
Com seis títulos do Campeonato Nacional no currículo, a ala Patrícia Ferreira, a Chuca, e a armadora Bethânia Vasconcelos são as recordistas da competição. Além do pentacampeonato pela equipe de Ourinhos (2004, 2005, 2006, 2007 e 2008), do qual as duas participaram, Chuca, de 29 anos, foi campeã brasileira também em 1999 pelo Santo André (SP) e Bethânia, de 27, pelo Vasco da Gama (RJ), em 2001.
Mineira da cidade de Lavras, Bethânia começou a jogar basquete no BCN/Osasco. Aos 20 anos, estreava na equipe adulta do Vasco ao lado de feras como Janeth e Claudinha, sob o comando da técnica Maria Helena Cardoso. Foi em Ourinhos, entretanto, que a armadora construiu uma sólida carreira. Atualmente, Bethânia se divide entre os treinos e as aulas da faculdade de Educação Física, e confessa que não pensa mais em sair da cidade que a acolheu.
— Foi um privilégio fazer parte desse time do Vasco. Aprendi muito de lá para cá. Hoje estou feliz em Ourinhos. Gosto da cidade, do treinador, da diretoria do clube. Aqui construí uma nova família, feita de amigos, tanto do clube quanto da faculdade. Com companheiras de alto nível na equipe todas acabam evoluindo. E nós temos metas a alcançar. Não gosto de perder, pretendo continuar vencendo.
Patrícia Ferreira, a Chuca, nasceu em Mauá (SP) e fez seus primeiros arremessos no Centro Esportivo Mauaense. De lá, foi para Santo André, onde conquistou o título do 2º Campeonato Nacional (1999), e finalmente para Ourinhos. Pela seleção brasileira, a ala acumula três títulos Sul-Americanos (2003, 2005, 2008), a medalha de prata dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro (2007), e a medalha de bronze no Torneio Pré-Olímpico das Américas (2007). No ano passado, Chuca integrou também a delegação que disputou as Olimpíadas de Pequim.
— Na primeira conquista do Nacional (1999), eu estava em fase de amadurecimento. Foi meu primeiro ano num time adulto. Minha ida para Ourinhos foi conseqüência do trabalho que eu desenvolvi em Santo André e estou bastante feliz aqui. Gosto da cidade, que é diferente da correria de São Paulo, e da torcida, que está sempre presente, lota o ginásio. Acredito que quando você trabalha com seriedade e dedicação em um lugar onde há respaldo para o desenvolvimento desse trabalho, tudo dá certo. Fico feliz por ter conquistado todos esses prêmios.
O técnico de Ourinhos, Urubatan Paccini, não economiza elogios ao falar das duas atletas. Para ele, são jogadoras completas que qualquer treinador gostaria de ter em sua equipe.
— Além de excelentes jogadoras, Chuca e Bethânia têm espírito de grupo. É bom trabalhar com elas porque tudo que é conversado é levado a sério. Sou até suspeito para falar porque gosto muito das duas, são minhas amigas de verdade. Mas elas merecem todos esses títulos, pois ajudaram muito Ourinhos a ser o que é hoje. Digo sempre que são maravilhosas e que sou fã delas. Com a saída da Gattei para Catanduva, Bethânia estará comandando a equipe. Temos muita confiança nela. Estamos aguardando a Chuca, que também já deu sinal de que quer permanecer no elenco — contou Urubatan.
* Meu comentário: Realmente acredito que é fundamental que um técnico incentive suas atletas e as valorize. Mas sinceramente me causa estranheza o excesso de generosidade do novo técnico de Ourinhos, Urubatan Paccini, nas declarações sobre suas atletas. Pergunto-me que estímulo teria algum atleta para buscar evolução, quando o próprio técnico se desmancha em elogios sempre. Pra quê melhorar o que já está "maravilhooooso"?
Mineira da cidade de Lavras, Bethânia começou a jogar basquete no BCN/Osasco. Aos 20 anos, estreava na equipe adulta do Vasco ao lado de feras como Janeth e Claudinha, sob o comando da técnica Maria Helena Cardoso. Foi em Ourinhos, entretanto, que a armadora construiu uma sólida carreira. Atualmente, Bethânia se divide entre os treinos e as aulas da faculdade de Educação Física, e confessa que não pensa mais em sair da cidade que a acolheu.
— Foi um privilégio fazer parte desse time do Vasco. Aprendi muito de lá para cá. Hoje estou feliz em Ourinhos. Gosto da cidade, do treinador, da diretoria do clube. Aqui construí uma nova família, feita de amigos, tanto do clube quanto da faculdade. Com companheiras de alto nível na equipe todas acabam evoluindo. E nós temos metas a alcançar. Não gosto de perder, pretendo continuar vencendo.
Patrícia Ferreira, a Chuca, nasceu em Mauá (SP) e fez seus primeiros arremessos no Centro Esportivo Mauaense. De lá, foi para Santo André, onde conquistou o título do 2º Campeonato Nacional (1999), e finalmente para Ourinhos. Pela seleção brasileira, a ala acumula três títulos Sul-Americanos (2003, 2005, 2008), a medalha de prata dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro (2007), e a medalha de bronze no Torneio Pré-Olímpico das Américas (2007). No ano passado, Chuca integrou também a delegação que disputou as Olimpíadas de Pequim.
— Na primeira conquista do Nacional (1999), eu estava em fase de amadurecimento. Foi meu primeiro ano num time adulto. Minha ida para Ourinhos foi conseqüência do trabalho que eu desenvolvi em Santo André e estou bastante feliz aqui. Gosto da cidade, que é diferente da correria de São Paulo, e da torcida, que está sempre presente, lota o ginásio. Acredito que quando você trabalha com seriedade e dedicação em um lugar onde há respaldo para o desenvolvimento desse trabalho, tudo dá certo. Fico feliz por ter conquistado todos esses prêmios.
O técnico de Ourinhos, Urubatan Paccini, não economiza elogios ao falar das duas atletas. Para ele, são jogadoras completas que qualquer treinador gostaria de ter em sua equipe.
— Além de excelentes jogadoras, Chuca e Bethânia têm espírito de grupo. É bom trabalhar com elas porque tudo que é conversado é levado a sério. Sou até suspeito para falar porque gosto muito das duas, são minhas amigas de verdade. Mas elas merecem todos esses títulos, pois ajudaram muito Ourinhos a ser o que é hoje. Digo sempre que são maravilhosas e que sou fã delas. Com a saída da Gattei para Catanduva, Bethânia estará comandando a equipe. Temos muita confiança nela. Estamos aguardando a Chuca, que também já deu sinal de que quer permanecer no elenco — contou Urubatan.
* Meu comentário: Realmente acredito que é fundamental que um técnico incentive suas atletas e as valorize. Mas sinceramente me causa estranheza o excesso de generosidade do novo técnico de Ourinhos, Urubatan Paccini, nas declarações sobre suas atletas. Pergunto-me que estímulo teria algum atleta para buscar evolução, quando o próprio técnico se desmancha em elogios sempre. Pra quê melhorar o que já está "maravilhooooso"?









