Orgulhosa por representar o País e Três Lagoas, a atleta Ruth Roberta de Souza relembra a conquista do título inédito para o Brasil
Nesta quinta-feira, 12 de junho, data de abertura da Copa do Mundo 2014, o Brasil tem outro motivo para comemorar: o título mundial do basquete feminino, em 1994, na Austrália.
Com orgulho de representar o País e Três Lagoas, a atleta Ruth Roberta de Souza relembrou a conquista do título inédito para o Brasil que completa 20 anos.
Segundo Ruth, a equipe brasileira já se considerava vitoriosa, uma vez que o Brasil nunca havia passado da primeira fase da competição. “Já estávamos entre os quatro primeiros colocados e o jogo mais difícil foi contra a equipe dos Estados Unidos e nós conseguimos vencer as americanas”, lembrou.
Na outra semifinal estavam as equipes da Austrália e China e, mesmo sendo favoritas, as australianas perderam a partida que revelou o time adversário do Brasil: a China. “A Austrália era a favorita e felizmente a China venceu o jogo e para nós brasileiras o estilo de jogo das chinesas era melhor”, destacou.
Sobre a expectativa para a final do Mundial, Ruth relembrou o espírito de equipe e a união entre as atletas durante a concentração, minutos antes da partida. “A gente decide, nós já fizemos história. Já temos uma medalha, agora é só escolher a cor”, disse Ruth, relembrando as palavras das atletas antes da final.
Já no primeiro tempo da final, o Brasil abriu 15 pontos de vantagem contra as chinesas e pela primeira vez na história do esporte, a Seleção Brasileira Feminina de Basquete conquistou um título mundial para o País.
Ruth conquistou o título aos 26 anos de idade e após os 20 anos da conquista contou como foi a recepção da equipe brasileira no desembarque da Seleção na cidade de São Paulo. “Chegamos na madrugada e o aeroporto estava lotado, as pessoas queriam conversar com a gente, tirar fotos e conseguir um autógrafo. Após sairmos do aeroporto, os carros acompanharam nosso ônibus pelas ruas e avenidas da cidade”, disse.
A atleta três-lagoense esteve na Seleção Brasileira de Basquete de 1985 a 1995, sendo que dos 10 anos que representou o País, oito anos foi como titular da Seleção.
Sobre o esporte no País, a atleta enfatizou que o basquete já foi a segunda modalidade mais praticada no Brasil e acredita, que no futuro, após mudanças gradativas no cenário do basquete brasileiro, novos talentos devem ser descobertos para representar o País em importantes competições.
Perguntada sobre a relação com as companheiras de quadra, Ruth contou que sempre que possível elas se reúnem e mantém contato frequente. “Passamos muito tempo juntas, criam-se vínculos. Somos uma família e a amizade continua”.
CIDADE DO CORAÇÃO
Ruth é natural de Guiratinga/MT, mas adotou Três Lagoas como sua cidade do coração. No município três-lagoense a atleta já recebeu várias homenagens, entre elas o Título de Cidadã Três-Lagoense e o Título de Mérito Esportivo.
“Receber homenagens dentro de casa é diferente, emocionante, sou bairrista e preservo minhas raízes”, disse Ruth.
Outra conquista recente para Ruth é a conclusão do curso de Educação Física e é servidora da Prefeitura de Três Lagoas, lotada na Secretaria Municipal de Esportes, Juventude e Lazer.
O secretário Walter Dias da Silva falou sobre a importância de Ruth para a história esportiva do País. “Temos contato desde 2004 quando fui diretor de Juventude; de forma indireta acompanhei a ida de Ruth para a Seleção Brasileira e depois, as conquistas dela no esporte”, contou o secretário, destacando que Três Lagoas é um celeiro de grandes esportistas.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Ruth comemora os 20 anos do mundial de basquete
Rumo ao Mundial, seleção feminina de basquete se inspira em título de 1994
Atlanta Dream de Nádia e Erika enfrenta o Minnesota de Damiris pela WNBA
quinta-feira, 12 de junho de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Seleção feminina militar participa de torneio internacional na França
Toda a fase de preparação para a competição está sendo realizada nas instalações do CDA.
