sábado, 23 de janeiro de 2010

Time de Clarissa e Izabela perde e está eliminado da Taça da Liga Portuguesa

Jogando a semifinal hoje da Taça da Liga Feminina, o Vagos, das brasileiras Izabela e Clarissa, não resistiu ao Boa Viagem e perdeu por 78 a 64.

Dada a necessidade, a pivô Clarissa saiu do banco e foi para o sacrifício. Em 16’, marcou 13 pontos e 7 rebotes.

Izabela jogou 39’, mas não repetiu a boa atuação de ontem (alguns lances estão disponíveis no youtube – veja aqui) e teve apenas 5 pontos e 3 rebotes.

Bassul está praticamente fora, diz presidente da CBB (Gazeta Esportiva)

Definido o argentino Ruben Magnano como novo treinador da seleção brasileira masculina, a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) agora foca as atenções na escolha do técnico da seleção feminina. Alegando que o cronograma de 2010 já começa a ficar atrasado, o presidente da CBB, Carlos Nunes, disse querer resolver a questão "nos próximos 15 dias" e revelou que, neste momento, Paulo Bassul, é o nome menos cotado para o cargo - o brasiliense comanda o time nacional desde o segundo semestre de 2007.

Coordenadora das seleções brasileiras femininas, Hortência Marcari esteve na Europa no início deste ano, a fim de conversar com jogadoras brasileiras e estabelecer negociações com um técnico espanhol e um italiano. "As negociações com o italiano estão difíceis e está mais entre o espanhol e o Bassul, sendo o Bassul está praticamente descartado", confessou Nunes, que entregou a decisão à Rainha do basquete. O espanhol é Carlos Colinas, especialista em divisões de base.

O dirigente também aproveitou a oportunidade para defender Hortência das críticas dos treinadores brasileiros - após levar o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva ao título brasileira na noite da última quinta, o técnico Edson Ferreto criticou a ex-jogadora por não acompanhar a decisão contra Ourinhos no ginásio e por considerar que ela está desmerecendo os comandantes brasileiros.

"Entendo o lado do Ferreto, mas não acho bom ele sair falando essas coisas em um momento que queremos agregar o basquete brasileiro. Ele poderia ter convocado uma reunião para conversar comigo sobre isso", afirmou o dirigente, certo de que a Hortência é a escolha certa para o comando das seleções femininas.

"Quem tem a bagagem dela, as portas abertas como a Hortência no mundo do basquete? Quando fomos para a Europa, teve gente querendo tirar foto com ela no aeroporto de Barajas ( Espanha), ela é muito conhecida", destacou.

Sobre sua própria ausência na decisão do Nacional feminino, Nunes se justificou. "Houve uma assembleia do COB no Rio na quinta à tarde e, apesar de eu ter pedido dispensa, o Carlos Arthur Nuzman(presidente do COB) não me liberou. Ainda assim eu comprei passagem para o começo da noite, mas a reunião se estendeu eu perdi o voo", contou, prometendo fazer uma visita aos times como forma de compensação.

Fonte: Gazeta Esportiva

Bassul fora (Diário de São Paulo)

Presidente da Confederação confirma que seleção será mesmo comandada por um estrangeiro

Alessandro Lucchetti

O basquete feminino brasileiro também será entregue a um treinador estrangeiro. O presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Carlos Nunes, resolveu dar fim a uma novela mantida por Hortência. A diretora das seleções femininas da CBB prolongou à exaustão uma situação indefinida. Antes mesmo da Copa América, disputada em setembro passado em Cuiabá, Hortência afirmava que a permanência de Paulo Roberto Bassul era incerta. “Bassul está descartado. A decisão final cabe a Hortência. A contratação do italiano é menos provável. O espanhol está sendo avaliado por ela”, disse o dirigente ontem.


O espanhol em questão é Carlos Colinas, nome que se fortalece por um dos motivos que levaram a CBB a contratar Rubén Magnano para comandar o basquete masculino: um bom trabalho na base. Colinas coordena as divisões inferiores espanholas. Ele tem no currículo a medalha de prata no Mundial Sub-18 da Sérvia (2007) e o título europeu da categoria. Cabe lembrar que Bassul dirigiu o Brasil na conquista da prata do Mundial Sub-21 de 2003.

