Mostrando postagens com marcador Cristiane Simões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cristiane Simões. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de março de 2011

Movimentos na A-2

011b Se a série A-1 do Campeonato Paulista ficou restrita a cinco clubes, o mercado para jogadoras de basquete estará ainda mais estrangulado no Brasil e dominado por nomes bastante rodados, que conjugam simultaneamente a valorização em nível doméstico e um fracassado protagonismo nas duas últimas competições pela seleção brasileira (Jogos Olímpicos de Pequim e Mundial da República Tcheca).

Nesse cenário, mesmo clubes que formam – como Americana, preferem as contratações frenéticas e inconsequentes a apostas na transição de suas (ex-) juvenis.

A temporada que virá parece confirmar o exílio dessas meninas. Agora não mais no banco, mas na Série A-2 (a Segunda Divisão).

Com promessa de dez clubes, os movimentos iniciais são justamente de assédio sobre essas atletas.

De acordo com o site da Federação Paulista, São José já teria garantido a pivô Cristiane Simões (a Kika, ex-Jundiaí), a ala Patrícia Ribeiro (ex- São Caetano).

Pindamonhagaba acena com Mônica Nascimento (ex-São Caetano) e Carina Jackson (ex-Osasc0).

Em Presidente Venceslau, haverá abrigo para Amanda Lázaro (Ex-São Caetano), Andressa Arantes (ex-Americana) e Daiane Daleaste (ex-Piracicaba).

É cedo para prever tanto como será o campeonato (ainda sem tabela), quanto as consequências na transição dessas atletas para o adulto.

É certo, no entanto, que o fenômeno passará ignorado pelas despreocupadas federação local e CBB.

sábado, 20 de março de 2010

Americana e Ourinhos vencem com facilidade na estreia no Paulista

O Americana abriu a sua participação no Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2010 com uma vitória sobre o São Caetano/UNIP, na noite deste sábado (20 de março), no ginásio Municipal Armando Lima e Silva Corujeira, na cidade de São Caetano do Sul (SP), por 74 a 46 (48 a 24 no primeiro tempo). Os destaques da partida foram Patrícia Ribeiro (16 pontos) e Jacqueline (12 pontos, 04 rebotes e 01 assistência), pelo time do Grande ABC; Karla (26 pontos, 05 rebotes e 02 assistências) e Mamá (13 pontos e 07 rebotes).

O Americana volta a quadra na quinta-feira (25 de março), às 20h00, em Americana (SP), contra o Basquete Clube. Já o São Caetano/UNIP buscará a recuperação encarando o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, no dia 1o de abril (quinta-feira), em São Caetano do Sul (SP).

No outro duelo da noite, o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos passou pelo Divino/COC/Jundiaí, 90 a 51 (42 a 24 no primeiro tempo), em duelo realizado no ginásio Municipal José Maria Paschoalik (Monstrinho), na cidade de Ourinhos (SP). As atletas mais efetivas foram Chuca (15 pontos e 09 assistências) e Fernanda Beling (13 pontos, 04 rebotes e 02 assistências), pelo time da casa; e Kika (11 pontos e 04 rebotes), em favor do visitante.

O próximo desafio do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos será na quinta-feira (25 de março), às 20h00, em Ourinhos (SP), no clássico contra o Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva. O Divino/COC/Jundiaí jogará pela reabilitação contra o Santo André/Semana, na sexta-feira (26 de março), às 20h00, na cidade de Jundiaí (SP).

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Jundiaí derrota Osasco é bi-campeã paulista juvenil

Kika se prepara para levantar a taça: pelo segundo ano consecutivo, deu Divino/FABIANO MAIA O time juvenil Divino/Coc fechou 2009 com chave de ouro. Tetracampeã dos Jogos Abertos do Interior, a equipe festejou, ontem, a conquista de mais um título: o bicampeonato Estadual. Na partida decisiva, no ginásio do centro esportivo Romão de Souza, uma vitória incontestável, por 71 a 57 sobre o Finasa/Osasco.
"É uma conquista muito prazerosa. Tivemos de superar desfalques por lesões e, ainda assim, conseguimos passar por um adversário muito difícil de ser batido, que é o Finasa/Osasco", comemorou o técnico Luiz Cláudio Tarallo. No jogo de ontem, o Divino/Coc conquistou a vitória graças à superioridade obtida no segundo quarto da partida.
Após um início equilibrado, com o primeiro período terminando empatado em 16 pontos, o time jundiaiense se impôs e abriu vantagem, chegando ao intervalo do jogo vencendo por 12 pontos de diferença - 37 a 29. Essa vantagem foi mantida nos quartos seguintes (52 a 44 no terceiro quarto), fechando o jogo em 69 a 57. Segundo Tarallo, uma alteração tática também foi muito importante para assegurar esta nova conquista ao Divino/Coc. "Quando elas ameaçaram encostar no placar, diminuindo a vantagem para três pontos, mudamos nossos sistema defensivo e isso as surpreendeu", comentou.

Planejamento - Para comemorar o título, toda a equipe se reuniu em uma pizzaria, na noite de ontem. A partir de hoje, o trabalho passa a ser apenas nos bastidores, com o planejamento para a próxima temporada, quando a novidade será a volta do time adulto. "A gente vem amadurecendo esta ideia há algum tempo e, a partir de agora, vamos começar a executar o projeto", disse Tarallo, sem entrar em detalhes.

