quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sul Americano de Seleções é adiado para 2013

De acordo com a Federação Chilena em seu site, o Campeonato Sul-Americano Adulto Feminino deste ano foi cancelado pela ABASU devido ao intenso calendário internacional, que envolve o Pré-Olímpico Mundial e os Jogos Olímpicos.

Só pra lembrar que o presidente da ABASU é o Gerasime Bosikis, o Grego.

Lamentável!

De preparador físico a técnico da seleção, Tarallo sonha com ciclo longo

O caminho não foi convencional. Ele não jogou basquete na infância e nem sonhou ser a voz de comando de uma equipe quando crescesse. Na verdade, preferia o gramado à quadra. Mas foi nela que a oportunidade de trabalho apareceu. Luiz Cláudio Tarallo virou preparador físico das divisões de base do Jundiaí numa grande época do basquete feminino da cidade, como faz questão de frisar. Só não podia esperar que com o fim do projeto competitivo do Divino, no início da década de 90, fosse ser chamado para ser técnico. O gosto pelo desafio o fez aceitar a nova função, mas impôs uma condição: ficaria no cargo até um treinador de ofício ser contratado. Não conseguiu mais largar.

Aos 45 anos, a vida mudou de novo. No fim do ano passado, resolveu aceitar o convite da CBB para deixar as seleções da categoria de base e assumir a principal. A missão não é simples, o tempo é curto e a pressão por resultados nos Jogos de Londres é grande. Mas ele se diz tranquilo. Quer logo iniciar a preparação e sonha que seu ciclo dure bastante.

Tarallo está casado com Patrícia há 20 anos e tem dois filhos. Leonardo joga futsal no colégio, e Letícia faz dança. Basquete para eles, só nas conversas em casa. Lugar onde a partir de 1º de maio passarão a ver bem menos o pai. Neste dia, o primeiro grupo de atletas convocadas dará início à preparação olímpica. O segundo, formado por aquelas que disputaram a final da LBF e pelas que estão jogando na Europa, ainda não tem data definida para se apresentar em Jundiaí. A lista com os nomes escolhidos pelo técnico será divulgada quinta-feira.

Em entrevista, Tarallo diz que deve lançar jovens jogadoras em algumas posições. Lembra que o trabalho também visa à Olimpíada do Rio, em 2016. Conhece a nova geração como a palma de sua mão, já que à frente dela conquistou o inédito bronze no Mundial sub-19 em 2011. Para Londres, evita criar expectativas com relação a resultados. Segundo ele, o objetivo da equipe será pensar em vencer cada jogo e lutar o tempo todo. Está feliz por contar com Éríka e Iziane no processo. Acredita que, mesmo sendo marinheiro de primeira viagem, assim como toda a sua comissão técnica, poderá voltar de lá com uma boa colocação se o grupo mostrar comprometimento.

GLOBOESPORTE.COM: Como o basquete entrou na sua vida?
Tarallo: Eu trabalhava como preparador físico das equipes de base de Jundiaí, numa grande época. Em 1992, quando acabou todo o projeto competitivo da cidade, a Prefeitura me falou para ser técnico. Eu disse que não. E falaram: "Foi todo mundo embora e só ficou você dos que tinham contato com o time principal". Eu ficava vendo como era a função do treinador e, na ausência dele, era eu que estava sempre lá. Como gosto de desafios, disse que tudo bem. Mas que ficaria até que outro técnico chegasse. Só que senti o gosto e acabei ficando. Fiz um caminho diferente do da maioria. Eu nem fui jogador. Na verdade, gostava de jogar futebol. De vez em quando ainda faço isso. Toda semana uns grupos também se reuniam para jogar basquete. Como jogador estou indo muito bem como técnico (risos).

Naquele período como preparador físico trabalhou com algum talento que brilharia mais tarde na seleção adulta?
A Alessandra (pivô campeã mundial em 1994 e medalhista olímpica). Ela nos procurou quando estava com 17 anos. Não tinha todos os fundamentos, mas trabalhou muito e, pela altura, se destacava.

Para alguém que iniciou a trajetória como preparador físico o Carlos Alberto Parreira (técnico do tetra na Copa do Mundo) é uma boa referência?
(Risos). Parreira é uma referência boa, sim. Espero, quem sabe, conseguir os resultados que ele conseguiu com a seleção. Foi um treinador competente e também com ética. Deixou exemplos e resultados também.

Você sempre trabalhou com basquete feminino? Nunca pensou ou teve vontade de estar à frente de uma equipe masculina?
Na realidade, sim. Sempre trabalhei com meninas. Tenho uma afinidade grande, mas é preciso ter um feeling para compreender o comportamento e a postura de uma mulher. Ser treinador é também administrar pessoas. Sempre procurei estudar a atleta do ponto de vista fisiológico e psicológico. Todo técnico que trabalha com mulheres tem sempre que se atualizar. Não é porque eu não gosto ou tenha algo contra o masculino, mas acho difícil mudar. As coisas foram acontecendo naturalmente para mim e dando certo. Passei pela seleção paulista e desde 2005 estava na seleção brasileira de base.

E como foi fazer parte da equipe que conquistou o inédito bronze no Mundial sub-19 no ano passado? O que se pode esperar desta geração para as Olimpíadas do Rio?
Elas mereceram aquela conquista. Tudo foi feito com muito empenho. Compraram a ideia de vencer, venceram obstáculos, o que facilitou muito o trabalho. Conseguimos treinar por um período longo. Tivemos tempo, dedicação e um grupo altamente comprometido. Meninas promissoras apareceram, como a Damiris que foi MVP do campeonato. Algumas delas foram aproveitadas na seleção adulta e outras fizeram parte dos treinos, como a Ramona. Já temos um planejamento para promover o maior número possível de vivência e oportunidade de jogar contra vários países antes dos Jogos, como China, EUA, Argentina, Chile, Argentina, Japão... É preciso chegar com experiência internacional, vivenciando situações contra as melhores e também diversas escolas de basquete.

