sexta-feira, 13 de junho de 2014

Ruth comemora os 20 anos do mundial de basquete

imagem.php Orgulhosa por representar o País e Três Lagoas, a atleta Ruth Roberta de Souza relembra a conquista do título inédito para o Brasil
Nesta quinta-feira, 12 de junho, data de abertura da Copa do Mundo 2014, o Brasil tem outro motivo para comemorar: o título mundial do basquete feminino, em 1994, na Austrália.
Com orgulho de representar o País e Três Lagoas, a atleta Ruth Roberta de Souza relembrou a conquista do título inédito para o Brasil que completa 20 anos.
Segundo Ruth, a equipe brasileira já se considerava vitoriosa, uma vez que o Brasil nunca havia passado da primeira fase da competição. “Já estávamos entre os quatro primeiros colocados e o jogo mais difícil foi contra a equipe dos Estados Unidos e nós conseguimos vencer as americanas”, lembrou.
Na outra semifinal estavam as equipes da Austrália e China e, mesmo sendo favoritas, as australianas perderam a partida que revelou o time adversário do Brasil: a China. “A Austrália era a favorita e felizmente a China venceu o jogo e para nós brasileiras o estilo de jogo das chinesas era melhor”, destacou.
Sobre a expectativa para a final do Mundial, Ruth relembrou o espírito de equipe e a união entre as atletas durante a concentração, minutos antes da partida. “A gente decide, nós já fizemos história. Já temos uma medalha, agora é só escolher a cor”, disse Ruth, relembrando as palavras das atletas antes da final.
Já no primeiro tempo da final, o Brasil abriu 15 pontos de vantagem contra as chinesas e pela primeira vez na história do esporte, a Seleção Brasileira Feminina de Basquete conquistou um título mundial para o País.
Ruth conquistou o título aos 26 anos de idade e após os 20 anos da conquista contou como foi a recepção da equipe brasileira no desembarque da Seleção na cidade de São Paulo. “Chegamos na madrugada e o aeroporto estava lotado, as pessoas queriam conversar com a gente, tirar fotos e conseguir um autógrafo. Após sairmos do aeroporto, os carros acompanharam nosso ônibus pelas ruas e avenidas da cidade”, disse.
A atleta três-lagoense esteve na Seleção Brasileira de Basquete de 1985 a 1995, sendo que dos 10 anos que representou o País, oito anos foi como titular da Seleção.
Sobre o esporte no País, a atleta enfatizou que o basquete já foi a segunda modalidade mais praticada no Brasil e acredita, que no futuro, após mudanças gradativas no cenário do basquete brasileiro,  novos talentos devem ser descobertos para representar o País em importantes competições.
Perguntada sobre a relação com as companheiras de quadra, Ruth contou que sempre que possível elas se reúnem e mantém contato frequente. “Passamos muito tempo juntas, criam-se vínculos. Somos uma família e a amizade continua”.
CIDADE DO CORAÇÃO
Ruth é natural de Guiratinga/MT, mas adotou Três Lagoas como sua cidade do coração. No município três-lagoense a atleta já recebeu várias homenagens, entre elas o Título de Cidadã Três-Lagoense e o Título de Mérito Esportivo.
“Receber homenagens dentro de casa é diferente, emocionante, sou bairrista e preservo minhas raízes”, disse Ruth.
Outra conquista recente para Ruth é a conclusão do curso de Educação Física e é servidora da Prefeitura de Três Lagoas, lotada na Secretaria Municipal de Esportes, Juventude e Lazer.
O secretário Walter Dias da Silva falou sobre a importância de Ruth para a história esportiva do País. “Temos contato desde 2004 quando fui diretor de Juventude; de forma indireta acompanhei a ida de Ruth para a Seleção Brasileira e depois, as conquistas dela no esporte”, contou o secretário, destacando que Três Lagoas é um celeiro de grandes esportistas.

Rumo ao Mundial, seleção feminina de basquete se inspira em título de 1994


Zanon, técnico da seleção brasileira feminina de basquete (Foto: Reginaldo dos Santos/  EPTV)

O título mundial da seleção feminina de basquete, que completou 20 anos nesta quinta-feira, continua inspirando as novas gerações da modalidade. A conquista de 1994 será utilizada como exemplo para as jogadoras na preparação para o Campeonato Mundial, que será disputado em setembro, na Turquia. A equipe atual é bem diferente da seleção experiente que venceu o mundial na Austrália. Renovada e com pouca vivência internacional, muitas jogadoras não vivenciaram o período glorioso da modalidade. 

Diante da juventude de suas comandadas, o técnico Luiz Augusto Zanon vai usar aquele torneio como ferramenta motivacional.

- Esta geração da seleção feminina é tão nova que poucas viram ao vivo a conquista do título mundial. Temos hoje atletas com a média de 20 anos. Sem dúvida foi um momento histórico. Vamos passar para elas a mensagem de que, mesmo no momento de reformulação, temos todas as condições de voltar às grandes conquistas. Isso, com muito trabalho e dedicação - disse Zanon. 

No grupo A, o Brasil vai enfrentar na primeira fase as equipes da Espanha, da República Tcheca e do Japão. Zanon, que assumiu a equipe há cerca de um ano, considera a realidade da seleção distante daquela vivenciada há duas décadas. Ainda assim, segue firme na missão de preparar o grupo para os Jogos do Rio 2016.

"A conquista da vaga para o Mundial já foi um grande feito. Estamos vivendo uma reformulação total da seleção. O nosso trabalho é realizado passo a passo. Neste mundial é importante ganhar experiência internacional. Érika e a Adrianinha são as únicas jogadoras experientes, que irão transmitir o conhecimento e o suporte às novas jogadoras" - disse.

Além das duas veteranas, novos nomes também ganham destaque. Damiris Dantas é uma delas. A jogadora, que atualmente disputa a WNBA, ressalta que graças ao feito de Hortência, Janeth e Magic Paula, o basquete brasileiro ganhou respeito nacional e internacional.

- Somos gratas. Elas marcaram uma geração que valorizou a nossa modalidade. Também queremos marcar a nossa geração e levar o basquete feminino do Brasil ao lugar mais alto do pódio. Vamos trabalhar duro para isso acontecer. Estamos em um ano histórico do basquete e repetir a dose seria perfeito - disse.

Da escola de basquete em Santo André, interior de São Paulo, aos Estados Unidos, Damiris é a cara da nova seleção. A jogadora de 21 anos fez parte da seleção sub-19 que conquistou a inédita medalha de bronze no Mundial de Basquete disputado no Chile em 2011, e foi eleita a melhor jogadora (MVP) do campeonato.

Atlanta Dream de Nádia e Erika enfrenta o Minnesota de Damiris pela WNBA



Nesta sexta-feira (dia 13 de junho) às 20h30 (Horário de Brasília), o Atlanta, atual vice-campeão da WNBA, onde jogam Erika de Souza e Nádia Colhado, recebe na Philips Arena, o campeão Minnesota Lynx, de Damiris Dantas, no evento “Brazilian Night”, organizado pela equipe de Atlanta.

A organização apresentará aspectos culturais do Brasil em homenagem às atletas brasileiras que jogam na equipe.

“Todo ‘Brazilian Night’ aqui é uma festa. Somos o time com mais diversidade de etnias diferentes na WNBA. E essa ação do Atlanta faz com que sejamos mais conhecidas ainda na cidade. Estamos muito felizes”, comentou Érika.

Os primeiros dois mil fãs que comparecerem ao ginásio receberão pulseiras nas cores do Brasil (verde e amarela) e bandeiras, que representam tanto o Atlanta Dream quanto o país homenageado. Além disso, a festa vai incluir apresentação de percussão e dançarinos de samba e atletas de capoeira.

“Nunca participei do ‘Brazilian Night’, mas adorei a iniciativa do time. É importante para a nossa divulgação em Atlanta e na WNBA em geral. Espero que a comemoração seja com uma vitória”, finalizou Nádia.

A equipe de Atlanta já promoveu a "Native American Night" em homenagem a novata Shoni Schimmel que pertence à tribo indígena Umatilla, e além da "Brazilian Night", haverá a "French Night" em homenagem à armadora francesa Celine Dumerc e a "Caribean Night" em homenagem à pivô jamaicana Aneika Henry e à Sancho Lyttle nascida na Ilha de San Vicent & Granadinas.

O jogo de hoje marca também o confronto entre as duas atletas mais eficientes da competição. Erika e Maya Moore estão empatadas em primeiro lugar com o índice de 25,8 . A brasileira figura ainda entre as cinco melhores da WNBA em pontos (18,5 ), rebotes (9,5), tocos (1,63) e aproveitamento de arremessos (67%). Em grande fase, Erika está em 6.º lugar no ranking que elege a MVP da temporada.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Seleção feminina militar participa de torneio internacional na França

Seleção Brasileira Militar de Basquete Feminino  1S SDE XAVIER

A equipe militar de basquetebol feminino, composta por atletas da Força Aérea Brasileira (FAB) – sargentos da Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA) - representam o Brasil no Torneio Militar Internacional de Basquetebol, que acontece entre os dias 15 e 22 de junho, em Meyenheim, na França.

