terça-feira, 17 de dezembro de 2002

Contagem Regressiva

No site lá da CBB, está estampado com destaque:

FALTAM 41 DIAS PARA COMEÇAR A MELHOR COMPETIÇÃO DO BASQUETE BRASILEIRO

Trata-se, obviamente, do Nacional Maculino.

Depois quando dizemos que o feminino é orfão, falam que é exagero.

E já que eles estão fazendo contagem regressiva, por que não uma outra pra nos lembrar quantos dias faltam para acabar o reinado de dirigentes machistas e ultrapassados?

Ou essa regressiva só dá pra contar em séculos?
Liga Italiana




Estava em débito quanto aos resultados do campeonato italiano, mas por um motivo justo: é uma aventura dolorosa conseguir as informações do torneio.

Mas devido a um pedido muito especial, vamos atualizar como anda a situação do torneio que conta com três brasileiras: Zaine e Cíntia Tuiú (no Chietti) e Adrianinha (no Faenza).


Itália 9

Viterbo 82 X 83 Chietti

Zaine - 8 pontos, 3 rebotes, 24 minutos
Cíntia - 10 pontos, 2 rebotes, 37 minutos

Faenza 58 X 86 Parma

Adrianinha - 17 pontos, 35 minutos


Itália 10

Chietti 66 X 70 Spezia

Cíntia - 11 pontos, 7 rebotes, 35 minutos.
Zaine - 2 pontos, 3 rebotes, 23 minutos.

Alessandria 77 X 80 Faenza

Adrianinha - 18 pontos, 10 rebotes, 37 minutos.

Itália 11

Faenza 83 X 72 Chietti

Adrianinha - 13 pts, 3 assists, 3 roubos, 2 rebs, 40 minutos
Zaine - 4 pts, 1 rebote, 29 minutos
Cíntia - 15 pts, 3 rebotes, 32 minutos


Classificação:

O Comense lidera invicto, após 11 jogos.

O Chietti, de Zaine e Cíntia é o quinto, com seis vitórias e cinco derrotas.

E o Faenza, de Adrianinha, é o décimo, com cinco vitórias e seis derrotas.

Cestinhas

As cestinhas do torneio são as americanas Grace Daley (Viterbo), com 24,4 ppg e Bridget Pettis (Chietti), com 23 ppg.
Espanha 11

Em partida antecipada, o Zaragoza caiu: 85 a 56, contra Canarias, com atuação pálida das brasileiras Claudinha: 4 pontos e 3 roubos, em 26 minutos e Kátia: 5 pontos e 3 rebotes, em 16 minutos.

A cestinha, foi Summer Erb, com 25 pontos.

Espanha 12

Outra partida antecipada, e o Tenerife de Jacqueline, conseguiu a sua segunda vitória na competição, contra o Breogán, de Flávia: 61 a 53. Jacqueline foi a jogadora mais valiosa do confronto: 18 pontos, 3 rebotes, 2 assistências e 1 roubo, em 27 minutos. Flávia também esteve bem e registrou um double-double: 14 pontos (cestinha de sua equipe) e 10 rebotes.

Com essas boas participações, a esperança é de que elas consigam transferências para clubes em melhore condições na próxima temporada,
Espanha 10

Pela décima rodada da Liga Espanhola, o Celta, de Renata Oliveira continhua sua curva na descendente. Registrou sua sétima derrota, para o Salamanca, por 65 a 56. A cestinha foi Shannon Johnson, do Salamanca, com 28 pts. Renata jogou 32 minutos, não pontuou e pegou 5 rebotes.

O Yaya-Maria Breogán, de Flávia, também não está muito diferente. Flávia fez 7 pontos e pegou nove rebotes, mas não evitou a derrota para o Barcelona: 78-49.

Nada de vitórias também para o Tenerife, de Jacqueline. O time caiu frente ao único time da primeira divisão espenhola que tem brasileiras e está com uma campanha mais convincente: o Zaragoza: 87 a 63. Jacqueline jogou 27 minutos e fez 10 pontos. Do outro lado: Claudinha, 12 pontos e 4 rebotes, em 26 min e Kátia, 5 pontos e 5 rebotes, em 25 min.
"Se é que o Grego acompanha basquete..."

Engraçado como algumas decisões, como a troca de um técnico, dinamitam relações aparentemente afabilíssimas e põem fim ao irritante e mesquinho silêncio das quadras brasileiras.

Olhem só mais essa de Hélio Rubens, repondendo ao presidente Grego:

"Se é que ele acompanha basquete, lamento que, conhecendo minha vida esportiva, tenha dito isso. Não declarei que perderíamos, mas também não criei falsas expectativas. Isso de dizer que se tiver meia vaga ela será nossa é bonito para agradar os outros. Era melhor ter ficado calado."
Cestinha Silvinha



Silvinha Luz, cestinha da quinta edição do Nacional, é a entrevistada do site da CBB.

"Meu conselho é ter muita disciplina e amar muito o basquete. Quando você gosta do que faz, você supera todas as dificuldades mais facilmente. Comecei a jogar com nove anos de idade. Sempre amei o que faço. Isso é o mais importante."


Confira aqui:

http://www.cbb.com.br/entrevista/entrevista.asp?entrevista=83
Nacional 2.7

PONTA GROSSA x UBERABA ABRE A 7ª RODADA DO RETURNO DO NACIONAL FEMININO


A sétima rodada do returno do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino começa nesta terça-feira com Ponta Grossa/SER x Sírio/Black&Decker/Uberaba, às 19 horas, em Ponta Grossa. A arbitragem será de Cristiano Maranho (PR) e Edson Gonçalves (PR). As duas equipes são estreantes na competição e embora não estejam classificadas para a fase semifinal conseguiram atingir seus objetivos. O time paranaense está em último lugar, com 16 pontos ganhos, enquanto o clube mineiro ocupa o oitavo lugar, com 20.

- Nós tínhamos como objetivos: divulgar o esporte na cidade, mostrar como funciona um Campeonato em nível nacional, e, dentro da nossa realidade financeira, fazer a melhor campanha possível. Nós conseguimos massificar o basquete em Uberaba e tivemos bastante público nos jogos. Acho que superamos todas as expectativas. Temos mais dois jogos pela frente e espero sair com a vitória para terminar o Campeonato com uma boa apresentação - analisou o técnico Mário Fernandes, do Sírio/Black&Decker/Uberaba.

- É normal passarmos por dificuldades porque essa é a nossa primeira
participação no Campeonato. Apesar dos problemas, está sendo uma experiência muito boa. As outras equipes estão ajudando muito. As técnicas Maria Helena Cardoso e Heleninha, do Vasco, conversaram comigo e deram várias sugestões para melhorar o desempenho do time. O técnico Paulo Bassul sugeriu que a gente ficasse durante quinze dias treinando junto com o Unimed/Americana. Além disso, conseguimos trazer o basquete para a cidade de Ponta Grossa. Mesmo com todas as derrotas, a torcida está sempre presente. O apoio dos patrocinadores já foi confirmado para o ano que vem. Com certeza, vamos estar mais bem preparadas - afirmou a técnica Siboney Maria, do Ponta Grossa/SER.

A rodada termina na quarta-feira com mais quatro partidas (horários de Brasília): São Caetano x Automóvel Clube/Campos, em São Caetano (19h); Dom Bosco/Governo Popular x Lages/Uniplac, em Campos Grande (20h); São Paulo/Guaru x Unimed/Americana, em Guarulhos (20h); e Santo André x Unimed/Ourinhos, em Santo André (20h). O Unimed/Americana segue na liderança, com 29 pontos ganhos (14 vitórias e uma derrota), seguido do São Paulo/Guaru, com 27 (12 vitórias e 3 derrotas).

Vila Olímpica da Mangueira

MANGUEIRA REALIZA PENEIRA

A Mangueira estará realizando no próximo dia 20.12.2002 a seleção de
talentos de feminino para a temporada de 2003.

O evento será das 9h às 11h e das 15 às 17h do dia 20.12.

Favor procurar o Deptº de Basquetebol nos telefones: 25812547 - 25814636 -
97973563 - 91742987

Vamos tentar encontrar novas Éricas (hoje São Paulo/Guarú)atleta revelada
pela Mangueira no Campeonato Carioca Infantil de 1997.
Nacional 2.6

AMERICANA E SÃO PAULO/GUARU CLASSIFICADAS PARA SEMIFINAL DO NACIONAL>

Rio de Janeiro - A sexta rodada do returno do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino teve os seguintes resultados neste domingo: Automóvel Clube/Campos 78 x 60 Lages/Uniplac, em Campos; Sírio/Black&Decker/Uberaba 55 x 70 São Paulo/Guaru, em Uberaba; São Caetano 73 x 84 Unimed/Ourinhos, em São Caetano; Ponta Grossa/SER 36 x 84 Santo André, em Ponta Grossa; e Unimed/Americana 85 x 83 Dom Bosco/Governo Popular, em Americana. O Unimed/Americana segue na liderança, com 29 pontos ganhos (14 vitórias e uma derrota), seguido do São Paulo/Guaru, com 27 (12 vitórias e 3 derrotas). As duas equipes já estão classificadas para a fase semifinal. Faltando três rodadas para o encerramento da fase de classificação, Unimed/Ourinhos (26 pontos), Santo André (26) e Dom Bosco (23) disputam as outras duas vagas.


6ª RODADA DO RETURNO - Domingo (dia 15)
Automóvel Clube/Campos 78 x 60 Lages/Uniplac ? Ginásio do CENSA
1º Período:21 x 15
2º Período:44 x 32 (Placar final)
Cestinhas: Lilian e Marta (CAMP) 11pts; Lisiane e Luciana (LAGES) 7pts
3º Período: 65 x 52
4º Período: 78 x 60 (Placar final)
Cestinhas: Patrícia (CAMP) 19pts e Lisiane (LAGES) 12pts
árbitros: Daniela Oliveira (RS) e Velibor Kostic (RJ)

Sírio/Black&Decker/Uberaba 55 x 70 São Paulo/Guaru - Ginásio do Uberaba
1º Período: 22 x 17
2º Período: 33 x 37 (Placar final)
Cestinhas: Tina (UBE) 8pts e Kátia (GUARU) 8pts
3º Período: 44 x 57
4º Período: 55 x 70 (Placar final)
Cestinhas: Tina (UBE) 17pts e Maria Cristina (GUARU) 17pts
árbitros: Joares da Rocha (SC) e Edson Gonçalves (PR)

São Caetano 73 x 84 Unimed/Ourinhos - Lauro Gomes
1º Período: 20 x 22
2º Período: 35 x 46 (Placar final)
Cestinhas: Kattinha (SÃO) 12pts e Lígia (OUR) 19pts
3º Período: 52 x 69
4º Período: 73 x 84 (Placar final)
Cestinhas: Regininha (SÃO) 20pts e Lígia (OUR) 26pts
árbitros: Tatiana Steigerwald (SP) e Jacob Barreto (SP)

Ponta Grossa/SER 36 x 84 Santo André - Ginásio Oscar Pereira
1º Período: 09 x 32
2º Período: 21 x 44 (Placar final)
Cestinhas: Shenya (PONTA) 10pts e Chuca (SANTO) 20pts
3º Período: 31 x 65
4º Período: 36 x 84 (Placar final)
Cestinhas: Shenya (PONTA) 21pts e Chuca (SANTO) 20pts
árbitros: Frederika Jager (PR) e Ricardo Barreto (PR)

Unimed/Americana 85 x 83 Dom Bosco/Governo Popular - Ginásio Centro Cívico
1º Período: 18 x 24
2º Período: 44 x 34 (Placar final)
Cestinhas: Silivinha (AME) 24pts e Eliane (DOM) 11pts
3º Período: 65 x 55
4º Período: 85 x 83 (Placar final)
Cestinhas: Silvinha (AME) 32pts e Micaela (DOM) 28pts
árbitros: João Batista Vinhaes (SP) e João Vaz Junior (SP)

domingo, 15 de dezembro de 2002

Americana vence e mantém liderança do Nacional

Rio de Janeiro - Com 23 pontos da cestinha Silvinha, o Unimed/Americana venceu o Automóvel Clube/Campos por 76 a 60 (35 a 36 no primeiro tempo), em Campos, e manteve a liderança do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, com 27 pontos ganhos (13 vitórias e uma derrota). Em segundo lugar está o São Paulo/Guaru, com 25 (11 vitórias e 3 derrotas), seguido do Unimed/Ourinhos e do Santo André, ambos com 24 (10 vitórias e 4 derrotas). A quinta rodada do returno teve ainda os seguintes resultados nesta sexta-feira: Ponta Grossa/SER 43 x 102 Unimed/Ourinhos, em Ponta Grossa, São Caetano 83 x 74 Lages/Uniplac, em São Caetano, Sírio/Black&Decker/Uberaba 73 x 78 Dom Bosco/Governo Popular, em Uberaba; Santo André 79 x 84 São Paulo/Guaru, em Santo André.