Você recebeu uma missão importante e complicada. Pode ser uma coisa muito boa, mas nem tanto assim caso o resultado não saia...
Eu já tinha sido sondado uma vez, mas, com problemas pessoais e de contrato, não tinha como eu entrar. Também já tinha trabalhado como assistente da adulta nos Sul-Americanos de 2005 e de 2006 (o técnico era Antonio Carlos Barbosa). No fim do ano passado, recebi um convite oficial. Primeiro fiquei contente porque era um reconhecimento, estava sendo elevado a uma seleção adulta. E o convite veio com as Olimpíadas junto. Muitos treinadores chegaram à adulta e não foram aos Jogos. Sei a importância deste momento do basquete, que está preocupado em crescer. Além disso, fiquei animado porque é um cargo visando 2016. Agora vamos para Londres com força máxima. Dependendo da carência de alguma posição ou outra, vamos lançar atletas mais novas. Eu fui acompanhar jogos do Europeu. Foi bom para estudar pontos fracos e fortes de possíveis adversários. Saber como jogam e gostam de jogar. O sorteio olímpico será este mês. Eu já queria logo poder estar treinando o grupo, saber com quem vou poder contar. É uma ansiedade gostosa, estou curtindo. Sei que o resultado pode não vir. Falei que vou fazer o máximo que posso porque o trabalho é feito em um ciclo olímpico e eu estou assumindo no final dele. E a CBB me disse que é o início de um ciclo. Isso me deixou tranquilo.

Esse ciclo olímpico contou com outros três técnicos antes de você (Paulo Bassul, Carlos Colinas e Ênio Vecchi). Como via essas constantes mudanças?
Eu não tinha uma posição com relação a isso. Sempre foi uma tentativa de acerto e de aproximação das ideias do treinador e da CBB. Ninguém fica eternamente numa seleção. Uns têm períodos curtos e outros maiores. A gente sabe como funciona. Hoje a CBB está fazendo um realinhamento e entendeu que eu seria ideal para o trabalho. Vou ter uma fase, mas espero que meu ciclo dure bastante (risos). Estou curtindo, tranquilo, ciente e contando com o respaldo dos meus outros dois empregadores. Estou licenciado na Prefeitura de Jundiaí e no colégio de irmãs vicentinas, onde sou coordenador da área de Educação Física.

Então tem muita gente rezando por você.
As irmãs do colégio, né? Não tinha pensado nisso! (risos). Tenho compreensão de todos os lados. Deixei muitas portas abertas.

A comissão técnica do Brasil é formada por debutantes olímpicos. Como acha que vai ser controlar a ansiedade de vocês e das jogadoras também?
Essa é uma comissão que eu conheço e acredito. São pessoas gabaritadas. Temos que pensar que todos os grandes técnicos e jogadores já foram aos Jogos Olímpicos pela primeira vez. Temos exemplos de resultados de treinadores e comissões novas que foram bem. O contrário também já aconteceu. Não acredito que isso faço a diferença. A força está nos momentos dos jogos, no saber o que quer e no foco. Temos uma base de atletas experientes. Mas nada impede que uma menina nova, que não está com pressão sobre os ombros, possa ir para cima. Todas sabem jogar basquete e também sabem a dificuldade de chegar até uma Olimpíada. Têm que aproveitar, estar tranquilas para curtirem o momento sem uma pressão exagerada. É uma competição de tiro curto, o grupo tem que estar comprometido, ciente das coisas que vão acontecer e ser persistente. Não poderá se acomodar diante das dificuldades.

A modalidade conta hoje com um campeão olímpico treinando a seleção masculina. Já teve alguma oportunidade de conversar com Rubén Magnano?
Sempre acompanhei o trabalho dele. Não tive a oportunidade ainda porque cheguei agora e por conta de compromissos. Mas quero ter a chance de trocar ideias, sim. Não sou do tipo que tem orgulho e não pergunta as coisas. Lá no Europeu eu conversei com técnicos e jogadoras. Acho que é com essa troca que se cresce. Isso tem que ser feito não só com o Magnano, mas também com técnicos de outras modalidades. Dá para se tirar muitas coisas.

Há algum treinador, time ou atleta que serve de referência para você?
Eu seria injusto se escolhesse só uma pessoa. Não estou sendo demagogo. Hoje o trabalho no basquete feminino deve-se a um grande número de pessoas e, principalmente aos treinadores. Temos excelentes profissionais. Fora do basquete também não tenho um específico.

Quando será iniciada a preparação para Londres e com que número de jogadoras?
A convocação será feita depois da final da LBF porque tenho algumas dúvidas e precisava respeitar os clubes que estavam competindo. Como houve mudanças, alterações de datas no calendário e o Sul-Americano passou para junho, vamos ter que estudar essas trocas. Por isso é que não posso falar com quantas jogadoras vou iniciar o trabalho. Eu queria participar do Sul-Americano com os nomes da lista, mas vamos estudar isso. Algumas atletas vão precisar de dias de folga, como Érika e Adrianinha, que vão estar em fim de temporada na Europa. Pensamos em tê-las o mais rápido possível, para podermos fazer uma programação adequada a cada situação.

Além do amistoso com os EUA, já foi fechada a lista de países que você quer enfrentar?
Pedi para jogar com o maior número possível de equipes fortíssimas, mesmo que no início não seja promissor. Vamos jogar com os EUA, três partidas lá na Austrália, um torneio na França na véspera dos Jogos que vai ter China e Austrália também. E convidamos algumas seleções para virem ao Brasil. Estamos esperando para ver quais se interessam. Precisamos preparar uma equipe muito forte na defesa e com boas opções ofensivas. O contra-ataque é uma arma que gosto muito de explorar nas minhas equipes, mas quando o jogo precisar ser cadenciado, exploraremos a individualidade de cada atleta, mas sempre cuidando dos fundamentos.

Havia a dúvida se Iziane iria ou não a Londres. Desde o episódio com Bassul, a imagem dela ficou arranhada. Como é seu relacionamento com ela?
Fui técnico dela no juvenil no Osasco. Era uma menina na época e hoje é uma excelente jogadora, que amadureceu muito. Iziane tem um alto nível de basquete e é importante para o nosso esquema de trabalho. Não tenho problemas de relacionamento com ela. A encontrei durante a LBF. Talvez tenha tido alguns problemas antes, mas não era com o meu trabalho. É uma coisa que ficou para trás. Estou zerado com ela. Pelas vezes que conversamos, percebi que está querendo muito trabalhar. A prova disso foi que ficou conosco, não foi para a WNBA.

Hortência falou após o nono lugar no Mundial de 2010 que queria contar com Iziane e Érika desde o início da preparação olímpica. Já há uma posição da Érika a respeito disso?
Estive lá na Espanha conversando com ela. Desta vez, não vai chegar às vésperas da disputa de uma competição. Não deverá estar no treino na primeira semana porque daremos um tempo para que descanse. A ideia é evitar lesões mesmo. A decisão das duas, de dar prioridade à seleção, me deixou feliz. Elas são exemplos para as mais novas.

