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domingo, 6 de novembro de 2011

Erika, talento de seleção no time joseense (O Vale)

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Ala do São José quer fazer bonito na estreia do time na Liga Feminina

Marcos Eduardo Carvalho
São José dos Campos


A equipe de São José dos Campos está prestes a estrear na Liga de Basquete Feminino, torneio na qual disputará pela primeira vez. No elenco, várias jogadoras jovens e promissoras. Entre elas, está a ala Erika, de 18 anos, que veio para a cidade no meio do ano.
Nascida em Porto Feliz-SP, ela se destacou nas equipes do Americana e do Barretos, antes de vir para sua nova casa. E, isso não é tudo: desde os 15 anos, ela vem sendo convocada para as seleções brasileiras das categorias de base.
Personalidade. Até pela bagagem que tem, Erika se mostra madura e acredita em uma boa campanha joseense na Liga, mesmo contra adversárias mais gabaritadas.
“Primeiro dá um nervosismo, pois é uma coisa nova, um campeonato novo. E vai ser difícil marcar jogadoras que a gente tem como ídolos. Apesar disso, não vamos baixar a guarda para ninguém”, disse a jovem promessa do time comandado pelo técnico Carlinhos.
Desde os 12 anos morando fora de casa, por causa do basquete, Erika disse já estar acostumada a morar longe da família. O sonho, claro, é crescer cada vez mais no basquete e voltar à seleção.
Momentos marcantes. Para ela, o seu melhor momento até agora foi a primeira convocação para a seleção brasileira sub-15, quando ainda atuava pelo Americana.
“Foi quando vi meus sonhos começarem a se concretizar”, lembra a jovem promessa do esporte.
Mas a seleção também lhe deu a maior tristeza, quando ficou no último corte do time sub-19 que disputou o Mundial no Chile, este ano. “A equipe ficou junta seis meses e fui cortada de última hora. Foi um momento muito triste e que me deixou muito chateada”, disse Erika.
“Mas agora isso me dá mais motivação para continuar lutando e evitar passar por isso de novo”, afirmou a atleta do time joseense, que considera a agilidade como uma de suas principais características dentro de quadra.
Perfil
Nome completo: Erika Regina Leite
Idade: 18 anos
Naturalidade: Porto feliz-SP

Modalidade: Basquete
Posição: Ala
Altura: 1,70m
Equipe: São José
Principais conquistas: Bicampeã paulista juvenil (2009 e 2010), campeã sul-americana em 2008, 3ª colocada na Copa américa e 6ª colocada na primeira olimpíada juvenil

Fonte: O Vale

Reforço de Peso

 Ícone da geração de Hortência ainda em atividade, a pivô Alessandra chega para integrar grupo de jovens que vai disputar a Liga Nacional

1169801005 O basquete masculino de São José dos Campos é destaque nos campeonatos que disputa com grandes atuações de seus principais jogadores, como Murilo, Fúlvio e Jefferson, que já defenderam a seleção brasileira. Agora o time feminino tenta seguir os mesmos passos de sucesso alcançado pelos homens.
E o começo já foi dado com a contratação da experiente jogadora, e considerada uma das melhores pivôs do mundo, Alessandra Oliveira, campeã mundial em 1994 e que já conquistou medalhas de prata nas olimpíadas de Atlanta em 96 e de Sidney em 2000.
Depois de passar 15 anos jogando no exterior, a atleta estava com saudade do Brasil e por isso voltou.
"Eu já não estava falando português e estava perdendo as minhas referências culturais, além de precisar ficar mais perto da família", afirmou Alessandra que está fazendo treinamento para recondicionamento físico.
Aos 37 anos, ela vai se juntar ao time formado apenas por meninas com menos de 21 anos e que estão na disputa da semifinal do Campeonato Paulista de Basquete Série A2. A pivô veio com a missão de dar experiência à jovem equipe que vai disputar a Liga de Basquete Feminino.
"Achei muito interessante, pois São José não está montando times só com medalhões que depois do campeonato não estarão mais aqui. Esse time é formado por garotas que foram criadas aqui e amam a cidade", disse.
" É importante a chegada dessas jogadoras considerados medalhões, por que a criança tem em quem se espelhar", concluiu.
Exemplo.

Com passagens por Itália, Rússia, Romênia, Hungria, Estados Unidos, França e Espanha, Alessandra lembra, com carinho, que os conselhos dados por Hortência e Paula, quando tinha apenas 20 e estava começando a carreira logo na seleção, a ajudaram na conquista dos títulos.
"Até hoje falo para a Hortência que as boladas na cara que recebi dela me ajudaram muito na carreira", brinca.
De acordo com a atleta, ela fará a mesma função feita pela dupla Hortência e Paula. "É engraçado. É como se fosse um flash back, mas agora comigo dando os conselhos", afirmou.
Futuro.
Alessandra confirmou que tem o plano de jogar por mais dois anos. Sobre o que vai acontecer com ela depois disso, nem a própria atleta parou para pensar sobre o assunto.
"Vou resolver alguns problemas pessoais mas ainda não tenho nada decidido. Uma das hipóteses é virar treinadora e outra é trabalhar com crianças, coisa que gosto muito", disse Alessandra que estreia em novembro.