Fonte: FAB
São José apresenta novo elenco para a temporada 2014/2015
Ourinhos Basquete paralisa suas atividades por tempo indeterminado (Diário de Ourinhos)
A reapresentação das jogadoras do Ourinhos Basquete, que estava prevista para acontecer na última segunda-feira, dia 02, não aconteceu. Isso porque as atividades do time profissional e dos times de base vão ficar paralisados por tempo indeterminado. Foi o que anunciou o presidente da equipe, Dr. Antônio Alves Passos, na manhã da última quinta-feira, dia 05, com exclusividade para a reportagem do jornal Diário. No entanto, as escolinhas que trabalham com crianças e adolescentes, com até 15 anos, vão continuar normalmente.
“Eu acho que Ourinhos não vai disputar os campeonatos este ano. Pelo o que nós estamos vendo, é por falta de patrocinador, o projeto (de lei de incentivo) não saiu”, anunciou Dr. Passos.
O principal motivo para a paralisação das atividades é a falta de patrocínio. Além de não haver a renovação com uma antiga parceira, a diretoria também não conseguiu fechar patrocínio com outras empresas. “A gente não tem conseguido aumentar a quantidade de patrocinadores. A Castor (empresa de colchões e móveis estofados), que sempre fechou patrocínio conosco, pediu para sair”, informou o presidente.
Com a falta de dinheiro e o contrato de todas as jogadoras se encerrando ao final da LBF (Liga de Basquete Feminino), o time ficou sem jogadoras para a disputa de qualquer campeonato. A escassez de jogadoras de qualidade no mercado também foi um dos motivos que impossibilitou a montagem de uma equipe. “Não tem atletas no mercado, não temos base, não temos jogadoras. Não tem sentido montar time para não ter competitividade, fica difícil. Nós vamos, praticamente, esse ano se afastar das competições. Isso não quer dizer que futuramente o time não possa voltar”, disse o dirigente.
Para o presidente do Ourinhos Basquete, hoje há muita dificuldades em conseguir patrocinadores para o basquete feminino, mesmo com a colaboração da administração municipal. “É um trabalho que tem que correr muito atrás para tentar arrumar um patrocínio talvez mais forte de nível nacional que só um seja o suficiente. A gente não conseguiu, a gente tem corrido atrás, então está difícil, a gente sentiu que o que nós temos não é o suficiente para montar uma equipe de nível competitivo”, afirmou.
Até o momento, o resultado da decisão referente ao projeto de Lei Paulista de Incentivo ao Esporte não foi divulgada, o que também impossibilidade firmar compromissos financeiros, como a contratação de atletas. “Não saiu (o resultado) ainda e quando demora é porque não deve ser aprovado. Nós não podemos contratar jogadoras se não tiver aprovado”, disse Dr. Passos.
Dr. Passos avalia ainda, que, para montar um elenco competitivo, uma equipe deve gasta em torno de R$ 40 mil por mês, apenas com salários e prêmios de jogadoras. “Para montar um time profissional aqui, você tem que ter pelo menos R$ 40 mil, depois tem em torno de R$ 20 mil gasto com a Federação, taxas, viagens, alimentação e outros gastos. Porque não é só o gasto com o time, tem a parte administrativa, sem esse valor acho que ninguém consegue formar um time”, explica o presidente. Neste caso, a ajuda financeira da Prefeitura Municipal cobriria esses gastos administrativos.
Uma possibilidade seria fazer uma parceria com o Sport Club Recife, onde seriam cedidas jogadoras para a disputa do Campeonato Paulista, através do técnico da equipe pernambucana, Roberto Dornellas. “Seria uma parceria com o Sport, mas para os Jogos (Regionais) fica muito difícil, porque começa agora. Existe a possibilidade para o Paulista de a gente começar a conversar, mas aí tem mais tempo para a gente ver se existe a possibilidade de fazer essa parceria para o Paulista. O Dornellas está nos Estados Unidos, eu acredito que só vamos poder conversar depois que ele voltar”, relatou Dr. Passos.
Mesmo com o fato de não disputar os campeonatos organizados pela Federação Paulista e Confederação Brasileira de Basquete, Ourinhos não será excluído dos torneios, tão pouco caia de divisão, caso, futuramente retorne às suas atividades. “Você pede um afastamento temporário, diversas equipes já fizeram isso. A gente fica isenta da mensalidade nesse período e quando voltar (as atividades), nós voltamos a pagar”, explica o presidente.
