sábado, 13 de agosto de 2005

ALESSANDRA SE PREPARA PARA FAZER SUA ESTRÉIA NO BASQUETE ESPANHOL


De volta ao Brasil, depois de viajar para assinar um contrato de dois anos
com o atual vice-campeão espanhol de basquete Ros Casares Valencia, a pivô
Alessandra Oliveira está em São Paulo, onde se recupera de uma microcirurgia
no pé esquerdo, realizada em março deste ano, e se prepara para o início da
temporada na Espanha.

– Agora só faltam alguns detalhes, mas que são importantes para a minha
recuperação. Por causa da cirurgia, ainda não consigo realizar alguns
movimentos em toda a sua amplitude. Mas, com a fisioterapia, vou recuperar
esses movimentos completamente. Já consigo correr e estou treinando um pouco
de basquete na quadra do clube Pinheiros, batendo bola e fazendo arremessos
– explica a jogadora.

Na temporada de 2005/2006, Alessandra vai disputar o Campeonato Espanhol de
Basquete e a Euroliga defendendo o Valencia. A pivô, que já atuou em equipes
da Hungria, Estados Unidos (WNBA), Coréia, Eslováquia e Itália, vai jogar
pela primeira vez num time da Espanha.

– Pretendo viajar para a Espanha no final da semana que vem. Jogo fora do
Brasil há oito anos e estou tranqüila. Minha expectativa é fazer uma boa
temporada e retribuir a confiança que o clube depositou em mim. O Valencia
me contratou mesmo sabendo que tinha passado por uma cirurgia e que ia
precisar de tempo para me recuperar. No time, vou fazer parte de um grupo de
estrangeiras de alto nível, como a francesa Nicole Antibe e a sérvia Lara
Mandic, e estou muito feliz. É um grande estímulo na minha carreira ir para
um novo país e disputar o título espanhol. Também quero chegar ao Final Four
da Euroliga mais uma vez – garante Alessandra, que na temporada passada
atuou pelo Reyer Venezia, na Itália.

O Valencia faz sua estréia no Campeonato Espanhol de Basquete no dia 8 de
outubro, contra o Puig D'en Valls de Santa Eulalia. A Euroliga começa no dia
26 de outubro e o time de Alessandra está no Grupo A, junto com o Dexia
Namur, da Bélgica, o USO Mondeville Basket, da França, o Mizo-Pecsi VSK, da
Hungria, o USK Blex Prague, da República Tcheca, e o BC Volgaburmash, da
Rússia.

Convocada para a seleção brasileira de basquete, Alessandra não pôde se
juntar ao grupo de jogadoras por estar se recuperando da microcirurgia no pé
esquerdo. A equipe do técnico Antonio Carlos Barbosa acaba de encerrar uma
excursão à Europa e vai participar dos Jogos Desafio Eletrobrás contra o
Canadá nos dias 20 e 21 de agosto, em São Paulo.

– Para mim, é muito difícil não estar com a seleção brasileira de basquete,
mas não posso me juntar ao grupo agora. Estou voltando a treinar aos poucos
e a equipe já está num nível de treinamento avançado, num ritmo forte de
competições. Não posso pular etapas e comprometer a minha recuperação. Mas
estou torcendo muito pelas meninas e pela seleção masculina também – afirma
Alessandra.

sexta-feira, 12 de agosto de 2005

Nossa Liga anuncia edição feminina da competição


São Paulo (SP) - Não são só os homens que terão o privilégio de disputar a Nossa Liga de Basquete (NLB). Organizado pelas ex-craques Hortência e Magic Paula, a edição feminina da competição teve o pontapé inicial nesta sexta-feira, quando foram anunciadas as 14 equipes previamente classificadas para a disputa.
Da lista anunciada, a surpresa fica por conta da presença do Ourinhos/Pão de Açúcar. As atuais campeãs paulistas e brasileiras haviam se recusado a participar da NLB, mas aderiram à Liga e estão confirmadas na disputa.

Com a adesão de Ourinhos, todas as equipes estruturadas do basquete feminino estão confirmadas.ACF/ Campos, tradicional no masculino, adquiriu uma franquia e foi confirmada pela NLB na disputa.

Nos próximos dias, os organizadores devem anunciar a adesão de mais equipes à disputa, além de divulgar a fórmula de disputa da NLB versão feminina.

CBB usa Fiba para tentar vetar Nossa Liga


São Paulo (SP) - A Confederações Brasileira de Basquete (CBB) vai dar a sua última cartada para tentar vetar a realização da Nossa Liga de Basquete (NLB). A entidade vai à Federação Internacional de Basquete (Fiba) tentar brecar a realização do Campeonato Brasileiro paralelo.
Segundo o regulamento da Fiba, para uma liga ser oficializada como a competição nacional vigente, é necessário que haja a autorização da federação local. Como a CBB quer manter a organização do Brasileiro, ela já adiantou que não reconhecera a disputa e ameaça banir os 26 clubes que disputarem o campeonato do ex-cestinha Oscar Schimidt.

Para o diretor-executivo da NLB, o candidato da oposição derrotado nas últimas eleições para a CBB José Medalha, os clubes não querem brigar com a entidade máxima do basquete brasileiro e sim disputar uma competição de maior nível técnico. Além disso, Medalha diz que está reconhecido pelos principais órgãos do esporte nacional.

'Não temos problema em seguir as regras da Fiba. A Nossa Liga já fez tudo o que a legislação do país manda. Já comunicamos nossa existência para a CBB, ao COB (Comitê Olímpico Brasileiro) e ao Ministério do Esporte, que até nos cumprimentou por contribuir para o progresso do esporte brasileiro. A grande maioria está interessada é em jogar um campeonato forte', destacou Medalha, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Entre outras medidas de coesão aos filiados da NLB, estaria a dispensa da seleção dos jogadores pertencentes aos clubes, pois esses não estariam registrados na CBB, devido à expulsão. Pelo mesmo critério, o Rio de Janeiro/Telemar também pode perder a sua vaga na Liga Sul-americana.

Depois do Flamengo jogar a competição continental na última temporada, com o seu departamento de basquete fechado, a CBB mudou o regulamento e exige que a equipe dispute o Estadual ou o Nacional para sacramentar a vaga. Como o Telemar estaria desligado da entidade, não seria reconhecido pela Fiba.


Fonte: Gazeta Esportiva

quinta-feira, 11 de agosto de 2005

BRASIL ENCERRA EXCURSÃO À GRÉCIA COM QUARTA VITÓRIA

A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, encerrou a excursão à Europa com um saldo de cinco vitórias e o título do Torneio Internacional de Nórcia, na Itália. Quinta-feira à noite, o Brasil venceu a Grécia por 53 a 49 (28 a 31 no primeiro tempo), em Atenas. A cestinha da partida foi a pivô Érika, do Brasil, com 12 pontos. Nos quatro jogos na Grécia, as brasileiras derrotaram três vezes a seleção grega e uma a China, atual campeã asiática.

— Hoje utilizamos todas as jogadoras, que atuaram uma média de 10 minutos, com exceção da Ísis, que jogou um pouco menos. Com esse revezamento, a força do nosso ataque diminuiu um pouco mas sustentamos muito bem o resultado com uma ótima defesa, que foi um dos pontos fortes na excursão. Fizemos seis jogos ao todo, na Itália e na Grécia, vencemos cinco e a única derrota foi por apenas um ponto. É um saldo bastante positivo para uma equipe tão jovem em fase de treinamento — analisou o técnico Antonio Carlos Barbosa.

O Brasil venceu com Fabianna (0 pts), Lílian (3), Micaela (9), Êga (6) e Érika (12). Entraram: Jaqueline (3), Vivian (0), Mamá (9), Tayara (8), Patrícia (1), Ísis (0) e Graziane (2). Nos dias 20 (Jundiaí) e 21 (São Paulo) o Brasil irá disputar os Jogos Desafio Eletrobrás contra o Canadá. Depois participa da 1ª Copa Internacional Eletrobrás, no Rio de Janeiro, contra as seleções da Argentina, Canadá e Cuba.

— Torneio Internacional de Nórcia (Itália)
Dia 1º de agosto - Brasil 63 x 64 Itália
Dia 2 de agosto - Brasil 85 x 64 Israel
Dia 3 de agosto - Itália 68 x 70 Israel

Classificação Final
1º- Brasil (campeão); 2º- Itália; 3º- Israel

— Jogos Amistosos na Grécia
Dia 6/8 – Grécia 62 x 67 Brasil (08 x 16 / 14 x 16 / 24 x 16 / 16 x 19)
Cestinhas: Maltsi (GRE) 25pts e Érika (BRA) 15pts

Dia 7/8 –Grécia 45 x 64 Brasil (13 x 21 / 11 x 16 / 06 x 13 / 15 x 14)
Cestinhas: Samarobova (GRE) 12pts e Micaela (BRA) 18pts


Dia 8/8 – Grécia 93 x 64 China

Dia 9/8 – Brasil x China (13 x 24 / 17 x 19 / 14 x 12 / 21 x 10 / 16 x 0)
Cestinhas: Micala (BRA) 22pts e Chen Nan (CHI) 16pts

Dia 10/8 – Grécia 70 x 62 China

Dia 11/8 – Brasil 53 x 49 Grécia (12 x 11 / 16 x 20 / 10 x 13 / 15 x 05)
Cestinha: Érika (BRA) 12pts

— Jogos Desafio Eletrobrás
Dia 20 de agosto
10h00 – Brasil x Canadá – Ginásio Bolão (Jundiaí/SP)
(Tv Globo – Ao vivo)
Dia 21 de agosto
14h00 – Brasil x Canadá – Ginásio do Pinheiros (SP)
(SPORTV – Ao vivo)

— Copa Internacional Eletrobrás (Rio de Janeiro/RJ)
Dia 24 de agosto
20h00 – Canadá x Argentina
Dia 25 de agosto
18h00 – Canadá x Cuba e 20h00 – Brasil x Argentina
Dia 26 de agosto
18h00 – Argentina x Cuba e 20h00 – Brasil x Canadá
Dia 27 de agosto
10h00 – Brasil x Cuba
(Tv Globo – Ao vivo)

— Jogos Desafio Eletrobrás
Dia 30 de agosto
20h00 – Brasil x Cuba – Ginásio Avertino Ramos (Macapá/AP)
Dia 1º de setembro
20h00 – Brasil x Cuba (Rio de Janeiro)
Traffic apresenta o projeto da Nossa Liga feminina, Ourinhos e Campos/ACF aderem

Enquanto a Confederação Brasileira de Basquete só se preocupa em contra-atacar a Nossa Liga na luta pela organização do Campeonato Nacional masculino, a CBB não se movimentou no sentido de organização do Nacional feminino, que tradicionalmente começava primeiro, no final de outubro. Nesse vácuo a empresa de marketing Traffic organizou uma reunião na sua suntuosa sede para apresentar aos clubes participantes a versão feminina do campeonato da NLB com 14 equipes confirmadas e início previsto para este ano. A novidade foi a presença de representantes do campeão nacional e paulista Ourinhos/Pão de Açúcar/Unimed, que antes havia se recusado a aderir à NLB, e a adesão do Campos/ACF, que adquiriu uma franquia. O Santo André é a única ausência de peso até o momento. Todas as equipes estruturadas aderiram ao movimento, uma unanimidade justa para uma equipe que conta com o gerenciamento das estrelas Magic Paula, Hortência e Janeth.

