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sábado, 24 de abril de 2010

Antes & Depois de Americana em números

 

Americana (Nacional 2009)

Fora de Americana (Paulista 2010)

Natália 10 pontos, 3,4 assistências, 30 minutos por jogo 14,8 pontos, 3,8 assistências, 23 minutos por jogo
Flávia Luiza 4,3 pontos, 3,7 rebotes, 16 minutos por jogo 14 pontos, 6,3 rebotes, 31 minutos por jogo

 

 

Fora de Americana (Nacional 2009)

Americana (Paulista 2010)

Karen Gustavo 11,8 pontos, 2,9 assistências e 3 rebotes, 28 minutos por jogo 9,2 pontos, 1,4 assistências, 3,4 rebotes e 33 minutos por jogo
Mamá 9,1 pontos, 5,2 rebotes, 21 minutos por jogo 10,6 pontos, 6,2 rebotes e 27 minutos por jogo
Karina Jacob 7,9 pontos, 7,1 rebotes, 25 minutos por jogo 7 pontos, 4,2 rebotes, 17 minutos por jogo
Fabão 8,8 pontos, 4,4 rebotes, 1,7 assistência, 1,6 recuperações, 21 minutos por jogo 7,7 pontos, 5 rebotes, 2,5 asistências, 2 recuperações, 25 minutos por jogo

 

Fonte: Estatísicas da CBB e da FPB

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Após título nacional, Catanduva promete fortalecer categorias de base

Enio Franco

Após a conquista do Nacional Feminino de Basquete, a diretoria do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva pretende intensificar os treinamentos com as categorias de base do clube, com o objetivo de revelar talentos para a disputa das Olimpíadas de 2016, que vão ser disputadas no Rio de Janeiro.

As atletas, além de servir a equipe adulta, também podem dar início aos projetos voltados para as categorias de base das Seleções Brasileiras. “Para este ano, estamos programando para montar um time juvenil forte, com atletas que também possam servir à equipe principal e já se prepararem para assumir o time adulto. Teremos um longo ciclo Olímpico nos próximos seis anos e temos que participar de forma intensa e ativa dele”, comentou o presidente do clube, Pedro Macchione.

A intenção da diretoria do clube é a permanência das principais jogadoras. “A intenção é sempre manter a base, já que teremos o Sul Americano, que passou a ser um objetivo real, além do Campeonato Paulista, que tem início previsto para abril”, continuou o dirigente.

A manutenção de jogadoras como Sil, Gil, Palmira e Gattei é fundamental para o desenvolvimento do planejamento do time para as competições desse ano. “Nesse momento, mantemos contato com patrocinadores para programarmos fluxo de caixa do time”, comentou.

Fonte: O Regional

domingo, 24 de janeiro de 2010

Depois do título nacional, Catanduva planeja temporada

16156_FP Após a conquista do Nacional Feminino de Basquete, na última quinta-feira, a diretoria do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva pretende iniciar o planejamento da equipe para as competições que serão disputadas nessa temporada. A principal delas, é a disputa do Sul Americano de clubes, competição que o extinto Higienópolis/Catanduva havia conquistado na década de 80.  A competição, que ainda não tem local definido para ser disputada, ocorrerá no período de 21 a 26 de junho. O certame será promovido pela Confederação Sul Americana de Basquete e deve envolver os campeões nacionais da Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai.
Na edição do ano passado, Ourinhos sagrou-se campeão do torneio. “Ainda é cedo para darmos início ao planejamento das competições do próximo ano. Mas, sem dúvida que a disputa do Campeonato Sul Americano de clubes é um dos principais do próximo ano”, comentou o técnico Édson Ferreto.
O treinador é o único remanescente do grupo que conquistou o Sul Americano com o Higienópolis/Catanduva. Na época, a equipe contava com as jogadoras Hortência e Janeth, que no futuro seriam as principais atletas que marcaria geração de jogadoras do basquete feminino nacional.
A disputa da competição internacional pode garantir maior visibilidade para o clube. Por isso, os valores das cotas de patrocínios da equipe devem ser negociados novamente. “A intenção é de manter todos os atuais patrocinadores, além de outros que também possam ter interesse em estampar sua marca na camisa do clube catanduvense”, comentou o presidente do clube, Pedro Macchione. 
Entretanto, além do Sul Americano, o time catanduvense também vai tentar recuperar o título do Campeonato Paulista, que tem a previsão de início para maio. “O Paulista sempre será uma competição forte, de expressão e de extrema importância. Vamos sentar com calma para ver quais jogadoras vão permanecer no grupo e os eventuais reforços”, continuou Macchione.
Para o planejamento do próximo ano, o ponto fundamental será a permanência do técnico Édson Ferreto. “A construção de uma base sólida passa pela manutenção da comissão técnica. Por isso que temos de desenvolver as questões quanto ao desenvolvimento desse planejamento”, comentou o diretor.

Carreata
Ontem pela manhã, as jogadoras percorreram as principais ruas de Catanduva ao desfilar em carro aberto, sendo saudadas pelos torcedores. As atletas desceram a rua Brasil com as medalhas e troféus.