Fonte: Diário de São Paulo

Marcelinha na Estrela Solitária

Revelação do basquete pernambucano troca a Ilha do Retiro pela General Severiano, no Rio de Janeiro

marcelinha Desde que começou a ser convocada para disputar o Campeonato Sul-americano de basquete pelo Sport, em 2007, Marcelinha Rocha despertou o interesse do Botafogo-RJ. Passaram-se dois anos e o clube carioca ainda mantinha o desejo de tê-la em seu elenco. No fim do ano passado, veio a proposta oficial para a pernambucana que, com total apoio da família, aceitou o desafio de se transferir para o clube da Estrela Solitária, com apenas 16 anos.

A viagem acontece nesta terça-feira. Nos primeiros dias no Rio de Janeiro, a armadora terá a companhia da mãe, a autônoma Márcia Rocha. Depois de instalar a filha, Márcia retorna. Já Marcelinha assume a responsabilidade inerente aos atletas que optam em morar longe de casa. "Já sei que vou estudar no Colégio Santa Mônica. Como não acertei nada sobre a moradia minha mãe vai comigo. O contrato também vou assinar quando chegar lá. Sei que vou sentir muita falta do chamego da minha família. Tomara que eles possam me visitar sempre", declara a jogadora.

A mudança se deu, sobretudo, pela vontade que Marcela tem de um dia ser convocada para a Seleção Brasileira. Estando num grande centro da modalidade, ela acredita que o caminho se tornará mais fácil. "O basquete carioca tem outro nível técnico. É mais estruturado e também tem mais competições. Acho que vou estar mais perto de chegar a uma seleção", explica Marcelinha, que deu os primeiros passos no basquete graças a uma tia na quadra do Colégio Auxiliadora. Aos 11 anos, começou a defender as cores do Sport.

Seu rendimento nas categorias de bases de Leão logo chamaram a atenção do então treinador, na época, Roberto Dornelas. Em 2008, fez parte do grupo leonino que disputou o Campeonato Nacional adulto. No time do Botafogo, Marcelinha será dirigida por Orlando, mais conhecido pelo apelido de Alfinete.

Fonte: Diário de Pernambuco

UMMC e Spartak Moscow se classificam para a final da Copa da Rússia

Na semi-final da Copa da Rússia, o UMMC Ekaterinburg venceu o Nadezhda por 72 a 38. Pelo UMMC, Candace Parker, cestinha da partida, marcou 15 pontos. Deanna Nolan marcou 12 pontos. Pelo Nadezhda, Elena Baranova marcou 12 pontos e pegou 8 rebotes.

Na outra semi-final, o Spartak Moscow venceu o Vologda-Chevakata por 102 a 72. Pelo Spartak, Sylvia Fowles marcou 14 pontos. Sonja Petrovic e Diana Taurasi marcaram 13 pontos, cada uma. Pelo Vologda-Chevakata, Irina Sokolovskaya marcou 18 pontos e pegou 7 rebotes.

Izabela é cestinha em vitória na Taça

news adv fem 83 A ala Izabela foi a cestinha da fácil vitória do Vagos sobre o ESSA, por 77 a 38.

O jogo foi válido pela primeira rodada da Taça da Liga Feminina, que reune na cidade de Vagos as oito primeiras colocadas ao final do turno da Liga Portuguesa.

Iza teve 27 pontos, 8 rebotes e 3 assistências.

O clube segue desfalcado de Clarissa.

Hoje, o Vagos decide vaga na final contra o Boa Viagem.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Peneira em Araçatuba e Votorantim

Araçatuba

No dia 23/01/2010, das 14h às 17h, realizaremos um encontro de basquete feminino, com meninas nascidas no ano de 1991 (juvenil).

O evento acontecerá no ginásio de esportes "Vavá", anexo ao ginásio principal "Plácido Rocha", situado à Rua Francisco Braga, snº - Bairro Bandeiras - Araçatuba/SP. Ponto de referência: rodoviária.