“Mais uma vez, o Dado, a Manoela e a Silvana, responsáveis pelo projeto, expuseram, com muita competência, o novo modelo do basquete feminino nacional. Teremos padrão WNBA e as equipes serão divididas em Conferências. Inúmeras ações sociais e de marketing serão realizadas paralelamente. A Magic Paula deu um tom equilibrado à reunião”, disse o superintendente da Federação do Rio de Janeiro, Guilherme Kroll.

“Num curso avançado de marketing encontraremos a figura do marketing de guerrilha. Ele acontece quando dentro de um grande evento patrocinado por uma grande marca, anunciantes menores tentam infiltrar imagens de seus produtos em camisetas, bandeiras, etc. Essa é uma prática condenável por qualquer padrão ético profissional. E é o que a CBB está fazendo. Será coincidência que os clubes que têm técnicos trabalhando nas comissões técnicas das Seleções Brasileiras estejam sendo pressionados para não disputar a Nossa Liga? O Ribeirão/COC, do técnico Lula, está fora da NLB. O Minas Tênis Clube, do Flávio Davis, encontra resistência. Rio Claro, do Guerrinha, está firme, apesar do esforço do treinador. Jundiaí, do Tarallo, e Santo André, da Laís, mesmo não tendo equipes adultas, deveriam aderir à NLB. Nesse momento, sou obrigado a ficar feliz que o Barbosa está sem clube. Deveria ser mais um a ser pressionado a impor resistência à Nossa Liga. Será que o compromisso desses técnicos com a CBB é maior do que o compromisso com o futuro do basquete brasileiro. Eles deveriam zelar mais pelo futuro dos seus atletas do que com as suas eventuais carreiras”, criticou Kroll em editorial.


Fonte: FBERJ

quarta-feira, 10 de agosto de 2005

Seattle Storm de Iziane vence Houston Comets de Janeth no duelo brazuca na WNBA

No segundo duelo brasileiro da temporada da WNBA valendo a vice-liderança da Conferência Oeste na luta por uma vaga nos playoffs, a jovem ala maranhense Iziane Castro Marques novamente levou a melhor contra a veterana ala paulista Janeth Arcain na vitória do campeão Seattle Storm em casa por 71 a 68 (36 a 30 no intervalo) sobre o Houston Comets, que sofreu a terceira derrota seguida. Izzy marcou 11 pontos, cinco rebotes e duas assistências em 31 minutos de ação, contra 11 pontos, dois rebotes, duas assistências e dois roubos de bola em 30 minutos em quadra da estrela brazuca pioneira na liga americana e tetracampeã de 97 a 2000. A ala tricampeã olímpica Sheryl Swoopes bateu um recorde da carreira pelo Houston (15V-13D) com 34 pontos, mas a ala-pivô australiana Lauren Jackson respondeu com 27 pontos e nove rebotes pelo Storm (15V-12D), invicto há seis partidas na sua Key Arena. Desde que fez a troca pela veterana armadora tricampeã olímpica ex-Charlotte Sting Dawn Staley, o Comets não venceu. O líder geral Connecticut Sun foi o primeiro a se classificar ao mata-mata com o triunfo por 64 a 51 (32 a 24 no intervalo) sobre o Los Angeles Sparks graças a 22 pontos da ala-armadora Katie Douglas e de quebra garantiu na fase decisiva o líder do Oeste Sacramento Monarchs (20V-7D).

Diante de um público de 9.470 pagantes, Iziane começou quente pelo Seattle e depois que Janeth errou a primeira finalização fez quatro pontos de bandeja no 6 a 0 inicial, depois marcou outra bandeja colocando 11 a 4 no placar compensando a ausência da ala-armadora melhor jogadora das finais de 2004, Betty Lennox, com uma lesão no pulso esquerdo. Lauren Jackson e Izzy combinaram 14 pontos e seis arremessos certos em sete tentados até o momento em que o time da casa abriu 20 a 14, dominando inicialmente o duelo com a dupla da seleção americana Sheryl Swoopes/Tina Thompson. Janeth fez suas primeiras cestas seguidamente com um arremesso com giro e uma bandeja de costas reduzindo a diferença para 18 a 14.

Insatisfeito com a produção do time texano, o técnico Van Chancellor sacou todas as titulares, mas o quinteto reserva não reverteu o quadro. Dois lances livres para o oitavo ponto da maranhense ampliaram a vantagem para 26 a 16, Janeth e Swoopes responderam com arremessos certeiros, daí uma bela jogada da pivô novata australiana Suzy Batkovic colocou 29 a 20 no marcador. A vice-campeã espanhola pelo Ros Casares Valencia pegou a bola na lateral direita do garrafão, passou-a pelas costas enganando duas defensoras e fez a bandeja de canhota. No ataque seguinte, Izzy foi bloqueada por Tina Thompson quando tentava um chute de três pontos, mas Lauren Jackson pegou a sobra no ar e marcou seu 12º ponto no estouro do tempo de posse de bola abrindo 31 a 20. Foi o 200º toco da carreira da ala-pivô Thompson. Dois lances livres de LJ deram ao Storm a vantagem máxima de 36 a 23, mas o Comets reagiu no final do primeiro tempo com sete pontos consecutivos numa série liderada por Swoopes e pela pivô All-Star Michelle Snow indo para o intervalo com uma desvantagem de apenas seis.

As titulares do Houston voltaram para o segundo tempo com mais garra e o Storm meio desligado, Iziane errou duas bandejas, e Sheryl Swoopes levou as visitantes à virada para 41 a 39 com um arremesso com assistência de Janeth faltando 16min12s, as titulares do Comets conseguiram com isso uma série de 20 a 5 desde que levaram o “chá de banco” de Chancellor. O Seattle reagiu com cestas de Jackson e Tanisha Wright virando para 45 a 43, daí Janeth cumpriu a previsão da técnica rival Anne Donovan, que antes do jogo alertou sua defesa para a movimentação da brasileiro de 36 anos sem a bola, e como a treinadora temia Arcain entrou pela porta dos fundos do garrafão do Seattle e empatou numa bandeja recebendo assistência de Swoopes. Após as pivôs Burse e Tari Phillips trocarem cestas, Izzy reapareceu com um bom passe para bandeja de Lauren Jackson e em seguida acertou uma bola de três abrindo 52 a 47 no marcador, mas Janeth respondeu com uma jogada de três pontos, fazendo a bandeja sofrendo falta da novata italiana Francesca Zara e convertendo o lance livre de bonificação. Nesse momento as cestinhas da Seleção Brasileira empataram seu duelo com 11 pontos cada.

Depois disso o jogo virou um duelo particular entre estrelas que já foram eleitas melhores jogadoras da WNBA e são candidatas a repetir o prêmio este ano: Sheryl Swoopes acertou um arremesso de três e Lauren Jackson devolveu na mesma moeda colocando 55 a 53 no placar para o time da casa, que na seqüência teve uma jogada de três da reserva jamaicana Simone Edwards. Daí a melhor jogadora do Jogo das Estrelas e segunda cestinha da temporada fez sete pontos seguidos em pouco mais de um minuto buscando o empate por 62 a 62 a 4min14s do fim. A ala-armadora substituta de Lennox, Tanisha Wright, e a armadora campeã olímpica Sue Bird fizeram cestas decisivas para o Seattle ficar à frente, Lauren Jackson emendou dois lances livres e Edwards com uma bandeja para seu quinto ponto abrindo 71 a 66 faltando 45 segundos, a última cesta de Swoopes a 35 segundos do final só serviu para ela chegar ao recorde pessoal, depois o Storm administrou a diferença de três pontos gastando o tempo até Iziane errar um arremesso de três faltando oito segundos. No último lance, Tina Thompson errou um arremesso de três desesperado tentando a prorrogação e Jackson terminou o jogo com o rebote nas mãos.

Lauren acabou com nove finalizações certas em 13 tentativas, sendo três em cinco da linha de três pontos, e seis em oito lances livres totalizando seus 27 pontos. Swoopes converteu 15 em 24 arremessos, também com três em cinco da linha de três, mas errou dois em três lances livres, pegou seis rebotes, deu três assistências e roubou três bolas. Ambas chegaram à marca de 200 cestas de longa distância na carreira. Janeth acertou cinco em 13 arremessos de dois e seu único lance livre tentado, cometeu três faltas e não desperdiçou nenhuma posse de bola, além disso foi melhor na defesa como ala-armadora titular limitando Tanisha Wright a oito pontos e três assistências. Iziane errou sete em 11 arremessos de quadra, convertendo um em três arremessos de três e seus dois lances livres e cometeu duas faltas, mas desta vez não pôde parar a estrela Sheryl, que fez 25 de seus 34 pontos no segundo tempo, igualou o recorde de pontuação do campeonato que pertencia à armadora do Detroit Shock Deanna Nolan (numa partida com prorrogação em 3 de junho) e foi apenas a terceira jogadora na história da liga a fazer pelo menos 15 cestas com bola rolando, igualando o recorde da ex-companheira de Houston Cynthia Cooper contra o Charlotte em 11 de agosto de 1997. O recorde nesse quesito pertence a Lauren Jackson: 17 contra o Los Angeles Sparks em 6 de agosto de 2003.

Recuperando-se de duas derrotas seguidas fora de casa, a armadora Sue Bird ajudou o Storm com 10 pontos e três assistências e a pivô Janell Burse com oito pontos e oito rebotes, contra 13 pontos e oito rebotes da pivô Michelle Snow para o Comets. A armadora Dawn Staley liderou o time texano com sete assistências, mas segue sem vencer como na época do lanterna Charlotte, sua reserva Dominique Canty fez quatro pontos e dois passes para cesta. A bicampeã olímpica Tina Thompson decepcionou com dois pontos, dois rebotes e quatro assistências.

“Tivemos de mudar a maneira com que estávamos marcando Sheryl Swoopes, no final colocamos duas jogadoras sobre ela cada vez que pegava na bola e isso fez diferença. Isso tirou um pouco da inspiração dela no ataque e forçou outras jogadoras do Houston a se apresentarem, não poderíamos deixar Sheryl nos derrotar sozinho com sua incrível série de pontos que mudou o ritmo ofensivo da partida no final. Pareceu um jogo de playoffs. Havia duas MVPs em quadra, com Sheryl de um lado e Lauren do outro ficou divertido assistir ao duelo. Foi uma enorme vitória porque o Houston é um grande time e merece muito crédito. Derrotamos uma ótima equipe de basquete, por esta razão estamos em segundo no Oeste agora. Ganhamos confiança e temos de levar isso para os quatro jogos fora de casa que restam, não podemos continuar cedendo diante de adversários com mando de quadra. A torcida foi um fator decisivo para nós. Nossa dirigente Karen Bryant disse que gostaria de poder levar essas 9 mil pessoas para viajarem conosco, aí as coisas ficariam mais fáceis. Esse apoio nos deixa confortáveis e nossa campanha indica o quanto jogamos melhor em Seattle. Nossa torcida é ótima e faz a diferença, não apenas nos números de público, mas na energia e paixão neste ginásio que nos levam a vencer jogos assim, decididos no final. Simone Edwards foi sem dúvida a heroína do jogo. Sofremos para marcar Michelle Snow no final do primeiro tempo, a defesa sobre ela estava horrível, por isso sempre digo a Simone para ficar preparada, não importa que jogue poucos minutos, quando entra ela mostra garra, envolve a torcida e se supera, seja em minutos finais de um jogo já definido que valem pouco seja numa noite assim em que ela foi absolutamente necessária. Ela deu muita energia, finalizou bem seus arremessos, admiro sua capacidade mental de ficar ligada não importa em que ponto do jogo”, analisou Anne Donovan, técnica do Storm, que volta a jogar sexta-feira contra o quarto do Oeste Minnesota Lynx, em Minneapolis.

