E eu, apenas digo, como já cantava Luciana Mello:
terça-feira, 7 de janeiro de 2003
DOIS JOGOS NESTA TERÇA PELA SEGUNDA RODADA DA SEMIFINAL
-A vitória na primeira partida nos animou e deixou o grupo muito motivado, mas temos que manter os pés no chão. Americana é a melhor equipe da competição e jogar na cidade deles será ainda mais complicado. Para vencê-los precisamos jogar sempre com nossa força máxima e errar o menos possível - afirmou o técnico Edson Ferreto, do Unimed/Ourinhos.
? Estou muito confiante. Acredito que temos todas as condições de vencer os dois próximos jogos em casa e recuperar a vantagem na série. Para isso, precisamos manter o ritmo de jogo que apresentamos no início da primeira partida, quando abrimos 18 pontos de vantagem (22 a 4) ? comentou o técnico Paulo Bassul, do Unimed/Americana.
? Agora é avaliar os erros que cometemos e entrar em quadra com muita determinação para buscar o empate. Primeiro temos que nos recuperar fisicamente, devido ao pouco revezamento que há na nossa equipe. Acredito que já mostramos muito potencial chegando até aqui, apesar de todas as dificuldades, principalmente as contusões que desfalcaram o time na primeira fase ? declarou a armadora Vivian, do Santo André.
? Essa vitória fora de casa motivou ainda mais a equipe. Santo André começou bem a partida, mas nós conseguimos tirar a diferença e virar o jogo. Agora elas vêm com tudo para cima da gente e vão querer vencer de qualquer maneira para empatar a série. Nós temos que manter a tranqüilidade e aproveitar a vantagem de jogar em casa para fazer dois a zero ? disse a pivô Érika, do São Paulo/Guaru.
UNIMED/OURINHOS E SÃO PAULO/GUARU VENCEM NA SEMIFINAL DO NACIONAL
DOIS JOGOS NESTA TERÇA PELA SEGUNDA RODADA DA SEMIFINAL
- A vitória na primeira partida nos animou e deixou o grupo muito motivado, mas temos que manter os pés no chão. Americana é a melhor equipe da competição e jogar na cidade deles será ainda mais complicado. Para vencê-los precisamos jogar sempre com nossa força máxima e errar o menos possível - afirmou o técnico Edson Ferreto, do Unimed/Ourinhos.
- Estou muito confiante. Acredito que temos todas as condições de vencer os dois próximos jogos em casa e recuperar a vantagem na série. Para isso, precisamos manter o ritmo de jogo que apresentamos no início da primeira partida, quando abrimos 18 pontos de vantagem (22 a 4) ? comentou o técnico Paulo Bassul, do Unimed/Americana.
- Agora é avaliar os erros que cometemos e entrar em quadra com muita determinação para buscar o empate. Primeiro temos que nos recuperar fisicamente, devido ao pouco revezamento que há na nossa equipe. Acredito que já mostramos muito potencial chegando até aqui, apesar de todas as dificuldades, principalmente as contusões que desfalcaram o time na primeira fase - declarou a armadora Vivian, do Santo André.
- Essa vitória fora de casa motivou ainda mais a equipe. Santo André começou bem a partida, mas nós conseguimos tirar a diferença e virar o jogo. Agora elas vêm com tudo para cima da gente e vão querer vencer de qualquer maneira para empatar a série. Nós temos que manter a tranqüilidade e aproveitar a vantagem de jogar em casa para fazer dois a zero - disse a pivô Érika, do São Paulo/Guaru.
Mata-matas coroam supremacia paulista
EDUARDO OHATA
DA REPORTAGEM LOCAL
O Unimed/Ourinhos recebe o Unimed/Americana, às 18h. A outra partida das semifinais acontece em Santo André. A equipe da casa recebe o São Paulo/Guaru, às 20h30. A segunda e a terceira rodadas serão na terça e na quarta.
Na primeira edição do Nacional, em 1998, Fluminense e BCN/ Osasco fizeram a final. Em 1999, o campeonato foi decidido entre Santo André e Paraná, que repetiram a final no ano seguinte. Na edição passada, o campeonato foi definido entre Vasco e Paraná.
O fato de todas as equipes desta etapa do Nacional serem paulistas é encarado normalmente por atletas e técnicos. É a situação de times de outros Estados terem se destacado em edições passadas que é classificada como artificial.