Orientações:
1- Trazer roupa adequada para a prática do basquete.
2- Trazer RG e estar acompanhada pelos pais ou responsável legal.

Fones para contato:
Fabiano - (18) 9145-1133
Giovana - (18) 9103-3505


Votorantim

A Associação dos Amigos do Basquetebol de Votorantim, estará realizando uma seletiva para formação de equipes de basquetebol feminina, que representarão a cidade no Campeonato Paulsita, Jogos da Juventude e Jogos Regionais 2010.
Marcado para esta sexta-feira, 22/01/2010, a partir das 14h30, no Gin. do Cermaq, localizado na Rua Agenos Augusto Lins, snº - Bairro do Rio Acima - Votorantim/SP.
A seletiva será para garotas nascidas em 1999, 98, 97, 96 e 95. As atletas deverão comparecer com o RG ou Certidão de Nascimento e com roupa para treino.
Maiores informações, com Paulo César pelo te. (15)3016-5152 ou Clayton (15) 8119-5266.
As equipes da Associação receberão apoio para a temporada 2010 da Prefeitura Municipal e Sesi de Votorantim, Colégio Bela Alvorada, Academia JUMP e Laborlife Academia.

Com pouca perspectiva de continuar na seleção, Bassul se fixa em Barueri

Paulo Roberto Bassul, técnico da seleção brasileira feminina de basquete na Copa América de 2009, não dá sinais de estar na rua da amargura, à espera de um chamado de Hortência, a diretora das seleções femininas da CBB. A ex-jogadora ainda não decidiu se Bassul manterá o cargo ou não. Sua prioridade é a contratação de um treinador estrangeiro. Enquanto isso, o treinador se dedica ao trabalho de estruturar as equipes de base de Barueri. Ele assinou contrato de três anos com a secretaria de esportes desse município e já tem moradia na cidade.

“Não cabe a mim dar o próximo passo. As pessoas me perguntam se vou deixar o cargo. Mas vou deixar o quê? Estou numa janela contratual. A seleção não está em atividade.”

Bassul explica que Hortência havia lhe pedido, no final do ano passado, para que não conversasse com nenhuma equipe interessada em sua contratação, porque ele estava nos planos da CBB. “Esperei dois meses e não tive resposta. Aceitei esta proposta de Barueri. Ela é compatível com o cargo de técnico da seleção. Não tenho carga horária a cumprir. Sou coordenador e consultor do projeto”, afirmou.

O técnico não quer que sua atividade em Barueri seja usada como argumento para ser desligado da seleção brasileira.

Hortência promete o último capítulo da novela para o fim do mês. Bassul diz que não se angustia, mas manifesta contrariedade com a origem do problema: Iziane, que se recusou a jogar durante o Pré-Olímpico e foi afastada pelo técnico. “O que me deixa desconfortável é o motivo da mudança. Meu trabalho na Copa América foi bem avaliado. Consultado por Hortência, não vetei o retorno dela à seleção, mas Iziane declarou que não voltaria enquanto o treinador fosse eu. Depois disso, tudo mudou. Numa equipe, depender de um atleta é indesejável. Numa seleção, é inaceitável”.

Fonte: Diário de São Paulo

Gilmara, MVP

20100122_102425_2201_Gil_MVP_gde O ano de 2010 não podia ter começado melhor para a pivô Gilmara Justino, do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva. Além de ter conquistado o título inédito do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF), a atleta de 28 anos, foi eleita a MVP da competição. Além dessas conquistas, Gilmara ainda foi a autora da cesta que definiu a vitória de Catanduva sobre Ourinhos por 60 a 59, no último segundo de jogo. Os números confirmam a boa campanha de Gil na competição. A pivô de Piracicaba teve médias de 15.4 pontos, 9.7 rebotes e 17.6 pontos de eficiência. Menos de 24 horas após a conquista do título, Gilmara relembra a emoção de subir no degrau mais alto do pódio, da alegria da vitória e do orgulho de ter sido considerada a melhor jogadora do campeonato.
 