Fonte: Jornal de Jundiaí

O comentário no site do clube:

A vitória foi suada mas aconteceu. O Divin/Coc/Jundiaí sagrou-se bicampeão de basquete feminino juvenil do Estado, ontem, domingo, dia 6/12/09, vencendo a difícil equipe do Finasa/Osasco. Os jogos da decisão final exigiu a realização de 3 partidas. Perdemos a 1ª em Osasco por 58 x 57, vencemos a 2ª em Jundiaí no Romão de Souza por 71 x 57 e finalmente, ontem, no mesmo local vencemos por 69 x 57.

Nossa equipe se apresentou como favorita desde o princípio. Mas depois tivemos dois sérios desfalques: Joseane e Tatiane, que passaram por cirurgias e não competiram mais. Mesmo assim nossa equipe lutou valentemente e venceu. Parabéns às atletas, que são elas:
Cristiane (Kika), Tainá, Carolina, Isadora, Mariana, Gabriela, Deisy, Eloane (Tatão), Luane, Francine, Tais, Ingrid, Evelin., além de Joseane e Tatiane.
Comissão Técnica: Nestor (Supervisor), Tarallo e Jair (Técnicos), Paulinho (Preparador Físico), Gonçalo (fisoterapeuta), Pe. Divo (Diretor).

quarta-feira, 8 de julho de 2009

CBB confirma em nota a substituição de Nayara na sub-19

20090708_301567_Kika_gde Para chegar bem preparada em Bangkok, na Tailândia, para a disputa do 8º Campeonato Mundial Sub-19 Feminino, a seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás, terá pela frente as equipes adultas de Cabo Verde, Moçambique, Angola e Portugal nos Jogos da Lusofonia, que serão realizados em Lisboa, em Portugal, de 13 a 19 deste mês. Depois, a delegação embarca para a capital tailandesa, no dia 20, e terá mais dois dias de treinos antes da estreia contra as donas da casa no Mundial.
 
Finalmente chegou a hora tão esperada pela pivô Cristiane de Lima. Kika, como é carinhosamente chamada, vem brigando para participar do Mundial desde o Sul-Americano do Equador, em 2007, quando ajudou a seleção a se classificar para a Copa América – Pré-Mundial da Argentina, em 2008. Em Buenos Aires, veio a vaga para o mundial.
 
— Estou bastante animada com essa viagem. Além da oportunidade de atuar num Campeonato Mundial, vamos jogar contra equipes adultas na Lusofonia. Será um excelente treinamento para o grupo. Nos dedicamos muito durante a preparação. Malhamos para ganhar força física, treinamos forte em quadra, procurando acertar todos os detalhes. Os amistosos nos deram ritmo de jogo e acho que estamos bem preparadas para as competições que temos pela frente — comentou a pivô.
 
Damiris do Amaral vai vestir a camisa do Brasil pela primeira vez. A pivô de 16 anos foi chamada para completar o grupo com a saída de Nayara Cristina Araújo por questões médicas.
 
— Fiquei muito contente com a notícia. Participei dos treinamentos da segunda fase, antes de me apresentar à seleção sub-17. Já conheço as meninas, a comissão técnica e a filosofia de trabalho. Não vai ser nenhuma novidade. Estou muito animada, não vejo a hora de entrar em quadra e mostrar que posso ajudar o meu país a conquistar um resultado positivo nas competições. É uma oportunidade de ouro para mim e quero aproveitar o máximo que eu puder para aprender e evoluir — disse a pivô.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Sub-19: Cristiane & Tatiane

20090624_480263_2406_Sub19_gde Uma é reservada, quieta e calma. A outra é extrovertida, brincalhona e agitada. De temperamentos opostos, a paulista Tatiane Nascimento e a mineira Cristiane Lima unem suas diferenças para alcançar um objetivo comum: fazer bonito no Campeonato Mundial da Tailândia. As duas atletas estão desde o dia 1º de junho em Jundiaí na seleção brasileira sub-19 feminina, patrocinada pela Eletrobrás, que está na reta final de treinos para o Mundial da categoria. A competição será disputada de 17 a 21 de julho, em Bangkok, na capital tailandesa.
 
A mineira de Juiz de Fora, Cristiane Lima é bastante agitada. Não para quieta nos treinos e brinca muito com as companheiras. Bem humorada, Kika, como é conhecida, é uma das responsáveis por manter lá em cima o alto astral do grupo. Mas na hora de jogar ou treinar, a seriedade e o profissionalismo tomam conta da jovem atleta.
 
— Dizem que sou a encarregada pela diversão pós-treino. Gosto de brincar, “zoar” os outros e contar piada. Atleta que está concentrada para um campeonato deve ter horas descontraídas, para não “pirar”. Mas temos que trabalhar sério nos treinos e jogos para render bem, ajudar a equipe e conquistar nosso espaço na seleção — garante Kika, que tem 1,95m e é campeã sul-americana sub-15 (Equador/2006) e medalha de bronze na Copa América / Pré-Mundial Sub-18 (Argentina/2008).
 
Com um jeitinho mais manso, Tatiane Nascimento faz coro com a colega. Seleção é coisa muito séria e responsabilidade é fundamental. Com esse lema, Taty conquistou o bicampeonato sul-americano sub-15 (Venezuela/2005 e Equador/2006), além da medalha de bronze na Copa América / Pré-Mundial Sub-18 (Argentina/2008).
 
