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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Damiris é selecionada no Draft da WNBA

A pivô brasileira foi a 12ª escolha do 1º round, sendo escolhida pelo Minnesota Lynx, atual campeão da WNBA e que conta com estrelas como Maya Moore e Seimone Augustus.

Parabéns Damiris!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

WNBA não quer Iziane na Olimpíada

DANIEL BRITO
DE SÃO PAULO

A ala Iziane, 29, sofre pressão das equipes da WNBA para abrir mão de jogar a Olimpíada de Londres-2012. É o que diz seu empresário.

A atleta, que defende o Maranhão Basquete na LBF (Nacional feminino), tem proposta de três equipes da liga profissional dos EUA deste ano.

E negocia um contrato de três anos com o Seattle Storm para receber o teto salarial da WNBA: US$ 101 mil (aproximadamente R$ 174 mil).

Iziane ainda não decidiu se representará o Brasil nos Jogos, a partir de 27 de julho.

"As equipes com que conversamos na WNBA querem que Iziane se dedique exclusivamente ao time e deixe de disputar a Olimpíada, mesmo que o calendário esteja paralisado", disse Fábio Jardine, empresário da atleta.

A liga começa em 18 de maio e termina em setembro.

Em 14 de julho --a 13 dias da Olimpíada-- a temporada regular será interrompida e volta em 15 de agosto.

As jogadoras dos EUA que vão defender sua seleção são liberadas pelos clubes.

A Confederação Brasileira de Basquete quer ter Iziane desde o primeiro dia de treinos. A seleção se apresentará em maio. A convocação deve ser anunciada em abril.

Luiz Cláudio Tarallo, técnico do Brasil, tem restrições à chegada atrasada. "Tem que ver se seriam 13 dias depois do último jogo lá na WNBA, ou contando as viagens, se ela viria sem contusão. Não dá para saber agora."

Em entrevista à Folha, nesta semana, Iziane disse que levaria em consideração o aspecto financeiro antes de decidir sobre a Olimpíada.

"Só o prestígio não paga minhas contas", afirmou, sobre disputar a primeira Olimpíada da carreira.

"Iziane não tem a vida feita. Ela não quer ganhar um salário bom só para deixar o dinheiro parado do banco, precisa sustentar a família", afirmou Jardine.

Se optar pela seleção, Iziane receberá diária que não costuma passar dos US$ 150 (R$ 255). A confederação, porém, não divulga os valores.

O montante pago pela confederação brasileira, ao final de três meses com a seleção, não cobriria o que Iziane receberia na WNBA.

Para resolver o problema, Hortência, diretora da confederação brasileira, criou um ranking de diárias, dividido em três grupos: novatas, intermediárias e campeãs. Iziane se encaixa no terceiro (e mais valorizado).

"Não quero que as jogadoras percam também", disse a dirigente.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 2 de julho de 2010

A Frase

“Na WNBA, não vale nada do que você fez antes. Você começa do zero.”

A tcheca Jana Veselá, em análise perfeita do modus operandi da liga americana

domingo, 3 de janeiro de 2010

Yahoo elege a seleção da década na NCAA e na WNBA

image_dianataurasi A editoria de Esportes do site Yahoo fez uma eleição das melhores jogadoras na NCAA e na WNBA nessa década.

Dê uma olhada no resultado:

NCAA

Seleção: Sue Bird, Diana Taurasi, Seimone Augustus, Candace Parker e Courtney Paris.

Melhor Jogadora: Diana Taurasi.S0831_Liberty_Sparks_AB023.JPG

Técnico: Geno Auriemma.

Menções Honrosas: Jackie Stiles,  Ruth Riley,Alana Beard,  Sylvia Fowles,  Candice Wiggins e Maya Moore.

WNBA

Seleção:  Diana Taurasi, Sheryl Swoopes, Tamika Catchings, Lauren Jackson e Lisa Leslie.

Melhor Jogadora: Lisa Leslie.

Técnico: Bill Laimbeer.

Menções Honrosas: Sue Bird, Katie Smith e Tina Thompson.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Imprensa americana já discute se Brittney Grinner merece vaga na NBA

Baylor Boston College Basketball Vejo no blog Primeira Mão que a imprensa americana já cria uma pseudo-polêmica que movimenta a WNBA: “The Female Shaq” faz NBA discutir se as mulheres poderiam jogar na liga”.

Discute-se a ainda adolescente Brittney Grinner (visite aqui) famosa pela sua precocidade e facilidade nas enterradas já não mereceria uma vaga na NBA.

A discussão é estúpida, porque como diria Falcão: “homem é homem/menino é menino/político é político”, mas vale a pena acopanhar mais esse passo na carreira da pivô de 2,04.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Entrevista com Temeka Johnson

As meninas do WNBA Brasil falaram com a armadora Temeka Johson, de Phoenix.

