Mostrando postagens com marcador Londres 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Londres 2012. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Com força máxima, seleção feminina vai ter de improvisar na preparação

A experiência de Érika, Iziane e Adrianinha está lá, assim como a juventude de Clarissa e Damiris. O que não está lá é o caminho previsto até os Jogos de Londres. Com a força máxima na pré-lista de 18 convocadas para a Olimpíada, a seleção feminina de basquete vai ter de improvisar na preparação. O cancelamento do Campeonato Sul-Americano pegou a diretoria e a comissão técnica de surpresa.

- Fizemos um planejamento estudado, com amistosos, competições, e nesta manhã soubemos que o Sul-Americano foi cancelado. Isso não é bom, pois fizemos nossa preparação pensando nisso. Recusamos o convite de ir para a China, por exemplo – afirmou Hortência, diretora da seleção feminina.

As duas representantes da WNBA, Érika e Iziane, estão na lista, assim como a jovem Damiris, que foi draftada pelo Minnesota Linx para a próxima temporada da liga americana.

As jogadoras se apresentam no dia 1º de maio, em São Paulo, e treinam em Jundiaí, no interior paulista. No dia 20 de junho, o grupo parte para disputar amistosos na Austrália, nos Estados Unidos e na França.

Enquanto busca alternativas para não prejudicar a programação, o discurso da comissão técnica é que a convocação, apesar de ser para Londres, já está de olho em 2016, com jovens como Nádia e Tássia. Do grupo que disputou o Mundial da República Tcheca no ano passado, Helen Luz se aposentou da seleção, e veteranas como Alessandra e Kelly também estão fora.

- O grande segredo da renovação é saber como lidar com a passagem da base para o adulto. É um cuidado que estamos tendo com a Damiris, com a Tássia e com outras jogadoras. Corremos o risco de atrapalhar a carreira da jogadora. Não podemos antecipar as fases que elas precisam para amadurecer no esporte. As jogadoras experientes podem não estar em 2016, mas vão contribuir tanto para estes Jogos Olímpicos como para os próximos – afirmou o treinador Luiz Cláudio Tarallo.

Confira abaixo a lista completa para os Jogos de Londres. Até o início da competição, seis atletas serão cortadas, e o grupo ficará com 12 nomes.

Armadoras:
Adrianinha (Parma, Itália)
Babi (Americana)
Joice (Ourinhos)
Tássia (Americana)

Laterais:
Iziane (Maranhão)
Jaqueline (Santo André)
Karla (Americana)
Palmira (Catanduva)
Chuca (Ourinhos)
Patrícia (São José)
Renata (Maranhão)
Silvia (Ourinhos)

Pivôs:
Clarissa (Americana)
Damiris (Minnesota Lynx, EUA)
Érika (Avenida, Espanha)
Franciele (Hondarribia, Espanha)
Gilmara (Catanduva)
Nádia (Santo André)

Fonte: Globo Esporte

De preparador físico a técnico da seleção, Tarallo sonha com ciclo longo

O caminho não foi convencional. Ele não jogou basquete na infância e nem sonhou ser a voz de comando de uma equipe quando crescesse. Na verdade, preferia o gramado à quadra. Mas foi nela que a oportunidade de trabalho apareceu. Luiz Cláudio Tarallo virou preparador físico das divisões de base do Jundiaí numa grande época do basquete feminino da cidade, como faz questão de frisar. Só não podia esperar que com o fim do projeto competitivo do Divino, no início da década de 90, fosse ser chamado para ser técnico. O gosto pelo desafio o fez aceitar a nova função, mas impôs uma condição: ficaria no cargo até um treinador de ofício ser contratado. Não conseguiu mais largar.

Aos 45 anos, a vida mudou de novo. No fim do ano passado, resolveu aceitar o convite da CBB para deixar as seleções da categoria de base e assumir a principal. A missão não é simples, o tempo é curto e a pressão por resultados nos Jogos de Londres é grande. Mas ele se diz tranquilo. Quer logo iniciar a preparação e sonha que seu ciclo dure bastante.

Tarallo está casado com Patrícia há 20 anos e tem dois filhos. Leonardo joga futsal no colégio, e Letícia faz dança. Basquete para eles, só nas conversas em casa. Lugar onde a partir de 1º de maio passarão a ver bem menos o pai. Neste dia, o primeiro grupo de atletas convocadas dará início à preparação olímpica. O segundo, formado por aquelas que disputaram a final da LBF e pelas que estão jogando na Europa, ainda não tem data definida para se apresentar em Jundiaí. A lista com os nomes escolhidos pelo técnico será divulgada quinta-feira.