A lista deve ter nomes muito diferentes daquela do Mundial?
Aquela é uma base, mas em algumas posições vai haver trocas sim. Contaremos com algumas jogadoras novas, que vêm pela primeira vez. Estou estudando com carinho e analisando muito.

Em Pequim-2008, o Brasil ficou em 11º lugar. O que seria um bom resultado em Londres?
Trabalho pelo melhor possível. Temos que pensar nas vitórias. O grupo tem que ter uma das mãos no sonho e outra na realidade. Temos que pensar jogo a jogo. Lá estarão os 12 melhores países do mundo. Não gosto de falar em colocação porque, se não atingirmos, pode ser frustrante. Temos, sim, que ter como objetivo vencer cada jogo, lutar o tempo todo.

Você costuma usar em seu trabalho vídeos, livros, frases para motivar o grupo?
Gosto muito de trabalhar esse lado. Converso muito nos treinos e nos jogos. Gosto de trabalhar com exemplos de atletas, grupos, filmes, histórias de vida. Se você me perguntar se eu tenho alguma música ou filme predileto para me motivar também, eu vou dizer que não. Sou uma pessoa prática, o que me motiva é a quadra.

Fonte: Globo Esporte

Sem parceiro, Sport garante participar da LBF 2012/2013

Apesar de ainda não ter garantido um patrocinador para o basquete feminino, o Sport sacramentou a criação de uma equipe profissional para disputar a próxima temporada da Liga de Basquete Feminino (LBF). Já há, inclusive, três atletas contratadas e outras três apalavradas, e duas dessas virão da Espanha para jogar no Brasil.

A chegada de um patrocinador não determina a existência da equipe, mas é um fator que pode aumentar ou diminuir a competitividade dela. Caso um parceiro comercial seja encontrado, o dinheiro pago por ele seria usado para reforçar o elenco com mais jogadoras – atualmente, há quatro negociações em andamento ainda indefinidas.

“Nós fizemos todo o orçamento, decidimos quanto poderia ser investido do ponto de vista salarial, organizamos tudo. Uma parte dos recursos será arcada pelo clube e outra por patrocinadores. Como a liga só começa no fim do ano, ainda temos algum tempo para resolver”, conta Yuri Romão, vice-presidente de esportes amadores do Sport.

Existe até a possibilidade de que as tratativas existentes acabem beneficiando de alguma forma o futebol. Ao se reunir com os executivos dessas empresas, os dirigentes pernambucanos colocaram à disposição propriedades relativas ao futebol, e algumas delas se interessaram em adquirir pacotes maiores - a exemplo do que faz o BMG no Flamengo, no qual patrocina tanto basquete quanto futebol.

Na estrutura organizacional do clube, o departamento de marketing é responsável por captar fontes de verba para o futebol, enquanto todas as outras modalidades ficam sob a batuta da vice-presidência de esportes amadores. Eventualmente, ambas as pastas unem esforços em determinadas negociações, como pode acontecer no caso citado por Romão, mas elas atuam separadas na busca por patrocinadores.

Fonte: Máquina do Esporte

Joinville busca patrocinador para voltar à LBF

Terminada no último fim de semana a segunda edição da Liga de Basquete Feminino (LBF), com vitória de Americana sobre Ourinhos na decisão, dirigentes começam a trabalhar para acrescentar mais equipes ao campeonato para a próxima temporada. E a primeira a demonstrar interesse em voltar é a Associação de Basquete Feminino (ABF) de Joinville, neste momento à procura de patrocinadores.

O time catarinense participou da primeira temporada da LBF, em 2010/2011, mas teve de deixar a competição por não ter verba suficiente para sustentar uma equipe profissional. Altair Nasário, presidente à época, deixou o cargo para concorrer a vereador e foi substituído por Iginio Campregher, novo principal responsável por conseguir empresas que financiem o retorno do Joinville ao basquete feminino.

Para montar um elenco competitivo, com possibilidade clara de ficar entre os quatro primeiros colocados do campeonato, o dirigente prevê a necessidade de conseguir cerca de R$ 70 mil mensais. Com a metade disso, R$ 35 mil mensais, de acordo com ele, já é possível contratar uma equipe menos qualificada, porém suficiente para participar do principal torneio de basquete feminino do país na atualidade.

"Nós já temos algumas coisas em vista, estamos dependendo de contatos para ver se conseguimos fazer algo. Hoje teríamos que ter o investimento de alguma empresa, e não está fácil, mas também só precisamos pagar pelos salários das atletas, porque a liga subsidia passagens, estadias, como aconteceu na última participação. Estamos analisando a situação", afirma Campregher, presidente da ABF.

Um dos pontos que anima o mandatário é Joinville, cujo crescimento econômico tem servido como base para modalidades esportivas. Na cidade, o time de futebol subiu à segunda divisão nacional, enquanto futebol de salão e basquete masculino têm equipes que integram as respectivas elites no país. Ainda há, segundo ele, restrições ao basquete feminino, mas a expectativa é que elas sejam revertidas.

"O Sportv deu uma assistência muito importante para a liga, e esse ano foi melhor do que o ano passado, então estamos apostando bastante nisso", completa o presidente. Para retornar à LBF, a vantagem de Joinville é que a associação já possui franquia, mas a volta ainda terá de ser aprovada em congresso técnico, a ser organizado pela entidade nos próximos meses. Até lá, precisa-se de patrocinador.

Fonte: Máquina do Esporte

Primeira fase do Paulista Feminino começa nesta quinta. São Bernardo desiste da competição.

A Primeira Fase do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2012 será aberta nesta quinta-feira (19 de abril), com a partida isolada entre São Caetano/Drummond e Abdala Sports/Sejelp/Pindamonhangaba, às 20h00, no ginásio Municipal Armando Lima e Silva Corujeira, na cidade de São Caetano do Sul (SP).

O time do Grande ABC, comandado pela técnica Vânia Pauletti (foto), chega para o estadual com uma base jovem, contando com jogadoras entre 21 e 24 anos, e com a experiência de ter disputado a Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2011/2012. Entre os reforços, aparecem: a armadora Aruzha Lima, ex-Maranhão Basquete, a pivô Milene Santos, ex-Maranhão Basquete, a lateral Ana Paula Graciano, ex-Divino/COC/Jundiaí, e a ala Jessica Nogueira, ex-Santo André/Semasa. À experiente pivô Eliane Ferreira, por outro lado, encerrou sua carreira.