— Foi muito gostoso ver Catanduva ser campeã. A comemoração também foi linda, os torcedores vibraram com a gente e no final entraram em quadra para participar da festa. Graças à dedicação e ao talento de toda a equipe conquistamos a vitória. Se não fosse a união do time e a vontade de vencer, somado ao fato de nunca desistirmos e nem desacreditarmos no nosso objetivo, não teríamos conseguido fechar a série em três a zero. Estou muito contente com o resultado inédito que conquistamos para Catanduva.
 
Sobre o título de MVP do Nacional, Gilmara destaca a importância de um prêmio como esse e agradece o apoio de suas companheiras de equipe.
 
— É maravilhoso e muito especial ser coroada como a melhor jogadora de uma competição desse nível. É a recompensa pelo meu trabalho. Tenho consciência de que dei o máximo de mim em todas as partidas. A equipe inteira treinou muito e batalhou para que o resultado fosse positivo. Mas não esperávamos uma série rápida, nos preparamos para cinco partidas. Graças a toda equipe e a minha dedicação acredito que foi bastante merecido Catanduva ter levantado à taça de campeão e eu o titulo de MVP — concluiu a pivô.

Nacional feminino de basquete acaba sem revelações

Falta de atenção à base e campeonato curto e com poucos times são, para técnicos, algumas das explicações para isso
Catanduva ganha sua 1ª taça ao derrotar Ourinhos, e CBB promete implantar plano de marketing para que clubes invistam mais em jogadoras

catanduva

JOSÉ EDUARDO MARTINS

O Nacional feminino de basquete chegou ao fim com um problema recorrente: nenhuma jogadora teve destaque marcante na competição.
A constatação vem dos próprios técnicos do torneio, vencido ontem pelo Catanduva, que obteve uma inédita taça ao superar em casa o pentacampeão Ourinhos por 60 a 59, fechando o mata-mata em 3 a 0.
Para explicar a escassez no país de novos talentos, os treinadores têm algumas teorias.
Segundo Edson Ferreto, que pelo quinto ano consecutivo comanda o time de Catanduva, a causa pode ter sido o curto período de disputa do campeonato, que teve aproximadamente dois meses de duração.
"É difícil ter uma [revelação] em um campeonato assim. No Brasil, não há uma competição em que você possa refinar e revelar uma jogadora. O Paulista e o Brasileiro, logo quando começam, terminam. Não é em um jogo ou em uma semana que se revela uma atleta."
Outro motivo apontado é a pequena quantidade de times. Foram oito, número inferior ao de outras competições nacionais -o torneio masculino de basquete tem 14 equipes, a Superliga feminina de vôlei, 13 clubes, e a masculina, 17.
"É pouco time para revelar, criando um pequeno mercado de trabalho. Quando dá aquela afunilada para você montar a equipe, ficam as jogadoras do time adulto, e as jovens da base perdem espaço", diz Urubatan Paccini, técnico do Ourinhos.
A falta de ligação entre o trabalho desenvolvido nas categorias de base com os times adultos é ressaltada por Paulo Bassul, técnico da seleção brasileira na Copa América de 2009.
"Os clubes que estão em evidência não têm uma equipe juvenil forte, como acontecia antigamente. Dessa maneira, fica difícil aparecer novas jogadoras", argumenta Bassul.
Treinadora do Santo André, equipe que tradicionalmente revela talentos, Laís Elena é mais dura em sua avaliação.
"Nós não estamos com muitas jogadoras novas que tenham um potencial tão grande. Pelo menos nesta geração."
O alto número de erros no campeonato comprova o baixo índice técnico. Por exemplo, no primeiro jogo da decisão, na segunda-feira, foram 31 arremessos errados da linha dos três pontos e 54 falhas nos de dois pontos. Como comparação, a final olímpica em Pequim-2008, entre EUA e China, apresentou 66 erros -22% a menos.
Para elevar a qualidade do Nacional, a CBB (confederação brasileira) promete implantar um plano de marketing para diminuir os gastos administrativos dos clubes, que poderiam investir mais nas jogadoras.