Em entrevista, Tarallo diz que deve lançar jovens jogadoras em algumas posições. Lembra que o trabalho também visa à Olimpíada do Rio, em 2016. Conhece a nova geração como a palma de sua mão, já que à frente dela conquistou o inédito bronze no Mundial sub-19 em 2011. Para Londres, evita criar expectativas com relação a resultados. Segundo ele, o objetivo da equipe será pensar em vencer cada jogo e lutar o tempo todo. Está feliz por contar com Éríka e Iziane no processo. Acredita que, mesmo sendo marinheiro de primeira viagem, assim como toda a sua comissão técnica, poderá voltar de lá com uma boa colocação se o grupo mostrar comprometimento.

GLOBOESPORTE.COM: Como o basquete entrou na sua vida?
Tarallo: Eu trabalhava como preparador físico das equipes de base de Jundiaí, numa grande época. Em 1992, quando acabou todo o projeto competitivo da cidade, a Prefeitura me falou para ser técnico. Eu disse que não. E falaram: "Foi todo mundo embora e só ficou você dos que tinham contato com o time principal". Eu ficava vendo como era a função do treinador e, na ausência dele, era eu que estava sempre lá. Como gosto de desafios, disse que tudo bem. Mas que ficaria até que outro técnico chegasse. Só que senti o gosto e acabei ficando. Fiz um caminho diferente do da maioria. Eu nem fui jogador. Na verdade, gostava de jogar futebol. De vez em quando ainda faço isso. Toda semana uns grupos também se reuniam para jogar basquete. Como jogador estou indo muito bem como técnico (risos).

Naquele período como preparador físico trabalhou com algum talento que brilharia mais tarde na seleção adulta?
A Alessandra (pivô campeã mundial em 1994 e medalhista olímpica). Ela nos procurou quando estava com 17 anos. Não tinha todos os fundamentos, mas trabalhou muito e, pela altura, se destacava.

Para alguém que iniciou a trajetória como preparador físico o Carlos Alberto Parreira (técnico do tetra na Copa do Mundo) é uma boa referência?
(Risos). Parreira é uma referência boa, sim. Espero, quem sabe, conseguir os resultados que ele conseguiu com a seleção. Foi um treinador competente e também com ética. Deixou exemplos e resultados também.

Você sempre trabalhou com basquete feminino? Nunca pensou ou teve vontade de estar à frente de uma equipe masculina?
Na realidade, sim. Sempre trabalhei com meninas. Tenho uma afinidade grande, mas é preciso ter um feeling para compreender o comportamento e a postura de uma mulher. Ser treinador é também administrar pessoas. Sempre procurei estudar a atleta do ponto de vista fisiológico e psicológico. Todo técnico que trabalha com mulheres tem sempre que se atualizar. Não é porque eu não gosto ou tenha algo contra o masculino, mas acho difícil mudar. As coisas foram acontecendo naturalmente para mim e dando certo. Passei pela seleção paulista e desde 2005 estava na seleção brasileira de base.

E como foi fazer parte da equipe que conquistou o inédito bronze no Mundial sub-19 no ano passado? O que se pode esperar desta geração para as Olimpíadas do Rio?
Elas mereceram aquela conquista. Tudo foi feito com muito empenho. Compraram a ideia de vencer, venceram obstáculos, o que facilitou muito o trabalho. Conseguimos treinar por um período longo. Tivemos tempo, dedicação e um grupo altamente comprometido. Meninas promissoras apareceram, como a Damiris que foi MVP do campeonato. Algumas delas foram aproveitadas na seleção adulta e outras fizeram parte dos treinos, como a Ramona. Já temos um planejamento para promover o maior número possível de vivência e oportunidade de jogar contra vários países antes dos Jogos, como China, EUA, Argentina, Chile, Argentina, Japão... É preciso chegar com experiência internacional, vivenciando situações contra as melhores e também diversas escolas de basquete.

Você recebeu uma missão importante e complicada. Pode ser uma coisa muito boa, mas nem tanto assim caso o resultado não saia...
Eu já tinha sido sondado uma vez, mas, com problemas pessoais e de contrato, não tinha como eu entrar. Também já tinha trabalhado como assistente da adulta nos Sul-Americanos de 2005 e de 2006 (o técnico era Antonio Carlos Barbosa). No fim do ano passado, recebi um convite oficial. Primeiro fiquei contente porque era um reconhecimento, estava sendo elevado a uma seleção adulta. E o convite veio com as Olimpíadas junto. Muitos treinadores chegaram à adulta e não foram aos Jogos. Sei a importância deste momento do basquete, que está preocupado em crescer. Além disso, fiquei animado porque é um cargo visando 2016. Agora vamos para Londres com força máxima. Dependendo da carência de alguma posição ou outra, vamos lançar atletas mais novas. Eu fui acompanhar jogos do Europeu. Foi bom para estudar pontos fracos e fortes de possíveis adversários. Saber como jogam e gostam de jogar. O sorteio olímpico será este mês. Eu já queria logo poder estar treinando o grupo, saber com quem vou poder contar. É uma ansiedade gostosa, estou curtindo. Sei que o resultado pode não vir. Falei que vou fazer o máximo que posso porque o trabalho é feito em um ciclo olímpico e eu estou assumindo no final dele. E a CBB me disse que é o início de um ciclo. Isso me deixou tranquilo.