Alessandra tem título mundial no currículo

Alessandra tem um rico currículo de títulos conquistados nos 17 anos em que vestiu a camisa da seleção brasileira (de 1993 a 2010). O título mundial em 1994, aos 21 anos, e as medalhas de prata na Olimpíada de Atlanta 1996 e bronze em Sidney 2000 são as principais conquistas.
Alessandra também ajudou o Brasil a ser quarto lugar em Atenas 2004 e bronze no Pan de Santo Domingo em 2003.
Todas essas conquistas dão à Alessandra gabarito suficiente para analisar a atual gestão do basquete feminino nacional.
A pivô atribui o sucesso da seleção ao trabalho feito por Hortência, que está como coordenadora e Janeth, que é a atual auxiliar técnica.
Mas para Alessandra, a conquista do título Sul-Americano e, consequentemente, da vaga nos Jogos Olímpicos ainda não quer dizer nada. "Vendo e analisando, o nível do torneio Sul-Americano caiu muito em comparação à época em que eu jogava. Nós ganhamos esse campeonato mas não podemos parar nisso", afirmou.
Para a atleta, a seleção precisa provar sua força contra as adversárias europeias.
"As seleções da Europa estão muito boas. Eu joguei lá e sei como elas melhoraram. Essas seleções, sim, são verdadeiros testes para as meninas", disse.
Alessandra também acredita na renovação e na nova safra de atletas que atua e que pode atuar pela seleção brasileira.
"Agora a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) está fazendo um trabalho legal porque eles entenderam que sem uma base forte, você não tem uma seleção principal forte" .

Torneio começa em novembro

O time de basquete feminino de São José dos Campos se prepara para disputar a Liga de Basquete Feminina, o campeonato nacional da categoria, que tem início previsto para o próximo mês.
De acordo com o técnico do time, Carlos Lima, uma reunião marcada para essa semana vai definir quais os clubes que irão participar do torneio e como será a fórmula de disputa.
"Nesse encontro eles vão confirmar o número de equipes e como será disputado. Mas está quase certo que serão todos contra todos em dois turnos, classificando os oito primeiros para os playoffs", afirmou Lima.
Carlos Lima disse também que a pivô Alessandra é apenas a primeira das contratações do São José para o torneio. Outras três ou quatro atletas podem integrar o grupo nos próximos meses.
"Conversamos com uma americana que jogou com a Alessandra e temos contatos com outras jogadoras experientes que estão próximas de um acordo", disse.

Fonte: O Vale

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Pivô Alessandra chega a São José dos Campos com noite de autógrafos

A nova contratada da equipe de basquete feminino, a pivô Alessandra Santos de Oliveira, chega a São José nesta terça-feira (18) e participa de uma noite de autógrafos com as equipes de base do Programa Atleta Cidadão. O evento será aberto ao público, no Colinas Shopping, às 18h30 e marca a apresentação da atleta, que disputará a Liga Basquete Feminino pela cidade. A equipe é mantida pela Prefeitura e terá durante a competição o apoio do Colinas Shopping através da LIF (Lei de Incentivo Fiscal municipal).

Alessandra, considerada a melhor pivô brasileira de todos os tempos, chega à cidade com objetivo de fortalecer o grupo que tem sua fase formada por atletas sub-21. “Tenho certeza que a cidade vai me receber muito bem. Fiquei fora do Brasil por 16 anos e é uma alegria poder voltar a jogar em meu país”, salientou a atleta sobre seu retorno às quadras brasileiras.

A pivô estava no Botasspor Adana (Turquía) e volta ao Brasil para representar a cidade em sua primeira participação na Liga de Basquete Feminino, com início no mês de novembro. O grupo ainda em etapa de formação para a competição está em negociação com outras atletas.

Aos 37 anos, a atleta tem em seu currículo diversas conquistas e participações nos maiores torneios esportivos do mundo, com disputa de três jogos olímpicos (2º lugar em Atlanta - EUA – 1996), (3º lugar em Sydney - Austrália – 2000) e (4º lugar em Atenas - Grécia – 2004). A atleta já participou de quatro Mundiais com a conquista do título no ano de 1994 na Austrália, disputou dois Torneios Pré-Olímpicos das Américas, com conquista do ouro em 2003 no México, é tri-campeã da Copa América nos anos de 1993, 1997 e 2009, além de medalha de bronze em 2003 nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo.