- Espero por um jogo equilibrado, já que se trata de uma estreia e os dois times possuem a base jovem em seus elencos, mas esperamos fazer valer o mando de quadra. O nosso time conta com alguns reforços e está um pouco mais experiente, além de ter crescido fisicamente - analisa Vânia Pauletti, técnica do São Caetano/Drummond.

Já o representante do Vale do Paraíba, dirigido por Sueli Salomão, também aposta em uma base jovem, com cinco jogadoras mais experientes e o restante vindo do trabalho de formação da própria equipe. Os reforços contratados foram estes: a armadora Camila Costa, ex-São Caetano/Drummond, a pivô Cristiane Lima (Kika), ex-São José/Shopping Colinas, a pivô Ana Flora de Paula, ex-São Caetano/Drummond, e a ala Kiara Soares, ex-São José/Shopping Colinas. Da temporada passada permaneceu apenas a pivô Izabella Cintra.

- Vamos disputar essa competição com o time reformulado, contando com um grupo novo, mas a nossa expectativa é fazer um bom campeonato; o time realizou alguns amistosos, mas ainda não está no seu ideal físico e deve crescer neste aspecto com o passar dos jogos. O objetivo é fazer uma boa estreia, já que as jogadoras demonstraram muita garra e determinação durante a pré-temporada - analisa Sueli Salomão, técnica do Abdala Sports/Sejelp/Pindamonhangaba.

A Primeira Fase do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2012 será disputada em turno único e os quatro primeiros colocados ganham o direito de jogar a etapa seguinte do estadual, quando enfrentarão as equipes que já estão pré-classificadas: Americana, Santo André/Semasa, Ourinhos Basquete, Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC, Basquete Clube e São José/Shopping Colinas. Os demais irão disputar o Campeonato Paulista Feminino da Série A-2.

Os times participantes da fase inicial são estes: Abdala Sports/Sejelp/Pindamonhangaba, Cristo Rei/SEL/FAIP/Marília, Guaru Esd/Esporte Guarulhos, Recreativa/Ribeirão Preto, São Caetano/Drummond (São Caetano do Sul), UNIESP/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau (Presidente Venceslau), XV/Unimep/Ahmpla/Selam (Piracicaba), Divino/COC/Jundiaí e Asser/SEME/Rio Claro. O ASA/São Bernardo, de São Bernardo do Campo, esteve presente nas reuniões técnicas e havia confirmado sua participação, mas depois que a tabela foi confeccionada decidiu não disputar o campeonato.

Fonte: FPB

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Londres 2012: Entrevista exclusiva com ‘Magic’ Paula (A Crítica)

Uma das maiores jogadoras do basquete brasileiro avalia a Seleção em um bate-papo descontraído

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Adan Garantizado

Maria Paula Gonçalves da Silva foi uma criança que como qualquer outra, praticou todo tipo de esporte durante sua infância. Xadrez, tênis de mesa, atletismo e natação foram algumas das brincadeiras dela em Osvaldo Cruz, São Paulo. Após assistir a algumas partidas de basquete, ela resolveu “experimentar” o esporte. E o Brasil agradece, pois a “brincadeira de criança” virou algo sério e o país ganhou uma das suas maiores atletas de todos os tempos. Aos 14 anos, Paula já jogava na Seleção Brasileira adulta de basquete. E ao longo de 28 anos de carreira, ela acumulou conquistas. As jogadas geniais renderam a ala armadora o apelido de “Magic”. E mesmo após deixar as quadras, Paula continua fazendo suas “mágicas” pelo esporte. A ex-jogadora dirige o instituto “Passe de mágica”, onde gerencia e dá apoio logístico a carreira de atletas olímpicos, como Fabiana Beltrame (remo), Diogo Silva, Natália Falavigna (taekwondo) e Fernando Reis (levantamento de peso). Ela também será comentarista da Record nas Olimpíadas de Londres. Nesta entrevista ao CRAQUE, concedida no escritório do Passe de Mágica, a “Magic” se mostrou cética quanto ao desempenho do basquete feminino brasileiro nos jogos de Londres e relembrou conquistas marcantes.

Porque o basquete feminino não conseguiu manter o nível de conquistas da sua geração?

Esta geração sofreu muito com o descaso dos dirigentes. Eles não pensaram em longo prazo. Você não pode só começar a pensar em uma nova geração quando a antiga está prestes a parar. O basquete brasileiro sofreu muito com essa falta de continuidade de trabalho, tanto no masculino quando no feminino. Quando você tem uma equipe de nível, tem que fazer a equipe de base ir caminhando junto. A Seleção feminina paga primeiro por não ter jogadoras tão talentosas como as da nossa época. Havia muita gente fora de série. A nova geração infelizmente não possui este perfil.

O convite da CBB para a  Hortência cuidar do basquete feminino é a solução?

A Hortência foi contratada para trabalhar só com o basquete feminino. Isso é ótimo afinal jamais houve alguém pra cuidar só do nosso naipe lá dentro. A gente sempre foi o patinho feio dentro da Confederação. Agora nós somos muito imediatistas. Existe um novo trabalho acontecendo, com seleções permanentes nas categorias de base, e não podemos exigir resultados imediatos. É preciso paciência.

Você é a favor de ex-atletas assumirem cargos nas Confederações?

O ex-atleta carrega uma bagagem tremenda, mas, ninguém pode assumir um cargo de alta responsabilidade sem se preparar. É claro que com a bagagem de ex-atleta, ele sabe o que é melhor pro jogador ou jogadora. Ele conviveu com o esporte. Acho muito legal a entrada de ex-atletas nessa área administrativa. Mas ser um grande atleta não significa ser bom gestor.

A Seleção feminina mudou de técnico em 2011, trocando o Ênio Vecchi pelo Luiz Tarallo. O que você achou desta mudança?

