para a Janeth (Arcain). A Janeth está sendo preparada para subir junto com a sub-15 (a ex-jogadora é técnica da seleção sub-15). A vinda do Colinas é importante porque nós achamos e continuamos achando que intercâmbio é importante tanto no feminino quanto no masculino", declarou Hortência, que perguntou quem poderia substituir o espanhol no comando do Brasil.

"Há quanto tempo eu parei de jogar? 15 anos. Fala o nome de um técnico novo que surgiu depois que eu parei de jogar? Fala um nome", questionou a diretora que, além de um trabalho de base com as jogadoras, revelou que a CBB está investindo na preparação dos treinadores brasileiros.

"Está sendo feito um trabalho com um monte de técnico. A atleta não tem que disputar a sua posição? Então, o técnico também. Competição saudável e sadia, também na área de preparação física e de fisioterapia. Nós temos que preparar", comentou. Sobre a assinatura de um novo contrato com Colinas, Hortência disse apenas que reuniões estão sendo feitas e não deu uma data para que a decisão seja divulgada.

"Estamos fazendo reuniões e logo, logo vocês vão saber. Eu não entendo porque as pessoas querem que fale logo. Qual é a importância disso hoje? Existem coisas que são importantes e outras que são urgentes. Existem coisas que são mais urgentes. Eu não estou dizendo que a seleção adulta não é importante, ela é importante. Mas não é urgente neste momento", acrescentou a diretora da seleção brasileira.

Já o presidente da CBB, Carlos Nunes, espera a definição do caso Colinas em menos de um mês. "Pedi para me darem esta solução nos próximos 20 dias, no máximo. Dentro do nosso planejamento, a seleção permanente sub-19 se apresenta nos primeiros dias de janeiro. Para isso, precisamos ter a comissão técnica definida", afirmou.

Fonte: Gazeta Esportiva

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

CBB manifesta interesse em ser sede do próximo Mundial Feminino

A FIBA anunciou nesta quarta-feira (4) que Austrália, Brasil e Turquia são candidatos para sediar o Campeonato Mundial Feminino de 2014. Os três países entregaram as cartas de interesse à FIBA e receberão o caderno de encargos da competição até o dia 31 de agosto.
 
- Nós manifestamos interesse em sediar e o mundial. O próximo passo é esperar o caderno de encargos, que será entregue pela FIBA até o dia 31 de agosto. Depois de analisá-lo, confirmaremos ou não o pedido de sediamento e decidiremos a cidade que receberá o evento - disse o presidente da CBB, Carlos Nunes.
 
O Brasil já sediou quatro mundiais femininos (1957, 1971, 1983 e 2006), a Austrália organizou o evento em 1994 e a Turquia será a sede do mundial masculino deste ano, de 28 de agosto a 12 de setembro.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Criada a LBF

Com a chancela da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e com estatuto, conselho fiscal e administrativo aprovados, a Liga de Basquete Feminino (LBF) vai organizar o primeiro campeonato já em 2010. Estiveram presentes à reunião de lançamento da Liga a diretora do departamento feminino da CBB, Hortência Marcari; o diretor de Marketing da CBB, José Carlos Brunoro; o diretor da Brunoro Sports Business, Marcelo Dória; o diretor executivo da CBB, Luis Felipe Monteiro de Barros; o diretor técnico da CBB, André Alves; o presidente da LBF, Márcio Cattaruzzi; o vice-presidente da LBF, Mauro Chekin; além de representantes dos sete clubes que participaram do 12º Campeonato Nacional Feminino (CNBF 2009/2010): Catanduva (SP), Ourinhos (SP), Americana (SP), Santo André (SP), São Caetano (SP), Vasto Verde (SC) e Botafogo (RJ).
 
A LBF pretende organizar a competição feminina ainda este ano. Segundo o presidente da Liga, Márcio Cattaruzzi, todos os clubes se mostraram interessados e concordaram com a necessidade da criação de uma liga independente.
 
— A Liga de Basquete feminino (LBF) foi criada seguindo o modelo da Liga Nacional de Basquete Masculina (LNB). Foi apenas o primeiro passo de uma longa jornada que o basquete feminino terá pela frente. Nosso objetivo principal é a reestruturação da modalidade no Brasil. Os clubes entenderam que era preciso ter união. Cada um tem sua diversidade, mas precisamos buscar uma unidade — disse o presidente da Liga Feminina, Márcio Cattaruzzi.
 
