sábado, 11 de agosto de 2012

Hora de repensar o basquete (Jornal Cruzeiro do Sul)

Sorocabana Lilian, medalha de bronze pela seleção, pede mais investimentos para que o esporte volte a brilhar

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Giuliano Bonamim
giuliano.bonamim@jcruzeiro.com.br

Lilian assistiu à eliminação da seleção brasileira feminina de basquete dos Jogos Olímpicos de Londres, pela televisão, na casa dos seus pais em Sorocaba. A sensação foi bem diferente à vivenciada na Austrália, há 12 anos, quando a ala-armadora ajudou o elenco estrelado por Janeth a conquistar a inédita medalha de bronze para o Brasil.

Essa foi a sexta participação consecutiva da seleção brasileira feminina de basquete na história das Olimpíadas. Nesse período, a nona colocação em Londres só foi pior em comparação aos Jogos disputados em Pequim.

Na opinião de Lilian, atualmente com 33 anos, o esporte precisa ser repensado no país. "A formação necessita de uma atenção especial porque é de lá que vamos tirar os jogadores", comenta. "E hoje vemos pouquíssimas equipes fazendo um bom trabalho de base, com investimento, estrutura adequada e bons técnicos", completa.

A evolução do basquete feminino no país também depende de uma maior atenção das federações e da confederação, segundo Lilian. "Cada uma dessas entidades precisa dar mais amparo aos clubes, ficar mais próxima das equipes e não pensar somente nas seleções", diz.

O bronze conquistado em 2000 por Lilian e companhia veio em um momento mágico do basquete feminino do Brasil. Quatro anos antes, a seleção liderada por Hortência e Paula havia ficado com a medalha de prata e inserido o país no seleto grupo de potência no esporte. "A pressão para manter o resultado conquistado na Olimpíada anterior existia, mas era natural. O trabalho foi desenvolvido com qualidade e a equipe tinha noção de que poderia chegar ao pódio", relata Lilian.

A sorocabana "bronzeada" também aposta em um campeonato nacional de basquete feminino forte para manter alta a qualidade das equipes e das jogadoras. "Já foi criada no ano passado uma liga e estamos seguindo o que tem dado certo com o masculino", diz. "Esse primeiro passo já foi dado e agora precisamos pensar como melhorar essa estrutura e ter equipes que não se formem só para disputar o nacional", completa.

As opiniões referentes ao basquete feminino brasileiro foram dados por Lilian Cristina Lopes Gonçalves nas dependências do Ginásio Municipal de Esportes Dr. Gualberto Moreira, palco das primeiras cestas da sorocabana. "É engraçado... fazia muito tempo que eu não voltava aqui. Depois que eu saí da cidade, há uns 17 anos, acho que voltei somente uma vez", relata.

Os primeiros contatos de Lilian com a bola de basquete foram dados aos 8 anos de idade. Naquele final da década de 80, a cidade respirava o esporte e a equipe contava com a presença da "rainha" Hortência. "Eu comecei nas escolinhas da Minercal e segui na categoria de base até os meus 15 anos. Nessa época, o basquete feminino acabou na cidade e eu fui convidada para jogar no BCN, em Piracicaba", diz Lilian.

A jogadora rodou o interior do estado de São Paulo e atuou por equipes de Americana, Santo André, Ourinhos, São Bernardo do Campo. Também mostrou o seu basquete em Campos, no Rio de Janeiro, e atualmente encerrou a segunda temporada consecutiva em Portugal.

Projeto em Sorocaba

A ausência de uma equipe forte de basquete feminino em Sorocaba causa tristeza em Lilian. "Eu fico imensamente triste porque a cidade tem potencial para ter um time de ponta, pois possui indústrias para eventuais patrocínios e uma tradição fortíssima nesse esporte", comenta. "Eu lembro deste ginásio lotado, cheio de gente do lado de fora querendo entrar para assistir ao time feminino", completa.

Lilian não descarta a possibilidade de seguir uma carreira de dirigente no basquete após a sua aposentadoria na profissão de atleta. "Eu me preparei para isso. Fiz o curso de Educação Física, pós-graduação em treinamento e gostaria de me manter nesse meio", diz.

A jogadora também não descarta a possibilidade de desenvolver um projeto focado no basquete em Sorocaba. "Eu gostaria, não sei se encabeçando, mas talvez com pessoas que estão há mais tempo e sabem como trabalhar com a parte administrativa, com a busca de patrocínio. Eu ficaria imensamente feliz se conseguisse fazer isso na minha cidade", relata.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

Sub 13 do C.A Juventus segue evoluindo no Paulista

Na última sexta feira (10/08), a categoria feminina de basquete do Juventus que, após 20 anos, voltou a disputar o Campeonato da Federação Paulista de Basquete, perdeu para a equipe de Santo André, invicta na competição, por apenas 04 pontos, definidos nos últimos segundos do jogo.

Segundo a técnica Kátia de Araújo, apesar da derrota, a equipe grená tem evoluído bastante durante a competição. “Se fosse no primeiro turno, o time teria perdido por 40 pontos de diferença, no entanto, o resultado atual mostra a evolução e superação da equipe sub 13, que vem trabalhando sério para se colocar entre as melhores equipes de basquete de São Paulo e contribuir na revelação de novos talentos para a modalidade”, disse a treinadora juventina.

O Juventus atualmente divide a 5ª colocação com as equipes de Divino /COC – Jundiai – Bradesco/Osasco e A.D Centro Olímpico.

O próximo jogo da categoria sub 13 será realizado neste domingo (12/08), contra a equipe de São Bernardo / ASA / APABAF, às 10h00, em São Bernardo do Campo.

Confira a tabela de jogos do 2º turno do Campeonato SUB 13 Feminino da G.S.P. 2012

10/08 – 18h00 – Juventus 51 x 55 Santo André

12/08 – 10h00 – São Bernardo x Juventus

17/08 – 18h00 – Bradesco x Juventus

24/08 – 17h00 – Juventus x Jacareí

02/09 – 15h30 – Americana x Juventus

12/09 – 17h00 – Jundiaí x Juventus

14/09 – 17h00 – Juventus x Santos

21/09 – 17h00 – Centro Olímpico x Juventus

Confira os resultados dos jogos realizados:

25/abr 17h00 Juventus 58 x 55 Jundiaí

28/abr 11h00 Juventus 59 x 80 Americana

20/mai 14h00 Jacareí 57 x 36 Juventus

27/mai 11h00 Juventus 89 x 13 São Bernardo

03/jun 11h00 Fupe/Santos 66 x 39 Juventus

16/jun 17h30 Sando André 78 x 38 Juventus

23/jun 11h00 Juventus 42 x 51 Centro Olímpico

29/jun 17h00 Juventus 55 x 44 Bradesco/Osasco

Confira os horários de treinos do Basquete:

• 15h00 às 16h00 – Escolinha 1 (nascidos a partir de 2003 até 2000 ) – Quarta e Sexta

• 16h00 às 18h15 – Competitivo sub 13 feminino (2003 a 1999) – Segunda, Quarta e Sexta

Seleção Sub-17 perde para a Itália no segundo amistoso

Itália 78 x 66 Brasil (34 x 39 no primeiro tempo)

De acordo com a federação italiana, as cestinhas do Brasil foram Izabela Sangalli (20 pontos), Carla Lucchini (14 pontos) e Kananda Benedicto (13 pontos).

Sub 18 embarca hoje para a Copa América

A Seleção Brasileira Sub-18 Feminina embarca neste sábado (11/08) rumo a Gurabo, Porto Rico, onde disputará a Copa América da categoria, entre os dias 15 e 19 de agosto. Antes do Torneio Continental, o Brasil realizará um amistoso contra as colombianas, na próxima segunda-feira (13/08), às 9h. Na fase classificatória da competição, o time nacional que está no grupo ‘B’ enfrentará as seleções do Canadá, México e Porto Rico, respectivamente. A Copa América contará com a participação de oito países do continente americano.

A ala-pivô Vanessa Gonçalves, a Sassá, que esteve presente na conquista do bronze no Mundial Sub-19, em 2011, no Chile, falou sobre a fase de preparação para o torneio, além do sonho em conquistar a vaga para o Mundial de 2013.

“O período de preparação foi muito importante. Todas se doaram ao máximo e vamos com tudo para esses jogos. Queremos usar toda a técnica adquirida para conquistar bons resultados. A minha expectativa não poderia ser outra, além de positiva, pois nos dedicamos muito nos treinos. Confio bastante no nosso grupo e acredito na conquista dessa vaga. Além disso, estou muito feliz com a oportunidade de disputar meu segundo Mundial desta categoria”, avaliou Sassá.

Para a jogadora, a última partida da fase preliminar contra as porto-riquenhas, donas da casa, será a disputa mais dura. “Precisamos manter o foco durante toda a competição, principalmente, no jogo contra a seleção de Porto Rico. Será uma vitória importante para o Brasil. Vamos com muita garra e concentração para os jogos, acredito que esse é o nosso diferencial”, finalizou.

As oito equipes foram divididas em dois grupos de quatro, para as disputas da fase de grupos. Na chave “A” se enfrentam Estados Unidos, Argentina, República Dominicana e Colômbia. No grupo “B” jogam Canadá, Brasil, México e Porto Rico. O Torneio classifica quatro equipes para o Campeonato Mundial Sub-19 de 2013, que será realizado de 18 a 28 de julho, na Lituânia (Europa).
Fonte: CBB

Visando 2016, Hortência fala em treinamentos na França

Os Jogos Olímpicos de Londres terminaram na última semana para o basquete feminino, mas o trabalho não se encerrou. Com olhares no futuro, especialmente nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, estão a diretora de seleções femininas da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Hortência Marcari, e o técnico Luís Claudio Tarallo. Os planos são ambiciosos, e visam principalmente aumentar o intercâmbio e a experiência internacional das atletas das seleções brasileiras.