"A situação anterior não era verdadeira. Havia o fenômeno dos times itinerantes. O Fluminense, por exemplo, foi campeão jogando com uma equipe de São Paulo", analisa Paulo Roberto Bassul, treinador do Americana, que em 18 partidas perdeu somente uma vez até o momento.
O adversário de Americana, Ourinhos, atual campeão paulista, registrou campanha mais modesta: 12 vitórias e 6 derrotas.
Bassul argumenta que a mentalidade imediatista passou a dar espaços a iniciativas para o desenvolvimento de talentos locais.
"Não adianta levar a equipe inteira de um lugar para o outro, o melhor é investir em escolinhas, no trabalho de base. Isso vem sendo implantado em Uberaba, Santa Catarina e outros locais. De que adianta um time dizer, "sou campeão brasileiro", se [depois do Nacional] não fica nada no Estado?", conclui o técnico, que nas semifinais não poderá contar com a ala Helen, que se recupera de lesão.
A ala Janeth Arcain, que defendeu o Vasco na decisão de 2001 contra o Paraná, reconheceu que aquela não deixou de ser uma "final paulista". "No Paraná, no Vasco, eram todas jogadoras de times paulistas. Agora é que a situação voltou à normalidade", analisa Janeth, que defende o São Paulo, equipe que registra campanha exatamente igual ao do adversário na semifinal, o Santo André: 14 vitórias e 4 derrotas.
No turno, em Guarulhos, o Santo André venceu por 65 a 64. No returno, em Santo André, o São Paulo levou a melhor por 84 a 79.
"Vamos jogar forte na defesa, marcando a Janeth [cestinha do Nacional, com média de 23,3 pontos] e a Érika, que são as que mais pontuam no Guaru", diz a técnica do Santo André, Laís Elena.
Rival provocou única derrota de Americana
DA REPORTAGEM LOCAL
O fato de Ourinhos ter sido o único time a impor uma derrota ao Americana é lembrado por atletas de ambos os times às vésperas das semifinais.
O Americana perdeu por 61 a 59, na casa do rival, em partida da oitava rodada da competição, no dia 24 de novembro.
"Ourinhos é um time perigoso, que luta até o final do jogo. Foi o único que nos derrotou na competição. Nossa equipe está bem e estamos crescendo a cada jogo", analisou a ala Silvinha, do Americana. "Vamos jogar nosso basquete e tentar vencer a primeira partida. Garantir uma vitória fora de casa vai ser muito importante."
No Ourinhos, a vitória sobre o Americana serve como fator de motivação. "Nós conseguimos vencer uma partida contra elas na fase de classificação, que foi a única derrota delas no torneio, e esperamos ganhar mais uma vez. Vamos jogar em casa e tentar aproveitar essa vantagem", diz a armadora Vanessa Gattei, do Ourinhos. "A gente espera partidas difíceis, decididas nos últimos minutos."
O treinador do Americana, Paulo Roberto Bassul, afirma que os playoffs são como uma nova competição e que o retrospecto deve ser ignorado a partir de agora. "Não quero as jogadoras vivendo do passado ou do futuro. Tudo começa do zero agora", diz.
Fonte: Folha de São Paulo
sexta-feira, 3 de janeiro de 2003
Um simples clique no mouse revela estranhas e suspeitas coincidências nos bastidores do basquetebol brasileiro.
É assim que eu resumo o texto publicado hoje, pelo Diário do Basquete, chamado: "Federação Paulista é Dona da CBB".
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quinta-feira, 2 de janeiro de 2003
O ortopedista Armando Fornari e o fisioterapeuta Nivaldo Baldo definem nesta quinta-feira quando a ala/armadora Helen Luz deve voltar a defender a Unimed/Americana no Campeonato Nacional feminino de basquete. Os médicos farão uma nova avaliação da atleta nesta tarde.
Helen sofreu uma contusão no músculo da panturrilha direita durante o Mundial da China, em setembro. Desde então, participou de apenas um jogo por Americana, quando ficou em quadra por nove minutos contra o Automóvel Clube/Campos, no primeiro turno do Nacional.
