sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

VÍDEO: Basquete Clube - Araçatuba

O tempo passa... (Jornal da Tarde)

A sete meses do Mundial, Brasil está sem treinador

Fabrício Lima, fabricio.lima@grupoestado.com.br

Faltam sete meses para o Mundial feminino, na República Checa, e o Brasil ainda não tem técnico. E a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) não parece preocupada em anunciar logo o nome do substituto de Paulo Bassul - o espanhol Carlos Colinas é o mais cotado.

Quem conhece muito o assunto diz que essa demora pode atrapalhar bastante a Seleção no torneio. É o caso de Paula, uma das maiores jogadoras da história do basquete brasileiro. Uma frase dela resume a situação da equipe: “Nenhum time se prepara para um Mundial no ano da competição”, comentou Paula, lembrando que a falta de organização também atrapalhou a preparação brasileira para o Mundial de 1994, vencido pela Seleção. Mas, naquela ocasião, havia uma diferença: “Nossa equipe era talentosa. Isso pesou.”

Irmã de Paula, e também ex-jogadora da Seleção, a hoje treinadora Branca é ainda mais dura nas críticas à CBB, cujo departamento feminino é comandado por Hortência, companheira das duas por muitos anos no time nacional. “Pega mal essa demora. Fica com cara de desorganização, não sei qual é a jogada. Talvez seja para o basquete ficar gerando notícia, não sei.”

Hortência, no entanto, jura que a demora não vai afetar o desempenho do Brasil. “A Seleção só vai começar a treinar no fim de junho. E não vejo motivo para desespero. O planejamento é feito pelo departamento técnico, não pelo treinador.”

O Brasil vai estrear no Mundial no dia 23 de setembro, contra a Coreia do Sul, e o novo treinador terá três meses com o elenco antes do torneio. Branca acredita que o período é suficiente, desde que o treinador já esteja bastante familiarizado com as jogadoras. “Antes (dos treinos) seria preciso conhecer as meninas, entender cada uma... Não sei se o novo treinador terá condições de fazer isso”, opinou Branca, treinadora do Americana em 2009, mas desempregada há seis meses.

Convocação antecipada

Um problema para o técnico que chegar será a falta de competições no Brasil. Caso o treinador seja mesmo um espanhol, a única vantagem será conhecer as jogadoras que atuam na Europa. Por isso as constantes viagens de Hortência para conversar com jogadoras como Iziane, Érika e Alessandra, em uma espécie de convocação prévia. A imposição de Iziane no elenco foi o principal motivo para a saída de Bassul da Seleção.

Barbosa: ‘O nome tem de sair logo’

Antonio Carlos Barbosa tem a experiência de ter comandado o Brasil em cinco Mundiais femininos. E ele também acredita que o tempo será apertado para quem assumir o time.

“Tempo de planejamento há, mas pelo menos o nome do técnico tem de sair logo. A Hortência deve ter alguma coisa já definida. Mas precisa pensar bem para tomar a decisão, porque depois fica complicado corrigir. Trazer um estrangeiro causa polêmica.”

Barbosa enfrentou problemas na preparação para os Mundiais em suas duas passagens pela Seleção. Nos primeiros (Coreia do Sul/1979 e Brasil/1983), segundo ele, era puro amadorismo. “Tinha jogadora fazendo faculdade, não fizemos amistosos. Foi uma dureza”, lembrou ele, nono colocado na Coreia e quinto no Brasil.

Depois de um quarto lugar na Alemanha, em 1998, Barbosa enfrentou a pior preparação que a Seleção poderia ter para o torneio de 2002, na China. “Foi uma piada”, recordou. O fato de ter nove brasileiras na WNBA, a liga feminina dos Estados Unidos, praticamente definiu a escalação. “Fizemos um período de treinos aqui só para escolhermos três, porque as meninas da WNBA eram as melhores. Mas teve jogadora que eu só fui encontrar no embarque.”

Para o Mundial do Brasil, em 2006, a preparação foi melhor e a Seleção acabou com a quarta colocação.

Fonte: Jornal da Tarde

Santo André apresenta Tayara e Êga na segunda-feira

Tayara_FotoGaspar Nóbrega2_divulgacaoCBB Na próxima segunda-feira (22), o time andreense de basquete feminino apresenta dois grandes reforços para a temporada 2010. A ala Tayara Pessenti e a ala/pivô Soeli Zakrzeski, a Êga, juntam-se ao elenco já para o Campeonato Paulista. O Prefeito Aidan Ravin dará as boas vindas às atletas.

A coletiva de apresentação de ambas acontece às 15h no ginásio principal do Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia, em Santo André. A técnica Laís Elena falará sobre a temporada 2010 e a cubana e cestinha da temporada passada, a ala Ariadna Capiró, e a capitã da equipe, a pivô Simone Lima, representarão o atual elenco. Após a coletiva, todas as atletas farão trabalho com bola em quadra.

Os reforços agradaram muito Laís Elena, que comanda a equipe há quase 30 anos e analisou a condição técnica das novas jogadoras. “Em minha opinião, a Êga é uma das pivôs mais completas do Brasil. Ela tem um ótimo passe, defende bem e vai fortalecer muito nosso garrafão. Já a Tayara tem explosão e velocidade, o que facilita suas infiltrações, além de um chute de três maravilhoso.”

A primeira estava em Catanduva, tem 1,87m, 32 anos e diversos títulos nacionais e pela seleção brasileira. Já a ala estava em Ourinhos, também conta com passagens pela seleção, tem 1,80m e 27 anos. Ambas foram destaques no Campeonato Nacional de 2008, sendo Êga considerada a jogadora mais eficiente da competição, enquanto Tayara terminou como cestinha.

Em 2009, Êga retornava de contusão e foi pouco aproveitada por Catanduva. Nos playoffs manteve média de seis pontos por partida. Em Ourinhos, Tayara era a sexta jogadora e na fase decisiva manteve média de dez pontos por jogo. Ambas estão entre as dez maiores pontuadoras em média por partida na história do Nacional.