Esse ciclo olímpico contou com outros três técnicos antes de você (Paulo Bassul, Carlos Colinas e Ênio Vecchi). Como via essas constantes mudanças?
Eu não tinha uma posição com relação a isso. Sempre foi uma tentativa de acerto e de aproximação das ideias do treinador e da CBB. Ninguém fica eternamente numa seleção. Uns têm períodos curtos e outros maiores. A gente sabe como funciona. Hoje a CBB está fazendo um realinhamento e entendeu que eu seria ideal para o trabalho. Vou ter uma fase, mas espero que meu ciclo dure bastante (risos). Estou curtindo, tranquilo, ciente e contando com o respaldo dos meus outros dois empregadores. Estou licenciado na Prefeitura de Jundiaí e no colégio de irmãs vicentinas, onde sou coordenador da área de Educação Física.

Então tem muita gente rezando por você.
As irmãs do colégio, né? Não tinha pensado nisso! (risos). Tenho compreensão de todos os lados. Deixei muitas portas abertas.

A comissão técnica do Brasil é formada por debutantes olímpicos. Como acha que vai ser controlar a ansiedade de vocês e das jogadoras também?
Essa é uma comissão que eu conheço e acredito. São pessoas gabaritadas. Temos que pensar que todos os grandes técnicos e jogadores já foram aos Jogos Olímpicos pela primeira vez. Temos exemplos de resultados de treinadores e comissões novas que foram bem. O contrário também já aconteceu. Não acredito que isso faço a diferença. A força está nos momentos dos jogos, no saber o que quer e no foco. Temos uma base de atletas experientes. Mas nada impede que uma menina nova, que não está com pressão sobre os ombros, possa ir para cima. Todas sabem jogar basquete e também sabem a dificuldade de chegar até uma Olimpíada. Têm que aproveitar, estar tranquilas para curtirem o momento sem uma pressão exagerada. É uma competição de tiro curto, o grupo tem que estar comprometido, ciente das coisas que vão acontecer e ser persistente. Não poderá se acomodar diante das dificuldades.

A modalidade conta hoje com um campeão olímpico treinando a seleção masculina. Já teve alguma oportunidade de conversar com Rubén Magnano?
Sempre acompanhei o trabalho dele. Não tive a oportunidade ainda porque cheguei agora e por conta de compromissos. Mas quero ter a chance de trocar ideias, sim. Não sou do tipo que tem orgulho e não pergunta as coisas. Lá no Europeu eu conversei com técnicos e jogadoras. Acho que é com essa troca que se cresce. Isso tem que ser feito não só com o Magnano, mas também com técnicos de outras modalidades. Dá para se tirar muitas coisas.

Há algum treinador, time ou atleta que serve de referência para você?
Eu seria injusto se escolhesse só uma pessoa. Não estou sendo demagogo. Hoje o trabalho no basquete feminino deve-se a um grande número de pessoas e, principalmente aos treinadores. Temos excelentes profissionais. Fora do basquete também não tenho um específico.

Quando será iniciada a preparação para Londres e com que número de jogadoras?
A convocação será feita depois da final da LBF porque tenho algumas dúvidas e precisava respeitar os clubes que estavam competindo. Como houve mudanças, alterações de datas no calendário e o Sul-Americano passou para junho, vamos ter que estudar essas trocas. Por isso é que não posso falar com quantas jogadoras vou iniciar o trabalho. Eu queria participar do Sul-Americano com os nomes da lista, mas vamos estudar isso. Algumas atletas vão precisar de dias de folga, como Érika e Adrianinha, que vão estar em fim de temporada na Europa. Pensamos em tê-las o mais rápido possível, para podermos fazer uma programação adequada a cada situação.

Além do amistoso com os EUA, já foi fechada a lista de países que você quer enfrentar?
Pedi para jogar com o maior número possível de equipes fortíssimas, mesmo que no início não seja promissor. Vamos jogar com os EUA, três partidas lá na Austrália, um torneio na França na véspera dos Jogos que vai ter China e Austrália também. E convidamos algumas seleções para virem ao Brasil. Estamos esperando para ver quais se interessam. Precisamos preparar uma equipe muito forte na defesa e com boas opções ofensivas. O contra-ataque é uma arma que gosto muito de explorar nas minhas equipes, mas quando o jogo precisar ser cadenciado, exploraremos a individualidade de cada atleta, mas sempre cuidando dos fundamentos.