Sem ter a certeza do retorno da jogadora, o técnico Paulo Bassul prefere não criar grandes expectativas. 'Só vou contar com ela a partir do momento que houver a liberação do departamento médico. Como isso ainda não ocorreu, não vou fazer nenhum planejamento contando com a Helen', afirma Bassul.
As jogadoras da equipe tiveram dois dias de folga por causa do Ano Novo e retornaram aos treinos na manhã desta quinta-feira. A equipe estréia na semifinal contra a Unimed/Ourinhos neste domingo, às 14 horas, na casa das adversárias.
Fonte: Gazeta Esportiva
Janeiro - Finais do Nacional de Basquete Feminino
Julho - 7 a 13 - Sul-Americano de Seleções de Basquete Feminino, no Equador
- 23 de julho a 5 de agosto - Jogos Pan-Americanos (República Dominicana)
- 25 de julho a 3 de agosto- Campeonato Mundial Sub-21, na Croácia
Setembro - 10 a 14 - Copa América - Pré-Olímpico de Basquete Feminino, (sede indefinida)
- 14 de setembro a 10 de janeiro - VI Campeonato Nacional de Basquete Feminino
Novembro - 2 a 9 - Sul Americano de Clubes de Basquete Feminino
terça-feira, 31 de dezembro de 2002
FASE SEMIFINAL DO NACIONAL FEMININO COMEÇA DOMINGO
A fase semifinal do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino 2002 começa no domingo com Unimed/Ourinhos x Unimed/Americana, em Ourinhos (18 horas), e Santo André x São Paulo/Guaru, em Santo André (20:30 horas), com transmissão ao vivo do SPORTV. A segunda e terceira partidas estão programadas para os dias 7 e 8 de janeiro, em Americana e Guarulhos, respectivamente. Se necessário, o quarto e quinto jogos acontecerão nos dias 10 e 12.
Na fase de classificação, o Unimed/Americana terminou em primeiro lugar, com 35 pontos ganhos (17 vitórias e uma derrota), seguido do São Paulo/Guaru e do Santo André, ambos com 32 (14 vitórias e 4 derrotas). A cestinha do Nacional é a ala Janeth, do São Paulo/Guaru, com a média de 23.3 pontos
PROGRAMAÇÃO DA SEMIFINAL
1ª Rodada - Domingo (dia 5 de janeiro)
18:00h - Unimed/Ourinhos x Unimed/Americana - Ginásio Monstrinho
20:30h - Santo André x São Paulo/Guaru - Ginásio Pedro Dell`Antonia
(SPORTV - Ao vivo)
2ª Rodada - Terça-feira (dia 7 de janeiro)
20:00h - Unimed/Americana x Unimed/Ourinhos - Ginásio Centro Cívico
20:00h - São Paulo/Guaru x Santo André - Ginásio Thomeozão
3ª Rodada - Quarta-feira (dia 8 de janeiro)
20:00h - Unimed/Americana x Unimed/Ourinhos - Ginásio Centro Cívico
20:00h - São Paulo/Guaru x Santo André - Ginásio Thomeozão
4ª Rodada - Sexta-feira (dia 10 de janeiro) - SE NECESSÁRIO
20:00h - Unimed/Ourinhos x Unimed/Americana - Ginásio Monstrinho
20:00h - Santo André x São Paulo/Guaru - Ginásio Pedro Dell`Antonia
5ª Rodada - Domingo (dia 12 de janeiro) - SE NECESSÁRIO
18:00h - Unimed/Americana x Unimed/Ourinhos - Ginásio Centro Cívico
18:00h - São Paulo/Guaru x Santo André - Ginásio Thomeozão
segunda-feira, 30 de dezembro de 2002
A Gazeta Esportiva bem resumiu o ano para o feminino.
Olhem só:
Pela primeira vez em muitos anos, as meninas do Brasil não ficaram entre as quatro primeiras colocadas em uma competição internacional. Com problemas no calendário e desfalques importantes, a seleção voltou do Mundial da China com o modesto sétimo lugar.
Mais uma vez o grande vilão foi o aperto no mercado interno, que deixou a participação em torneios internacionais muito mais interessante para as jogadoras. Com datas de competições conflitantes, Barbosa, que tinha apenas duas atletas convocadas atuando no Brasil, só pode fazer um treino com o grupo completo uma semana antes da estréia.