Com todas essas dificuldades, a diretoria do basquete feminino de Ourinhos optou por se ausentar do esporte profissional, no entanto, deixando aberto para a possibilidade de alguém assumir a equipe, se houve interesse. “Nós achamos melhor se retrair, se aparecer patrocinador para não deixar acabar (o basquete profissional), nós estamos às ordens para conversar, ao mesmo tempo se alguém quiser assumir o basquete, pode assumir que não vai ter problema nenhum em passar para algumas pessoas que queiram comandar o basquete feminino”, disse o presidente.
A situação da, até então, técnica Lisdeivi Pompa será discutida futuramente. “Eu tenho que conversar com o secretário para ver se ela pode ser aproveitada na escolinha ou outra atividade para a gente manter ela, porque ela merece ficar”, afirma Dr. Passos.
“Eu fico com muita tristeza, porque eu comecei isso em 99. Praticamente eu e o Ronaldo (Mori) começamos o basquete aqui. Ourinhos tem um nome no basquete feminino e no cenário nacional, conquistou vários títulos. A gente fica triste, mas isso faz parte da vida, da cidade, de ter patrocínio, de não ter e precisar se ausentar”, finaliza o presidente do Ourinhos Basquete.
História
Ourinhos destacou-se nacionalmente no basquete feminino a partir de 1995, com o apoio da Prefeitura Municipal. Posteriormente o time recebeu incentivo e patrocínio de empresas privadas locais e de outros colaboradores.
De 1995 até agosto de 2009, o time sagrou-se pentacampeão nacional (2004, 2005, 2006, 2007 e 2008), octacampeão paulista (2000, 2002, 2004, 2005, 2006, 2007 e 2009) e campeão sul-americano de clubes (2008) na modalidade, título obtido em Quito, no Equador.
Além destes títulos, a equipe ourinhense foi campeã dos Jogos Regionais do Interior por 18 anos consecutivos, além de ser o atual campeão, ainda possui três títulos de Jogos Abertos do Interior. Na primeira edição da LBF, em 2010, Ourinhos Basquete foi vice-campeão.
As principais jogadoras da história do Ourinhos Basquete são: Cíntia Luz, Cíntia Tuiú, Ega, Érika, Iziane, Janeth, Kelly Santos, Lígia, Lilian, Micaela, Ruth, Silvinha Luz, Vânia Teixeira, Vanira Hernandes, Mamá, Chuca, Yakelin Plutin, Lisdeivi, Claudinha, Ariadna, Jack Nero, entre outras.
Assim o município ficou conhecido como “A Capital Nacional do Basquete Feminino”.
Fonte: Diário de Ourinhos
Seleção Sub-17 treina em São Bernardo
A Seleção Brasileira Sub-17 Feminina está em ritmo intenso de treinamentos – 10h às 12h e 17h às 19h –, no Ginásio do Centro Esportivo Baetinha, em São Bernardo do Campo (SP). Sob o comando do técnico Júlio Patrício, a equipe se apresentou na última sexta-feira (dia 6) para a disputa do 3º Campeonato Mundial Sub-17, que será realizado nas cidades de Klatovy e Pilsen, na República Tcheca, de 28 de junho a 6 de julho. O preparador físico da equipe, Marcos Vinicius Strapasson, falou sobre o trabalho realizado nesse início de preparação.
"Estamos visando um volume alto de jogo e intenso nas partes físicas, técnicas e táticas. Como as meninas vão ter uma sequência de muitos jogos, também estamos trabalhando no condicionamento cardiorrespiratória para que elas tenham uma recuperação rápida e estejam prontas para as próximas partidas. Estamos atentos ao controle de cargas de treino e recuperação das atletas para não perder nenhuma até a data da competição", disse Marcos.
O preparador físico destacou ainda o trabalho conjunto realizado entre as área de preparação física, fisioterapia e técnica.
"Antes de começarmos a preparação a comissão se reúne para dosar esse trabalho em conjunto. Analisamos as características metabólicas a serem trabalhadas no momento de cada atleta, para ser inserido nos treinos com bola. Já a fisioterapia possui um trabalho também muito importante nas sessões com a educação e equilíbrio postural, além das prevenções de lesões. É muito importante essa interação entre as áreas porque conseguimos ganhar tempo e intensidade, otimizando o treinamento", concluiu Marcos.