“Nossas garotas terão um grande espelho técnico. A experiência da Alessandra será muito positiva em quadra para o grupo. Nossas equipes de base que já têm destaques em seleções e ficará ainda mais forte com os exemplos dela”, salientou o técnico da equipe joseense Carlos José Lima, o Carlinhos, também coordenador das equipes de base do Programa Atleta Cidadão.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Alessandra é reforço de São José dos Campos para a LBF2

ale2010tc Está confirmada a estreia da equipe feminina de basquete de São José dos Campos no torneio mais importante da modalidade. Em novembro, as joseenses entram na disputa da Liga de Basquete Feminina e para fazer bonito a equipe já fechou uma contratação de peso. Vem integrar o grupo, a pivô Alessandra Santos de Oliveira, considerada a melhor pivô brasileira de todos os tempos.

Alessandra estava no Botasspor Adana (Turquía) e volta ao Brasil para representar São José dos Campos na Liga. Considerada a melhor pivô do Brasil, a vinda da atleta será de extrema importância para a troca de experiência com o grupo que ainda está em busca de uma armadora para a competição.

A pivô de 37 anos tem em seu currículo diversas conquistas e participações nos maiores torneios esportivos do mundo, com disputa de três jogos olímpicos (2º lugar em Atlanta - EUA – 1996), (3º lugar em Sydney - Austrália – 2000) e (4º lugar em Atenas - Grécia – 2004). A atleta já participou de quatro Mundiais com a conquista do título no ano de 1994 na Austrália, disputou dois Torneios Pré-Olímpicos das Américas, com conquista do ouro em 2003 no México, é tri-campeã da Copa América nos anos de 1993, 1997 e 2009, além de medalha de bronze em 2003 nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo.

Para a comissão técnica que ainda está trabalhando na formação do plantel para a competição, a vinda da atleta será muito importante para o basquete feminino da cidade. “Será nossa primeira participação na Liga e ter a Alessandra como referência no grupo será muito positivo”, salientou o supervisor da equipe Maurício Ianicelli.

“Nossas garotas terão um grande espelho técnico. A experiência da Alessandra será muito positiva em quadra para o grupo. Nossas equipes de base que já têm destaques em seleções e ficará ainda mais forte com os exemplos dela”, salientou o técnico da equipe joseense Carlos José Lima, o Carlinhos, também coordenador das equipes de base do Programa Atleta Cidadão. A chegada da pivô joseense está prevista para o início da segunda quinzena de outubro.

Paulista A2 – As joseenses estão na disputa de uma vaga para a semifinal do Paulista Série A2. A equipe venceu o primeiro confronto (melhor de três) sobre São Bernardo do Campo na última quarta-feira (5) com placar de 58 a 53. A próxima partida acontece no dia 12 de outubro, às 16h, no Ginásio do Tênis Clube.

A equipe feminina principal de basquetebol é mantida pela Prefeitura de São José dos Campos que terá durante a Liga de Basquete Feminina o apoio do Colinas Shopping.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Alessandra vê basquete feminino mais forte do que em Pequim (Terra)

2047108-7067-atm17 Campeã invicta do Pré-Olímpico de Basquete disputado recentemente em Neiva, na Colômbia, a Seleção Brasileira feminina já carimbou a vaga para a Olímpiada de 2012, garantindo a disputa de seu sexto torneio olímpico consecutivo. Para a ex-jogadora do Brasil, a pivô Alessandra Santos, a campanha mostra que a equipe está muito mais forte que no ciclo olímpico anterior, quando o selecionado nacional acabou eliminado precocemente, ainda na primeira fase.

"Com certeza vai fazer melhor do que em 2008 (em Pequim). Teve um grande buraco depois de 2004 e 2006, sem termos tantas jogadoras aptas", disse a atleta, que comentará as partidas de basquete durante os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara no Terra.

Alessandra, que defendeu o Brasil em três Olímpiadas (1996, 2000 e 2004), credita a evolução aos novos métodos da CBB, do técnico Enio Vecchi e da ex-jogadora Hortência, atual diretora de seleções. "Com a nova mentalidade da federação e da Hortência, além de vários amistosos e treinamentos fora, hoje podemos chegar e jogar de igual para igual", analisa.

Porém, para ela, o torneio não pode servir como parâmetro para Londres 2012, já que quase todas as seleções favoritas (com exceção dos Estados Unidos) não estão nas Américas - apesar do favoritismo da Seleção para a disputa da modalidade para o Pan.

"(O Pan-Americano) não serve como parâmetro para as Olímpiadas. Temos que enfrentar adversários mais fortes. Na América Latina nós dominamos tudo. Mas se quisermos ter alto nível, temos que jogar com equipes europeias e asiáticas", opina a pivô, que elogiou muito a atuação da defesa brasileira no Pré-Olímpico, especialmente na final diante das argentinas, vencida por 74 a 33.

Principal favorito ao ouro - já que os Estados Unidos deve levar uma equipe universitária para Guadalajara -, o Brasil começa a mesclar diversas gerações com qualidade, sob o comando de Vecchi.