A competição, organizada pelo Conseil International Du Sport Militaire (CISM), contará com a participação de dez delegações: Alemanha; Bélgica; Brasil; Coreia; Estônia; Estados Unidos; Grécia; Letônia; Lituânia; e Países Baixos.

A Comissão Técnica da seleção brasileira é formada por militares da Força Aérea e da Marinha do Brasil. O chefe de equipe é o Tenente-Coronel Pedro Celso Gagliardi Palermo (FAB) e a Tenente Rafaella Bauerfeldt (MB) assume como técnica do grupo. 

Completam a equipe o assistente técnico Tenente Marcos Gaertner (FAB), o preparador físico Tenente Júlio César Silva Maciel (FAB) e a fisioterapeuta Tenente Priscila (MB).

Toda a fase de preparação para a competição está sendo realizada nas instalações do CDA.

Fonte: FAB

São José apresenta novo elenco para a temporada 2014/2015



O São José reuniu nessa terça-feira (10), na ADC GM, o novo elenco do basquete feminino para a temporada 2014/2015. Estiveram reunidas 15 jogadoras - 9 da equipe adulta (as recém-contratadas Débora e Patty e as remanescentes Carol, Estela, Ramona, Karen, Karina, Plutin e Fabi) e 6 da categoria de base (Vitória, Maíra, Thainá, Letícia, Laís e Raphaella).

Participaram da reapresentação dirigentes e integrantes da comissão técnica. Também prestigiou o evento o treinador Luiz Augusto Zanon, da Seleção Brasileira Feminina e do time masculino joseense.

A primeira competição a ser disputada pelo time serão os Jogos Regionais de Caraguatatuba, que começam em 2 de julho. 

A atleta ex-Ourinhos Joice chega no início de julho. No momento ela serve à Seleção da Aeronáutica, que participa do Torneio Militar Internacional de Basquete, de 15 a 22 de junho, na França.

Cinco jogadoras do grupo foram convocadas para o selecionado canarinho na disputa de três amistosos no Canadá, de 26 a 28 deste mês, contra a seleção local. Débora, Patty, Ramona, Karina e Fabi se juntam às outras sete jogadoras no dia 19, às 12h, no Novotel.

A seleção vai treinar no ginásio da ADC GM. A escolha de São José pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB) para a preparação da equipe se deve à estrutura existente no local. “O apoio da Prefeitura e da população faz o basquete ser o orgulho da cidade”, disse Zanon.

Ourinhos Basquete paralisa suas atividades por tempo indeterminado (Diário de Ourinhos)

A reapresentação das jogadoras do Ourinhos Basquete, que estava prevista para acontecer na última segunda-feira, dia 02, não aconteceu. Isso porque as atividades do time profissional e dos times de base vão ficar paralisados por tempo indeterminado. Foi o que anunciou o presidente da equipe, Dr. Antônio Alves Passos, na manhã da última quinta-feira, dia 05, com exclusividade para a reportagem do jornal Diário. No entanto, as escolinhas que trabalham com crianças e adolescentes, com até 15 anos, vão continuar normalmente.

“Eu acho que Ourinhos não vai disputar os campeonatos este ano. Pelo o que nós estamos vendo, é por falta de patrocinador, o projeto (de lei de incentivo) não saiu”, anunciou Dr. Passos.

O principal motivo para a paralisação das atividades é a falta de patrocínio. Além de não haver a renovação com uma antiga parceira, a diretoria também não conseguiu fechar patrocínio com outras empresas. “A gente não tem conseguido aumentar a quantidade de patrocinadores. A Castor (empresa de colchões e móveis estofados), que sempre fechou patrocínio conosco, pediu para sair”, informou o presidente.

Com a falta de dinheiro e o contrato de todas as jogadoras se encerrando ao final da LBF (Liga de Basquete Feminino), o time ficou sem jogadoras para a disputa de qualquer campeonato. A escassez de jogadoras de qualidade no mercado também foi um dos motivos que impossibilitou a montagem de uma equipe. “Não tem atletas no mercado, não temos base, não temos jogadoras. Não tem sentido montar time para não ter competitividade, fica difícil. Nós vamos, praticamente, esse ano se afastar das competições. Isso não quer dizer que futuramente o time não possa voltar”, disse o dirigente.

Para o presidente do Ourinhos Basquete, hoje há muita dificuldades em conseguir patrocinadores para o basquete feminino, mesmo com a colaboração da administração municipal. “É um trabalho que tem que correr muito atrás para tentar arrumar um patrocínio talvez mais forte de nível nacional que só um seja o suficiente. A gente não conseguiu, a gente tem corrido atrás, então está difícil, a gente sentiu que o que nós temos não é o suficiente para montar uma equipe de nível competitivo”, afirmou.

Até o momento, o resultado da decisão referente ao projeto de Lei Paulista de Incentivo ao Esporte não foi divulgada, o que também impossibilidade firmar compromissos financeiros, como a contratação de atletas. “Não saiu (o resultado) ainda e quando demora é porque não deve ser aprovado. Nós não podemos contratar jogadoras se não tiver aprovado”, disse Dr. Passos.

Dr. Passos avalia ainda, que, para montar um elenco competitivo, uma equipe deve gasta em torno de R$ 40 mil por mês, apenas com salários e prêmios de jogadoras. “Para montar um time profissional aqui, você tem que ter pelo menos R$ 40 mil, depois tem em torno de R$ 20 mil gasto com a Federação, taxas, viagens, alimentação e outros gastos. Porque não é só o gasto com o time, tem a parte administrativa, sem esse valor acho que ninguém consegue formar um time”, explica o presidente. Neste caso, a ajuda financeira da Prefeitura Municipal cobriria esses gastos administrativos.

Uma possibilidade seria fazer uma parceria com o Sport Club Recife, onde seriam cedidas jogadoras para a disputa do Campeonato Paulista, através do técnico da equipe pernambucana, Roberto Dornellas. “Seria uma parceria com o Sport, mas para os Jogos (Regionais) fica muito difícil, porque começa agora. Existe a possibilidade para o Paulista de a gente começar a conversar, mas aí tem mais tempo para a gente ver se existe a possibilidade de fazer essa parceria para o Paulista. O Dornellas está nos Estados Unidos, eu acredito que só vamos poder conversar depois que ele voltar”, relatou Dr. Passos.

Mesmo com o fato de não disputar os campeonatos organizados pela Federação Paulista e Confederação Brasileira de Basquete, Ourinhos não será excluído dos torneios, tão pouco caia de divisão, caso, futuramente retorne às suas atividades. “Você pede um afastamento temporário, diversas equipes já fizeram isso. A gente fica isenta da mensalidade nesse período e quando voltar (as atividades), nós voltamos a pagar”, explica o presidente.

Com todas essas dificuldades, a diretoria do basquete feminino de Ourinhos optou por se ausentar do esporte profissional, no entanto, deixando aberto para a possibilidade de alguém assumir a equipe, se houve interesse. “Nós achamos melhor se retrair, se aparecer patrocinador para não deixar acabar (o basquete profissional), nós estamos às ordens para conversar, ao mesmo tempo se alguém quiser assumir o basquete, pode assumir que não vai ter problema nenhum em passar para algumas pessoas que queiram comandar o basquete feminino”, disse o presidente.

A situação da, até então, técnica Lisdeivi Pompa será discutida futuramente. “Eu tenho que conversar com o secretário para ver se ela pode ser aproveitada na escolinha ou outra atividade para a gente manter ela, porque ela merece ficar”, afirma Dr. Passos.

“Eu fico com muita tristeza, porque eu comecei isso em 99. Praticamente eu e o Ronaldo (Mori) começamos o basquete aqui. Ourinhos tem um nome no basquete feminino e no cenário nacional, conquistou vários títulos. A gente fica triste, mas isso faz parte da vida, da cidade, de ter patrocínio, de não ter e precisar se ausentar”, finaliza o presidente do Ourinhos Basquete.

História

Ourinhos destacou-se nacionalmente no basquete feminino a partir de 1995, com o apoio da Prefeitura Municipal. Posteriormente o time recebeu incentivo e patrocínio de empresas privadas locais e de outros colaboradores.

De 1995 até agosto de 2009, o time sagrou-se pentacampeão nacional (2004, 2005, 2006, 2007 e 2008), octacampeão paulista (2000, 2002, 2004, 2005, 2006, 2007 e 2009) e campeão sul-americano de clubes (2008) na modalidade, título obtido em Quito, no Equador.

Além destes títulos, a equipe ourinhense foi campeã dos Jogos Regionais do Interior por 18 anos consecutivos, além de ser o atual campeão, ainda possui três títulos de Jogos Abertos do Interior. Na primeira edição da LBF, em 2010, Ourinhos Basquete foi vice-campeão.

As principais jogadoras da história do Ourinhos Basquete são: Cíntia Luz, Cíntia Tuiú, Ega, Érika, Iziane, Janeth, Kelly Santos, Lígia, Lilian, Micaela, Ruth, Silvinha Luz, Vânia Teixeira, Vanira Hernandes, Mamá, Chuca, Yakelin Plutin, Lisdeivi, Claudinha, Ariadna, Jack Nero, entre outras.

Assim o município ficou conhecido como “A Capital Nacional do Basquete Feminino”.