As atletas que chegam a Santo André formarão duplas de respeito no basquete feminino. Tayara soma seu poderio ofensivo ao da cubana Ariadna, maior pontuadora da temporada 2009. No garrafão, Êga e a pivô Simone Lima – segunda e primeira reboteiras da história do Nacional – contam mais de 2 mil rebotes na competição.

“Santo André está com um elenco para chegar a títulos em 2010. Estivemos perto em outras oportunidades, mas nos faltava elenco para brigarmos contra as favoritas. Vencemos os Abertos do Interior em 2009, mas é difícil manter aquele nível de basquete em campeonatos mais longos, como Paulista e Nacional”, avaliou a treinadora do time andreense.

A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) em 2010 deve criar uma liga ou campeonato nos mesmos moldes do Novo Basquete Brasil (NBB), fortalecendo ainda mais o basquete feminino, detentor dos resultados mais expressivos da modalidade para o país.

Serviço:

Coletiva de apresentação para a imprensa da equipe de Basquete Feminino – Temporada 2010

Data: segunda-feira (22), às 15h

Local: Ginásio Principal do Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia (Rua São Pedro, 27 - Vila América - Santo André)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Catanduva sonha em ser sede do Sul-Americano

Cerca de 30 anos após a conquista do título do Sul Americano de clubes, obtido no Peru na década de 1980, Catanduva volta a disputar esse ano a competição mais importante de basquete feminino na América Latina. A diretoria do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva pretende pleitear, junto a Confederação Sul Americana de Basquete, ser a sede da competição.
O torneio, que será realizado no período de 21 a 26 de junho, ainda não tem sede definida e reúne as campeãs nacionais do Brasil, Argentina, Peru, Paraguai, Uruguai, Chile, Equador e Colômbia, além dos países que também tenham competições internas. Esse ano, o Brasil será representado por Catanduva. Ourinhos é a atual campeã da competição.

O técnico catanduvense Édson Ferreto, remanescente da primeira conquista do Sul Americano, acredita que o município tem estrutura para receber a competição. “Temos público que gosta de basquete feminino e ginásios que possam receber as partidas. O que pode faltar são os investimentos quanto à logística dos clubes para virem até o Brasil”, comentou o treinador.
Ferreto citou exemplo da equipe do Peru, que segundo ele, ‘poderia vir de ônibus até o Brasil’. “Acredito que seja possível que elas se desloquem até o Brasil para participarem da competição. Catanduva tem condições, desde que não ocorram gastos financeiros excessivos para que a competição fosse realizada”, comentou. O presidente do clube catanduvense, Pedro Macchione, diz que a definição quanto à sede da competição ocorre através de acordos entre as confederações. “É uma decisão entre as Confederações dos países que estão envolvidos, mas aguardamos posição da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) quanto a isso. Seria um sonho realizarmos aqui, mas a princípio acho muito difícil, até por limitação de ginásios”, disse o presidente. 

Desde a criação do Sul Americano, apenas times brasileiros conquistaram o título do torneio. O primeiro foi Catanduva, em 1981. O maior vencedor é Piracicaba, com quatro: 1986, 1987, 1989 e 1991. Prudentina e Sorocaba possuem dois títulos cada, em 1983/1984 e 1993/1996, respectivamente. Jundiaí (1990), Paraná (1998), Santo André (1999) e Ourinhos (2009) integram o rol das demais campeãs da competição.

Reforços

A diretoria pretende anunciar entre hoje e amanhã a contratação de uma lateral e uma pivô nos próximos dias. A lateral viria para suprir a saída de Fabão, que está de malas prontas para defender Americana. “Estamos em negociação com várias atletas e deveremos ter definição de uma lateral de alto nível entre hoje e amanhã, além do nome de uma pivô para os próximos dias”, prometeu.

Renegociação
A diretoria do clube segue renegociando os contratos de patrocínio do time. “Renovamos com a Unimed e o Açúcar Cometa”, concluiu Macchione.

Mais perto do sonho (Jornal de Jundiaí)

Roberta Borges

paulom Os olhos clínicos do preparador físico Paulo Augusto Martignago, 28 anos, observam cada movimento da pivô da seleção brasileira de basquete feminino e atual jogadora em Burgos, na Espanha, Franciele Aparecida Nascimento, 22, quando ela aparece na tevê. Ele tem motivo: o barbarense, que há quatro anos mora em Jundiaí, conheceu Fran muito antes de o mundo saber quem ela era e, quando não passava de uma adolescente ´magrela´, treinou seu corpo e a fez conseguir resistência para os jogos. "Quando a encontrei pela última vez, tive que dar um puxão de orelha. Falei que ela estava ficando magrinha demais e que precisava se fortalecer", lembra, com bom humor.
Especialista em treinamento esportivo e personal trainner da academia Performance, Paulo é o responsável pela preparação física do time de basquete juvenil feminino do Divino/COC, comandado pelo técnico Luiz Cláudio Tarallo. O trabalho bem feito (o Divino é bicampeão feminino e tetracampeão nos Jogos Abertos) deu a ele a chance de marcar uma ´cesta de três pontos´. Paulo foi escolhido para ser o preparador da seleção feminina brasileira Sub-18, que treina em Jundiaí a partir do próximo dia 20. "Estar na seleção é o ápice", diz.
Para isso, haja dedicação. Pelos próximos meses, Paulo deixará família, o time do Divino e as aulas na Performance de lado para pensar, 24 horas, na seleção. O ritmo será acelerado. As jogadoras já estreiam nos Jogos Sul-Americanos, que serão realizados de 20 a 24 de março, na cidade colombiana de Medellín. Em junho, participam da Copa América, em Colorado Springs, nos Estados Unidos, etapa classificatória para o Campeonato Mundial Sub-19, em 2011. "É sacrificante. Costumo dizer que o preparador é quem dá o tempero. Ele é como um engenheiro civil, que faz as bases, os alicerces para o técnico, que é o arquiteto", compara.
A primeira fase do treinamento que vai garantir às jogadoras estarem preparadas para as competições - das 18, 12 serão escolhidas - será, inicialmente, individual. "Faço uma avaliação de cada uma, observando peso, altura, quantidade de gordura e músculos. Então, determino o que é possível fazer. Quem está gordinha, precisa emagrecer; e quem está magrinha, tem de ganhar peso e massa muscular. O trabalho é para que o jogador atue da melhor forma possível", explica. A cobrança em cima das atletas vai além das quadras. "Elas usam o uniforme da seleção e, se fizerem qualquer bobagem fora da quadra, serão identificadas como jogadora da equipe. Por isso, devem ter responsabilidade."
Patrocinada pela Eletrobrás, a equipe nacional treinará cinco horas por dia, todo dia. De manhã, estará na academia Performance da avenida Luiz Latorre. À tarde, às segundas, quartas e sextas, fica no Romão de Souza, e às terças e quintas, no Bolão. "É um esporte de alto nível e queremos que se tornem jogadoras profissionais. O treinamento é rigoroso." O grupo treina em Jundiaí até o dia 28 deste mês.

