sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Sport Recife anuncia contratação de Érika

O Sport Recife, que vai disputar a terceira edição da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2012/2013, acertou a contratação da pivô Erika Souza (foto), de 30 anos (09 de março de 1982), que defendeu o Perfumaria Avenidas (Espanha) na última temporada e está com a Seleção Brasileira na disputa dos Jogos Olímpicos de Londres. A informação foi confirmada por Márcio Manfrin, coordenador técnico de Esportes do time pernambucano, no início da noite desta quarta-feira (1º de agosto).

“Iniciamos a reformulação do basquete feminino do Sport Recife há um ano, quando montamos a equipe e nos filiamos a Liga de Basquete Feminino (LBF). Nesse período, nos estruturamos e agora estamos contratando os reforços. Já havíamos repatriado a Francielle e a Adrianinha, além de ter acertado com a experiente pivô Alessandra, e agora estamos anunciando o acerto com a Erika”, explica Manfrin.

O dirigente do Sport Recife afirma que mais duas jogadoras serão anunciadas em breve. “Estamos acertando com mais duas jogadoras para complementar o nosso elenco. Assim que estiver tudo definido, vamos divulgar”, acrescenta Márcio.

A carioca Erika Cristina de Souza, de 1m97, iniciou carreira no Mangueira (RJ) e depois passou pelas seguintes equipes: BCN/Osasco (SP), Vasco da Gama (RJ), Los Angeles Sparks e Atlanta Dream (WNBA), Valencia (Espanha), São Paulo/Guaru (SP), Mizo-Pecsc (Hungria), Unimed/Ourinhos (SP), Club Sport Universitari de Barcelona (Espanha), Americana (SP), Barcelona (Espanha), Ros Casares (Espanha)e Connecticut Sun (WNBA). A pivô defende a Seleção Brasileira desde o final da década de 90, iniciando pelas categorias de base e, posteriormente, subindo para a equipe adulta.

Unimed Americana domina Encontro Sul-Americano

Unimed B Seleção de Ouro Unimed A

O 16º Encontro Sul-Americano de Basquete, realizado em Novo Hamburgo (Rio Grande do Sul), durante a semana passada, teve amplo domínio da Unimed Americana, que conquistou dois títulos e colocou nada menos do que seis jogadoras na Seleção de Ouro.

Na Série Ouro do Sul-Americano, a equipe A da Unimed Americana, formada por jogadoras nascidas em 1996 e 97, foi campeã. Em segundo lugar ficou o Beto Esporte, do Maranhão, e São José dos Pinhais, do Paraná, foi a terceira colocada.

Na Série Prata, com jogadoras nascidas em 1998, a equipe B da Unimed Americana também conquistou o título, à frente do CR Esportes/Osório e Ginástica Concórdia Canoas, ambos os times do Rio Grande do Sul, segundo e terceiro colocados, respectivamente.

Na Seleção de Ouro do Encontro Sul-Americano, seis dos sete prêmios individuais ficaram com jogadoras da Unimed: Elissa de Oliveira, 16 anos, melhor defensora; Gabriela Santos, 16 anos, melhor lateral 1; Thainá Soares, 16 anos, melhor lateral 2; Witala Mota, 15 anos, melhor pivô 1; Aline Moura, 15 anos, melhor pivô 2; e Izabela Leite, 13 anos, cestinha com 138 pontos. Raísa, do Maranhão, foi a melhor armadora da competição.

"Tivemos uma semana excelente. Foram muitos jogos e nossos meninas deram show de bom comportamento e comprometimento. Acredito que atingimos os nossos objetivos", disse a técnica Anne de Freitas Sabatini, da equipe A da Unimed Americana. A equipe B teve comando do técnico Bruno César Vital.

Anne Sabatini, que é assistente técnica da seleção brasileira sub-15, também aproveitou a competição para observar jogadoras visando futuras convocações. A Unimed Americana levou a Novo Hamburgo 33 jogadoras de 10 a 16 anos, divididas em três grupos. No total, o Encontro Sul-Americano reuniu 14 equipes no feminino.

Inscrições para o Campeonato de Basquete do Circuito Clube Escola ficarão abertas até o dia 16 de agosto

Continuam abertas as inscrições para o Campeonato de Basquete do Circuito Esportivo Clube Escola. Para participar basta vir (representando uma entidade) pessoalmente ao CGPE, dentro da Secretaria de Esportes do município ou fazer o seu cadastro através do site oficial da competição. Mas fique ligado, você só poderá inscrever a sua equipe até o dia 16 de agosto.
“A partir desta semana, com o final das férias, haverá certamente um aumento no número de equipes inscritas para o Campeonato de Basquete. No ano passado tivemos 90 times. Este ano, só nessa primeira semana de inscrições, já temos 17 equipes cadastradas. A chance de termos mais times em 2012 é grande e mostra o sucesso do Circuito.” nos contou a coordenadora do evento, Kátia de Araújo.
Haverá disputa feminina e masculina nas categorias sub-16, sub-14, sub-12 e sub-10 e ao menos um representante de cada equipe deverá participar do Congresso Técnico que será realizado no dia 18 de agosto. Os jogos começam no dia 1º de setembro e as finais estão previstas para o dia 1º de dezembro.
O grande objetivo do Circuito Esportivo Clube Escola, além de revelar novos talentos, é a integração social e o incentivo à prática do basquete, assim como de outros esportes. Participe!

Serviço:
Secretaria de Esportes - Rua Pedro de Toledo, 1591 – Vila Clementino – São Paulo / SP – 04039-034 - Tel.: 3396-6428 / 6489

Apagebask sub-13 é campeã do Encontro Sul-Americano

guaru

A equipe feminina sub-13 Apagebask (Associação de Pais Guarulhenses Esportiva de Basquete) foi campeã invicta da primeira semana do Encontro Sul-Americano de Basquete, em Novo Hamburgo-RS.

Segundo a técnica Vilma Rejane, que luta há anos nas categorias de base, a equipe é muito promissora.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Brasil perde a segunda e se complica em Londres (Folha)

Daniel Britto

Momentos antes de entrarem em quadra para enfrentar a Rússia, nesta segunda-feira, quatro jogadoras brasileiras assistiam em um dos monitores na zona mista da Arena de Basquete do Parque Olímpico ao final do duelo entre Austrália e França. Faltando menos de 15 segundos para o fim, as francesas desperdiçaram uma bandeja e um arremesso lance livre.

As australianas levaram o jogo para a prorrogação após um arremesso do meio da quadra de Belinda Snell, no estouro do crônometro. Adrianinha, Joice, Karla e Sílvia celebraram a cesta como se fora anotada por uma brasileira. "É para gente ver que é preciso acreditar até o final", comentou Karla às amigas.

