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domingo, 9 de outubro de 2011

FIBA lista Érika entre as “garotas de ouro” de 2011

clique aqui para ler a matéria completa no site da FIBA

A FIBA fez na semana passada uma seleção dos melhores nos classificatórios masculinos para os Jogos Olímpicos de Londres – Five of the Best from 2011.

Nessa semana, o site da entidade fez a versão feminina da matéria, chamada Five Golden Girls of 2011.

E é claro, Érika está lá com todas as reverências.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

FIBA divulga novo ranking do feminino após disputas dos torneios continentais pré-olímpicos

1) Estados Unidos – 940 pts

2) Austrália e Rússia – 740 pts

4) República Tcheca – 478 pts

5) Espanha – 450 pts

6) Brasil – 376 pts

7) China – 247 pts

8) França – 240 pts

9) Coréia – 226 pts

10) Bielorrússia – 195 pts

11) Canadá – 163,2 pts

12) Argentina – 163 pts

13) Cuba – 136 pts

14) Grécia – 135 pts

15) Japão – 121 pts

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

E o Brasil não vai não

85259990pal Lembram daquela história de que o Brasil tinha se oferecido para ser sede do Mundial de Basquete Feminino em 2014? Tá registrado aqui, por exemplo, e aconteceu logo depois do Mundial da República Tcheca.

Pois é, me lembrei disso hoje ao ler uma nota oficial da FIBA que informava que apenas os dois concorrentes do Brasil (Austrália e Turquia) apresentaram a documentação para sediar a competição. O prazo final era até ontem (15).

Será que essa “candidatura” era só para inglês ver? Sinceramente não entendi.

A nota traz outras informações importantes.

A decisão sobre a sede sai no dia 13 de março, numa reunião em Lyon.

A FIBA está estudando meios de dar mais visibilidade ao Mundial Feminino.

A primeira ideia seria realizar o Mundial nos meses de inverno (do hemisfério norte), afastando-o da concorrência do Mundial masculino.

Uma outra possibilidade seria realizar o Mundial Feminino nos anos ímpares (a cada dois anos).

Por fim, no dia 13, sai também a decisão se a sede dos próximos Jogos Olímpicos (Grã-Bretanha) terá vaga direta na competição.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Primeira Conferência de Basquete Feminino define estratégia para o desenvolvimento da modalidade

Da primeira Conferência de Basquete Feminino resultou um forte voto de confiança para a adoção de estratégias de desenvolvimento da modalidade feminina a todos os níveis.

A conferência, que contou com representantes de 49 Federações Nacionais de Basquetebol dos cinco continentes juntou em Karlovy Vary, República Tcheca, entre 2 e 3 de Outubro, resultou numa declaração de duas páginas acordada por unanimidade por todos os participantes.

O documento sublinha a necessidade de utilizar todas as oportunidades promocionais da FIBA e melhorar a participação das mulheres no basquete, reforçando a importância de manter o equilíbrio entre ambos os sexos e permitindo oportunidades iguais.

De entre os diversos pontos aceites pelos participantes, se destacam:

  • A importância de ter jogadoras, treinadoras, árbitras, administradoras como modelos de vida para as mulheres e jovens
  • A necessidade de criar oportunidades para as jovens e mulheres poderem participar no basquete como elemento essencial para assegurar a sua saúde e bem estar

A conferência prometeu, em nome de toda a família do basquete, aumentar os esforços para melhorar a imagem do basquete feminino através de medidas que incluem:

  • Aumento de atividades, programas e financiamento para apoiar as jogadoras de basquete e criar mais competições femininas de basquete em todas as federações membro da FIBA quer a nível nacional quer regional, em todas as estruturas e clubes.
  • Integrar mulheres em todas as áreas de governação e administração do desporto, incluindo em conselhos de governação e comissões organizativas de basquete.

Foi pedido à sede da FIBA em Geneva que inicie de imediato alguns testes práticos e debates junto dos corpos da FIBA sobre um conjunto de tópicos chave:

  • Aumento de recursos alocados ao basquete feminino
  • Diminuição da altura das cestas de basquetebol para todas as competições oficiais de basquete feminino
  • Desenho e regulamentação dos uniformes para as jogadoras
  • Desenvolvimento de programa especial para a especialização de jornalistas em basquete feminino
  • Implementação de Campos de Formação Feminina a nível continental semelhante ao programa Basquete Sem Fronteiras

Por fim, foi proposto ao Conselho da FIBA que se realize a Segunda Conferência de Basquete Feminino ao mesmo tempo que o próximo Congresso Mundial da FIBA em 2012.

