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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Argentina já pensa no Pré Olímpico Mundial

A seleção argentina se reunirá entre 24 e 26 de fevereiro para a primeira fase de treinamentos, visando o Sul Americano e o Pré Olímpico Mundial, a ser disputado na Turquia.

Nesta primeira fase, as jogadoras que atuam na Europa não foram chamadas.

As convocadas são: Sandra Pavon, Nadia Flores, Melisa Gretter, Marina Cava, Macarena Rosset, Rocio Diaz, Natasha Perez, Natasha Spiatta, Melisa Pavicich, Diana Cabrera, Andrea Boquete, Ornella Santana, Brenda Schmidt, Melani Soriani, Agostina Burani, Johana Puchetti and Salva Agustina Carjuzac.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Argentina tem poucas mudanças para o Pan-Americano

arg Depois de perder para o Brasil a decisão do Pré-Olímpico de Neiva, a seleção argetina voltou a se concentrar na próxima quarta-feira (12) para os treinos para o Pan-Americano.

Para a competição em Guadalajara, estarão ausentes a capitã Carolina Sanchéz (pivô, cestinha da equipe com 14,2 pontos por jogo e já defendendo seu clube na II Divisão Espanhola) a as alas Débora González (segunda cestinha, com 8,5 ppj) e Stefany Thomas (quarta maior pontuadora, com 6,2 ppj).

Para definir as substitutas, o técnico Roberto Santín chamou mais seis jovens atletas: Nadia Flores, Rocío Rojas, Rocío Díaz, Natacha Pérez, Brenda Schmidt e Natacha Spiatta.

No site da Confederação Argentina, já se anuncia que o país vai tentar sediar o Pré-Olímpico Mundial no próximo ano.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Argentina também define as atletas que irão para a Colômbia

O técnico argentino Roberto Santín definiu as atletas que irão o Pré-Olímpico da Colômbia. Chama a atenção o número elevado de jogadoras com menos de 21 anos (6 no total: Débora Gonzalez, Melisa Gretter, Agostina Burani, Melisa Pavicich, Diana Cabrera e Ornella Santana), o que mostra que a intenção dos argentinos é dar espaço para jogadoras que foram bem nas categorias de base e que conquistaram bons resultados internacionais (4 jogadoras foram bronze no Mundial Sub 19 de 2009).

as 12 jogadoras que irão para Neiva são:

Armadoras
Sandra Pavón - Vélez Sarfield - 1,75
Débora González - Lanús - 1,65
Melisa Gretter - Unión Florida - 1,67

Alas
Marina Cava - Vélez Sarfield - 1,68
Paula Reggiardo - Ibiza (ESP)- 1,78
Stefany Thomas - NCAA (EUA) - 1,80

Pivôs
Carolina Sánchez - Velez- 1,85
Agostina Burani - Lanús - 1,87
Melisa Pavicich - Lanús - 1,82
Melani Soriani - Lanús - 1,80
Diana Cabrera - Unión Florida - 1,87
Ornella Santana - Vélez Sarfield - 1,84


Fonte: Las Gigantes

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

CBB considerou contratar argentino Eduardo Pinto para substituir Carlos Colinas

DSC02185 Vi uma matéria bem interessante hoje no blog argentino Opicultura Deportiva.

No texto, Florencia Salatino entrevista o ex-técnico da seleção feminina local Eduardo Pinto.

O treinador foi dispensado no ano passado após vinte intensos anos e com salários atrasados.

A Confederação Argentina acenou com o porto-riquenho Flor Meléndez, que disse adeus ao receber um convite para treinar a seleção masculina de seu país.

O substituto Gregorio Martínez também renunciou rapidamente.

A tarefa sobrou para Roberto Santín, que comandou a seleção sub-19 no Mundial do Chile.

Analisando essas reviravoltas, Eduardo Pinto, que está de volta ao basquete masculino, revela ter participado de uma reunião com o presidente da CBB no final de 2010 sobre “um projeto de dedicação integral” e diz que “o tema segue em aberto, sem definição”.

Confira a matéria na íntegra: Seleccion Femenina y Pinto – Lo que no te mata…

quarta-feira, 9 de março de 2011

Recusas de jogadoras marcam o início do trabalho de Flor na Argentina

Na última semana, o novo técnico da seleção argentina Flor Meléndez foi apresentado oficialmente em meio a uma pré-seleção de jogadoras adultas e sub-19.