5ª RODADA DO RETURNO
Sexta-feira (dia 13)

Ponta Grossa/SER 43 x 102 Unimed/Ourinhos - Ginásio Oscar Pereira
Cestinhas: Luciellen e Marcielle (PONTA) 11pts; Vanessa Gattei (OUR) 23pts

São Caetano 83 x 74 Lages/Uniplac - Ginásio Lauro Gomes
Cestinhas: Kattinha (SÃO) 28pts e Virlei (LAGES) 15pts

Sírio/Black&Decker/Uberaba 73 x 78 Dom Bosco/Governo Popular - Ginásio do Uberaba
Cestinhas: Graziane (UBE) 15pts e Micaela (DOM) 25pts

Automóvel Clube/Campos 61 x 76 Unimed/Americana - Ginásio do ACF
Cestinhas: Marta e Marcia (CAMP) 13pts e Silvinha (AME) 23pts

Santo André 79 x 84 São Paulo/Guaru - Ginásio Pedro Dell'Antonia
Cestinhas: Aide (SANTO) 21pts e Érika (GUARU) 26pts

quinta-feira, 12 de dezembro de 2002

Nacional 2.4.

RODADA DE SEXTA-FEIRA COMEÇA A DEFINIR FINALISTAS DO NACIONAL

Faltando cinco rodadas para o término da fase de classificação do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, esquenta a disputa pelas quatro vagas na semifinal. O Unimed/Americana continua em primeiro lugar, com 25 pontos ganhos (12 vitórias e uma derrota), seguido do São Paulo/Guaru e do Santo André, ambos com 23 (10 vitórias e 3 derrotas). A quinta rodada do returno terá os seguintes jogos nesta sexta-feira (horários de Brasília): Ponta Grossa/SER x Unimed/Ourinhos, em Ponta Grossa (19h), São Caetano x Lages/Uniplac, em São Caetano (19h), Sírio/Black&Decker/Uberaba x Dom Bosco/Governo Popular, em Uberaba (20h); Santo André x São Paulo/Guaru, em Santo André (20h) e Automóvel Clube/Campos x Unimed/Americana, em Campos (20h).

_ Campos tem a vantagem de jogar em casa. Algumas equipes ganharam na quadra deles, mas não foi uma vitória fácil. O time de Campos fez boas apresentações nos últimos jogos, apesar da derrota para Santo André. Vamos manter a concentração, ficar ligados no jogo para continuar com a boa campanha e a liderança na classificação _ comentou o técnico Paulo Bassul, do Unimed/Americana.

_ Jogar contra o líder da competição é sempre muito difícil. Só temos chances de classificação se vencermos todos os jogos e Americana é um dos adversários que teremos que derrotar. O time de Ourinhos conseguiu a vitória em casa sobre Americana e nós vamos tentar fazer o mesmo para ficar mais perto da fase final do Campeonato _ disse o técnico Marcos Gama, do Automóvel Clube/Campos.

Na capital paulista, Santo André e São Paulo/Guaru fazem um clássico equilibrado e sem favorito. O vencedor irá assumir a vice-liderança da competição e uma vaga na semifinal. No turno, em Guarulhos, vitória do Santo André por apenas um ponto: 65 a 64.

_ Nós estamos numa situação muito complicada, temos várias jogadoras contundidas, o que me deixa com poucas alternativas de substituição. Dentro do possível, vamos tentar defender forte e tomar cuidado não só com a Janeth, mas com as outras jogadoras que também pontuam bem. Vamos tentar aproveitar o mando de quadra para conseguir a vitória _ explicou a técnica Laís Helena, do Santo André.

_ Não contávamos com a derrota para Ourinhos e ficamos decepcionados com o nosso desempenho. Por isso, treinamos forte durante toda a semana buscando a recuperação. A vitória contra o Santo André é muito importante porque garante a classificação para a próxima fase do Campeonato. É um jogo decisivo, que define quem ficará em segundo lugar até o fim do returno. Estamos encarando esse desafio com muita responsabilidade _ afirmou o técnico Alexandre Cato, do São Paulo/Guaru.
Mudanças

Por Yan Wen

É difícil falar em mudanças sem olhar para trás. O basquete desde que veio para o Brasil em 1892, sofreu várias mudanças, desde regras às comissões técnicas. E mudou a maneira de se jogar basquete desde Waldemar Blatkauskas, Baiano, para Neném, Anderson Varejão, da mesma forma desde Maria Helena e Heleninha a hoje Micaela e Helen Luz.

Registramos ao longo destes anos mudanças e mudanças de comissões técnicas do masculino e as poucas mudanças da Seleção Feminina Brasileira, mas nunca foi tão polemico.

Ficar ou não com Antonio Carlos Barbosa? Ele foi técnico de estrelas como Maria Helena e Heleninha, e hoje é técnico de estrelas como Helen,Alessandra ...
Mas perguntamos, quem formou estas estrelas? Ele? Há premio para ele que segundo consta, nem mesmo dirige os treinos? Jogadoras mesmo afirmam que na seleção juvenil, os treinos são dirigidos pela assistente Macau, e na seleção principal, por Paulo Bassul. "Onde esta o Wallly?"

Em algum bom bar tomando seu famoso doze anos.

Em alguma festinha promovida pelos "Paitrocinadores".

Onde foi que se perdeu o técnico campeão? De pulso firme? Não sabemos.

O que o amante do basquete brasileiro quer saber é: Quais as prioridades da CBB?

O técnico que assumisse ou que permanecesse teria que estar atualizado na realidade do basquete mundial, já que pleiteia títulos internacionais, teria a CBB uma estratégia, estudando o basquete da Europa, o Americano, o Asiático? Quais as qualidades de nosso basquete hoje?
O que podemos tirar das jogadoras e jogadores que temos?

Falta-nos hoje técnicos que estudem mais o basquete, para desta forma enriquecer os campeonatos nacionais, chegando a melhor qualidade técnica das atletas, e conseqüentemente melhor nível técnico em campeonatos.

Seguindo isso poderíamos avaliar dentre estes técnicos qual atenderia melhor as necessidades das seleções em época de campeonatos internacionais.
Hoje nós temos a seguinte realidade: na seleção feminina, Barbosa que prioriza um jogo ofensivo e um assistente técnico que prioriza um jogo defensivo, será que fica claro a estas jogadoras o que podemos de melhor nas quadras?

Será que eles conseguem deixar claro as qualidades e limitações das próprias, para que elas administrem isto dentro de quadra?

Para ilustrar como existem idéias divergentes nesta comissão técnica, no ultimo campeonato mundial disputado, no final de um dos jogos em que o Brasil perdia,nos últimos segundos que definiriam o resultado da partida, o técnico Barbosa solicitou um tempo, e durante as instruções televisionadas, um pedia para que fizesse falta, o outro para que defendesse sem falta. E se olharam confusos, quem acompanhou há de lembrar.
Resumindo, ou arrumam a casa ou vai piorar, sétimo lugar vai ser utopia.


Yan Wien
Escolha de técnico da seleção

Por José Medalha

Abrindo esta página especial do site, gostaria de iniciar uma discussão à respeito da questão relacionada a escolha de técnicos das seleções brasileiras.

Após ter vivido uma experiência de quase 10 anos , passando pelas funções de técnico, assistente e gerente geral da seleção masculina adulta, creio ter reunido argumentos para sustentar uma medida que julgo bastante salutar e apropriada ao atual estágio de desenvolvimento do basquetebol brasileiro.

O técnico da seleção brasileira tanto masculina quanto feminina goza de um prestigio muito grande e pode se considerar um privilegiado no honroso cargo de máximo comandante do basquetebol nacional.

Não me cabe aqui discutir critérios de convocação, ou méritos de quem quer que seja. O fato é que tem sido comum entre nós a escolha de profissionais oriundo de clubes que continuam acumulando suas funções, e na verdade, indiretamente se beneficiando de tal posição, uma vez que, naquele momento são referencia para atletas, patrocinadores, midia, em grande vantagem sobre os seus concorrentes, ou adversários como queiram.

Por outro lado, o nosso basquetebol já atingiu um estagio de desenvolvimento

a tal ponto que outros profissionais devem dar a sua contribuição e , como queiram alguns a sua cota de sacrifício assumindo esse, para alguns, pesado encargo.

Defendo a tese de que tanto o técnico da principal seleção masculina quanto da feminina, devem ser escolhido por um período máximo de dois anos.

A trajetória do basquetebol internacional tem como ponto máximo a realização a cada dois anos de um campeonato mundial e de uma olimpíada, intermediados hoje por campeonatos sul-americanos e pan-americanos. A participação em mundial ou olimpíada exige a qualificação do pais em torneios classificatórios.

Assim sendo o técnico que fosse escolhido o seria para iniciar um trabalho com um projeto para classificar a seleção para o mundial e leva-la ate esse evento, cabendo a um próximo a mesma missão quanto ao pré-olimpico e olimpíada. Teríamos um revezamento sadio, não criaríamos um único todo poderoso por largos períodos, o que não impediria a algum técnico de, mais tarde, retornar a essa função.

Obviamente esse técnico devera ser exclusivo, desvinculando-se totalmente do seu clube, abrindo inclusive opção de trabalho para outros profissionais. Caso não classificasse a equipe ou no mundial ou no pre-olímpico, estaria com sua missão cumprida dando lugar a outro que pudesse ter mais sorte na nova empreitada, iniciando um trabalho um pouco mais longo de no máximo três anos.

Um outro argumento favorável seria também a atletas que porventura não preenchessem o requisito de um determinado treinador e caberia perfeitamente nos planos de um outro.

A exclusividade sem vinculo a clube daria ao técnico enquanto na função a oportunidade de acompanhar de perto o basquetebol em todos os recantos do pais, inclusive, participando de clinicas, visitando estados, fazendo relações públicas, observando outros torneios internacionais, planejamento com tempo e calma períodos de treinamento , e tendo tempo para organizar, programar e mesmo avaliar um trabalho que deve ser muito sério.

Muitos poderão argumentar que determinado treinador pode possuir uma filosofia que fosse talvez a ideal para toda uma geração e que dois anos seria muito curto para que tal acontecesse.

A realidade porem, no meu ponto de vista, é que a seleção deve ser o reflexo do que se faz nos clubes, já que seus atletas são extraídos desse meio ambiente e passam a maior parte do tempo de treinamento com os seus treinadores e só eventualmente com a seleção.

Ademais, temos que reconhecer que em qualquer escola o conceito de jogo característica e mesmo tendências são semelhantes, variando pouco de treinador para treinador. O basquetebol da seleção é reflexo de clubes e não o contrario.


José Medalha

quarta-feira, 11 de dezembro de 2002

Mais Notícias de Americana

Unimed só terá a armadora Helen em 2003


A volta da armadora Helen à equipe da Unimed/Americana só acontecerá em janeiro de 2003, possivelmente na fase dos playoffs do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino. O médico ortopedista Armando Fornari confirmou esta semana que a jogadora ainda não está totalmente recuperada da lesão muscular sofrida durante o Mundial da China, em setembro, e por isso está descartado seu retorno neste final de ano.
De acordo com Fornari, o último exame de ressonância magnética realizado por Helen mostrou que ainda não houve cicatrização total da lesão na panturrilha da perna direita e por isso a jogadora permanecerá mais duas ou trê semanas em tratamento de fisioterapia.