Quando chegou a vez de as brasileiras jogarem contra as russas, contudo, elas só "acreditaram" até o 36º minuto dos 40 regulamentares do jogo. A seleção feminina, comandada por Luis Cláudio Tarallo, fez um jogo duro contra a Rússia, pela segunda rodada, mas perdeu por 69 a 59. Foi a segunda derrota consecutiva das brasileiras em duas apresentações. No sábado, caíra ante as francesas, por 73 a 58.

Por mais de três períodos, a seleção alternou-se na liderança do placar com as russas. Chegou à última metade do quarto período perdendo apenas por 58 a 53. Mas, assim como ocorrera na abertura da Olimpíada, contra a França, sofreu uma pane técnica na hora de decidir e permitiu que as russas aumentassem a vantagem e vencesse por 10 pontos de diferença.

A pivô brasileira Érika foi a cestinha da partida com 15 pontos e ainda apanhou 18 rebotes.

O próximo compromisso brasileiro é na quarta-feira, às 10h30 (de Brasília), contra a Austrália, que "deixou de acreditar" na prorrogação contra a França e acabou derrotada por 74 a 70.

Fonte: Folha de São Paulo

Em jogo de baixo nivel técnico, França vence Austrália na prorrogação

74 x 70 na prorrogacao

domingo, 29 de julho de 2012

Londres 2012: França 73 x 58 Brasil

Brasil x França - Basquete Feminino - Brasil x França - Inglaterra - 0 - Londres - Basketball Arena -  - www.inovafoto.com.br - id:21398

Um último quarto ruim e um aproveitamento de três pontos acima da média da França fizeram a Seleção Brasileira Adulta feminina ser superada, na noite deste sábado (28/07), na partida de abertura dos Jogos Olímpicos de 2012. A equipe perdeu por 73 a 58 (34 a 34 no primeiro tempo) para as francesas e agora volta as atenções para seu próximo desafio no grupo B, nesta segunda (30), contra a Rússia, às 12h45 (horário de Brasília).
Érika, com 17 pontos, e Karla, com 13, foram as cestinhas do Brasil. A francesa Dumerc, com 23, foi a principal pontuadora do jogo. O Brasil ocupa a quinta posição do grupo, cujo líder é a Austrália, que venceu a Grã-Bretanha na partida de fundo da rodada de estreia. A França está em segundo, a Rússia em terceiro, o Canadá em quarto e as donas da casa na lanterna.Os quatro melhores times passam para a próxima fase.
"O nosso grupo sentiu e não reagiu, mas vamos ter que assimilar isso para não repetir. É uma chave difícil, um pode ganhar do outro. Essa vitória era importante não só para brigar por uma classificação melhor, mas também para brigar por uma classificação. E iniciar com uma vitória é sempre melhor. Foi uma pena a gente ter perdido essa oportunidade já que a gente estava bem no jogo", analisou o técnico Luís Cláudio Tarallo após a partida, à imprensa.
O JOGO
Um toco de Érika abriu as ações brasileiras nos Jogos Olímpicos de Londres. A pivô, apontada no início da partida como "jogadora chave", fez valer seu prestígio, centralizando as ações e distribuindo passes. Karla, de três, marcou os primeiros pontos, e a vantagem ficou em 5 a 0 na sequência. A partir daí foram trocas de cestas, com a França à frente, até que o técnico Luís Cláudio Tarallo pediu tempo, trocou a defesa para zona, e colocou Joice para aproveitar as recuperações de bola e fechar bons contra-ataques. Num passe para Clarissa, o Brasil abriu 20 a 16 e fechou o quarto.
Joice seguiu a "cem por hora" no início do segundo período, distribuindo bem o jogo, e uma cesta de Sílvia, seguida de muita vibração, colocou a seleção cinco pontos à frente (25 a 19). A França acertou a mão, empatou em 26 a 26, e Tarallo parou novamente o jogo. Voltaram as titulares Adrianinha e Karla, que fizeram duas cestas seguidas e recolocaram a diferença no marcador (31 a 26). No entanto, uma boa sequência francesa selou o placar em igualdade de 34 pontos no intervalo.
Na volta do intervalo, Tarallo mandou quatro titulares, com exceção de Damiris. Em seu lugar ficou Clarissa, que havia terminado muito bem o segundo quarto. Um excelente aproveitamento de ambas as equipes ditou o ritmo, a França passou duas vezes à frente, mas o Brasil empatou três vezes, e Karla de três pontos fez 42 a 40. Nos cinco minutos finais, entretanto, alguns erros custaram o marcador à seleção, que viu as francesas abrirem vantagem aos poucos e manterem no último quarto, para encerrar a partida em 73 a 58.
BRASIL: Adrianinha, Karla, Chuca, Damiris e Érika. Depois: Clarissa, Nádia, Joice, Sílvia. Técnico; Luís Cláudio Tarallo.

sábado, 28 de julho de 2012

Presidente do Ourinhos Basquete ressalta que equipe logo estará pronta para o Campeonato Paulista

O presidente da equipe do Ourinhos Basquete está confiante. Mesmo enfrentando tórridas críticas, principalmente após o vice campeonato nos Jogos Regionais, Dr. Takashi afirma que nos próximos meses o time vai estar ‘nos eixos’ com a volta das jogadoras que estão na seleção brasileira adulta, a recuperação total de Ana Flávia e a contratação de uma nova pivô e um novo técnico.

A equipe de Ourinhos tem algumas novidades. A cubana Plutin deve estar de volta as quadras logo e Takashi destaca que a jogadora volta em melhor forma após participar de competição em seu país. Já a aposta do ex-tecnico Barbosa, para a colombiana Narlyn Mosquera não deu certo, e após meses em Ourinhos, a atleta não conseguiu se adaptar e voltou essa semana para seu país. “Tivemos problemas técnicos, de contusão e principalmente sentimentais, ela não agüentou ficar aqui no Brasil, sozinha”, afirmou Takashi.

Mesmo com a perda dos Jogos Regionais, principalmente pelos desfalques, Dr. Takashi
Destaca que nunca a equipe de Ourinhos conseguiu mandar três jogadoras para uma olimpíada, e só por isso já esta muito feliz. Porém, os resultados dos Jogos Regionais não foram satisfatórios nem para a comissão técnica.

“Nós fomos para os Jogos Regionais com uma equipe super esfacelada. Três estão na seleção brasileira adulta (Sil, Chuca e Joice), três na seleção infanto juvenil sub-17 (Laís, Kananda e Ingrid), nós tínhamos poucas jogadoras e tivemos que incluir as meninas do infanto, as mais jovens e ficamos sem um time competitivo para jogar. A Ana Flávia ainda não está jogando porque está em fase de recuperação e não podíamos usá-la com o risco de acontecer uma lesão mais séria, a Narlyn com problemas na coluna, e tivemos toda essa dificuldade”, disse.

Mesmo com todos os problemas, praticamente sem time, a equipe foi para Dracena representar a cidade de Ourinhos. “Mesmo assim conseguimos o vice campeonato! Venceslau está com o time praticamente montado porque elas estão disputando a 2ª divisão e vão subir pra primeira. E olha que até fizemos um bom jogo, mas a capacidade física nossa não tinha como agüentar os três jogos. Três meninas do Infanto ainda estão contundidas, a Pará foi operada do joelho, a Natália e a Letícia estão machucadas. Mas acredito que em poucos dias vai estar tudo certo”.