Novos voos - A ideia de ser preparador físico surgiu na vida de Paulo quando ele ainda cursava a faculdade, em Americana. "Um professor escreveu na lousa que o time de basquete de Americana procurava um estagiário para ajudar o preparador físico. Eu topei, mas na época nem me interessava tanto." Quando chegou ao ginásio, ele conheceu Clóvis Haddad, o Vita, que hoje é colega e parceiro de profissão. "Sempre me espelhei nele e é por quem tenho um grande respeito. Hoje, o basquete é uma paixão." Juntos, Clóvis e Paulo vão alçar voo para mais longe. Ele não conta, mas dá a deixa. "Meu sonho é a Olimpíada", afirma.

Fonte: Jornal de Jundiaí

Alessandra Oliveira: “Não estou chateada com ninguém.”

Eu não estou chateada com ninguém, o meu aborrecimento é com a própria Justiça, já que não fiz o processo por causa de dinheiro, como muitas pessoas pensam, e sim por respeito, pois quando fui representar a Pátria, sempre abdiquei da minha vida pessoal para isto e nunca disse não a algum evento esportivo.

Penso que a nossa classe de atleta tem que ser um pouco mais valorizada e respeitada, a antiga gestão da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) fez o que fez e eu não quero, como pessoa, desprestigiar o trabalho do que estão começando fazer agora. Penso que o senhor Carlos Nunes, presidente da entidade, e a Hortência, que cuida das seleções femininas, pereciam, neste momento, se preocupar com outras coisas maiores do que este processo, pois fizeram contato comigo e se mostraram chocados tanto quanto eu.

Estou aqui na Romênia, jogando pelo LMK BC Sepsi Sf. Gheorghe, e ninguém entrou em contato comigo para saber a minha versão dos fatos. Até então, espero que isso se resolva da melhor maneira possível e que as novas gerações de esportistas sejam mais respeitadas no nosso País.

Lutamos tanto por um ideal e espero que isto não morra! Bom, só que uma parte de mim morreu e esta ninguém me trará de volta .

Alessandra Oliveira

Vídeos do R7

Relembre a prata conquistada pelo basquete feminino brasileiro em Atlanta

Janeth revela novos talentos no basquete

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Site coloca técnico espanhol na seleção brasileira feminina; Hortência nega

Daniel Neves

As especulações sobre quem será o técnico da seleção brasileira feminina ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira. De acordo com o conceituado siteEurobasket, o espanhol Carlos Colinas teria acertado com a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) para substituir Paulo Bassul no comando da equipe verde-amarela.

Com passagens por diversas equipes espanholas, Colinas atualmente trabalhava como diretor do Celta de Vigo e ocupava o cargo de consultor na federação de seu país. O espanhol foi um dos técnicos que se reuniu com Hortência, diretora da seleção brasileira feminina, na passagem da dirigente pela Europa durante o sorteio dos grupos no Mundial.

Apesar de confirmar conversas com Colinas, Hortência nega que tenha havido acerto com algum técnico para o comando da seleção feminina. Em entrevista ao UOL Esporte, a dirigente disse que vários nomes ainda estão sendo analisados pela cúpula da CBB.

“Ninguém acertou com ninguém. Temos vários nomes em pauta, mas não tem nada certo”, disse Hortência, que evitou determinar um prazo para a definição do novo treinador. “Ainda não me encontrei com o Carlos Nunes [presidente da CBB] para falar sobre isso, pois ele estava nos Estados Unidos. Ainda vamos nos reunir para definir a melhor opção”.

Caso seja confirmada a negociação, Colinas terá a tarefa de dirigir a seleção brasileira no Mundial da República Tcheca, em setembro. O Brasil está no Grupo C, ao lado de Espanha, Coréia do Sul e Máli.

Colinas também será o terceiro treinador espanhol que comandará uma seleção estrangeira. Domingo Diaz (Finlândia), Miguel Mendez (França) e Armando Otero (Suíça) também deixaram o país para dirigir outras equipes nacionais.

Fonte: UOL

O Carnaval das Brasileiras pelo Mundo

 FotoNoticia_31452_BigEspanha I

No sábado, o Ros Casares passou fácil pelo Cadí (91-48), com 8 pontos e 14 rebotes de Érika, em 18’. O time lidera a competição.

Mesmo com nova derrota (77-71 para o Canoe), o Zaragoza manteve a quarta colocação.Kátia teve 3 pontos e 2 assistências, em 11’.

Helen voltou às quadras em mais uma derrota do Hondarribia (53-64, contra o Celta). A armadora teve 4 pontos e 1 assistência, em 21’.