"A experiência da Adrianinha e da Érika, que vive grande momento na WNBA e viveu na Europa, são os pontos de referência", descreveu Alessandra, 37 anos, que voltou ao Brasil recentemente e ainda negocia para poder jogar e Liga Feminina de Basquete. "A Damiris é novata e a nossa melhor jogadora na categoria Sub-20. Vai ser uma mescla de gerações que vai integrar algumas peças nesse Pan-Americano."

Ainda com a geração formada por Hortência e Paula, o Brasil conquistou sua última medalha de ouro em Pan-Americanos há 20 anos, em edição sediada na cidade de Havana, em Cuba.

Fonte: Terra

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mais Mundial Master em Natal

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Foi melhor do que as expectativas! O Brasil tinha como planejamento ficar na segunda colocação geral no 11º Campeonato Mundial de Basquete Master realizado em Natal de 24/06 a 3/07, porém, o país surpreendeu em várias categorias e foi o campeão geral no evento, que se encerrou neste domingo (3) na capital potiguar. O Brasil conseguiu sete títulos das categorias disputadas. A conquista geral foi bastante comemorada pelos brasileiros. O Brasil foi campeão nas categorias 30+ masculina, 40+ masculina, 50+ masculina, 30+ feminina, 35+ feminina, 55+ feminina e  60+ feminina. Resultados, estatísticas e informações sobre a competição, que pela primeira vez aconteceu no Brasil, podem ser encontrados no site: www.fimba.net .

O carismático técnico Paulista teve influência total nesse título. Ele ficou com a missão de treinar as equipes femininas do Brasil e convidou atletas de qualidade e ainda convenceu clubes a liberar atletas que estão em atividade, como Kátia e Fabiana Oliveira. "Foi muito importante a participação de atletas como Kátia, Fabiana Oliveira, Alessandra e também outras atletas que se dispuseram a disputar essa competição master, que foi tão importante para nós, por ser realizada no Brasil", comentou Paulista, que ainda deu a sua contribuição como jogador da categoria 70+, equipe que ficou com o vice-campeonato.
O último título conquistado pelo Brasil foi justamente o de uma equipe feminina. Na categoria 35+, o time comandado pela ex-atleta olímpica Alessandra venceu a Lituânia pelo placar de 76 a 54, em jogo realizado neste domingo (3) na AABB. "Essa competição teve um nível técnico mais alto do que eu esperava. Tínhamos muitos atletas que conhecem a realidade de grandes clubes e que também participaram da Seleção Brasileira em Olímpicos, como o próprio técnico Paulista, um dos grandes responsáveis pelos títulos brasileiros e que também já jogou em Olimpíadas", disse Alessandra, após a conquista do título.

Fonte: Tribuna do Norte

domingo, 22 de maio de 2011

Adrianinha e Alessandra aproveitam as férias e batem bola no Pedrocão

Nascida em Franca, armadora torce pelo time da casa na final do NBB e vive expectativa de voltar à seleção; pivô retorna ao Brasil após 14 anos na Europa

Por Rodrigo Alves
Direto de Franca, SP




A hora do almoço já se aproximava, e os jogadores de Franca desciam para o vestiário do ginásio Pedrocão após o último treino antes do jogo 2, neste sábado. No canto da quadra, discretas, duas medalhistas olímpicas levantavam a meia, amarravam o cadarço do tênis, ajeitavam o short. Não tem jeito: nem nas férias a pivô Alessandra e a armadora Adrianinha, da seleção feminina, conseguem ficar longe da bola. Mesmo com a primeira convocação do técnico Ênio Vecchi marcada para segunda-feira, as duas chegaram a Franca com apenas uma missão: torcer pelo time da casa nas finais do NBB.

- Sou francana e tenho essa paixão pelo time. Então vim assistir aos jogos da final. Quando eu fico parada, é bom para descansar, mas dá saudade, né. E é raro ter a oportunidade de bater bola aqui no Pedrocão, essa quadra tem muita história – explicou Adrianinha, bronze em Sydney-2000, ao lado da filha Aaliyah.

Aos 32 anos, a armadora acaba de trocar o Faenza pelo Parma, na Itália. Alessandra, aos 37, jogou a última temporada na Turquia, mas decidiu encerrar um ciclo de 14 anos na Europa e voltar ao Brasil para jogar os dois últimos anos da carreira.

- Estou voltando de mala e cuia, quero terminar minha carreira aqui. Ainda está difícil me separar da bola, viu. Quero dar uma força e ajudar o basquete feminino a crescer – explica a pivô, que ainda não sabe qual clube vai contar com sua experiência de campeã mundial e duas vezes medalhista olímpica.

Na seleção, Alessandra garante que se aposentou, mas Adrianinha ainda está disposta a vestir a camisa do país e vai ficar de olho na convocação de segunda-feira. Por enquanto, nenhuma pista.

