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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sul Americano de Seleções é adiado para 2013

De acordo com a Federação Chilena em seu site, o Campeonato Sul-Americano Adulto Feminino deste ano foi cancelado pela ABASU devido ao intenso calendário internacional, que envolve o Pré-Olímpico Mundial e os Jogos Olímpicos.

Só pra lembrar que o presidente da ABASU é o Gerasime Bosikis, o Grego.

Lamentável!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Novo presidente, Nunes mantém Moncho e analisa seleção feminina

Bruno Doro
O novo presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Carlos Nunes, eleito para a direção da entidade após 12 anos com Gerasime Bozikis, o Grego, falou como novo dirigente à frente da entidade e analisou o momento das seleções nacionais. Nunes, que chegou à CBB após dirigir a Federação Gaúcha, afirmou que manterá Moncho Monsalve à frente da equipe masculina, mas ainda analisará a situação no feminino.

"Vou manter Moncho no comando", garantiu o novo presidente, sobre o espanhol que assumiu a seleção masculina antes do Pré-Olímpico Mundial, em 2008. "Não há sentido interromper um trabalho pela metade. Conversei com o ex-presidente e realmente Moncho tem um contrato em vigência com a CBB."

Questionado sobre o trabalho de Paulo Bassul à frente da seleção feminina, 11ª colocada nos Jogos Olímpicos de Pequim, no último ano, Nunes afirmou que ainda será feito um trabalho de avaliação. "A comissão técnica feminina também será analisada, para vermos qual a situação atual do trabalho", disse ele.

Quanto à gestão da confederação, Carlos Nunes prometeu trabalhar para a descentralização do poder na entidade, o que ele considerou "inadequado" no período de 12 anos de Grego na presidência. Para isso, ele afirmou que mudará as regras de eleição. "Vamos convocar uma assembléia assim que o nosso grupo for empossado, para buscar mudanças estatutárias. Um dos pontos a serem alterados é o número de mandatos do presidente. Minha atenção é limitar para apenas uma reeleição", explicou o dirigente.
Grego admite erros

Presidente desde 1997 da CBB, Grego admitiu erros em sua gestão, citando especificamente o trabalho com as seleções masculina e feminina, que sofreram com o declínio nos últimos anos. Entre os homens, a última aparição nas Olimpíadas foi em 1996, nos Jogos de Atlanta.

"Um dos meus erros foi não ter agido rapidamente em relação à seleção, quando os resultados não vieram. Em alguns momentos eu mantive a comissão técnica por muito tempo", afirmou o ex-presidente. "Mas nos últimos anos procurei corrigir isso."

Fonte: UOL

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Seis + Meia Dúzia = Zero

Tem me faltado estômago para acompanha com mais interesse as novas eleições da CBB, que acontecem em 04 de maio.

Mas, felizmente, o incansável Rodrigo Alves analisa com a competência de sempre o pleito que se aproxima.

terça-feira, 24 de março de 2009

Cuba agenda amistosos na Europa em preparação para a Copa América


Falei da Austrália no post abaixo, mas até Cuba (quem diria?) já se movimenta para os compromissos do ano.

Depois de ficar fora de Pequim, o time do treinador Alberto Zabala não quer repetir o vexame na Copa América, em setembro.

Para isso, os dirigentes cubanos (pelo visto mais espertos que os nossos) já agendam amistosos com Espanha, Polônia, Eslovênia e China.

Mas não se preocupem, tenho certeza que o eficiente Grego já entrou em contato com Chile ou Paraguai.

Afe - II!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Brasil x Itália

I. Balassiano publica no seu Bala na Cesta um link para um belo calendário produzido com jogadoras italianas. Como disse nos comentários, é coisa pra repensar o ranking mundial...

II. Por aqui, Rodrigo Alves comenta no Rebote o frustrante anúncio das candidaturas à presidência da CBB.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Toni no 'Bala na Cesta'

Em mais um excelente trabalho, o Fábio Balassiano conversou com Toni Chakmati, presidente da Federação Paulista e candidato à presidência da CBB.

Embora o candidato não fale com clareza das suas reais propostas caso assuma a CBB, o papo é bastante esclarecedor.