Algumas jogadoras adultas pareceram não compartilhar do mesmo entusiasmo do novo treinador e recusaram o chamado.

Por “motivos pessoais”, Melisa Cejas, Mariana Margaria e Marcela Paoletta pediram dispensa. A última já anunciou que deixa a seleção após quinze anos de história. Gimena Landra também não apareceu. A dupla Florencia Fernández (aquela que Americana resolveu contratar, mas pouco usou) e Paula Gatti também não deu as caras, mas alegou viagem de férias.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Argentina ainda não definiu o substituto para Eduardo Pinto

Se tentarmos escolher um rosto para o basquete feminino argentino nas últimas décadas, é provável que nehuma jogadora ocupe a vaga.

Nenhuma delas individualmente é tão marcante. Nem Andrea Gale. Nem Gisela Vega. Nem Florencia Fernandez. Nem Carolina Sanchez. Nem Marcela Paoletta. Nenhuma.

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O rosto do basquete feminino argentino é sim o de Eduardo Lucio Pinto, o treinador de 51 anos que comanda a seleção principal há 20 anos, além de acumular as seleções sub-18 e sub-19 com igual energia.

Os vinte anos de comando de Eduardo foram tão intensos quanto o próprio, apesar de poucas conquistas objetivas. Talvez o bronze no Mundial Sub-19 (2009) tenha sido seu maior feito.

Pois o presidente da Confederação Argentina se reuniu com o treinador após a campanha no último Mundial, em que o time acabou na décima quarta posição. Uma discussão acalorada selou o fim da parceria, em meio ao esperado desgaste e a salários atrasados.

De lá pra cá, a Argentina vive uma situação de indefinição angustiante sobre o substituto, num enredo que nos soa algo familiar.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Uma pergunta e a resposta

ARG FIBA.COM - Há algum time que você gostaria particularmente de enfrentar aqui no Mundial?

Mariana Cava, armadora argentina – Sem dúvida, o clássico contra o Brasil. Nos conhecemos muito bem. Perdemos delas no ano passado na Copa América. Eu pessoalmente quero jogar com o Brasil, porque quero ganhar delas pelo menos uma vez.”

Fonte: Fiba.Com

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Brasil vence Argetina (77-71) em amistoso na França

OgAAAObP2EYs-LqOewd5HQkvD2NWi87O8FqTfZlxPtE7GR-1EQ6zs977EJOU6VqtaN5_8DptnFTU2xc26jpHK8IVznoAm1T1UOUsv3XS4FzBuMk17sr_MIPsZmQy A seleção brasileira adulta feminina, patrocinada pela Eletrobras, ganhou da Argentina por 77 a 71 (35 a 34 no primeiro tempo), na abertura do Torneio Internacional de Picardie, na França. A partida foi realizada no Le Coliseum, na cidade de Amiens. As cestinhas foram a argentina Marina Cava e a brasileira Karen Gustavo, com 20 e 16 pontos, respectivamente. Também foram destaques da equipe Franciele, com 14 pontos, além de Silvia e Damiris, com 13 pontos cada. O Brasil volta à quadra nesta sexta-feira (dia 17), contra as japonesas, às 13 horas (18h local), no Elispace, em Beauvais.
 
— Tivemos altos e baixos na partida. Chegamos a abrir 14 pontos e deixamos a Argentina encostar. Essa irregularidade às vezes é um pouco por falta de confiança, a jogadora erra uma bola e acaba errando as seguintes. O Japão é uma equipe peculiar, que incomoda. É um estilo de jogo diferente do que enfrentamos até agora. Será um bom teste, pois teremos um adversário parecido, que é a Coréia — disse o técnico do Brasil, Carlos Colinas.
 
— BRASIL (17 + 18 + 18 + 24 = 77)
Adrianinha Pinto (5pts), Karen Gustavo (16), Fernanda Beling (0), Franciele Nascimento (14 e 6 rebotes) e Alessandra Oliveira (4 e 8 rebotes). Entraram: Sílvia Gustavo (13), Tássia Carcavalli (0), Helen Luz (9), Palmira Marçal (2), Damiris Amaral (13 e 5 rebotes) e Micaela Jacintho (1).Técnico: Carlos Colinas.
 