Se a gente fosse pensar em alguém para comandar a Seleção feminina, o nome mais indicado seria o Paulo Bassul que foi afastado da equipe após todo aquele problema com a Iziane. O problema que nós sofremos com o nível dos atletas no Brasil, também se extende à parte de treinadores e árbitros. Ninguém se preocupou em renovar o quadro de técnicos para assumir a Seleção. A vinda do Colinas e do Ênio foi um equívoco. A Hortência percebeu isso à tempo e mudou. Mas agora, não podemos mais ficar fazendo experiências. Acho que o nome do Tarallo é pensando em 2016. Ele é um cara jovem, mas que está no esporte há bastante tempo. Já tive o prazer de trabalhar com ele. É um cara estudioso e que conhece o basquete. Se estamos apostando em alguém para 2016, não há ninguém mais indicado que o Tarallo. Agora para as Olimpíadas desse ano, teríamos que pensar em outra pessoa.

Isto vai atrapalhar a vida da Seleção em Londres?

Acho que temos que esquecer um pouco 2012, apesar de já estarmos classificadas para as Olimpíadas. Precisamos pensar na preparação das atletas que estarão aqui nos Jogos do Rio. Não sei se com essa equipe que temos hoje, se a gente consegue subir ao pódio Olímpico. Mas pode acontecer. Quando chegamos na final Olímpica de 96, ninguém acreditava que a gente podia chegar. Mas acredito que o grande foco deve ser a preparação para 2016.

Você citou a Iziane, que teve diversos problemas na Seleção. Como você avalia a postura dela?

Eu acho que é difícil você julgar alguém. A gente erra toda hora. O pior defeito, talvez, seja insistir no erro. No momento em que o Paulo manda ela entrar no jogo e a Iziane se recusa, é um momento de cabeça quente tanto dela quanto do treinador. Eu acho que o perdão é uma virtude tão importante de qualquer ser humano. Mas a Iziane continuou insistindo em se recusar a trabalhar com o Paulinho. A partir daquele momento ela começou a errar. Quando que na minha época alguém diria não para o técnico e não entraria no jogo? Precisamos respeitar o comando mesmo não aceitando algumas normas. A Iziane voltou a jogar no Brasil após 10 anos fora (ela defende o Maranhão). Isso vai ser muito bom pra ela. Agora ela talvez assuma essa postura de liderar o time dela e a Seleção. Espero que a Iziane mude a postura dela. Por enquanto ela não é exemplo para ninguém.

Dentre as conquistas de sua carreira na Seleção, quais você gostaria de reviver?

O Pan de Havana em 91, o campeonato mundial de 94 e a prata olímpica em 96. O Pan de Havana significou uma virada de página no basquete feminino do Brasil. Fomos reverenciadas pelo Fidel Castro. Não estou dando aval para a política dele. Mas foi um momento muito simpático.Eu brinco com a Hortência que a gente vai estar velhinha de bengala e as pessoas vão querer que a gente explique o que o Fidel falou nos nossos ouvidos (risos). Já o mundial fez a gente ser respeitada mundo afora.  Foi uma competição em que o grupo estava muito amadurecido e calejado pelas dores e experiências de outros campeonatos. Já na prata Olímpica, em Atlanta, nós fizemos uma competição perfeita. Só que no jogo final, contra os EUA não jogamos nada. Relaxamos, perdemos por 25 pontos de diferença. Nunca podemos pensar assim na vida. Era a última chance de conquistar um ouro olímpico para muitas garotas do grupo. Ficou esse aprendizado de nunca deixar pra depois. Mas perder para os EUA não foi desonra.

Sua parceria com a Hortência continua até hoje?

A gente se fala bastante. Temos 50 anos. Não dá mais pra ter aquela rivalidade que a gente tinha quando jogava. Hoje somos mulheres maduras. Não é porque joguei 28 anos com ela que preciso ter afinidade. Respeito a Hortência e isso basta. Nossa relação sempre foi assim. Não temos os mesmos amigos, mas se alguém me vê pergunta por ela. Se vê ela pergunta por mim. A parceria vai ser eterna.

Fonte: A Crítica

Damiris é selecionada no Draft da WNBA

A pivô brasileira foi a 12ª escolha do 1º round, sendo escolhida pelo Minnesota Lynx, atual campeão da WNBA e que conta com estrelas como Maya Moore e Seimone Augustus.

Parabéns Damiris!

domingo, 15 de abril de 2012

Equipe de Érika está na final da liga espanhola

O Perfumerias Avenida, equipe da pivô brasileira, Érika de Souza, venceu novamente o Girona FC no segundo encontro dos playoffs da série melhor de três partidas. As gerundenses estiveram bem melhor do que a primeira partida da série, mas a equipe do técnico Lucas Mondelo foi magistral e com o alto nível de suas jogadoras como Érika e Dewanna Bonner não deram chances para a equipe do Girona. As salamancas venceram por 69 a 58 (36 a 28 no primeiro tempo) e se classificaram ao lado do Ciudad Ros Casares Valencia para a grande final da Liga de Basquete feminino da Espanha.

O volume de jogo apresentado pela equipe de salamanca é tão grande que os números mostram que pouquíssimas equipes podem superar essas jogadoras.

A cestinha do confronto foi Dewanna Bonner com 18 pontos e sete rebotes, um ponto só a mais do que Érika de Souza que com 17 pontos e 12 rebotes anotou um duplo-duplo. Pelo Girona, Angelica Robinson anotou 16 pontos.

Na outra série da semifinal, o Ciudad Ros Casares Valencia, que foi o campeão da Euroliga, venceu a série na segunda partida sobre o Rivas Ecopólis por 57 a 47.

Fonte: CBB

Clarissa troca atletismo pelas quadras e lidera o Americana rumo ao título

Quando pequena, Clarissa fazia esporte por fazer. Não se interessava muito, mas era vista por muitos técnicos como uma promessa no atletismo. Até descobrir o basquete. Incentivada por uma professora, trocou os arremessos de peso e lançamento de discos pelas quadras. Hoje, anos mais tarde, liderou Americana ao título da Liga de Basquete Feminino (LBF) com uma campanha impecável. Eleita melhor jogadora do campeonato, a pivô, constante nas convocações da seleção brasileira, diz que, por ela, não teria largado atletismo. Mas sabe que também não teria alcançado o nível atual se não tivesse optado pelo basquete.

- Poderia estar no atletismo até hoje. Mas chegou uma hora que precisei escolher. Eram muitas viagens, então acabei ficando no basquete. E deu certo.

Após a vitória de Americana sobre Ourinhos, Clarissa recebeu o prêmio de melhor jogadora do campeonato das mãos de Hortência. Apesar de reconhecer o talento de uma das maiores jogadoras do basquete brasileiro, a pivô diz que só foi conhecer a história da atual diretora de seleções da Confederação Brasileira de Basquete quando já estava representando o país.