— É um orgulho estar na seleção. São pouquíssimas atletas que vão a um Mundial. Quem tem essa oportunidade deve agarrá-la com unhas e dentes, dando o máximo em cada treino e jogo. Com comprometimento e união, podemos representar bem o Brasil na Tailândia e fazer um belo Mundial — disse Tatiane, que mede 1,80m.
 
Algumas semelhanças também unem as duas atletas. Kika e Tati têm 18 anos, jogam no Divino/COC/Jundiaí e dividem o mesmo espaço na república do clube. Outro ponto em comum é o gosto pelas mesmas atividades extra quadra.
 
— Nos raros momentos que não estou treinando, jogando ou pensando em basquete, gosto de assistir a filmes, Também curto muito ficar com a minha família, descansar. Às vezes gosto de sair, ir ao shopping fazer compras, tomar sorvete, comer chocolate — conta Cristiane, que é fã de filmes de terror, especialmente os que têm assassinatos em série, como “Jogos Mortais”.
 
— Gosto de comer, dormir, ver TV e ouvir música. Mas meu maior vício é jogar vídeo-game. Levo meu game portátil para todos os cantos. É um ótimo passatempo, principalmente em viagens e filas — brinca Tatiane que sempre que pode, dá um pulinho em São Paulo, onde mora a família.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Seleção Sub-19 treina forte em Jundiaí

PATRÍCIA BAPTISTA

kika A seleção brasileira de basquete feminino categoria sub-19, comandada pelo técnico jundiaiense Luís Cláudio Tarallo, segue treinando forte para o Campeonato Mundial, que começa no dia 23 de julho, na Tailândia. A equipe trabalha em Jundiaí e aposta no entrosamento para buscar um bom resultado na competição. Tarallo ressalta que as atletas que compõem o grupo treinam juntas desde 2006, época em que integravam a seleção categoria sub-16.
"Na ocasião, conquistamos o título sulamericano. O mesmo time, em 2008, ficou em terceiro lugar na Copa América, já como seleção sub-18", diz o treinador. A seleção sub-19 é formada por jogadoras do Divino/Coc/Jundiaí, de Americana, de Osasco, do Rio de Janeiro e de São Caetano. Atualmente, 15 atletas formam o elenco e três serão cortadas. Antes de disputar o Mundial na Tailândia, a equipe disputará os Jogos da Lusofonia, de 12 a 19 de julho, em Portugal, que servirão como preparação.
Na primeira fase do Mundial, a seleção brasileira enfrentará a Lituânia, atual campeã europeia, República Tcheca, terceira colocada do campeonato europeu e a Tailândia. "Três times se classificam, mas além da necessidade de avançar no campeonato é importante fazer boas campanhas, pois elas serão consideradas e terão peso durante a competição", diz Tarallo. Na última sexta-feira, a seleção enfrentou atletas dos times masculinos da Esportiva de Jundiaí num amistoso. Ontem, deveria ter enfrentado a equipe feminina de São Bernardo em outro amistoso, mas o adversário cancelou o compromisso.
"Na próxima sexta-feira, às 19h30, no Centro Esportivo Romão de Souza, enfrentaremos em amistoso o time Atletas em Ação, formado por americanas que vêm para vários jogos. Nós as enfrentaremos em Jundiaí e depois em Campinas, em outra data", afirma Tarallo.
A pivô Kika, 18 anos, jogadora do Divino/Coc/Jundiaí também aposta no entrosamento do time para uma boa campanha no Mundial. Ela esteve na equipe cadete em 2006, durante a conquista do sulamericano. "A seleção sub-19 é formada por uma geração que já vem trabalhando desde a categoria cadete", relembra. "Agora, estou numa expectativa grande para ficar no grupo e poder disputar o Mundial, que é o campeonato maior."
Kika, que há três anos veio de Belo Horizonte para o Divino/Coc, ressalta que integrar uma seleção é algo que traz muitos benefícios a uma atleta. "Quando você joga um campeonato internacional, conhece outras escolas do basquete. O proveito é muito grande", definiu a jogadora, que sonha chegar à seleção principal.

Fonte: Jornal de Jundiaí

Hortência dá 'aula de vida'

200906012209739099 Durante a apresentação das jogadoras selecionadas, Hortência deu uma verdadeira injeção de ânimo e humildade, além de deixar nas entrelinhas que não admitirá vaidades entre jogadoras. Campeã mundial em 1994, na Austrália e integrante do Hall da Fama do basquete feminino, Hortência aparecia como a maior pontuadora da Seleção com 936 marcados em 36 partidas (a segunda que mais atuou, superada apenas por Magic Paula), tendo a maior média de 26 pontos/partida.
Para as jogadoras da categoria sub-19, ela pregou a competição interna saudável como algo positivo e deu exemplos de vida. "Todos sabem a rivalidade que eu tinha com a Paula (Magic Paula). Eu devo a minha carreira vitoriosa a ela. Eu sempre queria vencê-la. Chegava a torcer para ela fazer 30, 40 pontos, para depois eu ter que fazer 60. E, para isso, eu tinha que treinar muito", disse a jogadora. "Era uma competição saudável, que me ajudou muito e isso deve acontecer com vocês, também."
A rainha continuou. "Mas tudo tem que ser tirado de forma positiva. Se uma jogadora não passou a bola, te xingou, brigou com você ou se o treinador lhe deu uma bronca, é coisa de momento. Tem que tentar entender o que está acontecendo, analisar, tirar o lado positivo do negócio."
Também, claramente fazendo parte da forma de trabalho, Hortência pregou a importância de vencer. Ou melhor, de só vencer ou de não perder. Para ela, não se perde um jogo. "O adversário foi melhor e venceu. Perder é quando chegamos à conclusão de que poderíamos ter feito algo mais, treinado mais, nos empenhado mais. E isso nunca pode acontecer. Temos que fazer tudo isso antes e, se o adversário vencer, mérito dele. Nós fizemos tudo o que estava ao nosso alcance", pregou a ex-jogadora.