— ARGENTINA (11 + 23 + 13 + 24 = 71)
Marina Cava (20pts), Sandra Pavón (10), Paula Reggiardo (8), Carolina Sánchez (6) e Florencia Fernández (14). Entraram: Marcela Paoletta (5), Melisa Cejas (2), Alejandra Chesta (0), Débora González (2), Noelia Mendoza (4) e Agostina Burani (0) Técnico:Eduardo Pinto.
 
O Brasil embarca para a República Tcheca nesta segunda-feira (dia 20), às 13h15 de Brasília (18h15 local) no voo da Air France AF 2482 com chegada prevista em Praga às 14h50 (19h50 local). No Campeonato Mundial, a seleção brasileira estreia contra a Coréia no dia 23, às 10h15 (15h15 local), na Arena Vodova, na cidade de Brno.
 
TORNEIO INTERNACIONAL DE PICARDIE

— 1ª rodada – quinta-feira (dia 16) – Le Coliseum (Amiens)
Brasil 77 x 71 Argentina e França 62 x 56 Japão (15h30)
 
— 2ª rodada – sexta-feira (dia 17) – Elispace (Beauvais)
Japão x Brasil (13h) e França x Argentina (15h30)
 
— 3ª rodada – sábado (dia 18) – Elispace (Beauvais)
França x Brasil (10h) e Japão x Argentina (12h30)

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Brasil reencontra Argentina amanhã no Torneio Internacional de Picardie

20100915_476174_Sil_gde Brasil e Argentina fazem o jogo de abertura do Torneio Internacional de Picardie. O confronto sul-americano será realizado nesta quinta-feira (dia 16), às 13 horas de Brasília (18h local), no Le Coliseum, na cidade francesa de Amiens. Brasileiras e argentinas já se enfrentaram este ano, com vitória verde-amarela por 94 a 68 na final do Sul-Americano do Chile, no início de agosto.
 
— Pelo que vimos no Sul-Americano, a Carolina Sanchez continua sendo a principal jogadora da Argentina. Mas não podemos nos esquecer das laterais, que também são perigosas. Elas cortam muito rápido para a cesta. A marcação delas é muito forte em cima das jogadoras que atuam nas posições um e dois. Temos que fazer uma defesa forte, principalmente na Carolina, e usar as laterais para levar a bola em alguns momentos — comentou Sílvia Gustavo.
 
Na sexta-feira (17), a seleção brasileira adulta feminina, patrocinada pela Eletrobras, joga contra o Japão às 13 horas (18h local) e, no sábado (18), enfrenta a França às 10h (15h local). As duas partidas serão no Elispace, em Beauvais.
 
— BRASIL
4- Adrianinha Pinto, 5- Helen Luz, 6- Karen Gustavo, 7- Micaela Jacintho, 8- Tássia Carcavalli, 9- Sílvia Gustavo, 10- Damiris Amaral, 11- Fernanda Beling, 12- Palmira Marçal, 13- Alessandra Oliveira, 14- Franciele Nascimento e 15- Kelly Santos. Técnico:Carlos Colinas.
 
— ARGENTINA
4. Débora González, 5. Agostina Burani, 6. Paula Reggiardo, 7. Alejandra Chesta, 8. Noelia Mendoza, 9. Marina Cava, 10. Paula Gatti, 11. Marcela Paoletta, 12. Sandra Pavón, 13. Melisa Cejas, 14. Carolina Sánchez e 15. Florencia Fernández. Técnico:Eduardo Pinto.
 
O Brasil embarca para a República Tcheca nesta segunda-feira (dia 20), às 13h15 de Brasília (18h15 local) no voo da Air France AF 2482 com chegada prevista em Praga às 14h50 (19h50 local). No Campeonato Mundial, a seleção brasileira estreia contra a Coréia no dia 23, às 10h15 (15h15 local), na Arena Vodova, na cidade de Brno.
 
TORNEIO INTERNACIONAL DE PICARDIE

— 1ª rodada – quinta-feira (dia 16) – Le Coliseum (Amiens)
Brasil x Argentina (13h) e França x Japão (15h30)
 
— 2ª rodada – sexta-feira (dia 17) – Elispace (Beauvais)
Japão x Brasil (13h) e França x Argentina (15h30)
 
— 3ª rodada – sábado (dia 18) – Elispace (Beauvais)
França x Brasil (10h) e Japão x Argentina (12h30)

sábado, 11 de setembro de 2010

Argentina faz apenas uma alteração e define time para o Mundial

O técnico Eduardo Pinto manteve praticamente o mesmo time que perdeu a decisão do Sul-Americano para o Brasil, para a disputa do Mundial.