- Eu mantenho contato com a Hortência, mas não sei qual é o planejamento da seleção. Estou de férias, curtindo minha família, não tenho nenhuma informação. Mas quero continuar jogando. No ano passado a seleção foi muito mal, infelizmente. Foi erro de todo mundo, planejamento, técnico e jogadoras. Se fosse só uma ou outra, né, Alê?

Alessandra concorda e lamenta a campanha no Mundial da República Tcheca, quando o Brasil terminou em nono lugar. A cabeça da pivô agora está voltada para o Brasil. Olhando para as arquibancadas vazias do Pedrocão, ela até brinca com a amiga francana sobre a criação de um time feminino na cidade.

- Pivô e armadora já tem, né? O resto, vamos ver...

Fonte: Globo Esporte

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Time de Alessandra é eliminado nas semifinais e pivô deve voltar ao Brasil

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O Botas, de Alessandra, parou nas semifinais da Liga Turca.

Contra o poderoso Fenerbahçe, o resultado não foi outro: 3-0 (somada a vantagem do time pelas vitórias na fase regular).

Jogo 1 – 84 x 77 – Alessandra – 4 pontos, 9 rebotes, em 22’.

Jogo 2 – 70 x 95 – Alessandra – 12 pts, 4 rebs em 16’.

A cestinha das duas partidas foi Angel McCoughtry, com 21 pontos em cada encontro.

A derrota deve marcar a última temporada da pivô no exterior, numa trajetória iniciada em 1998.

Aos 37 anos, Alessandra pretende voltar a morar no Brasil e disputar aqui suas duas últimas temporadas antes da aposentadoria.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Time de Alessandra vence e é semifinalista na Turquia

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O Botas, de Alessandra, voltou a vencer o Tarsus (64-54) e fechou em 3 a 1 a série de quartas-de-final da Liga Turca.

Na partida decisiva, a brasileira jogou 17’ e somou 10 pontos e 6 rebotes. As cestinhas foram Whitney Boddie (18) e Megan Freeze (13). No Tarsus, Plenette Pierson chegou aos 16.

O Botas agora joga a semifinal com o Fenerbahçe.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Quartas-de-final já aquecem as Ligas Turca e Portuguesa

7f0fe Na Liga Turca, a temporada já foi encerrada para Iziane e Kelly.

O time da dupla – o Besiktas – acabou na quinta posição na fase regular, mas foi alvejado por 2 a 0 nas quartas-de-final contra o Kayseri, quarto colocado (3x1 – considerando os resultados da temporada regular). No jogo 1, 74 x 67 – 13 pontos de Iziane e 13 pontos e 6 rebotes de Kelly. Jogo 2- 66 x 80 – 4 pontos de Iziane, 10 pontos e 6 rebotes de Kelly. Na partida decisiva, arremessos de Iziane – 2/11, Kelly – 4/12.

O Botas, de Alessandra Oliveira, ainda persiste na briga. Sexto colocado, o time perdeu a partida inicial contra o terceiro colocado Tarsus (78-71, 12 pontos e 7 rebotes em 21’ de Alessandra). No segundo jogo, vitória por 82-64, com 10 pontos e 6 rebotes da brasileira em 17’.  O time lidera por 2 a 1, já que carrega resultados sobre o adversário na primeira fase. O próximo jogo  é nessa quinta-feira.

Lá em Portugal, o Vagos passou por essa fase, ao fazer 2-0 no GDESSA: 57-59 (22 pontos de Lilian Lopes) e 63-52 (5 pontos e 5 assistências da ala). O adversário das semifinais é o Quinta.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Notícias da Turquia

Na Liga Turca, o Besiktas, de Iziane e Kelly, está na quarta posição. No fim de semana, o time bateu a Universidade de Istanbul por 73 a 71. Iziane marcou 23 pontos, 6 erros e 5 assistências. Kelly, 3 pontos e 12 rebotes.

O Samsun, de Alessandra, perdeu para o Botas (85-81) e manteve a quinta colocação. A pivô teve 8 pontos e 7 rebotes.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O fim-de-ano das brasileiras pela Europa

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Na Liga Italiana, o Faenza, de Adrianinha, encerrou o ano na sexta posição (6v e 3d). O último confronto foi com o Taranto, ex-clube de Zaine e terceiro colocado (7v e 2d). Deu Taranto (59-48). Pelo Faenza, Adriana teve 5 assistências e 2 pontos.

Zaine defendeu o Taranto até o último dia 10, quando foi negociada com o Venezia, sétimo colocado (4v e 5d). A pivô já não havia sido inscrita na EuroLiga pelo Taranto. Na última rodada, o Venezia perdeu para o líder Schio (80-59) e Zaine teve 5 pontos, 3 recuperações e 2 rebotes.

Pelo novo clube, Zaine fez sua estréiaizianeturquia na EuroCopa na classificação para os oitavas frente ao Ruzomberok. O time italiano venceu a partida de ida (91-78, com 7 pontos, 4 rebotes e 3 assistências da brasileira) e de volta (81-64, com 3 pontos e 4 rebotes). O russo Chevakata será o adversário na próxima fase.