Havia a dúvida se Iziane iria ou não a Londres. Desde o episódio com Bassul, a imagem dela ficou arranhada. Como é seu relacionamento com ela?
Fui técnico dela no juvenil no Osasco. Era uma menina na época e hoje é uma excelente jogadora, que amadureceu muito. Iziane tem um alto nível de basquete e é importante para o nosso esquema de trabalho. Não tenho problemas de relacionamento com ela. A encontrei durante a LBF. Talvez tenha tido alguns problemas antes, mas não era com o meu trabalho. É uma coisa que ficou para trás. Estou zerado com ela. Pelas vezes que conversamos, percebi que está querendo muito trabalhar. A prova disso foi que ficou conosco, não foi para a WNBA.

Hortência falou após o nono lugar no Mundial de 2010 que queria contar com Iziane e Érika desde o início da preparação olímpica. Já há uma posição da Érika a respeito disso?
Estive lá na Espanha conversando com ela. Desta vez, não vai chegar às vésperas da disputa de uma competição. Não deverá estar no treino na primeira semana porque daremos um tempo para que descanse. A ideia é evitar lesões mesmo. A decisão das duas, de dar prioridade à seleção, me deixou feliz. Elas são exemplos para as mais novas.

A lista deve ter nomes muito diferentes daquela do Mundial?
Aquela é uma base, mas em algumas posições vai haver trocas sim. Contaremos com algumas jogadoras novas, que vêm pela primeira vez. Estou estudando com carinho e analisando muito.

Em Pequim-2008, o Brasil ficou em 11º lugar. O que seria um bom resultado em Londres?
Trabalho pelo melhor possível. Temos que pensar nas vitórias. O grupo tem que ter uma das mãos no sonho e outra na realidade. Temos que pensar jogo a jogo. Lá estarão os 12 melhores países do mundo. Não gosto de falar em colocação porque, se não atingirmos, pode ser frustrante. Temos, sim, que ter como objetivo vencer cada jogo, lutar o tempo todo.

Você costuma usar em seu trabalho vídeos, livros, frases para motivar o grupo?
Gosto muito de trabalhar esse lado. Converso muito nos treinos e nos jogos. Gosto de trabalhar com exemplos de atletas, grupos, filmes, histórias de vida. Se você me perguntar se eu tenho alguma música ou filme predileto para me motivar também, eu vou dizer que não. Sou uma pessoa prática, o que me motiva é a quadra.

Fonte: Globo Esporte

sábado, 14 de abril de 2012

Rússia divulga as convocadas para as Olimpíadas

O técnico Bóris Sokolovsky convocou 25 jogadoras para os treinamentos visando os Jogos Olímpicos deste ano.

A lista será reduzida para 18 anos, de acordo com o desempenho das jogadoras nos playoffs do campeonato russo.

O início da preparação está previsto para o dia 27 de maio, em Novogorsk.

As convocadas são:

Elena Danilochkina - Nadezhda
Katerina Keyru - Chevakata
Becky Hammon - SpartaK
Tatiana Popova - Dynamo Moscow
Ekaterina Ruzanova - Nadezhda
Natalia Zhedik - Nadezhda
Ilona Korstine- Perfumerias Avenida
Evgenia Belyakova - SpartaK
Marina Karpunina - SpartaK
Svetlana Abrosimova - UMMC
Olga Arteshina - UMMC
Maria Cherepanova - Chevakata
Anastasia Shilova - Dynamo-GUVD
Irina Sokolovskaya - Dynamo Moscow
Liudmila Sapova - Nadezhda
Natalia Vodopyanova - Dynamo Kursk
Marina Kuzina - SpartaK
Tatiana Vidmer - UMMC
Natalia Myasoedova - Dynamo-GUVD
Anna Petrakova - Dynamo Kursk
Anastasia Logunova - Nadezhda
Natalia Vieru Good - Angels Kosice
Nadezhda Grishaeva - Arras
Ekaterina Lisina - Dynamo Kursk
Irina Osipova - SpartaK

Fonte: Prodep

Tarallo convoca seleção olímpica na próxima quinta-feira

No próximo dia 19 de abril, quinta-feira, na sede da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo - Aceesp, o técnico da Seleção Brasileira adulta feminina, Luiz Cláudio Tarallo, fará a convocação da equipe que irá disputar o Campeonato Sul-Americano e as Olimpíadas de Londres. O jovem treinador, de 45 anos, já tem algumas jogadoras em mente, mas continua fazendo observações, especialmente das atletas que estão disputando as finais da Liga de Basquete Feminino (LBF), casos das equipes de Americana e Ourinhos, que disputam os playoffs.

Desde que assumiu o comando da seleção feminina principal, Tarallo está acompanhando as jogadoras selecionáveis. O objetivo do capitão brasileiro é reunir o máximo de atletas em condições de classificar no Sul-Americano e brigar por uma medalha em Londres.