Trabalho conjunto - Na oportunidade, Waldyr Pagan, ex-técnico da Seleção e responsável pela primeira convocação de Hortência - quando ela tinha 16 anos - também incentivou as jogadoras. Paulo Bassul, o atual treinador da equipe principal, aproveitou para explicar a forma de atuação, daqui em diante. "Faremos uma trabalho conjunto e implantaremos uma filosofia única de trabalho. Vamos acompanhar as seleções de base com o ideal do que vamos querer com a seleção principal", diz ele, revelando que, a partir de agora, as jogadoras de base começam a ser preparadas de acordo com uma exigência determinada para a Seleção adulta.

Fonte: Jornal de Jundiaí

Jundiaí na mira da rainha

Com a presença da ex-jogadora Hortência Marcari, agora diretora do basquete feminino da Confederação Brasileira da modalidade (CBB), as jogadoras convocadas para a Seleção Brasileira sub-19 se apresentaram ontem à tarde ao técnico jundiaiense Luiz Claudio Tarallo. No mesmo dia, as 17 atletas - cinco delas pertencentes ao Divino/Coc - realizaram o primeiro treinamento no ginásio do centro esportivo Romão de Souza, na Colônia. A equipe vai treinar na cidade visando duas competições: os Jogos da Lusofonia - que acontecem em Lisboa, de 12 a 19 de julho - e o Campeonato Mundial da Tailândia - com abertura marcada para 23 de julho.
Além de Hortência, o atual técnico da Seleção Brasileira adulta, Paulo Bassul, e Waldyr Pagan, treinador da Seleção principal por vários anos, também participaram da apresentação - realizada em um hotel de Jundiaí.
Bassul e Pagan fazem parte da equipe de trabalho feminino de basquete da CBB montada por Hortência desde que ela assumiu a coordenação do basquete feminino da entidade, há cerca de um mês. A presença de ambos, junto com a 'rainha', faz parte da filosofia de trabalho que será implantada pela ex-jogadora à frente do cargo. Além do time adulto, Paulo Bassul continua também terá como missão acompanhar as categorias de base do Brasil daqui em diante.

Pólo - Hortência explicou o motivo da seleção sub-19 se apresentar e realizar a preparação para o Mundial no município. "Tudo o que decidirmos, daqui em diante, será para o bem do basquete. Resolvemos trazer a apresentação para Jundiaí por vários motivos. O time tem cinco convocadas da cidade, o treinador é da cidade... Jundiaí dá uma estrutura legal e é uma cidade que sempre respirou basquete", afirmou. Até por isso, a diretora já sinalizou com a possibilidade de que Jundiaí continuará sendo pólo do basquete da Seleção durante seu comando. "Além do mais, tem o estímulo do basquete para a cidade."
A rainha ainda afirmou que, após assumir a função, várias mudanças já foram feitas nas categorias de base do Brasil. Contudo, diz que não é a favor de alterações drásticas. "Não é porque você está chegando que tem de mudar tudo. Sou contra isso", diz ela. "Mantivemos os técnicos que consideramos que são os melhores, como o Tarallo. Mas tiramos dele a sobrecarga. Ao invés de ficar com as categorias sub15 e sub-19, ficará apenas com a sub-19. A sub-15 ficará com a Janeth Arcain. Ela merece essa oportunidade e tenho planos para ela na CBB."
Com relação exclusivamente ao técnico jundiaiense, as portas para ele em termos de time principal podem estar se abrindo, a longo prazo. "Gostamos do Tarallo. Vamos continuar com ele. Aliás, nós queremos investir nele", completou Hortência. Com a humildade que sempre a caracterizou, a ex-jogadora diz que a partir do ano que vem poderá efetivamente implementar mudanças que permitam projetos ousados para 2012 e 2016.

Lista - Das 17 atletas convocadas, cinco fazem parte do Divino/Coc: Taina Mayara da Paixão, armadora de 18 anos e 1,70 metro; Tatiane Nascimento, ala de 18 anos e 1,78 metro; Joseane Maria Bazilio, ala de 18 anos e 1,77 metro; Cristiane de Lima, pivô de 18 anos e 1,95 metro; e Bruna Siqueira, pivô de 19 anos e 1,82 metro.
As outras chamadas pelo técnico Luiz Cláudio Tarallo são: armadora - Débora da Costa (Unimed/Americana); alas - Leila Zabani (Unimed/Americana), Luana de Souza (São Caetano), Patricia Ribeiro (São Caetano), Isadora Serpa (São Caetano), Amanda Karine Lazaro (São Caetano) e Daniela Maria Oliveira (Finasa/Osasco); pivôs - Nayara Cristina Araújo (GRESEP/Mangueira), Fabiana de Souza (Unimed/Americana), Monica Fernanda Nascimento (Finasa/Osasco), Damiris do Amaral (CFE Janeth) e Leidilânia Ferreira (Finasa/Osasco).