Hortência já voltou de Londres com uma estratégia traçada e um pré-acordo com a Federação Francesa de Basquetebol para utilização de um Centro de Treinamento naquele país. Lá, seriam realizados treinos e disputados amistosos preparativos para campeonatos oficiais. Ela considera essencial para aumentar a experiência de jovens talentos do time.

“Retornei mais cedo porque tenho planos de buscar recursos e começar já o nosso planejamento para 2016. Precisamos aumentar o número de jogos internacionais. O Canadá se preparou com 24 partidas para ir a Londres e vamos equiparar esse número para as próximas Olimpíadas. Na equipe que levamos a Londres havia seis jogadoras muito jovens, sem experiência internacional, e vamos dar bagagem a elas”, afirmou a dirigente.

Com relação à campanha em Londres, Hortência não tem dúvidas que não foi o ideal, mas ressaltou a força dos adversários. “Tivemos a infelicidade de pegar uma chave muito forte, com Austrália, Rússia e França. Essas três seleções disputaram as semifinais e estavam na nossa chave. Conseguimos o que era o nosso limite. Enfrentamos importantes situações que levaremos para 2016”, destacou.

O técnico Luís Cláudio Tarallo acredita que o trabalho visando 2016 precisa ser começado imediatamente, para que aumente o número de jogadoras disponíveis para uma convocação tão importante como a de disputar uma Olimpíada em casa.

“Infelizmente não iremos contar com algumas jogadoras experientes que estiveram em Londres. Levamos um grupo metade experiente e metade ainda buscando essa experiência que é fundamental para uma competição internacional. Precisamos jogar muito para dar bagagem internacional para esse grupo de jovens talentos que tem nosso basquete”.

O técnico da Seleção Brasileira voltou convicto que o nível do basquete feminino está muito forte e equilibrado. “O nível técnico está muito alto, e as seleções estão se preparando muito para as competições internacionais. Precisamos entrar nesse ritmo também para igualar a eles. Dar condições iguais para nossas jogadoras será de fundamental importância para que elas também possam render o máximo delas”, concluiu.

Fonte: CBB

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Precisaram ir para as Olimpíadas para constatar o nivel do basquete feminino mundial?

Seleção Sub-17 é derrotada pelos EUA em amistoso

EUA 80 x 34 Brasil

Izabela Sangalli marcou 13 pontos.


Com apenas um mês de treinamento, não dá para exigir muito, né?


Acorda CBB!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Bianca supera infância difícil e trilha seu caminho em Santo André e na seleção brasileira

Bianca_Elson_Rocha__54_01-650x600 Bianca Araújo da Silva (foto) possui mais uma daquelas histórias de vida com o rumo mudado pelo esporte. O jeito de menina tímida esconde um passado difícil. Em 2007, aos 11 anos de idade, era catadora de materiais recicláveis ao lado da mãe e de cinco irmãos. Hoje, aos 16, está a caminho da Holanda para representar o Brasil no Campeonato Mundial Sub-17 de basquete feminino. Uma reviravolta um tanto quanto surpreendente.

Ao contrário do discurso da grande maioria dos atletas, quando se referem à seleção brasileira e conquistas internacionais como principais objetivos, a pivô não se esquece de sua origem humilde e de quem sempre esteve ao seu lado. “Meu maior sonho é poder dar um futuro melhor para minha mãe e meus irmãos. E o basquete pode me dar isso”, afirma, após creditar ao esporte seu amadurecimento. Sem a presença do pai, a responsabilidade pelo sustento da casa ficou dividida entre os outros membros da família.

A atleta de 1m89 de altura começou a jogar há apenas três anos e sem nenhuma pretensão, levada ao Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia por um amigo. “No começo eu nem queria jogar. Faltei no teste e dei uma desculpa qualquer. Então marcamos novamente numa sexta-feira. Vim, fiz o treino e deu tudo certo.” A jogadora foi prontamente acolhida pela comissão técnica do basquete de Santo André, e aos poucos, sua relação com o esporte ficou mais próxima, tornando-se seu modo de vida.

Das ruas de Santo André para os ginásios do mundo
Essa será sua segunda participação em campeonatos internacionais. Em 2011, a pivô disputou o Sul-Americano Sub-15, no Equador. Na ocasião, o Brasil foi campeão invicto, após bater Chile, Peru, Uruguai, Colômbia, Equador, e novamente a seleção chilena, por 74 a 42, na grande final.

O 2º Mundial Sub-17 de basquete feminino será realizado na cidade de Amsterdã, capital da Holanda, de 17 a 20 de agosto. A equipe brasileira ainda fará um pequeno período de treinos na Itália. A meta pessoal da determinada Bianca é, junto com as demais atletas, estar entre as três melhores equipes do torneio. “Quero trazer uma medalha para casa. Independente de qual seja. E nada vai atrapalhar”.

Com desistência de Piracicaba, Paulista começa a próxima quinta-feira

Os Campeonatos Paulista Masculino e Paulista Feminino da Série A-1 – 2012 serão abertos no dia 16 de agosto (quinta-feira), no ginásio Lineu de Moura (A.E. São José), na cidade de São José dos Campos (SP), a partir das 19h30, com uma rodada dupla: no primeiro confronto, o São José/Colinas Shopping encara o atual campeão, Santo André/Semasa, pela competição feminina, enquanto que pelo certame masculino, logo em seguida, o São José Basketball/Unimed/Vinac enfrenta o Mogi das Cruzes Basketball/Sanifill.

Os dois jogos terão transmissão ao vivo pela ESPN Brasil. “Vamos abrir os estaduais adultos com uma rodada dupla e uma festa bonita na cidade de São José dos Campos. Os campeonatos da Federação Paulista de Basketball (F.P.B.) são tradicionais e sempre revelam jogadores para as nossas seleções, seja qual for à categoria, já que aqui é onde tudo se inicia”, comenta o presidente Antônio Chakmati.

O Campeonato Paulista Masculino, em sua fase inicial, contará com 15 equipes, divididas em duas chaves, uma com oito integrantes e outra com sete. Os times jogam entre si, em turno e returno, dentro de suas respectivas chaves, e os quatro melhores, em cada uma delas, avançam ao playoff – quartas-de-final da Chave Ouro. As demais disputam a Chave Prata.

Grupo A: Vivo/Franca B.C. (Franca), Winner/Kabum/Limeira (Limeira), Paschoalotto/Bauru B.T. (Bauru), Jacareí Basketball/Fíbria/JTU/Atívia (Jacareí), Liga Sorocabana de Basquete (Sorocaba), América/UNIRP/Rodobens/SMEL/3M (São José do Rio Preto) e Rio Claro Basquete (Rio Claro).

Grupo B: Suzano/Campestre/Instituto Ratto (Suzano), São José Basketball/Unimed/Vinac (São José dos Campos), Paulistano/Unimed (São Paulo), Mogi das Cruzes Basketball/Sanifill (Mogi das Cruzes), S.E. Palmeiras (São Paulo), Metodista/São Bernardo (São Bernardo do Campo), Pinheiros/Sky (São Paulo) e Internacional/Prefeitura de Santos (Santos).

“A tendência é de mais um campeonato marcado pelo equilíbrio, já que o Paulista é um grande celeiro e uma competição tão forte quanto o nacional. Agora, ainda mais organizado e com apoio de todos os clubes, tenho a certeza que será um grande campeonato”, relata Jorge Bauab, diretor do estadual masculino adulto.

Já o Campeonato Paulista Feminino será dividido em dois grupos na fase inicial. O Grupo 01 terá duas chaves, A (cinco integrantes) e B (três integrantes), e a fórmula de disputa é a seguinte: os times jogam entre si, em turno e returno, dentro das suas respectivas chaves, e os dois melhores classificados em cada uma delas se qualificam a Chave Ouro e seguem na disputa pelo título. Os demais disputam a Chave Prata.

Chave A: São André/Semasa (Santo André), São José/Shopping Colinas (São José dos Campos), Guaru ESD/Guarulhos Esporte (Guarulhos), São Caetano/Drummond (São Caetano do Sul) e Divino/COC/Jundiaí (Jundiaí).

Chave B: Americana (Americana), Ourinhos Basquete (Ourinhos), Colégio Uniesp/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau (Presidente Venceslau).

O Grupo 02 será composto por cinco times, que jogam entre si, em turno e returno, e os quatro primeiros colocados avançam a semifinal específica, sem que haja cruzamento com o Grupo 01. Os participantes deste grupo são: Abdala Sports/Sejelp/Pindamonhangaba (Pindamonhangaba), Asser/SEME Rio Claro (Rio Claro), Cristo Rei/SEL/FAIP Marília (Marília), Recreativa/Ribeirão Preto (Ribeirão Preto) e São Bernardo/ASA (São Bernardo do Campo).

“Este ano fizemos um Campeonato Paulista com duas chaves, objetivando atender aos clubes na questão da logística, proporcionando redução de custos e, assim, a participação de oito equipes, pois tivemos a saída do Catanduva e do Basquete Clube (Araçatuba). O nosso objetivo era de contar com dez agremiações neste grupo. Com a desistência de última hora do XV de Piracicaba acabou ficando três equipes na chave Interior e cinco na chave Capital, pois não podíamos prejudicar algum time da Capital, transferindo para a outra chave, aumentando o seu custo logístico. Acredito que para o próximo ano, teremos mais equipes do Interior (Catanduva e Basquete Clube) e, com isso, este formato ficará ainda mais interessante e menos oneroso para os clubes”, comenta Ricardo Molina, diretor do estadual feminino sobre o campeonato do Grupo 01.

