quarta-feira, 23 de março de 2011
Damiris e seleção de desenvolvimento estão de volta aos treinos em Jundiaí
domingo, 13 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Seleção de Desenvolvimento embarca para o Chile no domingo
sábado, 5 de março de 2011
Seleção de Desenvolvimento ganha folga no carnaval
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Longe de casa, meninas da seleção de desenvolvimento sonham com 2016 (Globoesporte.com)
João Gabriel Rodrigues
Com quase 1,80m, Izabella Sangalli mantém o sorriso e o jeito de uma menina comum de 15 anos. “Faço 16 em março”, ela lembra. Caçula da seleção brasileira de desenvolvimento de basquete, que iniciou sua preparação para o Mundial da categoria, na semana passada, em Jundiaí (SP), a ala de Americana tem a voz suave e sonhos altos. É fã de Hortência, Paula, Michael Jordan e LeBron James. Deixou família e amigos para trás pela vontade de seguir os passos dos ídolos.
- É uma oportunidade muito grande. Estou aproveitando para absorver tudo. As pessoas confiam, acreditam na gente. (Fazer parte do projeto para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016) é a realização de um sonho. Mas o caminho é longo até chegar lá. Se eu tiver mesmo, será um sonho - diz a menina, também convocada para a seleção sub-16, mas que só se juntará às outras atletas mais jovens na segunda fase de preparação.
Izabella é uma das 15 jogadoras convocadas para o projeto. Passarão seis meses juntas, entre a preparação em Jundiaí, treinos em Las Vegas, nos Estados Unidos, e torneios no Chile e na França até o início do Mundial, também no Chile, em julho. Na ebulição natural da adolescência, precisaram deixar família, namorados e amigos para trás em busca de um projeto maior: o caminho até os Jogos de 2016.
A ideia da Confederação Brasileira de Basquete é dar estrutura de técnica e psicológica para as meninas. No tempo em que ficarão com a seleção, hospedadas em um hotel na cidade, todas estudarão em escolas de Jundiaí, seja no curso natural de seu Ensino Médio ou em Supletivos para recuperar o tempo perdido. De tempos em tempos, ganham folgas para matar a saudade de casa. À frente do grupo, o técnico Luiz Cláudio Tarallo diz que essa base é fundamental para que o projeto possa funcionar.
- É um projeto pioneiro. No tempo que estou na seleção, nunca vi nada tão longo. No caso, é a preparação para o Mundial, mas é uma geração com perspectiva de jogar em 2016. São jogadoras muito promissoras. Todas vão continuar estudando, com uma comissão técnica por trás para trabalhar em todos os setores – disse o treinador.
Apesar do projeto, nem todas disseram “sim” de primeira. A distância e a insegurança das famílias muitas vezes pesaram contra. A pivô carioca Thamara Freitas foi uma delas. Depois de uma lesão no joelho direito, no ano passado, ela chegou a desistir da seleção.
- Eu me desanimei um pouco depois da cirurgia. Fiquei sete meses sem treinar. Mas me procuraram, disseram para eu tentar vir para São Paulo e treinar. Eu fiquei até surpresa – disse a jogadora, uma das mais altas do grupo, com 1,87m.
Um dos pontos que Tarallo e a comissão técnica tentam trabalhar no grupo é o patriotismo. Depois de problemas - tanto entre as mulheres quanto os homens - de atletas que não demonstraram muita vontade de defender a seleção, a CBB quer criar na nova geração o apreço pela camisa brasileira.
- Estamos tentando trabalhar o patriotismo entre as jogadoras. Mostrar a importância de vestir a camisa da seleção, a responsabilidade que é representar o Brasil. Elas precisam ver a importância de um ídolo para o povo.
Com a bagagem de um Mundial com a seleção adulta, no ano passado, e o peso de ser considerada uma das maiores promessas do basquete nacional, Damiris do Amaral é o ponto de referência do grupo em Jundiaí. A pivô, de 18 anos, elogia o trabalho feito pela CBB com a nova geração. E, de quebra, diz ter criado com as outras meninas uma nova família.