Mais sobre Helen, na Gazeta: Helen só volta em janeiro

Congonhas

Para o jogo de sexta-feira (13) à noite contra o Automóvel Clube/Fluminense, em Campos, a delegação da Unimed viaja para o Rio de Janeiro nesta quinta-feira (12). O embarque será no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e está marcado para as 10h30.

Jogo da TV

O jogo contra o Dom Bosco, domingo (15), no ginásio do Centro Cívico, foi transferido das 19 horas para as 20h30. A mudança foi motivada por pedido da Sportv, que transmitirá a partida ao vivo.

Sala Vip

O técnico Paulo Bassul definiu esta semana uma parceria com A Romana para a implantação de uma sala vip no ginásio do Centro Cívico. De acordo com Bassul, A Romana fornecerá doces, salgados e bebidas e terão acesso à sala vip representantes das empresas parceiras do basquete feminino, autoridades, convidados e dois ou três torcedores que serão sorteados. O acordo foi firmado com Adilson José Gomes de Oliveira, gerente geral da Karen, armadora do juvenilRomana. Ficou acertado também que as jogadoras da Unimed participarão de alguns eventos na Romana, que fica no shopping Smart Mall, na avenida Brasil.


Paulista Juvenil

A equipe juvenil da Unimed derrotou o BCN/Osasco por 69 a 60, na noite de terça-feira (10), no ginásio do Centro Cívico, fechando em 2 a 0 a série do playoff semifinal do Campeonato Paulista da categoria. O time da técnica Mila Rondon garantiu a condição de finalista e agora aguarda a definição de seu adversário na decisão do título - Santo André ou Jundiaí.
Duas Linhas

Essas são as duas linhas finais da matéria "Lula deverá substituir Hélio Rubens", assinada por Heleni Felippe, no Estadão:

FEMININO - O técnico da seleção feminina também será confirmado em janeiro. Mas Antônio Carlos Barbosa, no comando do time adulto desde 1997, deve ser mantido, apesar do sétimo lugar no Mundial da China.
França 9

Iziane faz bola decisiva e tira invencibilidade do Bourges

Outra rodada de destaque das brasileiras na Liga Francesa.


Mais uma vez, Iziane se destacou. A cestinha fez a cesta decisiva no segundo final da partida contra o Bourges, líder invicto até então, garantindo uma importante vitória para o Aix por 70 a 69. Iziane jogou por 27 minutos, fez 15 pontos, pegou 3 rebotes e deu 1 assistência. Kelly, pelo Bourges, jogou 20 minutos, fez 8 pontos, deu 2 assistências e pegou 1 rebote.

Mesmo assim, o Bourges mantém o primeiro lugar, com 8 vitórias. O Aix permanece na terceira, com 7 vitórias.

O Montpellier de Adriana Santos vem crescendo muito de produção e bateu o Mondeville por 92 a 82. Adriana fez 15 pontos, pegou 7 rebotes e deu 3 assistências, em 36 minutos de jogo.

O time de Adriana mantém-se na sexta posição, com 4 vitórias.

Outra que está em forma esplendorosa é Mamá, que em 27 minutos, fez 17 pontos, pegou 7 rebotes, sendo fundamental na vitória do Nice sobre o Clermont por 84 a 54.

Também com 4 vitórias, mas perdendo no average, o Nice é o nono.
Recuperação

A ala Vedrana Grgin-Fonseca foi operada anteontem. A cirurgia correu bem e a atleta já iniciou a fisioterapia. Deve deixar o hospital no próximo sábado (14).
Nacional Feminino

Em jogo antecipado da oitava rodada do returno do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, o Automóvel Clube/Campos venceu o Ponta Grossa/SER por 101 a 41 (51 a 23 no primeiro tempo), com 22 pontos da cestinha Patricia, de Campos. A quinta rodada será disputada nesta sexta-feira com cinco partidas: Ponta Grossa/SER x Unimed/Ourinhos (19h); São Caetano x Lages/Uniplac (19h); Sírio/Black&Decker/Uberaba x Dom Bosco/Governo Popular (20h); Automóvel Clube/Campos x Unimed/Americana (20h) e Santo André x São Paulo/Guaru (20h).

terça-feira, 10 de dezembro de 2002

Notícias da Unimed/Americana

Um

A equipe infantil da Unimed/Americana fechou sua participação no Campeonato Paulista de Basquete Feminino em terceiro lugar na classificação geral, resultado considerado bastante satisfatório pela técnica Anne Freitas. No último jogo da temporada, quarta-feira (4), no ginásio do Centro Cívico, a Unimed derrotou Santo André por 95 a 48. Jogaram e pontuaram: Tayene (14), Carol (30), Eliene (11), Daniele (4), Lilian (11), Taise (11), Cristiane (14), Flávia, Gislaine, Marina, Gabi e Karina.

Dois

O festival final da categoria pré-mini da Associação Regional de Basquete será neste domingo (8), a partir das 8h30, na Praça de Esportes Marcos Antônio Gobbo, no Jardim São Pedro, em Americana. A programação de jogos é esta: jogo 1 - Unimed/Americana x São João/Jundiaí; jogo 2 - Itatiba x Colégio Divino Salvador/Jundiaí; jogo 3 - perdedor jogo 1 x perdedor jogo 2 (disputa da medalha de bronze); jogo 4 - vencedor jogo 1 x vencedor jogo 2 (decisão do título). Pela Unimed, as jogadoras relacionadas são as seguintes: Deborinha, Nicole, Drika, Greice, Natália, Natalinha, Priscila I, Priscila II, Tássia, Rafaela, Talita, Nayara, Isabela, Leila, Bianca e Eliana.

Três
Reconhecida nacionalmente pelo trabalho que desenvolve nas categorias de base do basquete feminino, a Unimed realiza a tradicional "peneira" nos próximos dias 13 (sexta-feira) e 14 (sábado), a partir das 14 horas, no ginásio do Centro Cívico. Podem participar dos testes jogadoras nascidas a partir de 1985. A supervisora Cláudia Pastor informou que as atletas interessadas devem comparecer com material esportivo (camiseta, shorts e tênis). Informações adicionais podem ser obtidas com a técnica Anne Freitas pelo telefone (19) 9708-6048.

Quatro

Com a participação de atletas dos núcleos de escolinha, a Unimed promove um festival interno no próximo dia 14 (sábado), das 8h30 às 11 horas, no Centro Cívico. A expectativa é reunir 80 meninas nascidas em 1989, 1990 e 1990, que podem, na próxima temporada, integrar as equipes das categorias pré-mini, mini e mirim. A Unimed mantém núcleos no Centro Cívico, nas escolas estaduais Magi e Otávio Arruda e nas praças de esportes dos bairros Antônio Zanaga e Jardim Ipiranga
WNBA


A Melissa deixou algumas informações interessantes, num comment sobre o futuro incerto da WNBA, as quais eu reproduzo aqui:

O Miracle deve se mudar para Hartford, onde o time da Universidade de Connecticut (UConn), atual campeão universitário dos EUA, manda alguns de seus jogos e onde há muitos fãs do basquete feminino. O único impasse diz respeito ao possível conflito de interesses, já que o Hartford Civic Center, ginásio onde a nova franquia mandaria os jogos, é propriedade da Cablevision que também é dona do New York Liberty e do Madison Square Garden. Boatos também dão conta de que o próximo time a mudar de cidade será o Fire de Portland. Possíveis cidades candidatas a receber franquias da WNBA em 2003:
Oakland, Saint Louis, Pittsburgh, Knoxville e, é claro, Hartford.
Coluna do Melchiades Filho

Está uma maravilha a coluna de basquete do jornalista Melchiades Filho, na Folha de hoje.

Ele sabiamente analisa os motivos do sucesso de Miguel Ângelo da Luz no comando da seleção feminina (1993-1996).

Espero que essa mesma sabedoria esteja presente na decisão da CBB sobre a sucessão nas comissões técnicas masculina e feminina.

Migué

MELCHIADES FILHO
EDITOR DE ESPORTE


A seleção tinha empacado. A desilusão com a má campanha na Olimpíada de Barcelona lançara a comissão técnica na mesma fogueira de vaidades que consumia as jogadoras. O ano de 1993 prometia o fundo do poço.
Encurralada, a Confederação Brasileira agiu. E baixou o queixo do establishment quando formou o novo grupo de trabalho.
Foram resgatados dois veteranos do bronze no Mundial de 1971, até então a maior proeza da história da equipe feminina.
Waldir Pagan Peres, o treinador da seleção 22 anos antes, assumiu como supervisor. Raimundo Nonato, seu ex-assistente técnico, como chefe da delegação.
O primeiro, para cuidar do dia-a-dia, da infra-estrutura dos treinos à divisão dos quartos. O segundo, para acertar a logística nas grandes competições.
Consultores de luxo, experientes administradores de egos, donos de um currículo medalhado, faziam um proveitoso contraponto aos outros integrantes.
Pois, ao preparador físico Hermes Balbino e ao assistente Sérgio Maroneze, juntou-se outro jovem e antenado estudioso do esporte.
Miguel Angelo da Luz ainda engatinhava na profissão. Meses antes, durante um simpósio de treinadores no Rio, chamou a atenção da todo-poderosa técnica Maria Helena Cardoso e, por tabela, da Confederação Brasileira. Era um total desconhecido.
A audácia do presidente Renato Brito Cunha de promovê-lo naquele mesmo ano à seleção principal foi encarada como um desatino. Pelos jornalistas, dirigentes, colegas e, até mesmo, pelas atletas. "Quem é esse Zé Migué?"
Mas a comissão técnica, empíricos e CDFs unidos, "encaixou".
As jogadoras adoraram o clima de liberdade, dentro e fora de quadra. O talento represado aflorou. E os pódios, até então considerados inatingíveis, vieram a galope, já no ano seguinte: a medalha de ouro no Mundial-1994 e a de prata na Olimpíada-1996.
A atual situação do basquete masculino lembra demais a do feminino de dez anos atrás.
Como na década passada, há uma crescente frustração com o desempenho internacional da seleção -ela perdeu a hegemonia continental, deu vexames históricos nos Mundiais e afastou-se, como nunca, do cenário olímpico.
Há novamente um diagnóstico de que o time joga amarrado, coibindo ações individuais -no último Mundial, estéril, bateu o recorde de ataques sem arremesso.
E também há um elenco jovem e talentoso, mas dividido, disperso, alheio à mão-de-ferro do treinador -muitos nomes nem mais atendem às convocações.
Não se espera que Gerasime Bozikis repita os arroubos de seu igualmente polêmico antecessor, até porque os dois cartolas têm "diferenças irreconciliáveis".
O leitor fiel sabe, também, que esta coluna não considerava oportuna a demissão de Hélio Rubens. Defendia que ele fechasse seu ciclo no Pré-Olímpico.
Mas, já que a pancada foi dada, talvez este seja o momento de reviver a ousadia de 1993.
Pode ser o próprio Miguel Angelo. Ou não. Pode ser um colegiado de 1987 (Medalha, Guerrinha, Marcel, Cadum...), credenciado pelo brilho da última grande conquista no masculino. Ou não.
Pode ser muita coisa.
Só não pode ser a saída fácil, a troca de seis por meia dúzia . Até porque, nesse caso, o meia dúzia sempre trabalhou do lado do seis.


Fonte: Folha de São Paulo

Fora de Casa

Na reportagem da Folha, sobre a decisão da sede do Pré-Olímpico Maculino, uma linha me deixou de cabelo em pé:

"O Pré-Olímpico feminino, que oferecerá uma única vaga para Atenas, ainda não teve sua sede anunciada, mas deverá ser realizado no México."


Recapitulando: precisamos vencer esse torneio se tivermos a intenção de participar dos Jogos Olímpiscos de Atenas 2004.
Espaço Vazio


Posso até estar falando bobeira, mas não tenho gostado do jogo da equipe de Americana nesse Nacional.