- Eu não acompanhava muito esporte. Claro, conhecia a Hortência, mas só fui saber da sua história mesmo quando estava no Pré-Olímpico da Colômbia, no ano passado. É uma honra receber um prêmio desses dela.

Com mais uma atuação decisiva, Clarissa foi fundamental para a conquista de Americana. Com a presença do técnico na seleção, Luiz Cláudio Tarallo, no ginásio, a pivô garante que só pensou no título durante toda a partida.

- Eu trabalhei duro para chegar ao título. Sei que ele estava aqui para ver o jogo, mas fiz o meu trabalho sem pensar nisso. Queria ser campeã. Se for convocada para os Jogos Olímpicos, ótimo. Mas isso será consequência do meu trabalho.

Para a jogadora, o momento é de aproveitar a conquista da equipe, que teve apenas uma derrota em toda a competição – para Santo André, nas semifinais.

- Agora é só aproveitar. Aproveitar esse momento, essa conquista. Nós trabalhamos muito duro para chegarmos aqui. Esse título é consequência de um trabalho muito duro.

Fonte: Globo Esporte

Jundiaí contrata pivô Leidilânia, ex-São José

O Divino/COC segue em preparação para a estreia da fase classificatória para a Série A1 do Campeonato Paulista de basquete feminino, que tem seu início marcado para a próxima semana. Ontem, a equipe apresentou mais um reforço para a temporada 2012. Trata-se da pivô Leidilânia da Silva Ferreira, de 21 anos.

A jogadora, apesar de jovem, é experiente e acumula passagens pela principais equipes paulistas, como Osasco, São Caetano, Catanduva e São José dos Campos, onde jogou a Liga Nacional, na última temporada. Em busca de espaço para jogar, Leidilânia trocou a equipe do Vale do Paraíba pelo Divino e, segundo ela, suas expectativas estão altas.

"O Divino vai jogar o Campeonato Paulista e tem uma equipe muito jovem, com garotas da mesma idade que eu. Aqui, acredito que vou ter mais tempo de quadra", conta. Segundo ela, a disputa por uma vaga na equipe de São José estava bem mais acirrada. Hoje, o Divino tem, além dela, a pivô Tamara, que ainda é da categoria juvenil. "Espero conquistar meu espaço e fazer uma boa campanha com o Divino no Estadual, nos Jogos Regionais e Abertos", diz.

Estreia - A estreia do time adulto do Divino será contra Cristo Rei de Marília no próximo sábado (21), às 19 horas, no ginásio do Colégio Divino Salvador. Além da vitória, o Divino espera contar com o apoio de sua torcida. Para atrair um bom público, o time promete sortear brindes, que vão de kits dos patrocinadores do clube até bolas de basquete.

A fase classificatória para a Série A-1 tem 10 times que vão jogar turno único. Os quatro primeiros colocados se classificam para Série A-1, que acontece no segundo semestre e já tem seis equipes pré-classificadas: Americana, Santo André, Ourinhos, Catanduva, Basquete Clube e São José.

CÍNTIA FLORES

Fonte: Jornal de Jundiaí

São Paulo conquistou o título brasileiro Sub 17

Neste sábado (14), a seleção sub-17 feminina paulista conquistou o tricampeonato do Campeonato Brasileiro da categoria. A equipe de São Paulo venceu as cariocas em mais um clássico entre os dois times por 73 a 47 (38 a 21 no primeiro tempo). Durante a partida, as campeãs que apresentaram uma boa defesa, e ainda puderam contar com a valiosa colaboração do banco de reservas que foi responsável por 47% dos pontos (34pts).

As cestinhas foram as paulistas Kananda Ribeiro Benedicto, Izabella Frederico Sangalli e a carioca Maria Luiza Oliveira Silva, com 13 pontos cada. A seleção de São Paulo contou ainda com ajuda de Kawanni e Camila, que anotaram 11 e 10 pontos, respectivamente. Arbitragem: Fabiola Carraro (PR), Gerson Falcao (MS) e Daniela Mafessoni (SC).

Medalha de Bronze

A medalha de bronze ficou com a seleção do Paraná ao derrotar as cearenses por 54 a 40 (31 a 12 no primeiro tempo). As donas da casa dominaram toda a partida, com exceção do terceiro período onde a equipe do Ceará mostrou uma reação (7-14, 5-17, 13-9, 15-14), mas não suficiente para conquistar a vitória. As cearenses ficaram com a quarta posição do campeonato e permanecem na primeira divisão.

A cestinha do jogo foi a cearense Tainah Freire Botelho com 14 pontos e quatro rebotes, além de quatro recuperações de bola e três assistências. Pela equipe dona da casa, Gabriela Begnini converteu 12 pontos e nove rebotes. Outro destaque foi a paranaense e Mati Shimosaka que converteu um duplo-duplo (10 pontos e 11 assistências), além de seis rebotes. Arbitragem: Ruy Amanajas (PA), Ramiro Inchauspe (RS) e Fabricio Urbino (SP)

Disputa de 5º e 6º lugares

A seleção catarinense venceu o confronto contra a seleção do Mato Grosso do Sul e se manteve no grupo de elite da categoria. As catarinenses venceram por 72 a 43 (23 a 21 no primeiro tempo).

A cestinha do jogo foi a catarinense Mariana Strait de Oliveira com 23 pontos e seis rebotes. Pelo Mato Grosso do Sul, Karen Fernanda Lourenço converteu 13 pontos e 16 rebotes, um duplo-duplo. Arbitragem: Jonathan Santos (RJ), Bruno Von Randow (ES) e Fabiola Carraro (PR).

Disputa de 7º e 8º lugares

A seleção capixaba venceu o confronto contra o Pará por 52 a 45 (26 a 29 no primeiro tempo). Espírito Santo ficou com sétima posição e o Pará com o oitavo lugar.

A equipe do Espírito Santo entrou na partida determinada e finalizou o primeiro tempo em 13 a 11. No segundo quarto, as paraenses apertaram as adversárias e venceram o primeiro tempo 26 a 29. No segundo tempo, as capixabas marcaram e com bons passes assumiram a frente do marcador vencendo por (18-8, 11-8), 52 a 45.