Seguem Marcela Paoletta, Marina Cava, Debora Gonzalez, Sandra Pavon, Paula Reggiardo, Paula Gatti, Noelia Mendoza, Alejandra Chesta, Carolina Sanchez, Melisa Cejas e Florencia Fernandez.

A única mudança foi o corte de Andrea Boquette, que deu lugar a Agostina Burani. O critério, segundo Pinto, foi estatura.

domingo, 4 de julho de 2010

A Frase

“Estamos cansadas de ficar com o segundo lugar.”

A ala-pivô argentina Carolina Sánchez dá o tom para a disputa do Sul-Americano desse ano. O time espera contar com um acordo de paz que garanta o retorno da pivô Gisela Vega.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

O exemplo que vem da Argentina

ARG Na vizinha Argentina, a seleção adulta inicia seus treinos de preparação para o Sul-Americano e para o Mundial da República Tcheca.

Entre jogadoras mais velhas, o técnico Eduardo Pinto trouxe uma das atletas comandadas por ele na conquista do bronze no Mundial Sub-19.

Trata-se de Ornella Santana, 19 anos, que teve sua melhor atuação naquele torneio justamente contra o Brasil.

Na indigesta derrota por 70-46, a argentina marcou 15 pontos e pegou 8 rebotes.

É claro que Ornella não está garantida no grupo, mas faz parte da evolução de uma promessa ter a chance ao menos de treinar entre as veteranas favoritas.

Será que por aqui acontecerá algo semelhante? Ou nomes como Tássia, Damiris, Fabiana & Cia podem tiram o cavalinho da chuva?

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Por mais eficiência no trabalho de base

Cleverson Guedes

A vitória contra a Argentina, que garantiu ao Brasil a medalha de ouro de forma invicta no Campeonato Sul-Americano Sub-17 feminino, quebrou também um jejum de muitas derrotas frente à seleção vizinha.

Fazendo um retrospecto desde 2001, vamos verificar que o trabalho de base na Argentina tem se consolidado, ao passo que o nosso tem decaído significativamente.

No Sul-Americano Cadete de 2001, comandado pelo técnico Antônio Carlos Barbosa, o Brasil já encontrou muitas dificuldades para vencer as nossas hermanas na final por apenas 1 ponto de diferença: 75x74.

Na Copa América Sub 21, realizada em 2002, a geração de Silvia Gustavo, Graziane Coelho e Fernanda Beling se mostrou mais preparada e soube vencer facilmente as rivais sul-americanas na semifinal do torneio: 75x55. Novamente, Barbosa era o responsável.

No Sul-Americano Juvenil de 2004, a geração de Monah Pegorari, Franciele Nascimento, Jaqueline Silvestre e Izabela Morais também encontrou dificuldades para vencer nossas vizinhas sul-americanas: 75x67, mas ficou com o título. Na ocasião, o técnico era Borracha.

No Sul-Americano Cadete de 2004, sob o comando de Macau, a equipe que tinha nomes como: Danila Fabbri (2.02m) e Michelle Splitter (1.96m) foi responsável pela primeira derrota para as rivais sul americanas na década: 55x44.

Na Copa América Juvenil, em 2004, o Brasil não encontrou a Argentina, mas teve campanha ruim, sob o comando do técnico Borracha e contando com Izabela, Franciele e Joice como seus principais destaques. A quarta colocação tirou o Brasil do Mundial da categoria.

Foi aí que começou-se a perceber que algo estava errado em nosso basquete, ao mesmo tempo que a seleção adulta apresentava um basquete sem harmonia e conjunto nos Jogos Olímpicos de Atenas, terminando na quarta colocação.

No Sul-Americano Cadete do ano seguinte, não encontramos nossas adversárias, pois elas foram surpreendentemente derrotadas na semifinal pelo Paraguai, a quem vencemos na final por míseros quatro pontos: 61x57. Na equipe, nomes como o de Nádia Colhado, Tatiana Balbino e Priscila Cergol, então treinadas por Tarallo.