Fonte: O Regional

Jogadoras do Catanduva curtem título (SPORTV)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Gilmara, MVP

20100122_102425_2201_Gil_MVP_gde O ano de 2010 não podia ter começado melhor para a pivô Gilmara Justino, do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva. Além de ter conquistado o título inédito do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF), a atleta de 28 anos, foi eleita a MVP da competição. Além dessas conquistas, Gilmara ainda foi a autora da cesta que definiu a vitória de Catanduva sobre Ourinhos por 60 a 59, no último segundo de jogo. Os números confirmam a boa campanha de Gil na competição. A pivô de Piracicaba teve médias de 15.4 pontos, 9.7 rebotes e 17.6 pontos de eficiência. Menos de 24 horas após a conquista do título, Gilmara relembra a emoção de subir no degrau mais alto do pódio, da alegria da vitória e do orgulho de ter sido considerada a melhor jogadora do campeonato.
 
— Foi muito gostoso ver Catanduva ser campeã. A comemoração também foi linda, os torcedores vibraram com a gente e no final entraram em quadra para participar da festa. Graças à dedicação e ao talento de toda a equipe conquistamos a vitória. Se não fosse a união do time e a vontade de vencer, somado ao fato de nunca desistirmos e nem desacreditarmos no nosso objetivo, não teríamos conseguido fechar a série em três a zero. Estou muito contente com o resultado inédito que conquistamos para Catanduva.
 
Sobre o título de MVP do Nacional, Gilmara destaca a importância de um prêmio como esse e agradece o apoio de suas companheiras de equipe.
 
— É maravilhoso e muito especial ser coroada como a melhor jogadora de uma competição desse nível. É a recompensa pelo meu trabalho. Tenho consciência de que dei o máximo de mim em todas as partidas. A equipe inteira treinou muito e batalhou para que o resultado fosse positivo. Mas não esperávamos uma série rápida, nos preparamos para cinco partidas. Graças a toda equipe e a minha dedicação acredito que foi bastante merecido Catanduva ter levantado à taça de campeão e eu o titulo de MVP — concluiu a pivô.

Nacional feminino de basquete acaba sem revelações

Falta de atenção à base e campeonato curto e com poucos times são, para técnicos, algumas das explicações para isso
Catanduva ganha sua 1ª taça ao derrotar Ourinhos, e CBB promete implantar plano de marketing para que clubes invistam mais em jogadoras

catanduva

JOSÉ EDUARDO MARTINS

O Nacional feminino de basquete chegou ao fim com um problema recorrente: nenhuma jogadora teve destaque marcante na competição.
A constatação vem dos próprios técnicos do torneio, vencido ontem pelo Catanduva, que obteve uma inédita taça ao superar em casa o pentacampeão Ourinhos por 60 a 59, fechando o mata-mata em 3 a 0.
Para explicar a escassez no país de novos talentos, os treinadores têm algumas teorias.
Segundo Edson Ferreto, que pelo quinto ano consecutivo comanda o time de Catanduva, a causa pode ter sido o curto período de disputa do campeonato, que teve aproximadamente dois meses de duração.
"É difícil ter uma [revelação] em um campeonato assim. No Brasil, não há uma competição em que você possa refinar e revelar uma jogadora. O Paulista e o Brasileiro, logo quando começam, terminam. Não é em um jogo ou em uma semana que se revela uma atleta."
Outro motivo apontado é a pequena quantidade de times. Foram oito, número inferior ao de outras competições nacionais -o torneio masculino de basquete tem 14 equipes, a Superliga feminina de vôlei, 13 clubes, e a masculina, 17.
"É pouco time para revelar, criando um pequeno mercado de trabalho. Quando dá aquela afunilada para você montar a equipe, ficam as jogadoras do time adulto, e as jovens da base perdem espaço", diz Urubatan Paccini, técnico do Ourinhos.
A falta de ligação entre o trabalho desenvolvido nas categorias de base com os times adultos é ressaltada por Paulo Bassul, técnico da seleção brasileira na Copa América de 2009.
"Os clubes que estão em evidência não têm uma equipe juvenil forte, como acontecia antigamente. Dessa maneira, fica difícil aparecer novas jogadoras", argumenta Bassul.
Treinadora do Santo André, equipe que tradicionalmente revela talentos, Laís Elena é mais dura em sua avaliação.
"Nós não estamos com muitas jogadoras novas que tenham um potencial tão grande. Pelo menos nesta geração."
O alto número de erros no campeonato comprova o baixo índice técnico. Por exemplo, no primeiro jogo da decisão, na segunda-feira, foram 31 arremessos errados da linha dos três pontos e 54 falhas nos de dois pontos. Como comparação, a final olímpica em Pequim-2008, entre EUA e China, apresentou 66 erros -22% a menos.
Para elevar a qualidade do Nacional, a CBB (confederação brasileira) promete implantar um plano de marketing para diminuir os gastos administrativos dos clubes, que poderiam investir mais nas jogadoras.

MADURAS: FINALISTAS TÊM IDADE MÉDIA ALTA
Outra possível explicação para a falta de revelações no Nacional feminino é a alta média de idade dos clubes do campeonato. Os finalistas, Ourinhos e Catanduva, por exemplo, têm times com média de idade de 25,5 anos.