O Secretário Geral da FIBA e membro do Comitê Olímpico Internacional (COI) Patrick Baumann refere-se à conferência: " esta é a primeira vez que uma Conferência de Basquete Feminino resulta num debate aberto à discussão de temas e desafios chave ao basquete feminino. Mais importante ainda é daqui resultar uma declaração que inclui medidas concretas que serão adotadas para melhorar o basquete feminino e o papel das mulheres no basquete."

"No entanto, só poderemos falar sobre o sucesso desta conferência quando as medidas que saíram daqui estejam completamente inmplementadas e começarmos a ver os benefícios das mesmas naqueles que nelas votaram. Agora depende de todos nós o cumprimento destas promessas."

Sobre as possíveis alterações às regras do basquete jogado por mulheres, Baumann afirma: "Temos uma modalidade para mulheres que é bem sucedida e que gera interesse. Mas todos os participantes desta conferência afirmam que o jogo feminino ainda não atingiu o seu real valor, que ainda há poucos países a competir de modo consistente ao mais alto nível e que existem diferenças entre o desporto masculino e feminino. Necessitamos por isso olhar para as diversas possibilidades de aumentar o interesse pelo basquete feminino quer dentro quer fora do campo. Rever o calendário de competições, a forma como as jogadoras se vestem e reconsiderar a altura da cesta são algumas das formas possíveis que pensamos que poderão ajudar a alcançar melhores resultados."

domingo, 3 de outubro de 2010

Brasil perde para a República Tcheca a quarta posição do ranking FIBA

Atualizado depois do Mundial, o ranking da FIBA mantém naturalmente a liderança absoluta das americanas (940 pontos), que são seguidas por Rússia (780) e Austrália (745).

A novidade vem na quarta posição, agora ocupada pela República Tcheca (513), que deixou para o Brasil (416) a sua sexta posição.

A Espanha mantém o quinto lugar, com 500 pontos.

Completam o ranking: França (sétimo, 274), China (oitavo, 252), Coreia (nono, 232) e Cuba (décimo, 188).

Confira o ranking completo: aqui!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

FIBA promove primeira Conferência de Basquete Feminino

Pela primeira vez, a FIBA organiza uma conferência especialmente dedicada ao basquete feminino.

Este primeiro evento terá lugar este fim-de-semana (Sábado e Domingo, 2 e 3 de Outubro) no famoso Grand Hotel Pupp em Karlovy VAry, na República Checa, cidade que alberga a fase final do Campeonato do Mundo de Basquete Feminino FIBA 2010.

O interesse expresso até agora nesta conferência tem ultrapassado as expetativas com mais de 100 participantes registrados de 50  países de todo o mundo.

A FIBA espera que esta conferência de dois dias possa ser recheada de debates sobre os desafios e oportunidades que a modalidade feminina enfrenta.

"Esta conferência vem de encontro com uma necessidade de longa data," refere o Secretário Geral da FIBA e membro do Comité Olímpico Internacional (COI) Patrick Baumann. "De modo a conseguirmos manter a evolução que vemos na modalidade masculina, iremos debater alguns assuntos como calendário internacional, promoção e gestão de eventos. A modalidade feminina tem um enorme potencial de crescimento e nós estamos muito longe do o atingir na sua totalidade".

Esta conferência terá o contributo de um grande número de especialistas e oradores.