A Brunoro Sports Business será responsável pelo marketing e comercialização da LBF. A CBB auxiliará nas inscrições das equipes, além de ceder árbitros para as partidas e acompanhar julgamentos do Tribunal de Justiça Desportiva. Os campeonatos organizados pela Liga de Basquete Feminino serão organizados pelos clubes.
 
— A Liga Nacional de Basquete (LNB) foi uma das melhores coisas que já aconteceu para o basquete brasileiro. Gostaria muito de ver uma competição no mesmo formato para o feminino. Precisamos enraizar um torneio forte para as mulheres e acredito que a criação da Liga ajudará na evolução do campeonato feminino, assim como aconteceu com a competição masculina — comentou o presidente da CBB, Carlos Nunes.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

CBB avisa no twitter

  1. Jogo treino da sel. fem. sub-18 em Colorado: 1º tempo: Brasil 29 x 21 Chile. 2º tempo: Brasil 27 x 41 EUA. Hoje, amistoso Brasil x EUA.
  2. O presidente Carlos Nunes, Hortência Marcari e o téc. Carlos Colinas assistirão, hoje, a Santo André x Americana, pela final do Paulista.

Fonte: @CBB_basquete

sexta-feira, 11 de junho de 2010

CBB assina carta de intenção para Centro de Treinamento das seleções de base

O presidente da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Carlos Nunes, esteve em São Sebastião do Paraíso (MG) para uma reunião com o prefeito da cidade, Mauro Zanin. O objetivo do encontro foi a assinatura da carta de intenção para que o Centro de Treinamento das seleções brasileiras de base seja na cidade. O secretário municipal de Esporte, Lazer, Cultura e Turismo, Mariano Aparecido Bícego, o presidente da Federação Mineira de Basketball, Márcio de Oliveira, e o diretor da Brunoro Sports Business Marcelo Dória também estiveram presentes no ato de assinatura.
 
— A cidade de São Sebastião do Paraíso oferece ótimas condições para abrigar o Centro de Treinamento para as seleções de base. A Arena Olímpica tem uma boa estrutura, com piso adequado e ginásio auxiliar. Estou bastante contente com o resultado do encontro e o prefeito mostrou interesse em concretizar a idéia — disse o presidente da CBB, Carlos Nunes.
 
No dia 24 deste mês, o presidente Carlos Nunes e o departamento técnico da CBB terão um novo encontro com o prefeito Mauro Zanin para fazer as vistorias na Arena e formalizar o convênio entre a Confederação e a Prefeitura.

 

Fonte: CBB

quinta-feira, 4 de março de 2010

Seleção de basquete tem técnico de juvenil

Sem experiência em equipes adultas, espanhol comandará seleção feminina

Escolhido por Hortência, desconhecido Carlos Colinas tem contrato de seis meses e vai dirigir a equipe nacional no Mundial de setembro

JOSÉ EDUARDO MARTINS
MARIANA BASTOS

Mesmo sem um currículo de respeito em equipes adultas, o espanhol Carlos Colinas foi confirmado ontem pela CBB (Confederação Brasileira de Basquete) como o novo técnico da seleção nacional feminina.
Com contrato de seis meses, o treinador, que comandou os times de base da Espanha nos últimos anos, irá dirigir a equipe brasileira a partir de abril.
O principal desafio de Colinas será armar a seleção para o Mundial da República Tcheca, disputado entre os dias 23 de setembro e 3 de outubro.
O contrato curto, que pode ser renovado até a Olimpíada de Londres-2012, comprova a desconfiança da própria CBB com o trabalho do espanhol.
"O contrato é curto porque queremos avaliar o trabalho dele. Além disso, o próprio Colinas quer conhecer o sistema de trabalho da CBB", disse Carlos Nunes, presidente da CBB.
"A aposta é na experiência do Colinas com as categorias de base. Nosso projeto é de médio a longo prazo, e o conhecimento dele será muito importante", declarou Hortência, diretora de seleções femininas.
Colinas, 42, substitui Paulo Bassul, técnico da seleção brasileira campeã da última Copa América da modalidade, em setembro de 2009, em Cuiabá.
Bassul teve problemas de relacionamento com a ala Iziane, considerada uma das principais jogadoras do país e que se recusou a deixar o banco de reservas e voltar a uma partida do Pré-Olímpico de 2008.
Desde o término da Copa América, a intenção da CBB era trocar o comando da seleção e contratar um estrangeiro.
No início do ano, Hortência chegou a declarar que os treinadores brasileiros não estavam preparados para o cargo.
A reportagem apurou que uma das pessoas que indicaram o nome de Colinas para a CBB foi o empresário espanhol Nicolás San José García, agente de Iziane. A CBB, porém, nega qualquer interferência de Iziane na escolha do novo técnico.
"Ele não tem um currículo como o do Ruben Magnano [argentino contratado para dirigir a seleção masculina e medalha de ouro nos Jogos de Atenas- -2004], mas temos como base as informações da Hortência, colhidas com diversos profissionais da Europa. Ela conversou com muita gente do meio e jogadoras brasileiras que atuam por lá", afirmou Nunes.
Iziane também disse não ter tido interferência na escolha.
"Não conheço particularmente o Colinas. Nunca joguei com ele nem contra ele. Mas sei que os treinadores espanhóis estão entre os melhores do mundo", desconversou a ala.