O Brasil está no grupo “B” do Mundial da República Tcheca e vai estrear no dia 28 de junho contra o Egito. Na sequência a equipe nacional irá enfrentar as seleções da Itália (29) e Espanha (1º de julho). Na segunda fase, a Seleção Brasileira terá como adversário uma das quatro seleções do grupo “A”: Canadá Coreia, Hungria e República Tcheca. A partir dessa fase, somente os vencedores continuam na disputa por medalhas e pelo título.
Os grupos do Mundial
“A”: Canadá Coreia, Hungria e República Tcheca
“B”: Brasil, Egito, Espanha e Itália
“C”: Austrália, Japão, México e República Tcheca
“D”: China, Estados Unidos, França e Mali
Forma de Disputa do Mundial
De acordo com o regulamento, na primeira fase, as equipes se enfrentam nos seus respectivos grupos. As quatro seleções se classificam para as oitavas de final, que terá eliminação simples. Nessa fase, as seleções de “A" jogam contra as de "B" e as de "C" com as de "D". Os vencedores disputam de 1º ao 8º lugares e os perdedores de 9º a 16º lugares. Nesse novo formato todas seleções irão disputar sete jogos durante o Mundial.
As 16 convocadas
Jogadora – Posição – Idade – Altura – Clube – UF
Aline Cristina Cezario de Moura – Ala/Pivô – 16 anos – 1,85m – Divino/COC/Jundiaí – SP
Clarissa Fernandes Carneiro – Ala – 14 anos – 1,72m – Presidente Venceslau – SP
Fabíola Conceição Alexandrino – Ala – 16 anos – 1,74m – ADC Bradesco – SP
Izabela Nicolette Leite – Armadora – 14 anos – 1,70m – Unimed Americana – SP
Jennifer Nonato Calixto – Pivô – 15 anos – 1,89m – FEDESP Barretos – SP
Karen Fernanda Lourenço – Pivô – 16 anos – 1,85m – ADC Bradesco – MS
Larissa Jerônimo Carneiro – Armadora – 17 anos – 1,64m – Presidente Venceslau – SP
Lays da Silva – Armadora – 15 anos – 1,66m – DNA Basquetebol – SP
Letícia Cristina Soares Josefino – Pivô – 1,83m – 16 anos – Instituto Mangueira do Futuro – RJ
Marcella Lamark dos Santos – Pivô – 17 anos – 1,92m – Divino/COC/Jundiaí – SP
Maria Paula Lopes Albiero – Armadora – 15 anos – 1,67m – Unimed Americana – PR
Mariana Moura Queiroz Dias – Pivô – 16 anos – 1,84m – FEDESP/Barretos – SP
Mariane Roberta de Carvalho – Ala – 17 anos – 1,80m – Unimed Americana – SP
Milena de Sousa Rodrigues – Ala/Pivô – 16 anos – 1,79m – DNA Basquetebol – SP
Nycole David Gualberto de Barros – Ala – 16 anos – 1,79m – Presidente Venceslau – SP
Wytalla Taynara Eugênio Motta – Ala/Pivô – 16 anos – 1,82m – Unimed Americana – SP
Média de altura: 1,78m
Média de idade: 15.6 anos
Comissão Técnica
Diretor Vanderlei Mazzuchini
Administrador: Paulo Henrique Mardegan
Técnico: Júlio César Patrício
Assistente Técnica: Anne Amália Sabatini
Preparador Físico: Marcos Vinicius Strapasson
Fisioterapeuta: Tatiane Abruceze Cardoso
Hospedagem
Hotel Hetrópolis
Endereço: Avenida Paulo Afonso, 470 – Nova Petrópolis – São Bernardo do Campo (SP)
Telefone: (11) 4330.8877
Local de Treinamento
CREC Deputado Odemir Furlan (Ginásio Baetinha)
Endereço: Rua Bauru, 20 – São Bernardo do Campo (SP)
Programação
6 a 19 de junho – Treinamento
20 de junho – Viagem para a República Tcheca / Aeroporto de Guarulhos (SP)
21 a 27 de junho – Amistosos Internacionais
28 de junho a 6 de julho – 3º Campeonato Mundial da República Tcheca
8 de julho – Chegada ao Brasil / Aeroporto de Guarulhos (SP)
Brasília renova com Verônica e Sarah
O Brasília/Vizinhança anunciou, nesta segunda-feira (09 de junho), as renovações de contrato com a lateral Verônica Duarte e com a ala/armadora Sarah Sthefani, que defenderam a equipe do Distrito Federal na Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14. Antes, a diretoria já havia confirmado a chegada da pivô Francielle Nascimento, ex-Sport Recife.