Pode encontrar de seguida o programa da Conferência de Basquete Feminino:

2 de Outubro 2010

10:00-10:45 - Abertura da Conferência

Oradores:

- Bob ELPHINSTON, Presidente da Conferência

- Yvan MAININI, Presidente da FIBA

- Lorraine LANDON, Presidente da Comissão Feminina da FIBA

- Lubomir KOTLEBA, Director Desportivo da FIBA

10:45-11:30 - Visão de Topo
Oradores

- Larry SENGSTOCK (AUS)

- Sergey CHERNOV (RUS)
- Jim TOOLEY (EUA)

11:30-12:30 - Obstáculos e Desafios
Oradores:

- Milos PRAZAK (CHE)

- Miguel HERRERA (CHI)

- Lena WALLIN (SUE)

- Guy BERTE (CIV)

13:00-14:00 - Perspectiva dos Treinadores
Oradores:

- Tom MAHER (AUS)

- Natalia HEJKOVA (ESL)

- Geno AURIEMMA (EUA)

3 de Outubro 2010

10:00-11:00 - Perspectiva das Jogadoras

Oradoras:

- Esther WENDER (HOL)

- Katie SMITH (EUA)

- Anna JUNYER (ESP)

11:00-12:00 - Organizar um Evento Feminino

Oradores:

- Lorraine LANDON (AUS)

- Jean-Pierre SUITAT (FRA)

- Tomohiro HATTORI (JPN)

12:30-13:30 - Como promover as melhores no desporto

Oradoras:

- Andrew WALKER (WTA Tour)

- Jiri ZEDNICEK (CHE)

- Sylvia SWEENEY (CAN)

- Daniela BANZ (FIFA)

- Val ACKERMANN (EUA)

13:30-14:00 - Conclusão da Conferência

Oradores:

- Patrick BAUMANN, Secretário Geral da FIBA

- Yvan MAININI, Presidente da FIBA

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

FIBA lança novo ranking

No seguimento do Campeonato Masculino do Mundo FIBA 2010 que terminou no passado domingo em Istambul, Turquia, a FIBA anuncia um novo sistema de classificação.

Os Estados Unidos da América dominam em todas as categorias, incluindo nas novas categorias de juniores masculino e feminino que foram adicionados neste novo sistema de ranking.

No ranking masculino, a Turquia foi quem mais subiu desde a 13ª para a 6ª posição após serem finalistas do Campeonato do Mundo FIBA 2010.

Pela primeira vez, as categorias Sub-19 e os recém incluídos Campeonatos do Mundo FIBA Sub-17 masculino e feminino, bem como os campeonatos continentais de Sub-16 e Sub-18 também têm peso na definição do ranking das novas categorias juniores FIBA masculino e feminino.

Sendo assim o novo ranking da FIBA inclui cinco categorias: Masculino, Feminino, Juniores Masculinos, Juniores Femininos e Ranking combinado que toma em conta os resultados de todas as categorias de género e etárias.

O novo sistema permite uma visibilidade das nações mundiais de basquetebol.

“Estou muito contente por ver estes novos e completos rankings mundiais a incluir as categorias juniores,” afirma oSecretário Geral da FIBA e membro do Comité Olímpico Internacional (COI) Patrick Baumann.

“Esta é uma grande iniciativa e que demorou a alcançar. Temos de assegurar que premiamos os países que jogam bem nas competições juvenis como investimento para um melhor futuro do basquetebol.”

“Com este novo sistema implementado, podemos ver que os Estados Unidos ultrapassou a Argentina e lidera em todas as categorias. Isto é um reflexo do talento e do compromisso que têm tido nas suas equipas masculinas e femininas juvenis e seniores”, salienta Baumann.

Estas são as nações do Top 10 de cada categoria:

Top 10 – Ranking Masculino:

1 Estados Unidos da América              892.00

2 Espanha                                             720.00

3 Argentina                                          665.00

4 Grécia                                               489.00

5 Lituânia                                            462.00

6 Turquia                                             301.00

7 Itália                                                 300.00

8 Sérvia                                               234.00

9 Austrália                                           224.00

10 China                                              219.70

Top 10 – Ranking Feminino:

1 Estados Unidos da  América              940.00

2 Rússia                                                920.00

3 Austrália                                            825.00

4 Brasil                                                 426.00

5 Espanha                                             420.00

6 República Checa                                313.00

7 China                                                  297.00

8 França                                                 264.00

9 Coreia                                                 252.00

10 Cuba                                                 238.00

Top 10 – Ranking Juniores Masculinos:

1 Estados Unidos da América             306.00

2 Lituânia                                            204.80

3 Sérvia                                               176.80

4 Argentina                                          162.00

5 Grécia                                               150.60

6 Canadá                                              135.00

7 França                                               132.40

8 Austrália                                           117.00

9 Croácia                                              110.80

10 Espanha                                           110.60

Top 10 - Ranking Juniores Feminino:

1 Estados Unidos da América             360.00

2 Espanha                                            237.20

3 Canadá                                             163.00

4 Sérvia                                               156.00

5 França                                               148.80

6 China                                                133.00

7 Rússia                                               121.80

8 Argentina                                          116.20

9 Suécia                                               100.80

10 Brasil                                                99.00

Ranking Combinado (Masculino, Feminino; Juniores Masculino e Feminino):

1 Estados Unidos da América              2,498.00

2 Espanha                                             1,487.00

3 Rússia                                                1,302.00

4 Austrália                                            1,233.00

5 Argentina                                           1,129.00

6 Lituânia                                                909.00

7 Brasil                                                    768.80

8 Grécia                                                   755.40

9 França                                                   715.20

10 China                                                  707.90

Sobre os Rankings mundiais da FIBA

O ranking é calculado com base do ciclo de dois Jogos Olímpicos (incluindo as competições de qualificação ao nível regional da FIBA) e toma em consideração todos os campeonatos do Mundo, Jogos Olímpicos e os eventos Continentais.

Sempre que é jogado um novo campeonato, a competição mais antiga dessa categoria é retirada e o Ranking FIBA é recalculado.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

FIBA ainda acha que Bassul é o técnico do Brasil no Mundial

bassulcheca

Faltando apenas dez dias para o início do Campeonato Mundial, a FIBA parece ainda acreditar que o técnico da seleção brasileira seja Paulo Bassul.

Foi o que constatou o leitor Robert, ao checar a página do Brasil na competição (veja o link).

Apesar de o elenco já ter sido atualizado com nomes exclusivos da era Colinas (Tássia e Damiris), o nome de Paulo Bassul ainda ocupa o campo de head coach.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

FIBA avalia o futuro do Basquete 3 para 3

A FIBA, entidade reguladora mundial do basquete, avaliou o novo formato de jogo 3 para 3 que poderá revolucionar a modalidade.

Uma equipe de alto nível está a definir objetivos e estratégias para o jogo e está discutindo a sua adoção como um evento olímpico para 2016, uma tour profissional mundial 3 para 3 da FIBA e um sistema de ranking global para jogadores individuais.

Os planos foram discutidos durante o 19º Congresso Mundial da FIBA, em Istambul e após o sucesso da competição 3 para 3 nos Jogos Olímpicos da Juventude em Cingapura no mês de Julho.

Patric Baumann, Secretario Geral da FIBA, disse: “Estamos realmente excitados com o 3 para 3 não só enquanto jogo mas também como forma de chegar a uma audiência ainda mais jovem.

“A essência do 3 para 3 é ser divertido e livre, e querendo assegurar uma formula consistente de jogo em todo o mundo queremos também que cresça organicamente. A FIBA liderará o desenvolvimento do jogo, não o seu controle.

“Nossos planos estão na criação de uma competição baseada no que vimos em Cingapura – competição rápida, e excitante vista por multidões animadas, esgotando as quadras – não existem razões para que o basquete 3 para 3 não seja um evento olímpico nos próximos anos.”

Cada partida 3 para 3 é jogado por duas equipes de três jogadores numa meia quadra durante duas metades de cinco minutos. A primeira equipe a atingir 33 pontos ganha, se nenhuma atingir essa pontuação no final do segundo período a equipe que tiver o maior número de pontos sera a vitoriosa.

Baumman reforça: ”O formato encoraja os jogadores a se expressarem a todos os níveis técnicos e truques com uma média de 30 a 35 lançamentos por partida, sem esquecer das atrações óbvias, vemos como um bom complemento do jogo tradicional e não como um substituto.”

“A chave do sucesso sera o indivíduo, um ranking mundial conetará todos os jogadores 3 para 3 desde iniciantes até aos melhores jogadores permitindo que possam jogar em provas em todo o mundo independentemente da sua nacionalidade, lugar ou tempo.

“Com isto não há razão para que não possamos profissionalizar e globalizar o jogo, permitindo que menos nações de basquete compitam a um alto nível e abrindo o jogo de basquete para novas audiências e mercados.”