O time mantém a liderança isolada do campeonato, mas ainda não se adaptou à ausência de Helen, repetindo o problema do Paulista.

Assim, o time se segura no talento das quatro: Silvinha, Roseli, Geisa e Êga.

Mas na armação, só não vê quem não quer o buraco.

Paulinho Bassul tem revezado a cestinha Silvinha Luz, a armadora Loredana e a espevitada Karen Gustavo na função.

Caso Helen não volte, podem surgir dessa falha muitos problemas para o time.

Felizmente, para o basquete e para Americana, ela deve voltar.
O jogo da TV: Santo André 81 X 77 Campos



O SPORTV mostrou nesse domingo um jogo um pouco melhor do que os que haviam frequentado a tela da emissora nos últimos finais de semana.

Nenhum espetáculo, mas um bom jogo entre Campos e Santo André.

Santo André tem se mantido bem apesar dos desfalques. O basquete da pivô Kátia (11 pts e 7 rebs) está crecendo rapidamente. As intervenções de Aide (16 pts, 6 rebs e 4 assists) continuam certeiras. Chuca (21 pts e 10 rebs) foi a cestinha da partida e precisa de mostrar isso sempre: regularidade e capacidade de decisão, para justificar as expectativas em relação ao seu basquete. Gigi (12 pts, 5 assists) segura as pontas conforme possível. Simone Lima (6 pts, 2 rebs) e Patrícia (5 pts, 2 reb) idem. Vívian (10 pts, 3 rebs, 3 assists) tem começado o jogo no banco e entra depois de uma leitura inicial da partida, para comandar a equipe.

Já em Campos, uma atuação de respeito de Marta Sobral (30 pts, 5 rebs), uma jogadora sem constrangimentos na hora de decidir. A pivô usou muito bem sua agilidade frente a pivôs mais pesadas; lembrando um pouco a dobradinha que ela fazia com Vicky Bullet, no Fluminense, que deixava a grandalhona Razija tontinha, tontinha. Paty se segurou (10 pts, 7 rebs), mas pode mais. Nas laterais, a veterana Márcia Sobral (21 pts, 6 assists), sempre ofuscada pelo talento de Marta e Leila, tem se tornado a opção mais segura para o técnico Marcus Gama, frente à inexperiência de Juliana (8 pts) e à irregularidade de Lílian (0 pts). Na armação, Fabianna (6pts, 5 rebs e 3 assists) tem ao mesmo tempo muito talento e muito a aprender, mas é uma atleta talentosa e que busca a assistência incansavelmente, porque o que eu tenho visto de armadora aí batendo bola até finalizar o cronômetro dos 24 não é brincadeira.

No fim, Santo André conseguiu mais uma vitória: 81-77. Campos continua fazendo jogos equilibrados e perdendo nos últimos minutos.

Na mesma rodada, Ourinhos despachou Guaru, com Janeth e Érika, resultado que praticamente definiu a classificação das quatro equipes paulistas para a próxima fase (Americana, Santo André, Ourinhos e Guaru).

Dom Bosco, Campos, Uberaba e São Caetano infelizmente tem chances reduzidíssimas de classificação.
Ela Disse

"As estatisticas [do Grego] no debate [da Espn Brasil] foram ponto fundamental, mas é que o papel aceita tudo."

Magi Paula, em entrevista ao Bligando pelo Basket



Espanha 9

Na Liga Espanhola, o Zaragoza, de Claudinha e Katião, conseguiu mais uma vitória ao bater o Carballo por 61 a 58. Claudinha fez 6 pontos e receuperou 4 bolas, em 32 minutos. Kátia fez 10 pontos e pegou 3 rebotes, em 20 minutos. O time lidera o campeonato, ao lado do Ros Casares, com 8 vitórias.

Já os outros times de brasileiras continuam cumprindo campanhas problemáticas:

O Celta, de Renata Oliveira, perdeu para o Estudiantes: 81-67, com 12 pontos e 2 rebotes dela em 33 minutos. Com mais essa derrota, o time fica na décima posição.

O Tenerife, de Jacqueline, perdeu para o Andalucia, poor 100 a 77. Jacq fez 12 pontos em 37 minutos. O time fica na décima segunda posição.

Empatado com o Tenerife, está o Breogán, de Flávia, que nesta rodada perdeu para o Puig, por 76 a 74, com 4 pontos e 5 rebotes da pivô brasileira, em 16 minutos.

Espanha 10 - Liga 2

Na Segunda Divisão, vitórias:

Primeiro a do Guadalajara, de Veneza, na prorrogação contra o Canal: 67-66, com 10 pontos e 5 assistências da armadora, em 45 minutos.

Depois, do Rivas, de Cíntia Luz por 92 a 73 sobre o Universitário, Cíntia, cestinha, com 23 pontos em 36 minutos.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2002

Americana volta a vencer e segue em primeiro no Nacional Feminino

Pela quarta rodada do returno do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, o Unimed/Americana venceu o Lages/Uniplac, em Amercana, por 101 a 49 (52 a 18 no primeiro tempo) e manteve a liderança, com 25 pontos ganhos (12 vitórias e uma derrota). Em segundo está o São Paulo/Guaru, com 23 (10 vitorias e 3 derrotas), seguido do Santo André, também com 23. A rodada teve ainda Dom Bosco/Governo Popular 113 x 45 Ponta Grossa/SER, em Campo Grande, com 43 pontos da ala Micaela; Sírio/Black&Decker/Uberaba 75 x 56 São Caetano, em Uberaba; Unimed/Ourinhos 81 x 70 São Paulo/Guaru, em Santo Antonio da Platina; e Santo André 81 x 77 Automóvel Clube/Campos, em Santo André. Nesta terça-feira, jogam Ponta Grossa/SER x Automóvel Clube/Campos, às 19 horas, em jogo antecipado da oitava rodada.

4ª Rodada do Returno - Domingo (dia 8)
Dom Bosco/Governo Popular 113 x 45 Ponta Grossa/SER - Ginásio do Dom Bosco
1º Período: 27 x 11
2º Período: 54 x 18 (Placar final)
Cestinhas: Micaela (DOM) 22pts e Shenya (PONTA) 8pts
3º Período: 88 x 30
4º Período: 113 x 45 (Placar final)
Cestinhas: Micaela (DOM) 43pts e Shenya (PONTA) 14pts
árbitros: Frederika Jager (PR) e Edson Gonçalves (PR)

Sírio/Black&Decker/Uberaba 75 x 56 São Caetano - Ginásio do Uberaba
1º Período: 20 x 13
2º Período: 37 x 31 (Placar final)
Cestinhas: Tina (UBE) 8pts e Regininha (SÃO) 11pts
3º Período: 56 x 44
4º Período: 75 x 56 (Placar final)
Cestinhas: Graziane (UBE) 23pts e Patrícia (SÃO) 15pts
árbitros: Joaquins Feitosa (DF) e Daniela Oliveira (RS)

Unimed/Ourinhos 81 x 70 São Paulo/Guaru - Ginásio do Santo Antonio da Platina
1º Período: 21 x 12
2º Período: 36 x 28 (Placar final)
Cestinhas: Lígia (OUR) 10pts e Janeth (GUARU) 8pts
3º Período: 58 x 45
4º Período: 81 X 70 (Placar final)
Cestinhas: Lígia (OUR) 25pts e Janeth (GUARU) 25pts
árbitros: Luiz Carlos Carvalho (SP) e Francisco Ferreira (SP)

Unimed/Americana 101 x 49 Lages/Uniplac - Ginásio Centro Cívico
1º Período: 31 x 06
2º Período: 52 x 18 (Placar final)
Cestinhas: Geisa (AME) 13pts e Lucivera (LAGES) 6pts
3º Período: 78 x 35
4º Período: 101 x 49 (Placar final)
Cestinhas: Silvinha (AME) 21pts e Lucivera (LAGES) 14pts
árbitros: Cleber Alvarenga (SP) e Eticar Madeira (SP)

Santo André 81 x 77 Automóvel Clube/Campos - Ginásio Pedro DellAntonia
1º Período: 19 x 24
2º Período: 35 x 39 (Placar final)
Cestinhas: Chuca (SANTO) 10pts e Marta (CAMPOS) 17pts
3º Período: 53 x 53
4º Período: 81 x 77 (Placar final)
Cestinhas: Cuica (SANTO) 21pts e Marta (CAMPOS) 30pts
árbitros: Geraldo Fontana (SP) e Jacob Barreto (SP)


Jogo Antecipado


Em jogo antecipado da oitava rodada do returno do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, o Ponta Grossa/SER enfrenta o Automóvel Clube/Campos nesta terça-feira, às 19 horas, em Ponta Grossa. A arbitragem será de Frederika Jager (PR) e Edson Gonçalves (PR). A equipe carioca está em sexto lugar, com 18 pontos ganhos (5 vitórias e oito derrotas) e precisa da vitória para continuar na briga por uma vaga na semifinal. Já o time paranaense ocupa a décima colocação (13 pontos) e busca sua primeira vitória na competição. No turno, jogando em casa, o Campos venceu por 81 a 35.

- Ainda temos cinco jogos pela frente, um deles contra Americana que, na minha opinião, será o adversário mais difícil. Vamos buscar a vitória em todas as partidas já que sabemos que a classificação depende de nós. O importante é primeiro fazer a nossa parte. Depois torcer para que as equipes que estão a nossa frente percam um jogo, pelo menos, para que possamos chegar tranqüilos entre os quatro finalistas. Apesar da derrota que sofremos para o Santo André por quatro pontos (81 a 77), a equipe não desanimou. O time está num bom momento, as jogadoras estão entrosadas e estamos muito animados para a reta final do Campeonato - comentou o técnico Marcos Gama, do Automóvel Clube/Campos.

domingo, 8 de dezembro de 2002

Americana vence São Caetano e mantém liderança do Nacional Feminino


Rio de Janeiro - A terceira rodada do returno do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino foi disputada nesta sexta-feira e teve os seguintes resultados: Dom Bosco/Governo Popular 83 x 78 Santo André, em Campo Grande; Unimed/Ourinhos 89 x 49 Lages/Uniplac, em Santo Antonio da Platina; São Paulo/Guaru 108 x 43 Ponta Grossa/SER, em Guarulhos; Sírio/Black&Decker/Uberaba 66 x 79 Automóvel Clube/Campos, em Uberaba; e São Caetano 58 x 75 Unimed/Americana, em São Caetano. O Unimed/Americana lidera a competição, com 23 pontos (11 vitórias e uma derrota), seguido do São Paulo/Guaru, com 22 (10 vitórias e duas derrotas).