“Sheryl teve uma atuação inacreditável, ela foi ótima. Eu joguei bem, mas meu objetivo é tentar permanecer consistente, eu nunca me gabo pelos pontos altos nem fico arrasada nas noites ruins, o importante é ter uma boa média e entrar forte em todos os jogos. Simone foi um grande fator hoje, ela entrou para jogar duro e envolveu a torcida na partida”, disse Lauren Jackson.

“Essa vitória sem Betty nos deu um bom impulso, sabemos que podemos vencer uma equipe forte sem uma das nossas melhores jogadoras. Tomara que quando voltarmos a Seattle depois da próxima viagem ela esteja pronta para o retorno à quadra. Dawn Staley marcou sete assistências e só um passe errado, foi para isso que o Comets a contratou, para passar a bola em boas condições para gente como Tina e Sheryl, que carregou o time delas na maior parte do jogo”, afirmou a armadora Sue Bird.

“Achei que nosso time fez um grande trabalho para quem estava perdendo por 13 pontos no primeiro tempo. Não dá para ficar 13 atrás e esperar vencer um time como este do Seattle na sua casa. Fizemos uma reação corajosa e fico orgulhoso disso, dêem crédito ao Storm porque conseguiu segurar o comando do placar. Sheryl fez o melhor possível esta noite, Lauren Jackson também foi incrível. É difícil suportar três derrotas seguidas, mas enfrentamos três dos melhores times da liga. Quando saquei todas as titulares no primeiro tempo, quis dar uma mensagem a elas sim, pois senti que o time não estava jogando duro, depois elas voltaram com um bom esforço”, explicou o técnico do Comets e da seleção dos EUA, Van Chancellor, que terá o resto da semana para os treinos para a revanche de domingo contra o Seattle.

“Esse tem sido nosso defeito ultimamente: jogamos mal no primeiro tempo e deixamos o adversário abrir uma grande vantagem no primeiro tempo, isso aconteceu contra Phoenix e Sacramento também. Reagimos nesses três jogos como um time completamente diferente no segundo tempo, o problema é que o buraco era fundo demais para sair devido à diferença de pontos, mas quase conseguimos. Cada jogo é crucial agora pensando nos playoffs, não pensem que não entendemos isso. Por alguma razão não estamos conseguindo jogar igual nos dois tempos de jogo. Para derrotar bons times no final temos que ficar próximos no placar o tempo todo, É muito difícil deixar o adversário abrir 13, ou mesmo seis pontos de vantagem no intervalo, assim não dá para virar a partida fora de casa contra um time forte. Espero que não fiquemos abatidas e possamos aprender com nossos erros e as boas coisas que fizemos neste jogo. Vamos enfrentar o Seattle novamente no domingo, desta vez em Houston, e tomara que o final seja diferente. Entrei num bom ritmo no segundo tempo e tudo parecia dar certo para mim, infelizmente não foi o suficiente. Não acho que eu tenha feito alguma coisa diferente da primeira para a segunda etapa, meus arremessos simplesmente não estavam caindo no início e começaram a cair depois do intervalo. Quando entrei no ritmo passei a me sentir bem. Tentei fazer tudo que pude para dar ao meu time pelo menos a chance de encostar no placar no final, fizemos isso mas não conseguimos virar. Na última jogada, eu sentia que não estaria livre mesmo, fazemos muito essa jogada nos segundos finais quando precisamos de uma bola de três, e geralmente a pessoa que está marcando a jogadora de fora da quadra na reposição lateral da bola sai para dobrar a marcação sobre mim. Mas temos arremessadoras em todas as posições: Tina estava de frente, Roneeka Hodges ficou no canto da quadra para chutar de três e Dawn Staley se colocou na lateral. Tina recebeu e arremessou em condições, infelizmente a bola não caiu”, comentou Sheryl Swoopes.

“Gosto de qualquer desafio, como jogadora ou como técnica do time universitário de Temple. Se alguém disser que não posso fazer alguma coisa, vou lá e faço. Os desafios que enfrento são o que me move para a frente. Esta temporada tem sido muito difícil e desafiadora, mas procuro continuar otimista. Com o Charlotte a bola não estava caindo a nosso favor, estávamos em último, mas eu tentei continuar pensando positivo e apareceu essa chance de vir para o Houston pensando no título. É fácil se abalar pelas coisas negativas, mas eu já fiz parte de um time do Sting que começou a temporada perdendo nove dos primeiros dez jogos e chegou às finais da WNBA. Acredito firmemente e sou uma prova viva de que tudo pode acontecer na nossa curta temporada (de 34 rodadas)”, justificou Dawn Staley, porta-bandeira da delegação dos Estados Unidos na Olimpíada de Atenas-2004 e trocada no início de agosto pela ala-pivô Kristin Rasmussen mais a veterana ala Adrienne Goodson e uma escolha de primeira rodada no draft de 2006.

Na Mohegan Sun Arena da cidade de Uncasville, o líder geral Connecticut (21V-6D) manteve seu domínio com a 11ª vitória em 12 jogos em casa superando o Los Angeles Sparks por 64 a 51. A ala-armadora Katie Douglas fez 10 de seus 22 pontos nos 20 minutos iniciais abrindo 32 a 23 de vantagem para o Sun no intervalo e ao todo pegou oito rebotes. A ala Nykesha Sales colaborou com 16 pontos e seis rebotes garantindo a primeira vaga nos playoffs. A pivô tricampeã olímpica Lisa Leslie marcou 20 pontos e 14 rebotes para o Sparks (12V-14D), que igualou sua pior performance ofensiva do ano com apenas 51 pontos e 30% de acerto nos arremessos, perdendo pela sétima vez nos últimos nove jogos e caindo para a sexta posição fora da zona de classificação no Oeste. Já o vice-campeão Connecticut ganhou seis das últimas sete partidas.

Em Minneapolis, o Minnesota Lynx (13V-14D) bateu o eliminado lanterna do Oeste San Antonio SilverStars (7V-21D) por 76 a 72 (33 a 33 no intervalo) e segue na briga com o Phoenix Mercury (12V-13D) pela quarta e última vaga nos playoffs da conferência. A ala reserva Stacey Lovelace-Tolbert comandou o Lynx com 17 pontos ajudando o time da casa a tirar uma desvantagem de sete pontos no segundo tempo com uma série de 22 a 8 para fechar o jogo após estar perdendo por 53 a 46. A pivô Vanessa Hayden ajudou com 15 pontos e 11 rebotes e a ala Tamika Williams encestou 11. Depois que o San Antonio empatou o jogo com uma cesta de três de Wendy Palmer-Daniel, Lovelace-Tolbert colocou o Minnesota na frente em definitivo com uma bandeja a 4min35s do final. Marie Ferdinand e Bernadette Ngovisa comandaram o SilverStars com 17 pontos cada. Fechando a rodada de ontem no Palace de Auburn Hills, o Detroit Shock (12V-14D) vingou a derrota de sábado superando o lanterna geral Charlotte (4V-23D) por 71 a 64 (31 a 21 no intervalo) graças a 21 pontos e quatro lances livres no minuto final feitos pela ala-armadora Katie Smith, obtida numa troca com o Minnesota. Smith acertou quatro cestas de três e teve o apoio de 17 pontos da armadora Deanna Nolan contra 25 da cestinha Tangela Smith para o Sting, que não ganhou nenhuma das 13 partidas fora de seu ginásio.

Na noite desta quarta-feira, o New York Liberty (13V-13D) recebe o LA Sparks, e na quinta-feira serão disputados três jogos: Washington Mystics (14V-12D) x Connecticut Sun, Detroit Shock x Minnesota Lynx e San Antonio SilverStars x Indiana Fever (15V-11D).


Fonte: BasketBrasil
Nossa Liga divulga clubes participantes


São Paulo (SP) - A utopia começa a tornar-se realidade. Nesta quarta-feira, a direção da Nossa Liga de Basquete (NLB) divulgou a relação dos 26 clubes que participarão da competição nacional, paralela ao Campeonato Brasileiro Masculino organizado pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB) e com início previsto para outubro.
Dos 32 clubes que disputariam a NLB inicialmente, seis resolveram abandonar a competição. Entre os desistentes estão alguns times tradicionais, como o Unitri/Uberlândia, Ajax/Universo, Universo/Brasília e COC/Ribeirão Preto, por questões políticas e apoio à CBB. Outras equipes foram excluídas por não apresentarem garantias financeiras para a disputa.

De todos os competidores, apenas São João da Boa Vista, Guarujá e Campos não são fundadores da NLB, entrando como clubes franqueados. 23 cidades de nove estados brasileiros estarão representados por Uniara/Araraquara, Casa Branca, CBTeresinense, Franca, A Hebraica, Joinville, Keltek/São José dos Pinhais, Winner/Limeira, Macaé, Maringá, Ulbra/Mogi das Cruzes, Paulistano/DIX Amico, Paysandu, Rio Claro, Rio de Janeiro/Telemar, Rio Preto, Minas Tênis Clube, América-RJ, Barueri, Bauru, Saldanha da Gama, Cetaf e Corinthians-RS.

“Não tenho dúvida nenhuma de que será o melhor campeonato de basquete já organizado no país. Com administração profissional, vamos resgatar a credibilidade e a transparência no nosso esporte, apresentando um calendário mais organizado e que potencialize a distribuição de mais receitas para os clubes”, declarou o ex-cestinha Oscar Schmidt, presidente da NLB.

A Federação Paulista de Basquete (FPB) ainda se pronunciou como ficará o calendário do Campeonato Paulista –já anunciado e com início no final de agosto- com os clubes da Série A-1 disputando paralelamente duas competições. Antes, especulava-se a expulsão das equipes, mas essa hipótese foi descartada.

O calendário e a fórmula de disputa da primeira edição da NLB devem ser apresentados até o final do mês. Este também é o prazo para o anúncio da televisão que comprou os direitos de transmissão do campeonato e as equipes que farão parte da disputa feminina, organizada pelas ex-craques Hortência e Magic Paula.


Fonte:
Gazeta Esportiva

terça-feira, 9 de agosto de 2005

Opinião - Samuel Henrique

É muito triste ver o que esta acontecendo com o Basquetebol feminino no Brasil.