Fonte: Diário de Ourinhos

Seleção Sub-17 treina em São Bernardo

Seleção Brasileira Sub-17 Feminina de Basquete - Treino da Seleção Brasileira Sub-17 Feminina. - Brasil - sp - São Bernardo do Campo - Ginásio Baetinha -  - www.inovafoto.com.br - id:66182

A Seleção Brasileira Sub-17 Feminina está em ritmo intenso de treinamentos – 10h às 12h e 17h às 19h –, no Ginásio do Centro Esportivo Baetinha, em São Bernardo do Campo (SP). Sob o comando do técnico Júlio Patrício, a equipe se apresentou na última sexta-feira (dia 6) para a disputa do 3º Campeonato Mundial Sub-17, que será realizado nas cidades de Klatovy e Pilsen, na República Tcheca, de 28 de junho a 6 de julho. O preparador físico da equipe, Marcos Vinicius Strapasson, falou sobre o trabalho realizado nesse início de preparação.
"Estamos visando um volume alto de jogo e intenso nas partes físicas, técnicas e táticas. Como as meninas vão ter uma sequência de muitos jogos, também estamos trabalhando no condicionamento cardiorrespiratória para que elas tenham uma recuperação rápida e estejam prontas para as próximas partidas. Estamos atentos ao controle de cargas de treino e recuperação das atletas para não perder nenhuma até a data da competição", disse Marcos.
O preparador físico destacou ainda o trabalho conjunto realizado entre as área de preparação física, fisioterapia e técnica.
"Antes de começarmos a preparação a comissão se reúne para dosar esse trabalho em conjunto. Analisamos as características metabólicas a serem trabalhadas no momento de cada atleta, para ser inserido nos treinos com bola. Já a fisioterapia possui um trabalho também muito importante nas sessões com a educação e equilíbrio postural, além das prevenções de lesões. É muito importante essa interação entre as áreas porque conseguimos ganhar tempo e intensidade, otimizando o treinamento", concluiu Marcos.
O Brasil está no grupo “B” do Mundial da República Tcheca e vai estrear no dia 28 de junho contra o Egito. Na sequência a equipe nacional irá enfrentar as seleções da Itália (29) e Espanha (1º de julho). Na segunda fase, a Seleção Brasileira terá como adversário uma das quatro seleções do grupo “A”: Canadá Coreia, Hungria e República Tcheca. A partir dessa fase, somente os vencedores continuam na disputa por medalhas e pelo título.
Os grupos do Mundial
“A”: Canadá Coreia, Hungria e República Tcheca
“B”: Brasil, Egito, Espanha e Itália
“C”: Austrália, Japão, México e República Tcheca
“D”: China, Estados Unidos, França e Mali
Forma de Disputa do Mundial
De acordo com o regulamento, na primeira fase, as equipes se enfrentam nos seus respectivos grupos. As quatro seleções se classificam para as oitavas de final, que terá eliminação simples. Nessa fase, as seleções de “A" jogam contra as de "B" e as de "C" com as de "D". Os vencedores disputam de 1º ao 8º lugares e os perdedores de 9º a 16º lugares. Nesse novo formato todas seleções irão disputar sete jogos durante o Mundial.
As 16 convocadas
Jogadora – Posição – Idade – Altura – Clube – UF
Aline Cristina Cezario de Moura – Ala/Pivô – 16 anos – 1,85m – Divino/COC/Jundiaí – SP
Clarissa Fernandes Carneiro – Ala – 14 anos – 1,72m – Presidente Venceslau – SP
Fabíola Conceição Alexandrino – Ala – 16 anos – 1,74m – ADC Bradesco – SP
Izabela Nicolette Leite – Armadora – 14 anos – 1,70m – Unimed Americana – SP
Jennifer Nonato Calixto – Pivô – 15 anos – 1,89m – FEDESP Barretos – SP
Karen Fernanda Lourenço – Pivô – 16 anos – 1,85m – ADC Bradesco – MS
Larissa Jerônimo Carneiro – Armadora – 17 anos – 1,64m – Presidente Venceslau – SP
Lays da Silva – Armadora – 15 anos – 1,66m – DNA Basquetebol – SP
Letícia Cristina Soares Josefino – Pivô – 1,83m – 16 anos – Instituto Mangueira do Futuro – RJ
Marcella Lamark dos Santos – Pivô – 17 anos – 1,92m – Divino/COC/Jundiaí – SP
Maria Paula Lopes Albiero – Armadora – 15 anos – 1,67m – Unimed Americana – PR
Mariana Moura Queiroz Dias – Pivô – 16 anos – 1,84m – FEDESP/Barretos – SP
Mariane Roberta de Carvalho – Ala – 17 anos – 1,80m – Unimed Americana – SP
Milena de Sousa Rodrigues – Ala/Pivô – 16 anos – 1,79m – DNA Basquetebol – SP
Nycole David Gualberto de Barros – Ala – 16 anos – 1,79m – Presidente Venceslau – SP
Wytalla Taynara Eugênio Motta – Ala/Pivô – 16 anos – 1,82m – Unimed Americana – SP
Média de altura: 1,78m
Média de idade: 15.6 anos
Comissão Técnica
Diretor Vanderlei Mazzuchini
Administrador: Paulo Henrique Mardegan
Técnico: Júlio César Patrício
Assistente Técnica: Anne Amália Sabatini
Preparador Físico: Marcos Vinicius Strapasson
Fisioterapeuta: Tatiane Abruceze Cardoso
Hospedagem
Hotel Hetrópolis
Endereço: Avenida Paulo Afonso, 470 – Nova Petrópolis – São Bernardo do Campo (SP)
Telefone: (11) 4330.8877
Local de Treinamento
CREC Deputado Odemir Furlan (Ginásio Baetinha)
Endereço: Rua Bauru, 20 – São Bernardo do Campo (SP)
Programação
6 a 19 de junho – Treinamento
20 de junho – Viagem para a República Tcheca / Aeroporto de Guarulhos (SP)
21 a 27 de junho – Amistosos Internacionais
28 de junho a 6 de julho – 3º Campeonato Mundial da República Tcheca
8 de julho – Chegada ao Brasil / Aeroporto de Guarulhos (SP)

Brasília renova com Verônica e Sarah

O Brasília/Vizinhança anunciou, nesta segunda-feira (09 de junho), as renovações de contrato com a lateral Verônica Duarte e com a ala/armadora Sarah Sthefani, que defenderam a equipe do Distrito Federal na Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14. Antes, a diretoria já havia confirmado a chegada da pivô Francielle Nascimento, ex-Sport Recife.

“O nosso objetivo sempre foi dar sequencia ao trabalho de formação, mesclando a equipe com alguns reforços e as jogadoras oriundas do trabalho de base do Clube da Vizinhança, que sempre foi um clube formador. A Sarah e a Verônica são atletas de muito potencial, que começaram conosco. Fico muito feliz e alegre em contar com as duas por mais uma temporada”, comenta a supervisora Renata Ribeiro.

“Estou bem confiante, que neste segundo ano poderemos demonstrar crescimento, já na temporada passada foi a nossa estreia na LBF, quando contamos com jogadoras apenas de Brasília. Todo começo é assim e a expectativa é de evolução gradativa, já que além de um bom time, queremos ter um projeto sempre sólido”, acrescenta a brasiliense Sarah, que começou a sua carreira esportiva no CID, um projeto social de Samambaia (DF) e depois foi incorporada ao time de base do Brasília/Vizinhança.

“Com a minha trajetória no Brasília/Vizinhança, não é novidade dizer que é uma honra continuar defendendo a minha cidade e ainda mais sabendo que essa temporada será melhor que a passada. Só tenho que agradecer de coração o carinho e confiança que a Renata, junto com a equipe, tem por mim. Também agradecer ao presidente do Clube da Vizinhança, que está acreditando nesse projeto que só tem a crescer”, completa Verônica, que foi a representante do time brasiliense no ‘Desafio das Estrelas da Liga de Basquete Feminino (LBF)’.

O Brasília/Vizinhança, através do presidente Gerson Dias de Lima, segue em tratativa com outras atletas e o anúncio de novos reforços poderá acontecer em breve.

Fonte: LBF

terça-feira, 10 de junho de 2014

Hortência por Teresa Edwards

TeresaEdwards.usa “Tudo que o Brasil conquistou no basquete feminino deve ser creditado a Hortência.

É um esporte coletivo, mas sem ela o país não teria conquistado nada.”

As fortes ( mas também belas) declarações acima são de Teresa Edwards, a lenda, em ótima entrevista com Fábio Balassiano.

Recomendo a leitura: 20 anos do Mundial de 1994: Teresa Edwards lembra derrota para o Brasil

Pela primeira vez na carreira, Erika é nomeada a "Jogadora da Semana" na WNBA

Erika_03

A pivô brasileira Erika de Souza, duas vezes eleita All Star (2009 e 2013) foi nomeada pela primeira vez em sua carreira, a "Jogadora da Semana" na Conferência Leste da WNBA.

Na semana que passou, Erika obteve a maior média de pontos de sua conferência (23.5), a segunda melhor em rebotes (9.5) rebotes e a terceira em aproveitamento de arremessos de quadra (66,7% - 20/30). Ela ainda registrou médias de 2.0 assistências, 1.5 bloqueios e 1.5 bolas recuperadas em apenas 27,5 minutos por jogo.