MADURAS: FINALISTAS TÊM IDADE MÉDIA ALTA
Outra possível explicação para a falta de revelações no Nacional feminino é a alta média de idade dos clubes do campeonato. Os finalistas, Ourinhos e Catanduva, por exemplo, têm times com média de idade de 25,5 anos.

Frase
"Foi um jogo de muitos erros. Sabíamos que seria uma partida dura, mas no final não teve bola perdida. Agora é comemorar"
GILMARA
jogadora do campeão Catanduva

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Frases para encerrar o campeonato – Catanduva 60 x 59 Ourinhos

319b 1) Felizmente ao encerramento do campeonato a partida foi bem melhor que as demais.

2) É animador perceber algumas novas (e ainda tímidas) presenças num cenário que já começa a cheirar mofo. Foi legal ver as meninas Jenifer e Mariana, ambas de Ourinhos.

3) A armadora Ângela tem uma boa visão de jogo, mas ainda é crua e precisa de um trabalho físico que lhe dê maior velocidade. Hoje foi batida facilmente por Gattei algumas vezes. A armadora de Catanduva, por sua vez, teve uma partida muito boa (9 pontos, 8 assistências).

4) A partida e as finais trazem as dúvidas do que ainda pode o trio Micaela, Mamá e Kelly, de Ourinhos, engolidas por uma constante alternância de bons e maus momentos.

5) Na mesma linha, os treze minutos de Ísis fazem pensar o que ela poderia se tivessem zelado melhor dela.

6) Gilmara (11 pontos, 8 rebotes) foi dona do lance decisivo do campeonato e merecidamente ficou com o título de MVP.

7) Fernanda Beling completou a final jogando um basquete abaixo do usual e da crítica.

8) Repito que gosto da menina Joice, mas ela esteve alopradíssima hoje.

9) Karen começou muito bem a partida de hoje, mas se perdeu em faltas e em muitos erros de arremesso.

10) A irmã Sílvia não fez das melhores partidas hoje, mas teve um campeonato elogiável.

9) Desculpem-me a chatice, mas como as jogadoras ainda conseguem escutar os tempos do Ferreto? Já estava torcendo para o SPORTV suprimir aquele áudio com música de elevador.

10) E assim como aconteceu na final do ano passado, aquele garrafão de sidra é algo meio tosco, não?

11) Ao final, os técnicos deram uma detonada na arbitragem e Ferreto soltou nova carga contra Hortência, que deveria estar lá, bem como os demais técnicos e dirigentes da CBB.

12) Encerrado o campeonato e em meio a esse turbilhão de acontecimentos, parece o momento ideal para discutir a modalidade, o que se produz aqui e principalmente o que deve melhorar.

13) Parabéns, Catanduva!

Divulgados os confrontos das oitavas-de-final da EuroLiga

IMG_0244 A FIBA Europa divulgou hoje a classificação final da primeira fase da EuroLiga.

A primeira colocação ficou com o timaço do Spartak (Rússia), que manteve-se invicto.

Foi seguido de perto pelo rival local Ekaterinburg, que teve apenas uma derrota.

Campanha idêntica teve o Wisla, de Iziane, que ficou em terceiro.

O Ros Casares, de Érika, vem logo atrás, na quarta colocação.

O Taranto de Zaine ficou em nono.

Com essa classificação, o Wisla conseguiu um bom cruzamento nas oitavas. Pega o húngaro Pécs, antigo time da pivô Graziane (alguém tem notícias dela?). O clube teve apenas quatro vitórias na competição e o maior destaque é a local Anna Vadja. Conta ainda com as americanas Kelly Mazzante e Nicole Ohlde.

O rival do Ros Casares também não assusta demais. O tcheco USK Praha teve cinco vitórias, apesar do bom elenco composto pela MVP do último Europeu, a grega Evanthia Maltsi, as americanas Lindsay Whalen e Cathrine Kraayeveld, as letonas Ieva Kublina e Zane Tamane, mais a francesa Sandra Le Dréan, a croata Sonja Kireta e a jovem Katerina Elhotova (enfim um talento local).