Trabalho com Basquete ha 12 anos aprendi muita coisa nesse período, com certeza muito ainda tenho que aprender, mas hoje estou muito triste com tudo o que esta acontecendo com o Basquetebol feminino.

Ao longo do tempo tive 10 atletas convocadas para as seleções nacionais de Base começando pela Érika - 1998, e passando por Alice -2000, Danubia e Luanna -2002, Carolina, Helena, Bruna e Simone em 2004 essas mesmas no Inicio de 2005 e Carolaine e Marcella nessa "peneira" realizada agora.

Todas essas meninas tiveram a oportunidade de jogar um Campeonato Brasileiro de seleções Estaduais, menos Carolaine e Marcela, elas assim como todas as outras meninas do Rio e talvez muitas das meninas dos outros Estados nunca jogaram um Campeonato Brasileiro.

E para um esporte que deseja voltar a vencer isso é temeroso, pois coincidência ou não desde que paramos de ter Brasileiros, também paramos de vencer Campeonatos Sul-Americanos.

A seleção adulta esteve treinando no Rio de Janeiro no Ginásio do Botafogo de FR, por mais de 15 dias, neste período aconteciam jogos valendo pelo Estadual Carioca, alguns desses jogos aconteceram após os treinos da seleção no Botafogo e em nenhum deles houve a presença de pelo menos um membro da seleção, que não estivessem o Profº Barbosa e Borracha já que estavam com a cabeça totalmente voltada para a seleção adulta que é de inteira responsabilidade deles, mas pelo menos o Profº Tarallo tinha que estar presente, e não foi por falta de convite, pois o técnico do Botafogo o Profº Orlando convidou a comissão técnica a assistir aos jogos.

Porque o Professor Tarallo não esteve presente nos jogos para observar atletas Fluminenses, porque não montar uma clinica no Rio com essas atletas "indicadas", pelos técnicos para aí sim escolher quem ia para São Paulo.

Desde o Brasileiro Infanto Juvenil Em Cruz Alta em 2000, que não vemos uma Seleção Paulista Cadete Imbatível como eram suas seleções antes de 2000, quem é que prova que as 30 atletas de São Paulo são melhores que as outras do Pais inteiro para não dizer de Rio, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Maranhão.

Na ultima Copa Eletrobrás, perdemos, (Mangueira) para a equipe de Americana de 4 pontos, sendo que a mesma contou com a generosa ajuda da arbitragem, (fato confirmado pelo Diretor de Árbitros Profº Fontana - Que deu uma bronca na equipe de arbitragem dessa partida), vencemos a equipe Juvenil do Finasa Osasco em amistoso realizado no rio de uma boa diferença de pontos, equipe s paulistas que antes garimpavam nos outros Estados talentos como Érika, Micaela, Fabiana Manfredi, Iziane e outras agora convidam para jogar em São Paulo meninas de 13 anos de Idade que ainda estão sendo iniciadas no Basquetebol como aconteceu com uma atleta do Tijuca TC que jogou no Finasa/Osasco, e acabou voltando para o Rio.
Meninas são confundidas umas com as outras na convocação como aconteceu com as atletas do Botafogo convocadas para essa seleção, segundo informou o técnico do Botafogo.

Quando foi anunciado que teríamos convocação da "Seleção Brasileira Cadete, sem haver um Brasileiro, pensei que o técnico do Fluminense Guilherme Vos, que fez parte da Comissão Técnica da Sel. Juvenil convocada no inicio deste ano estaria na comissão técnica, podendo assim fazer ele uma lista com as atletas do Rio.

Fui surpreendido com uma ligação da Profª Rafaella me pedindo para relacionar nomes de atletas da Mangueira que eu acredita-se ter condições de estar numa seleção. Acho esse processo totalmente errado a Profª Rafaela que é competente e muito querida pela comunidade do Basquete Feminino do Rio, pelo que fez como atleta em nosso Estado e pelo excelente trabalho a frente da equipe mirim do Vasco da Gama em 2004, deveria pelo mesmo ter sido informada em Maio que estava nos planos da Comissão técnica, para que ela acompanha-se os jogos das atletas do Rio e aí sim, fazer ela uma convocação, já que a mesma não esta infelizmente trabalhando em nenhum clube e esta afastada das quadras.

Sinceramente vejo tudo isso que esta acontecendo e cada vez entendo menos, fico cada vez mais triste.

Tive uma atleta chamada Alice que para chegar a Seleção Brasileira precisou jogar bem pela Mangueira para ser convocada para a Seleção do Rio, depois precisou fazer bons treinos na seleção para poder ficar entre as 12, foi cortada nos treinos para o Brasileiro de 99 no MS, mas, ficou no Grupo que viajou para Cruz Alta em 2000, foi cestinha do Campeonato Brasileiro assistido pelo Profº Paulo Bassul e foi convocada.

Sua irmã Andressa atleta que também começou na Mangueira e agora esta no Tijuca TC, chega agora também a Seleção só que ao contrário da irmã precisou apenas que seu técnico a indica-se, não que ela não mereça estar lá, pois merece mais os meios para chegar lá é que estão errados. Pois com certeza essa menina não chega à seleção com o mesmo preparo que as nascidas em 1985 chegaram.

Temo que ate 2012 ao contrário de voltarmos a vencer estejamos como o Masculino o tempo inteiro fora das Olimpíadas.

Boa sorte para todos nós, pois nessa ultima semana junto a meus colegas de outras Modalidades na Vila Olímpica da mangueira, tive vergonha de dizer que era do Basquete.

Amo este Esporte, adoro o meu trabalho assim como todos os que trabalham com Feminino no Rio, acredito que devemos ser tratados com mais respeito.

BRASIL VENCE A CHINA POR 81 X 65 EM ATENAS

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, ganhou da China, por 81 a 65 na prorrogação (30 a 43 no primeiro tempo e 65 a 65 no tempo normal), em Atenas. A cestinha da partida foi a ala Micaela, do Brasil, com 22 pontos. Na equipe chinesa a principal pontuadora foi Chen Nan, com 16 pontos. Nesta quinta-feira (13h30 de Brasília), o Brasil faz o terceiro e último amistoso contra a Grécia, em Atenas. As brasileiras venceram os dois primeiros jogos por 67 x 62 e 64 x 45.

— Terminamos o primeiro tempo perdendo de 13 pontos. Na segunda etapa o time voltou defendendo bem melhor e nos recuperamos. As jogadoras que vieram do banco, principalmente Vivian e Graziane, entraram muito bem e ajudaram bastante a equipe. Na prorrogação, fizemos 16 a zero e a nossa forte defesa não permitiu que as chinesas marcassem um ponto sequer — explicou o técnico Antonio Carlos Barbosa.

O Brasil venceu com Fabianna (0pts), Lílian (14), Micaela (22), Ega (7) e Érika (13). Entraram: Jaqueline (1), Vivian (12), Mamá (0) e Graziane (12).

segunda-feira, 8 de agosto de 2005

Houston tem péssima atuação e perde novamente


Sacramento (EUA) - A defesa do Houston Comets, equipe da WNBA na qual atua a brasileira Janeth Arcain, não conseguiu segurar o bom ritmo imposto pelo Sacramento Monarchs, líder da Conferência Oeste, e o time acabou saindo derrotado de quadra na noite deste domingo. O placar do jogo foi 55 a 45 (34 a 16 no primeiro tempo).
Ao contrário do restante de sua equipe, a brasileira esteve bem em quadra e foi um dos destaques da partida. Nos 34 minutos em que permaneceu na partida, Janeth marcou dez pontos, conseguiu uma assistência e sete rebotes (quatro defensivos e três ofensivos).

A diferença, no entanto, tinha o nome de Yolanda Griffith e Kara Lawson, ambas do Sacramento, que conseguiu sua sétima vitória consecutiva. A primeira marcou dez pontos, além de pegar seis rebotes e dar três assistências. Já a segunda foi a cestinha da partida, com 13 pontos convertidos em apenas 20 minutos.

Apesar da nova derrota, os Comets continuam na segunda colocação da Conferência Oeste, com 15 vitórias em 27 partidas. Quase imbatíveis, os Monarchs são líderes absolutos, com 20 vitórias e apenas sete derrotas em todos os jogos que já disputou.

Fonte: Gazeta Esportiva

domingo, 7 de agosto de 2005

Confederação brasileira acena com possibilidade de veto a atletas e times para impedir competição independente

Regra internacional ameaça liga de Oscar


ADALBERTO LEISTER FILHO
DA REPORTAGEM LOCAL

A confederação brasileira irá usar o regulamento da Federação Internacional de Basquete para tentar impedir a realização do torneio organizado pela associação dos clubes presidida por Oscar.
O campeonato masculino da Nossa Liga de Basquetebol, que conta com 32 times inscritos, deve começar em outubro -hoje é o prazo final para que as equipes confirmem a participação.
O problema é que a CBB não abre mão de realizar o seu Nacional, a partir de dezembro. Por isso, pode desfiliar os clubes que participarem da NLB, que não é reconhecida pela confederação.
Segundo as regras da Fiba, uma liga, para ser oficializada, deve respeitar a autoridade da federação nacional e seus times têm que estar regularizados na entidade. Além disso, "a liga não deve funcionar de maneira que traga descrédito à Fiba, às federações continentais, à federação nacional ou ao basquete em geral".
Os itens fazem parte de documento datado de 18 de maio, ao qual a Folha teve acesso e que foi enviado pela Fiba a suas filiadas, incluindo a CBB.
Para José Medalha, diretor-executivo da Nossa Liga, não é intenção dos clubes entrar em confronto com a confederação.
"Não temos problema em seguir as regras da Fiba. A Nossa Liga já fez tudo o que a legislação do país manda. Já comunicamos nossa existência para a CBB, o COB [Comitê Olímpico Brasileiro] e o Ministério do Esporte, que até nos cumprimentou por contribuir para o progresso do esporte brasileiro", afirma.
A NLB, porém, quer promover seu próprio evento. A entidade, que funciona de acordo com a Lei Pelé, contratou a Traffic, responsável por negociar acordos com patrocinadores e TVs.
O principal temor de dirigentes ligados à Nossa Liga, ouvidos pela Folha, é sobre a regularização dos atletas. Teoricamente, um jogador de clube da NLB pode ser impedido de se transferir para o exterior ou de defender a seleção.
A medida encontra restrições. "Temos de levar os melhores jogadores. Jamais foi cogitado deixar de chamar alguém por causa disso [conflito entre NLB e CBB]. Ninguém é o dono do basquete brasileiro", diz Lula, técnico do time masculino, que conta com dois auxiliares -Guerrinha (Rio Claro) e José Neto (Paulistano)- e um atleta -o pivô Murilo (Franca)- ligados à NLB.
Outra medida que a CBB pode tomar é proibir que o Rio de Janeiro, equipe da qual Oscar é dirigente, jogue a Liga Sul-Americana. Por ser o atual campeão nacional, o time teria o direito de competir. Para a CBB, é necessário que o clube jogue seu Estadual e o Nacional seguinte para confirmar presença na competição.
"Isso pode atingir uma equipe da liga entre 32. A grande maioria está interessada é em jogar um campeonato forte", crê Medalha.
O veto da CBB à vaga do Rio de Janeiro irá contrariar prática já adotada pela entidade. O Flamengo, que não jogou o Estadual-04 e o Nacional-05, não foi impedido de participar da Liga Sul-Americana-05. Usou time improvisado com veteranos e formado às pressas. A CBB argumenta que, por isso, o regulamento foi alterado.