O fantasma argentino, porém não havia desaparecido e a prova foi uma nova derrota para nossas vizinhas e digamos de passagem, uma lavada: 55x38, na final do Sul-Americano Sub-17. Na equipe, estavam presente Ângela Braghin, Bruna Vallério, Danila e Nádia Colhado. O técnico foi Antônio Carlos Barbosa.

No ano de 2006, tivemos a Copa América Juvenil, onde jogaram Nádia Colhado, Danila e Djane Santos e o Brasil encontrou a Argentina na semifinal do torneio e foi derrotado por 73x69. O técnico era Tarallo.

No mesmo ano, a geração das gigantes Cristiane Simões de Lima (1,93), Thais de Souza Pinto (1,95m) e Fabiana Caetano de Souza, conquistou invicto o Sul-Americano Cadete, porém o grande adversário sul-americano não estava presente no torneio, mas mesmo assim, o Brasil encontrou dificuldades para vencer as equatorianas (bronze no torneio) por apenas 3 pontos: 69x66. Tarallo também era o responsável nessa competição.

O ano de 2007 mostrou-se pavoroso, com a hegemonia no continente saindo de vez de nossas mãos. No Sul-Americano sub-17, sob o comando de Macau, Cris Simões, Fabiana Caetano e Leidilânia Ferreira mostraram um basquete inferior ao esperado e a seleção terminou apenas na terceira colocação: derrota para a Argentina por 68x54, outra derrota surpreendente para as venezuelanas, 72x65, e uma vitória apertada para o Equador por apenas dois pontos: 57x55.


No Sul-Americano cadete, Cris Simões, Leidilânia, Fabiana Caetano e Leila Zabani não conseguiram levar o país ao lugar mais alto do pódio com uma derrota frente às argentinas por 62x57. O treinador foi César Guidetti.

Ano passado, as pivôs Thamara Silva de Freitas e Martha Silva Imoniana fizeram parte do grupo do técnico César Guidetti que foi ao Sul-Americano sub-15 no Paraguai e terminaram com o vice-campeonato, ao perderem para as argentinas duas vezes na competição: 66x54 na fase de classificação e 54x41 na final.

Na Copa Americana Sub-18 do mesmo ano, o Brasil, que tinha no elenco Cris Simões, Mônica Nascimento, Tássia Carcavalli e Tatiana Pacheco, conseguiu superar as hermanas 70x68, sob o comando de Tarallo.

Esse ano os resultados foram desastrosos! No mundial sub 19, com o técnico Tarallo; Cris Simões, Leidilânia, Leila Zabani e companhia tiveram uma derrota vergonhosa diante da Argentina na segunda fase da competição: 70x46! É para esquecer mesmo!

Na copa América sub-16, novamente sob o comando de César Guidetti, Thamara Freitas, Martha Imoniana e Alana Schossler Arias não conseguiram classificar o Brasil para o Mundial sub-17 ao serem derrotadas pelas argentinas na disputa do bronze por 64x47.

A seleção sub 17 foi quem salvou o ano, por enquanto, com a vitória diante de nossas hermanas e esperamos que a seleção sub 15 repita a façanha no campeonato Sul-Americano, que se inicia no fim desse mês. Porém, independente do resultado, o saldo brasileiro desde 2001 diante das argentinas é péssimo: 5 x 9! Precisamos urgentemente rever nosso trabalho de base, pois não podemos deixar que o basquete feminino caia na mesma situação que o masculino que não já disputa três edições de Jogos Olímpicos.

Voltando a falar da seleção sub 17, algo me preocupa: o porte físico de nossas atletas. Com a média de altura de apenas 1,77m, essa equipe encontará dificuldades já na Copa América Sub-18 no ano que vem, onde encontrará seleções de grande porte físico como Cuba, Canadá e os Estados Unidos.

Na minha concepção, os grandes destaques da equipe são a pivô Damiris Amaral dos Santos, de 1.90m e apenas 16 anos, já apontada por muitos como a maior revelação que surgiu em nossas categorias de base nessa década e a ala Jennifer Sirtoli de 1,82m, que terminou como terceira cestinha da seleção com 44 pontos e a segunda melhor reboteira (nona na competição) com 56 rebotes. As alas-armadoras Carina dos Santos Martins e Aruzha Michaski Lima, foram as melhores no quesito assistência no torneio, porém carecem de um melhor porte físico.