“O Grupo 02 será uma disputa independente, que não terá nenhuma relação com o Grupo 01. São equipes que estão trabalhando para o fortalecimento e o crescimento para que no próximo ano possam disputar o Grupo 01. É importante que tenhamos o máximo de equipes no campeonato, porém precisamos adotar critérios de qualidade técnica para ter uma competição equilibrada e motivadora”, conclui Molina, que não poupou reuniões e alinhamentos com todos os clubes para que pudesse fazer um campeonato adequado.

Seleção Sub 17 disputa torneio na Itália antes do mundial

Após uma série de treinamentos visando o 2° Mundial da categoria, a Seleção Brasileira Sub-17 Feminina embarca hoje, quarta-feira (08/08), rumo a Itália onde disputará o Summer Tournament. O torneio italiano, preparatório para o Mundial, será realizado na cidade de Caorle, nos dias 10, 11 e 12 de agosto. O Brasil disputará três partidas amistosas contra Estados Unidos, Itália, donos da casa, e Austrália, respectivamente. A estreia nacional acontece na próxima sexta-feira (dia 10), às 13h (horário de Brasília), contra a equipe americana.

A principal armadora da equipe, Carla Lucchini, ressaltou a importância do torneio para a preparação do Mundial.

“Estamos muito focadas para o Mundial. Usaremos todas as nossas qualidades adquiridas nos treinamentos nestes amistosos. Vamos batalhar para realizar bons jogos e chegar cem por cento em Amsterdã. O grupo está muito unido, o que ajuda muito na sequência que tivemos ao longo dessa preparação”, contou a armadora.

Para a pivô Monique Pereira, enfrentar a seleção dos Estados Unidos na estreia, é um fator positivo para o time brasileiro.

“As americanas são muito fortes, e isso ajudará no desempenho da nossa equipe, na parte tática e física. Além disso, na hora de entrarmos no Mundial, vamos por em prática essa experiência e poderemos usar isso a nosso favor. Vamos enfrentar grandes equipes mundiais nestes amistosos, e usaremos para fazer uma última análise e acertos. Queremos entrar bem na competição”, afirmou a pivô que atua no time de Americana (SP).

No Summer Tournament, depois dos Estados Unidos, as brasileiras encaram as donas da casa, no dia 11 de agosto, às 15h (de Brasília), e fecham a participação contra a Austrália, no dia 12, às 13h.

Para o Mundial as 12 equipes foram divididas em dois grupos de seis, para a fase preliminar. No grupo “A” se enfrentam Bélgica, Canadá, Itália, Coréia, Mali e Estados Unidos. No grupo “B” jogam Austrália, Brasil, Japão, Holanda, Espanha e Turquia.

Fonte: CBB

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Estados Unidos e França estão na final olímpica

Semifinais

EUA 86 x 73 Austrália
França 81 x 64 Rússia


Sábado

Disputa do bronze: Austrália x Rússia (13 hrs.)

Final: EUA x França (17 hrs.)


* Horário de Brasília

São José deve ficar sem Patrícia nas primeiras rodadas do Paulista

A ala do São José Basketball, Patrícia Ribeiro, de 21 anos, deve desfalcar a equipe nas primeiras rodadas do Campeonato Paulista.

Um dos destaques da última temporada, a ala de 1,71m foi uma das responsáveis pela campanha que culminou no quinto lugar geral do São José na LBF, principal competição nacional da categoria.

Patrícia luta contra uma lesão na canela causada pelo desgaste dos jogos. A atleta era, inclusive, cotada para formar o grupo que disputou as Olimpíadas, mas a contusão na fase de treinamentos acabou com o sonho da jogadora de ir a Londres.

- Ela teve uma carga de treinamento muito grande. Ficou um período de praticamente 15 meses uma folga mais longa. Aí, ela foi para a seleção, onde o trabalho é muito intensificado, de dois períodos, academia, e mais aquela pressão de conseguir uma vaga na seleção principal. Acredito que na primeira rodada, até na segunda a gente não vai poder contar com ela não. Tenho a esperança, mas sendo bem cético, não acredito muito não - disse o técnico da equipe, Carlos Lima.

O setor de Patrícia foi reforçado para esta temporada. A cubana Ariadna, que há cinco anos atua no país, chegou para revezar a posição e não sobrecarregar o elenco. Segundo Lima, Ariadna é uma das melhores laterais do país.

O São José estreia no Paulista no próxima dia 16. A Federação Paulista ainda não divulgou a tabela do campeonato.

Fonte: Globo Esporte

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Após fiasco, basquete feminino vive indefinição sobre renovação (Terra)

LEANDRO MIRANDA

A campanha de quatro derrotas nos quatro primeiros jogos da Olimpíada de 2012 e a consequente eliminação precoce na primeira fase levantaram a questão na Seleção feminina de basquete. É hora de renovar? Quem sai e quem fica para o próximo ciclo olímpico? A julgar pelas declarações das atletas e do técnico Luís Cláudio Tarallo após a vitória sobre a Grã-Bretanha, a única do time verde-amarelo na competição, as indefinições sobre o futuro ainda são muitas. Mas uma alteração drástica no elenco da equipe nacional não deve ser o caminho tomado.

Por enquanto, apenas um nome certamente não fará mais parte dos planos da Seleção: a armadora Adrianinha, que deu adeus aos 33 anos com uma grande atuação diante das britânicas. Mas fora a única remanescente da geração que conquistou o bronze em Sydney 2000, não há indícios de outros fins de ciclo. Algumas das atletas mais experientes, como a ala-armadora Karla (33 anos) e a pivô Érika (30), aliás, já declararam interesse em seguir até o Rio 2016.

"Com certeza (quero continuar). É minha terra, sou carioca, então vou trabalhar bastante para poder chegar em 2016 e fazer uma campanha melhor que aqui", disse Érika, para logo depois ser apoiada por Karla.

"Foi o que eu falei para a Érika ontem, eu estou na pista", brincou a ala-armadora. "Eu, na verdade, quero sempre estar bem. Enquanto achar que vou ajudar, com certeza (continuo na Seleção). O dia em que achar que realmente não dá mais, que já passou para mim, eu fico do lado de fora", falou Karla.

Questionada se há necessidade de renovação da Seleção, a atleta não opinou. "Na verdade eu espero o que for melhor para o basquete. Espero que o masculino ganhe uma medalha em prol da modalidade, e espero que o basquete cresça e volte ao lugar onde ele tem que sempre estar", disse Karla.

Se as jogadoras mais experientes não pensam em deixar o time brasileiro antes da próxima Olimpíada, o discurso do treinador deixa dúvidas. Tarallo afirma que seu objetivo principal nos Jogos de Londres era adquirir aprendizado para o Rio 2016 e iniciar um processo de renovação no time. Porém, o técnico lembrou que não é possível montar uma equipe só de garotas e descartar imediatamente todas as veteranas.

"Eu vim para cá justamente para iniciar o ciclo de 2016, para eu ter um aprendizado de como é uma competição adulta de altíssimo nível. Mas o objetivo é realmente renovar, vocês estão vendo que as meninas estão parando. Então a gente precisa trabalhar para surgir novos valores, dar continuidade no trabalho feito na base. Temos outras jogadoras para a gente investir, novas, e quando a gente tiver a oportunidade de trazer uma jogadora experiente para passar tranquilidade para o grupo, a gente vai sempre trazer", afirmou.

Tarallo é um treinador com história nas categorias de base da Seleção - campeão dos Jogos Sul-Americanos em 2010, prata na Copa América Sub-18 de 2010, bronze no Mundial Sub-19 de 2011. Na equipe adulta, porém, a Olimpíada foi a primeira experiência como técnico (já havia trabalhado como assistente). Para o profissional de 45 anos, Londres serviu principalmente para mostrar o caminho a ser tomado no futuro.

"O que temos que pensar é colocar o maior número de atletas possível em competições internacionais. Não ficar sempre no mesmo grupo, aumentar o leque, fazer um intercâmbio internacional, colocar as meninas pra jogar. E ter oportunidade de criar uma Seleção de novas, para que quando a menina venha para uma equipe adulta, ela já tenha um pouco mais de tranquilidade. É uma situação que a gente precisa trabalhar bastante para evoluir. Buscar essa estratégia, que eu acredito que seja o caminho".

Fonte: Terra

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Hortência defende Brasil após vexame, garante que técnico fica, mas lamenta: 'A realidade é essa hoje' (ESPN.com.br)

Por José Renato Ambrosio

Principal dirigente da seleção brasileira feminina de basquete, Hortência defendeu o trabalho realizado pela equipe e pelo técnico, Luiz Cláudio Tarallo, nos Jogos Olímpicos de Londres, em entrevista exclusiva aos canais ESPN. O time canarinho perdeu seus primeiros quatro jogos e foi eliminado ainda na fase de grupos.
“Eu acho que a renovação tem que ser feita sempre, a gente já fez uma renovação, já temos seis jogadoras jovens nessa seleção. Agora, para jogar uma Olimpíada, você não pode trazer 12 jogadoras jovens. Tem que ter sempre algumas jogadoras como a Adrianinha (armadora, que está se despedindo da seleção) para passar toda a experiência delas, segurar a onda. Passada essa Olimpíada, já seis meninas que são jovens viveram essa coisa da Olimpíada”, lembrou.
“É muito simples falar: pô, mas é Olimpíada! É uma competição totalmente diferente. É difícil, vocês estão vendo os resultados aí, não só no basquete, em outras modalidades, não é fácil jogar. Eu sei, já joguei duas Olimpíadas: a primeira ficamos lá embaixo, a segunda fomos para o pódio, fizemos uma final, então, assim, a Adrianinha já jogou uma Olimpíada, por isso que a gente fez questão de trazê-la, a Érika também, e agora é continuado trabalho de renovação, fazer essas que estão dar o máximo, para que possa desenvolver o basquete delas, com certeza absoluta elas jogaram, mais que isso não dá”, seguiu.
“Elas chegaram ao limite delas, a gente tem que ver que a realidade é essa hoje, nós temos que trabalhar pra que essa realidade mude”, reconheceu Hortência. “É óbvio que a gente não está feliz pelo desempenho, espera um desempenho sempre melhor, mas com uma coisa eu fiquei contente, porque antes a gente não tinha um treinador. Agora eu sei que é o Tarallo, estamos apostando nele”, falou.
No entanto, a ‘Rainha’ do basquete acredita que a seleção tem pouca bagagem internacional, o que atrapalha. “Eu fiz uma pergunta para uma jogadora e falei assim: você está na seleção desde quando? 14? E tem quanto? 30. Quantos jogos internacionais você já fez, incluindo os oficiais? Ela disse: uns 30. Não pode, é muito pouco, só a seleção do Canada, treinando para esse Pré-Olímpico, fez 25”, comparou.