Fonte: Jornal de Jundiaí

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Seleção Sub-19 tem encontro com Hortência e Waldyr Pagan

sub19_hortencia 007

Uma conversa animada com a eterna rainha do basquete abriu as atividades da seleção brasileira sub-19 feminina, patrocinada pela Eletrobrás, que se apresentou nesta segunda-feira, em Jundiaí, para a última etapa de treinamento rumo aos Jogos da Lusofonia e ao 8º Campeonato Mundial da categoria, em Bangkok, na Tailândia. A diretora do departamento feminino da CBB, Hortência Marcari, esteve na apresentação e compartilhou com a jovem seleção um pouco de sua trajetória de sucesso e como se tornou uma das melhores atletas do mundo. Hortência garantiu ainda que o objetivo da CBB é dar às jogadoras todas as condições para mostrar seu potencial e chegar no Mundial preparadas para representar bem o Brasil na competição. A campeã mundial na Austrália (1994) e medalha de prata na Olimpíada de Atlanta (1996) enfatizou o treino árduo e o espírito de equipe como ferramentas indispensáveis para o sucesso.

— Minha geração levou 18 anos para ser campeã mundial. O título só chegou quando aprendemos a jogar em equipe. Quando cada uma faz seu melhor, mas dentro de um objetivo comum, chega aonde quer mais rapidamente. Não importa quem é cestinha, reboteira ou capitã. Quando amadurecemos e entendemos isso, fomos campeãs mundiais e vice-olímpicas. E vocês, que são tão jovens, devem ter isso na cabeça se quiserem ter sucesso num esporte coletivo. No mais, é treinar muito, se dedicar para dar sempre um pouco mais, pois essa será a diferença entre vocês e os outros. Vocês devem prestar atenção em cada arremesso que erram ou acertam para corrigir ou repetir o que fez de correto. Eu e Paula éramos as últimas a sair do treino, não foi por sorte que fomos o destaque da nossa geração. Foi trabalho duro. Somos no jogo o que a gente treina. Por isso, precisamos nos esforçar ao máximo para fazer certo durante os treinamentos e arrasar nas partidas.

Hortência disse ainda que quer uma equipe com postura de campeã, não importa o resultado final. O que interessa é fazer tudo que for possível para jogar o que sabe.

— A pior derrota é aquela em que achamos que seria possível ganhar se tivéssemos acertado a pontaria ou se fizéssemos uma marcação diferente. Ou seja, perder quando tínhamos potencial para sair com a vitória é inconcebível. Eu nunca permiti isso como jogadora e não vou permitir como dirigente. Aceito sim, o time adversário ganhar porque foi superior, o que é bem diferente. Por isso, quero que esse grupo trabalhe sempre com postura vencedora, desejando sempre o lugar mais alto do pódio.

Hortência terminou contando que, quase tudo que sabe e agora divide com a seleção sub-19, aprendeu com o técnico Waldyr Pagan, que estará presente nos treinamentos para ajudar com seu indiscutível conhecimento e incrível capacidade de motivar atletas. Waldyr Pagan agradeceu os elogios e deu conselhos importantes para a equipe.

— É um prazer enorme estar aqui. Eu trabalhei 40 anos com basquete feminino e aceitei o convite da Hortência porque gosto do que faço. E meu objetivo é ajudar para que vocês cheguem mais rapidamente ao êxito. Basquete é um jogo coletivo e cada atleta tem o seu valor no grupo. Para alcançar seus objetivos vocês têm que, acima de tudo, querer e acreditar. Fora isso, é só treinar, treinar, treinar e treinar. Não tenham vergonha nem de serem boas atletas, nem de pedir ajuda quando for preciso. Vocês já deram um importante passo, que é chegar à seleção, agora só depende de cada uma construir uma história de sucesso.

As atletas e comissão técnica ouviram com atenção as palavras de Hortência e Waldyr. A pivô Cristiane Lima ficou emocionada em conhecer um pouco mais sobre a trajetória de pessoas tão importantes para o basquete feminino.

— Eles falaram coisas muito importantes e vamos aprender muito. A principal lição é que sem esforço, não vamos a lugar nenhum. Acredito que o grupo inteiro prestou atenção e vai se dedicar de corpo e alma para fazer bonito no Mundial. A equipe está unida e as expectativas são ótimas. De resto é fazer o que todos nos aconselham: treinar bastante — concluiu a pivô.

terça-feira, 10 de março de 2009

Entrevista - Cristiane Simões


Responsável pela diversão pós-treino na seleção brasileira Sub-19, Cristiane Simões de Lima deixa as piadas do lado de fora da quadra. No garrafão, a pivô só quer saber de impedir o adversário de pontuar e brigar pelos rebotes. Kika, como é carinhosamente chamada por todos, já defendeu o Brasil em três Campeonatos Sul-Americanos, dois na categoria Sub-15, da qual foi campeã em 2006, e um Sub-17. Em 2008, foi a reboteira da seleção, patrocinada pela Eletrobrás, e a terceira no geral na Copa América – Pré-Mundial da Argentina. A jogadora foi uma peça importante na conquista da vaga para o Mundial Sub-19 da Tailândia, que acontece em junho deste ano. Em quatro competições oficiais, Kika soma 211 pontos em 21 jogos com a camisa verde e amarela. A pivô não quer parar por aí e avisa que os adversários do Brasil no Mundial terão bastante trabalho para passar por cima dos seus 1,95m de altura.

Por que escolheu o basquete?

Na verdade o basquete me escolheu. Eu estava na casa do meu tio e veio um amigo da família e se interessou pela minha altura. Então ele deu meu telefone para o técnico Vinicius, do Colégio Magnum, onde tinha basquete feminino. A técnica Carla entrou em contato e insistiu bastante para eu ir fazer o teste. Fui, gostei e não parei mais. Nem penso na possibilidade de ficar longe do basquete.