Confira aqui!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Marion Jones quer jogar basquete profissionalmente

Marion Jones, que foi a melhor velocista do mundo e caiu em desgraça por conta de um escândalo de doping, pode mudar de esporte e atuar na WNBA, a liga profissional feminina de basquete dos Estados Unidos. Ela já praticou o esporte na Universidade da Carolina do Norte e foi a armadora titular da equipe conquistou o título nacional em 1994.

Dan Hughes, técnico do San Antonio Silver Stars, confirmou que Marion Jones tem treinado com seus assistentes com o objetivo de jogar na WNBA, depois de cumprir sentença em uma prisão federal por ter mentido sobre o consumo de substâncias dopantes, além de ter participado de uma fraude com cheques.

Inicialmente, ela negou repetidas vezes as acusações de uso de substâncias para melhorar o seu rendimento. Depois, em um tribunal federal, admitiu a utilização de esteroides entre setembro de 2000 e julho de 2001. Assim, ela perdeu as três medalhas de ouro e as duas de bronze que ganhou nos Jogos Olímpicos de Sydney/2000.

Fonte: O Estado de São Paulo

domingo, 22 de novembro de 2009

Quatro Links

Estive fora por alguns dias, e não posso deixar de recomendar algumas leituras ao retorno.

O Fábio Balassiano traz uma trio de posts imperdíveis.

Começa com uma bela entrevista com a jovem Leila Zabani, depois revela que as viagens rodoviárias continuam apavorando os times no Nacional Feminino (A volta da liga do busão). Por fim, registra mais uma franquia que se vai na WNBA.

O Rodrigo Alves continua seu tour pelos Estados Unidos e traz uma matéria sobre o técnico Júlio Pacheco e as jogadoras Taíse, Natália e Samanta, que defendem o Arkansas Tech.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Marta Sobral na American Basketball League (ABL)

marta 01 Em 1996, o basquete feminino dos Estados Unidos vivia um excelente momento de exposição, após a vitória em casa sobre o Brasil na final dos Jogos Olímpicos de Atlanta.

A conquista abria o espaço para que a NBA investisse em uma versão feminina da liga, a WNBA, que nasceria no ano seguinte.

Aproveitando essa brecha, foi criada uma liga independente, que deu início a sua temporada já em 1996: a ABL (American Basketball League).

Com oito equipes, a liga ganhou poder de fogo ao contratar a maior parte das atletas da seleção campeã olímpica.

Entre as estrelas americanas, uma brasileira garantiu espaço: a pivô Marta Sobral.

Marta foi contratada pela equipe do Philadelphia Rage, vice-campeã da primeira edição, após perder o play-off para o Columbus Quest, por 3 a 2.

marta 03

No Rage, Marta jogou ao lado de nomes como Dawn Stanley, Adrienne Goodson (de fantásticas passagens nomarta 02 Brasil e sentada ao lado de Marta na foto), Taj McWilliams-Franklin e – o mais inusitado - Jackie Joyner-Kersee, a lenda do atletismo que havia jogado basquete no seu remoto passado universitário.

Na temporada seguinte, com a WNBA já em ação, o time de Marta se mudou para Richmond e teve menor sucesso, na estreia da técnica Anne Donnovan em uma equipe profissional.

A pivô acabou retornando ao Brasil, em excelente forma, e colaborou com a grande conquista do Fluminense, no I Campeonato Nacional.

O então Richmond Rage iniciou as disputas da terceira temporada da liga, que – falida - foi dissolvida em meio à disputa.

Essas memórias me foram ativadas pelas fotos acima, que o Renato me enviou.

Quem quiser saber mais sobre a ABL, sugiro uma visita à Wikipedia e ainda a uma série de artigos que o Pet, do Pleasant Dreams, publicou sobre o tema.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Em 2003, o Detroit Shock conquistava seu primeiro título na WNBA

Em 2003, o Detroit Shock se tornou a primeira equipe na história da WNBA a se sagrar campeão após ter ficado em último lugar na temporada anterior. Os autores dessa reviravolta? Bill Laimbeer, Cheryl Ford (eleita a Melhor Caloura), Ruth Riley (eleita MVP das Finais) e os 22.076 torcedores que compareceram ao jogo 3 no The Palace of Auburn Hills.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

O Quarteto




A Kátia, a Roberta, a Magic Gracy e a Carol se uniram num projeto de blog muito legal.

Chama-se WNBA Brasil.

Vale a pena ficar de olho.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Ex-técnica do Houston Comets processa a WNBA



Karleen Thompson, ex-técnica do extinto Houston Comets, entrou na justiça contra a WNBA, que havia assumido o controle da equipe em março de 2008. Thompson alega que a liga lhe deu falsas garantias sobre o futuro da equipe, causando-lhe a perda de outras oportunidades de emprego.

Thompson entrou para a equipe em 2005, como assistente técnica. Em 2007, foi nomeada técnica e gerente geral da franquia.