Espanha II

No grupo A, o Burgos, de Franciele, assumiu a liderança, com dezesseis vitórias em dezenove jogos.

Na sexta-feira, o clube teve uma vitória suada em cima do então líder Extrugasa (61-60). Fran foi a cestinha, com 22 pontos e 7 rebotes, em 32’. No Extrugasa, Cris teve 4 pontos e 4 rebotes, em 20’.

Hoje, em partida atrasada, o Burgos bateu o Ensino (99-63). Novamente Fran foi o destaque: 19 pontos e 12 rebotes.

Com uma vitória a menos, o Extrugasa divide a vice-liderança com o Canarias, de Geisa, que tem campanha idêntica.

O clube da pivô bateu também o Ensino, mas no sábado: 83-67. Geisa teve 8 pontos, 13 rebotes e 4 assistências, em 32’.

Suécia

O Sundsvall, de Silvinha, bateu o Brahe Basket (70-86), com 20 pontos e 3 assistências da brasileira no sábado.

Hoje, o time perdeu para o Stockholm HR por 96 a 73. Sílvia teve 17 pontos e 7 assistências.

O time mantém a quarta colocação na tabela.

RomêniaALL STAR GAME NA GUARDA

O Sepsi Gheorghe, de Alessandra, passou fácil pelo Rapid Bucuresti (32-84).

A pivô teve 16 pontos e 5 rebotes, em 21’.

Portugal

O Carnaval em Portugal foi de disputa do All Star Game da Liga.

Clarissa e Izabela jogaram pela seleção do Norte, que foi batida por 75-70 pela do Sul.

Izabela teve 9 pontos.

Clarissa, 12.

Itália

O Taranto segue liderando a competição de forma invicta, após quinze rodadas.

No domingo, o time passou pelo Vomero: 81-67, com 7 pontos e 5 rebotes de Zaine (22’).

O Faenza passou pelo Umbertide (64-44) e segue vice-líder. Adrianinha teve 7 pontos, 7 erros e 6 rebotes, em 31’.

Na II Divisão, derrota do Bologna para o Crema (65-56). Danila jogou 3’.

O time divide a liderança do grupo Norte com o Virtus.

França

O Aix, de Claudinha, perdeu para o Challes (66-71).

A armadora teve 3 pontos e 4 rebotes, em 32’.43056073

O clube é décimo da Liga.

Polônia

O Wisla, de Iziane, vem de duas derrotas consecutivas.

No sábado, não conseguiu conter o Lotos (65-54), com uma atuação apática de Iziane: 4 pontos, em 14’. Confiram os comentários no Pleasant Dreams: aqui!

Hoje, a brasileira nem chegou a participar da derrota para o Torún (81-67), aparentemente por contusão.

Com esses resultados, o Wisla caiu para a quinta posição na tabela.

Site europeu confirma: Carlos Colinas é o novo treinador da seleção feminina

Já está confirmado pelo site EuroBasket: o espanhol Carlos Colinas é o novo treinador da seleção femina brasileira.

Confiram a nota de Ivan Villar: Carlos Colinas signs as national coach of Brazil.

Chateada com Hortência e CBB, Alessandra decide recorrer

Bruno Ceccon

Juntas, Hortência (canto inferior esquerdo) e Alessandra (canto superior direito) foram campeãs mundiais-1994 e vice olímpicas-1996 - Acervo/Gazeta Press A pivô Alessandra aciona a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) na Justiça desde 2006. No último dia 8 de fevereiro, a ação que corria na 38ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro foi julgada improcedente. A jogadora chegou a pensar na possibilidade de encerrar o assunto, mas decidiu recorrer.

Atualmente no Sepsi, da Romênia, Alessandra entrou em contato com o advogado João Guilherme Maffia na última terça-feira para comunicar a decisão. De acordo com seu representante, a jogadora está decepcionada com a CBB e com a ex-companheira Hortência, atual coordenadora do basquete feminino.

"Vamos recorrer. Ela continua muito chateada e indignada com a decisão. Vamos ver o que conseguimos. A Alessandra está chateada com a Hortência e com a CBB, principalmente com a CBB, pelo descaso com que vem sendo tratada a situação dela", declarou Maffia à GE.Net.

Alessandra resolveu processar a CBB depois de sofrer uma lesão no ombro durante a derrota por 88 a 76 diante da Austrália, na semifinal do Mundial-2006, realizado no Brasil. A pivô acusa a entidade então presidida por Gerasime "Grego" Bozikis de não pagar o seguro previsto em caso de contusão durante o campeonato.

Campeã mundial na Austrália-1994, medalha de prata em Atlanta-1996 e bronze em Sidney-2000, Alessandra reivindicava receber R$ 660 mil. De acordo com Maffia, o juiz sugeriu o valor de R$ 135 mil, mas a CBB, ainda segundo o advogado, alegou não ter condições de arcar com o valor e recusou a oferta prontamente.

Em 2009, após a ascensão de Carlos Nunes à presidência da CBB, Alessandra atendeu a um chamado da ex-companheira Hortência e voltou à seleção após três anos de afastamento para participar da conquista da Copa América, torneio que garantiu o Brasil no Mundial da República Tcheca-2010.

Ainda assim, a jogadora manteve o processo contra a CBB. Em entrevista à GE.Net na última sexta-feira, o advogado João Guilherme Maffia disse que sua cliente não demonstrou interesse em recorrer. Depois de pensar por alguns dias, no entanto, ela decidiu manter o processo.

"Nós conversamos e ela perguntou a minha opinião. Como o recurso será apreciado por outros juízes no Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, eu disse que tem uma grande possibilidade de reversão. Ela está lutando por um direito claro e inquestionável", explicou Maffia.

Após a lesão no Mundial-2006, Alessandra diz ter passado dois meses e meio em tratamento diário de oito horas por dia apenas com recursos próprios. De acordo com sua assessoria de imprensa, a pivô pretende se manifestar de maneira oficial nos próximos dias.

