
Há algumas semanas, o Fábio (o "grande" homem do Bala na Cesta) me contou que pretendia inaugurar um nova seção em seu blog, revirando suas próprias memórias sobre o basquete. Me disse ainda que a estréia "do baú" seria com Vedrana Grgin-Fonseca (na foto entre Zaine e Kelly).
Empolguei-me com a idéia e cobrei-a nas semanas seguintes.
Ontem, pouco após eu registrar os números da croata no jogo contra o time da Iziane, o Fábio me contou que o texto entraria hoje e me antecipou a leitura.
Já o reli mais algumas vezes e termino sempre comovido, numa estranha mistura entre as boas lembranças do belíssimo basquete de Vedrana e o desconforto com o baixo nível que impera no basquete de hoje.
Como frisa o Fábio, Vedrana é uma jogadora diferenciada em tudo: da beleza à técnica.
Suas atuações me encantaram desde a primeira vez que a vi: com a camisa do italiano Ahena Cesena (?), em 1994.
Embora sejam muitos os problemas do nosso basquete, é evidente que a falta de referências maiúsculas de dedicação, disciplina e talento, como Vedrana, é um deles.
Confiram: Do Baú: Vedrana.
Empolguei-me com a idéia e cobrei-a nas semanas seguintes.
Ontem, pouco após eu registrar os números da croata no jogo contra o time da Iziane, o Fábio me contou que o texto entraria hoje e me antecipou a leitura.
Já o reli mais algumas vezes e termino sempre comovido, numa estranha mistura entre as boas lembranças do belíssimo basquete de Vedrana e o desconforto com o baixo nível que impera no basquete de hoje.
Como frisa o Fábio, Vedrana é uma jogadora diferenciada em tudo: da beleza à técnica.
Suas atuações me encantaram desde a primeira vez que a vi: com a camisa do italiano Ahena Cesena (?), em 1994.
Embora sejam muitos os problemas do nosso basquete, é evidente que a falta de referências maiúsculas de dedicação, disciplina e talento, como Vedrana, é um deles.
Confiram: Do Baú: Vedrana.