quarta-feira, 25 de abril de 2007

CLÁSSICO ABRE SEGUNDA RODADA DO FEMININO

A segunda rodada do turno da fase inicial do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2007 será aberta nesta quinta-feira (26 de abril), ás 20h00, com o confronto isolado entre São Bernardo/Metodista/Associação e Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, no ginásio Municipal Ubaldo Lago (CREC Baetinha), na cidade de São Bernardo do Campo (SP).

O duelo coloca em ação dois times que venceram na jornada de abertura: o representante do Grande ABC passou pela Unisanta/FUPES/Carina/LSB, mesmo atuando no Litoral; enquanto a equipe do Interior suplantou o Divino/COC/Jundiaí, jogando em seus domínios.

O jogo reúne jogadoras conhecidas, muitas com passagem pela Seleção Brasileira de base e adulta. São os casos de: Lilian, Tayara e Geisa, pelo representante de São Bernardo do Campo; Chuca, Lígia e Vanessa Gattei, pelo Colchões castor/FIO/Unimed/Ourinhos.

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Unimed-Unicred perde na abertura do Paulista

Em sua volta ao Campeonato Paulista de Basquete Feminino da Divisão Especial A-1, a Unimed-Unicred de Americana perdeu para Catanduva por 104 a 65 (19-26, 10-20, 18-30 e 18-15), na tarde deste domingo, no ginásio principal do Complexo Poliesportivo Milton Fenley Azenha - Centro Cívico. O resultado foi encarado com naturalidade pela técnica Mila Rondon. Enfrentamos um adversário forte e que marcou sob pressão durante todo jogo. Claro que precisamos melhorar, mas gostei bastante da postura das nossas atletas juvenis, comentou Mila.

Com 21 pontos, a ala-pivô Djane, da Unimed-Unicred, foi a cestinha do jogo deste domingo. Também jogaram pela equipe de Americana: Tayene (11 pontos), Babi (5), Aninha (2), Laylla (3), Ariani (5), Fabi (12), Danila (2) e Patty (4). Na segunda rodada, a Unimed-Unicred vai a Suzano para enfrentar o time local, em jogo marcado para o próximo dia 29, às 16 horas.

As pivôs Ega e Tatiana, contratadas semana passada, foram ao Centro Cívico para acompanhar a estréia da Unimed-Unicred. O aproveitamento das duas atletas na partida em Suzano depende do registro da documentação. Ammbas estavam jogando no basquete europeu. Com a Ega e a Tatiana será possível adotar outra tática, ressaltou Mila Rondon.

Pelos campeonatos estaduais das categorias de base, a Unimed conquistou quatro vitórias em jogos realizados sexta-feira e sábado: juvenil - 88x41 Santo André; infantil - 60x15 São José dos Campos; mirim - 71x44 Santo André e mini - 41x27 São José dos Campos.

domingo, 22 de abril de 2007

Barbosa, 20 anos de história nas quadras

Gabriel Pelosi


Com duas longas (uma de 9 anos e agora de 11 anos) passagens pela Seleção Brasileira feminina de basquete, o bauruense Antônio Carlos Barbosa é o técnico mais longevo no cargo. Somando 20 anos como treinador, Barbosa foi o responsável pela primeira convocação de duas das maiores atletas brasileiras e mundiais - Paula e Hortência.

Em julho ele disputará seu último Pan-Americano como técnico da seleção e ainda promete que se tiver todas as jogadoras à disposição fecha com chave de ouro sua passagem pela seleção, ou melhor, medalha de ouro. Em entrevista exclusiva ao Jornal da Cidade, Barbosa fala sobre a carreira como treinador, a aventura no meio político e a passagem como secretário de Esportes de Bauru.


Jornal da Cidade – Quando e onde foi a sua primeira participação em um Pan-Americano?

Antônio Carlos Barbosa – Minha primeira participação em um Pan-Americano foi como assistente técnico da Seleção Brasileira de basquete em 1971, na Colômbia. Naquele ano, a seleção tinha uma outra bauruense, a Jaci Guedes, e fomos campeões pan-americanos. Quando chegamos no Brasil foi uma festa, desfilamos em caminhão de Corpo de Bombeiros e tudo mais.


JC – Nessa época você já sonhava em ser técnico da seleção?

Barbosa – Já. Eu já sabia que eu estava no caminho.


JC – Você é um dos técnicos de seleção há mais tempo no cargo. Está no comando da seleção feminina de basquete há quanto tempo?