Fonte: ESPN.com.br

Adrianinha se despede da seleção brasileira

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Quatro jogos olímpicos e uma medalha de bronze, em Sydney-2000. Com este currículo vitorioso e de alto nível em 15 anos de serviço à Seleção Brasileira, Adriana Pinto Moisés, ou simplesmente Adrianinha, como ficou conhecida a “baixinha” de 1,68m de altura, faz, neste domingo (05/08), contra a Grã-Bretanha, às 18h (horário de Brasília) sua despedida com a camisa verde-amarela. Sucessora de Magic Paula, ela agora passa o bastão a jovens como Joice, de 26 anos, e Tássia, de apenas 20, suas substitutas naturais.
A aposentadoria da seleção já estava nos planos desde antes da convocação do técnico Luís Claudio Tarallo, e foi confirmada por Adrianinha durante o dia à diretora da seleção feminina, Hortência Marcari, que agradeceu os esforços e os serviços prestados pela atleta.
"Conheci a Adrianinha quando ela ainda dava seus primeiros arremessos no basquete, e sempre vi que se tratava de uma grande jogadora. A trajetória dela é de muitas vitórias, garra e dedicação, virtudes importantes em qualquer jogadora. Por isso joga há tanto tempo no alto nível e tem uma medalha olímpica. Ela vai fazer falta à seleção, mas transmitiu sua experiência às meninas, como a Joice e a Tássia, o que certamente vai ajudar muito no processo de transição da posição. Só tenho a agradecer e todos os fãs do basquete também devem agradecer muito pelo que a Adrianinha fez ao país", elogiou Hortência.
SUPERAÇÃO DESDE O INÍCIO DA CARREIRA

Nascida em Franca, na capital brasileira do basquete, o primeiro desafio da valente Adrianinha foi encarar a vontade de jogar basquete no meio dos meninos. Não existiam meninas para acompanhá-la, e aos 12 anos ela já sabia o que queria. Fã de Magic Paula e a Rainha Hortência, seu sonho era se tornar jogadora de basquete. Aprimorou o arremesso, a velocidade e muita garra para superar a baixa estatura que a fez ser reprovada no primeiro teste que fez, na equipe do Leite Moça/Sorocaba. Recebeu apoio da família e de sua primeira técnica, Saiuri Ishimura, para não desistir. Então ganhou coragem e tentou novamente a sorte, na Ponte Preta (SP), equipe de Magic Paula. O apoio das mais antigas, da técnica Maria Helena Cardoso e da assistente Heleninha, foram fundamentais.
Neste domingo, já anunciando que faria a última partida pela Seleção Brasileira, Adrianinha lembrou de todas essas pessoas importantes e postou em seu Facebook um pouco de sua história. “Foram 15 anos de Seleção Brasileira. Tive a honra de vestir a camisa e defender o meu país. Através do basquete conheci o mundo, outras línguas, culturas e ótimas companheiras que para mim fizeram parte da minha família”, discursou.
Depois de passar no teste da Ponte Preta e começar a jogar nas categorias de base, chegar às seleções foi um pulo. Adriana foi campeã Sul-Americana Cadete em 1994, ano do título mundial da Seleção Brasileira, e depois vice-campeã Sul-Americana Juvenil e campeã da Copa América, em 1996, ano da conquista da medalha de prata em Atlanta. “Muitas pessoas me ajudaram, mas não posso esquecer as famílias da Karla Costa e da Luciana Perandini. Elas me ofereceram comida e moradia porque não tinha lugar na república do clube (Ponte Preta). Foram elas que alimentaram meu sonho que era jogar basquete”, relembrou.
Adrianinha também citou nomes de diversas ex-companheiras de seleção, em especial a amiga Alessandra, que a ajudou a jogar fora do país – foram passagens pela Itália, Estados Unidos (WNBA), Rússia, França e Croácia. A pivô, em Londres como comentarista da Bandsports, retribuiu, honrada. "Fiquei muito emocionada, porque é uma grande amiga e tenho um enorme carinho por ela e por tudo que fez ao basquete feminino brasileiro".
Técnico responsável por levar Adrianinha à seleção adulta, Antônio Carlos Barbosa lembra com carinho dos momentos que tiveram juntos como treinador e atleta. “É uma vencedora e só quem a conhece sabe das dificuldades que ela superou para chegar ao nível que chegou. Ela jogou comigo 11 anos, talvez tenha sido o técnico que mais tempo a teve como jogadora. Foi um orgulho para mim, desde que chegou ao cadete, em 1996, até 2007, quando estivemos na mesma equipe. Deixa a Seleção Brasileira com uma medalha que é para poucas jogadoras no mundo. Foi em 2000 que a coloquei como armadora titular, passando a Helen para lateral. Ela merece todas as homenagens pelo que foi e representa ao basquete feminino brasileiro”, afirmou.
Armadora mais jovem convocada para as Olimpíadas, Tássia Carcavalli celebrou o período que teve ao lado de Adrianinha, e acredita que ter convivido com ela pode ajuda-la a, possivelmente, se tornar armadora principal da seleção um dia.
"A Adrianinha foi uma grande 'professora' para mim. Foi maravilhoso passar esses meses treinando ao seu lado. Aprendi os mínimos detalhes da posição, o que devo e não devo fazer. É um espelho para mim, me inspira muito para conseguir assumir a armação da seleção um dia e honrar essa camisa por tanto tempo e da mesma forma como ela. Espero um dia chegar ao mesmo nível dessa grande jogadora e ótima pessoa".
Depois de passar pela WNBA e diversos países da Europa, Adrianinha deixa a Itália para voltar ao Brasil. Ela, Érika, Alessandra e Francielle encabeçam um projeto ousado do Sport Recife, tradicionalíssimo clube de futebol de Pernambuco, que vai jogar a próxima temporada da LBF.

Fonte: CBB 

Observação: Bem legal a homenagem à Adrianinha e o release feito pela CBB. No entando em função de uma declaração equivocada de Barbosa, ele contem uma incorreção histórica. Segundo o treinador na conquista do bronze olímpico “ em 2000 a coloquei como armadora titular, passando a Helen para lateral”.

Barbosa foi traído pela sua memória. A armadora titular em Sydney foi Claudinha. Adrianinha mal jogou na competição.

 

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Por falar em memória, achei a foto acima bem curiosa.

Há exatos dez anos, Adrianinha (Phoenix Mercury, aos 23 anos) e Iziane (Miami Sol, aos 20 anos) disputavam uma bola na WNBA.

domingo, 5 de agosto de 2012

Adrianinha brilha no adeus, e seleção se despede com vitória no basquete

Despedindo-se da seleção brasileira feminina de basquete, Adrianinha parecia estar jogando neste domingo por todos aqueles 15 anos que defendeu a camisa verde-amarela. Apesar de uma campanha frustarante nas Olimpíadas de Londres, a equipe parecia disposta a dar adeus aos Jogos com uma boa atuação. A armadora em especial. Com a ajuda de Clarissa e Erika, ela comandou o Brasil na vitória por 78 a 66 sobre a Grã-Bretanha, no único triunfo do time na competição.

Aos 33 anos, Adrianinha mostrou vontade de estreante desde o primeiro minuto. Dos 19 pontos que o Brasil marcou no primeiro quarto deste domingo, participou de 17, entre cestas e assistências. Mas ela fez mais. Terminou a partida como a terceira maior pontuadora do time, com 15 pontos, e ainda conseguiu um duplo-duplo, dando 12 assistências. Pegou também quatro rebotes e roubou uma bola. Ao término da partida, recebeu o carinho das companheiras.

Adrianinha contou ainda com a grande ajuda de duas companheiras. Clarissa fez outro duplo-duplo para o Brasil, com 16 pontos e 13 rebotes. Erika também foi uma das cestinhas da partida, com os mesmos 16 pontos, pegou oito rebotes e deu seis assistências.

Além de ter garantido ao menos uma vitória na competição, a seleção evitou terminar as Olimpíadas na lanterna do Grupo B, que ficou com as britânicas. O Brasil encerrou sua participação em Londres na nona colocação, à frente de Croácia, Grã-Bretanha e Angola. Em Pequim, há quatro anos, o país também teve uma vitória e quatro derrotas, mas ficou na 11ª posição, à frente apenas do Mali.

Estados Unidos abrem as quartas de final
A seleção brasileira se despede, mas o torneio de basquete feminino continua na próxima terça-feira, com as quartas de final. E a próxima fase terpa as favoritas em quadra logo no primeiro jogo. Após a classificação na primeira colocação do Grupo A, os Estados Unidos enfrentam o Canadá às 10h (de Brasília). Na sequência, a Austrália encara a China (12h15m), seguida pelo confronto entre Turquia e Rússia (16h). Para fechar o dia, a França, primeira do Grupo B, terá pela frente a República Tcheca às 18h15 (de Brasília).

O jogo

Apesar de um grande começo de Adrianinha, que participou de 17 de 19 pontos brasileiros no primeiro quarto, o Brasil não teve um bom início de jogo. O time até chegou a abrir cinco pontos de diferença, mas não conseguia sustentar a vantagem e, sem pontuar por mais de dois minutos no fim do período, deixou a Grã-Bretanha empatar em 19 a 19.