Frase
"Foi um jogo de muitos erros. Sabíamos que seria uma partida dura, mas no final não teve bola perdida. Agora é comemorar"
GILMARA
jogadora do campeão Catanduva

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Frases para encerrar o campeonato – Catanduva 60 x 59 Ourinhos

319b 1) Felizmente ao encerramento do campeonato a partida foi bem melhor que as demais.

2) É animador perceber algumas novas (e ainda tímidas) presenças num cenário que já começa a cheirar mofo. Foi legal ver as meninas Jenifer e Mariana, ambas de Ourinhos.

3) A armadora Ângela tem uma boa visão de jogo, mas ainda é crua e precisa de um trabalho físico que lhe dê maior velocidade. Hoje foi batida facilmente por Gattei algumas vezes. A armadora de Catanduva, por sua vez, teve uma partida muito boa (9 pontos, 8 assistências).

4) A partida e as finais trazem as dúvidas do que ainda pode o trio Micaela, Mamá e Kelly, de Ourinhos, engolidas por uma constante alternância de bons e maus momentos.

5) Na mesma linha, os treze minutos de Ísis fazem pensar o que ela poderia se tivessem zelado melhor dela.

6) Gilmara (11 pontos, 8 rebotes) foi dona do lance decisivo do campeonato e merecidamente ficou com o título de MVP.

7) Fernanda Beling completou a final jogando um basquete abaixo do usual e da crítica.

8) Repito que gosto da menina Joice, mas ela esteve alopradíssima hoje.

9) Karen começou muito bem a partida de hoje, mas se perdeu em faltas e em muitos erros de arremesso.

10) A irmã Sílvia não fez das melhores partidas hoje, mas teve um campeonato elogiável.

9) Desculpem-me a chatice, mas como as jogadoras ainda conseguem escutar os tempos do Ferreto? Já estava torcendo para o SPORTV suprimir aquele áudio com música de elevador.

10) E assim como aconteceu na final do ano passado, aquele garrafão de sidra é algo meio tosco, não?

11) Ao final, os técnicos deram uma detonada na arbitragem e Ferreto soltou nova carga contra Hortência, que deveria estar lá, bem como os demais técnicos e dirigentes da CBB.

12) Encerrado o campeonato e em meio a esse turbilhão de acontecimentos, parece o momento ideal para discutir a modalidade, o que se produz aqui e principalmente o que deve melhorar.

13) Parabéns, Catanduva!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Jogo 2 – Ourinhos 61 x 76 Catanduva

20100119_660774_1901_Catanduva_gde A equipe do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva está a uma vitória do título do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009). Na segunda partida do playoff final (melhor de cinco), Catanduva derrotou o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos por 76 a 61 (40 a 28 no primeiro tempo), no ginásio Monstrinho totalmente lotado (2.108 pessoas). A cestinha do jogo foi a ala/pivô Fabiana Oliveira, de Catanduva, com 17 pontos, enquanto a principal pontuadora de Ourinhos foi a pivô Kelly com 14 pontos e 10 rebotes. Com o resultado, Catanduva lidera a série por dois a zero e só precisa de mais uma vitória para conquistar o título inédito. Já Ourinhos tem que ganhar os próximos três jogos para garantir o hexacampeonato.
 
— A nossa defesa mais uma vez foi fundamental para vencermos. Marcamos ainda melhor do que na primeira partida. Não tem como deixar de falar que ir para Catanduva com dois a zero na série nos dá uma certa tranqüilidade. Sabemos que Ourinhos tem uma excelente equipe e não vão entregar o título de mão beijada. Temos que manter a cabeça no lugar e ter determinação para fechar a série em casa — comentou a ala/pivô Fabiana, de Catanduva
 
— Estou muito disposta a virar essa série e acredito que temos condições. Agora é o momento do grupo se unir ainda mais para buscar as vitórias em Catanduva e trazer a decisão para Ourinhos. Estamos em desvantagem, mas não tem nada perdido — analisou a pivô Kelly Santos.
 
Catanduva e Ourinhos voltam a se enfrentar na quinta-feira no ginásio Anuar Pachá, em Catanduva (20h de Brasília). O SPORTV2 transmite ao vivo.
 
OURINHOS (17 + 11 + 18 + 15 = 61)
Angela (10pts), Karen (5), Micaela (10 e 8 rebotes), Tatiana (5) e Mamá (11 e 6 rebotes). Depois: Kelly (14 e 10 rebotes), Tayara (5) e Jennifer (1). Técnico: Urubatan Pacinni.
 
CATANDUVA (22 + 18 + 16 + 20 = 76)
Vanessa Gattei (13pts), Palmira (11), Sílvia (11), Fabiana (17) e Gilmara (13). Depois: Fernanda Beling (3), Êga (3 e7 rebotes), Ísis (0), Joice (5) e Roberta (0). Técnico: Edson Ferreto.

A Frase

“É bastante curioso que Edson Ferreto tenha rebatido a crítica [de Hortência] justamente após um jogo que a confirma.”

Rodrigo Alves, em brilhante post no Rebote: O desabafo.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Frases para crianças assustadas com o jogo Ourinhos 56 x 68 Catanduva

1) Com o Ginásio Monstrinho lotado, Catanduva e Ourinhos jogaram um basquete da pior categoria. Uma pena que asChora não, logo vai acabar! crianças – tão focalizadas pelo SPORTV – tenham assistido um esporte que parece de tudo um pouco, menos com o basquete.