Barbosa – Eu tive essa primeira passagem como assistente técnico na seleção, mas eu nem calculo este tempo. Entrei em 71 e fui até 73 como assistente, quando tive que abandonar a seleção porque eu trabalhava no Sesi, em Bauru, e minha chefia não me liberava. Foi no Sesi que eu formei várias jogadoras de basquete que atuaram na seleção. Em 76 eu voltei para a seleção, desta vez como técnico. Eu fui chamado para fazer uma renovação na Seleção Brasileira, já que no ano anterior a equipe vinha de um mal resultado no Mundial da Colômbia, terminando em 11º lugar. Eu mantive algumas jogadoras e trouxe meninas como a Paula, com 14 anos, a Hortência, com 17...


JC – Então foi você quem convocou Paula e Hortência pela primeira vez para a Seleção Brasileira?

Barbosa – Foi. Elas começaram comigo em 1976. Então, quando eu passei a treinar a seleção, eu comecei do zero, com uma geração nova. Na minha primeira passagem na seleção como treinador fiquei nove anos. Não tive muitos resultados expressivos. Saí em 84 depois do pré-olímpico de Cuba, por um desgaste normal. Mas a base que eu formei ficou e foram jogando por muito tempo na seleção. Em 1990 eu resolvi parar de ser técnico. Eu era secretário da prefeitura, da Secelt, que envolvia esporte, cultura e turismo em uma só secretaria. Eu me empolguei com esse trabalho. Recebi convites de diversas equipes, mas não aceitei. Eu tinha um emprego no Estado, no qual eu me aposentei, que era garantia de um futuro para mim. Então, se eu saísse de Bauru eu perdia aquele cargo. Então não compensava muito. Em 1993 eu saí da prefeitura, trocou a gestão, eu tinha prestado um concurso da prefeitura para ser técnico de basquete e passei. O prefeito que entrou na nova gestão cancelou minha nomeação por eu não ter me afinado a ele politicamente. Uma represália. Foi para o meu bem, pois em agosto de 93 eu fui convidado para treinar a equipe de Piracicaba, que era uma das melhores equipes do Brasil. Dois anos depois fui chamado para ser técnico da seleção Brasileira, onde estou até hoje. Eu fiz um levantamento onde descobri que sou o técnico de Seleção há mais tempo no cargo entre masculino e feminino e com maior número de partidas internacionais, com 320 vitórias e 110 derrotas, 430 no total. Sou o recordista em participações em Sul-Americanos, oito, e Pan-Americanos. E tenho todas as minhas partidas relacionadas em meu computador, pesquisei na CBB e em recortes de jornais. Tenho 20 anos como técnico de seleção.


JC – Esse tempo todo no comando da seleção não causa um desgaste com jogadoras e até mesmo com a direção da CBB?

Barbosa – Olha, eu acho que a minha passagem como técnico foi muito boa nesse aspecto. Afinal, são 20 anos de Seleção e poucas vezes você ouviu falar em alguma rusga. Mas desgaste é normal, envolve muitos interesses em torno da seleção. Você pode ter desgaste com uma jogadora que você não convoca, com o empresário dela, com a jogadora que você convoca mas que fica no banco, então, são vários fatores para surgir desgaste. Mesmo assim eu acho que eu meu desgaste foi mínimo. Eu penso que meu maior desgaste tenha sido com uma parte da crônica, já que 80% desse pessoal viveu a minha fase na seleção. Então, toda frustração em termos de resultado, a culpa é do Barbosa. Além disso, no Brasil tem uma cultura de envelhecer a pessoa muito cedo. Muito cedo o cara vira gagá, superado. Tem pessoas que não entendem que, principalmente o técnico, fica bom conforme ele fica experiente, desde que eles esteja cercado de profissionais atualizados. No Mundial, no final do ano passado eu estava no meu limite e acho que fui muito agressivo em todas entrevistas coletivas que eu fazia depois do jogo. Eu sou uma pessoa muito simples, nunca fui estrela. A gente que é do interior tem uma formação diferente. Mas chega em um momento que você começa a se sentir injustiçado. Nós temos um basquete feminino que está longe de ser o melhor do mundo. Mas nós estamos entre os melhores do mundo, terminamos em quarto no Mundial. Será que a pessoa não consegue fazer uma análise: realmente nós temos jogadoras de tão alto nível para estar onde está, ou é o trabalho de uma comissão técnica? É esse tipo de falta de reconhecimento que me enche o saco.


JC – Como você avalia os adversários do Brasil no Pan do Rio de Janeiro?

