ÉRIKA RELEMBRA O INÍCIO DA CARREIRA NA VERDE E ROSA
Samuel , Érica , José Monteiro e Guilherme Kroll
Samuel , Érica , José Monteiro e Guilherme Kroll
Ela começou no atletismo. Seu corpo esguio e a estatura elevada, logo despertou a atenção de Samuel Henrique, Coordenador de Basquete da Mangueira. A troca foi inevitável. Sete anos depois, a pívô Érika de Souza, da seleção brasileira feminina, ainda se emociona quando volta ao local onde iniciou a hoje vitoriosa carreira. Nesta segunda-feira (05/07), a jogadora participou de uma palestra, na Vila Olímpica da Mangueira.
- Sinto muitas saudades daqui. Tenho um carinho imenso por todos aqui. Formamos uma grande família. Minha origem é humilde como a dessas meninas. Falei para elas nunca desistirem, pois se eu consegui, elas também conseguem – revelou Érika, de 22 anos e com 1.97m.
Barbosa, Helen e Karla visitam o projeto social Mangueira
Além da Érika, estiveram presentes a ala/armadora Karla Cristina, a armadora Helen Luz, o técnico Antônio Carlos Barbosa, o auxiliar Paulo Bassul, todos da seleção brasileira que disputará os Jogos Olímpicos em Atenas, o Superintendente da FBERJ, Guilherme Kroll, e o representante da Xerox, José Monteiro.
- O que a Mangueira faz aqui é imprescindível a sociedade hoje, pois mostra que com boa vontade e honestidade, é possível melhorar a condição de vida destes jovens – disse Helen Luz, que atuou em 2000, pela verde e rosa, junto com a companheira Karla.
Segundo Samuel Henrique, Coordenador da Vila Olímpica, o maior legado desta visita para o basquete feminino é fazer com que as meninas se sintam mais motivadas.
- Ajuda a massificar o esporte na nossa comunidade. Serve como incentivo saber que as atletas que vão às Olimpíadas estão presentes no nosso projeto – afirmou Samuel.
O técnico Antônio Carlos Barbosa esteve pela primeira vez na Mangueira. O treinador ficou encantado com o que viu.
- Eu só conhecia o projeto através da TV. Para o Rio de Janeiro, esse trabalho é excelente. Sei que o nível do basquete feminino carioca é um dos melhores do Brasil, por isso, acredito que muitos frutos serão dados ainda – apostou Barbosa.
- Sinto muitas saudades daqui. Tenho um carinho imenso por todos aqui. Formamos uma grande família. Minha origem é humilde como a dessas meninas. Falei para elas nunca desistirem, pois se eu consegui, elas também conseguem – revelou Érika, de 22 anos e com 1.97m.
Barbosa, Helen e Karla visitam o projeto social Mangueira
- O que a Mangueira faz aqui é imprescindível a sociedade hoje, pois mostra que com boa vontade e honestidade, é possível melhorar a condição de vida destes jovens – disse Helen Luz, que atuou em 2000, pela verde e rosa, junto com a companheira Karla.
Segundo Samuel Henrique, Coordenador da Vila Olímpica, o maior legado desta visita para o basquete feminino é fazer com que as meninas se sintam mais motivadas.
- Ajuda a massificar o esporte na nossa comunidade. Serve como incentivo saber que as atletas que vão às Olimpíadas estão presentes no nosso projeto – afirmou Samuel.
O técnico Antônio Carlos Barbosa esteve pela primeira vez na Mangueira. O treinador ficou encantado com o que viu.
- Eu só conhecia o projeto através da TV. Para o Rio de Janeiro, esse trabalho é excelente. Sei que o nível do basquete feminino carioca é um dos melhores do Brasil, por isso, acredito que muitos frutos serão dados ainda – apostou Barbosa.
JUVENIL DA MANGUEIRA VENCE GRAJAÚ E CONQUISTA O Iº CIRCUITO DA COPA PATRÍCIA AMORIM
- Ficar em primeiro nesta etapa é muito importante para nós, pois somos os atuais campeões estaduais e seria uma afirmação muito grande para a nossa equipe, conquistar o título da Patrícia Amorim ao final de todos os circuitos – afirmou Samuel Henrique, técnico da Mangueira.
Chiquinho da Mangueira prestigia o basquete feminino
Presente à partida de sua Mangueira, o Secretário Estadual de Esportes e Presidente da SUDERJ, Francisco de Carvalho, acompanha de perto os treinos e jogos das equipes femininas. Segundo o Superintendente da FBERJ, Guilherme Kroll, a presença de Chiquinho, engrandece o basquete feminino do Rio de Janeiro.
- O projeto esportivo da Mangueira é uma referência para o basquete feminino brasileiro – afirmou Kroll.
Fonte: FBERJ
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