2) A bola frequentou pouco a cesta, num show de arremessos tresloucados.

3) Da linha de três, foram 31 arremessos equivocados (17 de Ourinhos e 14 de Catanduva).

4) Nos dois pontos, foram 54 os erros (37 de Ourinhos e 17 de Catanduva).

5) Registrem-se ainda os 43 erros adicionais (26 de Ourinhos e 17 de Catanduva).

6) Assustadora a inércia do técnico de Ourinhos Urubatan Paccini, que depois que perdeu sua armadora Bethânia, colocou a reserva Ângela. Dezessete minutos depois, sacou a menina que fazia uma partida regular e improvisou Karen na armação. Foi um show de horrores. E o que fez Uruba? Nada. Aliás, o mesmo quando seu time tomava cestas seguidas de Êga, num insistente replay de erros de marcação.

7) No meio desse filme de terror, Gilmara comeu a bola no garrafão, com 19 pontos (9/12 nos 2 pts) e 12 rebotes. Até minha amiga Palmira (21 pontos) não comprometeu, apesar de aquele basquete não ter fôlego para algo mais consistente que o fundo do poço que nos metemos.

8) Em Ourinhos, merece menção a disposição de Micaela. Nada mais.

9) O quinteto Karen-Mamá-Tatiana-Karina-Kelly teve uma atuação tão ruim, mas tão ruim, que faltam-me os adjetivos. Vou tentar simplificar dizendo que a eficiência da atuação das cinco somadas resultou em 18, o mesmo número da atuação isolada de Micaela.

Ourinhos põe à prova seu reinado no basquete

Final do Nacional feminino pode fazer da equipe a única seis vezes campeã

Favorito, time enfrenta o Catanduva em melhor de cinco partidas e, se triunfar, acumulará mais taças que o Piracicaba dos anos 80 e 90

JOSÉ EDUARDO MARTINS

O Nacional feminino de basquete pode consolidar o maior domínio na história da modalidade no país. Com cinco títulos consecutivos, Ourinhos é o favorito na decisiva série melhor de cinco jogos diante do Catanduva, que começa hoje, às 20h, no ginásio Monstrinho.

Caso conquiste o sexto triunfo, o time paulista superará o Piracicaba, que contou com jogadoras como Paula e venceu, não sucessivamente, também por cinco vezes o Brasileiro (1985, 1986, 1988, 1991 e 1996).

Mesmo em Nacionais masculinos uma hegemonia não foi tão grande, com tantos finais e títulos em sequência -é a sétima decisão seguida do Ourinhos. "Não acho que esses números aumentem a pressão das jogadoras, que não ficam pensando nesse histórico", pondera o treinador do Ourinhos, Urubatan Paccini, que assumiu a equipe no ano passado.

Segundo os adversários, o principal trunfo da equipe de Ourinhos é o orçamento alto para os padrões brasileiros, em torno de R$ 200 mil, quando existem times com cerca de R$ 20 mil de folha de pagamento.

A maior parte do investimento do Ourinhos provém do usineiro Francisco Quagliato, um apaixonado pela modalidade.
"É por causa do dinheiro. Se você tem mais dinheiro, tudo fica mais fácil. Com essa verba, você pode contratar quem você quiser", afirmou o técnico do Catanduva, Edson Ferreto.

A força do elenco do Ourinhos pode ser comprovada pelo número de jogadoras da equipe que servem a seleção brasileira, sete (Micaela, Mamá, Kelly, Karina Jacob, Karen, Tayara e Tatiana), contra três (Palmira, Fernanda e Silvinha) do adversário desta decisão.

"Não tem como negar. Nós realmente somos as favoritas para esta final. Mas precisamos, agora, comprovar isso nos jogos", afirma a ala Micaela.

As estatísticas neste campeonato também mostram a superioridade do Ourinhos. A equipe tem a melhor defesa do torneio, com uma média de 54 pontos por jogo, e na fase de classificação teve a melhor eficiência (fórmula que contabiliza os índices de aproveitamento e erros do time): 93,9%.

Apesar dos números falarem contra, o Catanduva espera surpreender desta vez. "Nosso time está bem acertado e, em Brasileiro, é a primeira vez que a gente chega em condições de ganhar", declara Ferreto. Se necessário, o quarto jogo será no dia 22, em Catanduva -e o quinto no dia 24, em Ourinhos.


NA TV - Ourinhos x Catanduva Sportv, ao vivo, às 20h

Na final, CBB transgride o regulamento

A Confederação Brasileira de Basquete burlará seu próprio regulamento no mata-mata decisivo do Nacional feminino.
Segundo o artigo 30, os ginásios de fase final devem ter capacidade mínima para 3.000 pessoas, com laudos da Defesa Civil ou do Corpo de Bombeiros. Palco dos dois primeiros confrontos, o ginásio Monstrinho, de Ourinhos, no entanto, comporta apenas 2.000 torcedores.
"O Ourinhos fez uma reforma no ginásio, colocou um piso novo, e concordamos em aprová-lo para a fase final também", justificou André Alves, diretor técnico da confederação.
O fato de a CBB "rasgar" o próprio regulamento não preocupa o dirigente. "Não tem problema, a gente acordou isso com os clubes", declarou Alves.
O outro ginásio desta final, o Anuar Pachá, de Catanduva, possui capacidade para 4.000 pessoas e teve de ser reformado por causa de goteiras.
A fase decisiva do campeonato marcará a estreia do sistema de antidoping, prometido antes do início da competição e que não foi realizado em suas etapas anteriores.

Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Gilmara e Karina duelam no garrafão nas finais do Nacional

20100115_573128_1501_Karina_Gil_gde Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) e Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) disputam nesta segunda-feira (dia 18), às 20h de Brasília, o primeiro jogo do playoff final (melhor de cinco) do 12º Campeonato Nacional Feminino de Basquete (CNBF 2009), no ginásio Monstrinho, em Ourinhos. O SPORTV transmite ao vivo. E uma das emoções mais aguardadas desse confronto é a briga debaixo do garrafão. A luta pelos rebotes será uma das mais acirradas do campeonato, promovendo uma saudável competição entre pivôs. Por Ourinhos, Karina Jacob é a líder em rebotes defensivos (média de 6.4 em 7.1 no total), enquanto em Catanduva, Gilmara Justino pega mais rebotes no ataque (3.4 por jogo em 7.5 no total). As duas apostam em um equilíbrio na série e prometem disputar com garra e valentia cada bola para ajudar a sua equipe na conquista das vitórias.
 
— A Karina é uma carioca “marrenta” que briga até o fim pela bola debaixo do garrafão. Além das qualidades técnicas, ela é guerreira e não gosta de perder. Tenho as mesmas características. Portanto, será uma disputa difícil e extremamente equilibrada. Todas nós faremos a nossa parte para vencer e sair em vantagem na série. Vou lutar demais por toda bola debaixo da cesta. A Karina que se cuide — brincou Gilmara, de 28 anos.
 
— As pivôs de Catanduva são ágeis, versáteis e dão trabalho para qualquer defesa adversária. A Gil está certa, sou marrenta mesmo. Vou me esforçar ao máximo para pegar rebote, dar toco, fazer ponto, ajudar na defesa. Enfim, tudo para colaborar com o time e não dar chance para as pivôs de Catanduva dominarem o nosso garrafão — retribuiu Karina Jacob, de 24 anos.
 
Gilmara Justino é um dos destaques do Catanduva no Nacional. É a quarta melhor cestinha, com média de 15.5 pontos (264 no total), terceira mais eficiente, com 17.8 pontos e quarta no ranking de rebote, com 7.5 (127). Em 2003, estreou no Campeonato Nacional defendendo o Black&Decker/Uberaba (MG). Jogou também uma temporada em São Bernardo e ficou na Europa por quatro anos. Fora do Brasil, defendeu o Alges de Portugal por três anos e o Lugo da Espanha por um. De volta ao país, o objetivo da pivô agora é ser campeã.
 
— Estou muito animada por disputar um título nacional. Estamos nos preparando em ritmo intenso para vencer. Os treinos são muito puxados, mas o clima na equipe é tão bom que conseguimos nos divertir mesmo trabalhando duro. O ataque tem que estar ainda mais eficiente para furar a fortíssima defesa de Ourinhos. As duas equipes têm alta qualidade técnica e vencerá quem errar menos — prevê Gil, como é conhecida.
 
Karina Jacob tem um título do Nacional pelo Vasco da Gama (2001). Com três vice-campeonatos no currículo (Americana/2004 e 2008 e Catanduva/2007), a carioca acredita que chegou a hora de levantar a taça de campeã mais uma vez.
 
— Estar em uma final é sempre motivador para a atleta. Quero muito esse título, mas sei que não será nada fácil. Catanduva é uma excelente equipe, que corre demais. Toda ajuda na defesa é bem vinda para não deixarmos o adversário gostar do jogo. A nossa regularidade na marcação tem feito a diferença nos jogos e temos que melhorar ainda mais para diminuir o forte poder ofensivo de Catanduva — concluiu Karina, que fez 137 pontos em 17 jogos até a semifinal.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Unimed quer a permanência de Zanon

Luiz Peninha

O presidente da ADCF da Unimed, Ricardo Molina, conversa hoje com o técnico Luiz Augusto Zanon e o assunto é a manutenção do treinador à frente da comissão técnica do basquete da Unimed. O Campeonato Paulista de basquete feminino começa dia 3 de março.

“Tivemos uma pré-conversa durante o retorno de Catanduva, na segunda-feira, e nossa intenção é que ele continue à frente da equipe. Ele ficou de conversar com a família para voltar ao assunto amanhã (hoje). Vamos nos reunir para confirmar a permanência dele em nosso projeto”, contou Molina.

A partir da confirmação de Zanon, ele apresentará um projeto para essa temporada e certamente fará mudanças na equipe, indicando alguns reforços. Zanon mora com a família em Limeira e a tendência é que prossiga em Americana, devido à proximidade entre as duas cidades.

Para Molina, a temporada 2009, que terminou na segunda-feira para Unimed, quando o time deixou o Nacional, foi de consolidação e resgate do basquete feminino em Americana. “No ano passado fomos vice-campeão paulista, semifinalista do nacional, terceiro colocado no Jogos Abertos e campeão dos Regionais. O fato é que estamos conseguindo manter um planejamento que é de médio a longo prazo”, ressaltou.