A seleção da casa seguiu complicando o jogo no segundo quarto e até ficou na frente do placar em alguns momentos. Mas Adrianinha, que terminou o primeiro tempo com 12 pontos, apareceu bem no fim do quarto e, com uma cesta de três, deixou o Brasil ganhando por 39 a 36 no intervalo. A essa altura, Clarissa já havia marcado 14 pontos e conseguido oito rebotes.

Depois de um primeiro tempo complicado, o Brasil voltou com tudo para o terceiro período. Érika marcou quatro pontos seguidos, e a seleção brasileira emendou uma sequência de 10 a 3 para abrir 49 a 39. A Grã-Bretanha até tentou conseguiu diminuir a distância para sete pontos (52 a 45), mas Joice fez seis pontos seguidos e, depois de uma cesta de Franciele a diferença chegou a 14 pontos (62 a 48).

O Brasil entrou no último quarto vencendo por 64 a 53 e conseguiu administrar bem a vantagem. Érika seguiu sendo o destaque da equipe que, sem forçar muito, ganhou o período por 14 a 13 para confirmar a vitória por 78 a 66.

Fonte: Globo Esporte

Polêmicas, apagões e choros marcam trajetória da Seleção de basquete

Enquanto o basquete masculino do Brasil mostra dar sinais de recuperação após 16 anos longe dos Jogos Olímpicos, a Seleção feminina parece que ainda está a passos bem distantes de voltar a chegar a um lugar no pódio como se viu em Atlanta 1996 e Sydney 2000. Eliminado por antecipação da fase final, o time acumula até o momento quatro derrotas e traz consigo uma trajetória da saída ao Brasil até a chegada a Londres que inclui polêmicas, apatia em muitos momentos da Olimpíada e muito choro por conta dos resultados pouco expressivos ao longo da competição.

Depois de fazer uma bela campanha na Copa América e garantir uma vaga na Olimpíada no ano passado, o time já deu uma escorregada ao longo dos Jogos Pan-Americanos e acabou com o bronze, após um apagão na semifinal contra Porto Rico. Muito chateada com a vacilada da equipe em Guadalajara, a diretora de Seleções femininas da Confederação Brasileira de basquete, Hortência, decidiu que era hora de mandar embora o treinador Ênio Vecchi e trazer Luiz Cláudio Tarallo, mais acostumado a trabalhar com jovens para o seu lugar. Segundo a dirigente, o foco era pensar na Olimpíada de 2016.

Após turbulências e críticas públicas de Ênio, o time viu a poeira diminuir e o assunto foi esquecido já meses antes dos Jogos Olímpicos. Veio a convocação olímpica e com ela a presença da principal estrela do basquete brasileiro na atualidade: a ala Iziane. A jogadora teria recusado atuar na WNBA para defender o Brasil nos Jogos Olímpicos. Após uma série de amistosos no Brasil, o time toma o primeiro grande baque ao enfrentar os Estados Unidos em Washington e sofrer uma derrota contundente por 99 a 67.
 
A equipe viaja para mais uma série de amistosos na França e lá tem a segunda grande polêmica de sua trajetória rumo a Londres. Iziane acaba cortada da equipe por levar seu namorado ao hotel onde a equipe estava concentrada para jogos contra Austrália, França e China. A jogadora ainda tenta se desculpar, chora diante de todas, pede perdão, mas a CBB e Hortência mantêm a postura de mandar a atleta de volta para o Brasil, chegando à capital inglesa com uma jogadora a menos já que não se podia mais trocar a ala por outra atleta.
 
A chegada a Londres que poderia ser marcada apenas por expectativas girou em torno do tema Iziane. Os jornalistas que cobriram o desembarque bombardearam Hortência e o grupo sobre a saída da principal jogadora da equipe. "Blindadas", as atletas ficavam sem graça em falar sobre o assunto e jogavam a responsabilidade nas mãos da medalhista de prata com o Brasil em Atlanta. Hortência afirmou que a tática foi adotada por ela e que perguntassem somente para ela sobre Iziane.
 
"Esse assunto já está totalmente falado, não vou falar sobre isso. A confederação fez essa regra. Tem a hora certa para se fazer isso: o período de folga. Isso foi falado várias vezes para as atletas. Isso é regra do atleta de convivência em equipe, desde a minha época é assim. Não tem muito segredo", afirmou Hortência na época. A dirigente tentava amenizar a questão para focar nos Jogos Olímpicos.
 
"Ela estava se encaixando, estava treinando bastante. Teve um problema de indisciplina, só isso. A gente não fala mais desse assunto, porque além de já ter passado, a importância dessa Olimpíada e o sonho tem que ser muito maior que qualquer outro problema que possa acontecer ou já aconteceu. O foco é a Olimpíada. Esse é o nosso potencial e a coisa mais forte que a gente tem. Um basquete alegre, descontraído, forte e firme".
 
Mesmo sem Iziane, o basquete alegre, descontraído, forte e firme destacado por Hortência no dia do desembarque entrou em quadra nos primeiros quartos da estreia contra a França. Mas o apagão, semelhante ao que se viu nas semifinais do Pan, voltou a aparecer justamente nos últimos 15 minutos do duelo e a equipe acabou derrotada por 73 a 58.
 
Veio a Rússia e novamente erros no fim custaram mais uma derrota, dessa vez 69 a 59. O time via sua situação complicando dentro dos Jogos Olímpicos. Uma vaga entre os três primeiros para evitar os Estados Unidos passou a ser o alvo principal do time. Mas contra a Austrália, mais uma decepção. Dessa vez o apagão foi diferente, ao invés de ser no fim, aconteceu no começo da partida. Depois de passar os dois primeiros quartos atrás, o time dirigido por Tarallo igualou a partida no terceiro quarto, mas não teve forças para se manter parelho às vice-campeãs olímpicas e perdeu por 67 a 61.
 
Com mais um tropeço, começou a vir junto às lágrimas. Parecendo entregar os pontos, as armadoras Joice e Adrianinha não conseguiram conter a decepção. "Eu amo tudo que eu faço, eu amo de verdade. Se eu soubesse (o que está errado), a gente estava sendo campeão de todos os jogos. Não sei o que falta. Garra, vontade, fé. Temos tudo isso. Até vibração, que se não tinha no passado, tem até demais eu acho. É complicado", afirmou Joice, muito emocionada.
 
Praticamente sem chances de evitar um confronto direto com os Estados Unidos nas quartas de final se passasse de fase, Tarallo já não queria mais pensar na fase final. "Tentamos o primeiro lugar não deu, o segundo não deu. A vaga que tiver a gente está pegando", afirmou o treinador. Veio então o duelo mais decisivo do Brasil na Olimpíada diante do Canadá, adversário direto na última vaga da chave. Com as canadenses, veio o derradeiro "apagão" do time.
 
Apática, a Seleção teve atuação pífia nos primeiros dois quartos, deixando transparecer que já tinha "jogado a toalha". Depois do intervalo, veio uma reação surpreendente. O Brasil fez marcação sob pressão em quadra inteira, encurtou os espaços das rivais e conseguiu o que era praticamente impossível para o grupo desanimado do começo da partida: virar o jogo e tirar uma desvantagem de 14 pontos. A "blitz" brasileira, porém, cansou a equipe que não teve forças para segurar o ritmo até o final, algo semelhante ao que aconteceu com a Austrália. Mais um tropeço (79 a 73) e a eliminação.
 
 
Hortência, que passou todos os jogos na arquibancada, saiu sem manifestar sobre a campanha. A maioria das jogadoras também não fala à imprensa. Cabe novamente a Adrianinha e Joice sofrerem e chorarem muito diante das câmeras. A primeira tem um motivo extra para as lágrimas: essa foi sua última participação olímpica.
 
Se as duas davam explicações emocionadas, a pivô Clarissa deu a visão racional dos erros do Brasil ao longo da competição. "Faltou mais o tesão pelo jogo, que os técnicos falam. Faltou acreditar e ir buscar. Não só ficar no 'eu acredito'. A gente pecou por entrar alguns jogos por isso, de entrar meio apática, meio débil. Foi um time medíocre no início, jogando em um nível mediano, e isso não pode acontecer na Olimpíada".
 
O Brasil ainda tem jogos na Olimpíada. Enfrenta a Grã-Bretanha, dona da casa, para encerrar de forma honrosa sua participação neste domingo. Ainda não se sabe como esse time vai recolher os cacos deixados em Londres pensando nos Jogos Olímpicos de 2016. Hortência havia dito antes da estreia que o ciclo não acabava na capital inglesa, e sim, começava focando no Rio de Janeiro daqui a quatro anos. Resta esperar para ver se a dirigente mantém sua palavra ou se novamente vai mudar o treinador e o projeto.

Fonte: Terra

Edson Ferreto quer reconduzir equipe de Ourinhos ao topo do basquete feminino nacional

Há mais de 40 anos envolvido no basquete feminino, Edson Ferreto volta a cidade de Ourinhos após quase 10 anos pronto para viver uma nova fase de sua vida. Será um grande desafio levantar uma equipe que já foi tão brilhante a nível nacional, mas Ferreto acredita que com toda sua bagagem seja possível chegar novamente ao topo.

Edson Ferreto começou sua trajetória no basquete quando jogava em Catanduva, mas gostava mesmo é de passar o tempo articulando as equipes, ‘cuidando do pessoalzinho’ como ele mesmo diz. Ele mesmo tentou ‘fazer alguma coisa’ pela equipe de Catanduva e abraçou a equipe feminina.

O atual técnico de Ourinhos conta que em meados de 1975, 1976 conseguiu levar a equipe de basquete ao profissional, e em 77 ao primeiro título de expressão da cidade.