Você deixou sua família em Belo Horizonte para morar em Jundiaí e se dedicar à carreira esportiva. Como é a vida longe de casa?

Não tive muita escolha. Em Minas Gerais, o basquete feminino não é tão competitivo como em São Paulo. Fui convocada para a seleção brasileira e logo depois o técnico Luis Cláudio Tarallo me deu mais essa oportunidade, me convidando para jogar em Jundiaí. Cheguei no início de 2007 e já estou muito bem adaptada. Cresci bastante como jogadora e como pessoa.

Qual foi a reação dos seus pais?

Meus pais sempre me incentivaram muito. Eles viram mais como uma grande oportunidade para eu crescer no esporte. Ficar longe de casa era apenas um detalhe. Um detalhe importante, mas não o principal. Senti muito os primeiros meses, mas agora já acostumei. As companheiras na república viraram minha família. Além disso, meus pais vêm passar o fim de semana comigo às vezes. Outras, eu vou para casa. E assim eu vou matando as saudades.

Como é a república que você mora?

É bem tranqüilo. A tia Rosinha toma conta da gente, faz com que tudo fique organizado. Temos horário para tudo. Para almoçar, jantar. Se sair, temos que voltar até a hora determinada. Não é como a casa da gente, não temos a mesma liberdade, mas chega bem perto. Moro com mais 13 meninas, que já viraram minha família.

Você treina com o Tarallo no clube e na seleção. Como é convívio com ele?

Não tem muita diferença do Tarallo do clube para a seleção. Ele é exigente da mesma maneira. Talvez a cobrança seja um pouco maior, já que na seleção nós defendemos o país inteiro, não só a cidade. Eu gosto de trabalhar com ele e facilita bastante tê-lo como técnico na equipe brasileira. Como eu o conheço bem, já sei o que ele quer que eu faça durante os treinos e jogos.


O que acha do clima na seleção brasileira?

É sempre muito bom ficar com a seleção brasileira. Já conheço a maioria do grupo, tem uma ou outra que chegou agora. Temos bastante afinidade dentro e fora da quadra. O clima é sempre o melhor possível, já que todas nós queremos a mesma coisa, que é representar bem o Brasil lá fora.

O que achou da Copa América – Pré-Mundial da Argentina em 2008?

Foi uma experiência única para mim. Enfrentar os Estados Unidos e o Canadá foi muito bom para o desenvolvimento do meu jogo. Fiquei feliz demais com a oportunidade de defender o Brasil na Copa América e mais ainda quando conseguimos a vaga para o Mundial.

Além da vaga e da medalha de bronze, a Copa América teve um gostinho especial. Como foi ganhar da Argentina na casa delas?


Mesmo com a derrota para os Estados Unidos e Canadá, foi uma competição muito boa. Sabíamos que seria um torneio difícil. Aprendemos bastante e, além disso, derrotamos as argentinas. Pela rivalidade histórica que as duas seleções têm, vencê-las na casa delas foi uma sensação incrível. Todo o grupo queria ganhar e demonstrava essa vontade em quadra. Fizemos um ótimo jogo e conseguimos a vitória por dois pontos de diferença.

Você foi a reboteira do Brasil e a terceira no geral, além de líder nos bloqueios da competição e da seleção brasileira. O que achou do seu desempenho?

O Tarallo dá uma condição muito boa para se soltar em quadra. Ele confiou no meu potencial e comecei jogando. Fico feliz em ter correspondido. Sabíamos das dificuldades, mas era só colocar em prática o que tínhamos treinado. Trabalhamos em equipe, uma ajudando a outra sempre. Eu estava confiante em mim e no grupo. Sabia que poderíamos fazer uma boa competição e garantir nossa vaga.

Qual é a pior parte das viagens?

Definitivamente a alimentação. A gente se alimenta muito bem no Brasil e, quando vamos para o exterior, sentimos muito a diferença. Estamos mal acostumadas a comer bem. Na Argentina era macarrão no almoço, na janta e, se bobeasse, teria no café da manhã também. Uma boa alimentação é uma das coisas mais importantes na vida de um atleta e a diferença da nossa comida para os outros países é muito grande.

Como você vê a sua evolução física e técnica durante esses anos de basquete?

Quando comecei a jogar, não tinha muita estrutura. Eu treinava apenas duas vezes por semana e, quando chegava em casa, era comer e comer. Sempre fui grande e forte e naquela época não tinha tipo físico de atleta. Quando o Tarallo me deu a oportunidade de ir par Jundiaí, eu estava pesando 130 quilos. Fiz um trabalho especial com o preparador físico do time, o Paulo Martignago. Eu chegava antes do treino para correr. Treinava junto com a equipe e ficava mais um tempo depois correndo mais ainda. O Paulo me ajudou muito a conseguir um bom físico. Emagreci e ganhei musculatura, o que eu não tinha quando jogava em Minas. Agora, tento manter minha forma física a qualquer preço. Tenho a oportunidade de defender uma equipe tradicional no basquete brasileiro e vestir a camisa do Brasil. Não posso deixar que uns quilinhos tirem a minha chance de crescer no esporte.

O que significa para você representar o Brasil?