5º CAMPEONATO NACIONAL FEMININO
3ª Rodada do Returno - Sexta-feira (dia 6)

Dom Bosco/Governo Popular 83 x 78 Santo André - Ginásio do Dom Bosco
1º Período: 19 x 17
2º Período: 40 x 41 (Placar final)
Cestinhas: Micaela (DOM) 14pts e Gigi (SANTO) 12pts
3º Período: 63 x 57
4º Período: 83 x 78 (Placar final)
Cestinhas: Micaela (DOM) 25pts e Kátia (SANTO) 17ts
árbitros: Frederika de Jager (PR) e Edson Gonçalves (PR)

Unimed/Ourinhos 89 x 49 Lages/Uniplac - Ginásio Henrique Schimith
1º Período: 19 x 12
2º Período: 36 x 23 (Placar final)
Cestinhas: Roberta (OUR)10pts e Lucivera (LAGES) 10pts
3º Período: 60 x 38
4º Período: 89 x 49 (Placar final)
Cestinhas: Lígia (OUR) 17pts e Simone (LAGES) 15pts
árbitros: Edemilson Vermelho (SP) e João Paulo de Aguiar (SP)

São Paulo/Guaru 108 x 43 Ponta Grossa/SER - Ginásio Thomeozão
1º Período: 24 x 17
2º Período: 40 x 20 (Placar final)
Cestinhas: Janeth (GUARU) 13pts e Lucimara (PONTA) 7pts
3º Período: 86 x 29
4º Período: 108n x 46 (Placar final)
Cestinhas: Janeth (GUARU) 28pts e Ana Paula (PONTA) 10pts
árbitros: Tatiana Steigerwald (SP) e João Vaz Jr. (SP)

Sírio/Black&Decker/Uberaba 66 x 79 Automóvel Clube/Campos - Ginásio do Uberaba
1º Período: 14 x 25
2º Período: 29 x 46 (Placar final)
Cestinhas: Graziane (UBE) 12pts e Marta (CAMP) 12pts
3º Período: 51 x 66
4º Período: 66 x 79 (Placar final)
Cestinhas: Tina (UBE) 14pts e Márcia Sobral (CAMP) 18pts
árbitros: Joaquins Feitosa (DF) e Daniela Oliveira (RS)

São Caetano 58 x 75 Unimed/Americana - Ginásio Joaquim Cambaúva Rabello
(SPORTV - Ao vivo)
1º Período: 14 x 26
2º Período: 25 x 39 (Placar final)
Cestinhas: Regina (SÃO) 9pts e Roseli (AME) 10pts
3º Período: 37 x 59
4º Período: 58 X 75 (Placar final)
Cestinhas: Regina (SÃO) 20 pts e Roseli (AME) 19pts
árbitros: Marco Antonio Ferreira (SP) e Fábio Kover (SP)

sábado, 7 de dezembro de 2002

Notinhas

1) Segundo me contam, algo aconteceu na relação entre Alessandra e o clube húngaro Gysev. Alessandra não está mais no time e o clube já trouxe a bósnia Razija Bricanovic (Raza) para a Euroliga.

2) Segundo a Folha, o nome de Paula cresce como possível Ministra dos Esportes do Governo Lula, por ser mulher e por não ser vinculada a partidos.

3) Segundo a mesma Folha, Grego já escolheu o técnico do masculino, mas vai fazer suspense até 2003 (Pra quê?). E, no feminino, estava certo, tudo pode acabar em pizza.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2002

Vedrana Grgin-Fonseca



Os brasileiros que tiveram a chance de ver a jogadora croata Vedrana Grgin-Fonseca em ação, provavelmente não se esqueceram. Uma ala-pivô talentosa, ágil, de disciplina incomum e precisa nos arremessos. Uma jogadora tranqüila dentro de quadra, que não se abalava com desvantagens no marcador.

A primeira vez que a atleta esteve no Brasil, foi defendendo o clube italiano Ahene Cesena, no Mundial Interclubes de 1994, onde também jogava a americana Vicky Bullet. Já nessa primeira visita, a croata deixou suas marcas. Foi uma das responsáveis por dinamitar a defesa da Ponte Preta, de Hortência, Karina e Adrienne Goodson, na única derrota da campanha do bi-mundial

Três anos depois, a atleta voltou para ficar e jogar. Primeiro na Microcamp, e depois nos times do técnico Vendraminni, conquistou títulos e mais títulos.

Em dezembro de 2000, se casou com o brasileiro Marco Antônio Gatto Fonseca, e com ele, tem peregrinado os quatro cantos do planeta, mostrando o que sabe: jogar basquete.

Bi-campeã da WNBA, pelos Sparks, Vedrana tinha como meta desse ano a disputa do final-four da Euroliga, pelo seu novo clube, o poderoso Bourgés, da França (mesmo time de Kelly Santos). Mas, nas primeiras partidas da Liga Francesa, Vedrana teve um entorce no joelho direito, com ruptura parcial do ligamento anterior. Foi aventada a hipótese de recuperação sem cirurgia, mas não houve melhora. Assim, Vedrana se submete a uma cirurgia no próximo dia 09 (segunda-feira), com uma previsão de seis a oito meses para o retorno às quadras.

Nós, aqui, mandamos todos os votos de uma rápida recuperação para Vedrana, para que as quadras não sejam poupadas por muito tempo de seu talento.

E matamos a saudade nesta entrevista, que ela gentilmente nos responde, direto de Bourges (França).




1) Vedrana, vamos começar pelo momento presente. Como foi a sua contusão?

Eu me machuquei no dia 26 de outubro jogando em casa contra o Nice pelo campeonato francês (equipe da Mama).

2) Como está sendo encarar uma contusão assim logo no início da sua história no Bourges?

Com certeza não está sendo nem um pouco agradável, eu estava muito motivada para esse ano e tinha colocado uma meta para mim mesma que era jogar em uma grande equipe e conseguir ir para o Final-Four da Euroliga, mas vai ter que ficar para o ano que vem, pelo menos pra mim, pois acho que meu time conseguira a vaga para o Final Four.

3) Falando em Bourges, como foi reencontrar a pivô brasileira Kelly Santos, que foi sua companheira na Microcamp/Campinas, em 1997, quando ainda era uma juvenil?

É muito bom reencontrar alguém que a gente já conhece, pois você se sente mais confortável estando em uma equipe com alguém que você já jogou antes. A Kelly está jogando muito bem e pelo primeiro ano na Europa já está mostrando que é uma excelente jogadora assim como pessoa.

4) A primeira vez que os brasileiros conheceram seu basquete foi no Mundial Interclubes, de 1994, quando você pertencia ao elenco do clube italiano Ahena Cesena. Gostaria que você falasse um pouco do período anterior a este: quando você começou a jogar? Em que país foi? Seus principais títulos e clubes nesse período.

Eu comecei a jogar basketball com 10 anos em Split pela Jugoplastika onde joguei até os 19 anos quando fui para a Itália. Aos 13 anos, comecei a jogar na seleção de cadetes da antiga Yuguslávia, joguei até os 16 anos quando minha seleção foi a segunda colocada no Campeonato Europeu de Cadetes em Portugal, campeonato o qual fui eleita a MVP, dos 17 anos até hoje jogo pela seleção Croata (em 1992 a Croácia se tornou um país independente, após a guerra). Jogando pela Jugoplastika, conquistei três títulos de Campeonato Croato e também três copas Croata, em 1995 fui para Cesena onde fiquei por dois anos, depois fui para Grécia onde fiquei um ano e fui eleita a MVP do Campeonato Grego, de lá fui para o Brasil, e daí pra frente você já conhece.

5) Qual foi a sua primeira impressão do Brasil, durante a disputa do Mundial Interclubes?

Com relação ao Brasil não tive a oportunidade de conhecer muito, mas vi que é um povo com um temperamento muito vibrante, e adorei disputar esse torneio onde tive a oportunidade de ver Hortência e Paula jogando, que até então as conhecia somente de nome e um pouco pela TV, mas nunca tinha visto elas jogarem ao vivo.



6) Já surgiram convites para você jogar no Brasil naquela época?

Não houve nenhum convite.

7) Como foi sua vinda para a Microcamp, em 1997?

Eu era muito jovem e para mim foi uma decisão difícil, pois o Brasil estava um pouco longe de minha casa, mas a Raza que já estava [a pivô bósnia Raziaja brcanovic] em Campinas, conversou bastante comigo e eu acabei aceitando o convite.

8) Foi complicada sua adaptação em relação à filosofia de jogo brasileira? E ao idioma?

Não tive nenhum problema para me adaptar ao basquete do Brasil, pois não vi muita diferença da forma que eu jogava. Já o idioma, eu falava o italiano e o clube me arrumou uma professora Italiano-Português para me ensinar a falar. Para mim, foi fácil aprender a língua, depois de uns 3 ou 4 meses já estava me virando muito bem.

9) Quais suas principais recordações do time de Campinas?

Ter jogado com a Paula e eu também me dei muito bem com o Barbosa.

10) Logo que o Paulista se encerrou, você se transferiu para o projeto do Fluminense, de Hortência. Quais foram os fatores que pesaram nessa decisão?

Recebi uma proposta da Hortência e achei que seria melhor pra mim, pois a equipe do Fluminense era muito forte.

11) No Fluminense, você reencontrou a pivô Vicky Bullet, com quem você já havia jogado na Itália e jogou vários anos aqui no Brasil. Como era sua relação com a Vicky em quadra?

Adoro a Vicky, ela já era minha amiga desde a Itália e com uma jogadora tão boa como ela, é super fácil de se adaptar a qualquer jogo.

12) Dos títulos conquistados no Brasil, qual é aquele que você guarda com maior carinho?

Campeonato Brasileiro no Rio de Janeiro com o Fluminense, foi um grande time, com uma torcida completamente doida. Perfeito.

13) Gostaria que você falasse um pouco dos anos no Paraná Clube.



No Paraná foi só alegria, pois conseguimos manter praticamente o mesmo time do Rio, mas com a inclusão da Helen, não tinha como dar nada errado. Jogávamos muito bem, pois tínhamos uma convivência muito grande tanto dentro como fora da quadra, o Vendra, Borracha, Cláudio e Gatto eram especiais para essa união da equipe.

14) Na época, o que foi dito no Brasil é que você estaria saindo do país, para se transferir para clubes europeus, que lhe garantissem maior visibilidade e um contrato na WNBA. Foi esse o principal motivo? Ou pesaram outros fatores nessa decisão?

Eu já estava jogando na WNBA quando tomei a decisão de voltar a jogar na Europa. Sem dúvida alguma o fator dinheiro sempre é importante na carreira de uma jogadora, mas eu sentia muitas saudades de poder estar atuando na Europa novamente. Se o basquete Brasileiro estivesse hoje valorizado como era na época em que eu jogava no Brasil, acho que estaria jogando com o Vendra até hoje.

15) Depois disso, você passou pela Polônia, Espanha e França. Gostaria que você falasse um pouco dessas suas experiências.

Na Polônia, disputei a Euroliga e faltou muito pouco para disputar o Final-Four, foi uma experiência muito boa e também gelada, pois faz muito frio por lá e eu adoro calor. Na Espanha, foi a primeira vez na minha carreira que eu me desentendi com um treinador e a melhor opção foi trocar de equipe no meio da temporada, mas tudo isso foi feito amigavelmente. Na França em Villeneuve D' Asqc, encerrei minha temporada 2001/2002, e acho que toda a decepção que tive com aquela treinadora de Barcelona, coloquei como vontade no meu jogo na França, joguei muito bem e foi aí que surgiu o convite para jogar no Bourges.

16) 1) Na WNBA, você acabou ficando no Los Angeles Sparks, e participou das conquistas recentes do time. Apesar disso, você joga pouco no time, bem menos que na Europa. O papel de uma jogadora estrangeira na WNBA, na Europa ou no Brasil é diferente?



Sem dúvida alguma é uma experiência muito boa jogar a WNBA. Se eu realmente jogasse seria melhor ainda [risos], mas com certeza uma jogadora estrangeira tem uma função completamente diferente na Europa e no Brasil. No meu modo de entender, a equipe contrata uma jogadora estrangeira para ser uma das principais opções do técnico, mas na WNBA isso não acontece.

17) Como você compara o nível do jogo praticado na WNBA e o jogo na Euroliga, por exemplo?

Na WNBA, o jogo é mais rápido que na Europa, pois as equipe jogam mais no um contra um, sem muita organização tática. Na Europa, se valoriza bastante o jogo coletivo e por isso acaba parecendo que o jogo se torna mais lento, mas na realidade são filosofias diferentes, é difícil fazer uma comparação.



18) Nos Sparks, outra brasileira aparece no seu caminho: a pivô Érika. Como foi o contato com ela? Vocês já se conheciam?

Foi na WNBA que conheci a Érika, ela é uma jovem muito talentosa e continuando assim vai ter um futuro brilhante, nós nos divertimos muito em Los Angeles.

19) Você já manteve um contato com a WNBA sobre o próximo ano? A contusão deve afastá-la também de lá?

Eles sabem da minha contusão mas ainda não conversei com eles sobre esse assunto. Estou esperando fazer a cirurgia para depois nos podermos conversar sobre isso. Pode ser que sim como pode ser que não, tudo dependerá da minha reabilitação. No momento estou mais preocupada e ficar boa o quanto antes.

20) Das jogadoras brasileiras que você viu jogar, qual a que mais te impressionou?