“Em toda essa trajetória conseguimos vários títulos em todas as categorias, coisa que ninguém consegue hoje em dia. Nós tínhamos um esforço, dedicação e luta muito grande. Fiz um trabalho de base muito grande lá, conseguimos ser campeões no mini, infantil, mirim, na época não tinha infanto e com adulto”, afirmou.

Nesta mesma época Ferreto levou a ainda jovem jogadora Hortência para a cidade de Catanduva, por onde jogou dos 19 aos 24 anos. Edson também revelou a grande atleta Paula e algum tempo depois Janeth.

“Em 77 nós tínhamos alguns patrocinadores que já estavam se envolvendo, algumas jogadoras boas estrangeiras estavam vindo para o Brasil e jogavam basquete a nível de Hortência e Paula. Assim elas começaram a fazer história e por onde elas passavam as equipes subiam naturalmente. A Janeth começou mais para a década de 80 quando conquistou um título por Catanduva ainda no mirim”.

Edson Ferreto ficou no comando do basquete Catanduvense até 84, quando diversas jogadoras saíram da equipe e a modalidade ‘acabou’ durante alguns anos. Em 2012 a equipe de lá volta a ter problemas e também vai dar um tempo fora das quadras.

“O pessoal lá de Catanduva ficou magoado com uma entrevista que eu dei em Ourinhos. Eu sou catanduvense de coração, continuo sendo, mas eu não via a hora de poder voltar para Ourinhos. As pessoas não entendem mas eu passei muita dificuldade lá, foi difícil manter o time até agora. Elas não vão disputar o paulista porque não tinha mais equipe, eu coloquei as jogadoras em outras equipes e só estava eu lá, esperei até a ultima gota e voltei para o lugar que eu fui feliz. Já fazem quase 10 anos que eu sai de Ourinhos e as pessoas ainda falam, ‘você não vai voltar’, e eu estou sentindo esse carinho nas ruas. Não é que o time acabou quando eu sai, mas Catanduva já tinha acabado. Mas ainda dá tempo deles se organizarem para o Brasileiro, tomara que o basquete de lá não termine”, disse.

Ferreto ressalta que esta muito feliz por voltar a Ourinhos, e que por ser uma equipe tradicional, é um orgulho para qualquer técnico vir para esta cidade, mesmo passando pelas dificuldades atuais.

“Eu que estou há mais de 40 anos no basquete posso dizer que esse esporte sempre foi esquisito e gozado, mas é bom em termos. As equipes sempre acabaram em alguns lugares, mas sempre teve outra cidade para começar e com melhores condições. Quando Catanduva terminou naquela época nasceu o Presidente Prudente com uma força enorme, longe de São Paulo, depois apareceu Sorocaba, e onde a Hortência e a Paula iam, as equipes cresciam, sempre foi assim”, disse.

Ferreto destacou que o basquete feminino no Brasil sempre teve poucas e boas equipes, e naturalmente também teve um número pequeno de boas jogadoras. Neste ano teremos algumas novidades como a equipe de Presidente Venceslau e Jundiaí que sempre quiseram estar nas categorias especiais.

“Essas eternas mudanças atrapalham um pouco o esporte, mas as vezes é bom. Porque as pessoas acostumam mal a ‘sempre ganhar’ como era em Ourinhos. Aí a torcida começa a ir menos no estádio, e sem torcedor, sem a cidade se envolver não é agradável para ninguém, nem para o patrocinador nem para a cidade. Ainda bem que tem essa movimentação”, ressaltou.

Edson teve uma participação muito importante também na seleção brasileira, e destaca que estou ‘pela porta da frente’ subindo degrau por degrau. O técnico já esteve presente em diversas categorias da seleção como assistente e posteriormente técnico.

“Eu comecei com categorias menores com as federações paulistas e até depois, fui assistente do juvenil, depois do adulto, conseguimos muitos títulos eu nunca forcei nada. Estive na seleção adulta e sai por livre espontânea vontade. Tive passagem pela seleção adulta e participei de todos os campeonatos desde nível nacional até mundial”.

Por Ourinhos, Ferreto foi responsável pelos dois primeiros títulos nacionais, boas participações pelos Jogos Abertos e começou a conquistar a hegemonia nos Jogos Regionais.

“Não foi um pequeno começo, foi um grande começo com anos de alegria e resultados em Ourinhos, onde fiquei por mais de 5 anos. Fui trazendo pessoas, tivemos essa possibilidade através da prefeitura e do patrocínio da Unimed, logo após ter conquistado a subida para a divisão especial. Trouxemos pessoas de fora e fomos montando a equipe adulta, pois tem que ser assim para começar, até ganharmos uma grande expressão no país”, falou.

Para esta nova etapa na equipe de Ourinhos, Ferreto afirma ter grandes dificuldades, principalmente para trazer novas jogadoras. “Nós estamos tentando trazer algumas jogadoras, mas é um período horrível porque as grandes jogadoras já estão fechadas com outras equipes para o Paulista. Mas ainda bem que Ourinhos manteve a base com Joice, a Chuca e Sil que estão na seleção brasileira, mais a Bethânia que está aqui, a Ana Flavia que está voltando, então vamos ver o que dá pra fazer”.

Ele finaliza dizendo que as coisas vão acontecer naturalmente, as dificuldades vão ser superadas e que Ourinhos vai ter uma boa participação no campeonato Paulista que volta a ter nove equipes na disputa. “Vai ser uma grande preparação para o brasileiro, vamos começar com dificuldades, mas vamos melhorar durante a competição”, concluiu.

Fonte: Diário de Ourinhos

sábado, 4 de agosto de 2012

Seleções Sub 17 e Sub 18 são definidas

SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-18 FEMININA
NOME - POSIÇÃO - IDADE - ALTURA - CLUBE – NATURALIDADE

Carolina dos Santos Ribeiro - armadora - 18 anos - 1,65m - A.E. São José Basketball (SP) - SP
Ana Carolina Calixto Demori - armadora - 17 anos - 1,64m - ADCF UNIMED Americana (SP) - SP
Alana Gonçalo da Silva – armadora – 17 anos – 1,63m – ABC Bradesco (Osasco-SP) – SP
Estela Arantes Gregório - ala - 17 anos - 1,78m - A.E. São José Basketball (SP) - SP
Maria Cláudia Fonseca Teixeira - ala - 18 anos - 1,79m - Divino/COC/Jundiaí (SP) - MA
Bruna Werberich - ala - 18 anos - 1,75m - ADC Bradesco (SP) - PR
Isabela Ramona Lyra Macedo - ala - 18 anos - 1,80m - Divino/COC/Jundiaí (SP) - RJ
Ana Carolina da Silva Borges - ala - 18 anos - 1,78m - A.E. São José Basketball (SP) - SP
Vanessa Fausto Gonçalves - ala/pivô - 17 anos - 1,86m - A.D. Santo André (SP) - SP
Thamara Silva de Freitas - pivô - 17 anos - 1,91m - Divino/COC/Jundiaí (SP) - RJ
Maria Carolina Ferreira de Oliveira - pivô - 17 anos - 1,88m - ADCF UNIMED Americana (SP) - SP
Martha Silva Imoniana - pivô - 18 anos - 1,85m - ADC Bradesco (SP) – SP

COMISSÃO TÉCNICA
Diretora: Hortencia Marcari
Administradora: Andréia Luisa Cavalcante Lopes
Técnico: Júlio César Patrício
Assistente Técnico: Bruno Guidorizzi
Assistente Técnico: Elvis Luís Pinto
Preparador Físico: Paulo Augusto Martignago
Médica: Paula Miranda
Fisioterapeuta: Ana Carolina Faleiros
Fisiologista: Rafael Fachina
Nutricionista: Emy Takahashi



SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-17 FEMININA
NOME - POSIÇÃO - IDADE - ALTURA - CLUBE – UF

Bianca Araújo da Silva – pivô - 16 anos - 1,89m- A.D. Santo André (SP)- SP
Camila Pereira da Silva – ala - 17 anos - 1,74m- ADCF Unimed Americana (SP) – SP
Carla Patrícia Silva Lucchini – armadora - 16anos - 1,70m - DIVINO/COC/Jundiaí (SP) - SP
Caroline Fernanda dos Reis Oliveira – ala - 15anos - 1,76m - APAB Barretos (SP)- SP
Daphner Pezavento Porto – pivô - 17 anos - 1,90m- ADC Bradesco (SP) – SP
Izabella Frederico Sangalli – ala - 17 anos -1,84m - ADCF Unimed Americana (SP) – SP
Kananda Ribeiro Benedicto – ala/pivô - 16 anos -1,78m - A.C.E. Ourinhos (SP) – SP
Kawanni Silva Dantas Firmino – ala - 16 anos -1,84m - ADC Bradesco (SP) – SP
Laís Cristina Ferreira da Silva – ala - 17 anos- 1,71m - A.C.E. Ourinhos (SP) – SP
Letícia da Silva Marcelino – armadora - 17 anos- 1,65m - ADC Bradesco (SP) – SP
Monique Teresa Soares Pereira – pivô - 15 anos -1,87m - ADCF Unimed Americana (SP) – SP
Vitória Maria Domingos Marcelino – pivô - 16anos - 1,78m - A.E. São José Basketball (SP) – SP

Comissão Técnica
Diretora: Hortência Marcari
Administrador: Paulo Henrique Mardegan
Técnica: Janeth Arcain
Assistentes Técnicos: Elias Rudek e Adriana Santos
Preparador Físico: Lucinei Carlos da Silva
Médica: Daniela Santini
Fisioterapeuta: Thayse Lins

Fonte: CBB

Vídeos

Para Miguel Ângelo da Luz, gestão do basquete feminino precisa de mudança.

Hortência durante o jogo da eliminação.