Que Hortência e Janeth (agora dirigindo a seleção sub-15), César Guidetti, Norbeto Borracha e Luiz Tarallo possam buscar novos talentos, mas que esses tenham também um porte físico condizente com o nível do basquete mundial atual, pois caso contrário, a situação para o futuro tende a piorar cada vez mais!

Cleverson Guedes é repórter do site Melhor do Vôlei e estreia aqui sua primeira colaboração sobre o basquete feminino, modalidade também alvo de sua atenção.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A Frase

fotochicas  “Me equivoquei 1.000 vezes.”

Assim o técnico argentino Eduardo Pinto iniciou seu discurso em um almoço em Puerto Madero (Buenos Aires), no qual a Confederação Argentina (CABB) homenageou jogadoras e comissões técnicas pelo “mais brilhante ano do basquete feminino nacional”.

A declaração do técnico, que comanda todas as categorias do país, arrancou risos e aplausos das jogadoras.

“Não acredito que ele admitiu!” – vibrou Alejandra Fernández.

domingo, 27 de setembro de 2009

Final da Copa América 2009: Brasil 71 x 48 Argentina

Bela conquista das meninas, numa atuação brilhante de Sílvia Gustavo.

Muito bonito ver a dedicação genuína de Helen e Alessandra, que voltaram para a seleção esbanjando vontade e confirmando o talento de sempre.

Emocionante o beijo de Sílvia no filho e na tia Roseli e ainda os olhos marejados de Janeth.

Vou dormir.

Durante a semana, tento analisar esses últimos cinco dias.

Parabéns para as meninas e para a comissão técnica!

Argentina vence Canadá e faz final com o Brasil

ARGxxCAN_01 A Argentina está na final da 6ª Copa América Feminina / Pré-Mundial de Cuiabá, que está sendo disputada no ginásio Aecim Tocantins. Com a vitória sobre o Canadá por 63 a 53 (28 a 22 no primeiro tempo), as argentinas garantiram a vaga para o Campeonato Mundial da República Tcheca, em 2010. A armadora argentina Marcela Paoletta foi a cestinha do jogo com 15 pontos. O destaque canadense ficou com a armadora Teresa Gabriele que marcou 13 pontos. Brasil e Argentina decidem neste domingo (21h30 de Brasília) o título da competição, enquanto Cuba e Canadá disputam a medalha de bronze (19h30) e a última vaga para o Mundial.
 
— Foi um jogo histórico porque além de conseguirmos a vaga para o Mundial vamos disputar a final da Copa América pela primeira vez. Será uma final sul-americana, mas o retrospecto é todo favorável ao Brasil. Vamos jogar sem pressão, mas com a responsabilidade de fazer sempre o melhor em busca da vitória — comentou o técnico Eduardo Pinto, da Argentina.
 
— Apesar da derrota estou muito orgulhosa de minhas jogadoras porque lutaram até o último segundo. Conseguimos fazer um bom trabalho defensivo, mas cometemos muitos erros no ataque que acabaram nos custando a derrota. Para ganhar de Cuba precisamos melhorar muito nossos arremessos — disse a técnica Allisson McNeil, do Canadá.
 
ARGENTINA (19 + 09 + 14 + 21 = 63)
Fernandez (13pts), Sanchez (10), Reggiardo (4), Pavon (2) e Paoletta (15). Entraram: Gatti (4), Cava (5), Burani (4), Flores (0), Mendoza (4) e Cejas (2). Técnico: Eduardo Pinto.
 
CANADÁ (10 + 12 + 15 + 16 = 53)
Adams (8pts), Aubry (3), Chapdelaine (9), Gabriele (13) e Smith (7). Entraram: Riverin (7), Bekkering (0), Achonwa (1), Pinske (0), Adrian (0) e Tatham (5). Técnica: Allison McNeil.

sábado, 26 de setembro de 2009

Argentina derrota Cuba, que fará semifinal com o Brasil


A Argentina superou Cuba por 85 a 81 na prorrogação, após empatarem no tempo normal em 72 pontos (37 a 36 no primeiro tempo). A partida foi a mais equilibrada da 6ª Copa América Feminina / Pré-Mundial, de Cuiabá, que está sendo disputada no Ginásio Aecim Tocantins. As cestinhas foram a argentina Marcela Paoletta e a cubana Clenia Noblet, com 22 e 21 pontos, respectivamente. Com a vitória, a equipe treinada por Eduardo Pinto garantiu a primeira colocação do grupo “B”, com seis pontos, e enfrenta neste sábado (22h45 de Brasília) o Canadá na semifinal. As cubanas enfrentam o Brasil, líder do grupo “A” na outra semifinal (20h30). O SPORTV transmite ao vivo os dois confrontos.