Sem dúvida HORTÊNCIA e PAULA, essas mulheres jogavam muito.

21) Você é uma jogadora com passagens por vários países. Gostaria de saber dentro dessas duas experiências, o que o basquete brasileiro tem de melhor e o de pior em relação aos outros cantos do mundo?

Só tenho boas recordações do Brasil e com certeza o que há de melhor são as jogadoras que jogaram comigo e também as que jogaram contra mim.


22) Apesar de contar com jogadoras talentosíssimas, como você, a Korie Hlede e outras, o basquetebol feminino da Croácia ainda não se destacou em nível internacional. Por que isso acontece?

Acho que depois da separação da antiga Yuguslávia caiu muito a qualidade do Basquete na Croácia e também penso que o trabalho dos clubes no momento não é tão bom como era antes enquanto eu estava jogando por lá.


Vedrana, ao lado de jogadoras da antiga Iugoslávia, que jogam hoje na França


23) Você jogou por quatro anos no Brasil, seu marido é brasileiro e responsável pela simpática adição do sobrenome "Fonseca" ao seu nome. Vocês pensam em retornar ao Brasil, algum dia?

O Brasil será com certeza a nossa última parada, queremos morar no Brasil, pois é um país que eu gosto muito e se tiver a oportunidade, gostaria de terminar minha carreira jogando por aí.



24) Quais são seus planos após esse período de recuperação?

É muito cedo para falar disso, mas se tudo correr bem devo continuar por aqui mesmo para a próxima temporada.

25) O Bate-Bola, para encerrar:

Uma cidade: Split
Uma música: Eu Juro (Leandro e Leonardo)
Um filme: A Sociedade dos Poetas Mortos
Uma comida internacional e uma comida brasileira: Pasticada (comida Dálmata: um tipo de carne servido com nhoque) e Churrasco.
Uma cidade no mundo e uma cidade no Brasil: Roma ? Fortaleza.
A bola que eu chutei e caiu: Com a Seleção Croata adulta disputando o campeonato Europeu em 1995 chutei uma bola com o cronômetro zerando e fiz dois pontos, ganhamos de um.
A bola que eu chutei e não caiu: Campeonato Paulista em Carapicuíba, chutei uma bola de três no final da partida com o jogo empatado e errei, mas tudo bem pois a Leão pegou o rebote, sofreu falta e fez um lance livre, o suficiente para ganharmos o jogo.
O jogo que eu não esqueço: Final no Campeonato Nacional no Fluminense.
O jogo que eu tento esquecer e não consigo: nenhum
A minha principal virtude em quadra, e fora dela: vontade de jogar; ser alegre.
O meu maior defeito em quadra, e fora dela: falta de agressividade; não sei, deixo com que vocês me julguem
Um título: Campeão Nacional com o Fluminense
Um técnico: Vendramini
Um time: Fluminense
Uma companheira: Mira Tabak
Uma marcadora implacável:Cathy Melain
A melhor jogadora que eu já vi jogar: Hortência
Uma jogadora para o futuro: Érika
Uma quadra: Gripe em Split, onde aprendi a jogar basquete
Um sonho: Que minha vida continue como está, pois me considero uma pessoa muito feliz ao lado do ciccione do meu marido.

Aniversários

A fantástica pivô Alessandra Oliveira soprou as velinhas lá na Hungria, no último dia 02.

E hoje, Adrianinha recebe os merecidos parabéns!
Eurocopa

Já na Eurocopa, o italiano Cus Chietti perdeu por um ponto para o francês Bourdeaux (de Cindy Bloget, cestinha, 22 pontos): 63-62.

Zaine jogou 35 minutos, fez 11 pontos e pegou 7 rebotes.

Cíntia Tuiú jogou 38 minutos, fez 4 pontos e pegou 8 rebotes.
Euroliga

O Bourges de Kelly, conseguiu mais uma importante vitória na Euroliga. Bateu o Schio da Itália (De Svetlana Abrosimova) por 75 a 61.

Kelly jogou 32 minutos, fez 12 pontos e pegou 7 rebotes.

A cestinha do jogo foi Slobodanca Tuvic, com 26 pontos.

O Gysev de Alessandra bateu o Sopron (de Margo Dydek): 79-68, mas a pivô brasileira não atuou.
Utah Starzz se transfere para San Antonio

A WNBA anunciou nesta sexta-feira a transferência da equipe do Utah Starzz para a cidade de San Antonio, no Texas, para a temporada de 2003. O nome da equipe ainda será decidido num futuro próximo, já que San Antonio não utilizará o "Starzz".

A nova equipe de San Antonio conta com um quinteto de jogadoras poderoso: a armadora Jennifer Azzi, as laterais Adrienne Goodson e Marie Ferdinand, além das pivôs Natalie Williams e Mago Dydek.

Apesar da notícia, o quadro crítico da WNBA não se altera. Com a desistência das equipes do Miami Sol e Orlando Miracle, a entidade precisa recolocar essas duas equipes para a próxima temporada se não quiser ter o número de times diminuído. Sem contar que outras cidades já manifestaram o desejo de desistir da franquia, como é o caso de Detroit.

Vamos aguardar por novidades...
Nacional 3

A terceira rodada do returno do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino será disputada nesta sexta-feira, com cinco partidas (horários de Brasília): Dom Bosco/Governo Popular x Santo André, em Campo Grande (20h); Unimed/Ourinhos x Lages/Uniplac, em Santo Antonio da Platina (20h); São Paulo/Guaru x Ponta Grossa/SER, em Guarulhos (20h); Sírio/Black&Decker/Uberaba x Automóvel Clube/Campos, em Uberaba (20h); e São Caetano x Unimed/Americana, em São Caetano (20:30h), com transmissão ao vivo do SPORTV. O Unimed/Americana lidera a competição, com 21 pontos (10 vitórias e uma derrota), seguido do Santo André e do São Paulo/Guaru, com 20 (9 vitórias e duas derrotas).

- Após a mudança na comissão técnica do São Caetano, as jogadoras tiveram uma motivação diferente. Aos poucos foram assimilando a nova filosofia de jogo e agora o time vem crescendo na competição. A nossa equipe vai procurar fazer a parte dela na quadra. Vamos buscar mais uma vitória, mas sabemos que não vai ser fácil - comentou o técnico Paulo Bassul, do Unimed/Americana.

- Americana tem uma equipe forte e conta com jogadoras como a Silvinha, veloz na transição de bola. Nós ainda não tivemos bons resultados jogando em casa, acho que a pressão aumenta, mas está na hora de revertemos esse quadro. Vamos tentar jogar de igual para igual, apesar do time de Americana ser superior tecnicamente ao nosso - disse o técnico Norberto Borracha, do São Caetano.

O vice-líder Santo André vai até Campo Grande (MS) enfrentar o Dom Bosco, quinto colocado, que precisa da vitória para brigar por uma vaga na semifinal. No turno, jogando em casa, o Santo André venceu por 81 a 74.

- Vai ser um jogo difícil como todos no Campeonato, já que todas as partidas são equilibradas. Não foi fácil ganhar do Dom Bosco em Santo André e vai ser difícil vencer no Mato Grosso, as equipes crescem muito quando jogam em casa. Mas nós vamos buscar a vitória para manter o segundo lugar na classificação - declarou a técnica Laís Helena, do Santo André.

- Para melhorar a posição do Dom Bosco na classificação, temos que pensar somente na vitória. Por isso, vamos fazer de tudo para vencer esse jogo. Sabemos que vai ser difícil, porque o Santo André tem feito uma boa campanha no Nacional. Estamos treinando forte para fazer uma boa partida. O grupo está animado e confiante. A equipe está consciente de que uma derrota, nesse momento, é muito ruim para o time - explicou o técnico Antonio Carlos Vendramini, do Dom Bosco.

A equipe feminina de basquete do ACF/Prefeitura de Campos volta a quadra para enfrentar o Sírio/Black & Decker, às 20h, no ginásio do adversário, em Uberaba (MG).

O time norte-fluminense ocupa a sexta colocação na tabela de classificação somando 15 pontos em 11 partidas (quatro vitórias e sete derrotas) e vem embalado pela vitória diante do Bom Bosco por 63 a 60, na última rodada.

"Nosso time vem crescendo de produção e cada ponto disputado é muito importante. Se quisermos conquistar a vaga para a próxima fase não podemos nem pensar em perder. Vamos com tudo para cima delas", avisou a pivô Marta Sobral.

Na partida do turno, disputada em Campos, o time da casa levou a melhor e venceu com facilidade por 69 a 51. Mas nem por isso o técnico Marcus Gama deu descanso à suas jogadoras.

"Não tem essa de equipe inferior. A competição está muito disputada e agora a história é outra. Elas jogarão em casa, com o apoio da torcida. Treinamos forte nos últimos dias, criamos algumas estratégias e espero que tudo dê certo", disse o treinador.

Entrevista com Antônio Carlos Sobê




O site da CBB traz entrevista nessa semana, com o técnico do Lages/Uniplac (SC), que mostra a intenção de fazer um trabalho com maiores recursos no próximo ano:

No Nacional desse ano, esperamos ganhar mais uma ou duas partidas nas próximas rodadas e melhorar a posição do Lages na classificação. Não tenho dúvida de que a nossa equipe evoluiu muito. Só estamos com medo de que o cansaço e o risco de lesões aumente no fim da competição, afetando as atletas. Ganhamos o Campeonato Estadual de Santa Catarina e estamos com uma expectativa muito grande com relação ao Nacional Feminino de 2003. No Campeonato do ano que vem, muda tudo. Vamos montar uma equipe e treinar especialmente para a competição.

Aliás, uma curiosidade sobre a comissão técnica de Lages. Como o técnico Sobê também comanda o time masculino da cidade, o mesmo teve que abandonar momentaneamente a equipe feminina durante o turno, para acompanhar os meninos na Copa Brasil Sul. Assim, o comando do time nas partidas contra Ourinho e Americana, ficou a cargo de Bename Druck Pliacekos, de 20 anos, mas, segundo consta, com experiência como assistente desde 1999 na Liga Nacional ao lado de Edson Ferreto.

Confira: aqui

quinta-feira, 5 de dezembro de 2002

Quem estiver sentindo o cheiro da pizza, aperte o mouse!



Pode parecer perseguição, mas asseguro que não é.

A questão é que está difícil ficar calado quando parece óbvio o tamanho da gigantesca pizza que vem sendo cozinhada nos porões da Confederação Brasileira de Basketball (CBB).

Até agora, nada, nada mesmo foi dito sobre a sucessão na comissão técnica. E o pior, tudo parece que vai continuar na mesma.

Parece que a vexatória sétima colocação no Mundial da China será esquecida, ou encarada como um acidente de percurso.

E se no masculino, as coisas estão quentes; e fala-se até numa comissão de cinco (5!!!) treinadores, incluindo Miguel Ângelo da Luz; no feminino, o ritmo continua sonolento.

Já consigo até enxergar Barbosa mais uma vez comandando de seleção mirim até a master, sem nenhuminha mudança sequer.

Nada foi dito até agora. Ninguém teve a humildade de reconhecer seus erros.

Ninguém teve a coragem de convocar uma substituta pra Micaela.

Ninguém teve o bom-senso de explicar a contusão de Helen.

E o pior é que ainda tem quem se contente com esse "projeto" de repatriar nossas atletas que jogam no exterior, o qual eu prefiro nem comentar.

Eu, como torcedor do basquete feminino e como alguém que tem esperança nesse país, não quero ser obrigado a comer dessa pizza. Porque essa não desce.

Nem com muito catchup.
Janeth Arcain organiza Clínica Internacional


Bela iniciativa de Janeth:

A atleta Janeth Arcain, do São Paulo/Guaru, dará uma entrevista coletiva sexta-feira (06 de dezembro), às 14h30, no Hotel Plaza Mayor, em Santo André (SP) para falar sobre a ?1a Clínica Internacional de Basquetebol para Atletas?, que está organizando através de seu Centro de Formação Esportiva.