A enterrada de Liz Cambage contra a Rússia.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Hortência e companhia arremessam um ciclo olímpico na lata de lixo

149748844 Acompanho basquete feminino há 21 anos. Já vi, vibrei e sofri com muita coisa. No entanto, no ano passado quando Hortência definiu que Tarallo seria o novo técnico, pensei que seria esse o golpe de misericórdia.

Eu tinha as piores impressões sobre o trabalho dele. Sua péssima leitura de jogo, suas declarações banais, seu fraco trabalho na defesa, seu estilo de jogo “rachão” e sua passividade me chocavam.

Realmente vê-lo no comando da seleção feminina adulta foi o meu nocaute. Para quem odiou Barbosa, que sentimento poderia cultivar pela insignificância de Tarallo? E em tempos tão politicamente corretos, daria muito trabalho odiá-lo. Preferi me calar.

Alguns meses depois Tarallo reafirma toda sua “categoria” nessa campanha pavorosa da seleção feminina nas Olimpíadas de Londres.

Não me animo agora a listar suas deficiências ou apontar seus (vários) equívocos.

Suas frases de hoje são realmente antológicas e resumem com precisão seu universo:

“O time lutou o tempo todo, mas caiu em uma chave difícil.”

“As coisas conspiraram para que isso acontecesse.”

Antes que o nobre treinador ache que estou conspirando contra ele, esclareço que não. Tarallo não tem culpa de não ter competência para o cargo. A culpa é de quem o escolheu. Para uma confederação pouco preocupada com resultados, como a CBB, Tarallo deve ser uma ótima: acomodado, pacato, calado e econômico. Tem tudo para superar os onze anos de Barbosa.

A culpa é justamente da CBB e a diretora do feminino, Hortência, personifica bem as falhas da entidade. Igualmente incapaz para a função de gestora, a brilhante ex-atleta trocou literalmente as mãos pelos pés e não aprende nada com suas sucessivas mancadas. Declarações desnecessárias, decisões contraditórias e promessas que não saem do papel são a especialidade de Hortência desde que assumiu o cargo.

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Suas anuais trocas de técnico, sua teimosia insana pela ineficiente Iziane, sua intimidade com agentes de atletas e sua obediência ao Sr. Brunoro (quem?) são todas condenáveis.

Por respeito a sua história, Hortência deveria voltar pra casa e se dedicar a polir seus troféus e medalhas. É bizarro assistir a essa desconstrução pública e progressiva de sua imagem.

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Hortência, com a conivência da CBB e do omisso e apático presidente Carlos Nunes, jogou um ciclo olímpico na lata de lixo. Está completamente desmoralizada.

Em relação às atletas, não tenho interesse em analisá-las. As que estão aí sobrevivem há duas, três Olimpíadas simplesmente porque não apareceu nada melhor que elas por aqui. As novidades e promessas (vítimas de um trabalho de base lamentável) não tem poder de fogo para vencer nem a disputa doméstica, que dirá para pensar em competições intenacionais de verdade.

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O basquete feminino tem problemas desde sempre. Não tem atletas, não tem técnicos, não tem clubes, não tem público, não tem nada. Sobrevive graças a alguns gatos pingados e segue aos trancos e barrancos à espera de uma nova Paula, Janeth ou Hortência que brote nesse solo seco.

149753130 Continuar nessa espera inerte e doentia tornará vexames como os de hoje a regra na história do basquete feminino brasileiro, com direito a uma coroação de gala em casa, no Rio-2016.

Frases a respeito do fracasso da seleção em Londres

"Tudo foi feito errado com o feminino. Do começo ao fim. A aposta do presidente Carlos Nunes em Hortência acabou por se transformar num grande equívoco; um desastre. A aposta não foi errada; o erro se deu na insitência de Nunes em seguir apostando na nossa eterna Rainha.

(...)

É duro escrever o que vou esçrever agora, mas eu não posso deixar de fazê-lo: Carlos Nunes tem que demitir Hortência e encontrar alguém que possa ocupar o cargo e fazer do basquete feminino o que Wanderley Mazzuchini fez com o masculino."

Fábio Sormani em seu blog no IG.


"O olhar deve mirar o presidente Carlos Nunes, a diretora do departamento feminino Hortência e o consultor técnico José Carlos Brunoro, que comandam a Confederação Brasileira. Comandam como bem entendem, não prestam contas sobre seus desmandos e pensam, passiva e candidamente, que “estamos no caminho certo, os resultados virão”. O primeiro quase nunca aparece. Quando aparece, não faz nada. A segunda é bem intencionada, não há dúvidas, mas está completamente perdida. Demitiu três técnicos, bancou a volta de Iziane (para depois tirá-la com menos de 15 dias para os Jogos) e pensa que o grande plano pra 2016 é a naturalização de uma armadora gringa (céus!). O terceiro, sabemos, está mais preocupado com seu time de futebol do que com o basquete, que, diga-se de passagem, ele não conhece muito bem (seu passado veio de outro esporte de quadra, o vôlei)."

Fábio Balassiano em seu blog Bala na Cesta


"Pessoalmente, eu não acho que é o caminho, mas isso é uma decisão da Confederação e da comissão técnica. Temos talentos para começar a fazer o trabalho que já estamos fazendo, como levar as meninas para fazer jogos internacionais. Temos que dar oportunidades para as meninas que estão no País e têm talento."

Adrianinha em entrevista para o Terra, falando a respeito da idéia ridícula da Hortência de naturalizar uma armadora.




"O Canadá dominou praticamente todos os quartos. O terceiro foi um bom quarto do Brasil, em que ele começou a reagir, e no momento decisivo vi que a seleção deu uma tremida, deu aquela balançada.

(...)

Acho que as meninas fizeram o que elas podiam, dentro da limitação delas. Não era um grupo muito forte, a gente sabia disso."

Helen Luz no Sportv.




"A gente aproveita para pedir desculpas por não ter trazido a alegria da classificação, mas não faltou empenho, estudo, treinamento, dedicação. É triste para mim como técnico, mas não podemos esmorecer. Embora a gente esteja jogando de igual para igual, ainda falta força para vencer. Precisamos dar essa sequência. Foi por isso que me chamaram. Estou fazendo uma pesquisa com todos os técnicos, para saber o tempo de preparação, quantos times há nas ligas dos países, quantas jogadoras renovadas para 2016 "

Tarallo em entrevista ao Globo Esporte.com.  (Como assim, pesquisa? Ele foi chamado para treinar ou fazer um censo dos outros times? O que importa quantos times têm nas ligas estrangeiras se o trabalho aqui no Brasil é pífio e com pouco apoio, inclusive da CBB? Meu Deus!)




E Hortência? Depois de falar tanta besteira neste último ciclo olímpico, resolveu se calar? Ela disse que havia gostado da estréia, será que gostou da derrota para o Canadá, nosso freguês de carteirinha?

Bizarro: Provocada por torcida, Joice pede "tapa na cara" a repórter

"Dá um tapa na minha cara". Foi com essa frase que a ala Joice abriu sua entrevista nesta sexta-feira, logo após a derrota da seleção feminina para o Canadá, na Olimpíada de Londres (79 a 73). A eliminação no torneio e a provocação de torcedores que seguiu à derrota – um grupo de brasileiros gritou em direção a jogadoras "Bem vindas ao clube" quando a seleção saia da quadra – deixou algumas atletas destemperadas.

"Estou p...", disse Joice, logo depois. Perguntada sobre se o time jogou desligado, frase usada pelas próprias atletas após as derrotas anteriores, a atleta voltou a desabafar: "Se entrou desligado, tem que colocar um dedo na tomada".

Sem seguida, questionada sobre os motivos de o Brasil não ter segurado a vantagem do placar, após uma incrível recuperação do cenário de 14 pontos atrás, Joice disse: "é mais fácil você me explicar".
Só após a quarta pergunta ela conseguiu dar um resposta condizente com a pergunta feita. "Sou brasileira, estou sentida, estou muito triste. Tenho um filho no Brasil e queria voltar com uma medalha. Não estou aqui para passear", disse a atleta.

Além de Joice, só outras duas atletas, a armadora Adrianinha e a pivô Clarissa, conversaram com os jornalistas após o jogo [as demais se recusaram a comentar a derrota para as canadenses].

O técnico Luiz Claudio Tarallo deu explicações e culpou a tabela pelo desempenho. O Brasil enfrentou os três rivais mais fortes da chave, França, Austrália e Rússia, nas três primeiras rodadas. Perdeu todas.
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"O time lutou o tempo todo, mas caiu em uma chave difícil. Pegamos uma sequência muito complicada, com três grandes times nas três primeiras rodadas. E o time chegou desgastado física e emocionalmente hoje (sexta-feira). Passamos muito tempo atrás do placar, buscando e isso fez com que o time chegasse um pouco sem reação ao jogo contra o Canadá", falou.

O Brasil se despede da Olimpíada de Londres contra o Reino Unido, no próximo domingo, na busca pela primeira vitória e na tentativa de evitar a última colocação do grupo.

Fonte: UOL

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É esse o ótimo trabalho que a "psicóloga" Hortência faz com as atletas? Primeiro foi o choro após o jogo contra a Austrália e agora esse descontrole da Joice que mostram o quão frágil é o psicológico dessas atletas e como elas precisam de um acompanhamento especializado.

Mas a Hortência acha que seus slides e palestras motivacionais estão de bom tamanho...

Brasileiras pedem desculpa pela eliminação precoce e evitam lamentar ausência de Iziane

Derrotadas nesta sexta-feira pelo Canadá por 79 a 73, as brasileiras do basquete viram as chances de classificação para a próxima fase do torneio olímpico de basquete se esgotarem de vez, em razão dos quatro revezes na primeira fase. Com um jogo a mais para cumprir, a seleção de Luiz Cláudio Tarallo pede desculpas aos torcedores e evita tocar no polêmico corte de Iziane, retirada do grupo nas vésperas dos Jogos de Londres, por indisciplina.