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Hortência é eleita para comissão do basquete feminino em nova gestão da FIBA

Paulo Villas Bôas, André Alves e Hortência Marcari foram eleitos para integrar as comissões da Federação Internacional de Basquete (FIBA) 2010/2014. O anúncio foi feito nesta terça-feira (dia 7), em Istambul. As 213 federações internacionais indicaram nomes para compor as 11 comissões, que são formadas por oito a dez pessoas de países diferentes. As comissões se reúnem no mínimo duas vezes por ano para desenvolver o basquete no mundo.
 
Para o presidente da CBB, Carlos Nunes, as indicações mostram a credibilidade do basquete brasileiro na FIBA.
 
— Estamos recuperando nossa credibilidade no basquete internacional. A presença brasileira em três comissões em um pouco mais de um ano da nova gestão mostra isso. Estamos colhendo os frutos do trabalho em prol do basquete nacional, realizado por todos que se dedicam ao crescimento da modalidade em todo o país — avaliou Carlos Nunes.
 
Paulo Villas Bôas, diretor de relações institucionais da CBB, integrará a Comissão responsável pelo trabalho de base (categorias sub15, sub-17, sub-19), além do Basquete 33. Já o diretor técnico André Alves foi eleito para a comissão de competições. A diretora de seleções femininas, Hortência Marcari, fará parte da comissão de basquete feminino.
 
— É um grande e rápido reconhecimento do trabalho que a CBB está realizando. O Brasil poderá contribuir com sugestões e decisões sobre a modalidade no mundo. É uma conquista importante para o basquete nacional, que está se desenvolvendo cada vez mais — comentou Paulo Villas Bôas.
 
— É uma alegria e surpresa estar na comissão de competições tão jovem (29 anos). Essa representatividade brasileira na FIBA é mais um grande passo na evolução do basquete no Brasil e no mundo — concluiu André Alves.
 
— É uma conquista política importante. Estamos muito felizes porque gerir o basquete passa por essa parte também. Estamos trabalhando em todas as frentes para levar a modalidade para o alto patamar que sempre mereceu estar — concluiu Hortência Marcari.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

FIBA entusiasmada com a estreia do Basquete 33

Iniciou esse domingo o torneio de basquete 3 para 3 durante a inauguração dos Jogos Olímpicos da Juventude em Cingapura. O primeiro dia do torneio olímpico de basquete coincidiu com a entrada em vigor das novas regras e formato de jogo de meia quadra da FIBA em competições oficiais.

Uma multidão de torcedores assistiu ao jogo inaugural e às 16 partidas completamente lotadas. A curiosidade e o entusiasmo por este novo formato tem sido tão grande que todos os bilhetes para os 8 dias de competição já esgotaram.

As duas meias quadras ao ar livre – de um piso especialmente desenhado para condições climáticas tropicais – se encontram na cidade de Cingapura  no meio da zona commercial e têm uma capacidade para suportar mais de 1 500 torcedores.

A modalidade de basquete nos Jogos Olímpicos da Juventude inclui também concursos de técnica que consiste em concluir um conjunto de desafios, incluindo concursos de afundanços e da linha dos três pontos.

O Secretário Geral da FIBA e Membro do COI Patrick Baumann expressou a sua satisfação depois do primeiro dia: “É muito interessante ver os jogadores e torcedores apadrinharam o basquete de 3 para 3. O cronômetro dos 10 segundos tem trazido momentos empolgantes de muita ação e estou seguro que este torneio continuará a progredir e os jogadores se tornarão mais familiares com o modelo 3 para 3, as quadras se encherão ainda mais.”

“Estamos muito entusiasmados com o FIBA33, e vendo a sua popularidade após o primeiro dia, não é difícil de imaginar que esteja um desses dias nos Jogos Olímpicos pelo seu valor,” acrescenta.

3 para 3 e Jogos Olímpicos da Juventude

O basquete 3 para 3 é inspirado nas diversas formas como o streetball é jogado ao redor do mundo. Este é um formato muito entusiasmante, gestionado pela FIBA jogado pelas times nacionais pela primeira vez, que vêem duas equipes de três dos seus jogadores se enfrentando entre si em meia quadra, encorajando os jogadores a mostrarem as suas qualidades técnicas e truques.