A cestinha da partida foi a paraense Edysa Renata Tavares Silva com 21 pontos e cinco rebotes. Pelo Espírito Santo, Geraldine Leandra Costa Caldeira converteu 16 pontos e seis rebotes. Arbitragem: Helder Santana (PB), Daniela Mafessoni (SC) e Luiz Torres (CE).

As seleções do Pará (8º), Rio Grande do Sul (9º),e Paraíba (10º) disputam a segunda divisão do Brasileiro em 2013.

Formado pelas cinco atletas que mais destacaram no campeonato, a organização do campeonato escolheu além da seleção ideal, o técnico da equipe modelo e o comandante destaque. Para a escolha do técnico foram analisados o desempenho da equipe, liderança perante o grupo e as estratégias utilizadas durante a partida.


SELEÇÃO IDEAL DO BRASILEIRO SUB-17 FEMININO 1ª DIVISÃO
Posição 01 – Armadora - Taynara Caroline Souza Domingues - PA
Posição 02 – Ala - Izabella Frederico Sangalli - SP
Posição 03 – Ala - Raphaella Monteiro da Silva - RJ
Posição 04 – Ala/pivô - Thayna Silva - RJ
Posição 05 – Pivô - Gabriela Letícia Bonamigo - PR
Técnico – Carlos Magno da Conceição Souza - RJ
Técnico Destaque - Tancredo Cesar Menezes Barbosa - CE

Fonte: CBB

AMERICANA, CAMPEÃO DA LBF 2011 / 2012!


PARABÉNS AMERICANA!

Tive o prazer de estar na tarde de ontem nesta agradável cidade, e sentir de perto o clima da partida final da LBF.

Com uma torcida inflamada, o time correspondeu em casa e sagrou-se campeão.

Bonito ver que, assim como no Maranhão com Iziane, Americana tem em Karla seu ídolo, que responde como tal: comanda a torcida, vibra, incendeia.




Bela festa, valorizada pelo time de Ourinhos, que fez um belo campeonato! Parabéns a elas também!

Aproveito para agradecer ao secretário de imprensa da LBF, Frederico Batalha, que recebeu o PBF com toda atenção e prestatividade!

Agradeço também a MARCOS do blog CHUÁ, também colaborador do PBF, quem tive o prazer de conhecer.



Não posso deixar de citar a presença de uma torcedora fantástica, que AMA de fato o basquete feminino: CLEIDE LEONE.

Acredito o torneio deste ano cumpriu com seu propósito, com bons jogos, playoffs equilibrados, e a promoção da modalidade em novas praças.

O PBF continuará publicando as reportagens que repercutirão esse grande jogo, e direcionará seu foco para a Seleção Brasileira, sem esquecer do Paulista, outras seleções, e o basquete de uma forma geral.

Mais uma vez, parabéns ao Basquete, Parabéns Americana, grande campeão!

sábado, 14 de abril de 2012

AMERICANA x OURINHOS - AO VIVO
















O PBF ja esta no Centro Civico de Americana, para cobrir aquele que pode se o jogo final da LBF 2011/2012.

Rússia divulga as convocadas para as Olimpíadas

O técnico Bóris Sokolovsky convocou 25 jogadoras para os treinamentos visando os Jogos Olímpicos deste ano.

A lista será reduzida para 18 anos, de acordo com o desempenho das jogadoras nos playoffs do campeonato russo.

O início da preparação está previsto para o dia 27 de maio, em Novogorsk.

As convocadas são:

Elena Danilochkina - Nadezhda
Katerina Keyru - Chevakata
Becky Hammon - SpartaK
Tatiana Popova - Dynamo Moscow
Ekaterina Ruzanova - Nadezhda
Natalia Zhedik - Nadezhda
Ilona Korstine- Perfumerias Avenida
Evgenia Belyakova - SpartaK
Marina Karpunina - SpartaK
Svetlana Abrosimova - UMMC
Olga Arteshina - UMMC
Maria Cherepanova - Chevakata
Anastasia Shilova - Dynamo-GUVD
Irina Sokolovskaya - Dynamo Moscow
Liudmila Sapova - Nadezhda
Natalia Vodopyanova - Dynamo Kursk
Marina Kuzina - SpartaK
Tatiana Vidmer - UMMC
Natalia Myasoedova - Dynamo-GUVD
Anna Petrakova - Dynamo Kursk
Anastasia Logunova - Nadezhda
Natalia Vieru Good - Angels Kosice
Nadezhda Grishaeva - Arras
Ekaterina Lisina - Dynamo Kursk
Irina Osipova - SpartaK

Fonte: Prodep

Tarallo convoca seleção olímpica na próxima quinta-feira

No próximo dia 19 de abril, quinta-feira, na sede da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo - Aceesp, o técnico da Seleção Brasileira adulta feminina, Luiz Cláudio Tarallo, fará a convocação da equipe que irá disputar o Campeonato Sul-Americano e as Olimpíadas de Londres. O jovem treinador, de 45 anos, já tem algumas jogadoras em mente, mas continua fazendo observações, especialmente das atletas que estão disputando as finais da Liga de Basquete Feminino (LBF), casos das equipes de Americana e Ourinhos, que disputam os playoffs.

Desde que assumiu o comando da seleção feminina principal, Tarallo está acompanhando as jogadoras selecionáveis. O objetivo do capitão brasileiro é reunir o máximo de atletas em condições de classificar no Sul-Americano e brigar por uma medalha em Londres.

"Estou ansioso para o início dos treinamentos. Como já prevíamos, vamos fazer dois grupos de jogadoras, com o primeiro se apresentando no dia 1º de maio, em São Paulo, onde realizarão os exames médicos durante três dias, e depois a preparação inicia [dia 3] no ginásio Bolão, em Jundiaí", adiantou Tarallo. "O segundo grupo, que vem de um ritmo intensos de jogos, irá se apresentar em data ainda a ser determinada pela comissão. Pensamos em tê-las o mais rápido possível, para podermos fazer uma programação adequada a cada situação", completou Tarallo.

Irão participar da primeira fase dos treinamentos, o grupo formado por jogadoras que atuam na Europa e estão de férias e as brasileiras que também já finalizaram a temporada. Depois se apresentam as que seguem atuando na final da LBF e na Europa. "Minha avaliação vai continuar até a data da convocação", explicou o técnico, sobre as avaliações que seguem sendo realizadas.