A melhor coisa que existe é vestir a camisa brasileira. Não tem sensação igual a essa. Seja nos treinos, em jogos, ser convocada para representar seu país não tem orgulho maior. Afinal, o grupo que está aqui são as melhores do Brasil na categoria. Isso é um reconhecimento de todo esforço e dedicação que temos nos clubes e nas competições que já disputamos pela seleção.

Quais seus pontos fortes e o que precisa melhorar?

Eu jogo bem no garrafão, embaixo da cesta. Pego bastante rebote também. Acho que todo mundo tem sempre alguma coisa para melhorar. Nunca estamos no auge. E eu não sou diferente. Procuro sempre me superar. Sigo a orientação dos técnicos, buscando me aperfeiçoar cada vez mais.


E a expectativa de ir para o Mundial?

É sempre muito gratificante ser convocada para a seleção. Pretendo dar mais do que cem por cento para ficar entre as doze que vão para a Tailândia defender o Brasil no Mundial. Seria o ápice da minha carreira neste momento, já que é a principal competição da minha categoria.

Por quais as dificuldades passam uma adolescente com 1,95m de altura?

Eu sempre fui alta e na escola sofria para sentar na carteira. As minhas pernas não davam direito, eu ficava muito desconfortável. Às vezes a cama é um problema. Durmo com os pés para fora.

Qual o melhor momento do jogo?

Aquele em que o time inteiro está querendo ganhar o jogo. Mesmo com as coisas não dando certo, o grupo continua lutando, se esforçando para se superar. E acaba que no final, a nossa força de vontade faz com que tudo dê certo.

O que gosta de fazer quando está longe do basquete?

Nos raros momentos que não estou treinando, jogando ou pensando em basquete, gosto de assistir filmes, principalmente de terror. Adoro filmes que tenham assassinos em série. Um dos meus favoritos é a sequência de Jogos Mortais. Também curto muito ficar com a minha família, descansar. Às vezes gosto de sair, ir ao shopping fazer compras, tomar sorvete, comer chocolate.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Tarallo convoca a Sub-19

Photobucket






O técnico Luiz Cláudio Tarallo convocou nesta quinta-feira a seleção brasileira Sub-19 feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, para a primeira fase de preparação para o 8º Campeonato Mundial da categoria, que será disputado em Bangkok, capital da Tailândia, de 23 de julho a 2 de agosto. A apresentação das 17 atletas está marcada para o dia 8 de março (domingo), no São Carlos Eventos, em Jundiaí (SP), e os treinamentos irão até o dia 20, no ginásio de Esportes Romão de Souza.

O técnico Luiz Cláudio Tarallo explica que, nessa primeira fase, irá observar como estão as atletas e incorporar os novos nomes no grupo.

— Chamamos as doze jogadoras que disputaram a Copa América – Pré-Mundial do ano passado, mais três meninas que já foram convocadas anteriormente e duas estreantes, a Nayara e a Daniela. Vamos avaliar as condições de cada uma, dar sequência à filosofia de jogo e trabalhar a parte física, aprimorando o condicionamento individual e dando orientações às atletas de como proceder em seus clubes — disse Tarallo, que acompanha essa geração desde a conquista do Sul-Americano Sub-16 do Equador, em 2006.

Tarallo enfatiza que tem uma base forte e agora é tempo de trabalhar a parte técnica de forma específica para o Mundial, fazendo um jogo mais agressivo, para encarar os adversários de diferentes escolas do basquete.



— Temos uma equipe bem fundamentada. A conquista da medalha de bronze e a vaga para o Mundial na Copa América do ano passado foi uma experiência muito enriquecedora. Mas Mundial é diferente. Temos a nosso estilo de jogar, mas precisamos também ser versáteis para enfrentar os adversários, que de outras escolas do basquete. Precisamos saber enfrentar equipes asiáticas, européias, americanas para avançar na competição — afirma o treinador.



AS CONVOCADAS

NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – NATURALIDADE

Cristiane Simões de Lima – Pivô – 18 anos – 1,95m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – Minas Gerais

Nayara Araújo – Pivô – 18 anos – 1,93m – Mangueira (RJ) – Minas Gerais

Fabiana Caetano de Souza – Pivô – 18 anos – 1,92m – Unimed/Americana (SP) – São Paulo

Monica Nascimento – Pivô – 18 anos – 1,89m – Finasa/Osasco (SP) – São Paulo

Damires do Amaral – Pivô – 16 anos – 1,88m – Janeth Arcain (SP) – São Paulo

Leidilânia Ferreira – Pivô – 18 anos – 1,87m – Finasa/Osasco (SP) – Goiás

Daniela Oliveira – Ala – 19 anos – 1,83m – Finasa/Osasco (SP) – São Paulo

Bruna Siqueira – Pivô – 19 anos – 1,82m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – Rio Grande do Sul

Leila Zabani – Ala – 18 anos – 1,80m – Unimed/Americana (SP) – São Paulo

Tatiane Nascimento – Ala – 18 anos – 1,78m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – São Paulo

Joseane Bazilio – Ala – 18 anos – 1,77m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – Rio de Janeiro

Luana de Souza – Ala – 17anos – 1,76m – Santa Maria/São Caetano (SP) – São Paulo

Tássia Carcavali – Armadora – 17 anos – 1,75m – Unimed/Americana (SP) – São Paulo

Patrícia Ribeiro – Ala – 18anos – 1,75m – Santa Maria/São Caetano (SP) – São Paulo

Tainá da Paixão – Armadora – 18 anos – 1,70m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – São Paulo