Confira:


Toni Chakmati revelado - Parte I

Toni Chakmati revelado - Parte II

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Antonio Chakmati assume condição de candidato à presidência da CBB


Antonio Chakmati, atual presidente da Federação Paulista de Basketball (FPB) e da comissão de elegibilidade da FIBA-AMÉRICA, confirmou que é candidato de oposição nas próximas eleições da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), a serem realizadas em maio de 2009. A decisão de submeter sua candidatura aos presidentes das federações estaduais decorre da atual situação do basquetebol brasileiro, desacreditado interna e externamente. Inclusive, com seus recursos diminuídos pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) por absoluta inoperância.

Toni é visceralmente contra o continuísmo e defende, como compromisso expresso, promover a alternância de poder com apenas uma reeleição. Ele entende que pode contribuir com sua experiência, de executivo e administrador, para implantar uma gestão totalmente profissionalizada e de resultados; restabelecer a competitividade das seleções em todas as categorias; respeitar e envolver as federações na aprovação de projetos e programas; eliminar o modelo ilógico e irracional do calendário, sistematicamente, descumprido; reformular os campeonatos de base; promover uma ampla reforma no primeiro ano de mandato; apoiar a formação das ligas profissionais de clubes; além de muitas outras propostas.


Antonio Chakmati tem uma larga folha de serviços prestados ao basquetebol brasileiro, desde 1976, como diretor do CA Monte Líbano e da Federação Paulista de Basketball. Foi, também, vice-presidente de Relações Exteriores da CBB, cargo que deixou por não concordar com a falta de profissionalismo e com o marasmo da atual gestão.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Federação Paulista retira árbitros e mesários do Nacional


Em carta aberta ao presidente da CBB Gerasime Bozikis, o Grego, o presidente da FPB Antônio Chakmati, comunica que em função da exclusão do Estado de São Paulo de uma clínica internacional de arbitragem, a federação deixará de fornecer árbitros e mesários para a disputa do Nacional.


Confira a íntegra do documento:

São Paulo, 21 de Outubro de 2008

Sr. Presidente

A Diretoria desta Federação foi surpreendida pela notícia da realização de uma clínica para árbitros internacionais no Uruguai. Ficou mais surpreendida ainda, quando soube que 06 (seis) candidatos, do Brasil, se apresentaram.

A surpresa não foi o número de candidatos ou os nomes escolhidos. Nada temos contra. A surpresa foi alijar São Paulo do processo. Nem consulta houve, como regem as boas condutas entre agremiações, apesar das diferenças políticas.

Nos Jogos Panamericanos do ano passado, outra represália, ao não convocarem oficiais de mesa de São Paulo.

O vosso instrutor é vezeiro em ameaçar os árbitros de São Paulo.

A Diretoria desta Federação não pode ficar ausente diante desta política vingativa e decide:
A partir da próxima escala do campeonato feminino, a Federação Paulista não fornecerá árbitros nem mesários;
- se os árbitros da F.P.B. não servem para participar de uma clínica internacional;
- se os mesários da F.P.B. não servem para trabalhar num evento internacional, não servem também para o vosso campeonato nacional.

Se a política de V.S. é colocar o Departamento de Oficiais contra a pessoa do Presidente com intenções políticas, ledo engano.

Esta presidência não se curva diante de atos vingativos e degradantes.

A Federação Paulista exige respeito.

Misturar interesses pessoais com interesses do basquete, tornou-se moeda corrente na Confederação e nós não compartilhamos do processo.

Atenciosamente


ANTONIO CHAKMATI
Presidente

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Na despedida de Pequim, Brasil ganha da Bielorrússia



Na despedida dos Jogos Olímpicos de Pequim, a seleção brasileira adulta de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, ganhou da Bielorrússia por 68 a 53 (39 a 26 no primeiro tempo), na Arena Wukesong. A cestinha da partida foi a pivô brasileira Kelly, com 14 pontos. As principais pontuadoras bielorrussas foram Yelena Leuchanka e Natallia Anufryienka, ambas com 10 pontos. A rodada teve ainda Espanha 79 x 47 Máli, Austrália 75 x 55 Rússia, Letônia 68 x 72 Coréia, República Tcheca 63 x 79 China e Nova Zelândia 60 x 96 Estados Unidos.