O evento inédito será para crianças e adolescentes entre 7 e 16 anos e acontece no sábado (07 de dezembro), no Ginásio de Esporte do Parque Prefeito Celso Daniel, em Santo André.

Na entrevista estará presente também o assistente técnico Kevin Cook, do Houston Comets (tetracampeão da WNBA), que virá ao Brasil exclusivamente para ministrar a clínica que acontecerá no próximo sábado.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2002

Silêncio

A saída de Hélio Rubens é só uma amostra de como os bastidores do basquete andam mais poluídos do que a mente do torcedor possa imaginar.

No Lance, ele abre o jogo em relação a alguns episódios:

Critério

"Se a iniciativa da CBB fosse fazer uma mudança teria que trocar toda a comissão técnica porque todos têm os mesmos conceitos. Mas também preservei meus assistentes. Eles são competentes e têm futuro. Se houvesse algum critério, o Barbosa (técnico da Seleção feminina) também teria que sair. A equipe saiu cotada ao pódio e terminou em sétimo. Mas acho que ele tem que ficar porque é meu amigo e bom técnico."

Reunião

"Grego me chamou e disse que talvez houvesse necessidade de mudança, que estava recebendo muitas pauladas... Senti que ia dizer que era melhor que saísse. Não deu motivos. Resolvi facilitar para ele. Estou saindo porque quero. Não posso trabalhar com dúvidas. Talvez politicamente ele não quisesse correr esse risco."

Mágoa

"Grego sempre me deu apoio e autonomia, tenho que reconhecer. Mas após o Mundial ele só falou comigo que a campanha poderia ter sido melhor. A minha gota d?água foi quando nessa polêmica que surgiu e culminou num debate na TV, ele não falou nada sobre o trabalho que havia sido feito. Estávamos juntos nisso. Colocamos um jogador na NBA, outros na Europa, revelamos jovens atletas e ganhamos torneios internacionais importantes. Durante mais de cinco anos ele me disse que tudo estava ótimo e na primeira crise se omite. Isso me magoou. Está demorando para anunciar as comissões técnicas. ?Tenho tempo para pensar?... Que conversa é essa?"

terça-feira, 3 de dezembro de 2002

Começar de Novo

Helen volta aos treinos na próxima semana

Americana (SP) - A ala/armadora da Unimed/Americana, Helen, deve retornar aos treinos com bola na próxima semana. A afirmação foi feita pelo ortopedista Armando Lazzaris Fornari, que acompanha o tratamento da jogadora. Helen recupera-se de um tendinite na panturrilha direita.
Esta foi a segunda contusão da atleta nesta temporada. A jogadora ficou fora da fase decisiva do Campeonato Paulita por causa de uma contusão sofrida no Mundial da China. Depois de sua recuperação, Helen chegou a disputar um jogo no Nacional, mas voltou a ser vetada pelo departamento médico, desta vez por causa da tendinite.

'A evolução tem sido satisfatória e a tendência é que Helen esteja liberada para os treinamentos com bola na próxima semana', afirmou Fornari. 'Sua presença nos jogos restantes do segundo turno será importante para que possa readquirir ritmo', completa.


Fonte: Gazeta Esportiva
ESTATÍSTICAS APONTAM AS MELHORES DO NACIONAL FEMININO 2002

Rio de Janeiro – Nas 55 partidas disputadas do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, 31 (56.4%) foram vencidas pelas equipes que tiveram o mando de quadra, contra 24 (43.6%) dos times que jogaram como visitantes. O Unimed/Americana lidera a competição, com 21 pontos ganhos (10 vitórias e uma derrota), seguido do Santo André e do São Paulo/Guaru, ambos com 20 pontos (9 vitórias e duas derrotas). O Unimed/Americana tem o melhor ataque e a melhor defesa, com as médias de 83.3 pontos (916 no total) e 60.8 (669), respectivamente. Já o Ponta Grossa/SER é a equipe com o ataque menos eficiente, 43.2 (475), e a defesa mais vazada, 87.9 (967).

A cestinha e líder das assistências do Nacional 2002 é a ala Silvinha, de Americana, com as médias de 22.8 (251 no total) e 4.6 (51), respectivamente. A primeira nos rebotes é a pivô Eliane, do Dom Bosco, com 13.8 rebotes (152). A número 1 nas recuperações de bolas é a armadora Regininha, do São Caetano, com 3.2 (35). Já a pivô Patrícia, do Lages/Uniplac, é a melhor nos bloqueios, com 2.8 (31).

CESTINHA
1°- Silvinha (Unimed/Americana) – 22.8 (251); 2°- Erika (São Paulo/Guaru) – 19.1 (210); 3°- Micaela (Dom Bosco) – 17.8 (196); 4°- Chuca (Santo André) – 17.5 (193); 5°- Aide (Santo André) – 17.3 (190).

REBOTE
1°- Eliane (Dom Bosco) – 13.8 (152); 2°- Erika (São Paulo/Guaru) – 12.2 (134); 3°- Patricia (Lages/Uniplac) – 11.5 (126); 4°- Ega (Unimed/Americana) – 10.3 (113); 5°- Alessandra (Black&Decker/Uberaba) – 9.6 (86).

ASSISTÊNCIA
1°- Silvinha (Unimed/Americana) – 4.6 (51); 2°- Sandra (São Paulo/Guaru) – 4.2 (46); 3°- Gattei (Unimed/Ourinhos) – 4.2 (46); 4°- Roseli (Unimed/Americana) – 3.6 (40); 5°- Tina (Black&Decker/Uberaba) – 3.6 (40).

RECUPERAÇÃO DE BOLA
1°- Regininha (São Caetano) – 3.2 (35); 2°- Silvinha (Unimed/Americana) – 3.0 (33); 3°- Tina (Black&Decker/Uberaba) – 2.9 (32); 4°- Patrícia (São Caetano) – 2.9 (32); 5°- Chuca (Santo André) – 2.9 (32).

BLOQUEIO
1°- Patricia (Lages/Uniplac) – 2.8 (31); 2°- Geisa (Unimed/Americana) – 2.4 (26); 3°- Erika (São Paulo/Guaru) – 1.6 (18); 4°- Reda (Unimed/Americana) – 1.4 (15); 5°- Ega (Unimed/Americana) – 1.2 (13).

CLASSIFICAÇÃO
COL. – EQUIPE – PTS – JOG – VIT – DER
1º- Unimed/Americana (SP) – 21 – 11 – 10 – 1
2º- Santo André (SP) – 20 – 11 – 10 – 1
3º- São Paulo/Guaru (SP) – 20 – 11 – 9 – 2
4º- Unimed/Ourinhos (SP) – 18 – 11 – 7 – 4
5º- Dom Bosco/Governo Popular (MS) – 16 – 11 – 5 – 6
6º- Automóvel Clube/Campos (RJ) – 15 – 11 – 4 – 7
7º- São Caetano (SP) – 15 – 11 – 4 – 7
8º- Black&Decker/Uberaba (MG) – 15 – 11 – 4 – 7
9º- Lages/Uniplac (SC) – 14 – 11 – 3 – 8
10º- Ponta Grossa/SER (PR) – 11 – 11 – 0 – 11

OBS: De acordo com o regulamento do Nacional 2002, as quatro primeiras colocadas se classificam para a semifinal no sistema de cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores decidem o título. As fases semifinal e final serão disputadas em melhor de cinco partidas.
.
E no feminino?

No masculino, onde as coisas são planejadas com maior antecedência, com mais cuidado, dinheiro e mais etc e tal; a definição já foi feita, conforme acabo de ver no UOL:

Hélio Rubens não é mais o técnico da seleção masculina

Hélio Rubens Garcia, 62, não é mais o técnico da seleção brasileira de basquete masculino. Nesta terça-feira, numa reunião na sede da CBB, com o presidente da entidade, Gerasime Grego Bozikis, ficou acertado o seu afastamento. O nome do novo técnico ainda não anunciado.

Miguel Ângelo da Luz, campeão mundial com a seleção brasileira feminina e atual técnico do Flamengo, e Guerrinha, treinador do Bauru Basquete, são os nomes mais cotados para o cargo.

Hélio Rubens dirigiu a seleção nos últimos cinco anos e meio. Neste ano, o Brasil terminou o Mundial de basquete na oitava colocação. O trabalho de Hélio Rubens foi questionado por profissionais da área, como o ex-jogador, hoje técnico, Marcel.

Em 2003, a seleção brasileira masculina irá disputar o Campeonato Sul-Americano, os Jogos Pan-Americanos, a Copa CBB - 70 Anos e o Torneio Pré-Olímpico, que irá classificar os três primeiros colocados para as Olimpíadas de Atenas, em 2004.


Mas no primo pobre, chamado feminino, esperamos o pronunciamento do presidente.

Espanha 7 e 8



Pela Liga-1, estava faltando o resultado do jogo que encerrou a sétima rodada: o Breogán, de Flávia, perdeu para o Cadí por 63 a 64, com 14 pontos e 3 rebotes da pivô brasileira.

Pela oitava rodada, apenas o Zaragoza de Claudinha e Katião conseguiu uma vitória: frente ao Barcelona, por 95 a 89. Claudinha fez 12 pontos e deu 5 assistências (35 min) e Katião arrasou com 17 pontos e 12 rebotes, em 27 minutos.

O Siméon, de Renata Oliveira, perdeu por 67 a 53 para o Cadí. Renata teve 13 pontos e 5 rebotes, em 33 minutos.

O Breogán, de Flávia, perdeu para o Salamanca: 68-50. Flávia fez 12 pontos e pegou 7 rebotes, em 35 minutos.

O Tenerife, de Jacqueline, perdeu para o Burgos: 72-57. Jacq foi a cestinha de seu time, com 13 pontos e ainda 5 rebotes e 4 assistências.

Cíntia Luz em ação, pelo RIVAS

A classificação está assim: o Zaragoza (Claudinha e Katião) está num triplo empate pelo primeiro lugar da tabela, mas perde no average e fica com a terceira posição. O Simeón de Renata é o nono. O Breogán de Flávia o décimo segundo e o Tenerife de Jacqueline o décimo terceiro.

As jogadoras mais valiosas da competição, até o momento, são: Elena Tornikidou e Shannon Jonhson.

Espanha - Divisão II- 7, 8 e 9

Na Liga-2, também derrotas dos times das brasileiras na sétima rodada: o Rivas de Cíntia Luz perdeu para o Cáceres: 86-72. Cíntia marcou 8 pontos. E o Guadalajara de Veneza para o Mercaléon: 61-60. Veneza fez 8 pontos e deu 6 assistências.

Pela oitava rodada, o Rivas bateu o Canoe: 85 a 69 e o Guadalajara o Zona por 78 a 73. Cíntia Luz fez 21 pontos. Veneza fez 7 pontos e 8 assistências.

Na nona rodada, o Rivas perdeu para o Ponce: 71-63 e o Guadalajara para Oviedo: 80-63. Cíntia fez 13 pontos e Veneza: 5 pontos e 3 assistências.

O Rivas ocupa a quarta colocação, com 6 vitórias e o Guadalajara a oitava, com 4 vitórias.



França 8



As brasileiras fizeram a festa na oitava rodada do turno da Liga Francesa, mostrando porque estão entre os maiores destaques do torneio.

Kelly fez a sua melhor partida desde a estréia na França: em 25 minutos, fez 16 pontos (8/10) e pegou 5 rebotes, contribuindo para a vitória do Bourges sobre o Villeneuve por 80 a 64. O Bourges permanece invicto, com 16 pontos em oito jogos.

Iziane continua encantando os franceses. Recuperada da contusão, a menina fez 29 pontos, sendo que dez desses em sequência e fundamentais para que o jogo entre o seu Aix e o Mondeville fosse para a prorrogação: 73 a 73. No tempo-extra, deu Mondeville por 83 a 80. O Aix é o terceiro colocado, com duas derrotas em oito jogos.