"Estou ansioso para o início dos treinamentos. Como já prevíamos, vamos fazer dois grupos de jogadoras, com o primeiro se apresentando no dia 1º de maio, em São Paulo, onde realizarão os exames médicos durante três dias, e depois a preparação inicia [dia 3] no ginásio Bolão, em Jundiaí", adiantou Tarallo. "O segundo grupo, que vem de um ritmo intensos de jogos, irá se apresentar em data ainda a ser determinada pela comissão. Pensamos em tê-las o mais rápido possível, para podermos fazer uma programação adequada a cada situação", completou Tarallo.

Irão participar da primeira fase dos treinamentos, o grupo formado por jogadoras que atuam na Europa e estão de férias e as brasileiras que também já finalizaram a temporada. Depois se apresentam as que seguem atuando na final da LBF e na Europa. "Minha avaliação vai continuar até a data da convocação", explicou o técnico, sobre as avaliações que seguem sendo realizadas.

Adepto ao jogo de muita defesa e contra-ataque, Tarallo sabe a filosofia que quer implantar na Seleção Brasileira. "Precisamos preparar uma equipe muito forte na defesa e com boas opções ofensivas. O contra-ataque é uma arma que gosto muito de explorar nas minhas equipes, mas quando o jogo for precisa ser cadenciado, explorarmos a individualidade de cada atleta, mas sempre cuidando dos fundamentos. São princípios que vamos buscar muito durante os treinamentos. Não falta vontade de trabalhar", finalizou o treinador que já tem muitas conquistas nas equipes de base brasileiras.

A coletiva e a convocação de Luiz Cláudio Tarallo acontecerá na sede da Aceesp (Av. Paulista, 807 - 9º andar - Conjunto 904), em São Paulo, no dia 19 de abril, às 11 horas. Será necessário a realização de credenciamento prévio pelo endereço de email: credenciamento@cbb.com.br. Favor enviar nome, veículo em que trabalha, função, identidade e telefone para contato.

Fonte: CBB

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Penny Taylor também está fora das Olimpíadas

Depois de Maria Stepanova, outra estrela do basquete feminino mundial não estará em Londres por causa de contusão: a australiana Penny Taylor.

De acordo com o site Love Womens Basketball, o tempo de recuperação da atleta, que terá que enfrentar uma cirurgia no joelho, será de seis meses.

Pivô russa opera joelho e fica fora das Olimpíadas de Londres

A seleção russa de basquete feminino terá um desfalque sério para os Jogos Olímpicos de Londres-2012. A experiente pivô russa Maria Stepanova sofreu uma lesão no joelho e terá que passar por uma cirurgia, que a deixará fora da disputa por sua terceira medalha olímpica.

A pivô de 2,02m de partida disputou as últimas quatro edições das Olimpíadas e foi uma das principais jogadoras da Rússia na conquista da medalha de bronze em Atenas-2004 e Pequim-2008.

Stepanova rompeu os ligamentos do joelho defendendo o UMMC Ekaterinburg na Euroliga, na última semana. A expectativa é que ela fique afastada das quadras por pelo menos seis meses antes de retomar os treinos.

A Rússia é considerada uma das favoritas à briga por medalhas em Londres-2012. Bronze nas duas últimas Olimpíadas, a equipe caiu nas quartas de final do Mundial da República Tcheca, em 2010, após ser um dos melhores times da primeira fase da competição.

Fonte: Gazeta Esportiva

quinta-feira, 29 de março de 2012

Iziane descarta WNBA e fica à disposição da seleção brasileira

Maior pontuadora da LBF e destaque da competição, defendendo o Maranhão Basquete, a ala Iziane definiu como será seu futuro, no que diz respeito à possibilidade de disputar as Olimpíadas de Londres. Com uma proposta da WNBA, a maranhense decidiu que irá lutar pelo sonho olímpico com a seleção brasileira, se colocando à disposição para uma possível convocação.

- Essa foi uma decisão muito pessoal e bastante difícil, mas achei que era mais importante pensar no meu país, neste momento - disse Iziane ao GLOBOESPORTE.COM.

Com 509 pontos marcados pelo Maranhão Basquete, Iziane praticamente já assegurou o título de cestinha da LBF, pois tem 194 pontos a mais que a segunda cestinha, Fernanda Bibiano, do Basquete Clube, com 315 pontos. Na LBF, o Iziane levou o MB até as quartas de final, sendo eliminado pelo Catanduva, após o terceiro jogo dos play offs.
O retorno à sua terra natal foi um dos passos fundamentais para a atleta optar pela disponibilidade à seleção brasileira. Além disso, Iziane destacou que a possibilidade de ir para as Olimpíadas é uma forma de levar o nome do Maranhão para todo o mundo.