Na última sexta-feira, a GE.Net entrou em contato com a assessoria de imprensa da CBB para procurar alguém em condições de comentar o assunto. Em contato telefônico, a reportagem foi informada que Paulo Schmitt, responsável pelo departamento jurídico da entidade, estaria no exterior até quarta-feira.

Fonte: Gazeta Esportiva

Basquete Feminino de Americana apresenta novo reforço

Depois da apresentação da lateral Karem Gustavo e da pivô Mama, na semana passada, o time de basquete feminino de Americana apresentou na manhã desta quarta-feira (17/02) mais um reforço para compor a equipe nesta temporada, a lateral Fabão.

Na última temporada, Fabão defendeu a equipe de Catanduva, onde conquistou o título do Campeonato Nacional.

A jogadora iniciou, na mesma manhã de sua apresentação, os treinos junto as colegas de quadra Karla, Carina Filipus, Fabi, Babi, Tássia, Débora, Andressa, Leila, Karen Gustavo e Mama.

Para a temporada de 2010, além do apoio da Prefeitura Municipal de Americana, a equipe contará com os parceiros VivoSabor, Unimed , Folhamatic, Goodyear, FAM e Dahruj.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Catanduva planeja equipe forte para o Sul americano

A equipe de basquete feminino do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva terá uma competição muito importante para disputar neste ano como campeã nacional. É o campeonato Sulamericano. Em entrevista ao Notícia Online, o presidente do clube, médico Pedro Enzo Macchione, falou sobre a equipe para o Paulistão e para o Sulamericano.


“Provavelmente o campeonato paulista começará no dia 13 de março, mas antes haverá reunião em São Paulo”, disse. Pedro Macchione estará presente nesta reunião na Federação Paulista de Basquete. Sobre o elenco, uma vez que algumas jogadoras de ponta foram embora, disse que “é difícil segurar jogadoras principalmente quando estão bem”. Por outro lado, anunciou que a Nathália já chegou. Estava em Americana. Reforços devem vir, segundo comenta: “Estamos precisando de uma pivô é uma lateral.”


Pedro Macchione acredita que Catanduva, com o tempo, será um celeiro de jogadoras. “Estamos ainda com a equipe infanto-juvenil. A idéia é ir crescendo”. Como se sabe, o basquete feminino pós Hortência, Paula, Janeth Arcain e outras de Seleção não renovou no mesmo ritmo das demais modalidades esportivas. Para tanto, o presidente do Catanduva Basket Club acha que investir na base é a melhor forma de contribuir com essa renovação.

Sulamericano

Há 30 anos Catanduva conquistava em Lima, no Peru, o título Sulamericano de basquete feminino. O Clube Recreativo Higienópolis, comandado pelo comendador João Alberto Caparroz, tendo como técnico Edson Ferreto, trouxe o importante título para Catanduva e para o Brasil.


“Nós disputamos com Venezuela, Argentina, Paraguai, Colômbia, Peru, Chile. Tínhamos jogadoras de grande nível, a Hortência, a Cristina, Ilza, Selma, Elisa”, recorda Caparroz. Ele fala de Cristina, que formou-se médica pela Fameca, mas infelizmente faleceu muito cedo.


Pedro Macchione quer resgatar esse título novamente para Catanduva. “Planejamos uma equipe forte para o Sulamericano, que é uma Libertadores do basquete feminino”, ressalta.

Fonte: Notícia da Manhã

Com derrota na Justiça, Alessandra deve descartar recurso contra CBB

A pivô Alessandra voltou a defender a seleção no ano passado, mas manteve um processo contra a Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Na última segunda-feira, a ação que corria na 38ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro foi julgada improcedente. Segundo João Guilherme Maffia, advogado da jogadora, sua cliente não deve recorrer.

"Eu conversei com a Alessandra e ela ficou muito triste e chateada com essa resposta do judiciário. Em um primeiro momento, ela demonstrou um completo desinteresse em recorrer por toda a tristeza e indignação que tal decisão causou. Ela ficou abismada e decepcionada", disse Maffia à GE.Net.

Alessandra resolveu processar a CBB depois de sofrer uma lesão no ombro durante a derrota por 88 a 76 diante da Austrália, na semifinal do Mundial de 2006, realizado no Brasil. A pivô acusa a entidade de não pagar o seguro previsto em caso de contusão durante o campeonato.

Atualmente, a jogadora de 36 anos defende o Sepsi, da Romênia. Sem sucesso, a reportagem tentou entrar em contato com Alessandra através de sua assessoria de imprensa. O advogado João Guilherme Maffia, por sua vez, espera por uma decisão final da pivô sobre o possível recurso.

Em 2009, Alessandra voltou à seleção após três anos de afastamento e participou da conquista da Copa América, torneio que garantiu o Brasil no Mundial da República Tcheca-2010. De acordo com Maffia, no entanto, a possível decisão de não recorrer nada tem a ver com o retorno ao time nacional.

"Ela voltou por respeito à Hortência (diretora do basquete feminino) e à nova gestão (comanda pelo presidente Carlos Nunes). A possibilidade de não recorrer seria para não continuar se desgastando. Ela tem mais a perder do que qualquer outro envolvido. Tudo é ainda mais desgastante ainda por ela estar no exterior e ficar com essa preocupação", afirmou o advogado.


Campeã mundial em 1994, medalha de prata em Atlanta-1996 e bronze em Sidney-2000, Alessandra reivindicava receber R$ 660 mil. De acordo com Maffia, o juiz sugeriu o valor de R$ 135 mil, mas a CBB, ainda segundo o advogado, alegou não ter condições de arcar com o valor e recusou a oferta prontamente.

O representante da atleta recebeu a decisão do juiz com surpresa. "É difícil assimilar esse absurdo que estamos vivendo, é uma coisa inconcebível. A Justiça foi injusta. Eu, como advogado dela, posso reafirmar que não foi feita justiça. O que foi feito foi outra coisa que não sabemos o nome", declarou.