"Tudo o que precisa se falar já foi falado. Só temos que agradecer todos os torcedores que estiveram com a gente. Não tem nada que chorar, agora é pensar nas próximas competições", declarou a pivô Clarissa após a partida desta sexta.

"Temos que nos desculpar com os torcedores por não ter vindo a medalha. Mas não faltou empenho, estudos de adversários, dedicação. As coisas conspiraram para que isso acontecesse", manifestou o técnico Tarallo depois do revés de seu time.

Depois da partida com as canadenses, o grupo da seleção ainda evitou revisitar o tema Iziane, talentosa jogadora da seleção que foi cortada dias antes da Olimpíada, durante período de preparação na França. Na oportunidade a ala levou o namorado para a concentração e acabou punida pela diretora Hortência.

"A Iziane é uma ótima jogadora, mas não sei se com ela aqui não seria a mesma coisa. Não sei se faria diferença", declarou a armadora Adrianinha.

Além da derrota para o Canadá, a seleção brasileira foi batida em Londres por França, Rússia e Austrália. A equipe ainda enfrenta a Grã-Bretanha na última rodada, no próximo domingo, mas não tem mais chances matemáticas que conseguir a vaga nas quartas de final.

Fonte: UOL

Reformulado, São José quer brigar por títulos nesta temporada



Depois do quinto lugar conquistado no primeiro ano de LBF (a liga nacional da categoria), a equipe de basquete feminino do São José se reformulou para brigar por títulos nesta temporada.

A experiente pivô Alessandra, ex-seleção brasileira, deixou o time. Para seu lugar, vieram três reforços para a posição: Flávia Luiza, Geisa Oliveira, que também atua como ala, e Nadia Colhado, que integra o grupo que disputa as Olimpíadas de Londres.

Outra atleta que chega ao São José é a ala cubana Ariadna, considerada uma das melhores de sua posição no país.

- Ano passado, tínhamos uma equipe sub21 preparada para jogar Jogos Regionais, Abertos e Segunda Divisão. Um grupo de muita qualidade, com passagem pela seleção brasileira e mais a experiência da Alessandra e o apoio da Cris. Esse ano demos uma reformulada, fortalecendo os setores que a gente tinha mais deficiência, que era o caso das pivôs – disse o técnico da equipe, Carlos Lima.

O grupo se prepara para estrear no Paulista da 1ª divisão no próximo dia 16, a primeira das competições que o São José disputa nesta temporada. A equipe está no grupo A ao lado de Santo André, Guarulhos, São Caetano e Jundiaí.

- Acredito que a equipe mais forte é Santo André, bem tradicional. Perdemos para eles nos playoffs do ano passado, numa série muito boa, onde a gente mostrou um desempenho muito bom para um primeiro ano de liga nacional. Não vamos estrear 100%, a gente espera chegar com pelo menos 80%, 85% da nossa condição física e ir crescendo na competição, sabendo que nós temos sete meses de competições, o paulista até dezembro, depois os Jogos Abertos e a liga nacional até abril – completou Lima.

Contratada para ser uma das substitutas de Alessandra, Flávia Luiz se mostra animada com o desafio.

- A expectativa é sempre a melhor, de estar chegando sempre às finais. Esse é nosso objetivo maior. Com certeza, substituir a Alessandra, com a bagagem e história que ela tem dentro do basquete, pelo que ela já fez, é uma responsabilidade muito grande. Mas acho que isso é legal. Você acaba criando uma responsabilidade bacana pra você. Gosto de me desafiar – destacou a atleta.

Embalado pelo título nos Jogos Regionais de Caraguatatuba, o São José ainda não sabe quem será o adversário da estreia do Paulista. A divulgação da tabela deve sair até o final da próxima semana.

Fonte: Globo Esporte

Brasil perde a quarta seguida em Londres

Nem contra o Canadá foi possível.

Brasil perdeu por 79-73 e está eliminado das Olimpíadas na primeira fase.

Triste e lamentável.

Sport Recife anuncia contratação de Érika

O Sport Recife, que vai disputar a terceira edição da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2012/2013, acertou a contratação da pivô Erika Souza (foto), de 30 anos (09 de março de 1982), que defendeu o Perfumaria Avenidas (Espanha) na última temporada e está com a Seleção Brasileira na disputa dos Jogos Olímpicos de Londres. A informação foi confirmada por Márcio Manfrin, coordenador técnico de Esportes do time pernambucano, no início da noite desta quarta-feira (1º de agosto).

“Iniciamos a reformulação do basquete feminino do Sport Recife há um ano, quando montamos a equipe e nos filiamos a Liga de Basquete Feminino (LBF). Nesse período, nos estruturamos e agora estamos contratando os reforços. Já havíamos repatriado a Francielle e a Adrianinha, além de ter acertado com a experiente pivô Alessandra, e agora estamos anunciando o acerto com a Erika”, explica Manfrin.

O dirigente do Sport Recife afirma que mais duas jogadoras serão anunciadas em breve. “Estamos acertando com mais duas jogadoras para complementar o nosso elenco. Assim que estiver tudo definido, vamos divulgar”, acrescenta Márcio.

A carioca Erika Cristina de Souza, de 1m97, iniciou carreira no Mangueira (RJ) e depois passou pelas seguintes equipes: BCN/Osasco (SP), Vasco da Gama (RJ), Los Angeles Sparks e Atlanta Dream (WNBA), Valencia (Espanha), São Paulo/Guaru (SP), Mizo-Pecsc (Hungria), Unimed/Ourinhos (SP), Club Sport Universitari de Barcelona (Espanha), Americana (SP), Barcelona (Espanha), Ros Casares (Espanha)e Connecticut Sun (WNBA). A pivô defende a Seleção Brasileira desde o final da década de 90, iniciando pelas categorias de base e, posteriormente, subindo para a equipe adulta.

Unimed Americana domina Encontro Sul-Americano

Unimed B Seleção de Ouro Unimed A

O 16º Encontro Sul-Americano de Basquete, realizado em Novo Hamburgo (Rio Grande do Sul), durante a semana passada, teve amplo domínio da Unimed Americana, que conquistou dois títulos e colocou nada menos do que seis jogadoras na Seleção de Ouro.

Na Série Ouro do Sul-Americano, a equipe A da Unimed Americana, formada por jogadoras nascidas em 1996 e 97, foi campeã. Em segundo lugar ficou o Beto Esporte, do Maranhão, e São José dos Pinhais, do Paraná, foi a terceira colocada.

Na Série Prata, com jogadoras nascidas em 1998, a equipe B da Unimed Americana também conquistou o título, à frente do CR Esportes/Osório e Ginástica Concórdia Canoas, ambos os times do Rio Grande do Sul, segundo e terceiro colocados, respectivamente.

Na Seleção de Ouro do Encontro Sul-Americano, seis dos sete prêmios individuais ficaram com jogadoras da Unimed: Elissa de Oliveira, 16 anos, melhor defensora; Gabriela Santos, 16 anos, melhor lateral 1; Thainá Soares, 16 anos, melhor lateral 2; Witala Mota, 15 anos, melhor pivô 1; Aline Moura, 15 anos, melhor pivô 2; e Izabela Leite, 13 anos, cestinha com 138 pontos. Raísa, do Maranhão, foi a melhor armadora da competição.

"Tivemos uma semana excelente. Foram muitos jogos e nossos meninas deram show de bom comportamento e comprometimento. Acredito que atingimos os nossos objetivos", disse a técnica Anne de Freitas Sabatini, da equipe A da Unimed Americana. A equipe B teve comando do técnico Bruno César Vital.

Anne Sabatini, que é assistente técnica da seleção brasileira sub-15, também aproveitou a competição para observar jogadoras visando futuras convocações. A Unimed Americana levou a Novo Hamburgo 33 jogadoras de 10 a 16 anos, divididas em três grupos. No total, o Encontro Sul-Americano reuniu 14 equipes no feminino.

Inscrições para o Campeonato de Basquete do Circuito Clube Escola ficarão abertas até o dia 16 de agosto

Continuam abertas as inscrições para o Campeonato de Basquete do Circuito Esportivo Clube Escola. Para participar basta vir (representando uma entidade) pessoalmente ao CGPE, dentro da Secretaria de Esportes do município ou fazer o seu cadastro através do site oficial da competição. Mas fique ligado, você só poderá inscrever a sua equipe até o dia 16 de agosto.
“A partir desta semana, com o final das férias, haverá certamente um aumento no número de equipes inscritas para o Campeonato de Basquete. No ano passado tivemos 90 times. Este ano, só nessa primeira semana de inscrições, já temos 17 equipes cadastradas. A chance de termos mais times em 2012 é grande e mostra o sucesso do Circuito.” nos contou a coordenadora do evento, Kátia de Araújo.
Haverá disputa feminina e masculina nas categorias sub-16, sub-14, sub-12 e sub-10 e ao menos um representante de cada equipe deverá participar do Congresso Técnico que será realizado no dia 18 de agosto. Os jogos começam no dia 1º de setembro e as finais estão previstas para o dia 1º de dezembro.
O grande objetivo do Circuito Esportivo Clube Escola, além de revelar novos talentos, é a integração social e o incentivo à prática do basquete, assim como de outros esportes. Participe!

Serviço:
Secretaria de Esportes - Rua Pedro de Toledo, 1591 – Vila Clementino – São Paulo / SP – 04039-034 - Tel.: 3396-6428 / 6489

Apagebask sub-13 é campeã do Encontro Sul-Americano

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A equipe feminina sub-13 Apagebask (Associação de Pais Guarulhenses Esportiva de Basquete) foi campeã invicta da primeira semana do Encontro Sul-Americano de Basquete, em Novo Hamburgo-RS.

Segundo a técnica Vilma Rejane, que luta há anos nas categorias de base, a equipe é muito promissora.