-A CBB está investindo muito na gente, estão fazendo muita coisa. Já representei o Brasil em dois Mundiais (no adulto e no sub-17), e é uma sensação muito boa, um privilégio. Aqui, são seis meninas com quem eu já convivo há seis anos. Passamos muito tempo juntas. É um grupo muito fechado, unido. São minhas irmãs – afirmou.
Fonte: Globoesporte.com
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Isabela Ramona chega em Jundiaí
domingo, 13 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Seleção de Desenvolvimento acompanha semifinal da LBF
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
De volta aos treinos
Hortência incentiva, mas cobra garra (Jornal de Jundiaí)
TERESA ORRÚ
A apresentação de 12, das 15 jogadoras convocadas para participarem da disputa do Campeonato Mundial Sub-19, anteontem à tarde, em Jundiaí, foi marcada por uma "injeção" de ânimo, otimismo e cobrança da diretora do time, Hortência Marcari, eterna rainha do basquete feminino brasileiro. "A gente acredita em vocês e queremos acelerar os treinos."
A equipe ficará em Jundiaí até julho, quando embarca para o Chile para disputar o Campeonato Mundial Sub-19, que será realizado de 21 a 31 de julho. As atletas irão treinar em dois períodos - das 10 às 12 horas e das 16 às 19 horas, no ginásio do Bolão, até o embarque para o Mundial. As jogadoras Carina Martins, Tássia Carcavalli e Isabela Ramona Macedo se integram à equipe após a participação na Liga de Basquete Feminino (LBF).
Nesse período, Hortência garantiu que fará várias visitas ao time e ainda haverá muitas conversas a serem feitas. "É uma competição importante e vocês deverão estar preparadas para isso", enfatizou.
Entre as várias frases de motivação, ela fez questão de repetir algumas vezes a importância de se ter atitude. "O jogador precisa dar valor à camisa que está vestindo. Não quero meninas boazinhas, quero gente que jogue, que sue a camisa e mostre garra", frisou. "Nós, da comissão técnica, não vamos pedir título, vamos pedir atitude, patriotismo. Nenhuma equipe é melhor que a outra, mas o que as diferenciam é a atitude."
Os treinos foi outro ponto focado pela diretora. "É o que eu sempre digo: treinem ao máximo. O que vocês jogam é que vocês treinam." Agradecida pela força e pelo apoio que a administração pública está dando à equipe, Hortência pediu que as jogadoras mostrassem todo seu potencial. "Jundiaí está nos recebendo de braços abertos e adotando vocês. Estão nos dando todo o apoio e por isso não vamos decepcionar a cidade."
Sonhos e lutas - A jundiaiense Mariana Pozzatti Lambert, 19 anos, não escondeu o sorriso por não ter que ficar longe da família. "É sempre muito bom ter a família e os amigos por perto. Me sinto privilegiada", disse a ala. Ela, que treina desde os sete anos pelo Divino COC, não esconde suas raízes. "Foi lá que recebi toda base e sei que este mundial é o sonho de todo atleta da categoria de base. Estar entre as 15 escolhidas é o começo da realização de um sonho."
Outra jogadora que também jogava pelo time de Jundiaí é a pivô Damiris Dantas do Amaral, 19 anos. Com seu 1,90 metro, ela é vista como uma dos destaques do time. "Sou de Ferraz, na grande São Paulo, mas me orgulho por representar a cidade." Quanto a ficar longe da família, ela ressaltou já estar acostumada devido à rotina de jogos. "Mas não é fácil. Porém, a ansiedade e a expectativa por um bom campeonato ajudam a superar isso."
Fonte: Jornal de Jundiaí
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Seleção de Desenvolvimento já está em Jundiaí
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Recomendados
Dois textos complementares do Fábio Balassiano sobre as seleções de desenvolvimento:
As milhas de Magnano
e
O outro lado da moeda.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Seleção de Desenvolvimento da CBB chama quatro atletas da Unimed/Americana
O Projeto Social de Basquete Feminino da Unimed Santa Bárbara d’Oeste, Americana e Nova Odessa teve, na tarde desta segunda-feira (17), quatro atletas de suas categorias de base convocadas para a Seleção de Basquete Feminino de Desenvolvimento Sub-19, que iniciarão o treinamento preparatório para a disputa do Campeonato Mundial da categoria, que acontecerá de 21 a 31 de julho, em Puerto Montt e Puerto Varas, no Chille.