Turquia

A última rodada da Liga Turca teve o confronto entre as brasileiras.

O Besiktas, de Kelly e Iziane passou pelo Botas, de Alessandra, por 101 a 88.

Iziane teve 36 pontos, 5 rebotes e 3 assistências; Kelly, 6 pontos e 2 rebotes. E Alessandra, 12 pontos e 7 rebotes.

Os times dividem a quarta posição (ambos com 6v e 3d).

Na EuroCopa, o Besiktas foi eliminado pelo Zaragoza, após duas derrotas para o quarto colocado da Liga Espanhola. Na primeira (71-63), Kelly teve 19 pontos e 9 rebotes e Iziane, 6 pontos. Na segunda (67-55), Kelly teve 11 pontos e 15 rebotes e Iziane, 11 pontos.

Portugal

Na Liga Portuguesa, o Vagos – de Lilian – lidera com dez vitórias em doze jogos. Na última partida, um atropelamento sobre o lanterna Micaelense (84-24), com 20 pontos e 7 assistências da ala. Andrea Santos teve 4 pontos e 4 rebotes no Micaelense.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Hortência quer Alessandra e Helen nos bastidores da Seleção

Campeãs mundiais em 1994, a pivô Alessandra e a armadora Helen Luz se despediram da Seleção Brasileira de basquete com o nono lugar no Mundial, na República Checa. Isto, entretanto, não significa que elas ficarão afastadas da equipe: no que depender de Hortência, as duas voltarão em breve a ter participação no time verde-amarelo. Só que, desta vez, fora das quadras.

"Eu conto com a Helen como minha gerente e conto com a Alessandra em algum cargo que eu ainda vou estudar", comentou a diretora de seleções femininas da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). "Vamos capacitar a Helen e a Alessandra será alguma coisa internacional, porque ela fala cinco línguas e conhece tudo e todos no mundo inteiro", afirmou.

Respectivamente com 38 e 37 anos, Helen e Alessandra já tinham se despedido da Seleção, mas mudaram de ideia para atender a um pedido da "Rainha do Basquete", que assumiu o cargo em maio de 2009 disposta a fazer uma revolução na modalidade depois de anos de má gestão por parte do ex-presidente da CBB, Gerasime "Grego" Bozikis.

Como reconhecimento, a despeito da má campanha da República Checa, as jogadoras foram homenageadas em Karlovy Vary, onde o time nacional fez suas últimas partidas no Mundial.

"Fizemos uma homenagem para elas, levamos flores e tudo. Elas ficaram super emocionadas. Não na quadra, mas as duas continuam com a gente", assegurou Hortência. "As duas são muito importantes para esta continuidade e temos que ter pessoas do basquete trabalhando juntas", destacou.

Fonte: Terra

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Brasil estreia amanhã no Mundial contra a Coréia

20100922_339607_2209_Alessandra_WR_gde O Brasil entra em quadra nesta quinta-feira (dia 23) para enfrentar a Coréia na estreia no Campeonato Mundial Adulto Feminino. O jogo será às 10h15 de Brasília (15h15 local), na Arena Vodova, na cidade de Brno, na República Tcheca. Os canais SPORTV, ESPN Brasil e TV Esporte Interativo transmitem ao vivo. Brasileiras e coreanas já se enfrentaram nove vezes em competições oficiais com cinco vitórias para as adversárias. O último confronto entre as duas seleções foi nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. A Coréia venceu na prorrogação por 68 a 62.
 
— Estreia em qualquer competição dá um friozinho na barriga tanto nas jogadoras mais novas como nas mais experientes. A Coréia tem um estilo bem diferente do que estamos acostumadas. É um jogo muito veloz, que exige bastante dos adversários. Por elas serem mais baixas, podemos levar vantagem no garrafão, com as pivôs. Mas o fundamental será estarmos focadas, concentradas o tempo todo, porque qualquer descuido nosso, elas aproveitam. Temos que defender forte, marcar bem o chute de três pontos e tomar cuidado com os contra-ataques, que são muito rápidos — comentou a pivô Alessandra Oliveira.
 
A atleta jogou na Coréia, defendendo o Woori Bank em 2002 e 2006.
 
— Eram quase seis horas de treino por dia. Chegávamos às oito da manhã e tínhamos quase uma hora de alongamento e aquecimento. Depois voltávamos às duas da tarde e íamos até umas cinco. Era bastante tempo treinando. Levávamos quase duas horas na academia também. Tudo para eles é o detalhe. Foi uma ótima experiência, adorei a oportunidade e o tempo que passei na Coréia — finalizou a jogadora.
 
Depois da Coréia, a seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobras, vai enfrentar Mali na sexta-feira (24), às 15h15 de Brasília (20h15 local). No sábado (25), o adversário será a Espanha. O confronto será às 13 horas (18h local).
 