Já a missão do Taranto é algo mais complicada. O time encara o turco Fenerbahce, da australiana Penny Taylor e que ainda tem como destaques a canadense Tammy Sutton-Brown, a americana Nicole Powell e a grande jogadora do basquete local: Nevriye Yılmaz.

Os demais confrontos são:

Spartak Moscow Region X Lotos Gdynia
UMMC Ekaterinburg X Galatasaray
Halcon Avenida X Bourges Basket
Rivas Ecópolis X Frisco Sika Brno
Beretta Familia Schio X Good Angels Kosice

Lá na Colina

Fábio Balassiano apresenta um dos possíveis nomes para substituir Bassul: o espanhol Carlos Colinas (Um dos nomes da CBB).

O fato curioso é ser ele um técnico com currículo nas divisões de base.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Brasileiras vencem na rodada final da fase de classificação da EuroLiga

erikaturquia Com 14 pontos e 9 rebotes da pivô Érika de Souza, o Ros Casares (ESP) arrasou o Galatasaray (TUR) por 77 a 47 (44 a 22), no Pabellon Municipal Fuente de San Luis, em Valencia, na Espanha, pela rodada final da fase de classificação da EuroLiga.  A brasileira atuou por 25’. A cestinha do time foi Amaya Valdemoro (21). O clube ficou na segunda colocação do grupo “A” da EuroLiga com 18 pontos (oito vitórias e duas derrotas).
 
O time turco teve 20 pontos de Sophia Young e esteve desfalcado de Yelena Leuchanka, com lesão no joelho e de Jia Perkins, liberada por problemas familiares. Mas o clube terá um poderoso reforço nos próximos jogos: a americana Tamika Catchings.
 
Na mesma chave, o Cras Basket Taranto (ITA), da pivô Zaine David, derrotou o Halcon Avenida (ESP) por 81 a 53 (43 a 25), no Pabellon Wurzburg, em Salamanca, na Espanha. Zaine deixou a quadra sem pontuar, mas com quatro rebotes (15’). A cestinha foi Rebakah Brunson (20). A equipe italiana ficou em terceiro lugar com 16 pontos (seis vitórias e quatro derrotas).
 
No grupo “B”, Iziane Castro Marques foi a cestinha do time junto com a companheira Janel Burse na vitória do Wisla Can-Pack (POL) sobre o Gospic Croatia (CRO) por 85 a 84 (41 a 46) no Gradska Sportska Dvorana, em Gospic, na Croácia. A brasileira anotou 17 pontos e pegou quatro rebotes, em 19’. O Wisla Can-Pack terminou a fase de classificação em primeiro lugar com 19 pontos (nove vitórias e uma derrota).
 
As três equipes estão classificadas para as oitavas-de-final (melhor de três) da Euroliga. O primeiro jogo será no dia 2 de fevereiro.

Adriana Santos encerra carreira de atleta e inicia novo ciclo no projeto da Unimed

Adriana Santos Nesta terça-feira, Adriana Santos, medalha de ouro no Mundial (94), encerra sua brilhante carreira de atleta no basquete e assume, a partir de janeiro, uma nova função no Projeto de Basquete da Unimed, a de técnica das categorias infanto e juvenil de basquete feminino.

Adriana acumula títulos em uma carreira vitoriosa. Frequentou a seleção brasileira desde as categorias de base. Esteve presente nas conquistas mais expressivas da geração Paula e Hortência (ouro no Pan-1991 e Mundial-94; prata olímpica em Atlanta-96); e seguiu no grupo que conquistou o bronze, em Sydney-2000. Em 2002, após o Mundial da China, optou por afastar-se da seleção.

Pelos clubes, Adriana construiu uma carreira de respeito dentro do Brasil, defendendo grandes equipes. Por quase sete anos na Europa, a jogadora se firmou no basquete francês e teve destaque em uma temporada na Espanha. Na França, conheceu o marido, Virgil, preparador físico de sua antiga equipe.

Em 2006, já pensando em encerrar a carreira, voltou ao Brasil para realizar um sonho: voltar a defender a cidade de São Bernardo, onde nasceu, no Campeonato Paulista.