As armadora Aruzha e Tássia, ambas com 19 anos, a pivô Aline, também com 19 anos, e ala Isabella Sangalli, de apenas 16 anos, estarão entre as 15 jogadoras que se apresentarão ao técnico Luiz Claudio Tarallo no dia 05 de fevereiro (sábado), às 18h em Jundiaí para o inicio dos trabalhos “Esta convocação renderá uma grande experiência para todas as meninas” comentou a pivô Aline “Fico muito feliz pela convocação a esta fase de preparação, e tenho certeza que vou cumular muito conhecimento. A oportunidade de participar de alguns amistosos pela seleção vai contribuir muito com o aprimoramento do meu basquete” concluiu a atleta.
A armadora Aruzha também exalta a felicidade pela convocação “Estou bastante ansiosa. É muito bom receber a noticia de que seu nome está na lista de convocadas. Espero dar o meu máximo durante esta fase de treinos, para estar entre as 12 que irão ao mundial.” Declarou a jogadora.
A Seleção Brasileira treinará Ginásio Bolão, em Jundiaí, no período das 10h às 12h e 18h às 20h30. Durante o período de preparação, a equipe participará de um torneio no Chile e também na França, além de passar por um período de treinos nos Estados Unidos e Europa “Será uma experiência muito boa para o grupo e individualmente poder conhecer outros países e outros modos de jogo. A troca de experiência com outras culturas e estilos será muito importante” comentou Aruzha sobre esta fase internacional do período preparatório.
CBB convoca seleção de desenvolvimento
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
CBB trabalha base e concentra jovens por 6 meses para 'desenvolvimento'
Daniel Neves e Murilo Garavello
Sem resultados expressivos com os times principais na última década, a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) resolveu apostar na base. Por seis meses, jovens de 15 a 19 anos estarão concentrados para o projeto das seleções de desenvolvimento, voltado para preparar atletas para a disputa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro-2016.
Cedidos pelos clubes para o período de treinamentos, os jovens jogadores serão acompanhados por preparadores físicos, médicos, nutricionistas e fisioterapeutas. A seleção masculina ficará concentrada em São Sebastião do Paraíso (MG) e trabalhará no centro de treinamento de base da CBB. Já o time feminino fará suas atividades em Jundiaí (SP).
Além das sessões de treinamentos programados pela CBB, os atletas também darão continuidade às suas vidas acadêmicas. A entidade acertou a transferências dos jogadores para escolas locais, onde estudarão durante os seis meses de concentração.
“Tivemos muito cuidado na questão escolar. Conversei com pelo menos seis escolas, para que estes meninos não percam nenhum conteúdo curricular”, contou Vanderlei Mazzuchini, diretor das seleções brasileiras masculinas. “A responsabilidade pelo menino é toda da CBB. Moradia, alimentação, escola. Na metade do ano, quando terminar este período de desenvolvimento, eles retornam para seus clubes e os ajudaremos na transferência para suas escolas anteriores”.
Cerca de 30 atletas farão parte do projeto masculino. Eles foram escolhidos pela comissão técnica das equipes de base e pelo treinador do time adulto, o argentino Rubén Magnano, que selecionou os jogadores durante as viagens que realizou pelo Brasil para acompanhar campeonatos de categorias menores.
“É um projeto da CBB, não do Rubén Magnano. Vou acompanhar este projeto, acompanhando e assistindo treinadores e meninos que farão parte”, disse Magnano, durante entrevista exclusiva aoUOL Esporte em dezembro. “Eles ficarão seis meses inteiros fazendo basquete e estudando. Quando falo basquete estou incluindo as competições internacionais. Acredito que pode ser um trabalho muito legal para o desenvolvimento deles, convivendo e pensando praticamente o dia todo em basquete”.