Dr. Takashi também afirma que as prioridades agora são encontrar um técnico e uma pivô 5. “Nós estamos a procura de um técnico, provavelmente daqui a 10 dias já tenhamos uma coisa definida. Estamos correndo atrás também de uma pivô 5, para substituir a posição da Kelly”.

De patrocinadores, a equipe já tem alguns contratos fechados. “Temos fechado a Prefeitura Municipal, Colchões Castor, Avoa, e o Sr. Chico Quagliato que nos ajuda muito. Mas estamos correndo atrás daqueles que não fechamos ainda, só por questões burocráticas”, finalizou.

Fonte: Diário de Ourinhos

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De acordo com o site "Reporter na Rua", o novo técnico de Ourinhos será o Edson Ferreto.

Hortência é mulher forte dentro e fora de quadra (Folha de São Paulo)

DANIEL BRITO
ENVIADO ESPECIAL A LONDRES

Hortência, 52, volta a carregar a seleção feminina de basquete nas costas em uma Olimpíada, 16 anos depois de abandonar a carreira.

A equipe que faz hoje, a partir das 16h, sua primeira apresentação em Londres, contra a França, foi montada e desmontada por Hortência.

O Brasil está no Grupo B, que ainda conta com Canadá, Grã-Bretanha, e as favoritas Rússia e Austrália. Os quatro melhores avançam para as quartas de final.

A ex-jogadora ocupa o cargo de diretora do departamento feminino da CBB (Confederação Brasileira de Basquete), mas tem autonomia total na seleção. Foi ela quem decidiu que o Brasil jogaria em Londres com só 11 atletas.

Pouco mais de uma semana atrás, Hortência dispensou a ala-armadora Iziane por ter sido flagrada com o namorado no hotel em que a seleção estava concentrada.

"Quando soube [do encontro] tomei a decisão de dispensá-la", contou à Folha, no dia seguinte à polêmica.

O Brasil não pôde convocar outra jogadora para a vaga de Iziane porque não havia mais tempo para substituição se não fosse por lesão.

Nem o treinador da seleção, Luiz Cláudio Tarallo, estava autorizado a falar sobre Iziane. "Função da jogadora é jogar, do treinador é dirigir", justificou Hortência.

Como dirigente, ela foi responsável pela organização do calendário de treinamentos e amistosos da seleção para Londres e pela elaboração de um novo plano de pagamento de diárias às convocadas.

Ainda opina sobre o desempenho das jogadoras e até passa algumas orientações individuais nos treinos.

Esta é a sexta Olimpíada de Hortência. A primeira nesta função. Atuou em Barcelona-1992 e esteve em Atlanta-1996, embora tenha se contundido. Largou a seleção após a conquista da medalha de prata. Foi a Sydney-2000, Atenas-2004 e Pequim-2008 como comentarista de TV.

"Não posso entrar em quadra para jogar. Mas posso dar suporte para elas desenvolverem o que sabem. Fico com uma felicidade muito grande quando vejo essas meninas jogando bem, é como se eu estivesse fazendo uma cesta."

Em busca do 5º ouro seguido, EUA têm time dos sonhos no feminino

O verdadeiro Dream Team do basquete, incontestável e favorito absoluto ao ouro, é a seleção feminina dos EUA.

Hoje ela estreia contra a Croácia, às 12h45. As americanas estão na chave A, com China, República Tcheca, Turquia e Angola.

Os EUA são os atuais campeões mundiais e donos dos últimos quatro ouros em Olimpíadas, desde 1996.

O time é formado por atletas da WNBA, versão feminina da liga profissional de basquete. No último Mundial, há dois anos, na República Tcheca, venceu oito de seus nove jogos por uma diferença superior a 20 pontos, inclusive na final com as anfitriãs.

"No papel, somos o time mais forte, mas vamos ter de comprovar em quadra", afirmou a armadora Diana Taurasi, que se diz torcedora da seleção argentina de futebol.

O "soccer", por sinal, serve de inspiração para Geno Auriemma, treinador do Dream Team feminino. Mas sua referência é a Espanha. "A maneira como eles dominam a posse de bola e a passam em campo é incrível."

Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 27 de julho de 2012

FPB divulga fórmula do Paulista 2012

O Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 – 2012, que começa no dia 16 de agosto (quinta-feira), contará, em sua fase inicial, com dois grupos. O Grupo 01 terá as Chaves A e B, enquanto que o Grupo 02 contará com chave única. A forma de disputa da competição foi definida depois de algumas reuniões, que contou com as presenças da diretoria da Federação Paulista de Basketball (FPB) e dos representantes das equipes.

Durante os encontros, a entidade paulista fez uma série de propostas aos clubes, pensando no desenvolvimento do basquete feminino paulista e nacional. “A Federação Paulista não mediu esforços para que pudéssemos ter no feminino um campeonato com mais equipes e um nível adequado. Fizemos mais reuniões do que estava programado para chegar a uma condição visando o melhor para o basquete feminino”, explica Ricardo Molina Dias, diretor do naipe feminino da FPB.

“Atendemos as principais reivindicações das equipes, que eram três: o custo logístico, onde resolvemos este ponto através das chaves regionalizadas; o custo de arbitragem, quando conseguimos uma condição diferenciada na fase de classificação; e o equilíbrio de jogos, onde dividimos as equipes de maior investimento nas duas chaves, reduzindo o confronto direto com equipes que estão crescendo e se estruturando”, acrescenta Molina.

O Grupo 01, com nove equipes, será composto por estas chaves:

Chave A: São André/Semasa (Santo André), São José/Shopping Colinas (São José dos Campos), Guaru ESD/Guarulhos Esporte (Guarulhos), São Caetano/Drummond (São Caetano do Sul) e Divino/COC/Jundiaí (Jundiaí).

Chave B: Americana (Americana), Ourinhos Basquete (Ourinhos), Colégio Uniesp/Cia Talentos/Top Therm/Venceslau (Presidente Venceslau) e XV/Unimep/Ahmpla/Selam/Serlf Idiomas (Piracicaba).

A fórmula de disputa é a seguinte: na fase inicial, os times jogam entre si, em turno e returno, dentro das suas respectivas chaves, e os dois melhores classificados em cada um dos grupos se qualificam a Chave Ouro e seguem na disputa pelo título. Os demais disputam a Chave Prata.

O Grupo 02 será jogado em chave única, com seis agremiações: Recreativa/Ribeirão Preto (Ribeirão Preto), Abdala Sports/Sejelp/Pindamonhangaba, Asser/SEME Rio Claro (Rio Claro), Cristo Rei/SEL/FAIP Marília (Marília), São Bernardo/ASA (São Bernardo do Campo) e A.D.C. Bradesco (Osasco). A fórmula de disputa deste grupo é esta: as equipes jogam entre si, em turno e returno, e os quatro primeiros colocados avançam a semifinal.