Segundo Maffia, a contusão sofrida por Alessandra foi provada por um perito indicado pelo juiz responsável pelo caso. "A CBB sustentou a todo momento que ela não tinha sofrido lesão, mas o processo caminhava diante de uma prova com laudo médico confirmando que realmente houve lesão", argumentou.

A GE.Net entrou em contato com a assessoria de imprensa da CBB para procurar alguém em condições de comentar o assunto. Em contato telefônico, a reportagem foi informada que Paulo Schmitt, responsável pelo departamento jurídico da entidade, está no exterior.

Fonte: Gazeta Esportiva

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

ENTREVISTA – Silvinha Luz, por Paulo Roberto

assistência Depois de tanto tempo acompanhando o basquete feminino, algumas vezes constato –meio surpreso- que acompanhei quase toda a trajetória de uma determinada atleta. Sílvia Andrea dos Santos Luz é um desses casos. Prestes a completar 35 anos (em 05 de março), ela continua sendo a Silvinha para mim e para grande parte do público que acompanha basquete. A mesma menina que aos 18 anos foi recrutada por Miguel Ângelo da Luz e fez sua estréia com a camisa da seleção brasileira no Sul Americano de Cochabamba (1993). No ano anterior, Silvinha havia sido um dos destaques da seleção juvenil, que bateu os Estados Unidos na Copa América da categoria. No mesmo ano de 1993, a ala jogou a Copa América Adulta, e daí vem minha lembrança mais remota dela: alguns arremessos certeiros (algo desajeitados ainda, é verdade) na eletrizante partida em que a seleção bateu os Estados Unidos no Ibirapuera (99-92, na prorrogação). A jovem chegou a treinar com o time que conquistou o Mundial (1994), mas teve seu grande momento dois anos depois, quando conquistou uma vaga no grupo que foi prata nas Olimpíadas de Atlanta (1996). Teve atuações marcantes na competição, aos 21 anos. Se o jogo da ala só evoluia nos torneios internos, com uma série de conquistas em Campinas, Americana, no Fluminense e no Paraná (onde formou um trio fantástico com as irmãs Helen e Cíntia), o brilho na seleção ficou algo opaco com a troca no comando da comissão técnica. Muitas vezes improvisada na função de armadora, Silvinha não rendia tanto. O auge do desgaste se deu em 2003, quando a atleta pediu dispensa da seleção brasileira, deixando no ar a pergunta “Como posso trabalhar e me dedicar ao máximo com um profissional que não confia no meu basquetebol?”. Quando o mercado interno do basquete feminino se sucateou, a ala buscou refúgio na Espanha, onde construiu sólida carreira e foi fundamental na chegada do Rivas à Primeira Divisão. A última passagem no Brasil foi em 2006, quando jogou um basquete de altíssimo nível na saudosa Ponte Preta (de Maria Helena Carodoso), vice-campeã estadual. Em 2009, a ala defendeu o Cadí e depois ficou sem clube num mercado espanhol cada vez mais contraído. Silvinha acabou jogando o Sul-Americano de Clubes pelo UTE, do Equador. Depois disso, voltou ao Brasil e ficou inativa. A chance de voltar apareceu no início de 2010, graças a um convite da sueca Anna Barthold, com quem Silvinha jogava na Espanha. Anna a trouxe para o Sundsvall Saints, da fria Suécia (país emergente no basquete feminino e tema de duas extensas recentes reportagens da FIBA Europa: Parte1/Parte2). A estreia da ala por lá pode ser resumida pelo apelido dado à jogadora pela imprensa local: “Rainha Sílvia da Suécia”, uma referência à mulher do rei Carlos Gustavo, nascida na Alemanha, mas que passou a infância no Brasil. Essa nova fase na vida de Silvinha empolgou seus saudosos fãs. E um deles: o meu amigo Paulo Canepa é o responsável pela entrevista que se segue, na qual Silvinha fala dessa experiência, de seleção e da vontade de jogar no Brasil.  ensaiando a jogada
Atualmente você está atuando na Suécia, mas tivemos poucas notícias a seu respeito na temporada de 2009. Sabemos que você jogou na Espanha até abril e teve uma passagem pelo Equador no meio do ano. Fale um pouco sobre sua rotina na última temporada?
Isso mesmo, minha última atuação foi no Campeonato Sul-Americano de Clubes no Equador. Depois fiquei esperando para voltar à Europa, mas foi um ano difícil e complicado financeiramente para muitos clubes europeus. Conversei também com clubes no Brasil, mas não obtive respostas. O bom disso foi que deu pra curtir um pouco mais minha família e passar Natal e Ano Novo no Brasil, porque estava fora há muitos anos. Nunca fiquei parada porque sabia que a qualquer momento algo poderia surgir. Fiz muita academia, corrida, treino de arremesso e personal com meu irmão Neco Luz.
Após várias temporadas fora do Brasil, você encontrou as brasileiras que disputaram o Sul-Americano interclubes no ano passado. Como foi a experiência? 
Foi mais uma experiência importante em minha vida. Tudo foi muito válido: conheci outras pessoas, outro tipo de basquete e outra cultura. Mas ainda em termos de Sul-Americano o Brasil está muito à frente.
Encontrei as brasileiras e tudo que é do nosso país me dá muita saudade. Mas infelizmente nem sempre as coisas são como gostaríamos. Tenho que correr  atrás do meu trabalho. Vou onde precisam de mim.
Silvia e Anna Quais são suas primeiras impressões sobre a Liga Sueca? Como está sendo essa nova experiência em sua carreira?