Após a passagem por São Bernardo, Adriana foi mãe. A pequena Luiza está, hoje, com dois anos e meio. Adriana freqüentou e escola de técnicos naFrança Brevet d'Etat e Centre Regional d'Education Physique et Sportive "CREPS DE TOULOUSE", mas a saudade das quadras logo falou mais alto; e, no início do ano, a ala não conseguiu recusar um convite para recuperar a forma num time da segunda divisão da França (o Istres), pelo qual se manteve em atividade até o final de abril.

Terminada a temporada, Adriana amadureceu a decisão de retornar ao Brasil. Vários fatores pesaram na decisão, mas a saudade da família foi o principal.

Em 2008, Adriana veio para Americana e integrou a equipe de basquete feminino da Unimed e disputou o Campeonato Paulista e Brasileiro de 2008 e 2009.

Com o término do Campeonato Brasileiro em janeiro deste ano, Adriana, que já tinha planos para sua carreira,  analisou uma oportunidade oferecida pela Unimed. A de iniciar uma nova carreira como técnica no Projeto de Basquete Feminino que a Unimed mantém desde 1998 e, desta forma, transmitir seus conhecimentos a esta geração de meninas, além, é claro, de continuar no esporte que tanto ama.

Para Adriana, a decisão foi muito difícil “encerrar a carreira é muito doloroso para qualquer atleta, e pra mim não está sendo diferente, ainda mais pra mim que estou há vinte e cinco anos jogando basquete. Mas agora, estou muito feliz em assumir esta nova função na Unimed, que tem um projeto muito bonito e bem estruturado e, é muito bom poder fazer parte disso. Este é um novo ciclo que inicio na minha vida e vou aprender muito nesta nova jornada. Eu tenho muita coisa positiva para poder passar para estas meninas. Tudo o que eu aprendi, meu conhecimento e minhas conquistas, transmitirei a elas. Estou muito feliz por ter assumido este desafio na minha vida”.

Apesar da grande experiência no basquete, Adriana disse que vai estudar muito e está se preparando para esta nova função “eu já tinha isso na minha cabeça há algum tempo, sabia que isso ia acontecer. Tudo o que eu consegui lá fora, na França, vou transmitir a elas. Eu sempre fui muito interessada no basquete e tenho muito material didático adquiri na França. Fora a experiência de jogo que adquiri. Lá, se estudava o jogo e o adversário”.

Adriana também está confiante no apoio que receberá “vou aprender muito com o Zanon e esta proximidade me deixa confiante. Estou encontrando minha filosofia de trabalho para poder passar meu conhecimento para estas atletas, mas vocês verão que minhas equipes vão ter a cara da minha filosofia”, concluiu ela.

Hortência não se incomoda com críticas: “Toda mudança gera polêmica” (Arena Sportv)

Hortência quer novo técnico antenado com o basquete mundial

A coordenadora do basquete feminino, Hortência, se defendeu nesta quarta das críticas de treinadores brasileiros. A dirigente, que busca no Exterior o novo técnico para a seleção, reclamou recentemente do nível dos comandantes no país. Em entrevista ao Arena SporTV, a ex-jogadora afirmou que não quis faltar com o respeito, apenas pediu mais qualidade e busca de conhecimento pelos profissionais:

– Toda mudança gera polêmica. Tem que haver essa mudança drástica para que as coisas melhorem. Se eu estou ocupando um cargo para seguir o que se fazia antes, então não vai mudar nada. Quero um técnico antenado com o que está acontecendo no mundo. Ele conhece a escola asiática? Como está jogando a República Tcheca? – declarou.

De volta ao Brasil, Hortência explicou que os nomes observados foram avaliados em reunião na Confederação Brasileira de Basquete. Ela não adiantou os candidatos, apenas reconheceu que tem uma preferência. Depois de quase três anos no comando da seleção, Paulo Bassul deixará o time. No entanto, ele deve seguir ligado à CBB.

– Isso não é desrespeito com o Paulinho. Não existe desrespeito, mas uma ansiedade para quem saber quem será. Temos olimpíada em 2012, outra em 2016 e não quero só participar. Espero ir bem – explicou.