O QUE DIZ A REGRA

A liga deve respeitar a autoridade de sua federação nacional como única responsável pelo basquete em seu país

Fonte: Folha de São Paulo

Janeth faz 17 pontos, mas Houston Comets perde pela 11ª vez

Houston (Estados Unidos) - A brasileira Janeth teve uma boa atuação, mas não consegui levar o Houston Comets à vitória na noite da ultima sexta-feira pela WNBA. A ala marcou 17 pontos, roubou três bolas e pegou dois rebotes na derrota de seu time por 80 a 75 para o Phoenix Mercury.
Faltando dez rodadas para o término da temporada regular da WNBA, a equipe da brasileira tem boas chances de seguir adiante na competição. Esta foi 11ª derrota dos Comets em 26 partidas realizadas.

Iziane joga mal e Storm cai após seis jogos invictos


Indianápolis (EUA) - O Seattle Storm, equipe da WNBA na qual atua a brasileira Iziane Marques, foi derrotado pelo Indiana Fever na noite desta quinta-feira. Jogando fora de casa, o time da Conferência Oeste não conseguiu manter a invencibilidade das últimas seis partidas e acabou perdendo por dez pontos de diferença: 78 a 68 (34 a 24 no primeiro tempo).
O Storm não era derrotado desde o último dia 13 de julho, quando caiu diante do Washington Mystics por 78 a 71. A maior responsável pela vitória do Fever foi Tamika Catchings, em grande noite: conseguiu nove rebotes, seis assistências e 24 pontos, sendo a cestinha do jogo. Com uma atuação apagada, Iziane permaneceu apenas 16 minutos em quadra, conseguindo dois rebotes e uma assistência. Ela não marcou pontos.

Com este resultado, o Storm soma 14 vitórias e 11 derrotas, permanecendo na terceira posição da Conferência Oeste, que conta com sete times. Já o Fever é o segundo colocado na Conferência Leste, atrás apenas do Connecticut Sun, líder com 19 vitórias em 25 jogos.

Iziane faz apenas seis pontos em derrota do Seattle Storm


Nova York (Estados Unidos) - A brasileira Iziane não conseguiu levar o Seattle Storm à vitória na 26ª rodada da primeira fase da WNBA, o campeonato norte-americano de basquete feminino. A brasileira fez apenas seis pontos na derrota de seu time para o New York Liberty por 79 a 67. Nos 24 minutos que permaneceu em quadra, Iziane também obteve dois rebotes.
Com o resultado, o Seattle Storm caiu para a terceira colocação da Conferência Oeste e está ameaçado de não se classificar para os playoffs. Até aqui, o time da brasileira tem 14 vitórias e 12 derrotas.


Fonte: Gazeta Esportiva


BRASIL GANHA A SEGUNDA DA GRÉCIA: 64 x 45

Rio de Janeiro – A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, ganhou da Grécia por 64 a 45 (37 a 24 no primeiro tempo), em Atenas. A cestinha da partida foi a ala Micaela, do Brasil, com 18 pontos. Na equipe grega a principal pontuadora foi a ala Samarobova, com 12 pontos. No primeiro confronto realizado no sábado, o Brasil venceu por 67 a 62. Nesta terça-feira (13h de Brasília), o Brasil enfrenta a China, atual campeã asiática e classificada para o Mundial de 2006. Na quinta-feira acontece o último amistoso entre Brasil e Grécia.

— Fizemos uma partida excelente, principalmente na defesa, onde alternamos a marcação por zona e individual. Esse ótimo trabalho defensivo dificultou as jogadas de ataque do adversário, que não conseguiu marcar mais do que 45 pontos. Também tivemos um bom desempenho no ataque e 50% de aproveitamento nas bolas de 3 pontos (7 acertos em 14). Destaco também o jogo coletivo das 12 jogadoras que entraram em quadra — explicou o técnico Antonio Carlos Barbosa.

O Brasil venceu com Fabianna (2pts), Lílian (13), Micaela (18), Ega (12) e Érika (5). Entraram: Chuca (5), Jaqueline (0), Vivian (0), Mamá (3), Graziane (3), Ísis (0) e Tayara (3).

— Jogos Amistosos na Grécia
Dia 6/8 – Grécia 67 x 62 Brasil (08 x 16 / 14 x 16 / 24 x 16 / 16 x 19)
Cestinhas: Maltsi (GRE) 25pts e Érika (BRA) 15pts

Dia 7/8 –Grécia 45 x 64 Brasil (13 x 21/ 11 x 16 / 06 x 13 / 15 x 14)
Cestinhas: Samarobova (GRE) 12pts e Micaela (BRA) 18pts

Dia 9/8 – Brasil x China (13h)
Dia 11/8 – Brasil x Grécia (13h)
OBS: Horários de Brasília.

— Jogos Desafio Eletrobrás
Dia 20 de agosto
10h00 – Brasil x Canadá – Ginásio Bolão (Jundiaí/SP)
(Tv Globo – Ao vivo)
Dia 21 de agosto
14h00 – Brasil x Canadá – Ginásio do Pinheiros (SP)
(SPORTV – Ao vivo)

— Copa Internacional Eletrobrás (Rio de Janeiro/RJ)
Dia 24 de agosto
20h00 – Canadá x Argentina
Dia 25 de agosto
18h00 – Canadá x Cuba e 20h00 – Brasil x Argentina
Dia 26 de agosto
18h00 – Argentina x Cuba e 20h00 – Brasil x Canadá
Dia 27 de agosto
10h00 – Brasil x Cuba
(Tv Globo – Ao vivo)

— Jogos Desafio Eletrobrás
Dia 30 de agosto
20h00 – Brasil x Cuba – Ginásio Avertino Ramos (Macapá/AP)
Dia 1º de setembro
20h00 – Brasil x Cuba (Rio de Janeiro)

sábado, 6 de agosto de 2005

BRASIL VENCE GRÉCIA POR 67 x 62 EM ATENAS

A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, ganhou da Grécia por 67 a 62 (32 a 22 no primeiro tempo), em Atenas. As cestinhas da partida foram Maltsi, da Grécia, e Érika, do Brasil, com 25 e 15 pontos, respectivamente. As duas seleções voltam a se enfrentar neste domingo (13h de Brasília). Na quarta-feira, também em Atenas, as brasileiras enfrentam a China. Na quinta-feira acontece o último amistoso entre Brasil e Grécia.

— Fizemos uma partida muito equilibrada contra um adversário que manteve a mesma seleção que disputou a Olimpíada de Atenas, em 2004, e que já está classificado para a fase final do Campeonato Europeu, que é classificatória para o Mundial de 2006. Taticamente o nosso time esteve muito bem estruturado em todos os setores, principalmente a defesa no primeiro tempo quando sofremos apenas 22 pontos. No ataque mantivemos a regularidade nos quatro períodos — analisou o técnico Antonio Carlos Barbosa.

O Brasil venceu com Fabianna (3pts), Lílian (13), Micaela (14), Ega (8) e Érika (15). Entraram: Chuca (3), Jaqueline (0), Vivian (3), Mamá (6) e Graziane (2).

— Jogos Amistosos na Grécia
Dia 6/8 – Grécia 67 x 62 Brasil (08 x 16 / 14 x 16 / 24 x 16 e 16 x 19)
Cestinhas: Maltsi (GRE) 25pts e Érika (BRA) 15pts

Dia 7/8 – Brasil x Grécia (13h)
Dia 9/8 – Brasil x China (13h)
Dia 11/8 – Brasil x Grécia (13h)
OBS: Horários de Brasília.

— Jogos Desafio Eletrobrás
Dia 20 de agosto
10h00 – Brasil x Canadá – Ginásio Bolão (Jundiaí/SP)
(Tv Globo – Ao vivo)
Dia 21 de agosto
14h00 – Brasil x Canadá – Ginásio do Pinheiros (SP)
(SPORTV – Ao vivo)

— Copa Internacional Eletrobrás (Rio de Janeiro/RJ)
Dia 24 de agosto
20h00 – Canadá x Argentina
Dia 25 de agosto
18h00 – Canadá x Cuba e 20h00 – Brasil x Argentina
Dia 26 de agosto
18h00 – Argentina x Cuba e 20h00 – Brasil x Canadá
Dia 27 de agosto
10h00 – Brasil x Cuba
(Tv Globo – Ao vivo)

— Jogos Desafio Eletrobrás
Dia 30 de agosto
20h00 – Brasil x Cuba – Ginásio Avertino Ramos (Macapá/AP)
Dia 1º de setembro
20h00 – Brasil x Cuba (Rio de Janeiro)

quinta-feira, 4 de agosto de 2005

Basquete de Ourinhos conquista Ouro nos Regionais

Time era favorito e confirmou título


Pela 12º vez consecutiva, a equipe de basquete feminino de Ourinhos é campeã nos Jogos Regionais. Desde 1994 que o time se mantém invicto na liderança. A vitória já era esperada pelo técnico Antônio Carlos Vendramini devido ao bom desempenho das jogadoras em outros campeonatos disputados este ano. Com placar de 95 a 51, Ourinhos ganhou o Ouro na final, na manhã de ontem, contra Marília.
Depois de vencer de Paraguaçu Paulista, na quinta-feira, 28, com placar de 138 a 13, o time se classificou para o último jogo com a equipe de Marília. De acordo com o técnico Vendramini, ele esperava que a disputa final fosse mais acirrada. "Pensei que fosse dar mais trabalho. Nossa equipe jogou bem desde o início do jogo, mantendo sempre uma boa vantagem de pontos. Nós impusemos um ritmo forte na disputa. Já o time de Marília estava jogando sem poder e sem vibração", analisa.
Para ajudar a equipe, a jogadora Palmira - dispensada para jogar na seleção brasileira - conseguiu chegar a tempo de disputar o último jogo. Além dela, Gattei, Bethânia, Millene, Lisdeive, Lígia e as jogadoras Fabiana e Taís do infanto formaram o basquete feminino que ganhou o 49º Jogos Regionais em Assis.
Vendramini diz que agora as jogadoras terão uma semana de folga para descansarem e se prepararem para os próximos campeonatos. "Nossa próxima atividade é em outubro e elas merecem um descanso. Na hora que os treinos recomeçarem vamos pegar forte na preparação, pois quando elas começarem a jogar só irão parar em fevereiro de 2006", garante.

Vitórias - A equipe de basquete feminino FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos já vem "colecionando" vitórias nos jogos que tem disputado nos últimos tempos. Nos jogos do Campeonato Paulista, realizado no primeiro semestre deste ano, o time disputou 21 partidas e terminou o torneio invicto. Um feito inédito até o momento. As jogadoras também venceram o Campeonato Interclubes sem nenhuma derrota.
Segundo informações do técnico, a equipe não perde jogos disputados dentro do "Mosntrinho" há mais de um ano. A última derrota da equipe ocorreu no Campeonato Nacional de 2004 contra o time de São Bernardo.