BRASIL
4. Adrianinha Pinto; 5. Helen Luz; 6. Karen Gustavo; 7. Franciele Nascimento; 8. Iziane Marques; 9. Damiris Amaral; 10. Sílvia Gustavo; 11. Fernanda Beling; 12. Palmira Marçal; 13. Alessandra Oliveira; 14. Érika Souza; e 15. Kelly Santos. Técnico: Carlos Colinas.
 
CORÉIA
4. Bo Mi Kim; 5. Ji Yoon Kim; 6. Sun-Hwa Jung; 7. Mi Sun Lee; 8. Yung Hui Lim; 9. Sunmin Jung; 10. Yeon Ha Beon; 11. Jung Eun Park; 12. Young Suk Kang; 13. Danbi Kim; 14. Kwe Ryong Kim e 15. Jung-Ja Sin. Técnico: Dal Shik Lim.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Alessandra acerta contrato com equipe turca

Ainda não vai ser dessa vez que a pivô Alessandra realizará o sonho de retornar ao Brasil.

Depois de experiências em times da Itália, WNBA, Espanha, Rússia, Eslováquia, Hungria, Romênia, França e Coréia, a jogadora terá um destino inédito na temporada a seguir: a Turquia.

O novo clube é o Botasspor Adana.

domingo, 25 de julho de 2010

Já experiente, seleção mescla juventude por ida ao Mundial

A seleção brasileira feminina de basquete encerrou sua preparação para a primeira viagem sob o comando do técnico Carlos Colinas, uma série de amistosos na Eslováquia. Para isso, o elenco treinou em Barueri, na Grande São Paulo, visando entrosar as experientes atletas de nível mundial como Alessandra, Helen e Adrianinha, com jovens oriundas do Campeonato Brasileiro, como Natália, Nádia e Damiris.

A diferença de idade entre as atletas chega a ser de quase 20 anos. A exemplo da armadora Helen, a pivô Alessandra tem 37 anos, mas disputa diretamente uma posição no chamado time titular com a jovem Damiris, de apenas 18 anos de idade ainda incompletos.

A disparidade é motivo de brincadeiras entre as duas atletas. "Eu estava conversando com a Alê: quando ela chegou na seleção em 1990, eu não era nem nascida", conta a jovem, do ano de 1992. A brincadeira é endossada pela experiente jogadora de dois metros de altura, medalha de prata na Olimpíada de Atlanta-1996 e bronze em Sydney-2000. "Às vezes as mais velhas chegam para as mais novas e dizem: 'Lembra dessa música? Claro que não lembra, não era nem nascida'", revela, aos risos.

Outras experientes atletas do grupo são a armadora Adrianinha e as pivôs Mamá e Kelly, que deixam a equipe com uma média de idade elevada (28,2 anos). Para o técnico da seleção, o espanhol Carlos Colinas, a idade não é um problema na montagem do elenco. Pelo contrário, ajuda na formação das atletas recém-chegadas.

"Para essas jovens, é um privilégio jogar ao lado de uma Alessandra, uma Helen, uma Adrianinha... Para elas virem a ser atletas de nome no futuro, isso é muito importante", analisou o treinador.

O Brasil viaja neste domingo (25) ao Leste Europeu para enfrentar a Eslováquia em dois amistosos na casa do adversário. Depois, o time disputa o Grand Prix contra as próprias eslovacas, além de confrontar as seleções da Hungria e a Rússia.

A equipe de Colinas então volta ao Brasil para continuar com os treinamentos e disputa o Campeonato Sul-Americano, entre os dias 10 e 14 de agosto, no Chile. Já o Mundial da categoria, onde a ala Iziane e a pivô Érika, ambas oriundas da WNBA, devem integrar o elenco, será de 23 de setembro a 3 de outubro deste ano, na República Tcheca.


Fonte: Gazeta Esportiva

domingo, 4 de julho de 2010

Alessandra e Fran são a mistura dos ingredientes da 'fórmula' de Colinas

Exemplos de experiência e juventude que técnico busca usar na equipe, jogadoras elogiam chegada de espanhol e miram campanha no Mundial

João Gabriel Rodrigues

montagem_bas300 Em sua primeira convocação para a seleção brasileira feminina de basquete, Carlos Colinas mostrou a intenção de misturar experiência e juventude na equipe durante seu comando. No treino inaugural, na noite de sexta-feira, em Barueri, o técnico espanhol disse que buscava um time equilibrado e que, por isso, havia apostado em jovens promessas entre outras jogadoras de mais bagagem. Destaques na conquista da Copa América, no ano passado, Franciele, de 22 anos, e Alessandra, de 37, são alguns dos ingredientes desta “fórmula” do treinador.

Fran não é a mais nova da seleção. Jovens promessas, como Damiris, de 17, e Tássia, de 18, também foram convocadas por Colinas. Ela, no entanto, já aparece como uma das principais armas da equipe. Na conquista da Copa América, a jogadora do Burgos, da Espanha, se destacou. Próxima de seu primeiro Mundial, a jovem pivô garante que está pronta para assumir a responsabilidade, mas que ainda há muito a melhorar.