A brasileira abriu a semana registrando um duplo-duplo (27 pontos, 11 rebotes) na vitória por 93-85 sobre os Los Angeles Sparks, na casa do adversário. Jogando em Atlanta, Erika contribuiu com 20 pontos, oito rebotes, quatro assistências e dois roubos de bola para uma nova vitória de seu time por 97-59 sobre o Chicago Sky.

Na temporada, Erika é a líder da WNBA no aproveitamento de arremessos de dois pontos (67% - 63/94), ocupa a terceira posição no ranking de eficiência (25,5), a quinta em rebotes (9,5 por jogo), e a sexta em pontuação (18,5 pontos por jogo).

Na Conferência Oeste, a ala Diana Taurasi, do Phoenix Mercury, foi eleita a "Jogadora da Semana".

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Unimed Americana inicia preparação para nova temporada

Clarissa Santos durante treino da Unimed Americana - 9 de junho de 2014 - Foto Zaramelo Jr Zara

Campeã estadual e nacional, a Unimed Americana iniciou nesta segunda-feira (9) a preparação para a nova temporada, na qual tem competições importantes confirmadas, como Liga de Basquete Feminino (LBF), Campeonato Paulista, Jogos Abertos do Interior e Jogos Regionais, além do Sul-Americano de Clubes.

A apresentação das jogadoras à comissão técnica aconteceu hoje à tarde no ginásio principal do complexo poliesportivo do Centro Cívico, no Jardim da Colina. "Haverá composição entre trabalhos técnicos e físicos durante as primeiras semanas de treinamentos", explicou o preparador físico Clóvis Haddad, o Vita. O técnico Antônio Carlos Vendramini e o assistente Virgil Lopez serão os responsáveis pelas atividades técnicas e táticas.

Para a temporada 2014/15, a Unimed Americana renovou os contratos das laterais Ariadna Felipe e Karla Costa, das armadoras Babi Honório e Joice Rodrigues e das pivôs Clarissa Santos e Gil Justino. A equipe se reforçou com as contratações das laterais Palmira Marçal e Patrícia Chuca e da pivô Kelly Santos. Também estão integradas ao grupo as laterais Izabella Sangalli e Gabriela Santos e a armadora Elissa Saiz, que subiram das categorias de base.

Em julho, a Unimed Americana participa da 58ª edição dos Jogos Regionais da 4ª Região do Estado. A competição acontece em Itatiba, entre os dias 2 e 19.

Brasileiras jogam bem em rodada de final de semana na WNBA

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As brasileiras que jogam na WNBA tiveram boas atuações na rodada do final de semana da liga norte-americana.

O Atlanta Dream jogou no sábado (07/06) e venceu a equipe do Chicago Sky pelo placar de 97x59.

Erika teve mais uma grande atuação na temporada, terminando como uma das cestinhas da partida com 20 pontos, 8 rebotes e 4 assistências em 26 minutos.

Até então pouco utilizada na rotação do Atlanta, dessa vez Nádia ganhou quase 8 minutos de tempo de quadra do técnico Michael Cooper e correspondeu mostrando serviço: 6 pontos, 4 rebotes e 2 tocos.

Para o Minessota Lynx, a rodada começou na sexta-feira (06/06) com o time perdendo a invencibilidade na temporada para o Seattle Storm por 65x62, após sete vitórias seguidas.

Damiris conseguiu 4 pontos e 8 rebotes em 23 minutos.

No domingo (08/06), o Lynx foi até Los Angeles para vencer o Sparks por 85x72.

Damiris teve boa atuação, com 15 pontos e 11 rebotes nos 34 minutos que ficou em quadra.

domingo, 8 de junho de 2014

Após influência da família, jovem de 14 anos se destaca na base do basquete

Agora, garotas se preparam para segundo jogo da dobradinha e encaram neste sábado o União Barbarense (Foto: Divulgação)



O basquete feminino de Presidente Venceslau faz boas campanhas nas categorias de base do Campeonato Paulista. No sub-15, o time está em segundo lugar, e no sub-17, em terceiro. Uma das responsáveis por essas colocações tem apenas 14 anos. Tímida na hora de dar entrevista, mas um "terror" dentro de quadra - quem diga as adversárias -, a atleta Clarissa Carneiro tem se destacado na temporada. E para coroar os bons desempenhos, ela viaja nesta sexta-feira (6) para se apresentar à seleção brasileira sub-17.
A equipe de Venceslau até 15 anos fez sete partidas no torneio estadual e conquistou seis vitórias. Com um jogo a mais, o time de cima também ganhou seis confrontos. Clarissa atuou em todos os compromissos das duas equipes. Foi cestinha algumas vezes e, na estreia do time na temporada, contra o Sesi de Guarulhos, alcançou o feito de ter registrado as maiores pontuações individuais nos dois duelos.

- Ela é uma promessa para nós. Sempre foi acima da média. Ela é muito completa, marca bem, joga de costas, tem 1,77m, faz pontos. Está comigo desde os oito, nove anos - elogia a técnica da base de Venceslau, Christi Ane Hammerschmidt.

Perguntada sobre todas as qualidades elencadas pela técnica e sobre o seu futuro profissional dentro do esporte, Clarissa mostra estar com os “pés no chão”.

- Não sei se vou jogar a vida toda. Eu tenho a vontade de melhorar sempre.

Se o futuro não pode ser previsto, o passado se demonstra animador. Com 13 anos, foi eleita a melhor jogadora do interior pela Federação Paulista de Basketball (FPB). Juntamente com o time de Venceslau, venceu os Jogos Escolares a nível nacional e continental, no ano passado.

Parceria

Segundo Christi Ane, é difícil falar da Clarissa sem se referir à sua prima, Larissa Carneiro, 17 anos, outro destaque da base venceslauense. As duas moram na mesma chácara e sempre treinaram juntas. A influência da dupla no basquete veio pela mãe de Larissa, Denise. Outro fruto da família no esporte é a irmã da Clarissa, Maria Eduarda, de 16 anos.

- Estamos sempre juntas, somos muito unidas. Isso ajuda bastante dentro de quadra - fala Clarissa, ao se referir à sua prima.

O basquete de Venceslau tem muito o que agradecer à família Carneiro. São duas atletas que facilitam a vida de Christi Ane e das companheiras de time e deixam o técnico do time adulto, Flávio Prado, contando os dias para tê-las em seu plantel. 

Fonte: Globoesporte.com

Brasil estréia contra a Venezuela no Sul Americano Adulto


A Seleção Brasileira Adulta Feminina estreia contra a Venezuela no dia 14 de agosto, no Campeonato Sul-Americano da categoria, que será disputado em Ambato, no Equador. O Brasil, que está no grupo “B”, terá ainda como adversários na primeira fase o Uruguai (15) e o Equador (16). Na chave “A” estão Argentina, Chile, Peru e Paraguai. O sorteio foi realizado, nesta sexta-feira (dia 6), na sede da FIBA Américas, em San Juan (Porto Rico). 

"Ficamos em um grupo relativamente tranquilo na primeira fase, mas sabemos que é preciso sempre respeitar os adversários. Nossa principal partida será contra a Venezuela, que é o jogo de estreia na competição, mas que já conhecemos do último Sul-Americano (Argentina/2013). Saímos com a vitória na disputa por uma boa vantagem (76 a 41), mas elas nos deram trabalho no primeiro tempo chegando a vencer por 28 a 26”, analisou o treinador brasileiro Luiz Augusto Zanon. “Na outra chave, as equipes da Argentina e do Chile também fizeram um grande Sul-Americano em 2013. Mas o mais importante a destacar neste campeonato é que precisamos fazer bem nossa parte se quisermos sair com mais um título. Esse será um passo importante dentro da preparação do Brasil para o Mundial da Turquia", completou Zanon.

Em 2013, na Argentina, o Brasil conquistou o 24º titulo sul-americano e o 14º consecutivo invicto. Os três primeiros colocados no Sul-Americano do Equador estão classificados para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, em 2015, enquanto os quatro primeiros garantem a vaga no Torneio Pré-Olímpico das Américas, no próximo ano.

Amistosos no Canadá 

O técnico Zanon convocou, no fim de maio, 12 jogadoras para defender a Seleção Brasileira Adulta em três amistosos contra o Canadá, na cidade de Edmonton, entre os dias 26 e 28 de junho. Os jogos fazem parte da primeira fase de preparação da temporada 2014. A apresentação está marcada para o próximo dia 19 de junho, às 12h de Brasília, no Hotel Novotel, em São José dos Campos. Os treinos serão no Ginásio da ADC General Motors.

Forma de disputa do Sul-Americano

Na primeira fase as oito seleções foram divididas em dois grupos de quatro, que jogam entre si nas suas respectivas chaves. As duas primeiras colocadas de cada grupo se classificam para a fase semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: 1º A x 2º B e 1º B x 2º A. Os ganhadores disputam o título, enquanto os perdedores decidem o terceiro lugar e a última vaga para Pan de 2015.