“O nosso objetivo sempre foi dar sequencia ao trabalho de formação, mesclando a equipe com alguns reforços e as jogadoras oriundas do trabalho de base do Clube da Vizinhança, que sempre foi um clube formador. A Sarah e a Verônica são atletas de muito potencial, que começaram conosco. Fico muito feliz e alegre em contar com as duas por mais uma temporada”, comenta a supervisora Renata Ribeiro.
“Estou bem confiante, que neste segundo ano poderemos demonstrar crescimento, já na temporada passada foi a nossa estreia na LBF, quando contamos com jogadoras apenas de Brasília. Todo começo é assim e a expectativa é de evolução gradativa, já que além de um bom time, queremos ter um projeto sempre sólido”, acrescenta a brasiliense Sarah, que começou a sua carreira esportiva no CID, um projeto social de Samambaia (DF) e depois foi incorporada ao time de base do Brasília/Vizinhança.
“Com a minha trajetória no Brasília/Vizinhança, não é novidade dizer que é uma honra continuar defendendo a minha cidade e ainda mais sabendo que essa temporada será melhor que a passada. Só tenho que agradecer de coração o carinho e confiança que a Renata, junto com a equipe, tem por mim. Também agradecer ao presidente do Clube da Vizinhança, que está acreditando nesse projeto que só tem a crescer”, completa Verônica, que foi a representante do time brasiliense no ‘Desafio das Estrelas da Liga de Basquete Feminino (LBF)’.
O Brasília/Vizinhança, através do presidente Gerson Dias de Lima, segue em tratativa com outras atletas e o anúncio de novos reforços poderá acontecer em breve.
Fonte: LBF
terça-feira, 10 de junho de 2014
Hortência por Teresa Edwards
“Tudo que o Brasil conquistou no basquete feminino deve ser creditado a Hortência.
É um esporte coletivo, mas sem ela o país não teria conquistado nada.”
As fortes ( mas também belas) declarações acima são de Teresa Edwards, a lenda, em ótima entrevista com Fábio Balassiano.
Recomendo a leitura: 20 anos do Mundial de 1994: Teresa Edwards lembra derrota para o Brasil
Pela primeira vez na carreira, Erika é nomeada a "Jogadora da Semana" na WNBA
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Unimed Americana inicia preparação para nova temporada
Campeã estadual e nacional, a Unimed Americana iniciou nesta segunda-feira (9) a preparação para a nova temporada, na qual tem competições importantes confirmadas, como Liga de Basquete Feminino (LBF), Campeonato Paulista, Jogos Abertos do Interior e Jogos Regionais, além do Sul-Americano de Clubes.
A apresentação das jogadoras à comissão técnica aconteceu hoje à tarde no ginásio principal do complexo poliesportivo do Centro Cívico, no Jardim da Colina. "Haverá composição entre trabalhos técnicos e físicos durante as primeiras semanas de treinamentos", explicou o preparador físico Clóvis Haddad, o Vita. O técnico Antônio Carlos Vendramini e o assistente Virgil Lopez serão os responsáveis pelas atividades técnicas e táticas.
Para a temporada 2014/15, a Unimed Americana renovou os contratos das laterais Ariadna Felipe e Karla Costa, das armadoras Babi Honório e Joice Rodrigues e das pivôs Clarissa Santos e Gil Justino. A equipe se reforçou com as contratações das laterais Palmira Marçal e Patrícia Chuca e da pivô Kelly Santos. Também estão integradas ao grupo as laterais Izabella Sangalli e Gabriela Santos e a armadora Elissa Saiz, que subiram das categorias de base.
Em julho, a Unimed Americana participa da 58ª edição dos Jogos Regionais da 4ª Região do Estado. A competição acontece em Itatiba, entre os dias 2 e 19.