Para complicar, duas peças importantes no esquema idealizado pelo treinador ficaram fora da disputa por causa de contusões. Micaela nem estreou, contundida no treino da véspera, e Helen machucou-se na primeira fase e não voltou mais à quadra. Com duas derrotas por um ponto de diferença, o Brasil terminou com uma campanha abaixo de suas possibilidades.
Barbosa permanece no comando da equipe, mas a palavra final de Grego ainda não foi dada. O saldo positivo de todos estes problemas é que a CBB garantiu que irá pagar em 2003 para que as principais jogadoras do país não precisem atuar no exterior, comprometendo a preparação para o Pré-olímpico. Dentro de casa, pouca coisa mudou. Os recursos continuaram escassos, levando a significativas mudanças nos plantéis das equipes paulistas. Os clubes continuaram fazendo malabarismos para se manter, mas o Vasco da Gama não teve sucesso. Depois de um título Nacional e do bicampeonato estadual, a equipe foi sumariamente extinta por problemas financeiros.
No balanço final da temporada, os principais vencedores foram Unimed/Americana e Guaru, esta última, que conseguiu o apoio do São Paulo e se reforçou com a ala Janeth. Atual campeão paulista, o Unimed/Ourinhos ainda tem nos cofres seu ponto fraco, assim como Santo André, que continua sem patrocinador.
Leia tudo: aqui
Deve estar tranqüilo, afinal ele realiza "um forte trabalho de base", mas que não produziu uma única equipe pra jogar o Carioca.
Bem, fim de ano e tudo igual no basquete feminino: mais um time milionário montado para dar visibilidade a uma prefeitura é desmanchado e a lei da selva grita:
Time feminino do basquete do ACF/Campos é extinto
Determinação da Federação Carioca faz com que a permanência do time fique inviável para o início do ano
O time do basquete feminino do ACF/Prefeitura de Campos foi extinto depois de decisão da federação carioca
O time de basquete feminino do Automóvel Clube Fluminense/Prefeitura de Campos, está extinto. A decisão foi tomada pelo presidente da Fundação Municipal de Esportes, Lulu Beda em acordo com o prefeito Arnaldo Vianna.
A expectativa de disputar o campeonato estadual com o time que disputou o nacional e ficou em sexto lugar na competição, acabou com o anúncio da entidade, informando que as jogadoras qua participaram do nacional, não poderão participar do estadual.
-É lamentável que eles tenham tomado essa decisão, achando que vão motivas as jogadoras mais jovens-, disse Lulu Beda. Ele explicou ainda o porque de acabar com o time, declarando que o time de Campos é forte e trouxe grande retorno para a cidade.
-Não é viável permanecermos com o time, pois seriam oito meses parados, já que o Campeonato Nacional, só será disputado em agosto. Lamentamos pelas jogadoras de alto nível e pela comissão técnica, mas todos tem condição de acertarem com equipes de todo país-, afirmou Lulu Beda.
O presidente da Fundação Municipal, falou da possibilidade do time ser monatado novamente em junho, pouco antes da realização do nacional de 2003, sendo que dependerá da disponibilidade de jogadoras na ocasião.
-O problema não é financeira, e sim uma questão de bom senso, lamentamos, mas não tem outro jeito?, declarou Lulu Beda.
'Peneira' para talentos da cidade
O gerente de esportes da Secretaria de Planejamento, Nilson Maria, informou que logo após o carnaval, serão realizadas ?peneiras? na cidade.
Crianças e jovens com média de idade de oito aos 16 anos, vão ter a oportunidade para formar novas equipes nas categorias masculino e feminino, nas modalidades do vôlei e do basquete.
-Vamos montar equipes competitivas no infantil e juvenil, dando oportunidades aos jovens que demonstrarem conhecimento e talento para o esporte-, disse Nilson Maria.
Ele informou ainda que os trabalhos que vem sendo realizados nas praças continuaram e desses projetos, também serão selecionados jovens para integrar as novas equipes.
Fonte: Diário do Norte Fluminense
domingo, 29 de dezembro de 2002
Ao contrário do que publicaram Folha e O Globo, o jornal LANCE! diz que Barbosa está em terreno seguro.
Vamos aguardar os próximos capítulos da novela, escrita por Seu Gerazime.
Barbosa mantido na Seleção
Assistente Paulo Bassul também será mantido na Seleção feminina
LANCE!