Fonte: Todo Dia

Família Gustavo duela na final do Nacional

20100114_413170_1401_Karen_Silvia_Gde Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos e Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva iniciam, nesta segunda-feira (dia 18), às 20h de Brasília, no ginásio Monstrinho, em Ourinhos, a disputa do playoff final (melhor de cinco) do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009). O SPORTV transmite ao vivo. A final promete ser acirrada, principalmente na família Gustavo Rocha. De um lado, a ala/pivô Sílvia, que defende Catanduva há duas temporadas consecutivas no Nacional. Do outro, a ala/armadora Karen, que joga pela quarta edição em Ourinhos. As duas atletas já foram campeãs jogando pela mesma equipe. Elas defenderam Americana (SP) em 2003, quando o clube foi campeão.
 
Na ultima edição do Nacional, Karen levou a melhor. Agora as duas se enfrentam novamente atrás da taça para suas equipes. Sílvia busca o primeiro título para Catanduva e Karen quer o hexacampeonato para Ourinhos. Para tristeza do patriarca da família Rocha, somente uma das irmãs sairá vencedora desse duelo.
 
— Final é final e agora é preciso esquecer as vitórias e derrotas que passaram. Acredito no merecimento e no trabalho e, para mim, Catanduva está enquadrada nesses dois fatores. Trabalhamos muito, inclusive, treinamos dia 31 de dezembro e 1º de janeiro. Cada uma está dando o máximo de si para alcançar seu objetivo. Mas não podemos esperar pouco do adversário. Devemos sempre esperar o melhor e estarmos preparadas para isso. Como o duelo será contra a equipe da minha irmã Karen, meu pai irá assistir pessoalmente aos jogos, mas sem torcer por nenhum clube. De qualquer forma ele se considera campeão, mas fica apreensivo, pois sabe que precisará consolar uma de nós — analisou Silvia.
 
— Foi muito bom terminar em primeiro lugar, pois a vantagem do mando de quadra nessa fase é muito importante. A equipe de Catanduva possui boas jogadoras e, assim como nós, farão de tudo para levar a taça. Ourinhos, pela tradição, pelos talentos técnicos e estratégias táticas, deve conseguir mais essa vitória. Os dois times chegaram ao seu ápice nessa reta final. Conseguimos atender aos objetivos da temporada e Ourinhos está voando em quadra. A velocidade do nosso jogo de transição mostra isso — afirmou Karen
 
Ourinhos e Catanduva chegam às finais após derrotar Santo André (SP) e Americana (SP), respectivamente, por três a zero na semifinal. As duas atletas garantem que suas equipes estão muito bem e os objetivos estão sendo atingidos. Silvinha acumulou 15.7 pontos de eficiência e 206 pontos marcados, enquanto Karen tem 13.2 pontos de eficiência e 213 pontos em 17 jogos.
 
— Acredito que Catanduva está se superando e eu tenho crescido junto com o grupo durante os jogos. Chegamos até a final e iremos jogar de igual para igual. Particularmente, esperava mais de Ourinhos nessa temporada. Elas vieram com reforços muito bons, mas não tiveram um ataque consistente. Para mim, a nossa equipe precisa de muita atenção, pois quem é marcada pela Karen tem o poder de ataque diminuído. Ela é uma jogadora que defende muito bem e arma melhor ainda, além de estar sempre pronta para jogar e ajudar sua equipe. Bethânia também tem sido uma surpresa em Ourinhos. Ela cresceu muito na competição e vai nos dar trabalho — comentou a pivô de Catanduva.
 
— Para mim a temporada foi muito boa e eu só tenho elogios a fazer para a minha equipe. Ourinhos possui uma defesa muito forte, inclusive, nos jogos que perdemos a diferença de pontos foi muito pequena. Acredito que, desde o Paulista, eu melhorei muito junto com o grupo e fiz um Nacional bastante regular. Sou uma jogadora de muita velocidade e defendo bem. Comecei bem a competição e espero que termine com a vitória de Ourinhos. Para levarmos o hexacampeonato, precisaremos ficar bastante atentas, principalmente com relação as pivôs. A Gilmara e a Silvinha vêm jogando bem e atacam bastante. A Silvinha é uma ótima jogadora, apesar de sermos irmãs, sempre torcemos e desejamos um bom jogo uma para a outra — disse a ala/armadora de Ourinhos.

Karla & Karen

Dois links recomendados no blog do meu amigo Fábio Balassiano:

No primeiro, para refletir, o Fábio compara o número de bolas de três chutadas por Karla na semifinal do Nacional e as chutadas pela seleção americana em Pequim.

E agora há pouco, ele confirmou que a lesão de Karen não é grave e que a ala de Ourinhos deve jogar as finais do Nacional.

CBB confirma antidoping na final do Nacional Feminino

O vice-presidente da Confederação Brasileira de Basketball e diretor-coordenador do Departamento de Ciência e Performance da entidade, Reginaldo Senna (foto), confirmou que a CBB irá realizar exame antidoping no playoff final (melhor de cinco) do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009), que começa na segunda-feira (dia 18). Será a primeira vez que a CBB irá realizar o exame em suas competições.
 