Estas aprtidas são jogadas em duas metades de 5 minutos cada, sendo o time que conseguir primeiro 33 pontos o vencedor. Se nenhum dos times conseguir 33 pontos no final do Segundo período, a equipe com maior pontuação vencerá.

Os primeiros Jogos Olímpicos da Juventude, decorrem de 14 a 26 de Agosto em Cingapura, são uma versao dos Jgos Olímpicos, focados nos jovens com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos de idade.

Os 26 esportes olímpicos estarão presentes, mas com um número reduzido de provas. As disciplinas foram adaptadas para serem inovadoras e atraentes para os jovens e adolescentes. Os atletas são também encorajados a participar em eventos educacionais e culturais dos Jogos Olímpicos da Juventude.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

CBB manifesta interesse em ser sede do próximo Mundial Feminino

A FIBA anunciou nesta quarta-feira (4) que Austrália, Brasil e Turquia são candidatos para sediar o Campeonato Mundial Feminino de 2014. Os três países entregaram as cartas de interesse à FIBA e receberão o caderno de encargos da competição até o dia 31 de agosto.
 
- Nós manifestamos interesse em sediar e o mundial. O próximo passo é esperar o caderno de encargos, que será entregue pela FIBA até o dia 31 de agosto. Depois de analisá-lo, confirmaremos ou não o pedido de sediamento e decidiremos a cidade que receberá o evento - disse o presidente da CBB, Carlos Nunes.
 
O Brasil já sediou quatro mundiais femininos (1957, 1971, 1983 e 2006), a Austrália organizou o evento em 1994 e a Turquia será a sede do mundial masculino deste ano, de 28 de agosto a 12 de setembro.

domingo, 25 de julho de 2010

EUA vence França e é campeão mundial sub 17 invicto

Aconteceu hoje a final do Mundial Sub 17 na cidade de Toulouse, França.


Sem maiores surpresas, os EUA venceu com tranquilidade as donas da casa por 92 a 62.

Pela disputa do bronze, a China venceu a Bélgica por 85 a 73 e ainda teve a MVP do torneio: a ala Meng Li, de 1,85.




As chinesas também foram as que mais deram trabalho para as americanas. Na semifinal, os EUA apenas conseguiu abrir vantagem no último quarto, vencendo a China por 97 a 74.


Classificação final:

1. EUA
2. França
3. China
4. Bélgica
5. Japão
6. Rússia
7. Austrália
8. Espanha
9. Argentina
10. Turquia
11. Canadá
12. Mali

domingo, 18 de julho de 2010

Mundial Sub 17: Resultados de Hoje

EUA 114 - 57 Canadá

Austrália 77 - 57 Argentina

Rússia 53 - 56 França

Espanha 54 - 55 Bélgica

Japão 80 - 60 Turquia

China 103 - 54 Mali




Classificação:

Grupo A
1. EUA 3/0
2. Japão 2/1
3. Rússia 1/2
4. Turquia 1/2
5. França 1/2
6. Canadá 1/2

Grupo B

1. China 3/0
2. Bélgica 2/1
3. Austrália 2/1
4. Espanha 1/2
5. Argentina 1/2
6. Mali 0/3

EUA e China lideram Mundial Sub 17

Os Estados Unidos e a China estão ocupando a liderança do Grupo A e do Grupo B, respectivamente, na fase inicial do Campeonato Mundial Feminino Sub-17 – 2010, que está sendo disputado na França. As duas nações lideram as suas chaves, com quatro pontos conquistados, decorrentes de dois resultados positivos, isso ao final da segunda rodada da fase inicial.

Esta jornada de número dois foi disputada, em sua totalidade, neste sábado (17 de julho), com estes resultados: Canadá 80 x 87 Japão, Argentina 55 x 53 Bélgica, Estados Unidos 82 x 38 Rússia, Austrália 75 x 92 China, Franca 51 x 54 Turquia e Mali 42 x 112 Espanha.

A terceira rodada será disputada neste domingo (18 de julho), com estas partidas: Estados Unidos x Canadá, Austrália x Argentina, Rússia x França, Espanha x Bélgica, Japão x Turquia e China x Mali.

O Brasil não disputa a competição, já que não obteve classificação na competição continental.