Tabela do Sul-Americano

- 1ª Rodada (dia 14 de agosto)
Argentina x Paraguai, Chile x Peru, Brasil x Venezuela e Equador x Uruguai

- 2ª Rodada (dia 15 de agosto)
Peru x Argentina, Paraguai x Chile, Uruguai x Brasil e Venezuela x Equador

- 3ª Rodada (dia 16 de agosto)
Argentina x Chile, Peru x Paraguai, Uruguai x Venezuela e Equador x Brasil

- Semifinais (dia 27 de julho)
Disputa de 5º ao 8º lugares
3º A x 4º B e 3º B x 4º A
Fase semifinal
1º A x 2º B e 1º B x 2º A

- Rodada Final (dia 28 de julho)
Disputa de 7º e 8º lugares
Disputa de 5º e 6º lugares
Disputa de 3º e 4º lugares
Disputa de 1º e 2º lugares


Fonte: CBB

São José confirma o retorno da ala americana Jasmine James

O São José/Colinas Shopping concluiu a montagem do elenco do basquete feminino para 2014/15. Além de renovar com oito integrantes da campanha do terceiro lugar na Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14, a equipe contratou mais quatro atletas: três com atuação na Seleção Brasileira e uma jogadora da WNBA (versão feminina da liga profissional norte-americana).
A lateral norte-americana James, que havia deixado o time durante os playoffs da LBF por motivo de contusão, está se recuperando em Memphis e tem a volta a São José dos Campos prevista para setembro. Após três temporadas com a camisa do São José, a capitã e armadora Cris encerrou a carreira.
As brasileiras recém-contratadas são a armadora Débora, que deixou o Americana, e as laterais Patty (foto) – de volta ao time um ano depois – e Joice Coelho, que vieram do Ourinhos Basquete. A ala norte-americana Alex Montgomery (que atuou no Sport recife na temporada 2012/13) e atualmente disputa a WNBA pelo New York Liberty, completa o trio de estrangeiras permitido pelo regulamento da competição nacional.
Permanecem na equipe as pivôs Plutin Tizon, Karina Jacob e Fabi, as laterais Isabela Ramona, Karen Rocha e Estela e a armadora Carol. Estas duas últimas são nascidas em São José dos Campos e começaram a carreira nas categorias de base do programa Atleta Cidadão, mantido pela Prefeitura.
Fonte: LBF

sábado, 7 de junho de 2014

São José contrata Alex Montgomery e define elenco para a temporada

O elenco que irá defender o time feminino de basquete de São José dos Campos na temporada 2014/2015 está definido. Com quatro reforços, incluindo uma jogadora da WNBA, a equipe investiu pesado para ter chances de brigar pelo título da LBF (Liga de Basquete Feminino).

Além de ter mantido a base da última temporada, quando ficou com a terceira colocação na Liga, chegaram três jogadoras que fazem parte da Seleção: a armadora Débora, ex-Americana, e as alas Patty, que já passou pelo basquete joseense e Joice Coelho, que veio de Ourinhos. Completa a lista a americana Alex Montgomery, que joga na WNBA pelo New York Liberty.

As quatro atletas se juntam às remanescentes: Plutin, Karina e Fabi, as alas Ramona, Karen e Estela e a armadora Carol. A apresentação do novo elenco está prevista para a próxima terça-feira, 10, às 15h, na ADC GM, onde o time costuma mandar os jogos.

Fonte: Globoesporte.com

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Rio Claro completa grupo para a temporada com a renovação de Renatinha

O Rio Claro Basquete acertou, nesta quinta-feira (05 de junho), a renovação de contrato com a lateral Renata Oliveira, a Renatinha, por mais uma temporada. Com a permanência de mais esta jogadora que compôs o elenco rio-clarense na Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14, o grupo se completa para a temporada 2014/15.

“Trata-se de uma atleta com experiência internacional e de muito potencial, que passou pela Seleção Brasileira e que pode voltar a vestir a camisa verde a amarela a qualquer momento. Talvez, não tenha sido convocada, pois está se recuperando de lesão, mas certamente poderá ganhar mais uma chance em breve”, comenta o técnico Márcio Pimenta, que reitera as qualidades da atleta.

“É uma jogadora forte, atlética e que sempre atua com muita garra e disposição”, acrescenta o técnico rio-clarense.

O Rio Claro Basquete já havia anunciado estas contratações: as armadoras Tássia Carcavali (ex-Americana) e Bethânia Vasconcelos (ex-Santo André); as pivôs Grazi Coelho e a cubana Yuli Cruz (ambas ex-Ourinhos Basquete); e a lateral Luana Souza (ex-São José). Além disso, tinha confirmado as renovações de Leila Zabani (ala), Bárbara de Souza (pivô), Leydi Ferreira (pivô), Maria Claudia Teixeira (ala) e Ana Thaís Limoeiro (armadora).

Em jogo com prorrogação, Americana quebra a invencibilidade de Jundiaí no Paulista sub-17

Mariane Carvalho - 21 pontos, 10 rebotes e 8 bolas recuperadas

Texto
Sanderson Barbarini

Na raça e com direito a prorrogação, a Unimed Americana garantiu mais uma vitória, a quarta consecutiva no campeonato Paulista Sub-17 de Basquete Feminino.

Depois de vencer São José na última sexta-feira no Vale do Paraíba, na noite desta terça-feira (03), no Ginásio do Centro Cívico, a equipe americanense derrotou o Divino/Jundiaí, por 74 a 72 (24 a 33 no primeiro tempo) em uma partida extremamente disputada.

A equipe americanense ficou atrás nos dois primeiros quartos e venceu os dois últimos: 13 a 19 (primeiro), 11 a 14 (segundo), 20 a 12 (terceiro) e 18 a 17 (quarto), final de partida 62 a 62. Na prorrogação vitória por 12 a 10.

Gabriella Soares também foi fundamental ao marcar 17 pontos

A ala Mariane Carvalho foi o grande nome da partida com um double-double, ao anotar 21 pontos, 10 rebotes, 8 bolas recuperadas e 6 faltas recebidas. Quem também teve bom desempenho foi Gabriella Soares, com 17 pontos e 7 faltas recebidas. Também pontuaram Izabela Nicoletti (15), Maria Paula (10), Wytalla (09) e Beatriz Oliveira (2).

Com o resultado positivo, a Unimed Americana conquistou a sexta vitória na competição, em 8 partidas disputadas.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Com show de Erika, Atlanta Dream vence mais uma na WNBA.


Jogando em casa, o Atlanta Dream venceu o Los Angeles Sparks por 93 x 85, na noite de ontem, pela sétima rodada da WNBA, em partida fantástica de Erika.

O jogo marcou a estreia da armadora francesa Celine Dumerc com a camisa do Dream. Recém chegada aos Estados Unidos, ela teve uma atuação discreta e não pontuou. Para integrar seu novo reforço, a comissão técnica de Atlanta teve que dispensar mais uma atleta e optou pela ucraniana Inga Orekhova. Nádia (que marcou seus dois primeiros pontos na WNBA na rodada de domingo) segue no elenco.

No jogo de ontem, estavam em quadra a MVP da temporada passada (Candace Parker), a cestinha da temporada regular de 2013 (Angel McCoughtry), três atletas que já foram eleitas MVP em campeonato europeu de seleções (Dumerc, Sandrine Gruda e Sancho Lyttle), mas ninguém brilhou mais que Erika, cestinha do jogo com 27 pontos (seu recorde da carreira na WNBA), 11 rebotes e 2 tocos.

Para quem questionou o fato da brasileira ser indicada como uma das cinco melhores pivôs do mundo no ano passado, melhor aceitar e se acostumar, pois na temporada atual, ela é a melhor pivô 5 da competição, deixando para trás nomes badalados como Tina Charles e Brittney Griner.

Nesta temporada, Erika está sendo treinada por Michael Cooper, com quem já foi campeã em 2002 defendendo o Los Angeles Sparks, em sua estreia na WNBA. O retorno da parceria está dando muito certo. Erika está fazendo a melhor temporada de seus oito anos de carreira na liga, com médias de 18,3 pontos, 9,7 rebotes e 32,7 em eficiência (terceira melhor média da competição).

Só a título de curiosidade: O desempenho individual de Erika na atual temporada WNBA, é bem superior ao alcançado na última edição da LBF. Na posição de pivô, ela precisa ter jogadas bem treinadas e preparadas para que a bola chegue ao garrafão com qualidade, o que nem sempre acontece no Brasil. 

Não sabemos ainda quando a seleção feminina estará completa, não sabemos quanto tempo o time terá para se entrosar e trabalhar suas principais jogadas de ataque e sistemas de defesa, mas parece claro que o caminho a seguir é preparar o time para municiar Erika, nossa melhor jogadora em nível internacional.

O fato do técnico Zanon estar a mais de um ano no comando da seleção feminina e ainda não ter realizado nenhum jogo contando com nossa melhor jogadora é preocupante, mas a ótima temporada de Erika em Atlanta, a boa estreia de Damiris no Minnesota Lynx, Adrianinha sendo eleita MVP do Sul-Americano de Clubes, Clarissa sendo a jogadora mais eficiente da última edição da LBF (que contou com dez atletas com passagens pela WNBA) são fatores que trazem otimismo em relação à participação da seleção brasileira no Mundial da Turquia em setembro.