— Estou muito contente pela vitória, mas poderíamos ter definido o jogo no tempo normal. Mesmo no tempo extra a equipe lutou até o fim em busca de um resultado positivo. Agora vamos deixar a euforia de lado e pensar na semifinal. Vai ser um jogo muito difícil porque o Canadá tem uma grande equipe e trabalha muito bem a bola no ataque. Precisamos fazer uma defesa forte e jogar com velocidade — analisou o técnico Eduardo Pinto, da Argentina.

— Uma seleção que consegue apenas 17% de aproveitamento nos arremessos de três pontos (4 em 24 tentativas) não vai chegar a lugar nenhum. Fomos muito mal e precisamos melhorar bastante para enfrentar o Brasil. Vamos analisar a partida do Brasil contra o Canadá para fazer o scout e passar para as jogadoras — disse o técnico Alberto Zabala.

A rodada deste sábado começam às 16 horas com a disputa de dois jogos valendo do quinto ao oitavo lugares: Porto Rico x Venezuela e República Dominicana x Chile (18h15). Os ganhadores brigam pelo quinto lugar no domingo, enquanto os perdedores jogam pela sétima posição.

De acordo com o regulamento da Copa América, na primeira fase as seleções jogaram entre si, nos seus respectivos grupos. Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificaram para a semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: A1 x B2 e B1 x A2. Os ganhadores decidem o título no domingo (21h30), e os perdedores disputam a medalha de bronze (19h30).

ARGENTINA (19 + 18 + 20 +15+13 = 85)

Fernandez (16pts), Sanchez (15), Reggiardo (16), Pavon (6) e Paoletta (22). Entraram: Landra (2), Gatti (0), Cava (0), Burani (0), Flores (0), Mendoza (8) e Cejas (0). Técnico: Eduardo Pinto.



CUBA (17 + 19 + 23 + 13 + 9 = 81)

Gelis (12pts), Amargo (16), Avila (7), Calvo (4) e Cepeda (7). Entraram: Casanova (7), Lazára Dominguez (0), Soría (2), Noblet (21), Fernández (0) e Hechavarria (5). Técnico: Albetto Zabala

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Copa América (Dia II): Argentina 62 x 57 Chile

ARGxxCHI_02 A Argentina derrotou a seleção do Chile por 62 a 57 (31 a 31 no primeiro tempo) e está classificada para a semifinal da 6ª Copa América Feminina / Pré-Mundial de Cuiabá, que está sendo disputada no ginásio Aecim Tocantins. O jogo válido pela segunda rodada teve como cestinha a argentina Carolina Sanchez, com 13 pontos. A principal pontuadora chilena foi Ziomara Morrison, que anotou 12 pontos, apesar de ter atingido o limite de faltas ainda no terceiro quarto. Outro destaque da partida foi a chilena Paula Moya Muñoz que conseguiu um Duplo-Duplo com 10 pontos e 10 rebotes.
 
O técnico chileno Christian Santander creditou a derrota de hoje à falta de experiência da equipe.
 
— Isto nos custou alguns lances importantes na partida. Outro problema que enfrentamos foi a saída prematura de nossa principal jogadora (Morrison).
 
A concentração da equipe foi ressaltada pela cestinha chilena
 
— Entramos na partida muito focadas. Com certeza, isso nos fez jogar bem. Perdemos nos detalhes finais e isso é muito duro para nós.
 
O lado argentino não escondeu a surpresa em ter pela frente um jogo tecnicamente equilibrado.
 
— Não imaginávamos uma partida tão disputada. Tivemos muitos problemas ofensivos que nos obrigaram inúmeros ataques forçados. Mas nosso maior mérito foi defender até o final. Jogos contra o Chile são sempre duros, mas este foi mais.
 