Fonte: Databasket

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Hortência visitou a FIBA

A diretora do departamento feminino da CBB, Hortência Marcari, visitou nesta quinta-feira a sede da Federação Internacional de Basketball (FIBA), em Genebra, na Suíça, acompanhada do diretor do COB, Paulinho Villas-Boas. A eterna rainha do basquete conversou com o secretário geral da entidade, Patrick Baumann, sobre Jogos Olímpicos da Juventude, Clinicas para técnicos e atletas, além dos programas Solidariedade Olímpica. Hortência, que é membro no Hall da Fama da FIBA, está na Europa acompanhando os Jogos da Lusofonia. De Lisboa seguirá para a Tailândia, onde será disputado o Mundial Sub-19 Feminino, de 23 de julho a 2 de agosto.

Fonte: CBB

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

FIBA Europa inicia guerra de bastidores contra o excesso de estrangeiras em times russos



Tentando vaga no Final Four da EuroLiga, o 'russo' Spartak tem em seu elenco quatro americanas (Kelli Miller, Sue Bird, Diana Taurasi e Sylvia Fowles), mais uma australiana (Lauren Jackson). Há ainda duas européias não-russas: a búlgara Noelle Quinn (americana de nascimento) e a lituana Jurgita Streimikyte.

Já garantido no Final Four, está o Ekaterinburg. Esse tem Deanna Nolan, Cappie Pondexter e Ashja Jones (as três americanas), mais a australiana Penny Taylor. Às quatro, somam-se mais três européias não russas: a francesa Sandrine Gruda, a bielorrusa Yelena Leuchanka, a polonesa Agnieszka Bibrzycka.

Isso para ficarmos em apenas dois exemplos.

Esse número excessivo de estrangeiras tem desequilibrado o jogo a favor dos russos, que se utilizam do dinheiro e da farra dos passaportes e naturalizações para colocar seus timaços em quadra.

Incomodada com o fato, a FIBA Europa já começa a se movimentar nos bastidores para colocar limites ao fogo russo na próxima temporada.

O milionário Shabtai Kalmonovich, gerente do Spartak, já gruniu à imprensa local: "Estamos prontos a ir até o fim nessa guerra.".

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Votações abertas para Melhor Jogadora Européia em 2008

A FIBA iniciou esta semana as votações para Melhor Jogadora Européia de 2008. Para votar, clique aqui.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Brasil segue em quarto no ranking mundial, após má campanha em Pequim

A décima primeira colocação da seleção brasileira em Pequim não foi suficiente para alterar a posição do país no ranking feminino da FIBA.

As brasileiras seguem em quarto, mesmo tento perdido 110 pontos. Com 446 pontos, somos seguidos de perto pela Espanha, a quinta colocada, com 429.

As americanas são líderes, com a folga de 1140 pontos.

Mesmo terminando com o bronze, a Rússia superou a Austrália, no ranking, ao somar 923 pontos.

As australianas têm 899.

As novidades são a China, na sexta posição (340 pontos), seguida da República Tcheca (326), em sétimo.

A Coréia é a nona força, com 272 pontos.

Entre as dez melhores no ranking, há duas seleções que não se classificaram para Pequim: a França, oitava; e Cuba, décima.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

FIBA quer 16 seleções em Londres 2012

A Federação Internacional de Basketball (FIBA) quer ampliar para 16 o número de equipes participantes nos torneios olímpicos masculino e feminino a partir dos Jogos de Londres, em 2012. O australiano Bob Elphiston, presidente da FIBA, e o suíço Patrick Baumann, secretário geral da entidade, anunciaram a intenção de ampliar os torneios de basquete dos Jogos em coletiva de imprensa em Pequim.

— Em Pequim não foi possível ter todas as equipes que merecemos. Queremos 16 seleções a partir de Londres, mas a decisão final não depende de nós — comentou Baumann.

Segundo ele, o destaque que o basquete teve nos Jogos de Pequim pode ajudar.

— Esperamos que o êxito de Pequim nos permita ter uma competição mais ampla. A decisão será tomada em dezembro deste ano. Com o êxito de Pequim temos argumentos novos, melhores e mais fortes para ampliar a competição olímpica — explicou Baumann.