Bassul sai, sem salário há seis meses

O processo de demissão não anunciada do técnico da seleção masculina, Moncho Monsalve, em janeiro, repetiu-se com Paulo Bassul. O treinador do time feminino também saiu da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) pela porta dos fundos.
Sem receber salário da entidade desde setembro de 2009, quando seu contrato se encerrou, Bassul disse que foi aconselhado pela CBB a não procurar novos caminhos profissionais até que sua situação na seleção fosse definida.
Anteontem, cerca de seis meses após o fim de seu vínculo com a CBB, o técnico entregou seu cargo em uma conversa por telefone com Hortência, diretora de seleções.
Mesmo após a ex-jogadora ter tornado público o interesse da confederação por técnicos estrangeiros, Bassul preferiu não fazer críticas à entidade.
"Jamais viraria as costas para a seleção. Prefiro sair sem um sentimento negativo. Gostaria apenas que a situação fosse definida mais rapidamente. Isso me desgastou muito", afirmou ele, que comandava a seleção desde 2007.
Ontem, disse que iria se concentrar na formação de uma equipe em Barueri (SP) para disputar o Nacional feminino. Porém não descartou um retorno no futuro à seleção.
O presidente da confederação, Carlos Nunes, declarou que tem planos para Bassul, 42. "Ainda não pensei em um cargo específico, mas ele pode nos ajudar na capacitação de técnicos."

Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 3 de março de 2010

Presidente da CBB comenta a escolha de espanhol para a Seleção Brasileira Feminina

A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) anunciou, nesta quarta-feira, o novo técnico da seleção feminina de basquete, o espanhol Carlos Molina. A escolha demorou para ser feita, com a diretora da Seleção Brasileira de Basquete Feminino, Hortência, gastando semanas em pesquisa e colheta de dados para a melhor escolha.

Agora, com o nome já decidido, o Esporte Interativo ouviu o presidente da CBB, Carlos Nunes, sobre a escolha do novo comandante das meninas do Brasil. Nunes explicou a escolha do espanhol para essa nova fase do time brasileiro.
"A escolha na verdade foi uma indicação da Hortência. Desde o principio ela tratou desse processo. Ela foi duas vezes à Europa, colheu informações de atletas técnicos e dirigentes e achou que esse técnico tem o perfil para seguir a filosofia que ela quer implementar na seleção feminina. Nós fechamos, achamos os argumentos que ela achou válidos. Fechamos a parte financeira, o que não foi difícil, porque está dentro do orçamento está dentro do pretendido", disse Carlos Nunes, que admitiu não conhecer muito bem o trabalho de Colinas.

"Com toda sinceridade, eu não conheço o trabalho do Colinas. A não ser agora pelo curriculo que me foi apresentado. Mas a Hortência conhecia bem e também baseado nas informações positivas que ela recebeu na Europa."
A exemplo da seleção feminina, o time masculino também tem um técnico estrangeiro, o argentino Ruben Mangano. Carlos Nunes revelou que a escolha de técnicos não brasileiros faz parte de um projeto que visa desenvolver o basquete no Brasil a ponto de não precisar recorrer a estrangeiros no futuro.

"O Brasil está querendo seguir a escola espanhola e européia. Com a chegada do Mangano também traz a escola argentina. Até hoje não conseguimos nada com nossas idéias, nossas filosofia. A mudança foi idéia foi essa. Estamos trazendo o pessoal de fora. Vamos agregar, nossos os técnicos jovens, para que em muito pouco tempo a gente não precise contratar técnicos de fora e possamos usar a prata da casa”, explicou Nunes, garantindo que no futuro os brasileiro terão preferência.