Para o jogo de amanhã, contra a Venezuela, a seleção chilena almeja a primeira vitória na competição.
 
— Queremos ganhar e lutar pelo quinto lugar, que nos seria muito honroso, projetou o técnico Christian.
 
Já a Argentina, que luta para manter os cem por cento na competição amanhã contra Cuba, promete mudanças.
 
Com certeza, vamos repensar algumas atitudes e aprender com nossos erros, principalmente na parte ofensiva – afirmou Eduardo Pinto.
 
ARGENTINA (16 + 15 + 13 + 18 = 62)
Fernandez (10pts), Sanchez (13), Reggiardo (9), Pavon (10) e Cava (11). Entraram: Landra (5), Gatti (2), Paoletta (2), Burani (0), Flores (0), Mendoza (0) e Cejas (0). Técnico: Eduardo Lucio Pinto.
 
CHILE (08 + 23 + 14 + 12 = 57)
Gomez (11pts), Morrison Jara (12), Moya Muñoz (2), Quintana Correa (7) e Valenzuela Cerda (1). Entraram: Novion (11), Troncoso Gajardo (10), Serrano Aburto (0), Curaz Moya (0), Naranjo Postigo (3), Morales Leyton (0) e Leiva Grez (0). Técnico: Christian Santander.

Copa América: Argentina 87 x 65 Venezuela

A Argentina confirmou seu favoritismo e venceu a seleção da Venezuela por 87 a 65 (52 a 36 no primeiro tempo). A partida fechou a primeira rodada da 6ª Copa América Feminina / Pré-Mundial de Cuiabá, que está sendo disputada no ginásio Aecim Tocantins. A argentina Alejandra Reggiardo e a venezuelana Ofélia Villarroel foram as cestinhas do jogo, com 17 pontos. A rodada teve ainda Chile 60 x 94 Cuba, República Dominicana 37 x 103 Canadá e Porto Rico 34 x 78 Brasil.
 
– Estrear com vitória é sempre importante. Pude utilizar as 12 jogadoras e isso é muito importante numa competição de cinco dias para evitar o desgaste do grupo. Contra a Venezuela a defesa alternou bons e maus momentos e precisa ter mais regularidade. Uma vitória contra o Chile nos garante na semifinal – comentou o técnico da Argentina, Eduardo Pinto.
 
– Enfrentamos um adversário com muita tradição internacional e que mostrou um bom aproveitamento ofensivo. Nossa equipe não tem tanta experiência internacional e isso fez a diferença. Somente no último período é que conseguimos um melhor equilíbrio na defesa e pontuamos mais do que elas (20 a 14) – disse o técnico Enrique Gil, da Venezuela.
 
VENEZUELA (19 + 17 + 09 + 20 = 65)
Serrano (15pts), Azauje (9), Enmy Blanco (5), Villarroel (17) e Padilla (1). Entraram: Barcasa (0), Requena (0), Ascanio (5), Renault (6), Guzman (2), Cleider Blanco (4) e Verenzuela (1). Técnico: Enrique Gil
 
ARGENTINA (25 + 27 + 21 + 14 = 87)
Reggiardo (17pts), Paoletta (14), Pavon (3), Sanchez (7) e Fernandez (6). Entraram: Burani (2), Flores (3), Mendoza (2), Landra (10), Cava (6), Gatti (4) e Cejas (13). Técnico: Eduardo Pinto

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Técnico argentino corta Boquete e define time para a Copa América

Segundo a imprensa argentina, o técnico Eduardo Pinto ficou muito satisfeito com o resultado dos amistosos contra o Brasil e pensou em manter a mesma equipe para a Copa.

Ainda segundos os hermanos, a atuação de Franciele no segundo amistoso foi decisiva para a opção final do técnico. A brasileira acabou carregando as argentinas de faltas, o que fez o técnico pensar que para um torneio curto, a melhor opção seria uma jogadora experiente, pronta pra jogar quando necessário.

Assim, cortou Andrea Boquete, destaque no Mundial Sub-19 e trouxe Paula Gatti, 31 anos.

A equipe completa é composta por: Sandra Pavón, Nadia Flores, Marina Cava, Marcela Paoletta, Paula Reggiardo, Paula Gatti, Noelia Mendoza, Carolina Sánchez, Constanza Landra, Florencia Fernández, Agostina Burani e Melisa Cejas