“Já temos tudo definido, incluindo as finais, que serão entre os dias 04 e 15 de dezembro, em melhor-de-cinco partidas, com cobertura da ESPN Brasil”, finaliza Molina.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Hortência destaca importância da estreia: 'Se começar bem, vai embora'

Medalha de prata nos Jogos de Atlanta, em 1996, Hortência conhece como poucos o ambiente de uma competição olímpica. Agora diretora de seleções da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), a ex-jogadora vê a equipe feminina afinada e diz que as pretensões de medalha passarão pelo jogo de estreia, contra a França, sábado, às 16h, com transmissão do SporTV.

- Depende muito como começar. Se começa bem, aí vai embora. Fizemos tudo o que tínhamos que fazer. A equipe está afinada, mas estreia é estreia. No Mundial passado, perdemos da Coreia so Sul no final e isso abalou muito - destacou a ex-jogadora no "Conexão SporTV".

A seleção feminina de basquete está no grupo B da competição, ao lado de Austrália, Canadá, França, Grã-Bretanha e Rússia. Hortência reconhece que as comandadas de Luis Cláudio Tarallo têm que fugir da quarta colocação da chave, evitando assim um provável encontro com os Estados Unidos nas quartas de final.

- Está tudo igual com a Rússia, Grã-Bretanha e Brasil. O que diferencia um pouco é Austrália e Estados Unidos, que estão na outra chave e eu gostaria de ter caído na mesma. A briga é para não ficar em quarto, porque aí cruza com os Estados Unidos - complementou.

A diretora também comentou o corte de Iziane. Segundo ela, o fato de a ala levar o namorado para a concentração, o que é proibido, estava criando um clima desagradável no elenco.

- O sonho olímpico é muito mais importante que qualquer outro problema - concluiu.

Fonte: Sportv
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Confira o vídeo da participação de Hortência no programa Conexão Sportv aqui.

Americanas estranham dispensa de Iziane por levar namorado a hotel

O corte da ala Iziane da Seleção Brasileira feminina de basquete causou uma surpresa nas jogadoras mais experientes dos Estados Unidos que participarão dos Jogos Olímpicos de Londres. As americanas estranharam o fato de a brasileira ter sido cortada da Olimpíada por ter levado o namorado na concentração durante a fase de preparação do grupo, na França.

Com outro manual de conduta, Sue Bird e Diana Taurasi evitaram entrar em polêmica, mas deram uma alfinetada na decisão da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) em dispensar a ala. Iziane foi cortada da Seleção que vai disputar a Olimpíada na capital britânica por ter cometido a irregularidade durante os amistosos realizados em território europeu. O fato provocou indignação por parte da comissão técnica, que decidiu pela saída da atleta.

Taurasi crê que Iziane é experiente e não perderia o foco por conta de algumas noites ao lado do namorado. "Quantos anos tem Iziane? 30 anos? Cada país tem uma regra diferente. Mas dentro do nosso grupo, se você está pronta para treinar e ganhar jogos, é isso que importa".

Ex-companheira de equipe de Iziane, Sue Bird afirmou que respeita a posição da CBB, mas acredita que este é um motivo mínimo perto de um sonho olímpico. "Vejo pelos dois lados. Creio que este é um motivo muito pequeno para tirar uma jogadora dos Jogos Olímpicos. Mas por outro: regras são regras. Nós não temos esse tipo de preocupação no nosso grupo, mas se no Brasil tem isso, o que resta é cumprir".

Questionada sobre como acha que a Seleção Brasileira ficará sem Iziane, Taurasi afirmou que o time pode surpreender pela superação. "As coisas serão mais difíceis sem ela, mas algumas vezes quando um time perde sua melhor jogadora é quando se torna um time de verdade. Eu espero um grande torneio. É uma grande chance para Érika mostrar que é uma das melhores pivôs do mundo, como vemos na Europa e na WNBA. É uma boa oportunidade para ela."

Fonte: Terra

Lauren Jackson será porta-bandeira da Austrália nos Jogos Olímpicos

O Comitê Olímpico da Austrália anunciou nesta quinta-feira que a jogadora da seleção de basquete Lauren Jackson será a porta-bandeira da delegação do país na Cerimônia de Abertura dos Jogos de Londres.

Jackson, 31 anos, natural de Albury, já atuou no Seattle Storm e no Canberra Capitals, e hoje está no clube espanhol Ros Casares, de Valência, com o qual foi campeã da Euroliga e da Liga Espanhola.
Jackson, que atua como ala-pivô e mede 1,96 m, foi campeã da WNBA em 2004 e 2010, e eleita a jogadora mais valiosa em 2004, 2007 e 2010. Além disso, fez parte da equipe australiana campeã mundial em 2006.

A atleta estreou como profissional aos 17 anos e já esteve em três Jogos Olímpicos: Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008, quando conquistou a medalha de prata.

Jackson se viu envolvida em uma polêmica após ser nomeada porta-bandeira. Outros atletas, como a jogadora de vôlei Natalie Cook, única australiana a representar o país em cinco Jogos, reclamaram que a escolha não foi justa.

Fonte: Terra

quarta-feira, 25 de julho de 2012

No último teste, seleção feminina de basquete bate Croácia em amistoso

No último teste antes da estreia nos Jogos de Londres, a seleção feminina de basquete passou aperto, mas conseguiu terminar a preparação com uma vitória. Depois de um primeiro quarto ruim, o Brasil se recuperou e contou com um duplo-duplo da pivô Érika (18 pontos e 15 rebotes) para derrotar a Croácia por 87 a 84.

Além de Érika, os outros destaques brasileiros foram Adrianinha (com 16 pontos, cinco assistências e quatro roubos), Damiris (com 12 pontos) e Joice (10 pontos e quatro roubos).

- Foi uma boa partida. Não começamos tão bem quanto esperávamos, mas conseguimos ser superiores em todos os outros quartos que seguiram. A equipe está muito bem e continuamos o processo de evolução e de ganhar no conjunto - afirmou o técnico Luis Cláudio Tarallo.

O técnico Luis Cláudio Tarallo começou a partida com Adrianinha, Karla, Chica, Damiris e Érika no time titular. Mas foi a Croácia quem teve um início melhor. A seleção europeia abriu boa vantagem e venceu o primeiro quarto por 27 a 19. A partida ficou mais equilibrada no segundo período, e a equipe brasileira conseguiu diminuir um pouco a diferença, indo para o intervalo perdendo por 49 a 43.

Superior na volta do vestiário, o Brasil acertou a marcação e sofreu apenas 15 pontos no terceiro quarto para empatar a partida em 64 a 64. A partida seguiu apertada até o fim, mas a seleção brasileira conseguiu a vitória por apenas três pontos: 87 a 84.