— Para realizar esse trabalho inédito, contratamos a equipe do doutor Eduardo de Rose, que é o chefe do controle de dopagem do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Após o exame, o material será encaminhado para o laboratório INRS Montreal, no Canadá. Os primeiros resultados ficam prontos em até duas semanas. A realização do antidoping serve como um alerta educativo e informativo — explicou Reginaldo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Armadoras Bethânia e Gattei duelam na final do Nacional

O playoff final (melhor de cinco) 12º Campeonato Nacional Feminino de Basquete (CNBF 2009) começa na segunda-feira (dia 18) com um duelo de armadoras, que já foram companheiras de equipe. De um lado, Vanessa Gattei, que atuou por Ourinhos em seis edições do Nacional e agora está em Catanduva para buscar o primeiro título para a cidade. Do outro, Bethânia Vasconcelos, que está em Ourinhos desde 2002 e pode ser a primeira atleta heptacampeã do CNBF. As duas acreditam no jogo coletivo para vencer.
 
— A Bethânia é uma armadora muito inteligente, com um estilo bem cadenciado. Acredito que poderemos proporcionar um bom duelo para os fãs. O jogo coletivo vai predominar nos confrontos. Os dois times são muito bons, tanto que fizeram a mesma campanha na fase de classificação. As duas equipes têm condições de conquistar o título. Temos que manter a união e brigar ponto a ponto pelas vitórias. Será importante vencer uma partida fora de casa para tentar decidir em casa — afirmou Gattei.
 
— A Vanessa é uma boa arremessadora de três pontos, inteligente e rápida. Ela é muito persistente. Nosso conjunto vem sendo a principal característica do time. Não temos apenas uma jogadora que se destaca na partida. Temos sempre de cinco a sete meninas pontuando bem nos jogos. É fazer uma boa defesa e aproveitar as oportunidades de ataque que tivermos — explicou Bethânia.
 
Gattei já participou de nove edições do Nacional por três equipes: Santo André/SP (1998), América/RJ (2000), Ourinhos (2001, 2002, 2003, 2005, 2007 e 2008) e Uberaba/MG (2004). A temporada 2009/2010, Vanessa fechou com Catanduva para tentar o título inédito para a cidade. A armadora acumulou 633 assistências e 318 recuperações em 181 jogos.
 
— Não tive um começo de temporada muito bom, mas melhorei nos playoffs. Espero ajudar a equipe nessa final. É um pouco complicado jogar contra meu ex-time, pois tenho afinidade com todos em Ourinhos. Mas na quadra, na hora do jogo, a única coisa que penso é na camisa que eu estou vestindo — disse Vanessa.
 
Bethânia teve uma passagem pelo Vasco/RJ (2001) e está há oito anos em Ourinhos/SP (2002 a 2009). A armadora soma 477 assistências e 223 recuperações em 179 jogos. A atleta tem seis títulos no currículo, um com o Vasco (2001) e cinco com Ourinhos (2004, 2005, 2006, 2007 e 2008).
 
— Eu amadureci muito este ano, até pelo tempo de quadra que estou tendo. Minha função é fazer com que minhas companheiras joguem. Acho fundamental ter uma boa visão de jogo. Procuro sempre a atleta melhor posicionada, vejo quem está desmarcada. E é isso que vou fazer para ajudar meu time a vencer — finalizou Bethânia.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Um comentário de lá para cá

Gostei de um comentário publicado no blog e o trouxe para cá.

Pena que é anônimo:

Pelo pouco que assisti nessas finais, acho que nem se tivesse um time com a Cadance Parker e a Lisa Leslie juntas, aqui no Brasil, elas não conseguiriam jogar.

O problema, na minha opinião, não são as pivos e sim um país que insiste em jogar um basquete diferente do que é jogado no resto do mundo, ou seja, sem pivô.

É só ver a escalação dos times nas finais: a mais alta devia ter no máximo uns 1,84 m!

É todo mundo jogando aberto....

Depois chega em olimpiadas, mundiais, a gente não entende porque perdemos.”

Finais do Nacional começam no dia 18

A melhor defesa encara o melhor ataque na final (melhor de cinco partidas) do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009), que começa na próxima segunda-feira (18), entre Ourinhos e Catanduva. Os dois times venceram por três a zero as séries semifinais e têm quase uma semana para deixar tudo pronto rumo à primeira vitória em busca do título. À frente das equipes, dois experientes técnicos buscam a melhor estratégia para sair na frente. De um lado, o campeão do ano passado, Urubatan Paccini, dirige o Ourinhos com seu jeito tranquilo. Do outro, Edson Ferreto busca o primeiro título da competição em sua terceira final.
 
O Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) tem a defesa menos vazada da competição e aposta nessa regularidade para chegar ao hexacampeonato. No clube desde 2005, Urubatan, de 60 anos, assumiu o time adulto para disputar o Nacional na temporada passada rumo ao pentacampeonato e alcançou o objetivo.
 
— Ficou bem claro que a defesa foi o ponto determinante para as três vitórias sobre Santo André na semifinal. Temos que continuar assim. Estou muito animado por estar mais uma vez disputando um título nacional pela cidade de Ourinhos, que tanto ama o basquete e apoia o nosso time lotando o ginásio — explicou Urubatan, que tem 35 vitórias e cinco derrotas até agora em duas edições do CNBF.
 