Brasileiras jogam bem em rodada de final de semana na WNBA
domingo, 8 de junho de 2014
Após influência da família, jovem de 14 anos se destaca na base do basquete
Brasil estréia contra a Venezuela no Sul Americano Adulto
São José confirma o retorno da ala americana Jasmine James
sábado, 7 de junho de 2014
São José contrata Alex Montgomery e define elenco para a temporada
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Rio Claro completa grupo para a temporada com a renovação de Renatinha
O Rio Claro Basquete acertou, nesta quinta-feira (05 de junho), a renovação de contrato com a lateral Renata Oliveira, a Renatinha, por mais uma temporada. Com a permanência de mais esta jogadora que compôs o elenco rio-clarense na Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14, o grupo se completa para a temporada 2014/15.
“Trata-se de uma atleta com experiência internacional e de muito potencial, que passou pela Seleção Brasileira e que pode voltar a vestir a camisa verde a amarela a qualquer momento. Talvez, não tenha sido convocada, pois está se recuperando de lesão, mas certamente poderá ganhar mais uma chance em breve”, comenta o técnico Márcio Pimenta, que reitera as qualidades da atleta.
“É uma jogadora forte, atlética e que sempre atua com muita garra e disposição”, acrescenta o técnico rio-clarense.
O Rio Claro Basquete já havia anunciado estas contratações: as armadoras Tássia Carcavali (ex-Americana) e Bethânia Vasconcelos (ex-Santo André); as pivôs Grazi Coelho e a cubana Yuli Cruz (ambas ex-Ourinhos Basquete); e a lateral Luana Souza (ex-São José). Além disso, tinha confirmado as renovações de Leila Zabani (ala), Bárbara de Souza (pivô), Leydi Ferreira (pivô), Maria Claudia Teixeira (ala) e Ana Thaís Limoeiro (armadora).
Em jogo com prorrogação, Americana quebra a invencibilidade de Jundiaí no Paulista sub-17

Sanderson Barbarini

quarta-feira, 4 de junho de 2014
Com show de Erika, Atlanta Dream vence mais uma na WNBA.
Essa semana, o site da WNBA abriu votação para eleger as cinco melhores jogadoras de cada conferência para o All Star Game. Erika participou duas vezes do "Jogo das Estrelas", atuando como reserva através da convocação dos treinadores, mas esse ano, as chances dela vencer a eleição popular que define as cinco jogadoras iniciais de cada conferência são grandes. Eu já votei nela, não apenas por ser brasileira, mas porque realmente Erika é a melhor pivô da conferência leste. Se você quiser votar também, acesse: All Star Game 2014
Brasília Vizinhança anuncia contratação da ala/pivô Franciele
Projeto Centro de Basquete realiza Festival em Catanduva nesse sábado
O Projeto Centro de Basquete realiza no sábado (07 de junho), a partir das 08h30 (de Brasília), no ginásio Municipal Anuar Pachá, na cidade de Catanduva (SP), o ‘Festival Intermunicipal – 2014’, que reunirá nove polos municipais. A ‘madrinha’ Hortência Marcari, campeã Mundial com a Seleção Brasileira Feminina em 1994, estará presente para abrilhantar ainda mais o evento, trazendo uma palavra de incentivo aos pequenos esportistas.
Estarão em quadra, crianças e jovens atletas das categorias, masculinas e femininas, sub-12, sub-14, sub-15 e sub-17. “Todas as crianças participantes serão premiadas durante a cerimonia de encerramento que acontece às 12h30 (de Brasília)”, relata o gerente administrativo/ténico Renato Dupas, salientando que o evento será iniciado com o tradicional desfile das delegações.
Os polos participantes são esses: Araraquara, Bauru, Botucatu, Catanduva, Guarulhos, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto e São José dos Campos. Apenas Jundiaí e Santos não estarão presentes.
O Projeto Centro de Basquete é uma parceria do Instituto de Gestão Sustentável do Esporte (IGSE) com as Secretarias de Esporte de 11 municípios, com aporte da VIVO e apoio do Governo Federal, através da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE).