- Estou pronta, mas ainda tenho muito trabalho pela frente. É uma sensação incrível representar a seleção e ter ao lado gente experiente para aprender. É muita responsabilidade também. Estou um pouco nervosa, é o primeiro Mundial – confessou.

Do outro lado, a experiência de quatro mundiais no currículo. Alessandra, que voltou à seleção na Copa América do ano passado e, assim como Franciele, também brilhou, sabe da importância de ser uma das mais antigas da equipe.

- Eu tenho que passar minha experiência, mas não só das coisas boas. Tenho que lembrar das coisas ruins também, que são importantes. Mas quero ajudar no que eu puder em quadra também.

A pivô, há 14 anos fora do Brasil e atualmente no Sepsi, da Romênia, elogiou o trabalho de Colinas até o momento na seleção.

- Está sendo ótimo. É um conceito que tem a ver, um basquete moderno. Nós precisávamos deste conceito, de velocidade. E estamos todas abertas para aprender o mais rápido possível – disse Alessandra.

Fonte: GloboEsporte.Com

domingo, 13 de junho de 2010

Alessandra animada para iniciar treinamentos

A pivô Alessandra Oliveira (foto), que atua pelo Sepsi (Romênia), já está na Itália, ao lado do marido, descansando para depois se apresentar a Seleção Brasileira, que vai iniciar a preparação visando às disputas do Campeonato Sul-americano e o Campeonato Mundial. O grupo inicia os trabalhos, sob o comando do técnico Carlos Colinas, no dia 29 de junho (terça-feira), em Barueri (SP).

Para a pivô, campeã Mundial de 1994 com o selecionado brasileiro, o tempo para a preparação do time é adequado. “Bom, não tem muito que comentar, agora, na verdade, temos que começar a trabalhar, pois teremos um bom tempo para treinar. Estou confiante no grupo e sou otimista de que podemos trazer um bom resultado neste mundial”, analisa Alessandra.

“No dia 17 de junho estou chegando em São Paulo, já com a cabeça na Seleção Brasileira”, complementa a pivô.

Com relação à temporada, Alessandra gostou do desempenho do seu time no campeonato romeno. “Fizemos uma boa temporada, que foi encerrada no dia 18 de maio, e conseguimos a terceira colocação no campeonato da Romênia”, complementa a pivô.

E, saindo um pouco do basquete e focando a Copa do Mundo de futebol, que está ocorrendo na África do Sul, Alessandra espera por um bom desempenho do Brasil, no duelo contra a Coréia do Norte. “A expectativa é de vitória. Eu e o meu marido estaremos na torcida por um triunfo brasileiro”, finaliza Alessandra.

Fonte: Databasket

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Subindo a Colina: as pivôs na véspera da convocação oficial

imagempivos Depois de concluídas as votações para armadoras e alas, encerrei antes do previsto a eleição das pivôs, já que a CBB nos surpreendeu com o anúncio da convocação para amanhã.

Nessa posição, um trio obteve rápido destaque na enquete, ultrapassando a marca dos 100 votos cada.

São elas: Érika, a mais lembrada, Franciele e Nádia Colhado.

Abaixo delas e praticamente empatadas, chegaram Kelly e Alessandra.

A partir daí, quem aparece na sexta posição é Gilmara, liderando um grupo bastante embolado, composto por Damiris(sétima), Ísis (oitava), Clarissa (nona) e Zaine (décima).

O Fábio já deixou nessa manhã um pedido para ser surpreendido pela lista de Colinas, mas achei bastante estranho a CBB optar por uma convocação nesse momento (antes das semifinais – ainda sem data – do Paulista).

Ao contrário do treinador da seleção masculina – o argentino Rubén Magnano, o espanhol Carlos Colinas esteve absolutamente afastado do que acontece aqui no país e o mais provável é uma repetição da última convocação da seleção feminina.

domingo, 9 de maio de 2010

Time de Alessandra perde e série semifinal está empatada

Alessandra e Kristen Rasmussen tiveram boas atuações e foram as cestinha do Sepsi, com 19 pontos cada.

Mas acabaram surpreendidas pela atuação explosiva da romena Ancuta Stoenescu, do Arad, que marcou 33 pontos.

Ao fim, o Arad venceu por 93 a 88 e empatou a série em 1 a 1.

O terceiro jogo, que encerra a série, ocorre na terça e define o adversário do Targoviste na final da Liga Romena.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Time de Alessandra vence a primeira na semifinal romena

ardcikk

O Sepsi bateu o Arad na primeira partida da série semifinal da Liga Romena.

Na vitória por 76 a 69, Alessandra teve 24 pontos (2pts 11/14) e 12 rebotes, em 39’.

O jogo 2 é na sexta-feira.