A seleção feminina estreia nas Olimpíadas neste sábado, às 16h (de Brasília), contra a França.

Fonte: Globo Esporte

Antes de estreia, Seleção feminina de basquete vence Croácia em amistoso

No último compromisso antes da estreia contra a França, no próximo sábado, às 16h (de Brasília), a Seleção Brasileira feminina de basquete venceu a Croácia por 87 a 84, em amistoso realizado nesta quarta-feira, em Londres.

Esse foi o primeiro e único jogo das comandadas de Luiz Claudio Tarallo na capital inglesa, que, a pedido das crotas, foi fechado para a imprensa. A pivô Érika foi a cestinha da partida, com 18 pontos.
"Depois de ficar tanto tempo só treinando, estava todo mundo louco pra jogar. Eu só fiz a minha parte e nós fizemos o que estamos treinando para fazer", disse a jogadora, que ficou fora de Pequim, em 2008, por conta de uma lesão.

O resultado deu otimismo à equipe, que não sobe ao pódio olímpico desde os Jogos de Sidney, em 2000, quando conquistou a medalha de bronze. "Elas jogaram no limite do corpo porque eles pegaram um grupo muito difícil, e que, por isso elas se esforçaram ao máximo como se já estivessem em uma competição", afirmou o técnico Tarallo, que assumiu a equipe feminina no fim de 2011.

Fonte: Terra

Basquete feminino faz últimos ajustes em jogo-treino contra a Croácia (iG)

Marcelo Laguna

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A seleção brasileira feminina de basquete irá aproveitar esta quarta-feira para dar os últimos ajustes da equipe antes da estreia nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, diante da França, no próximo sábado (28). O time comandado pelo técnico Luís Cláudio Tarallo fará um jogo-treino contra a Croácia, com portões fechados para público e jornalistas. Desta forma, o treinador brasileiro pretende testar formações táticas que ainda não pôde experimentar nos últimos amistosos.

"Contra a Croácia, poderemos testar outras formações que serão úteis durante as Olimpíadas. No torneio da França, testamos algumas que deram certo, mas outras não. A tendência é dar sequência de jogos às atletas, mais uma oportunidade para a equipe crescer coletivamente", afirmou Tarallo, que ainda asim admite que fará alguns segredos. "Estamos jogando dentro dos nossos conceitos, mas todo mundo acaba escondendo um pouquinho de seu jogo. Nós também escondemos", confessou.

Entre as atletas, não há como evitar um clima de ansiedade para a estreia, mas as mais experientes do elenco querem aproveitar este último jogo-treino e passar mais tranquilidade às meninas que estarão estreando em Jogos Olímpicos. "Passamos três meses ralando e em momento algum pensamos que não teríamos condições de chegar aqui para brigar por medalhas. Isso que nós, como mais experientes, precisamos passar sempre às novatas", disse a pivô Erika, de 29 anos, que integrou a equipe quarta colocada nas Olimpíadas de Atenas 2004.

Para a armadora Adrianinha, a mais experiente do grupo e prestes a participar de sua quarta edição de Jogos Olímpicos, esta mescla de jogadoras rodadas com as mais novas tem tudo para dar certo. "Na verdade, sempre existiu esta mistura de experientes e novatas. Mas o que tem faltado à esta geração é um grande resultado positivo. Isso ainda não tivemos", afirmou.

Tarallo não decreta fim de Iziane na seleção feminina de basquete

Mesmo com ato de indisciplina e consequente corte para as Olimpíadas de Londres, treinador diz que não se pode dizer que ela nunca mais irá defender o Brasil

Pivô da crise que se assolou na seleção feminina de basquete às vésperas dos Jogos Olimpicos de Londres 2012, a ala Iziane não está riscada completamente dos planos da seleção brasileira feminina de basquete. Se para agora não tem mais jeito - a jogadora maranhense foi cortada da equipe por indisciplina na semana passada, quando a seleção participava de um torneio amistoso na França -, Iziane tem a chance de ressurgir em competições futuras. Quem garante isso é o próprio treinador da equipe, Luís Cláudio Tarallo.

"Não dá para dizer que Iziane está eliminada da seleção. Nunca é uma palavra forte demais. Até porque não sei se eu mesmo estarei aqui numa próxima competição, se a Hortência estará etc. Vamos manter o nosso foco nestas Olimpíadas", disse o treinador da equipe brasileira nesta terça-feira. Tarallo assumiu o cargo no final do ano passado, após a demissão de Ênio Vecchi, que foi demitido por ter tido problemas de relacionamento com Iziane durante os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

Embora a própria assessoria de imprensa do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) no centro de treinamento do Crystral Palace, região sul de Londres, tivesse avisado que os integrantes da seleção feminina de basquetre não comentariam nada sobre Iziane, a saída da ala maranhanse foi assunto recorrente em todas as entrevistas ao final do treino desta terça-feira.

"No começo, foi um susto muito grande para todos os que estavam no grupo, algumas meninas ficaram desesperadas. Mas foi importante para ressaltarmos a todas elas que esse era o momento de todas se juntarem num mesmo objetivo, que é buscar nosso melhor resultado possível", afirmou Tarallo. Ao ser perguntado se no final, a decisão do corte acabava prejudicando mais o grupo do que a jogadora, o treinador foi taxativo. "Não, foi uma coisa que não poderíamos aceitar jamais. E também serviu de exemplo para as demais atletas."

A pivô Erika, que deixou o treinamento mais cedo por conta de uma indisposição estomacal, tentava escapar das perguntas sobre Iziane, mas no final também comentou a respeito da saída da colega de seleção. "Ela falou com todo o grupo, se desculpou, mas isso é passado. Levamos um grande susto, só que as regras estão aí para serem cumpridas por todos. Ela não teve uma postura correta", disse Érika, dando uma cutucada de leve na ala.

Até mesmo a diretora de basquete feminino da CBB, Hortência Marcari, falou sobre o caso, mesma de forma indireta. "Todas aqui conhecem nosso estilo de trabalhar. Aqui não é só entrar na quadra e jogar. Nada pode falhar", afirmou.

'Garantia' de emprego até 2016 tranquiliza Tarallo antes dos Jogos de Londres

Quarto treinador da seleção feminina de basquete neste ciclo olímpico, Luís Cláudio Tarallo já faz planos para prosseguimento do trabalho nas Olimpíadas de 2016, no Rio

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Nos últimos quatro anos, um dos cargos com maior rotatividade de pessoas no Brasil foi o de treinador da seleção feminina de basquete. Neste período, a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) e especialmente a diretora do feminino, Hortência Marcari, dispensaram nada menos do que três treinadores desde os Jogos de Pequim, em 2008: Paulo Bassul, o espanhol Carlos Colinas e mais recentemente, Ênio Vecchi.

Mas esta verdadeira "máquina de moer técnicos" não assustou o paulista Luís Cláudio Tarallo, o escolhido para o desafio de comandar a equipe nas Olimpíadas de Londres. E o motivo para isso foi uma garantia de emprego para os próximos Jogos, no Rio, em 2016.