Fonte: Debate
Traffic define início da NLB, mas pouco diz

Empresa que vai organizar a competição apresentou projeto anteontem aos clubes, porém a única confirmação oficial é de que a competição começa em outubro

Cobertura televisiva pelo canal aberto, cotas de patrocínios, circuitos nas cidades participantes e até a logomarca da NLB (Nossa Liga de Basquete) foram apresentados anteontem à tarde pela empresa que organiza o torneio, a Traffic, aos clubes participantes na categoria feminina, em São Paulo. O campeonato começará em outubro e, por enquanto, 14 clubes estão relacionados. A Unimep/Ampla/Selam foi representada por sua presidente, Ilda Borges Gonçalves, que ficou contente com o que viu e ouviu.
Mesmo assim, ela disse que, a pedido da empresa, pouco poderá ser revelado por enquanto, para evitar atritos com a "concorrência', o campeonato que será organizado pela CBB (Confederação Brasileira de Basquete). Uma nova reunião foi marcada para terça-feira que vem, novamente na sede da empresa de marketing esportivo
De acordo com Borges, ainda falta a confirmação das equipes que vão participar do torneio. "Sem isso eles não podem definir valores. Mas eles apresentaram a marca da NLB, ouviram a opinião do público e até apresentaram a proposta de transmissão de tevê aberta e o interesse da tevê a cabo. Eu fiquei muito feliz pelo que vi, pois a Traffic está fazendo um trabalho muito bonito. Eles já têm prontos propostas de logomarcas da Liga e até a bola será diferente", contou Borges. A Traffic foi procurada para falar sobre o assunto e a posição oficial era de sigilo sobre as informações da Nossa Liga de Basquete.
De acordo com ela, apenas dois representantes não compareceram à reunião, Marília e o Centro de Formação da Janeth, jogadora que é defende a criação da Liga. "Eu acredito que houve algum outro problema, mas ainda teremos que esperar a confirmação final dos participantes", disse Borges.
Ilda Borges ainda revelou que a empresa que organiza o torneio garantiu custeio a todas as despesas na competição, desde o quadro de árbitros até os gastos com viagens. "Teremos que ficar responsável somente com o salário da equipe. Haverá uma divisão das cotas de patrocínio entre todos os clubes, e mais a taxa administrativa. É uma excelente atitude, pois, antes, nós não tínhamos nada, eles (a CBB) ficavam com tudo", disse a presidente.
Ela garantiu que o ideal seria a realização de apenas um campeonato nacional e que a intenção dos clubes não é "brigar'. "O correto seria todos os clubes se unirem para buscar o melhor para o esporte. Do jeito que está, o basquete vai morrer e a idéia da Nossa Liga é evitar que isso aconteça", contou Ilda.
A Unimep se reapresenta para os trabalhos na próxima segunda-feira. Algumas atletas serão dispensadas dos trabalhos para a seqüência do ano e, outras, estão por vir. "Estamos buscando outros parceiros e conversando com o empresariado da região. A esperança é conseguir apoio para montar um time competitivo", finalizou Borges.


Fonte: Jornal de Piracicaba
Catanduva conhece rivais no Paulista da A-2

Sete equipes vão brigar por duas vagas para a Série A-1 no ano que vem; equipe estréia contra Santos


A Federação Paulista de Basquete (FPB) divulgou na noite da última segunda-feira os adversário e o regulamento da disputa do Campeonato Paulista de Basquete Feminino da Série A-2.
A competição que envolve as mulheres está prevista para começar no dia 20 ou 21 de agosto e vai contar com a participação de seis equipes, além de Catanduva/Jesus Adolescente. São elas: Apab/Barretos, ASBS/Suzano, Finasa/Osasco, LBS/Fupes/Santos, Tênis Clube São José/Fadenp/PAC (São José dos Campos) e Taubaté.
De acordo com o regulamento, as equipes se enfrentam em turno e returno.
Os dois primeiros colocados garantem vaga diretamente à semifinal, que será disputada no sistema playoff. As equipes classificadas em terceiro, quarto, quinto e sexto lugares disputam o playoff nas quartas-de-final. O campeão e vice do torneio garantem acesso para a disputa da Série A-1 em 2005.
De acordo com o Edeval Curitiba Corrêa, dirigente municipal responsável pelo basquete, a tabela completa do torneio será divulgada até o final desta semana. “Agora, os adversários são bem mais fortes do que enfrentamos. Vamos entrar firme na competição para buscar uma das duas vagas para a divisão especial”, comentou.

Em Catanduva, os jogos da equipe comandada pelo técnico Édson Ferreto serão disputados na quadra do Colégio Jesus Adolescente, patrocinadora do time.

Reforço

A pivô Lelé é o mais novo reforço da equipe. A jogadora vem de São Bernardo. Assim como a ala Roberta, Lelé jogou em todas as categorias de base da seleção brasileira feminina.

Liga Rio-pretense

Com o término dos Jogos Regionais, o torneio da Liga Rio-pretense de basquete volta a ser disputado na próxima semana. O quadrangular decisivo da competição envolverá, além de Catanduva, as equipes de São José do Rio Preto, Birigui e Jaú.
Como Catanduva foi a melhor equipe na primeira fase, a cidade poderá escolher se será sede ou não dos jogos decisivos do torneio. “Ainda vamos definir mais este detalhe nos próximos dias”, comentou Curitiba.

Patrocínio

A empresa Consfran, de Catanduva, vai patrocinar a armadora Natália, que atuava em uma equipe dos Estados Unidos.

Além de Natália, Curitiba ainda corre atrás de mais empresas para patrocinar a vinda de uma jogadora do São Paulo/Guarú.


Fonte: Notícia da Manhã
Nenê mantém decisão de boicote à seleção


São Paulo (SP) - O pivô Nenê acabou com qualquer esperança do técnico Aloísio Ferreira, o Lula, contar com seu basquete na seleção brasileira na disputa da Copa América, no fim de agosto, na República Dominicana. Nesta quarta-feira, durante evento de um de seus patrocinadores oficiais, o jogador do Denver Nuggets, disputado nos bastidores por outras equipes da NBA, reiterou a sua posição de não voltar ao escrete nacional.
Nenê defende melhores condições para os jogadores brasileiros, pede mais profissionalismo dos jogadores, técnicos e dirigentes e afirma que só entrará com a camisa da seleção quando oferecerem boa infra-estrutura. Preocupado com o basquete, o pivô não cita mais detalhes, mas deixa claro sua posição contrária à administração de Gerasime Bozikis, o Grego, presidente da CBB.

“Só voltarei para a seleção quando tiver condições aceitáveis de trabalho. Quem entende de basquete sabe o que quero dizer, não preciso falar. Basta ver o esporte no Brasil e conferir que é horrível a infra-estrutura oferecida. Quero entrar na quadra para jogar bem e estou preocupado com o crescimento do esporte. Chega de gente preocupada apenas com o seu salário, quero profissionalismo”, assegurou o pivô.

Se depender de vontade, o Brasil ficará órfão de Nenê por um bom tempo. O jogador reagiu com ironia quando perguntado o que esperava, por parte da CBB e do técnico Lula, para voltar à seleção. A conquista da Copa América seria um dos fatores que influenciariam a decisão do pivô.

“Para voltar, eu espero tudo. Estou cansado de falar das vitórias dos anos 60,70 e 80. Estamos há oito anos sem ganhar nada especial e isso me deixa frustrado”, concluiu um estarrecido Nenê.

(Gazeta Esportiva)

Nenê diz que colegas da NBA riem do Brasil

O ala-pivô Nenê, 22, maior astro do basquete nacional, reiterou ontem, em São Paulo, que não irá defender mais a seleção brasileira enquanto não houver mudanças.
"As condições atuais para defender o Brasil são inaceitáveis", declarou o jogador, que esteve na cidade para participar de uma clínica para jovens talentos.
Nenê havia dito, antes da eleição na confederação brasileira, que não voltaria à equipe nacional enquanto não houvesse mudanças na administração da entidade.
Com a reeleição de Gerasime Bozikis, o Grego, o ala-pivô havia voltado atrás, justificando sua ausência neste ano para tratar de várias lesões que havia sofrido durante a temporada da NBA. Agora, mudou o tom do discurso.
"Quando falo para meus companheiros no exterior sobre a situação dos jogadores do Brasil, eles riem", comentou o atleta, que aponta a "falta de profissionalismo dos dirigentes" como o principal empecilho para seu retorno.
Joe Santos, um dos agentes de Nenê, disse que sugeriu a contratação de um técnico norte-americano para auxiliar no trabalho da seleção -ele citou Jarinn Arkana (ex-Denver) e Bob Donewald (ex-Cleveland). "A comissão técnica do Brasil é boa, mas poderia ser melhor. Temos muito o que aprender com os americanos."
O principal torneio da seleção nacional neste ano é a Copa América, classificatória para o Mundial-06, que começa no dia 24.

(Folha de São Paulo)

Peneira nacional

Fábio Zambeli

Grego e Luiz Antonio Rodrigues acreditam que a convocação de 47 meninas é uma fórmula eficiente para as categorias de base

A CBB evocou uma iniciativa “inédita e revolucionária” na preparação das seleções femininas de base, definhadas pelos sucessivos fiascos no continente.
No esforço para recuperar a hegemonia sul-americana, convocou 47 jogadoras de 14 a 16 anos para o que convencionou chamar de Desenvolvimento de Talentos com vistas ao campeonato cadete, marcado para setembro na Venezuela.

Qualquer semelhança com a malfadada experiência de Vicente Feola na convocação do escrete canarinho que fracassou na Copa do Mundo de 66, na Inglaterra, não é mera coincidência.

À ocasião, foram chamados 44 atletas para os treinamentos e a triagem dos 22 que iriam à Grã-Bretanha. O resultado é amplamente conhecido: retumbantes reveses e precoce eliminação.

A analogia parece simplista, mas remete ao duvidoso método ora apregoado pelos dirigentes de burilar pedras brutas em verdadeiras peneiras como a que se aproxima.

Segundo o presidente da CBB, Gerasime Bozikis, a estratégia se justificará na Olimpíada de 2012, quando a geração atingirá a média de 21 a 23 anos.

“A CBB nunca fez uma convocação tão ampla. Vários técnicos foram consultados e nosso objetivo é não desperdiçar o surgimento de novos valores”, garante Grego, antevendo um trabalho intenso até o Mundial Sub-19 de 2009.

O mais estranho do planejamento esboçado pela entidade máxima do basquete brazuca é a preparação fatiada, em etapas, sempre realizada no ginásio do Pinheiros, em São Paulo. Na primeira fase, participarão 20 atletas; na segunda, outras 20; e no momento derradeiro estarão sete pré-selecionadas e mais 10 (ou 11, conforme o site oficial da confederação) que obtiverem algum destaque nos estágios preliminares.

O superintendente técnico da entidade, Luiz Antonio Rodrigues, acredita que a fórmula encontrada será eficiente na formação da base que viajará para o desafio venezuelano, onde a equipe verde-amarela tentará destronar as atuais campeãs argentinas.

“A comissão técnica terá uma visão ampla do potencial dessa geração e do trabalho de base realizado pelos clubes”, diz.