Sport Recife desembarcou com o troféu de campeão Sul-Americano de Clubes Feminino
Com uma final difícil contra a equipe do La Estancia de Popayan, onde os pontos da vitória só saíram faltando dois segundos para o fim da partida, o Sport desembarcou no Recife (PE), no sábado (31 de maio), e foi recepcionada com muita festa da torcida rubro-negra. O sorriso estava estampado no rosto das atletas que comemoraram junto aos torcedores a primeira conquista internacional da equipe e do clube na modalidade.
Um dos principais nomes da equipe brasileira, a armadora Adrianinha, também recebeu o título de melhor jogadora do campeonato, mas ela não quis saber de premiação individual. Segundo a armadora, ela divide esse reconhecimento com todas as meninas da equipe. “O título pra gente significa muito, e defender a camisa do Sport, um time de nome aqui no Nordeste, acho que fez toda essa história do Basquete feminino ser mais especial”, disse a atleta, que também lembrou do vazio que ficou do vice-campeonato da Liga de Basquete Feminina (LBF), disputada neste ano. A armadora voltou às quadras no campeonato após passar um mês e meio parada se recuperando de uma lesão.
Sobre a competição Adrianinha disse ainda que foi difícil a adaptação, por conta da altitude. “Cada jogo a gente ia se adaptando. Até no aquecimento vinha aquela falta de ar, mas nós conseguimos ir nos acostumando e melhorando a cada jogo. O resultado do nosso esforço está aí”, disse a armadora.
As Leoas do Basquete receberam agora 10 dias de férias para poderem descansar e em seguida se reapresentam no Sport para iniciarem a preparação para o segundo semestre.
Fonte: LBF
terça-feira, 3 de junho de 2014
Técnico Júlio Patrício se apresenta à seleção brasileira para Mundial sub-17
Americana vence São José e conquista a quinta vitória no Paulista sub-17
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| Izabela Nicoletti - 19 pontos e 8 bolas recuperadas |
Sanderson Barbarini

Brasília surpreende e contrata Ariani, Cacá e Micaela para a LBF
A equipe do Brasília CSUV/1 que participou pela primeira vez da LBF na temporada 2013/2014, utilizando jovens atletas e sem conquistar nenhuma vitória, apesar da evolução apresentada durante a competição, começa a se preparar para a próxima edição da Liga de Basquete Feminino e pelas primeiras contratações demonstra que pretende ter um time bem mais competitivo no torneio e capaz de surpreender ao longo da competição.
Nesta semana, de acordo com informações obtidas pelo Central do Basquete Feminino, além da contratação da ala Cacá (São José), foi confirmado o acerto com a armadora Ariani (Ourinhos Basquete) e com a ala Micaela (Maranhão Basquete).
Em entrevista ao Central, a ala Cacá falou sobre a expectativa em atuar pela equipe de Brasília e a participação da equipe na próxima edição da LBF. “Minha expectativa é muito boa, é muito bom para mim, participar de um projeto como do Brasília, que abre as portas para as novas gerações de atletas, o que é muito importante para o crescimento do basquete feminino e para mim, será uma nova oportunidade de crescimento profissional em minha carreira e estou muito feliz em vir jogar aqui. Acredito que com estes reforços que estão chegando, trará um equilíbrio maior a próxima edição da LBF, deixando o nível ainda mais elevado, o que será ótimo”, avaliou Cacá.
Cacá falou ainda sobre sua participação na seleção brasileira, comandada pelo técnico Zanon, para a qual foi convocada na semana passada e que fará uma série de amistosos internacionais. “Acredito que os amistosos serão um bom começo para seleção, estamos em um ano importante para nossa preparação para as competições que teremos pela frente e com a continuidade desta renovação que vem sendo feita pelo Zanon, em breve, teremos uma seleção forte e preparada para enfrentar qualquer adversário. Considero que formamos um grupo muito bom, com jogadoras jovens e talentosas e com este espírito de superação que temos, poderemos evoluir rapidamente e ter um bom desempenho nas competições”, ressaltou.
Texto: Luís Galletta – Central do Basquete Feminino
Torcida do basquete feminino em Recife está dividida
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Freud explica Americana
Grande parte da história do basquete feminino brasileiro passou por Americana nos últimos anos.
A cidade paulista foi tomada pelo esporte em 1996, quando a diretora Hortência (no ano da conquista da prata olímpica como jogadora) levou para lá seu time.