"O que me deixou mais tranquilo foi justamente o fato de ser um trabalho a longo prazo. Quando acertamos a minha contratação, eu disse que seria muito difícil prometer qualquer resultado, iniciando um trabalho há apenas três meses, na prática. Mas a direção da CBB foi bem clara, ao dizer que estava assumindo não para o final de um ciclo olímpico, mas para o início do ciclo de 2016", afirmou Tarallo, que foi contratado em dezembro, logo após a demissão de Ênio Vecchi.

E foi pensando na tarefa que terá daqui a quatro anos, quando o Rio de Janeiro receberá a sede dos Jogos Olímpicos, que Tarallo começou já para as Olimpíadas de Londres um trabalho de renovação na equipe feminina. Mas segundo ele, tudo sem atropelos.

"Mesmo sabendo da dificuldade que representa uma Olimpíada, decidmos começar esta renovação, que um dia teria que começar mesmo, mas sem apressar o tempo da menina, tentando fazer de tudo isso um processo natural. Até por isso é necessária a presença de jogadoras mais experientes", comentou Tarallo. Para isso, ele conta com a armadora Adrianinha, de 34 anos, que disputará em Londres sua quarta edição de Jogos Olímpicos, a ala Karla, de 33 anos, e a pivô Érika, de 29.

Mesmo com esta "garantia" de emprego, Tarallo tem consciência que poderá ficar pelo caminho e não chegar à disputa dos Jogos do Rio. "Se a CBB decidir trocar, optar por outro treinador, aceitarei de forma tranquila. Se este projeto qeu eu iniciei agora der resultados lá na frente, já estará excelente", afirmou. Embopra tenha garantia da CBB que ficará até os Jogos de 2016, o contrato de Luís Cláudio Tarallo com a entidade vai até dezembro.

Hortência Marcari, diretora da CBB, reconhece a importância de se mesclar a presença de atletas experientes entre as novatas. "Sou contra a renovação total. Com 16 anos, era titular da seleção adulta. Eu e a Paula apanhamos muito e sentimos a falta de jogadoras mais rodadas ao nosso lado, nos orientando. Por isso, demoramos 18 anos para conseguir um título mundial", afirmou. Ela reconhece que a situação da seleção feminina atual é peculiar, mas indiretamente cobra um bom desempenho agora também. 'Eu não gosto de perder, nenhuma jogadora gosta. Mas temos que pensar nos nossos objetivos. Temos que ir bem aqui? Sim. mas também precisamos ir bem em nossa casa", avisou

Fonte: iG

Larissa e Bianca: os extremos de altura na seleção sub-17

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Não é só de gigantes que se forma uma seleção de basquete. As baixinhas também têm sua vez na equipe comandada por Janeth Arcain. Nos extremos do time estão a armadora Larissa Carneiro, com 1,65m, e a pivô Bianca Araújo, com 1,89m. As duas fazem parte da Seleção Brasileira Sub-17 Feminina, que está em Louveira, no interior paulista, treinando para o 2º Campeonato Mundial da categoria, que será realizado entre os dias 17 a 20 de agosto em Amsterdã, na Holanda. As jogadoras contaram como ingressaram no esporte da bola laranja e as expectativas para o futuro.
"Eu era catadora de material reciclável e frequentava o grupo jovem de uma Igreja em Santo André. Um amigo de lá sempre me perguntava se eu queria conhecer como que era o basquete. Então, ele me mostrou vídeos de Hortência, Paula e a Janeth jogando. Gostei e resolvi assistir um treino. O dia que peguei na bola de basquete soube que seria para sempre. Meu sonho é disputar uma olimpíada", frisou a pivô paulista, que defende o A.D. Santo André (SP).
"Na minha casa todos são atletas. Meu pai joga futebol e minha mãe e irmão basquete. Sempre ouvi a frase que tamanho não é documento, que se eu tivesse um bom arremesso, um corte rápido, além de um bom chute teria chances. Levei isso ao pé da letra e corro atrás do que acredito", contou a armadora do time do A.B. Presidente Venceslau (SP).
Apesar da diferença no tamanho, as duas possuem coisas em comum. Essa não é a primeira vez que elas defendem a camisa verde-amarela. Bianca e Larissa fizeram parte da conquista do título Sul-Americano Sub-15 do Equador, em 2011. As jogadoras falaram sobre a fase de treinamentos em Loveira.
"Essa é a segunda vez que fui convocada para defender a seleção. Apesar de ser uma categoria acima da minha, fiquei contente e quero aproveitar essa chance. Procuro me esforçar bastante durante os treinos, pois sei que só assim vou conseguir conquistar a vaga no grupo que vai para o Mundial", falou Bianca.
"A preparação está bastante forte aqui em Louveira. Durante os treinos, procuro prestar bastante atenção nos ensinamentos da Janeth. Ela é um grande ícone do basquete, além de ótima treinadora. Procuro fazer meu máximo visando o sucesso da equipe. Vou fazer tudo que estiver ao meu alcance para conquistar uma vaga entre as 12 jogadoras", destacou Larissa.
A seleção sub-17 permanece em Louveira (SP) até o dia 8 de agosto, quando embarca rumo a Itália onde disputa o Summer Tournament, entre os dias 10 e 12 de agosto.
Forma de Disputa
Durante a primeira rodada, as seleções se enfrentam dentro de seus respectivos grupos e as quatro melhores equipes avançam à fase eliminatória (quartas de final, semifinal e final). O atual campeão é o Estados Unidos, que levou o ouro em 2010, na França, na primeira edição da competição.
SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-17 FEMININA
NOME - POSIÇÃO - IDADE - ALTURA - CLUBE – UF

Bianca Araújo da Silva – pivô - 16 anos - 1,89m- A.D. Santo André (SP)- SP
Camila Pereira da Silva – ala - 17 anos - 1,74m- ADCF Unimed Americana (SP) – SP
Carla Patrícia Silva Lucchini – armadora - 16anos - 1,70m - DIVINO/COC/Jundiaí (SP) - SP
Caroline Fernanda dos Reis Oliveira – ala - 15anos - 1,76m - APAB Barretos (SP)- SP
Daphner Pezavento Porto – pivô - 17 anos - 1,90m- ADC Bradesco (SP) – SP
Izabella Frederico Sangalli – ala - 17 anos -1,84m - ADCF Unimed Americana (SP) – SP
Kananda Ribeiro Benedicto – ala/pivô - 16 anos -1,78m - A.C.E. Ourinhos (SP) – SP
Kawanni Silva Dantas Firmino – ala - 16 anos -1,84m - ADC Bradesco (SP) – SP
Laís Cristina Ferreira da Silva – ala - 17 anos- 1,71m - A.C.E. Ourinhos (SP) – SP
Larissa Jerônimo Carneiro – armadora - 15 anos -1,65m - A.B. Presidente Venceslau (SP) – SP
Letícia da Silva Marcelino – armadora - 17 anos- 1,65m - ADC Bradesco (SP) – SP
Ingrid Maia de Oliveira - lateral - 17 anos -1,68m - A.C.E. Ourinhos (SP) - RO
Maíra Fernanda de Andrade – pivô - 16 anos -1,85m - A.E. São José Basketball (SP) – SP
Monique Teresa Soares Pereira – pivô - 15 anos -1,87m - ADCF Unimed Americana (SP) – SP
Raphaella Monteiro da Silva – ala - 17 anos -1,83m – Mangueira (RJ) – RJ
Tayna Fernanda dos Reis – armadora - 16 anos -1,63m - APAB Barretos (SP) – SP
Vitória Maria Domingos Marcelino – pivô - 16anos - 1,78m - A.E. São José Basketball (SP) – SP
Comissão Técnica
Diretora: Hortência Marcari
Administrador: Paulo Henrique Mardegan
Técnica: Janeth Arcain
Assistentes Técnicos: Elias Rudek e Adriana Santos
Preparador Físico: Lucinei Carlos da Silva
Médica: Daniela Santini
Fisioterapeuta: Thayse Lins
PROGRAMAÇÃO
- TREINAMENTOS:

Período: 09/07 a 08/08
Local: Área de Lazer do Trabalhador Vereador José Finamore
Endereço: Rodovia Romildo Prado, s/n° – km1 –Louveira/SP
- SUMMER TOURNAMENT
Período: 10 a 12/08
Local: Itália
- 2º MUNDIAL SUB-17 FEMININO
Período: 17 a 20/08
Local: Amsterdã/Holanda

Seleção Sub-18 inicia segunda fase de treinos para a Copa América

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A Seleção Brasileira Sub-18 Feminina iniciou, neste sábado (21/07), a segunda fase de preparação visando a Copa América da categoria. Desta vez, os treinamentos estão sendo realizados na Arena Olímpica ‘João Mambrini’, em São Sebastião do Paraíso (MG). A equipe do técnico Júlio César Patrício permanece com os treinos no Centro de Treinamento da Base do Basquete Brasileiro até o dia 12 de agosto, quando embarca rumo a Gurabo, em Porto Rico, para as disputas da Copa América, entre os dias 15 e 19 de agosto.
"Nesta nova etapa estamos dando ênfase ao jogo coletivo e o contra-ataque. Além disso, estamos dando um importante destaque ao sistema ofensivo. Falta ainda acertar alguns pontos, mas agora é hora de treinarmos muito, evoluir e lapidar as jogadoras para entrarmos na competição com a melhor forma possível”, afirmou o treinador.
Na última sexta-feira (20/07), a seleção sub-18 realizou um jogo amistoso contra o time sub-17 masculino do UTC de Uberlândia (MG). Diante de uma partida bastante acirrada, as brasileiras foram superadas por 63 a 48, no jogo realizado no ginásio do Praia Clube.
“Podemos perceber uma evolução muito grande na equipe, desde o início da preparação. O UTC, além de ser mais forte fisicamente por ser masculino, já participou de competições muito importantes. Então, considerei esse jogo como uma grande evolução. Avaliamos que o time apresentou algumas mudanças em comparação ao jogo anterior. A equipe está em uma evolução constante. Gostei de ver o desempenho do grupo diante de um time tão experiente”, analisou Júlio.
Entre os destaques da equipe feminina estão a ala-pivô Vanessa Gonçalves, a Sassá, com nove pontos, e a ala Estela Arantes com oito pontos convertidos. Com 16 pontos, o cestinha da partida foi o armador Igor do Nascimento, que já defendeu a Seleção Brasileira Sub-15 Masculina.
Seguindo com o planejamento técnico, o grupo nacional enfrenta a equipe feminina adulta de Franca (SP), em mais jogo-treino. A partida será realizada na Arena Olímpica de São Sebastião do Paraíso (MG), no próximo sábado (28/07), às 10h.
A Seleção Brasileira Sub-18 Feminina está no grupo 'B' da Copa América, junto com Canadá, México e Porto Rico. Na chave ‘A’ se enfrentam Estados Unidos, Argentina, República Dominicana e Colômbia.
SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-18 FEMININA
NOME - POSIÇÃO - IDADE - ALTURA - CLUBE – NATURALIDADE

Carolina dos Santos Ribeiro - armadora - 17 anos - 1,65m - A.E. São José Basketball (SP) - SP
Gabriela Martins de Oliveira - armadora - 18 anos - 1,64m - S.E.R.C. Santa Maria/ São Caetano (SP) -SP
Ana Carolina Calixto Demori - armadora - 17 anos - 1,64m - ADCF UNIMED Americana (SP) - SP
Ingrid Santana Vasconcelos - pivô - 18 anos - 1,85m - ADC Bradesco/Osasco (SP)- PE
Natalia Maria Hausmann - ala/armadora - 17 anos - 1,67m - Pindamonhangaba (SP) - SP
Estela Arantes Gregório - ala - 17 anos - 1,78m - A.E. São José Basketball (SP) - SP
Maria Cláudia Fonseca Teixeira - ala - 18 anos - 1,79m - Divino/COC/Jundiaí (SP) - MA
Bruna Werberich - ala - 18 anos - 1,75m - ADC Bradesco (SP) - PR
Isabela Ramona Lyra Macedo - ala - 18 anos - 1,80m - Divino/COC/Jundiaí (SP) - RJ
Caroline Gnan Ficher - ala - 18 anos - 1,79m - College of Eastern Utah (EUA) - SP
Ana Carolina da Silva Borges - ala - 18 anos - 1,78m - A.E. São José Basketball (SP) - SP
Vanessa Fausto Gonçalves - ala/pivô - 17 anos - 1,86m - A.D. Santo André (SP) - SP
Thamara Silva de Freitas - pivô - 17 anos - 1,91m - Divino/COC/Jundiaí (SP) - RJ
Alana Schossler Arias - pivô - 17 anos - 1,92m - Palm Beach State (EUA) - RS
Maria Carolina Ferreira de Oliveira - pivô - 17 anos - 1,88m - ADCF UNIMED Americana (SP) - SP
Martha Silva Imoniana - pivô - 18 anos - 1,85m - ADC Bradesco (SP) - SP
Média de idade = 18 anos
Média de altura = 1,77m
COMISSÃO TÉCNICA
Diretora: Hortencia Marcari
Administradora: Andréia Luisa Cavalcante Lopes
Técnico: Júlio César Patrício
Assistente Técnico: Bruno Guidorizzi
Assistente Técnico: Elvis Luís Pinto
Preparador Físico: Paulo Augusto Martignago
Médica: Paula Miranda
Fisioterapeuta: Ana Carolina Faleiros
Fisiologista: Rafael Fachina
Nutricionista: Emy Takahashi
- COPA AMÉRICA SUB-18 FEMININA
Grupo “A”: Estados Unidos, Argentina, República Dominicana e Colômbia
Grupo “B”: Canadá, Brasil, México e Porto Rico
Local: Gurabo/Porto Rico
Período: 15 a 19 de agosto de 2012

terça-feira, 24 de julho de 2012

Iziane dispara contra CBB e diz achar situação 'normal' (Imirante)

Paulo de Tarso Jr

“A vida continua”. Este é o pensamento da ala maranhense Iziane Castro, cortada da Seleção Brasileira feminina de basquete que disputará a Olimpíada de Londres. A atleta, que foi desligada do grupo olímpico pela Confederação Brasileira de Basquetebol (CBB) por “ato de indisciplina” concedeu entrevista exclusiva na manhã desta terça-feira (24) ao programa Ponto Final, da Mirante AM e comentou sobre o corte.