- Eu retornei ao Maranhão para dar a minha contribuição e ajudar a divulgar o nosso basquete pelo país. Acho que depois de tudo o que aconteceu aqui na LBF, quando tivemos o ginásio completamente lotado, e nosso time fazendo uma boa campanha logo neste primeiro ano de competição, achei que jogar as Olimpíadas viria para coroar esse trabalho. E para mim vai ser importante, pois serei o Maranhão vestindo a camisa da seleção brasileira em Londres - afirmou.
A ala maranhense finalizou a entrevista afirmando que retornará à seleção disposta a lutar por vaga no time titular, descaatando a possibilidade de chegar como estrela do time. A convocação para as Olímpiadas ainda será realizada nos próximos dias, pelo técnico Luiz Cláudio Tarallo.

- Eu não me vejo como titular desde agora. Primeiro terei que esperar a convocação. Muita gente está me colocando como titular, mas isso não existe. Eu sou mais uma do grupo e vou brigar para ser titular, para isso vou fazer a minha parte - finalizou Iziane.

O primeiro título de Iziane com a seleção brasileira veio em 2001, na Copa América e terminou em quarto lugar nas Olimpíadas de Sidney 2004 e no Mundial de 2006, este sediado no Brasil. Na WNBA, a maranhense defendeu o Miami Sol, Phoenix Mercury, Seattle Storm , e antes de retornar ao Brasil, estava no Atlanta Dream.

Fonte: Globo Esporte

sábado, 10 de março de 2012

Érika renova com o Atlanta Dream, mas só se apresenta após as Olimpíadas de Londres

A pivô brasileira Érika de Souza renovou o seu contrato com o Atlanta Dream, porém só se apresentará à equipe após os Jogos Olímpicos de Londres.

Confira a matéria no site da WNBA aqui.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Hortência rebate críticas e não descarta novas mudanças na seleção feminina

Desde que assumiu a direção das seleções femininas de basquete, a ex-jogador Hortência fez três trocas no comando da equipe principal. A última foi a entrada de Luiz Cláudio Tarallo no lugar de Ênio Vecchi, no final de 2011. Questionada sobre as mudanças, a dirigente não mostrou incômodo e disse que, se preciso, fará novas mudanças.

- Não tenho medo de críticas. Se tiver que trocar mais três vezes, nós vamos trocar. O que não pode é ver que não vai dar e insistir. Estou fazendo para o bem do basquete - disse Hortência no "Arena SporTV" desta quinta-feira.

A entrada de Tarallo gerou muita reclamação por parte do ex-treinador Ênio Vecchi, treinador da equipe na conquista da Copa América, em 2011, competição que garantiu a presença da seleção nos Jogos Olímpicos de Londres-2012. Mas, para Hortência, o novo comandante já deveria ter recebido há algum tempo.

A dirigente da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) disse que a seleção feminina só está abaixo da equipe dos Estados Unidos, tida por ela como a favorita nos Jogos de Londres, e que tem se preparado para ser a diretora de seleções.

- Não vesti a camisa da seleção brasileira por 20 anos à toa. Não estou aqui porque sou Hortência, mas sim porque eu tenho capacidade para estar neste cargo. Sei muito bem o que estamos fazendo. Vocês podem ter certeza de que logo vamos dar uma decolada. Se tiver que trocar, vamos trocar. Não podemos ter medo.

ASSISTA AO VÍDEO AQUI.

Fonte: Sportv

sábado, 25 de fevereiro de 2012

WNBA não quer Iziane na Olimpíada

DANIEL BRITO
DE SÃO PAULO

A ala Iziane, 29, sofre pressão das equipes da WNBA para abrir mão de jogar a Olimpíada de Londres-2012. É o que diz seu empresário.

A atleta, que defende o Maranhão Basquete na LBF (Nacional feminino), tem proposta de três equipes da liga profissional dos EUA deste ano.

E negocia um contrato de três anos com o Seattle Storm para receber o teto salarial da WNBA: US$ 101 mil (aproximadamente R$ 174 mil).

Iziane ainda não decidiu se representará o Brasil nos Jogos, a partir de 27 de julho.

"As equipes com que conversamos na WNBA querem que Iziane se dedique exclusivamente ao time e deixe de disputar a Olimpíada, mesmo que o calendário esteja paralisado", disse Fábio Jardine, empresário da atleta.

A liga começa em 18 de maio e termina em setembro.

Em 14 de julho --a 13 dias da Olimpíada-- a temporada regular será interrompida e volta em 15 de agosto.

As jogadoras dos EUA que vão defender sua seleção são liberadas pelos clubes.

A Confederação Brasileira de Basquete quer ter Iziane desde o primeiro dia de treinos. A seleção se apresentará em maio. A convocação deve ser anunciada em abril.