Essa semana, o site da WNBA abriu votação para eleger as cinco melhores jogadoras de cada conferência para o All Star Game. Erika participou  duas vezes do "Jogo das Estrelas", atuando como reserva através da convocação dos treinadores, mas esse ano, as chances dela vencer a eleição popular que define as cinco jogadoras iniciais de cada conferência são grandes. Eu já votei nela, não apenas por ser brasileira, mas porque realmente Erika é a melhor pivô da conferência leste. Se você quiser votar também, acesse: All Star Game 2014

Brasília Vizinhança anuncia contratação da ala/pivô Franciele


Brasília/Vizinhança anunciou, nesta quarta-feira (04 de junho), a contratação da jovem pivô Franciele Nascimento (foto), de 26 anos (19 de outubro de 1987), que defendeu o Sport Recife nas duas últimas temporadas, sagrando-se respectivamente, campeã e vice-campeã da Liga de Basquete Feminino (LBF). A chegada desta jogadora, de 1m88 e 85kg, com passagem pela Seleção Brasileira, marca o começo da montagem do elenco do time do Distrito Federal, visando a temporada 2014/15.

“É um motivo de orgulho e satisfação contar com uma atleta do histórico profissional e pessoal da Franciele, que vai contribuir bastante e somar muito com a nossa equipe, que vai para a sua segunda participação na Liga de Basquete Feminino (LBF)”, comenta Renata Ribeiro, supervisora do Brasília/Vizinhança, lembrando que o primeiro ano da equipe foi marcado pela estruturação.

“Na nossa primeira participação na LBF, procuramos fazer ajustes necessários na parte estrutural, já visando dar uma boa condição de trabalho as nossas jogadoras nas temporadas seguintes. E, creio que conseguimos isso, sempre contando com o apoio e o incentivo da diretoria e do quadro associativo do Clube da Vizinhança”, acrescenta Renata.

A diretoria do Brasília/Vizinhança, encabeçada pelo presidente Gerson Dias de Lima, segue em tratativa com outras jogadoras e o anúncio de novos reforços e de renovações devem acontecer em breve.

Fonte: LBF

Projeto Centro de Basquete realiza Festival em Catanduva nesse sábado

O Projeto Centro de Basquete realiza no sábado (07 de junho), a partir das 08h30 (de Brasília), no ginásio Municipal Anuar Pachá, na cidade de Catanduva (SP), o ‘Festival Intermunicipal – 2014’, que reunirá nove polos municipais. A ‘madrinha’ Hortência Marcari, campeã Mundial com a Seleção Brasileira Feminina em 1994, estará presente para abrilhantar ainda mais o evento, trazendo uma palavra de incentivo aos pequenos esportistas.

Estarão em quadra, crianças e jovens atletas das categorias, masculinas e femininas, sub-12, sub-14, sub-15 e sub-17. “Todas as crianças participantes serão premiadas durante a cerimonia de encerramento que acontece às 12h30 (de Brasília)”, relata o gerente administrativo/ténico Renato Dupas, salientando que o evento será iniciado com o tradicional desfile das delegações.

Os polos participantes são esses: Araraquara, Bauru, Botucatu, Catanduva, Guarulhos, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto e São José dos Campos. Apenas Jundiaí e Santos não estarão presentes.

O Projeto Centro de Basquete é uma parceria do Instituto de Gestão Sustentável do Esporte (IGSE) com as Secretarias de Esporte de 11 municípios, com aporte da VIVO e apoio do Governo Federal, através da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE).

Sport Recife desembarcou com o troféu de campeão Sul-Americano de Clubes Feminino

Com uma final difícil contra a equipe do La Estancia de Popayan, onde os pontos da vitória só saíram faltando dois segundos para o fim da partida, o Sport desembarcou no Recife (PE), no sábado (31 de maio), e foi recepcionada com muita festa da torcida rubro-negra. O sorriso estava estampado no rosto das atletas que comemoraram junto aos torcedores a primeira conquista internacional da equipe e do clube na modalidade.

Um dos principais nomes da equipe brasileira, a armadora Adrianinha, também recebeu o título de melhor jogadora do campeonato, mas ela não quis saber de premiação individual. Segundo a armadora, ela divide esse reconhecimento com todas as meninas da equipe. “O título pra gente significa muito, e  defender a camisa do Sport, um time de nome aqui no Nordeste, acho que fez toda essa história do Basquete feminino ser mais especial”, disse a atleta, que também lembrou do vazio que ficou do vice-campeonato da Liga de Basquete Feminina (LBF), disputada neste ano. A armadora voltou às quadras no campeonato após passar um mês e meio parada se recuperando de uma lesão.

Sobre a competição Adrianinha disse ainda que foi difícil a adaptação, por conta da altitude. “Cada jogo a gente ia se adaptando. Até no aquecimento vinha aquela falta de ar, mas nós conseguimos ir nos acostumando e melhorando a cada jogo. O resultado do nosso esforço está aí”, disse a armadora.

As Leoas do Basquete receberam agora 10 dias de férias para poderem descansar e em seguida se reapresentam no Sport para iniciarem a preparação para o segundo semestre.

Fonte: LBF

terça-feira, 3 de junho de 2014

Técnico Júlio Patrício se apresenta à seleção brasileira para Mundial sub-17



O técnico Júlio César Patrício, do basquete feminino de Jaraguá do Sul, se apresenta hoje como comandante da Seleção Brasileira Sub-17 para o 3º Campeonato Mundial da categoria, que acontece na cidade de Bratislava, na Eslováquia, entre os dias 28 de junho a 6 de julho.

Após a conquista do título sul-americano Sub-15 (Venezuela/2012) e da classificação para o Mundial Sub-17, com a conquista da medalha de bronze na Copa América Sub-16 (México/2013), Patrício se sente preparado para seu próximo desafio.

“Estou bastante motivado. Desde 2012 mantenho o discurso em relação a essa geração. Sempre conquistamos bons resultados na base e essas meninas irão trazer grandes frutos para as seleções futuras. São atletas muito talentosas e é uma das melhores gerações que o Brasil já teve”, afirmou.

Sobre o Mundial, Patrício acredita que as garotas podem surpreender. “Estamos com um bom grupo de atletas, mesmo sabendo das dificuldades que encontraremos, a expectativa é colocar o Brasil entre as 4 melhores seleções do mundo. Nosso grupo está bem equilibrado, faremos bons jogos”, avaliou.

Na Eslováquia, Patrício e suas comandadas terão pela frente na primeira fase as seleções da Espanha, da Itália e do Egito, formando o Grupo B. No Grupo A estão República Tcheca, Canadá, Hungria e Coréia. O Grupo C é formado por Austrália, México, Eslováquia e Japão. Pelo Grupo D jogam Estados Unidos, Mali, França e China.

“No Campeonato Mundial estão os melhores da categoria. A Espanha, por tradição, sempre chega nas finais dos campeonatos de base. Também enfrentaremos a Itália, quarta colocada no Europeu Sub-16. Os quatro primeiros lugares do Europeu tiveram placares bastante apertados e mostraram que estão no mesmo nível”, analisa Patrício.

Sobre o Egito, o treinador faz um alerta. “Acho que pode ser o azarão da chave. Ganhou de Mali na final do Campeonato Africano e o nível técnico das equipes africanas vem melhorando bastante. Já assisti ao vídeo das egípcias e é um grupo rápido e bastante aguerrido. Vamos respeitar todos os adversários, mas sem deixar de impor o jogo do Brasil”, completou.

O primeiro Campeonato Mundial Sub-17 Feminino foi realizado na França, em 2010. A segunda edição aconteceu dois anos depois em Amsterdã, na Holanda, e contou pela primeira vez com a participação do Brasil, que terminou em 11º lugar. Os Estados Unidos venceram as duas competições, que tiveram a participação das doze melhores seleções do Mundo.

“Nosso primeiro objetivo é conquistar a melhor posição possível na primeira fase. Para isso, precisamos ficar entre os primeiros lugares. Nesse novo modelo de competição da FIBA, qualquer vitória é importante para conquistarmos nosso objetivo, que é estar na final”, finalizou Patrício.

Fórmula de Disputa

De acordo com o regulamento, na primeira fase, as equipes se enfrentam nos seus respectivos grupos. As quatro seleções se classificam para as oitavas de final, que terá eliminação simples. Nessa fase, as seleções de “A” jogam contra as de “B” e as de “C” com as de “D”. Os vencedores disputam de 1º ao 8º lugares e os perdedores de 9º a 16º lugares. Nesse novo formato todas seleções irão disputar sete jogos durante o Mundial.