Fui convidada pela minha amiga sueca Anna Barthold, que jogou comigo na Espanha. Estou aqui desde janeiro. Fiquei quatro partidas aguardando o visto de trabalho e pude notar que os jogos eram num ritmo intenso. Quando fiz meu primeiro jogo,  percebi que estava certa. A maioria das equipes conta com  jogadoras muito rápidas e isso deixa o jogo muito dinâmico e veloz. O jogo aqui está mais concentrado na velocidade e dinamismo que no jogo tático e cadenciado de outros países da Europa. As suecas são jogadoras de muita intensidade, rápidas e fortes. A maioria é jovem e falta um pouco mais de experiência, mas cada equipe tem duas estrangeiras e atletas da comunidade européia, o que aumenta o nível da competição.
O que você achou mais interessante no país e qual está sendo sua maior dificuldade de adaptação?silvinha na neve
A Suécia é um país pequeno, com uma estrutura muito boa, onde tudo funciona bem. A educação é gratuita até o máximo nível de graduação. A saúde é igual para todos e funciona muito bem. O governo se preocupa com a qualidade de vida de todas as pessoas. Minhas maiores dificuldade aqui são o idioma e, com certeza, o frio. Estou esperando a primavera, porque dizem que o país é outro sem a neve.
É possível que o novo treinador da seleção brasileira feminina seja o espanhol Carlos Colinas. Além disso, recentemente a CBB firmou um acordo de intercâmbio com a FEB. Com a experiência de quem jogou seis temporadas seguidas na Espanha, me responda: O que o basquete espanhol tem para ensinar ao basquete brasileiro?
Hoje o basquete espanhol tem com certeza um dos melhores e mais estruturados campeonatos do mundo. Cada equipe tem pelo menos duas estrangeiras, além de três ou quatro atletas da comunidade européia. Isso deixa a competição com um nível muito forte. Cada país tem suas coisas boas e ruins. Sempre existem coisas novas para aprender com outras escolas, mas cada um tem a sua filosofia.
bandeja Recentemente ocorreram várias mudanças de comando no basquete feminino. Isso incentivou o retorno de algumas atletas que estavam afastadas da seleção brasileira, como por exemplo, a Claudinha em 2007, sua irmã mais velha, Helen Luz, e a Alessandra, em 2009. Qual sua opinião sobre essas mudanças e o retorno das atletas à seleção?
Já são sete anos longe da seleção. Não estou acompanhando de perto, mas  fiquei muito feliz com a entrada da Hortência no comando do basquete feminino. Trabalhei com ela muitos anos em clubes e sei da sua seriedade. Tenho certeza que ela fará o possível e o impossível para reerguer a modalidade. A volta de minhas companheiras foi muito importante, pois são jogadoras de alto nível, experientes e que sempre fizeram de tudo pelo basquete e pelo nosso país, mas ao mesmo tempo me preocupa, porque estamos carentes de novas jogadoras com nível de seleção.
Você teve contato com a Hortência, depois que ela assumiu o cargo de diretora do recém criado Departamento Feminino na CBB? E com o presidente Carlos Nunes? 
Não tive nenhum contato, mas tenho acompanhado tudo pela internet. Não conheço o Sr. Carlos Nunes, mas ele já tem meu respeito pelo fato da Hortencia confiar nele. Desejo sucesso a todos e estarei sempre na torcida.
As razões pelas quais você pediu dispensa da seleção brasileira em 2003 ainda existem ou já estão superadas? As mudanças de comando que aconteceram recentemente tornam possível sua volta à seleção ou você considera que seu ciclo já foi encerrado? 
Gostaria de ter saído de outra forma, mas eu não vivo do passado, por isso, com certeza está tudo superado. A vida continua e sou feliz por poder fazer o que mais gosto na vida que é jogar basquete, seja onde for. O ciclo de um atleta termina quando ele já não se sente capaz de desempenhar sua função na equipe. Ainda me sinto muito capaz, mas, quanto à seleção, não sei se seria possível minha volta, pois estou distante há muito tempo.235b
Está previsto para esse ano a primeira edição da versão feminina da NBB. Você gostaria de voltar a atuar por clubes brasileiros ou pretende continuar pela Europa mais alguns anos?
Tenho contrato com o Sundsvall Saints até maio. Gostaria muito de voltar a jogar no Brasil e trazer comigo minha amiga Anna, que me trouxe à Suécia. Quero retribuir o que ela fez por mim. Este tempo que estive no Brasil conversei com alguns clubes. Mas duas equipes que seriam formadas para participar do último Nacional acabaram não saindo do papel. Depois estava praticamente certo para eu jogar em outro clube, mas o elenco já estava completo. Enfim, espero que com essa nova liga as coisas mudem e todas nós que estamos atuando na Europa possamos voltar ao nosso país.
Bate bola: 
Uma cesta inesquecível: Uma recente aqui na Suécia. A partida estava empatada e quase estourando o tempo fiz uma cesta de três.
Um título inesquecível: Em clubes, os  Nacionais de 1998, com o Fluminense, e de 2000, com o Paraná e o Paulista de 2002, por Americana. Na seleção, as duas medalhas olímpicas: Atlanta (1996) e Sydney (2000).
 Uma equipe inesquecível: Paraná.
Uma seleção inesquecível: a seleção de Atlanta em 1996.
Melhor atleta que jogou com você: Foram muitas, mas Paula e Hortência são únicas
 Melhor atleta que jogou contra você: As duas novamente.
Melhor momento na seleção brasileira: minha estréia olímpica em Atlanta.