Luiz Cláudio Tarallo, técnico do Brasil, tem restrições à chegada atrasada. "Tem que ver se seriam 13 dias depois do último jogo lá na WNBA, ou contando as viagens, se ela viria sem contusão. Não dá para saber agora."

Em entrevista à Folha, nesta semana, Iziane disse que levaria em consideração o aspecto financeiro antes de decidir sobre a Olimpíada.

"Só o prestígio não paga minhas contas", afirmou, sobre disputar a primeira Olimpíada da carreira.

"Iziane não tem a vida feita. Ela não quer ganhar um salário bom só para deixar o dinheiro parado do banco, precisa sustentar a família", afirmou Jardine.

Se optar pela seleção, Iziane receberá diária que não costuma passar dos US$ 150 (R$ 255). A confederação, porém, não divulga os valores.

O montante pago pela confederação brasileira, ao final de três meses com a seleção, não cobriria o que Iziane receberia na WNBA.

Para resolver o problema, Hortência, diretora da confederação brasileira, criou um ranking de diárias, dividido em três grupos: novatas, intermediárias e campeãs. Iziane se encaixa no terceiro (e mais valorizado).

"Não quero que as jogadoras percam também", disse a dirigente.

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Austrália divulga lista de convocadas para as Olimpíadas

A Austrália também divulgou a lista de convocadas para os Jogos Olímpicos de Londres.

A preparação começa em março, apenas com as atletas que disputam a liga local. As jogadoras que estão jogando na Europa se apresentam posteriormente.

As convocadas são: Suzy Batkovic, Abby Bishop, Liz Cambage, Rohanee Cox, Rachael Flanagan, Cayla Francis, Kristi Harrower, Laura Hodges, Natalie Hurst, Lauren Jackson, Rachel Jarry, Kathleen Macleod, Jenna O’Hea, Elyse Penaluna, Erin Phillips, Alicia Poto, Samantha Richards, Jennifer Screen, Belinda Snell, Penny Taylor, Marianna Tolo, Kristen Veal, Carly Wilson and Hanna Zavecz.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Estados Unidos divulga lista de convocadas para as Olimpíadas

Foi divulgada a lista das 21 jogadoras que disputarão uma vaga no time americano, que busca manter a hegemonía olímpica em Londres.

São elas: Jayne Appel (San Antonio Silver Stars), Seimone Augustus (Minnesota Lynx), Sue Bird (Seattle Storm), Rebekkah Brunson (Minnesota Lynx), Swin Cash (Chicago Sky), Tamika Catchings (Indiana Fever), Tina Charles (Connecticut Sun), Candice Dupree (Phoenix Mercury), Sylvia Fowles (Chicago Sky), Brittney Griner (Baylor University), Lindsey Harding (Atlanta Dream), Asjha Jones (Connecticut Sun), Kara Lawson (Connecticut Sun), Angel McCoughtry (Atlanta Dream), Renee Montgomery (Connecticut Sun), Maya Moore (Minnesota Lynx), Candace Parker(Los Angeles Sparks), Cappie Pondexter (New York Liberty), Diana Taurasi (Phoenix Mercury), Lindsay Whalen (Minnesota Lynx) and Sophia Young (San Antonio Silver Stars).

O técnico Geno Auriemma disse: "Nós temos jogadoras que conquistaram a medalha de ouro olímpica, campeãs mundiais, campeãs da WNBA, jogadoras que tem vencido na Europa. Você tem um grupo de jogadoras que experimentaram tudo que há para experimentar e eu como treinador não poderia estar mais feliz com este grupo. Elas representam o melhor que os Estados Unidos tem para oferecer."

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

sábado, 21 de janeiro de 2012

Patrocinador planeja amistosos das seleções do Brasil com EUA, diz CBB

A agenda com a programação dos jogos preparatórios para as Olimpíadas de Londres só será fechada em fevereiro, quando o técnico Rubén Magnano apontará os países que quer enfrentar antes do evento, marcado para julho. Segundo a Confederação Brasileira de Basquete (CBB), a ida a Washington para enfrentar a seleção dos Estados Unidos, atual campeã olímpica e mundial, foi sugerida pela Nike, patrocinadora das equipes dos dois países, e está dependendo apenas do ok de Magnano.

No Mundial da Turquia, em 2010, na entrevista após ter conquistado o título da competição, o técnico Mike Krzyzewski negou o rótulo de dominante para o seu time. Lembrava a partida contra o Brasil, vencida por eles por 70 a 68.

Ainda de acordo com a CBB, a seleção feminina também fará um amistoso contra as americanas, atuais campeãs do mundo. A entidade planeja ir direto dos EUA para a Inglaterra.