O Brasil terminou em sexto lugar no grupo “A”, com seis pontos (uma vitória e quatro derrotas), e em décimo na classificação geral.

— A vitória foi importante para mostrar que tínhamos condições de estar entre as oito primeiras colocadas e depois brigar por uma medalha. Cada uma de nós deu o máximo de si, mas infelizmente faltou um pouco mais de experiência nos momentos decisivos. Com certeza, esse grupo vai amadurecer e muito breve irá jogar de igual para igual contra as outras seleções. Daqui a quatro anos, em Londres, vamos estar muito mais forte — disse a pivô Franciele, de 20 anos, que marcou um Duplo-Duplo (dez pontos e dez rebotes) e fez sua estréia numa Olimpíada.

— Hoje finalmente conseguimos mostrar o verdadeiro basquete do Brasil. Jogamos soltas, com tranqüilidade e soubemos administrar a vantagem no placar. É uma pena que a vitória só tenha vindo no último jogo. Temos que tirar de positivo o que precisamos melhorar para as próximas competições. Da primeira partida contra a Coréia até a ultima contra a Bielorrússia nossa equipe mostrou evolução. Foi uma experiência incrível para todas nós. Eu fico muito feliz de ter feito parte dessa equipe em minha última competição pelo Brasil — explicou a armadora Claudinha, que marcou 707 pontos em 86 oficiais nos 16 anos que defendeu a seleção brasileira.

— Esse grupo está de parabéns pelo seu profissionalismo, dedicação e harmonia. Depois de quatro derrotas continuamos unidos e buscando a primeira vitória que veio contra a Bielorrússia. É difícil em um ano você montar uma grande equipe com oito atletas que nunca disputaram uma Olimpíada e ainda ter a pressão de ficar entre as quatro melhores do mundo. Isso não é desculpa, é uma realidade. Nos Jogos de Pequim, destaco individualmente a Adrianinha e a Kelly pela regularidade. E no conjunto a disposição defensiva. Vamos sentar e fechar o planejamento para o próximo ciclo olímpico. Colocando em pratica a nossa programação, posso afirmar que no Mundial da República Tcheca, em 2010, esse grupo vai estar mais maduro. E na Olimpíada de Londres, em 2012, irá brigar pelas primeiras posições. Repito: é uma equipe com muito potencial, vai ficar mais forte e equilibrado com a seqüência do trabalho e experiência internacional — analisou o técnico Paulo Bassul, acrescentando que no próximo ano levará uma seleção com jogadoras de 16 a 26 anos para uma excursão na Europa.

Após o jogo contra a Bielorrússia, o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis confirmou os técnicos Paulo Bassul e Moncho Monsalve no comando das seleções feminina e masculina, respectivamente.

— São dois excelentes profissionais e estão fazendo um ótimo trabalho. Dentro de no máximo 30 dias teremos reunião com as duas comissões técnicas para fechar o planejamento do próximo ciclo olímpico. Tenho certeza que a seleção feminina estava preparada para ir bem mais adiante. A derrota na prorrogação para a Coréia e por um ponto para a Letônia foram decisivas na classificação. Para a Copa América 2009, que será em Cuiabá (MT), faremos o possível para que todas as jogadoras estejam desde o início da preparação. Esse ano fizemos 22 jogos internacionais, mas a equipe só esteve completa em Pequim nas partidas amistosas contra Espanha e Nova Zelândia. Ficou provado que as mais novas precisam de mais jogos para ganhar experiência internacional. Com relação a questão de pagamentos, tudo está sendo pago de acordo com o que foi combinado.

Segundo Grego a seleção masculina terá 45 dias de treinamento para a Copa América.

— O Campeonato Nacional, os europeus e a NBA terminam no mais tardar no início de junho. Então teremos tempo suficiente para uma boa preparação. Até o final do ano passaremos para os clubes e jogadores que atuam no Brasil e no exterior a programação para a próxima temporada. No mês de março, enviaremos para a NBA a programação e o ofício pedindo o valor do seguro dos atletas que jogam na liga americana. É importante ressaltar que a CBB não deixa faltar nada e oferece a melhor infra-estrurura para as duas seleções.