A seleção terá dois treinadores (Luiz Cláudio Tarallo e Maria do Carmo Rodrigues) e dois assistentes.

A lista divulgada esta semana contempla 21 clubes, de oito Estados brasileiros.

A distribuição geográfica das convocadas não é tão democrática como parece: são 30 paulistas, oito do Rio, três gaúchas, duas catarinenses e uma representante de Roraima, Maranhão, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

A presença reduzida de promessas fluminenses na relação anunciada pela CBB gerou polêmica pelos lados da Guanabara.

Os critérios de escolha são questionados veementemente pelos comandantes da Federação do Rio – que duvidam de uma observação minuciosa das competições locais.

À margem da discussão sobre os nomes garimpados é possível prever que a iniciativa da CBB tem chances reduzidas de prosperar. Parece mais uma tentativa desesperada de mostrar que a cartolagem não observa inerte os insucessos das seleções de base.

E mais: produz uma sensação de vertigem para os apaixonados pela modalidade. Quando se fala em Projeto 2012 logo vem à memória o Atenas 2004, que serviu de pretexto para alongar o mandato de Grego.

Fonte
: BasketBrasil

quarta-feira, 3 de agosto de 2005

Fabianna vira opçãopara lugar de Helen Luz

ALESSANDRO LUCCHETI

Armadora tem chance de disputar primeira Copa América

Uma nova geração já está sendo preparada para suceder Janeth, Helen, Alessandra e Cíntia Tuiú depois do Mundial do Brasil do ano que vem. Na armação, o talento de Fabianna, de 23 anos e 1,78m, sobressai.

Paulistana criada no Rio, Fabi começou no basquete na escolinha de seu condomínio, na Barra da Tijuca. Com 16 anos, fez parte do Fluminense que conquistou o título do Nacional, em 98. Convocada para a Copa América de 2001, ela foi cortada devido a uma torção de joelho.

Depois de se destacar no último Nacional, pelo São Caetano, Fabi volta a fazer parte dos planos do técnico Antonio Carlos Barbosa para a Copa América da República Dominicana, em setembro.


Chance

Fabi ultrapassou sua colega de geração, Passarinho. As duas foram vice-campeãs mundiais juvenis em 2001. No Sul-Americano da Colômbia, disputado neste mês, Fabi foi reserva de Helen. Mas a veterana ainda não cedeu aos pedidos de Barbosa para disputar a Copa América, porque tenta se recuperar do desgaste da temporada européia, em que foi campeã espanhola pelo Barcelona. Assim, Fabi pode assumir a armação da seleção adulta do Brasil. “Aprendi muito com a Helen no Sul-Americano. A experiência dela ajudou muito o grupo”.

Para Barbosa, Cuba e Canadá são favoritos ao título da Copa América, mas Fabi discorda. “Podemos ser campeãs. Não entraremos numa competição sem esse objetivo”.


Fonte: Diário de São Paulo
BRASIL É CAMPEÃO DO TORNEIO DE NÓRCIA

Nórcia / Itália – A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, conquistou o título do Torneio Internacional de Nórcia, na Itália. Quarta-feira à noite, pela terceira rodada, Israel venceu a Itália por 70 a 68 (31 a 33 no primeiro tempo). Com esse resultado, as três seleções terminaram empatadas com três pontos (uma vitória e uma derrota), mas o Brasil terminou em primeiro lugar porque teve melhor saldo de cestas, segundo critério de desempate. Nesta quinta-feira, a delegação brasileira viaja para Atenas onde irá realizar uma série de amistosos contra a Grécia a partir de sábado.

— Esse título é significativo porque estamos com uma equipe renovada e é um estímulo a mais para o trabalho que estamos desenvolvendo na seleção brasileira. Dando prosseguimento a essa fase de preparação para a Copa América, vamos jogar com a Grécia e a China. De volta ao Brasil teremos uma série de partidas contra Cuba, Canadá e Argentina — disse o técnico Antonio Carlos Barbosa.

— Torneio Internacional de Sórcia (Itália)
Dia 1º de agosto
Brasil 63 x 64 Itália (1º tempo: 34 x 37)
Dia 2 de agosto
Brasil 85 x 64 Israel (1º tempo: 38 x 37)
Dia 3 de agosto
Itália 68 x 70 Israel (1º tempo: 31 x 33)

Classificação Final
1º- Brasil (campeão); 2º- Itália; 3º- Israel

— Jogos Amistosos na Grécia
Dia 6/8 – Brasil x Grécia (16h)
Dia 7/8 – Brasil x Grécia (16h)
Dia 9/8 – Brasil x China (16h)
Dia 11/8 – Brasil x Grécia (16h)
OBS: Horários de Brasília.
No encerramento do Triangular, Itália perde de Israel

Na última rodada do Triangular de Norcia, a seleção italiana perdeu para Israel: 70-68.

As cestinhas foram a italiana Ballardini (21 pontos) e as israelenses Schwartz e Dori (11).

O título simbólico da competição amistosa fica com o Brasil.
Houston, de Janeth, vence de forma apertada


Houston (EUA) - O Houston Comets, equipe na qual atua a brasileira Janeth Arcain, venceu o Detroit Shock por 62 a 61na noite desta terça-feira, em partida válida pela WNBA. A cestinha do jogo foi Deanna Nolan, do Detroit, que marcou 23 pontos.
No entanto, quem decidiu mesmo o placar foi a estrela Sheryl Swoopes, do Comets, que acertou um arremesso perfeito a 23 segundos do final, dando a vitória para sua equipe. No total, ela marcou 17 pontos. Janeth, por outro lado, teve uma atuação mais discreta nos 31 minutos em que permaneceu em quadra: converteu seis pontos, além de conseguir um rebote e fazer quatro assistências.

Com este resultado, os Comets somam 15 vitórias e dez derrotas, o que lhes garante a segunda colocação da Conferência Oeste, que é liderada pelo Sacramento Monarchs, com 18 vitórias. O time de Janeth volta à quadra nesta sexta-feira para enfrentar o Phoenix Mercury.


Fonte: Gazeta Esportiva
Na Europa, basquete inícia transição


São Paulo - Apenas a armadora Vivian, da seleção brasileira de basquete que foi aos Jogos Olímpicos de Atenas, no ano passado, permanece no grupo que inicia nesta segunda-feira, na Europa, jogos preparatórios para a Copa América, o torneio Pré-Mundial da República Dominicana, de 14 a 18 de setembro. O Brasil, no entanto, não depende de classificação para o Mundial de 2006, como as demais seleções - como país-sede tem participação assegurada. O técnico chama o momento de transição, mas mesmo que quisesse não poderia ter agora as principais atletas do País, atuando no exterior ou lesionadas.

Janeth e Iziane, por exemplo, optaram por atuar na WNBA e não jogam nem a Copa América, porque o torneio coincide com as datas dos playoffs. Alessandra, Kelly e Adrianinha, recuperando-se de lesões, podem voltar. O técnico admite que as jogadoras estão sobrecarregadas por disputar Europeu, Paulista, WNBA e seleção. Sem investimentos, o basquete interno não tem clubes e salários para manter as atletas no País.

O fato é que Barbosa resolveu testar atletas que não são titulares em seus clubes, como a gigante pivô Isis, de 21 anos e 2,02 m, reserva em Ourinhos, a ala Jaqueline, de 19 anos e 1,78 m, que nem atuou no adulto - Jundiaí só tem até a categoria juvenil -, e a também ala Tayara, de 23 anos e 1,80 m, do Clube Verdade, de Ribeirão Preto. Com um grupo bem novo, "aposta" de Barbosa, a seleção joga o Torneio Internacional de Nórcia, nesta segunda, contra a Itália, e terça-feira, contra Israel. A partir de quinta-feira e até o dia 13, faz amistosos contra a seleção da Grécia, em Atenas.

"Tivemos um momento parecido com esse, após o Mundial de 1998, quando Paula e Branca estavam deixando a seleção", compara Barbosa. "Temos um grupo em três faixas: as que têm experiência, as que estão chegando agora e as que treinam, mas não tiveram participação efetiva em quadra. Os jogos oficiais deste ano e os amistosos vão ajudar o grupo a dar um salto de qualidade."

O técnico cita entre as atletas que eram "troca", sem responsabilidade de decidir, Mamá, Patrícia, Chuca, Lilian, Micaela, Vivian, Ega, Zani, que agora devem ser mais efetivas. Barbosa afirma que visa aumentar o número de jogadoras selecionáveis para o Mundial. "Quero criar esse espírito de que ninguém tem cadeira cativa na seleção."


A seleção também fará amistosos no País: Canadá (dias 20 e 21 de agosto); Cuba, Canadá e Argentina (24 a 27); Cuba (30 de agosto e 1.º de setembro).


Fonte: Estadão
CBB INOVA E CONVOCA 47 ATLETAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE TALENTOS ELETROBRÁS

Rio de Janeiro – Numa iniciativa inédita, a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) convocou 47 jogadoras de 21 clubes, representando oito estados, para participar do Desenvolvimento de Talentos Eletrobrás Cadete Feminino. O objetivo é a capacitação e avaliação das atletas, de 14 a 16 anos, pela comissão técnica da seleção brasileira. Desse grupo sairá a base da equipe cadete que irá representar o Brasil no 13º Campeonato Sul-Americano da categoria, de 5 a 11 de setembro, na Venezuela.

— A CBB nunca fez uma convocação tão ampla. Vários técnicos foram consultados e nosso objetivo é não desperdiçar o surgimento de novos valores. Estamos iniciando um novo trabalho visando às competições continentais de base até o Campeonato Mundial Sub-19, em 2009. Com a preparação dessas meninas de 14 a 16 anos, já estamos projetando resultados para competições como Olimpíadas de 2012, quando essa geração terá entre 21 a 23 anos — explicou o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis.

O Desenvolvimento de Talentos Eletrobrás será realizado no ginásio do Pinheiros, em São Paulo, em três etapas: 5 e 6 de agosto (20 atletas), 7 e 8 (mais 20 atletas) e 9 e 10 (sete atletas pré-selecionadas da seleção brasileira e mais 10 ou 11 que se destacaram nos dois primeiros grupos).

— Dessa forma, a comissão técnica terá uma visão ampla do potencial dessa geração e do trabalho de base realizado pelos clubes. Na fase final de preparação para o Sul-Americano, pensamos ter até 18 jogadoras para formar a seleção brasileira — comentou o superintendente técnico da CBB, Luiz Antonio Rodrigues.

