sexta-feira, 10 de setembro de 2010

FIBA avalia o futuro do Basquete 3 para 3

A FIBA, entidade reguladora mundial do basquete, avaliou o novo formato de jogo 3 para 3 que poderá revolucionar a modalidade.

Uma equipe de alto nível está a definir objetivos e estratégias para o jogo e está discutindo a sua adoção como um evento olímpico para 2016, uma tour profissional mundial 3 para 3 da FIBA e um sistema de ranking global para jogadores individuais.

Os planos foram discutidos durante o 19º Congresso Mundial da FIBA, em Istambul e após o sucesso da competição 3 para 3 nos Jogos Olímpicos da Juventude em Cingapura no mês de Julho.

Patric Baumann, Secretario Geral da FIBA, disse: “Estamos realmente excitados com o 3 para 3 não só enquanto jogo mas também como forma de chegar a uma audiência ainda mais jovem.

“A essência do 3 para 3 é ser divertido e livre, e querendo assegurar uma formula consistente de jogo em todo o mundo queremos também que cresça organicamente. A FIBA liderará o desenvolvimento do jogo, não o seu controle.

“Nossos planos estão na criação de uma competição baseada no que vimos em Cingapura – competição rápida, e excitante vista por multidões animadas, esgotando as quadras – não existem razões para que o basquete 3 para 3 não seja um evento olímpico nos próximos anos.”

Cada partida 3 para 3 é jogado por duas equipes de três jogadores numa meia quadra durante duas metades de cinco minutos. A primeira equipe a atingir 33 pontos ganha, se nenhuma atingir essa pontuação no final do segundo período a equipe que tiver o maior número de pontos sera a vitoriosa.

Baumman reforça: ”O formato encoraja os jogadores a se expressarem a todos os níveis técnicos e truques com uma média de 30 a 35 lançamentos por partida, sem esquecer das atrações óbvias, vemos como um bom complemento do jogo tradicional e não como um substituto.”

“A chave do sucesso sera o indivíduo, um ranking mundial conetará todos os jogadores 3 para 3 desde iniciantes até aos melhores jogadores permitindo que possam jogar em provas em todo o mundo independentemente da sua nacionalidade, lugar ou tempo.

“Com isto não há razão para que não possamos profissionalizar e globalizar o jogo, permitindo que menos nações de basquete compitam a um alto nível e abrindo o jogo de basquete para novas audiências e mercados.”

Um comentário:

MeninoBionico disse...

... jogo chato...sabe qdo vc vai treinar e não da time completo, e vc fica brincando em um ado da quadra somente.. só serve pra bincadeira mesmo