Amanda Lázaro – Ala – 18 anos – 1,70m – Santa Maria/São Caetano (SP) – São Paulo

Débora da Costa – Armadora – 18 anos – 1,65m – Unimed/Americana (SP) – São Paulo

Média de idade: 17,8 anos

Média de altura: 1,81m

COMISSÃO TÉCNICA

Supervisor: Antonio Carlos Barbosa

Administrador: José Alberto Valle Pereira

Técnico: Luiz Cláudio Cicchetto Tarallo

Assistentes Técnicos: Maria do Carmo Mardegan Ferreira e Júlio César Patrício

Preparador Físico: Clóvis Hadadd

Médico: Dr. José Carlos Cordeiro Júnior

Fisioterapeuta : Cinthia Violante



PROGRAMAÇÃO

8 de março – Apresentação no São Carlos Eventos (12h) e treino no ginásio Romão de Souza (18h às 20h)

9 a 20 de março – Treinos no ginásio Romão de Souza (10h/12h e 18h/20h)

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Divino/COC/Jundiaí comemora título paulista juvenil


Grande feito foi a conquista, neste dia 28/10/08, do troféu máximo de basquetebol feminino, na categoria juvenil, pela nossa briosa equipe! Depois de várias finais nos anos passados, chegou a vez do Divino/Coc/Jundiaí sagrar-se campeão com duas vitórias inquestionáveis sobre Americana: 80 x 52 e 76 x 65.

Parabéns às nossas atletas! O Colégio Divino Salvador e toda a cidade de Jundiaí que acompanha o basquete no dia de hoje muito se alegra com este triunfo. Valeu a pena.

Eis as atletas: Micheli, Mariana M., Laylla, Camila, Paula, Tatiane, Kika, Carol, Tainá, Mariana L., Daiane, Isadora, Juliana. Técnicos: Tarallo, Jair, Lúcia. Supervisor: Nestor. E mais: Gonçalo, Paulinho, Napoleão, Marisa e Pe. Divo, como Diretor.




No site da FPB, está disponível a pontuação apenas do primeiro jogo da final (Jundiaí 80-52 Americana):


Jundiaí - Cristiane (19), Michele (18), Tatiane (13), Laylla (11), Tainá (10), Mariana (5) e Camila (4).


Americana - Ana Paula (20), Amanda (12), Fabiana Caetano (10), Leila Zabani (7), Débora (2) e Aline (1).

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Ressaca Olímpica: AS PIVÔS


Confira as mais votadas para o garrafão:


Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket


Danila Fabbri (50%) - 20 anos, 2,02m. A estatura elevada é o grande trunfo da pivô e o motivo pelo qual sempre esteve cercada de expectativas. Expectativas essas que parecem ainda mantidas. Danila esteve no Mundial Juvenil (2007), somando 10 pontos em 4 jogos. Depois dos anos em Osasco, a pivô tem se alternado em times (Catanduva, Americana, Ourinhos) buscando sua afirmação; uma trajetória que tem se mostrado penosa para ela e suas colegas no atual momento do basquete brasileiro. Teve 1,4 ponto em 3 minutos de média por jogo do Paulista.

Flávia Luiza (19%)- 26 anos, 1,87m. A ala-pivô bastante versátil, foi a cestinha da seleção que ficou com a prata no Mundial Sub-21 (2003), com 13,1 ppj. A evolução foi brecada pelo mau gerenciamento da carreira, com passagens por equipes fraquíssimas em Espanha, Itália e Letônia. A situação se agravou no ano passado, com uma contusão séria. Agora, a jogadora parece disposta a correr atrás do prejuízo. A excelente temporada em São Bernardo (15,3 pontos e 8 rebotes por jogo) foi um bom recomeço.

Nádia Colhado (19%) - 19 anos, 1,94m. A esguia pivô foi a segunda cestinha da seleção no Mundial Juvenil (07), com 9,8 ppj. Talhada em Jundiaí, a menina acertou um contrato precoce com uma boa equipe espanhola. Mas a pivô apenas treinava com a equipe principal (ao lado da ótima Muriel Page), mas jogava apenas numa fraquíssima liga universitária. Encerrada a temporada, voltou ao Brasil e jogou parte do Paulista por São Caetano (7,9 ppj). Disputa atualmente o juvenil pela mesma equipe (16 pontos por jogo) e deve seguir no clube, para a disputa do Nacional.

Karina Jacob (12%) - 23 anos, 1,88m. A ala-pivô vive excelente momento, após períodos tumultuados. Ficou afastada do basquete devido a um desentendimento em São Bernardo do Campo, e depois esteve na problemática equipe de Marília. A coisa parecia prestes a degringolar com a passagem pela fraca liga da Letônia. O retorno ao Brasil, em Catanduva, significou a recuperação de Karina. Teve atuações consistentes no Sul-Americano, com a seleção e em Americana, no Paulista (13,5 pontos e 7 rebotes por jogo).

Cristiane Simões (11%) - 17 anos, 1,93m. A mineira, que defende Jundiaí no Juvenil (8 pontos por jogo) chamou atenção na Copa América Juvenil, ao resgistrar médias de 10 pontos por jogo.

Clarissa (11%) - 20 anos, 1,82.
Talentosa, a ala-pivô sempre se destaca nas disputas do Nacional, onde acumula números impressionantes em pontos e rebotes no modesto time do Fluminense (RJ). No entanto, os anos vêm passando e a jogadora parece acomodada com esse aparente "sucesso". Faltam, porém, maiores desafios ao currículo da moça, assim como melhor forma física.