Adepto ao jogo de muita defesa e contra-ataque, Tarallo sabe a filosofia que quer implantar na Seleção Brasileira. "Precisamos preparar uma equipe muito forte na defesa e com boas opções ofensivas. O contra-ataque é uma arma que gosto muito de explorar nas minhas equipes, mas quando o jogo for precisa ser cadenciado, explorarmos a individualidade de cada atleta, mas sempre cuidando dos fundamentos. São princípios que vamos buscar muito durante os treinamentos. Não falta vontade de trabalhar", finalizou o treinador que já tem muitas conquistas nas equipes de base brasileiras.

A coletiva e a convocação de Luiz Cláudio Tarallo acontecerá na sede da Aceesp (Av. Paulista, 807 - 9º andar - Conjunto 904), em São Paulo, no dia 19 de abril, às 11 horas. Será necessário a realização de credenciamento prévio pelo endereço de email: credenciamento@cbb.com.br. Favor enviar nome, veículo em que trabalha, função, identidade e telefone para contato.

Fonte: CBB

Iziane e Kelly vencem ação contra o turco Besiktas

As jogadoras Iziane Castro e Kelly Santos entraram com uma ação contra o time turco do Besiktas por causa de salários atrasados.

As jogadoras pediram o pagamento integral dos seus salários da temporada 2010/2011, alegando que o clube tinha resolvido unilateralmente o contrato sem causa justificada.

A ação foi julgada pelo Tribunal de Arbitragem de Basquetebol a favor das jogadoras em sua afirmação de que o clube tem de pagar os salários pendentes por quebra de contrato.

Fonte: Prodep

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Personagens da Final - 10


JOICE CRISTINA DE S. RODRIGUES, de Ourinhos

Posição: Ala


Estatura: 1,74m


Peso: 68 kg


Data de Nascimento: 06/09/1986


Palavra: VITÓRIA


Pensamento: PODE AQUELE QUE PENSA QUE PODE


Música: SPACE JAM THEME (Jock James)


SPACE JAM THEME


Everybody get up it's time to slam now
We got a real jam goin' down
Welcome to the Space Jam
Here's your chance, do your dance at the Space Jam
Alright....

Come on and slam, and welcome to the jam
Come on and slam, if you wanna jam

Hey you, watcha gonna do
Hey you, watcha gonna do
Hey you, watcha gonna do
Hey you, watcha gonna do
Party people in the house lets go
It's your boy "Jayski" a'ight so
Pass that thing and watch me flex
Behind my back, you know what's next
To the jam, all in your face
Wassup, just feel the bass
Drop it, rock it, down the room
Shake it, quake it, space KABOOM...
Just work that body, work that body
Make sure you don't hurt nobody
Get wild and lose your mind
Take this thing into over-time
Hey DJ, TURN IT UP
QCD, goin' burn it up
C'mon y'all get on the floor
So hey, let's go a'ight

(Repeat Chorus 1)

Chorus 2:

Wave your hands in the air if you feel fine
We're gonna take it into overtime
Welcome to the Space Jam
Here's your chance, do your dance at the Space Jam
Alright...

C'mon it's time to get hyped say "Hoop there it is"
C'mon all the fellas say "Hoop there it is"
C'mon one time for the ladies say "Hoop there it is"
Now all the fellas say "Hoop there it is"
C'mon and run, baby run
C'mon, C'mon, do it, run baby run
Yeah, you want a hoop...so shoot, baby shoot
C'mon and slam, and welcome to the jam
C'mon and slam, if you wanna jam
C'mon and slam, and welcome to the jam
C'mon and slam, if you wanna jam

Slam, Bam, Thank you ma'am
Get on the floor and jam
It's the QCD on the microphone
Girl you got me in the zone
C'mon, C'mon and start the game
Break it down, tell me your name
We the team, I'm the coach
Let's dance all night from coast to coast
Just slide, from left to right
Just slide, yourself the night
QCD, drop the base
3-point-1 all in your face
Jam on it, let's have some fun
Jam on it, One on One
You run the hole and I run the "D"
So C'mon baby just jam for me

Personagens da Final - 9


CLARISSA CRISTINA DOS SANTOS, de Americana


Posição: Pivô


Estatura: 1,82m


Peso: 94 kg


Data de Nascimento: 10/03/1988


Palavra: FELICIDADE


Pensamento: AQUELE QUE ESTÁ DE PÉ CUIDA PARA QUE NÃO CAIA (1 Corintios 10:12)


Música: MINHA GRATIDÃO - Raquel Melo





MINHA GRATIDÃO

São tantas bencãos
tantos motivos que o meu coracão
não consegue guardar tantos milagres
e livramentos que tu,
grande deus
realizaste em mim
precisaria de mais que um noite
mais que uma madrugada atè pra te dizer

rendo gracas a ti
gracas a ti
meu coracão agradece por tudo que fizeste
eu louvo o teu nome e sempre dou gracas a ti

Personagens da Final - 8


KAREN GUSTAVO ROCHA, de Americana

Posição: Ala


Estatura: 1,77m


Peso: 83 kg


Data de Nascimento: 01/03/1984


Palavra: HUMILDADE


Pensamento: O SENHOR É O MEU PASTOR, E NADA ME FALTARÁ (Salmos 23)


Música: TÁ ESCRITO (Grupo Revelação)




TÁ ESCRITO


Quem cultiva a semente do amor,
segue em frente não se apavora,
se na vida encontrar dissabor,
vai saber esperar sua hora.

Às vezes a felicidade demora a chegar,
aí é que a gente não pode deixar de sonhar,
guerreiro não foge da luta não pode correr,
ninguém vai poder atrasar quem nasceu pra vencer.

É dia de sol mas o tempo pode fechar,
a chuva só vem quando tem que molhar,
na vida é preciso aprender se colher tem que plantar,
é deus quem aponta estrela que tem que brilhar.

Ergue essa cabeça mete o pé e vai na fé,
manda essa tristeza embora,
basta acreditar um novo dia vai raiar,
tua hora vai chegar.

Erga essa cabeça mete o pé e vai na fé,
manda essa tristeza embora,
basta acreditar um novo dia vai raiar,
tua hora vai chegar.

quem cultiva a semente do amor só vai colher

felicidade...

Personagens da Final - 7


SILVIA CRISTINA GUSTAVO ROCHA, de Ourinhos


Posição: Ala/ Pivô


Estatura: 1,83m


Peso: 86 kg


Data de Nascimento: 14/05/1982


Palavra: Aguardando


Pensamento: Aguardando


Música: Aguardando