Pelo trabalho realizado desde 1997, o técnico Antônio Carlos Barbosa e seu assistente Paulo Bassul serão mantidos no comando da Seleção feminina, apesar do sétimo lugar no Mundial da China, em setembro. A mudança a ser anunciada pelo presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Gerasime Bozikis, o Grego, na primeira quinzena de janeiro, será o nome do terceiro integrante da comissão técnica, que deverá sair de um time que disputa o Nacional.
Miguel Ângelo da Luz, que teve uma conversa com Grego nesta temporada, não voltou a ser contactado.
_ Os contatos pararam. Cheguei a conversar com algumas atletas que queriam que eu voltasse, mas elas achavam que não haveriam mudanças no comando. Se me chamassem para alguma função iríamos conversar e ver se a era de meu interesse. Vou continuar meu trabalho com a maior seriedade _ diz Miguel.
No comando da equipe, Barbosa foi campeão sul-americano e da Copa América, em 1997; quarto no Mundial da Alemanha, em 1998; ouro no Sul-Americano e quarto no Pan de Winnipeg, em 1999; bronze nas Olimpíadas de Sydney-2000; e campeão no Sul-Americano e na Copa América, em 2001. Com a Seleção de base, classificou o Brasil para o Mundial Sub-20 e venceu o Sul-Americano Cadete. Ao contrário do que aconteceu com Hélio Rubens, Barbosa continua fazendo clínicas pela CBB.
_ Estou tranqüilo. Sei a qualidade do trabalho realizado _ diz Barbosa.
Fonte: Lancenet
sábado, 28 de dezembro de 2002
Quero Nitroglicerina
Quero Maria Fumaça, Black Rio, adrenalina
Hey Mister DJ
Quero ouvir o batisão
Quero ouvir a Furacão
Put a record on
I wanna dance wit my baby
And when the music starts
I never wanna stop
It's gonna drive me crazy
Music
Makes the people
Come together
Music makes the bourgeoisie
And the rebel
Come together
A Folha de hoje traz uma matéria que não deixa de ser surpreendente:
BASQUETE
Na apresentação do novo técnico da seleção masculina, presidente da CBB diz que time feminino terá mudança
CBB anuncia Lula e põe Barbosa em xeque
ADALBERTO LEISTER FILHO
DA REPORTAGEM LOCAL
SÉRGIO RANGEL
DA SUCURSAL DO RIO
Logo após anunciar ontem Aluísio Ferreira, o Lula, na seleção masculina de basquete, o presidente da CBB (Confederação Brasileira de Basquete), Gerasime Bozikis, o Grego, admitiu que Antonio Carlos Barbosa poderá deixar o comando do time feminino.
Ao ser questionado se Barbosa permanece no cargo, não garantiu o treinador na equipe -Grego fez questão de dizer que a comissão técnica será modificada.
"A definição só vai ocorrer no mês que vem. Mudanças irão acontecer", disse o dirigente.
A declaração de Grego surpreende. Até então, o dirigente sinalizava que Barbosa continuaria. Sob o comando do técnico, a seleção feminina fracassou neste ano no Mundial da China. Cotado para chegar ao pódio, o Brasil ficou apenas na sétima posição.
O presidente da CBB chegou a declarar que Miguel Angelo da Luz é um dos cotados para substituir Barbosa. "Ele é um dos nomes da lista", declarou Grego.
Miguel Angelo comandou a seleção na conquista do Mundial de 1994 e ganhou a medalha de prata nos Jogos de Atlanta, em 1996.
Procurado pela reportagem, o técnico do time masculino do Flamengo, campeão do Estadual do Rio, não foi encontrado. Miguel Angelo está em Fortaleza, onde ajudou a elaborar um projeto de basquete para um clube local.
Barbosa afirmou que ainda não se reuniu com Grego para discutir seu futuro na seleção brasileira.
"Não tenho apego ao cargo. Mas sei que fiz um bom trabalho. No Mundial, o time não foi bem, mas não tivemos tempo para treinar e perdemos a Helen na competição. Isso nos prejudicou."
Grego afirmou que vai repetir na seleção feminina o modelo adotado para o time masculino -um treinador e dois auxiliares.