A dirigente não vê problemas em um estrangeiro comandar a seleção feminina. Para a ex-atleta, a seleção masculina aprendeu muito com o espanhol Moncho Monsalve. Nesta sexta, o argentino Rubén Magnano será apresentado para trabalhar à frente da equipe dos homens. Na avaliação da coordenadora, precisa haver uma renovação de técnicos no Brasil.

– Estamos fazendo um intercâmbio com a Espanha que está muito bom. Não estou menosprezando nosso trabalho. Só cobro conhecimento. Não tenho nada contra a antiga geração de técnicos, mas precisamos de gente nova – observou.

Hortência disse ainda que a viagem à Europa serviu também para ela conversar com as atletas brasileiras. Além disso, a CBB quer ampliar a força política junto à Fiba.

Outro projeto é investir na formação dos treinadores das categorias de base. A ex-jogadora Janeth trabalha pelo país em busca de novas atletas e seguirá atuando como auxiliar da seleção principal.

Fonte: Zero Hora

Adriana Santos deve encerrar carreira como jogadora

A lateral Adriana Santos, aos 38 anos, deve mesmo deixar as quadras. A tendência é que passe a trabalhar como auxiliar de Luiz Zanon na VivoSabor/Unimed/Folhamatic.

Fonte: O Jogo – Zaramelo Jr

A Frase

“A grande diferença é que em todas estas equipes [seleções femininas de 1994, 1996 e 2000] havia um elemento comum e essencial numa equipe de basquete: jogadores de qualidade. E sinceramente, qualidade é o que mais falta nas jogadoras brasileiras.”

Marcelo Laguna, em abordagem também brilhante do tema Ferreto x Hortência, em post no seu blog.

 

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Jogo 2 – Ourinhos 61 x 76 Catanduva

20100119_660774_1901_Catanduva_gde A equipe do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva está a uma vitória do título do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009). Na segunda partida do playoff final (melhor de cinco), Catanduva derrotou o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos por 76 a 61 (40 a 28 no primeiro tempo), no ginásio Monstrinho totalmente lotado (2.108 pessoas). A cestinha do jogo foi a ala/pivô Fabiana Oliveira, de Catanduva, com 17 pontos, enquanto a principal pontuadora de Ourinhos foi a pivô Kelly com 14 pontos e 10 rebotes. Com o resultado, Catanduva lidera a série por dois a zero e só precisa de mais uma vitória para conquistar o título inédito. Já Ourinhos tem que ganhar os próximos três jogos para garantir o hexacampeonato.
 
— A nossa defesa mais uma vez foi fundamental para vencermos. Marcamos ainda melhor do que na primeira partida. Não tem como deixar de falar que ir para Catanduva com dois a zero na série nos dá uma certa tranqüilidade. Sabemos que Ourinhos tem uma excelente equipe e não vão entregar o título de mão beijada. Temos que manter a cabeça no lugar e ter determinação para fechar a série em casa — comentou a ala/pivô Fabiana, de Catanduva
 
— Estou muito disposta a virar essa série e acredito que temos condições. Agora é o momento do grupo se unir ainda mais para buscar as vitórias em Catanduva e trazer a decisão para Ourinhos. Estamos em desvantagem, mas não tem nada perdido — analisou a pivô Kelly Santos.
 
Catanduva e Ourinhos voltam a se enfrentar na quinta-feira no ginásio Anuar Pachá, em Catanduva (20h de Brasília). O SPORTV2 transmite ao vivo.
 
OURINHOS (17 + 11 + 18 + 15 = 61)
Angela (10pts), Karen (5), Micaela (10 e 8 rebotes), Tatiana (5) e Mamá (11 e 6 rebotes). Depois: Kelly (14 e 10 rebotes), Tayara (5) e Jennifer (1). Técnico: Urubatan Pacinni.
 
CATANDUVA (22 + 18 + 16 + 20 = 76)
Vanessa Gattei (13pts), Palmira (11), Sílvia (11), Fabiana (17) e Gilmara (13). Depois: Fernanda Beling (3), Êga (3 e7 rebotes), Ísis (0), Joice (5) e Roberta (0). Técnico: Edson Ferreto.