As 16 convocadas

Jogadora – Posição – Idade – Altura – Clube de Origem

Aline Cristina Cezario de Moura – Ala/Pivô – 16 anos – 1,85m – Divino/COC/Jundiaí – SP
Clarissa Fernandes Carneiro – Ala – 14 anos – 1,72m – Presidente Venceslau – SP
Fabíola Conceição Alexandrino – Ala – 16 anos – 1,74m – ADC Bradesco – SP
Izabela Nicolette Leite – Armadora – 14 anos – 1,70m – Unimed Americana – SP
Jennifer Nonato Calixto – Pivô – 15 anos – 1,89m – FEDESP Barretos – SP
Karen Fernanda Lourenço – Pivô – 16 anos – 1,85m – ADC Bradesco – MS
Larissa Jerônimo Carneiro – Armadora – 17 anos – 1,64m – Presidente Venceslau – SP
Lays da Silva – Armadora – 15 anos – 1,66m – DNA Basquetebol – SP
Letícia Cristina Soares Josefino – Pivô – 1,83m – 16 anos – Instituto Mangueira do Futuro – RJ
Marcella Lamark dos Santos – Pivô – 17 anos – 1,92m – Divino/COC/Jundiaí – SP
Maria Paula Lopes Albiero – Armadora – 15 anos – 1,67m – Unimed Americana – PR
Mariana Moura Queiroz Dias – Pivô – 16 anos – 1,84m – FEDESP/Barretos – SP
Mariane Roberta de Carvalho – Ala – 17 anos – 1,80m – Unimed Americana – SP
Milena de Sousa Rodrigues – Ala/Pivô – 16 anos – 1,79m – DNA Basquetebol – SP
Nycole David Gualberto de Barros – Ala – 16 anos – 1,79m – Presidente Venceslau – SP
Wytalla Taynara Eugênio Motta – Ala/Pivô – 16 anos – 1,82m – Unimed Americana – SP

Média de altura: 1,78m
Média de idade: 15.6 anos

Comissão Técnica

Diretor Vanderlei Mazzuchini
Administrador: Paulo Henrique Mardegan
Técnico: Júlio César Patrício
Assistente Técnica: Anne Amália Sabatini
Preparador Físico: Marcos Vinicius Strapasson
Fisioterapeuta: Thayse Cristine Lins

Programação

6 de junho – Apresentação em São Bernardo do Campo (SP)
6 a 19 de junho – Treinamento em São Bernardo do Campo (SP)
20 de junho – Viagem para a República Tcheca/Aeroporto de Guarulhos (SP)
21 a 27 de junho – Amistosos Internacionais
28 de junho a 6 de julho – 3º Campeonato Mundial da República Tcheca
8 de julho – Chegada ao Brasil/Aeroporto de Guarulhos (SP)

Americana vence São José e conquista a quinta vitória no Paulista sub-17

Izabela Nicoletti - 19 pontos e 8 bolas recuperadas

Texto
Sanderson Barbarini

Na noite fria da última sexta-feira (30) as meninas da Unimed Americana, comandadas pela técnica Adriana Santos conquistaram mais uma vitória no Campeonato Paulista Sub-17 de Basquete Feminino, ao derrotar o São José por 74 a 17 (42 a 6 no primeiro tempo), na casa das adversárias no Vale do Paraíba.

Esta foi a quinta vitória na competição, colocando a equipe na segunda posição com 12 pontos e 1 jogo a menos que Presidente Venceslau, que lidera com 14 pontos.

Mariane Carvalho - 13 pontos e 15 rebotes (double-double)

Novamente impondo um forte ritmo, a equipe venceu todos os quartos quartos: 18 a 4 (primeiro), 24 a 2 (segundo) e 18 a 8 (terceiro) e 14 a 3 (quarto). Os destaques da partida foram Izabela Nicoletti com 19 pontos e 8 bolas recuperadas, Mariane Carvalho (double-double) com 13 pontos, 15 rebotes e 6 bolas recuperadas e Wytalla Taynara com 16 pontos.Também pontuaram: Maria Paula (10), Gabriella Soares (6), Juliane e Sophia (3), Gessy e Letícia (2).

"Foi um bom jogo, de defesa forte, muitos contra-ataques e muita disposição por parte de todas. Tivemos erros sim mas que fazem parte do aprendizado, revezamos bem a equipe e todas puderam atuar" declarou a técnica Adriana Santos.

A equipe da Unimed volta às quadras nesta terça-feira (03), às 18h30 no ginásio do Centro Cívico, contra a equipe do Divino | Jundiaí, única equipe invicta na competição.



Brasília surpreende e contrata Ariani, Cacá e Micaela para a LBF

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A equipe do Brasília CSUV/1 que participou pela primeira vez da LBF na temporada 2013/2014, utilizando jovens atletas e sem conquistar nenhuma vitória, apesar da evolução apresentada durante a competição, começa a se preparar para a próxima edição da Liga de Basquete Feminino e pelas primeiras contratações demonstra que pretende ter um time bem mais competitivo no torneio e capaz de surpreender ao longo da competição.

Nesta semana, de acordo com informações obtidas pelo Central do Basquete Feminino, além da contratação da ala Cacá (São José), foi confirmado o acerto com a armadora Ariani (Ourinhos Basquete) e com a ala Micaela (Maranhão Basquete).

Em entrevista ao Central, a ala Cacá falou sobre a expectativa em atuar pela equipe de Brasília e a participação da equipe na próxima edição da LBF. “Minha expectativa é muito boa, é muito bom para mim, participar de um projeto como do Brasília, que abre as portas para as novas gerações de atletas, o que é muito importante para o crescimento do basquete feminino e para mim, será uma nova oportunidade de crescimento profissional em minha carreira e estou muito feliz em vir jogar aqui. Acredito que com estes reforços que estão chegando, trará um equilíbrio maior a próxima edição da LBF, deixando o nível ainda mais elevado, o que será ótimo”, avaliou Cacá.   

Cacá falou ainda sobre sua participação na seleção brasileira, comandada pelo técnico Zanon, para a qual foi convocada na semana passada e que fará uma série de amistosos internacionais. “Acredito que os amistosos serão um bom começo para seleção, estamos em um ano importante para nossa preparação para as competições que teremos pela frente e com a continuidade desta renovação que vem sendo feita pelo Zanon, em breve, teremos uma seleção forte e preparada para enfrentar qualquer adversário. Considero que formamos um grupo muito bom, com jogadoras jovens e talentosas e com este espírito de superação que temos, poderemos evoluir rapidamente e ter um bom desempenho nas competições”, ressaltou. 

Texto: Luís Galletta – Central do Basquete Feminino

Torcida do basquete feminino em Recife está dividida

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A despedida do técnico Roberto Dornelas do comando do time feminino de basquete do Sport deixou a torcida rubro-negra dividida. A promessa de formação de mais uma equipe da modalidade faz com que a torcida leonina se divida entre quem vai continuar acompanhando o projeto criado pelo técnico, que saiu do Sport mas terá continuidade em local ainda não definido; e quem torcerá pelo Sport. O clube garante que mesmo com a saída do treinador e de algumas jogadoras, montará uma equipe competitiva.

O torcedor César Gomes, que acompanha o grupo montado por Dornelas desde a primeira temporada da Liga de Basquete Feminino, diz que continuará torcendo pela equipe, independentemente de onde ela esteja. “Vai ser complicado principalmente nos primeiros jogos contra o Leão, que é o meu time do coração, mas acompanhei tudo o que vinha acontecendo nos bastidores entre a diretoria (do Sport) e Roberto, e decidi que vou torcer pelas meninas. Criei uma relação de afeto com elas. No basquete, o Sport será o meu segundo time”, explica o membro da torcida Rugindo Na Cesta.

Já Sandra Silva, que começou a acompanhar o basquete neste ano afirma que, mesmo com o coração partido e toda admiração que sente pelo trabalho do ex-treinador rubro-negro, ela vai vibrar pelo time leonino. “Comecei a torcer pelo basquete por causa do Sport e também sou fã de Roberto, então, vou torcer e acompanhar as duas equipes. Mas, em caso das duas se enfrentarem, eu vou ficar do lado do meu time, mesmo com o coração triste”, lamenta.

Roberto Dornelas também se manifestou sobre o assunto. Segundo ele, mesmo quando ainda fazia parte do clube rubro-negro, vários torcedores de outros times já acompanhavam a equipe das leoas. Alguns não torciam por ser um time do clube adversário, mas com a desvinculação da equipe, torcedores de todo o Estado devem apoiar o time que será montado por Dornelas.

“Venho recebendo muitas mensagens de torcedores do Sport falando que independentemente de onde a gente for, eles vão lá e vão torcer para a gente. E vamos ter uma torcida que não frequentava o ginásio. Porque sei que torcidas adversárias simpatizam com o nosso time”, explica.

Ele ainda conta que seu maior sonho é ver torcedores dos três grandes times de Pernambuco torcendo pela equipe dele. “Se eu conseguir visualizar torcedores do Sport, do Náutico e do Santa Cruz sentados juntos, torcendo por esse time, eu vou ficar realizado.”

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Confira trechos da entrevista coletiva do treinador Roberto Dornelas sobre sua saída do Sport, publicados na edição do domingo (1º/6) do Jornal do Commercio:

Torcedor incondicional do Sport, o técnico Roberto Dornelas foi o principal responsável por resgatar o basquete no clube e no Estado. A união rendeu o título da Liga de Basquete Feminino de 2013 e o vice-campeonato do torneio deste ano. Na semana passada, porém, a parceria entre o Leão e o treinador terminou de forma traumática. Dornelas, que investiu muito dinheiro na equipe rubro-negra, desabafou sobre seu desligamento do clube, feito a partir de uma nota no site oficial do Sport.

AUSÊNCIA NOS JOGOS
Em momento nenhum escondemos algo do Sport. Mas achei estranho coisas que foram colocadas. Por exemplo, o presidente (João Humberto Martorelli) ter ido para a final da LBF. A gente tem uma área VIP. Ali ficam as pessoas convidadas e sempre foi estabelecido de 10 a 15 vagas para a presidência. Então, eu estranho o presidente não saber isso. E na hora eu disse: presidente, já pensou se todo técnico chegasse na sua sala avisando dos jogos. E a gente tem uma coordenação esportiva para que? Como ele não tem conhecimento dos jogos? É uma desculpa esfarrapada.