Adriana fez uma bela partida, contribuindo com 19 pontos (7/11), 6 rebotes e 6 assistências, mesmo com forte marcação de Cindy Blodget. Assim o seu Montpelier bateu o Bordeaux por 83 a 80. Adriana ainda arrasou com um francês convincente em entrevista à emissora local, no fim do jogo. Em duas semanas, a ala vem ao Brasil para curtir merecidas férias e quer muito sol na sua estadia, já que anda sofrendo com o frio que assola a Europa. O Montpellier sobe para a sétima posição, com três vitórias.

Mamá brilhou, com 24 pontos (9/13), sete rebotes e três roubadas na vitória do Nice sobre o Reims por 78 a 75. Também com três vitórias, o Nice fica na nona colocação.
Desperdício

Não sei por quê razão a CBB tinha que manter para esse ano a classificação de apenas quatro equipes para fase final do Nacional.

Equilibrado como está, teríamos todos os ingredientes para fazer um belo play-off com as oito primeiras equipes.

O campeão paulista ainda acertando seu time (Ourinhos), o único representante do Rio com chances de recuperação da campanha no primeiro turno (Campos), um time de jovens prontas a surpreender (Uberaba), um time de bom padrão de jogo, de um técnico vencedor (Dom Bosco) e um time modesto, mas surpreendente (São Caetano).

A grande maioria, no entanto, não conseguirá o ingresso para a festa das finais, que ainda corre o risco de reunir só equipes paulistas.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2002

Uma estrela para Borracha



Apesar de ter conseguido uma vitória frente ao São Caetano, o time do São Paulo/Guaru teve que suar e muito!

Ao final do primeiro quarto, o time de Janeth e Érika, perdia de 31 a 14. No intervalo, 47-38 e no início, no último quarto, 61-61.

Um dos responsáveis por isso é Borracha, que em pouco tempo, mudou a maneira de jogar do time e está surpreendo com os recursos que tem.

Com certeza, com mais tempo de treinamento, e alguns reforços, esse time será uma das forças no próximo Paulista.


Peneira no Botafogo-RJ

O basquete feminino do Botafogo realizará no dia 11/12, às 16:00, uma peneira, na qual selecionará suas futuras atletas. A peneira irá acontecer no Complexo Esportivo do clube que fica na Rua General Severiano, sob cuidados dos técnicos: Matheus Oliveira, Gustavo Montenegro e Eduardo Esteves. Mais informações nos telefones 9771-7650(Gustavo) e 9976-5811(Matheus). Aceitamos atletas nascidas entre 1986 e 1993.
Plantando...

Peneiras de basquete e vôlei acontecem neste domingo

Os testes de vôlei serão no Continental Parque Clube e os de basquete no Geodésico

Osasco (SP) O BCN, que desenvolve um dos mais importantes projetos de desenvolvimento do vôlei e basquete do país, realiza neste domingo peneiras nas duas modalidades. A expectativa é da presença de garotas de vários estados, que estarão realizando teste nas respectivas categorias de faixa etária. A peneira do vôlei será realizada no Continental Parque Clube, na rua Dr. Augusto Meirelles dos Reis Neto, 18, no Butantã, São Paulo. As garotas do basquete interessadas em participar da peneira devem comparecer ao ginásio Geodésico, na av. dos Eucaliptos, s/n.º, na Cidade das Flores, em Osasco.

A peneira do basquete acontecerá das 9 às 14 horas, no Ginásio Geodésico. Poderão participar garotas nascidas entre 1986 e 1991, nas categorias mini, mirim, infantil e infanto. "As meninas farão teste em sua respectiva faixa etária. Apenas a categoria mini está sendo formada. As demais já existem e as vagas serão apenas para as posições que o BCN está carente", explicou Fernando Cezar Tessarotto, coordenador da modalidade.

Haverá uma primeira seleção das garotas, que depois ficarão treinando de 9 a 13 de dezembro nas respectivas equipes. Em seguida será realizada uma nova avaliação e as escolhidas voltarão a treinar em fevereiro, oportunidade em que haverá a última definição. A expectativa de Tessarotto é da presença de mais de 300 garotas de todo o país, como aconteceu nos anos anteriores.

...e Colhendo

Mirim conquista o bicampeonato da Grande São Paulo de basquete

Osasco (SP) - A equipe mirim de basquete do BCN conquistou na última quarta-feira, dia 27, o bicampeonato da Grande São Paulo. O time comandado pela técnica Fernanda Amado Ferreira derrotou o Sundown Bike/São João, de Jundiaí, por 66 a 61, em partida realizada no Ginásio Geodésico, em Osasco.

A campanha do BCN na competição foi excelente. O time jogou 17 partidas e venceu 15. O playoff decisivo foi bastante equilibrado, pois no primeiro jogo, em Jundiaí, a equipe da casa venceu por 64 a 63. No segundo encontro, na segunda-feira, em Osasco, o BCN levou a melhor e ganhou por 62 a 52.

Agora, o elenco retorna aos treinamentos preparando-se para a disputa do Campeonato Paulista. BCN e Sundown Bike/São João disputarão esta competição, ao lado de dois representantes, que sairão do Campeonato do Interior, que tem as finais programadas para os dias 6, 7 e 8, envolvendo Unimed/Americana, Lance Livre Franca, Clínica Francana e Bauru/ Comegnio. A data da final estadual deve ser marcada nos próximos dias pela Federação Paulista de Basquete.

O grupo do BCN é formado por Amanda, Angela, Camila, Cynthia, Daiane, Daniela, Deybi, Djane, Layla, Fernanda, Lilian, Marisa, Larissa e Karoline.





Unimed vence pela 10ª vez e é líder isolada

AMERICANA - Com atuação destacada da pivô Geisa, cestinha com 25 pontos, a Unimed/Americana derrotou Santo André por 87 a 69, na noite deste domingo (dia 1º), no ginásio do Centro Cívico, pela segunda rodada do segundo turno do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino. Foi a décima vitória em 11 jogos da equipe do técnico Paulo Bassul, que chegou aos 21 pontos e isolou-se na liderança da competição.

Atuações: Silvinha (20), Loredana (14), Roseli (0), Geisa (25), Vanessa (0), Ega (20), Redá (0) e Sílvia Gustavo (8).

A Unimed volta à quadra na próxima sexta-feira (dia 6), às 19 horas, para enfrentar o Santa Maria/São Caetano, em São Caetano do Sul.
Presidente Grego

Alguns momentos do chat com o presidente da CBB, Grego, no Lancenet.

Mistério continua...



bola : Boa tarde! Grego, o sr. está realmente pensando em mudanças nas comissões técnicas das seleções brasileiras? Acho que precisamos mudar...
14:32:07

grego : bola, já informei que esse assunto só vai ser tratado no início do ano
14:32:36


basqueteiro : Qual é a situação dos técnicos Hélio Rubens e Antonio Carlos Barbosa? Miguel está cotado para assumir algum cargo na CBB?
14:39:16

grego : basqueteiro, desculpem a minha insistência, mas nomes só serão tratados no próximo ano
14:39:55


"Problemas Físicos e Médicos"

dan_bsb : Como o senhor avaliou o desempenho das equipes brasileiras (masculina e feminina) nos últimos mundiais??
14:33:16


grego : dan_bsb, não gostei. O feminino, por problemas físicos e médicos, tinha tudo para chegar a grande final contra os EUA e o masculino poderia ter chegado duas ou três posições mais altas.
14:34:14


27 Estados

mario : O Sr. acha que o basquete pode vir a tomar um lugar maior no interesse dos brasileiros devido à desmoralização atual do nosso futebol?
14:34:19


grego : mario, o futebol é uma paixão nacional. O basquete tem o seu espaço, é praticado nos 27 estados da União e esperamos que, no próximo ano, com melhores resultados das seleções brasileiras, possamos aumentar o nosso espaço
14:35:17



Repatriar?

fedu : o senhor acha que a contratação da Janeth para o time do São Paulo foi uma boa ? trara algum resultado ?
14:50:06


grego : fedu, foi excelente. O São Paulo Futebol Clube, com a contratação da Janeth e da Érica, já está ajudando o Projeto da CBB de manter as atletas no Brasil, não indo para a WNBA no próximo ano, e fortalecendo a nossa seleção
14:51:31


Beleza de Pessoa

basquetetotal : o Sr teve algum atrito com a querida Magic Paula??? Vi qu no debate da ESPN voces não estavam se falando muito bem...
15:39:36


grego : basquetetotal, não posso ter atritos com uma beleza de pessoa e atleta como a Paula. Apenas achei que a Paula não tinha informações corretas, daquilo que pleiteava ou criticava
15:40:44











AMERICANA VENCE SANTO ANDRÉ E SEGUE EM 1º LUGAR NO NACIONAL

Rio de Janeiro – A segunda rodada do returno do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino teve os seguintes resultados neste domingo: Lages/Uniplac 76 x 47 Ponta Grossa, em Lages; Unimed/Ourinhos 65 x 59 Sírio/Black&Decker/Uberaba, em Santo Antonio da Platina; Unimed/Americana 87 x 69 Santo André, em Americana; São Paulo/Guaru 96 x 79 São Caetano, em Guarulhos, e Automóvel Clube/Campos 63 x 60 Dom Bosco/Governo Popular, em Campos. O Unimed/Americana segue na liderança, com 21 pontos ganhos (10 vitórias e uma derrota), seguido do Santo André e do São Paulo/Guaru, ambos com 20 (9 vitórias e duas derrotas). A terceira rodada será realizada sexta-feira com cinco jogos.

2ª Rodada do Returno – Domingo (dia 1/12)

Lages/Uniplac 76 x 47 Ponta Grossa – Ginásio Ivo Silveira
1º Período: 23 x 5
2º Período: 46 x 20 (Placar final)
Cestinhas: Simone (LAGES) 16pts e Shenya (PONTA) 9pts
3º Período: 56 x 32
4º Período: 76 x 47 (Placar final)
Cestinhas: Simone (LAGES) 20pts e Shenya (PONTA) 17pts
árbitros: Luis Fernando Santoro (RS) e Daniela Oliveira (RS)

Unimed/Ourinhos 65 x 59 Sírio/Black&Decker/Uberaba – Ginásio Henrique Schimith
1º Período: 13 x 22
2º Período: 24 x 35 (Placar final)
Cestinhas: Lígia (OUR) 8pts e Tina (UBE) 10pts
3º Período: 47 x 52
4º Período: 65 x 59 (Placar final)
Cestinhas: Vanessa Gattei (OUR) 17pts e Tina (UBE) 19pts
árbitros: José Augusto Piovesan (SP) e Rui Marques (SP)

Unimed/Americana 87 x 69 Santo André – Ginásio Centro Cívico
1º Período: 29 x 17
2º Período: 50 x 37 (Placar final)
Cestinhas: Silvinha (AME) 18pts e Vivian (SANTO) 13pts
3º Período: 69 x 54
4º Período: 87 x 69 (Placar final)
Cestinhas: Geisa (AME) 25pts; Chuca e Vivian (SANTO) 21pts
árbitros: Tatiana Steigerwald (SP) e Maurício Antunes (SP)

São Paulo/Guaru 96 x 79 São Caetano – Ginásio Thomeozão
1º Período: 14 x 31
2º Período: 38 x 47 (Placar final)
Cestinhas: Janeth e Érika (GUARU) 9pts; Patrícia (SÃO) 15pts
3º Período: 61 x 61
4º Período: 96 x 79 (Placar final)
Cestinhas: Janeth (GUARU) 30pts e Patrícia (SÃO) 20pts
árbitros: João Batista Vinhaes (SP) e José Paulo Aguiar (SP)

Automóvel Clube/Campos 63 x 60 Dom Bosco/Governo Popular – Ginásio do ACF
(SPORTV – Ao vivo)
1º Período: 17 x 12
2º Período: 30 x 30 (Placar final)
Cestinhas: Marta (CAMP) 11pts e Micaela (DOM) 10pts
3º Período: 45 x 46
4º Período: 63 x 60 (Placar final)
Cestinhas: Marta (CAMP) 18pts e Micaela (DOM) 22pts
árbitros: José Carlos Pelissari (SP) e Cristiano Maranho (PR)