Fonte: globoesporte.com

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Por Londres, Brasil busca duelos mais complicados (Folha de São Paulo)

Após conquistar a vaga para Londres-2012 ao vencer o Pré-Olímpico anteontem, a seleção feminina elabora um calendário de jogos que exija mais das brasileiras do que o torneio na Colômbia.
O time nacional encerrou a disputa com média de 45 pontos sofridos por jogo. Nenhum país conseguiu fazer mais de 61 pontos na equipe comandada por Ênio Vecchi.
Na decisão de anteontem, a Argentina anotou apenas 33 pontos, contra 74 das brasileiras, em um placar muito mais comum para um duelo de olimpíada escolar.
Facilidade que deve se repetir no Pan de Guadalajara, cujos jogos do feminino começam no dia 21 de outubro, com 6 das 10 participantes do Pré-Olímpico, além da seleção dos Estados Unidos.
As americanas irão com uma equipe de universitárias e pediram um amistoso contra o Brasil às vésperas do Pan, já no México. O convite foi aceito pelas brasileiras.
"Temos que pensar em jogar no nível internacional", afirmou a ex-jogadora Hortência, atual diretora do departamento de basquete feminino da CBB (Confederação Brasileira de Basquete).
Ela contou que a confederação recebeu convites para que a seleção participe de dois quadrangulares preparatórios para os Jogos de Londres-2012, no próximo ano.
"Haverá um torneio na China e outro em Londres. Decidiremos nesta semana se vamos participar", declarou Hortência. A seleção brasileira se reapresenta nesta sexta-feira no Rio, para se preparar para o Pan mexicano.

Fonte: Folha de São Paulo

domingo, 2 de outubro de 2011

Angola surpreende, vence Pré Olímpico africano e se classifica para Londres

A seleção feminina angolana venceu neste domingo o Pré olímpico da África e garantiu presença nos Jogos Olímpicos de Londres no ano que vem.

Se no masculino a seleção angolana é sempre favorita no continente, a seleção feminina não era considerada a favorita ao título no início da competição, que foi disputada em Mali.

Em 2008, Angola já mostrava que estava em evolução ao vencer a Argentina no Pré Olímpico Mundial da Espanha por 59 a 58 (posteriormente foram eliminadas pelo Brasil).

No Pré Olímpico Africano deste ano, as angolanas simplesmente venceram as donas da casa nas semifinais por 56 a 51 e derrotaram Senegal na final por 62 a 54. Mali e Senegal eram os favoritos ao título.

Na decisão pelo terceiro lugar, Mali venceu a Nigéria por 71 a 62. Mali e Senegal irão disputar o Pré Olímpico Mundial no ano que vem.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Austrália carimba passaporte para Londres 2012

Com uma nova e já espepada vitória sobre a Nova Zelândia (92-73), a seleção australiana garantiu sua vaga em Londres-2012.

Novamente a cestinha da partida foi Batkovic (19 pontos, 9 rebotes).

domingo, 28 de agosto de 2011

China vence Asiático e garante vaga em Londres 2012

LijieMIAOA seleção chinesa bateu a Coréia hoje, na final do Asiático, por 65-62. Além do ouro no torneio, a China ficou garantiu a vaga do continente para os Jogos Olímpicos de Londres.

A China havia estreado no torneio com uma derrota para a própria Coréia na última semana, mas na decisão contou com a atuação de sua base bem experiente para virar o jogo.

A ala Lijie Miao (30 anos) teve 20 pontos. A pivô Chen Nan (28 anos) marcou 19. E a ala Zengyu Ma (28 anos) somou mais 17.

Entre as coreanas, a cestinha foi a pivô Jung-Ja Sin (31 anos), com 15 pontos.

Na decisão do bronze, o Japão não tomou conhecimento de Taipei (83-56).

Medalhistas, Japão e Coréia disputarão o Pré-Olímpico Mundial.

Até o momento, estão garantidos em Londres: o país-sede (Grã-Bretanha), o campeão europeu (Rússia), a China e os Estados Unidos.

No Pré-Olímpico Mundial, as vagas são de Japão, Coréia, Croácia, República Tcheca, Turquia e França.

Até tu, Líbano?! – Surpreso ao ver que a cestinha da competição havia sido uma libanesa, fui checar informações sobre a moça. E aí me dei conta que a senhorita Brittany Janelle Denson (24 anos e 20,5 pontos por jogo) nasceu na Flórida (EUA).

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A arena olímpica de 2012


Faltando pouco mais de um ano para as Olimpíadas, Londres anunciou nesta quinta-feira a quarta instalação pronta para 2012: a arena de basquete. Preta e laranja - cores da bola -, com 35 metros de altura e 115 de largura, a Basketball Arena tem 12 mil assentos. A estrutura (temporária) será inaugurada em 21 de agosto como sede de um torneio masculino amistoso entre as seleções do Reino Unido, Austrália, China, Croácia, França e Sérvia.

Fonte: Globoesporte.com