“Eles (técnicos brasileiros) vão ter preferência, mas vão ter que se atualizar. No nosso entendimento, tem que ter uma mudança de cultura. A imprensa foi unânime em dizer que a seleção brasileira, com a vinda do Moncho, teve um outro padrão, outra postura. Nós queremos melhorar. Contamos com a colaboração dos nossos técnicos. Para que em muito pouco nós possamos contar somente com técnicos nacionais."

Os primeiros torneios que Carlos Colinas irá disputar no comando do Brasil serão os o Sul-Americano da Colômbia (26 a 31 de julho) e o Campeonato Mundial da República Tcheca, de 29 de setembro a 3 de outubro.

Fonte: Esporte Interativo

Em vídeo: aqui!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Hortência define nome de técnico, mas questões burocráticas adiam anúncio

Jorge Corrêa e Luiza Oliveira

Depois de seguidas reuniões, viagens e de muito protelar, Hortência finalmente chegou a uma conclusão sobre o novo técnico da seleção feminina. Segundo a cartola, o nome já foi escolhido e encaminhado à Confederação Brasileira de Basquete para que as questões burocráticas sejam resolvidas.

No entanto, a ex-jogadora ainda mantém cautela para tomar uma posição oficial, já que questões contratuais podem emperrar a negociação. "A minha parte eu já fiz. Entrei em contato com os técnicos, decidi e apresentei os nomes à CBB. Agora cabe à Confederação resolver as questões burocráticas. Não posso garantir que vai ser técnico A, B ou C”, disse.

“Já fizemos a nossa escolha, mas existe um universo de questões que precisam ser resolvidas antes do anúncio oficial. Não posso falar um nome hoje e amanhã ter que desmentir se não conseguirmos definir uma ou outra cláusula do contrato", completou.

Ainda sem querer citar nomes, Hortência confirmou ao menos que o espanhol Carlos Colinas, que já vinha sendo especulado pela imprensa especializada, está bem cotado. "Realmente é um nome que eu apresentei para a Confederação. Não posso afirmar se ele é o nosso plano A, B ou C."

A coordenadora técnica da seleção brasileira surpreendeu com um novo discurso depois de dizer ainda na quarta-feira que não havia feito sua escolha, o que deveria acontecer apenas no fim da semana que vem. Uma reunião com a alta cúpula da CBB estava agendada para o período da manhã, mas foi cancelada.

Com a seleção masculina com treinador definido, o argentino Rubens Magnano, a demora no feminino não só vem atrasando o planejamento da seleção em ano de Campeonato Mundial, que começa em setembro, na República Tcheca, como também gerou um desgaste de Hortência junto ao comando da CBB. Antes mulher forte do time nacional, ela passou a ser colocada em xeque.

Segundo apurou o UOL Esporte, o presidente Carlos Nunes ficou impaciente com tanta espera, apesar de Hortência dizer que há tempo para a definição. Sem ainda confirmar, o mais provável é que seja um técnico europeu, bandeira encampada por ela desde o início deste ano.

A ex-jogadora tem como principal candidato o espanhol Carlos Colinas. Mas a própria Confederação não descarta a manutenção de Paulo Bassul. O técnico que estava no comando do time até o ano passado segue em compasso de espera e prefere se manter em silêncio enquanto a CBB não se pronuncia sobre o assunto.

Mas Hortência segue o discurso de que ainda tudo caminha conforme o planejado. "Como qualquer definição, gera uma ansiedade, mas estou tranqüila. Independente de anunciarmos o técnico amanhã ou daqui a um mês, tudo estará dentro do previsto. A nossa convocação será apenas em maio e esse tempo que estamos sem técnico não irá nos atrapalhar em nada."

*Colaboraram Daniel Neves e Bruno Doro

Fonte: UOL

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Divergência entre Hortência e Carlos Nunes gera novela no basquete brasileiro

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Fábio Aleixo

O que era para ser simples já se transformou em uma longa novela. A definição sobre quem será o técnico da Seleção Brasileira feminina de basquete no Mundial, em setembro, está longe de se resolver.

A reunião entre o presidente da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Carlos Nunes, o diretor técnico da entidade André Alves e a diretora Hortência Marcari, que estava marcada para esta quarta-feira, foi cancelada, segundo a própria dirigente.