— 1ª FASE DE TREINAMENTO
Local: Ginásio do Pinheiros (SP)
Data: 5 e 6 de agosto
Horários: 10h/12h e 18h/20h

NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE
Millena Pereira – Pivô – 15 anos – 1,90m – Finasa/Osasco (SP)
Laís Ambrósio – Pivô – 16 anos – 1,88m – Fluminense (RJ)
Tamires Martins – Pivô – 16 anos – 1,85m – Finasa/Osasco (SP)
Fabiana de Lara – Pivô – 15 anos – 1,84m – Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (SP)
Andresa Arantes – Pivô – 14 anos – 1,81m – Tijuca Tênis Clube (RJ)
Tatiane Nascimento – Ala – 14 anos – 1,80m – C.F.E. Janeth Arcain (SP)
Natalia Gazzeti – Armadora – 16 anos – 1,80m – Finasa/Osasco (SP)
Larissa Camargo – Ala – 15 anos – 1,78m – Tijuca Tênis Clube (RJ)
Thaissa Dominguez – Ala – 16 anos – 1,77m – Finasa/Osasco (SP)
Patrícia Ribeiro – Ala/Pivô – 14 anos – 1,77m – C.F.E. Janeth Arcain (SP)
Josiane Basílio – Ala – 14 anos – 1,76m – Botafogo (RJ)
Fernanda Machado – Armadora – 16 anos – 1,75m – Fluminense (RJ)
Adaynan Campos – Pivô – 14 anos – 1,75m – C.F.E. Janeth Arcain (SP)
Marcela Cattoni – Ala – 16 anos – 1,74m – Mangueira/Xerox (RJ)
Carolaine Sarmento – Ala – 16 anos – 1,73m – Mangueira/Xerox (RJ)
Camila Lacerda – Armadora – 16 anos – 1,68m – Finasa/Osasco (SP)
Francine dos Santos – Armadora – 15 anos – 1,67m – Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (SP)
Andressa Ferreira – Armadora – 16 anos – 1,57m – Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (SP)

— 2ª FASE DE TREINAMENTO
Local: Ginásio do Pinheiros (SP)
Data: 7 e 8 de agosto
Horários: 10h/12h e 18h/20h

Fabiana de Souza – Pivô – 14 anos – 1,90m – Unimed/Americana (SP)
Ana Carolina Lima – Pivô – 16 anos – 1,87m – Santo André (SP)
Paula Martins – Pivô – 16 anos – 1,86m – Colégio Dom Bosco (RO)
Patrícia Pereira – Pivô – 16 anos – 1,86m – Colégio Dom Bosco (MS)
Taís Pinto – Pivô – 14 anos – 1,85m – Colégio Magno (MG)
Luara Kaesemodel – Armadora – 14 anos – 1,82m – Colégio Bom Jesus/Joinville (SC)
Bruna Siqueira – Armadora – 15 anos – 1,82m – Colégio Sinodal (RS)
Mariana Franca – Ala – 16 anos – 1,80m – Divino/COC/Jundiaí (SP)
Sheila Costa – Ala/Pivô – 16 anos – 1,80m – Guarulhos (SP)
Angélica Valdo – Ala/Pivô – 16 anos – 1,80m – Santo André (SP)
Caroline Veiga – Armadora – 14 anos – 1,80m – Corinthians Atlético Clube (RS)
Amanda Crucillo – Ala/Pivô – 15 anos – 1,78m – Pinheiros (SP)
Juliana Reina – Ala – 14 anos – 1,78m – Colégio Sinodal (RS)
Aline Figueira – Ala/Pivô – 15 anos – 1,73m – Colégio Bom Jesus/Joinville (SC)
Sullly Luz – Armadora – 15 anos – 1,73m – Divino/COC/Jundiaí (SP)
Verônica Ferreira – Armadora – 15 anos – 1,72m – São Caetano (SP)
Alessandra Vicente – Armadora – 15 anos – 1,72m – Santo André (SP)
Priscila Cergol – Armadora – 15 anos – 1,69m – Divino/COC/Jundiaí (SP)
Thaíssa Frediane – Armadora – 16 anos – 1,67m – Santo André (SP)
Débora Costa – Armadora – 13 anos – 1,65m – Unimed/Americana (SP)

— 3ª FASE DE TREINAMENTO
Local: Ginásio do Pinheiros (SP)
Data: 9 e 10 de agosto
Horários: 10h/12h e 18h/20h

Nádia Colhado – Ala/Pivô – 16 anos – 1,92m – Divino/COC/Jundiaí (SP)
Mayara Oliveira – Pivô – 15 anos – 1,86m – Beto Sport (MA)
Michele Lopes – Pivô – 16 anos – 1,84m – Divino/COC/Jundiaí (SP)
Dominick Rocha – Pivô – 16 anos – 1,82m – Santo André (SP)
Flávia Andrade – Ala – 16 anos – 1,80m – Unimed/Americana (SP)
Laylla Pinheiro – Armadora – 16 anos – 1,76m – Unimed/Americana (SP)
Ariane Silva – Armadora – 16 anos – 1,72m – Unimed/Americana (SP)

COMISSÃO TÉCNICA
Administrador: José Alberto Pereira
Técnicos: Luiz Cláudio Tarallo e Maria do Carmo Ferreira
Assistentes técnicos: Rafaela Lopes e Leonardo Peçanha
Médico: Dr. Adriano Ribeiro
Preparador físico: Paulo Martinagno
Fisioterapeutas: Michele Andrade e Patrícia Salles

terça-feira, 2 de agosto de 2005

Time nacional passa por Sérvia e garante ouro

da Gazeta Esportiva

Ancara (Turquia) - As comemorações no vôlei nacional não terminam. Depois das seleções adultas conquistarem os pentacampeonatos da Liga Mundial e do Grand Prix, o time infanto-juvenil feminino venceu o Mundial da categoria, em Macau, neste domingo. Poucas horas depois, a equipe feminina juvenil venceu o Mundial de Ancara, na Turquia.

A final foi disputada contra Sérvia e Montenegro e as brasileiras viraram o placar, vencendo por 3 sets a 1, parciais de 22/25, 25/12, 25/16, 25/14. Foi o quinto título brasileiro em mundiais, o terceiro seguido.


Essas são as manchetes do Vôlei.

Enquanto isso, nosso basquete não consegue nem classificação para os Mundiais das categorias de base.

Time de Janeth mexe e remexe

O Houston, da cestinha Janeth, muda no meio da temporada.

O time já deve contar hoje com a armadora Dawn Stanley, do Sting, que, em troca, receberá Adrianne Goodson e Kristen Rasmussen.
BRASIL VENCE ISRAEL POR 85 x 64 NO TORNEIO DE NÓRCIA

Nórcia / Itália – A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, venceu Israel por 85 a 64 (38 a 37 no primeiro tempo) pela segunda rodada do Torneio Internacional de Nórcia. A pivô Ega foi a cestinha do jogo com 22 pontos. Nesta quarta-feira, 15h de Brasília, jogam Itália e Israel no encerramento da competição. Na quinta-feira, a delegação do Brasil viaja para Atenas onde irá realizar uma série de amistosos contra a Grécia.

— Ao contrário da partida de segunda-feira contra a Itália, tivemos um rendimento melhor e conseguimos impor nosso ritmo de jogo. Dominamos os rebotes, fizemos uma excelente marcação na defesa e melhoramos o aproveitamento nos arremessos, principalmente de três pontos (acertamos 10 em 18). As jogadoras mais novas como a Ísis, Jaqueline, Tayara e Fabiana estão correspondendo e tiveram uma boa participação nos dois jogos. Com certeza, essa excursão está dando mais experiência internacional para esse grupo — disse o técnico Antonio Carlos Barbosa.

O Brasil ganhou com Fabiana (4pts), Lílian (14), Micaela (14), Ega (22) e Érika (8). Depois: Tayara (2), Chuca (0), Jaqueline (3), Vivian (7), Mamá (8), Isis (3) e Graziane (0).
Cria 3

O site pbf.blogspot.com notou com propriedade que, na campanha para metralhar a liga independente dos clubes, a CBB até agora não tratou do feminino. E o Nacional delas devia começar em outubro...

Fonte:
Trecho da coluna de Melchiades Filho, hoje na Folha de São Paulo

FPB DEFINE ESTADUAIS DA SÉRIE A-2

A Federação Paulista de Basketball (FPB) realizou nesta segunda-feira (1o de agosto), em sua sede na Capital, reunião com as equipes para definir o Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 – 2005 e também o Campeonato Paulista Masculino da Série A-2 – 2005.

A competição que envolve as mulheres está prevista para começar no dia 20 ou 21 de agosto e vai contar com a participação de sete agremiações: APAB/Barretos, ASBS/Suzano, Catanduva, Finasa/Osasco, LBS/FUPES/Santos, Tênis Clube São José/FADENP/PAC (São José dos Campos) e Taubaté.

De acordo com o regulamento, as equipes se enfrentam em turno e returno. Os dois primeiros colocados garantem vaga diretamente ao playoff – semifinal. As agremiações classificadas em 3o, 4o, 5o e 6o lugares disputam o playoff – quartas-de-final.

segunda-feira, 1 de agosto de 2005

ITÁLIA SUPERA BRASIL POR UM PONTO NO TORNEIO DE NÓRCIA

Nórcia / Itália – A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, foi superada pela Itália por 64 a 63 (37 a 34 no primeiro tempo) na abertura do Torneio Internacional de Nórcia. A pivô Érika Cristina foi a cestinha do jogo com 23 pontos. O Brasil volta à quadra nesta terça-feira (15h de Brasília) para enfrentar a seleção de Israel. Na quarta-feira, no mesmo horário, jogam Itália e Israel. Na sexta-feira, a delegação viaja para Atenas onde irá realizar uma série de amistosos contra a Grécia.

— O jogo foi equilibrado desde o início e acabamos perdendo em pequenos detalhes. Faltando dois minutos para o final, tínhamos uma vantagem de quatro pontos (63 a 59) e não conseguimos mais pontuar. O importante agora é corrigir os erros e dar mais experiência para as mais novas. Acredito que com o grupo mais adaptado ao fuso horário conseguiremos um melhor rendimento — disse o técnico Antonio Carlos Barbosa.

BRASIL (18 + 16 + 20 + 09 = 63)
Vivian (0pts), Micaela (15), Lilian (6), Ega (7) e Erika (23). Depois: Fabiana (0), Tayara (1), Jaqueline (1), Chuca (2), Ísis (4), Graziane (0) e Mamá (2). Técnico: Antonio Carlos Barbosa.

ITÁLIA (20 + 17 + 16 + 11 = 64)
Pastore (2pts), Franchini (4), Ramon (2), Gentile (5) e Ballardini (18). Depois: Zanoni (2), Santucci (2), Ress (10), Ciampoli (2), Danzi (6), Gibertini (2), Cirone (7), Giauro (2) e Fabrine (0). Técnico: Gianni Lambrusch.

— Torneio Internacional de Sórcia (Itália)
Dia 1º de agosto
Brasil 63 x 64 Itália (1º tempo: 34 x 37)
Dia 2 de agosto
15h00 – Brasil x Israel
Dia 3 de agosto
15h00 – Itália x Israel
OBS: Horário de Brasília.
Brasil perde da Itália: 64X63



Na estréia no Torneio de Norcia, o Brasil perdeu da anfitriã Itália por 64 X 63.

As cestinha brasileiras foram Érika, com 23 pontos e Micaela, com 15.

Também jogaram: Fabianna (0 pontos), Tayara (1), Lílian (6), Jaqueline (1), Vívian (1), Chuca (2), Êga (7), Mamá (2), Graziane (0) e Ísis (4).

Pela Itália, a cestinha foi Simona Ballardini, colega de Grazi e Adrianinha no Faenza, com 18 pontos. O time se prepara para o Europeu.

Amanhã a seleção joga com Israel.