Para furar a marcação de Ourinhos, o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva conta com o ataque mais eficiente do campeonato. O técnico Edson Ferreto não abandona sua característica de manter um time ofensivo e lutador.
 
— Continuo achando que a melhor defesa é o ataque e isso vem dando certo. Com um ótimo aproveitamento ofensivo, superamos nossas próprias expectativas, fechando em três a zero a semifinal contra Americana. Montamos um time para disputar o título e o objetivo foi alcançado. Agora é nos organizarmos para esse novo adversário e lutar para ser campeão — disse Ferreto, que participou de outras 11 edições do Nacional, onde totalizou 117 vitórias e 94 derrotas.
 
Com campanhas idênticas (14 vitórias e três derrotas), os dois técnicos apostam em uma final equilibrada e emocionante. Sorte dos torcedores das duas cidades, que costumam lotar os ginásios para dar força ao time.
 
— Não acredito em três a zero. Serão partidas equilibradas com ginásios cheios. A obrigação é ganhar uma lá para garantirmos o quarto jogo em casa. Para isso vamos trabalhar muito, com tranquilidade e perseverança — declarou Ferreto.
 
— Serão jogos disputadíssimos. Catanduva tem duas boas jogadoras em todas as posições, garantindo um bom revezamento. Precisamos tomar cuidado com a alta velocidade do time adversário e jogar sem precipitações — concluiu Urubatan.
 
Resumo dos técnicos no CNBF
 
Edson Ferreto (Catanduva)
Ano – Clube – Classificação – vitórias – derrotas
1998 - Vila Nova/Massageol (GO) – 5° lugar – cinco vitórias e 11 derrotas
1999 - Botafogo (RJ) – 5° lugar – sete vitórias e sete derrotas
2000 - América/Unimed/Ourinhos (RJ) – 6° lugar – seis vitórias e oito derrotas
2001 - Unimed/Ourinhos (SP) – 3° lugar – nove vitórias e nove derrotas
2002 - Unimed/Ourinhos (SP) – 4° lugar – 13 vitórias e nove derrotas
2003 - Uberaba/Black & Decker (MG) – 3° lugar – dez vitórias e dez derrotas
2004 - Uberaba/Black & Decker (MG) – 5° lugar – oito vitórias e 11 derrotas
2005 - Catanduva (SP) – 4° lugar – 12 vitórias e dez derrotas
2006 - Catanduva (SP) – 2° lugar – 11 vitórias e sete derrotas
2007 - Catanduva (SP) – 2° lugar – 22 vitórias e cinco derrotas
2008 - Catanduva (SP) – 3° lugar – 14 vitórias e sete derrotas
 
Urubatan Lopes Paccini (Ourinhos)
Ano – Clube – Classificação – vitórias – derrotas
2008 – Ourinhos (SP) – campeão – 21 vitórias e duas derrotas
 
PROGRAMAÇÃO – FINAL
— 1º jogo – Segunda-feira (dia 18 de janeiro)
20h – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) – ginásio Monstrinho – SPORTV AO VIVO
 
— 2º jogo – Terça-feira (dia 19 de janeiro)
20h – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) – ginásio Monstrinho – SPORTV AO VIVO
 
— 3º jogo – Quinta-feira (dia 21 de janeiro)
20h – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) x Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) – ginásio Anuar Pachá – SPORTV AO VIVO
 
— 4º jogo – Sexta-feira (dia 22 de janeiro) – SE NECESSÁRIO
21h – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) x Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) – ginásio Anuar Pachá – SPORTV AO VIVO
 
— 5º jogo – Domingo (dia 24 de janeiro) – SE NECESSÁRIO
17h – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) – ginásio Monstrinho – SPORTV AO VIVO

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Frases soltas do telespectador rabugento sobre o jogo 2

sb10065489ag-001 1) A velocidade e os arremessos de Natália continuam os mesmos. Mas na armação, a impressão de quem viu o jogo 2 é de retrocesso. A menina não se ocupa muito de fazer o time jogar, função que a experiente (e ainda valorosa) Adriana está assumindo. A reserva Babi também padece da mesma falta de inspiração. Entre as muitas besteiras que a equipe de Americana fez ultimamente, de uma deve se arrepender amargamente: a dispensa de Ana Flávia Sackis.

2) Talvez muito em função dessa má armação, as pivôs não conseguem jogar. O time só sabe jogar com Carina, que resolve a parada por conta própria em infiltrações laterais ou arremessos de longa distância. As que dependem de um bom passe (Flávia e Cíntia Tuiú) cumprem as piores temporadas da carreira.

3) Apesar dos 16 pontos e da cesta decisiva, Palmira é a cestinha serial-killer. Chegou na mão dela é arremesso em qualquer posição. Ela não se intimida nem em tentar lances embaixo da cesta, em situações completamente desfavoráveis. Enquanto uma jogadora como essa (que chuta 16 para acertar 3) for exemplo de sucesso ou eleita revelação, o caminho do nosso basquete não será outro que não o fundo do poço.

4) Depois de um bom início de temporada, Fernanda Beling está completamente perdida no ataque de Catanduva e teve atuações abaixo da crítica nos dois primeiros jogos. Colabora bastante o descompasso entre a sua velocidade de arremesso e a filosofia de Ferreto.