Isso apenas duas horas depois de Alves confirmar ao LANCENET! que o encontro aconteceria normalmente e a ideia era fechar com o treinador até o fim desta semana. A escolha no momento está restrita ao espanhol Carlos Colinas e Paulo Bassul, último treinador.

Segundo Hortência, a chance de o acerto acontecer tão rapidamente está totalmente descartada.

- É impossível fecharmos esta semana. Por isso não teremos a reunião - disse a diretora, logo após um encontro que teve em São Paulo com José Carlos Bruno, diretor de marketing da CBB.

Segundo o LANCENET! apurou, o maior problema existente é que há uma divergência de opiniões na cúpula da direção do CBB.

Nunes afirmou que aguardará um relatório de Hortência e o nome que ela indicará - leia-se Colinas -, mas será o responsável por dar a palavra final sobre o treinador.

O certo é que a sete meses da estreia no Mundial da República Tcheca, contra a Coreia do Sul - em 23 de setembro -, o Brasil é o único país entre os que têm condição de brigar por uma medalha que segue sem definir quem será o treinador.

Fonte: Lance!

Comentário: Em algumas situações na vida, a gente começa a ficar constrangido pelos outros, mesmo quevocê não tenha nada a ver com a situação. Exemplo: já ligou a Tv e ficou com vergonha ao ver um político, um jogador, um apresentador, um calouro ou um BBB em situação absolutamente ridícula? Se sim, é assim que estou me sentindo ao acompanhar essa “novela” do técnico da seleção. Os inábeis Carlos Nunes e Hortência estão redigindo um roteiro tão medíocre que fazem Viver a Vida parecer obra de Shakespeare.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Hortência e Carlos Nunes se reúnem na quarta-feira

Carlos Nunes, presidente da CBB, não esteve no Jogo das Estrelas porque estava de férias. Tem reunião com Hortência na quarta-feira para tentar definir o novo técnico da seleção feminina.

Fonte: Painel FC, da Folha de São Paulo

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Alessandra Oliveira: “Não estou chateada com ninguém.”

Eu não estou chateada com ninguém, o meu aborrecimento é com a própria Justiça, já que não fiz o processo por causa de dinheiro, como muitas pessoas pensam, e sim por respeito, pois quando fui representar a Pátria, sempre abdiquei da minha vida pessoal para isto e nunca disse não a algum evento esportivo.

Penso que a nossa classe de atleta tem que ser um pouco mais valorizada e respeitada, a antiga gestão da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) fez o que fez e eu não quero, como pessoa, desprestigiar o trabalho do que estão começando fazer agora. Penso que o senhor Carlos Nunes, presidente da entidade, e a Hortência, que cuida das seleções femininas, pereciam, neste momento, se preocupar com outras coisas maiores do que este processo, pois fizeram contato comigo e se mostraram chocados tanto quanto eu.

Estou aqui na Romênia, jogando pelo LMK BC Sepsi Sf. Gheorghe, e ninguém entrou em contato comigo para saber a minha versão dos fatos. Até então, espero que isso se resolva da melhor maneira possível e que as novas gerações de esportistas sejam mais respeitadas no nosso País.

Lutamos tanto por um ideal e espero que isto não morra! Bom, só que uma parte de mim morreu e esta ninguém me trará de volta .

Alessandra Oliveira

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A aula de etiqueta de Carlos Nunes

“Nosso objetivo é ganhar sempre! Nossas preparações são feitas para ganhar títulos. E para o Mundial Feminino não é diferente. Talento nós temos. E para alcançar na República Tcheca o que nos conseguimos na Austrália, em 1994, procuramos técnicos estrangeiros para a nossa seleção, para ampliar nossas opções. A Hortência, nossa diretora, foi para a Europa e conversou com alguns técnicos. Teremos um nome dentro de alguns dias. É importante lembrar que o Paulo Bassul ainda faz parte dos nossos planos.”

Esse aí é o ‘otimista’ Carlos Nunes, em entrevista ao site da FIBA.

Mas ao ver a foto do presidente da CBB  junto a Anderson Varejão e Rubén Magnano, em Cleveland, não pude evitar a pergunta:

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“Por que raios o presidente não tirou a etiqueta de sua roupa?”

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Indefinição na escolha de técnico gera atrito no comando da CBB

A decisão para a escolha do novo treinador da seleção feminina se prolonga e o presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Carlos Nunes, não está gostando nada disso. O dirigente esperava a definição de Hortência até a tarde de sexta-feira, mas não obteve resposta e dá indícios de que a sua paciência está se esgotando.