RECADO
Tenho um recado para o presidente e para qualquer outra pessoa que assumir o cargo no futuro: não afastem os que amam o clube e que abraçam os esportes amadores. Eu conheço muitas pessoas que até hoje devem no cartão de crédito. Investimento em viagens, uniformes. Isso acontece muito.

DISCORDÂNCIA
Não aceito a forma como a nota (de desligamento) foi colocada (no site oficial do Sport). Algumas coisas são mentirosas. Nossa equipe vestia a camisa do clube com muito amor e dedicação. Fazia um trabalho social que nenhuma equipe do Recife fez e fomos exemplo por conta disso. Então, não aceito quando a nota diz que o basquete estava à parte do clube.

PAGAMENTOS
As atletas sabiam, só que ninguém nunca recebeu salário das minhas mãos. Eu precisava separar o administrador Roberto Dornelas do técnico Roberto Dornelas. Então, começou a existir o questionamento: será que ele está à frente da equipe porque é ele quem paga a equipe? Isso doeu muito. Porque eu tenho uma história no basquete de Pernambuco e tenho orgulho disso. O dinheiro saía da minha conta em TED para a conta de cada uma. E as meninas mais novas que não tinham conta recebiam através do Valter (auxiliar técnico). Para as americanas, era necessário reverter o valor real em dólar, porque elas têm conta nos Estados Unidos.

PROPOSTAS
Eu recebi algumas propostas, inclusive para sair do Recife. O Vizinhança, de Brasília, estava procurando um técnico. E quando eles souberam da história que aconteceu aqui, me ligaram na segunda-feira à noite. Mas eu não quero deixar o Recife.

CESTINHAS COM FUTURO
A empresa que abraçar o time será a salvadora desse projeto. O objetivo é transformar crianças em atletas profissionais. E no caminho tem uma sequência pedagógica. A ideia é seguir um plano de treinamento em que cada polo tem seu professor e uma estrutura com acompanhamento psicológico e nutricional. As coisas foram se atropelando e ainda não fechamos o projeto completamente. Temos a parte esportiva, mas já direcionamos muita coisa do social, exemplo disso é o que fizemos na comunidade Caranguejo.

FUTURO RUBRO-NEGRO
Isso tudo giraria em torno do Sport, para que no futuro não precisássemos buscar atletas de fora. Todas as ações funcionariam para formar os times das categorias de base. Não era só o adulto.

NOVA EQUIPE
Todo o projeto continua, só mudará o nome e a logomarca da empresa. Não me perguntem hoje qual será o nome. O que eu posso dizer é que será uma equipe de basquete do Recife e de Pernambuco. Pode ser tudo, mas será do Recife e de Pernambuco. Quem decidirá o nome serão os donos.

DESAFIO
Quando o Geraldão estiver pronto, eu queria que a torcida de Pernambuco batesse o recorde nacional de basquete feminino, que é Maranhão x Sport, no Castelinho, em São Luís, com 6.500 pessoas. Esse é um desafio que eu estou lançando para quem gosta e quem aprendeu a gostar de basquete com esse time. As meninas vão jogar com o mesmo empenho.

NATAÇÃO
O Haras BG (Roberto Dornelas é um dos sócios) patrocina a melhor nadadora do Sport (Clarissa Rodrigues) há muito tempo. Existe uma promessa que fizeram quando ela foi campeã mundial e de vez em quando ela recebe outras. Ela só está no Sport porque recebe essa ajuda do Haras BG, porque do contrário já deveria ter ido embora. O caminho dela é por aí. Se ela ficar aqui, coitada.

LADO TORCEDOR
Eu não faço parte de facção de clube. Eu sou o clube. Sou torcedor de futebol e estava na Ilha torcendo no domingo passado (Sport perdeu por 4×1 para o Corinthians, pela Série A). Uma coisa não tem nada a ver com outra.

CONCLUSÃO
Eu acho que isso tudo foi briga de vaidade de pessoas que queriam estar à frente desse projeto e não estavam. Mas isso só aconteceu no basquete feminino pela omissão da vice-presidência de esportes amadores (hoje, quem ocupa o cargo é Yuri Romão). De qualquer tempo. Todo o investimento que apareceu não veio de empresa, foi tudo oriundo do desporto. É o camarada que foi atleta de hóquei e não quer que a modalidade acabe. Porque a pessoa que tira dinheiro do próprio bolso para investir em esporte olímpico ou é muito louco ou é muito apaixonado. Então, presidente, não afaste essas pessoas.

Fonte: Cestinha JC

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Freud explica Americana

americanacamp2014

Grande parte da história do basquete feminino brasileiro passou por Americana nos últimos anos.

A cidade paulista foi tomada pelo esporte em 1996, quando a diretora Hortência (no ano da conquista da prata olímpica como jogadora)  levou para lá seu time.

Foram apenas duas temporadas de alto nível, com movimentos ousados como a contratação da americana Cynthya Cooper (no ano de estreia da WNBA) e patrocínios milionários (Seara e Data Control), que permitiram até a formação de duas equipes (uma em Americana e a segunda em Santa Bárbara D’Oeste).

Em títulos, Americana penou na maior competição da época - o Paulista- porque havia Magic Paula que com a sua Microcamp, da vizinha Campinas, derrotou o time nas finais de 1996 e nas semifinais de 1997.

A cidade ficou com uma Taça Brasil (1997) e um pouco lembrado Mundial Interclubes (1997, contra a seleção australiana).

O time se dissolveu no início de 1998, virou Fluminense (campeão nacional daquele ano) e Vila Nova (GO). Depois virou Paraná, andou pela Mangueira  e até por Carapicuíba (campeã paulista de 1999).

Enquanto isso em Americana, o mega time de estrelas foi substituído por um trabalho de base silencioso comandado pelo casal Paulo Bassul e Mila Rondon. E a partir daí reconstruiu sua história.

Talvez se o time de Americana fosse ao psicanalista, aí – no nascimento- ele identificaria a fonte de seus “dilemas”. O conflito entre a aposta no renegado trabalho de base ou no brilho das estrelas acompanharia a equipe para sempre.

Em 2000, quando o clube voltou a disputar o Paulista Adulto, com Paulo Bassul como técnico, o discurso era valorizar a base. Aconteceu isso mesmo, com um time que deixou boa impressão com o impulso em quadra das irmãs Gustavo.

No ano seguinte, uma Americana reforçada já conquistava seu primeiro título paulista. Em 2002, ficou com o vice do Nacional. Em 2003, ganhou o Paulista e o Nacional (contra Ourinhos, de Janeth) em fase maravilhosa de Micaela. No ano seguinte, o time perdeu as decisões para Ourinhos, fechou o time adulto e voltou à base.

Nesse período, no entanto, a ousadia inicial continuou viva, em ações como bancar um técnico novo, afirmar a base no time adulto, apostar na recuperação da argentina Karina (que teve suas últimas atuações de fôlego  com a camisa de Americana) e a contratação de Amaya Valdemoro.

Quando o time voltou ao adulto, em 2007, novamente o discurso era apostar na base. Com a técnica Mila Rondon à frente, o projeto foi reiniciado.

De lá para cá, muito Americana fez.  Manteve a ousadia na escolha de técnicos (Marcelo Bandiera, Branca, Zanon), recolocou Vendramini no mercado, inovou dentro do possível, foi agressiva em contratações, foi o teto onde grande nomes se despediram do basquete brasileiro (Adriana, Helen, Silvinha), acolheu promessas (Izabela Sangalli, Tássia, Michelle Splitter), formou e recuperou jogadoras, se envolveu em confusões com seus técnicos demitidos e ganhou títulos.

O saldo é extremamente positivo e certamente Americana se firmou como o projeto arejado mais duradouro nesse período, que contrastava bastante com o seus rivais tradicionais Ourinhos e Santo André, que trilhavam uma linha mais conservadora.

Na atual temporada, essa minha memória afetiva de Americana, 18 anos, não consegue entender os caminhos que se apresentam após o conquista do último título da LBF.

Nos bastidores eram fortes os rumores que o time novamente encerraria os trabalhos no adulto em 2014 após os desgastes no Paulista passado e a recente perda da vaga no Sul-Americano.

Americana sobreviveu, mas optou por uma guinada radicalmente conservadora. As escolhas até o momento são as mais caretas possíveis. Enquanto isso, houve uma debandada geral de suas atletas mais jovens, que buscam apenas a possibilidade de jogar (Tássia, Leila, Maria Cláudia, Fabi, Débora).

Cada um tem o direito de empregar ou demitir em seu time quem ele acha que deve ou não. Mas sinceramente acho triste (e absolutamente sintomático) ver um time que tanto se orgulha do seu “projeto” se comportar dessa maneira.

Não bastasse essa mudança no perfil do time, Americana está disputando apenas as categorias sub-19 e sub-17 no Paulista.

É realmente triste. Espero que seja uma fase de transição (adolescência?) e que Americana, que começa a temporada negando a si mesmo, revisite sua essência mais tarde. Faria bem a ela e ao basquete feminino do país.