Catanduva volta aos treinos sem Fabão e Palmira

16846_FP A pós 20 dias da conquista do título inédito do Nacional Feminino de Basquete, o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva voltou aos treinamentos na manhã de ontem, com duas baixas. A lateral Fabão e a armadora Palmira. A primeira deve acertar, nos próximos dias, contrato com o time de Americana. Já Palmira, que resolve problemas particulares em São Paulo, é aguardada em Catanduva na próxima segunda-feira.
Com isso, apenas sete jogadoras que fazem parte do elenco adulto iniciaram a preparação para a disputa do Campeonato Paulista, que terá início no dia 13 de março: Ísis, Natália, Fabiana, Vanessa Gattei, Sil, Gil e Roberta.
Além da ausência dessas jogadoras, o time também perdeu Êga para Santo André e Fernanda Beling para Ourinhos. “Vamos segurar jogadoras que estejam com vontade de atuar. A Fabão foi honesta, nos procurou e disse que estava com proposta de Americana e por isso vamos aguardar qual será a definição”, disse o treinador.
Apesar do elenco reduzido, Ferreto comemorou o fato de ter conseguido manter a base do time que foi campeão nacional. “Estamos com a Palmira, Vanessa Gattei, Sil e Gil, que representa a maior parte do time titular de Catanduva”, considerou o treinador, que explicou ainda que a lateral Roberta não deve permanecer no time para as disputas das competições deste ano. “Provavelmente ela não ficará para encerrar sua carreira no basquete”, disse o técnico.
O treinador explicou que a principal competição desse ano será o Sul Americano de clubes. “No entanto, temos que valorizar também uma competição do nível dos Jogos Regionais”.

Mamá

Um dos reforços pretendidos pelo treinador seria a pivô Mamá. Entretanto, a ex-jogadora de Ourinhos acertou com Americana. “Negociamos até o último momento, mas não obtivemos êxito. Ela acabou indo parar em Americana”, comentou.
Paulista

Dois novos times devem fazer parte da disputa do Campeonato Paulista deste ano: Araçatuba e Jundiaí. “Quanto mais equipes participarem dessa competição, melhor será o seu nível”, finalizou.

Fonte: O Regional

Carina Martins representa Santo André na seleção sub-18

Vitória, Michelli, Carina2 Nesta terça-feira (09), a andreense Carina dos Santos Martins, a Cacá, foi convocada pelo técnico Luiz Cláudio Tarallo para a seleção brasileira sub-18 de basquete. A jovem armadora de Santo André é nome frequente nas mais recentes listas das seleções de base do país.

A seleção se prepara para disputar os Jogos Sul-Americanos, que acontecem de 20 a 24 de março, na Colômbia. Em junho disputa a Copa América, nos Estados Unidos, que classifica os três melhores ao Mundial Sub-19, em 2011.

Cacá foi promovida no último Nacional de Basquete à equipe principal de Santo André. A jovem também fez parte da equipe campeã sul-americana Sub-17 com a seleção. Na competição, atuando como titular, foi líder de assistências do torneio e anotou 36 pontos. Ela completa 18 anos no próximo dia 17.

O técnico Tarallo explicou que a convocação foi baseada nas jogadoras que se destacaram na Copa América Sub-16 e no Sul-Americano Sub-17.

A atleta de Santo André se apresenta com as demais convocadas no dia 20, em Jundiaí (SP). A lista completa pode ser consultada no site da Confederação Brasileira de Basketball (www.cbb.com.br).

Basquete de base andreense

O trabalho de base no basquetebol andreense, feito com mais de 150 crianças e adolescentes, entre masculino e feminino, somando 10 categorias, rendeu sete convocações em 2009.

Além de Cacá, na mesma faixa de idade, a ala Michelli Trentini, atuando hoje por São Bernardo, e Vitória Carvalho, ainda em Santo André, estiveram presentes em convocações do ano passado.

Entre as mais novas, Klaudia Kalinin e Vanessa Gonçalves foram campeãs sul-americanas Sub-15 com a treinadora Janeth Arcain. Também representaram o estado no Brasileiro de basquete e sagraram-se campeãs novamente.

No masculino, Santo André cedeu jogadores para a disputa do Sul-Americano Sub-15. O time andreense teve as convocações de Fernando Henrique Tamasiro Vieira, ala/armador, e Wesley Andrade, ala/pivô, ambos de 15 anos.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Como Ruthie Bolton marcava Magic Paula

 

Avisaram na caixinha e fui conferir o vídeo acima.

A armadora norte-americana Ruthie Bolton discursa sobre sua experiência com a treinadora Tara Vanderveer, que comandou a seleção na conquista de Atlanta-1996.

Um dos tópicos escolhidos para ser relembrado por Ruthie foi a maneira como Tara lhe cobrou para que ela marcasse Magic Paula:

“Eu quero você grudada nela. Se ela for ao banheiro, você vai junto. Quero você tão perto do rosto dela que você possa me dizer qual pasta ela usou para escovar seus dentes.”

A Frase

“São muitos os rumores de que Amaya Valdemoro comande a seleção espanhola (…). Mas aposto que Marta Fernández estará  no Mundial. E Amaya, também. Mas se uma das duas tiver que ser cortada para dar lugar à Alba Torrens, essa grande ferida seria Valdemoro.” 

Beatriz Fernández, em interessante artigo no site enCancha.com: “Marta Fernández voltará à seleção?”

Um trecho

- Atualmente, a seleção feminina do Brasil está sem técnico. O Paulo Bassul, último treinador, acompanhou uma parte da sua clínica hoje. Você o conhece?
Pepu -
Não. Podemos ter nos encontrado em alguma ocasião, talvez no sorteio do Pré-Olímpico de Pequim. Sei que tinha um representante da seleção feminina do Brasil, mas não lembro se fomos apresentados.

- Você já trabalhou com o basquete feminino?
Pepu -
Trabalhei com mulheres nas categorias de base, mas não cheguei a trabalhar com alta competição feminina. É algo um pouco distante para mim.

- O favorito para assumir a seleção feminina do Brasil é seu compatriota Carlos Colinas. Você o conhece? Acha que ele pode fazer um bom trabalho aqui?
Pepu -
Não o conheço muito, mas acho que é um grande treinador. Sei que ele estava colaborando com a Federação Espanhola. É um grande treinador.

Trecho da entrevista de Pepu Hernandez, técnico campeão mundial com a seleção espanhola maculina (2006), à Gazeta Esportiva.