“Eu acho que está demorando. Era bom terminar com essa novela mais cedo. Sinceramente não sei porque está demorando, se ela (Hortência) está na dúvida, se está olhando outros nomes, não sei não”, disse, ao UOL Esporte.

Coordenadora do departamento feminino da CBB, Hortência viajou para a Europa em janeiro onde avaliou o trabalho e encontrou os dois estrangeiros postulantes ao cargo, que prontamente manifestaram o interesse em comandar a seleção.

Desde a sua volta, na metade do mês passado, ela avalia o saldo da viagem e faz reuniões constantes com a cúpula da entidade máxima do esporte no país, entre eles o diretor técnico, André Alves, e o diretor das seleções masculinas, Vanderlei Mazzuchini, para escolher a melhor opção.

Carlos Nunes não se envolve com a questão e deixa tudo a cargo da cartola. Mas queria a resposta antes de viajar para os Estados Unidos na noite de sexta-feira para se encontrar com os astros brasileiros da NBA Anderson Varejão, Nenê e Leandrinho Barbosa, e fazer a aproximação entre eles e o técnico da seleção masculina Rubens Magnano.

“Pode ser que ela esteja sem tempo, ela não é full time da CBB. Mas isso para nós é prioridade”, reclamou o presidente, que deve voltar ao Brasil no próximo dia 16.

A pressa de Nunes aumenta à medida em que a seleção masculina já tem seu técnico escolhido e o trabalho encaminhado. O desejo dele era que com a aprovação do nome as questões burocráticas fossem definidas durante a sua viagem.

“Tem que passar pela área financeira para fazer o acerto salarial e regularizar tudo, tem vários detalhes. Se já resolvessem essas coisas durante a minha viagem ajudava”, afirmou.

Mas Hortência parece não estar tão ansiosa e segue o lema ‘a pressa é inimiga da perfeição’. A ex-craque conversou com o dirigente antes da viagem, mas não deu seu parecer final e disse que é preciso avaliar com cuidado para não errar em uma decisão tão importante.

“Não dava para dar o nome para ele não. Ele vai ter que esperar o fim da viagem. Não tenho pressa na escolha. Tem que falar até hoje (sexta) por que? É uma decisão importante. Preciso pensar bem, ver prós e contras”, afirmou.

Fonte: UOL

VÍDEO: Presidente da CBB acredita que 'caso Iziane' terá final feliz (Esporte Interativo) – aqui, Carlos Nunes diz que Bassul é quem ter “a maior chance” de ser o técnico. Alguém entende?

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A pivô que conhece Carlos Colinas

ebb3sb O Rodrigo Alves comenta no Rebote que a data de hoje seria o prazo máximo dado pelo presidente da CBB à Hortência para definir a situação do técnico da seleção feminina.

Enquanto aguardamos, estive tentando descobrir informações sobre o possível novo responsável pelas meninas: o espanhol Carlos Colinas.

Cruzando dados do currículo do rapaz, verifiquei que uma brasileira já havia sido treinada por ele: a pivô Kátia Denise. Kátia jogou no Zaragoza em 2001, na sua primeira experiência internacional após deixar o então campeão nacional Vasco da Gama.

Pedi ajuda à pivô e ela gentilmente reservou um tempo para  me responder ontem após a eliminação de seu time na EuroCopa. bbf437sa

Sobre a experiência com Colinas, Kátia diz tratar-se de “um técnico muito exigente e que gostava de trabalhar sempre com muita diciplina.”

Quando questionada sobre se a troca seria benéfica para a seleção, Kátia afirma que “acreditava que Paulo Bassul estivesse fazendo um bom trabalho”, mas que tem a impressão de que a “CBB queira mudar um pouco”. “Se for para o bem da seleção, que tudo saia bem.” _ conclui.

Em relação ao que a pivô observa de longe após quase uma década na Europa (com exceção de uma breve passagem na Ponte Preta), ela marca firmemente sua impressão e arremessa um elogio a uma ex-companheira do time de Campinas:

“ Acho que a seleção precisa de novos nomes. Temos que deixar de levar jogadoras só porque elas sempre foram da seleção. Precisamos renovar e convocar quem está jogando bem em seus clubes, como por exemplo a Gilmara, que nunca foi chamada e merecia uma chance.”