Ciente do erro que cometeu ao ter levado o namorado para o quarto na concentração da Seleção Brasileira, Iziane disse achar “normal” esse tipo de comportamento. A jogadora disparou contra a punição “muito severa” imposta pela CBB. Para Iziane, o seu corte da Seleção Brasileira foi algo “fora do normal”.

“Ter uma punição como esta eu nunca vi acontecer. Moro nos Estados Unidos há dez anos, jogo fora do Brasil há onze e, para mim, é muito normal você ter seus familiares com você. Não é uma coisa que atrapalhe. Só no Brasil que a gente não pode ter ninguém [na concentração]. Para mim, isso é natural. Acho que foi muito severa [a punição]. Já vi jogadora bater em técnico e ser suspensa, ter salário descontado, mas ser expulsa do time por uma coisa dessa, eu achei fora do normal”, disse.

Confira os principais pontos da entrevista de Iziane.

Reação das companheiras

“Quem falou com elas [as jogadoras] foi a comissão técnica inteira, e eu só fui chamada depois porque eu pedi para falar com elas para pedir desculpas para todas elas juntas. Elas não falaram nada comigo. Não sei se foi proibido ou não elas falarem comigo. As únicas pessoas com que eu falei foram a Clarissa e a Silvinha. As demais, eu não tive contato com nenhuma delas”.

Olimpíada de 2016

“Acho que é uma coisa para se pensar. Dediquei oitenta dias da minha vida para a Seleção Brasileira. Vesti a camisa. Deixei minha vida de lado, deixei oportunidades melhores de trabalho para mim para me dedicar. É uma coisa para se pensar no futuro e vamos ver. Tudo vai depender de vários fatores daqui para frente”.

Maranhão Basquete

Vou sim [estar no Maranhão Basquete]. O nosso projeto continua firme e forte. Não tem por que a Seleção Brasileira influenciar nesse projeto. Não tem porque mexer nisso. Vai ser uma equipe mais forte, para a gente chegar a uma final e conseguir um campeonato para o nosso Estado. Nosso projeto está pronto, já temos todos os patrocínios, tudo pronto. Espero que isso não afete por que foi uma punição um pouco forte para o que aconteceu. Não tem por que afetar um projeto como o Maranhão Basquete apesar de eu ser um dos carros-chefe da equipe”.

WNBA

“Ainda estou esperando meu agente me comunicar. Até o fim do mês, devo saber as possibilidades para jogar em algum lugar”.

Futuro

“Agora a vida segue. Eu cheguei até aqui e não foi com favor de ninguém. Foi com muito trabalho. Acho que é isso que vale e o apoio de tanta gente. A gente continua o trabalho e assim vai”.

Fonte: ImiranteEsporte.com

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Hortência blinda jogadoras e diz que caso Iziane é passado (TERRA)

CELSO PAIVA
 
No desembarque da Seleção Brasileira feminina de basquete em Londres, para a disputa dos Jogos Olímpicos, a diretora das Seleções femininas da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Hortência, falou a respeito do corte da ala Iziane. A ex-jogadora fez questão de blindar as integrantes da equipe verde e amarela sobre o assunto e assumiu a responsabilidade, dizendo que o fato já é "passado" no grupo.
 
Convocada para Seleção para disputar a Olimpíada na capital britânica, Iziane foi cortada da equipe por ter levado o namorado à concentração durante a série de amistosos realizados em território europeu. O fato provocou indignação por parte da comissão técnica, que decidiu pela saída da atleta.

Sempre questionados sobre o assunto, o técnico Luiz Cláudio Tarallo e as atletas evitaram comentar o caso e jogaram a responsabilidade para Hortência. "Ela (Iziane) foi lá, foi conversar com a gente. O que ela conversou tem que ficar lá, eu não tenho autorização para ficar falando nada. Se vocês quiserem saber alguma coisa, a Hortência está ali. Chega nela e pergunta, porque eu não sou autorizada a falar nada disso", disse a pivô Érika.

Indagada sobre o assunto, Hortência afirmou que o caso Iziane faz parte do passado e o foco tem que ser na Olimpíada. "Ela estava se encaixando, estava treinando bastante. Teve um problema de indisciplina, só isso. A gente não fala mais desse assunto, porque além de já ter passado, a importância dessa Olimpíada e o sonho tem que ser muito maior que qualquer outro problema que possa acontecer ou já aconteceu. O foco é a Olimpíada. Esse é o nosso potencial e a coisa mais forte que a gente tem. Um basquete alegre, descontraído, forte e firme", disse.

"O maior sonho nosso é a Olimpíada. Então nós já deixamos os problemas para trás, o que a gente tinha ficou para trás. Dentro da quadra, o problema é do treinador, não posso falar sobre isso", completou Hortência.

De acordo com a diretora das Seleções femininas da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), todas as jogadoras sabiam que era proibido levar familiares na concentração. Hortência disse, inclusive, que essa regra existe desde a época em que era jogadora.

"Esse assunto já está totalmente falado, não vou falar sobre isso. A confederação fez essa regra. Tem a hora certa para se fazer isso: o período de folga. Isso foi falado várias vezes para as atletas. Isso é regra do atleta de convivência em equipe, desde a minha época é assim. Não tem muito segredo", afirmou Hortência, dizendo que as outras atletas fizeram o mesmo, mas nos momentos de folga. "As outras jogadoras levaram suas famílias no período de folga. A Adrianinha levou o marido e filhinha dela e outras jogadoras também fizeram, mas isso lá no Brasil".

A Seleção Brasileira desembarcou em Londres às 10h10 (de Brasília), após uma série de amistosos na Europa. Foram três partidas de preparação, com derrotas para Austrália e França e vitória sobre a China.

Sobre um possível perdão de Iziane, Hortência disse que não teria problemas em tratar do assunto com a atleta, mas afirmou que é preciso "preservar o grupo". "O fato aconteceu durante a madrugada, as meninas estavam todas dormindo. Na manhã seguinte a Iziane conversou com todas as atletas, disse que tinha errado, pediu desculpas, mas ela infringiu uma regra. Eu a perdoaria como pessoa, mas infringiu uma regra e tenho que preservar o grupo".

Fonte: Terra