Foram apenas duas temporadas de alto nível, com movimentos ousados como a contratação da americana Cynthya Cooper (no ano de estreia da WNBA) e patrocínios milionários (Seara e Data Control), que permitiram até a formação de duas equipes (uma em Americana e a segunda em Santa Bárbara D’Oeste).
Em títulos, Americana penou na maior competição da época - o Paulista- porque havia Magic Paula que com a sua Microcamp, da vizinha Campinas, derrotou o time nas finais de 1996 e nas semifinais de 1997.
A cidade ficou com uma Taça Brasil (1997) e um pouco lembrado Mundial Interclubes (1997, contra a seleção australiana).
O time se dissolveu no início de 1998, virou Fluminense (campeão nacional daquele ano) e Vila Nova (GO). Depois virou Paraná, andou pela Mangueira e até por Carapicuíba (campeã paulista de 1999).
Enquanto isso em Americana, o mega time de estrelas foi substituído por um trabalho de base silencioso comandado pelo casal Paulo Bassul e Mila Rondon. E a partir daí reconstruiu sua história.
Talvez se o time de Americana fosse ao psicanalista, aí – no nascimento- ele identificaria a fonte de seus “dilemas”. O conflito entre a aposta no renegado trabalho de base ou no brilho das estrelas acompanharia a equipe para sempre.
Em 2000, quando o clube voltou a disputar o Paulista Adulto, com Paulo Bassul como técnico, o discurso era valorizar a base. Aconteceu isso mesmo, com um time que deixou boa impressão com o impulso em quadra das irmãs Gustavo.
No ano seguinte, uma Americana reforçada já conquistava seu primeiro título paulista. Em 2002, ficou com o vice do Nacional. Em 2003, ganhou o Paulista e o Nacional (contra Ourinhos, de Janeth) em fase maravilhosa de Micaela. No ano seguinte, o time perdeu as decisões para Ourinhos, fechou o time adulto e voltou à base.
Nesse período, no entanto, a ousadia inicial continuou viva, em ações como bancar um técnico novo, afirmar a base no time adulto, apostar na recuperação da argentina Karina (que teve suas últimas atuações de fôlego com a camisa de Americana) e a contratação de Amaya Valdemoro.
Quando o time voltou ao adulto, em 2007, novamente o discurso era apostar na base. Com a técnica Mila Rondon à frente, o projeto foi reiniciado.
De lá para cá, muito Americana fez. Manteve a ousadia na escolha de técnicos (Marcelo Bandiera, Branca, Zanon), recolocou Vendramini no mercado, inovou dentro do possível, foi agressiva em contratações, foi o teto onde grande nomes se despediram do basquete brasileiro (Adriana, Helen, Silvinha), acolheu promessas (Izabela Sangalli, Tássia, Michelle Splitter), formou e recuperou jogadoras, se envolveu em confusões com seus técnicos demitidos e ganhou títulos.
O saldo é extremamente positivo e certamente Americana se firmou como o projeto arejado mais duradouro nesse período, que contrastava bastante com o seus rivais tradicionais Ourinhos e Santo André, que trilhavam uma linha mais conservadora.
Na atual temporada, essa minha memória afetiva de Americana, 18 anos, não consegue entender os caminhos que se apresentam após o conquista do último título da LBF.
Nos bastidores eram fortes os rumores que o time novamente encerraria os trabalhos no adulto em 2014 após os desgastes no Paulista passado e a recente perda da vaga no Sul-Americano.
Americana sobreviveu, mas optou por uma guinada radicalmente conservadora. As escolhas até o momento são as mais caretas possíveis. Enquanto isso, houve uma debandada geral de suas atletas mais jovens, que buscam apenas a possibilidade de jogar (Tássia, Leila, Maria Cláudia, Fabi, Débora).
Cada um tem o direito de empregar ou demitir em seu time quem ele acha que deve ou não. Mas sinceramente acho triste (e absolutamente sintomático) ver um time que tanto se orgulha do seu “projeto” se comportar dessa maneira.
Não bastasse essa mudança no perfil do time, Americana está disputando apenas as categorias sub-19 e sub-17 no Paulista.
É realmente triste. Espero que seja uma fase de transição (adolescência?) e que Americana, que começa a temporada negando a si mesmo, revisite sua essência mais tarde. Faria bem a ela e ao basquete feminino do país.