Novo técnico da seleção masculina, conforme antecipou a Folha ontem, Lula substituirá Hélio Rubens, do Vasco, que estava no cargo havia cinco anos. O treinador foi assistente de Hélio Rubens no Mundial de Indianápolis-2002 -o Brasil ficou em oitavo.
Apesar de ter trabalhado no Mundial, Lula apontou falhas na equipe. "Precisamos melhorar nos rebotes defensivos e aperfeiçoar nosso passe", analisou.
O técnico disse que poderá convocar atletas esquecidos por Hélio Rubens. "Não tenho problema com idade. Quero contar com os melhores", disse, em referência às não-convocações de Ratto, 33, e Janjão, 30, para o Mundial.
Guerrinha, 43, técnico do Bauru, campeão nacional, e Flávio Davis, 36, do Universo-Minas, serão os assistentes de Lula.
"O maior objetivo da comissão será classificar a seleção para os Jogos de Atenas", afirmou Grego.
Em agosto, o Brasil estará no Pré-Olímpico de Porto Rico. Dez times disputam três vagas. EUA, Argentina, Porto Rico e Canadá são os principais rivais do Brasil.
No acordo, a CBB não fixou um período para o novo técnico trabalhar. "Sei que vai depender dos resultados, mas acredito que posso ficar por muito tempo", disse Lula, que vai continuar à frente do COC/Ribeirão Preto em 2003.
A seleção vai iniciar os treinos no dia 15 de junho. Antes do classificatório, a equipe deverá disputar pelo menos três competições.
Fonte: Folha de São Paulo
sexta-feira, 27 de dezembro de 2002
Por Yan Wien
O Sr Gerasime Bozikis, o Grego, anunciou a nova comissão técnica do masculino, aliás, mais uma vez ele age politicamente na estratégia da distração. É final de ano, festas, clubes contratando e dispensando, ou seja ele pode passar desapercebido. Todos acordam com a notícia! É um grande articulador.
Lula é o nome. Para quem não se lembra ele foi a assistente de Helio Rubens na última seleção. Seu trabalho junto ao basquete é reconhecido. Não é este nosso enfoque, pois terá tempo para aproveitar sua oportunidade. A questão é: a CBB já tinha em mente a troca dos técnicos quando colocou Lula como assistente? Será ele o nome mais politicamente correto para a entidade?
Agora entendemos a indignação de Hélio Rubens, se lhe foi proposto renovar, dando a ele o tempo necessário para isso, como se explica levar um assistente e, após uma má campanha ser trocado por este?
Vamos aguardar que Lula prove seu valor, queremos ver um basquete-arte, sem panelas, sem politicagens. Vamos esperar por um Lula visionário, que queira o melhor para o basquete e não para a política CBB de ser.
Dois assistentes técnicos, Guerrinha ,filhote de Hélio Rubens, com certeza uma bagagem grande do mestre, vamos pagar pra ver e Davis...
Esperemos não ter uma overdose de Lulas ao fim do ano próximo.
BOA SORTE BASQUETE MASCULINO BRASILEIRO!!!
Mas Imperador, a nós o senhor não engana, ESTAMOS DE OLHO!!!!!!
Aguardando o almoço, fui dar uma olhadinha no jornal "O Diário do Norte Fluminense", de Campos, quando me deparei com a notícia de que a federação carioca não quer que Campos participe do próximo Estadual com a mesma equipe do Nacional, para que novos talentos sejam revelados.
Não, não é a fome que está me fazendo mal.
Realmente isso está contecendo:
No basquete feminino, as novidades não são boas. A Federação de Basquete do Estado do Rio de Janeiro (Fberj) não quer permitir que as jogadoras que entraram na disputa da Liga Nacional também disputem o Estadual, que começa em fevereiro.
"Impedir a equipe de Campos de entrar no Campeonato Estadual é um absurdo. Eles alegam que querem revelar novos talentos. Mas estamos confiantes que essa decisão vão mudar e vamos poder estar na disputa do Estadual", disse Lulu Beda.
Agora, raciocinemos: o Carioca nunca conseguiu ter mais que duas equipes de bom nível. Agora eles querem tirar a única equipe com jogadoras de ponta da competição? Pra quê?
Se é pra desmoralizar, acaba logo com o basquete feminino carioca.
E se é pra fazer palhaçada, muda a sede da Federação de Basquete do Rio (FBERJ) pro Circo Vostok.
Falei, pronto!