Para participar das atividades, Magnano e os técnicos da base José Alves Neto e André Germano se mudarão para São Sebastião do Paraíso. Anunciado inicialmente para o projeto, o treinador Gustavo De Conti acabou dispensado por não poder dar exclusividade para o trabalho de desenvolvimento da seleção.
Já a equipe feminina não exigiu exclusividade de sua comissão técnica. A escolha por Jundiaí ocorreu para que o projeto pudesse contar com o treinador da equipe sub-18, Luiz Cláudio Tarallo, que possui outras atividades na cidade do Interior de São Paulo.
A maior parte das atletas escolhidas para os trabalhos de desenvolvimento no feminino já fazia parte da seleção sub-18, que disputou competições na temporada passada. Além de Tarallo, os técnicos Júlio Patrício e Cristiano Cedra acompanharão o projeto.
“Este é o início de um trabalho de médio a longo prazo da Confederação, visando o desenvolvimento das atletas”, comentou Hortência. “O que as meninas precisam é estrutura e experiência internacional, que é o que vamos proporcionar este ano. Nosso objetivo é montar as seleções de desenvolvimento sempre em ano de mundiais de base”.
Os atletas escolhidos para as seleções de desenvolvimento participarão de uma série de jogos e competições internacionais. Os trabalhos também servirão para preparar as equipes para a disputa dos Mundiais sub-19, masculino e feminino.
“Vamos tentar fazer o máximo possível de competições com estes garotos. Todas as vezes que demos uma quantidade boa de amistosos internacionais, eles tiveram uma melhora muito rápida”, disse Vanderlei Mazzuchini. "Tivemos a preocupação de pegar garotos com potencial. Às vezes existem outros até melhores, mas no futuro estes podem render mais“.
CAUTELA PARA NÃO PRESSIONAR A BASE
Apesar de toda a prioridade dada ao trabalho de base, as expectativas sobre as seleções de desenvolvimento são tratadas com cautela pelo comando técnico da CBB. O objetivo é evitar que o projeto tenha a responsabilidade de ‘salvar’ o basquete nacional após fracassos recentes das equipes principais.
“Temos que ir um pouco devagar com isso”, comentou Magnano. “Somente saberemos se estamos certos ou errados no que fazemos se fizermos. Senão vamos ficar falando ‘e se tivéssemos feito?’. Vamos fazer este teste, que é muito importante na América do Sul. Não sei quantos países têm um trabalho deste com os meninos”.
Vanderlei Mazzuchini também mantém a cautela ao falar sobre o projeto. O dirigente admite a importância de se realizar um forte trabalho de base na seleção, mas ressalta que a maior parcela de responsabilidade na formação dos atletas permanece com os clubes.
“Isto vai resolver o problema do Brasil? Claro que não. O esporte segue sendo feito pelos clubes, que são nossos parceiros. Precisamos do fortalecimento dos clubes para que o basquete se desenvolva”, disse Mazzuchini. “Se não trabalharmos a base de uma forma séria, vamos sempre depender de uma geração talentosa. O objetivo é criar um trabalho que obtenha resultados por si, para não depender apenas do surgimento esporádico de talentos”.
Para evitar uma pressão desnecessária sobre as jovens promessas, a CBB nega a cobrança por resultados nas competições de base. A entidade afirma que o grande objetivo é abastecer a seleção adulta com atletas preparados, independentemente do desempenho obtido em torneios de categorias menores.
“É importante ir bem no Mundial sub-19? Claro que é. Mas o mais importante é formar jogadores para a seleção adulta. São categorias de formação, não de competição”, comentou Mazzuchini. “Veja o exemplo de 2007. Ficamos em quarto lugar no Mundial sub-19, mas hoje nenhum dos atletas está na seleção adulta”.
Fonte: UOL
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Hortência e a seleção permanente
Hortência aparece bastante sensata e serena em papo com o Fábio, hoje no Bala na Cesta.
Confira: O PAC da CBB.
A segunda parte: Hortência sem tarjas