As quartas-de-final do torneio feminino da Olimpíada de Pequim serão disputadas nesta terça-feira com os seguintes confrontos: China x Bielorrússia; Austrália x República Tcheca, Rússia x Espanha e Coréia x Estados Unidos. Na quinta-feira, os ganhadores disputam a semifinal. E no sábado, os vencedores da semifinal decidem a medalha de ouro, enquanto os perdedores jogam pelo bronze.

BRASIL (20 + 19 + 10 + 19 = 68)

Adrianinha (7pts), Claudinha (11), Micaela (6), Êga (2) e Kelly (14). Depois: Karen (8), Franciele (10 e 10 rebotes), Mamá (8), Chuca (0) e Fernanda (2). Técnico: Paulo Bassul.

BIELORRÚSSIA (12 + 14 + 12 + 15 = 53)


Padabed (2pts), Masilionene (7), Verameyenka (4), Leuchanka (10) e Trafimava (5). Depois: Anufryienka (10), Marchanka (3), Snytsina (7), Kress (2), Troina (0), Hasper (2) e Likhtarovich (1). Técnico: Anatoly Buyalski.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Pra não dizer que não falei dele(s)


Raras vezes arrisquei comentários sobre basquete masculino nesse espaço. A eliminação da seleção no Pré-Olímpico, na semana passada, no entanto, me motivou a quebrar esse protocolo.

Antes do torneio começar, a onda de otimismo com a chegada de Moncho e o resultado dos amistosos me levaram a torcer por um enredo de final redentor, no qual a seleção ficasse com a vaga olímpica, mesmo desfalcada de suas "estrelas".

No dia da estréia, o trabalho só me permitiu assistir o jogo contra o Líbano nos momentos finais do terceiro quarto. De pé, em frente a uma televisão de hipermercado, com a narração abafada pela reprodução de um DVD gospel na seção do lado, resisti até o final. Achei horrível. Fiquei decepcionado com a apresentação dos jogadores reservas, donos da oportunidade àquela altura da partida. Convenci-me ali, que, com aquele banco, o time não teria chances no torneio. Tentei afastar essa certeza, com justificativas pouco racionais ( da “tensão da estréia” ao barulho do supermercado), mas falhei.

Infelizmente, estava certo. Pela terceira vez consecutiva, a seleção masculina fracassou no torneio. A mais nova derrota reacende uma série de discussões sobre a péssima gestão de Grego à frente da Confederação. E espero que a dor e a indignação da eliminação persistam vivas até o próximo ano, quando, enfim, tal senhor possa ser democraticamente destituído do cargo, nas eleições para presidência da entidade.

No meio de tantas notícias ruins para o masculino, tenho notado a construção de uma grande figura à margem dos holofotes. Holofotes esses dominados pelos próprios desmandos de Grego ou por "estrelas" peladeiras e egos inflados no mundo hollywoodiano da NBA. Distante de tudo isso, existe o grande Tiago Splitter. Não bastassem as impressionantes qualidades do pivô dentro de quadra, o catarinense é dono de virtudes incomuns fora dela. Inteligente, sensato e coerente em suas declarações. Respeitador das hierarquias e de seus companheiros. Dedicado à sua seleção, apesar de todos os conhecidos pesares. Todas essas características emprestam a Splitter um brilho, que a derrota não apaga, e que ele parece disposto a conservar em meio a sua fabulosa ascensão no basquete europeu.

Termino esse texto, voltando à minha praia: reforçando minha torcida pela irmã de Tiago, Michelle e ansioso por novas e boas notícias dela.

sábado, 19 de julho de 2008

A Ira da Rainha

"Estamos mal mesmo."

" [Se] opresidente da república só pode se candidatar a uma reeleição, (...), porque os presidentes de confederações se eternizam?"

"Acorda, GREGO!"

É ela, Hortência, em seu bloglog

O novo fracasso dos homens

domingo, 8 de junho de 2008

Se meu moletom falasse...

Vendo a repercussão nos Estados Unidos do anúncio da incorporação de Becky Hammon à seleção russa e a ira de Anne Donovan ao comentar que a armadora está vestindo "o uniforme russo", me lembrei de uma foto antiga.

A imagem flagra o presidente da CBB, Grego, com um inusitado traje, durante uma visita aos treinos da seleção feminina para o Pan.