Barbosa – Olha, esse Pan é uma competição muito esvaziada. Não adianta eu pintar uma coisa que não é. Você tem os Estados Unidos que vai vir com equipe universitária, mesmo assim não é fraco. Cuba vem com o time completo. O Canadá também deve vir sem jogadoras de NBA. A Argentina é um time que eu venho alertando que está crescendo, mas ainda acho que é uma seleção um pouco aquém do Brasil. O que vai depender, na verdade, são as jogadoras que eu puder ter na mão. Eu já tive uma boa notícia: Janeth vai jogar. Ótimo! Jogadora importantíssima. Agora, fico na expectativa. Vou fazer um tentativa com a Helen. A Alessandra tem uma situação mais complicada por conta do problema dela com a Confederação, e ficou uma situação incômoda. E ela mesma disse claramente que não quer mais jogar pela seleção. Então a Adrianinha, a Iziane, a Érica, elas estão na NBA. Eu vou tentar ver se essas jogadoras conseguem uma licença para disputar o Pan. Se nó tivermos todas elas eu posso dizer para você que nós temos grandes chances de sermos campeões pan-americanos. Sem essas jogadoras, teremos que jogar muito bem e saímos da situação de favoritos. As duas principais adversárias são Cuba e Estados Unidos.


JC – No final do ano passado, após o Mundial de Basquete, você foi muito criticado pela imprensa e até por jogadoras da seleção. Como você encara essas críticas depois de tantos anos como treinador?

Barbosa – A crítica, quando você fala imprensa são aqueles caras que são convidados para serem comentaristas. Você não viu nenhum repórter de imprensa escrita fazer uma crítica à minha performance como técnico de uma equipe brasileira. De onde vinha a crítica? Desses técnicos que não conseguiram chegar à Seleção Brasileira, então, eles ficam torcendo para aquele que está lá há tanto tempo tropeçar. Eles tem um interesse. Outros que lá estiveram e fizeram menos do que eu. Então eu acho que foi uma crítica deselegante, antiética e mal-intencionada. Quando chega um jovem com uma gama de informações, que ele acompanha o basquete no mundo e transporta aquele conhecimento tático que ele adquiriu à nossa realidade, eu até discuto. Nós temos que intender nossos limites. Eu fiquei tranqüilo por que foi uma crítica que veio mais direcionada de pessoas mal resolvidas. Então não se pode levar muito à sério. Quanto às jogadoras, foram apenas a Janeth e a Alessandra. Foi uma matéria do jornal O Estado de São Paulo que trazia esse assunto, pois elas tem um desentendimento com a CBB. O time tem 12 jogadoras, as outras dez não falaram nada. E se a Janeth estivesse realmente chateada ela não aceitaria a convocação agora, como aceitou. Eu também encarei com muita tranqüilidade.


JC - A CBB já anunciou sua saída do comando da seleção feminina. Agora segue como coordenador técnico. Você acredita que houve uma pressão para sua saída do cargo?

Barbosa – Não, não houve. Nós já estávamos amadurecendo essa mudança há algum tempo. Talvez o presidente estava esperando um melhor momento não para minha saída, mas para a entrada de um outro.


JC – Como você avalia sua passagem pelo seleção?

Barbosa – Eu acho extremamente positiva. O único técnico que fez uma campanha superior à minha e que será imbatível foi Miguel Ângelo, que teve um título mundial e um vice-olímpico. Isso não é fácil. Deus queira que o Paulinho (Paulo Bassul, técnico que substituirá Barbosa no comando da seleção) ou um outro técnico que venha a comandar a seleção consiga isso, mas eu acho muito difícil. Mas estou muito satisfeito pela minha atuação como treinador de seleção.


JC – Qual foi a melhor seleção que você treinou?

Barbosa – Eu acho que a primeira que ganhou a Copa América foi muito boa. Era formada por Helen, Paula, Leila, Marta e Alessandra. E a seleção da Olimpíada que jogava Alessandra, Cyntia, Claudinha, Helen e Janeth. Essas duas são as melhores seleções que treinei.


JC – Qual jogadora que você gostaria de ter na seleção e que não teve?

Barbosa – Sem dúvida nenhuma a Hortência em minha segunda passagem pela seleção. A jogadora mais completa.


JC – Quais os planos para o futuro? Você recebeu propostas de alguma equipe?

Barbosa – Vou assumir o cargo de coordenador técnico da CBB. Também estou envolvido em um projeto que está sendo implantado em Florianópolis com uma equipe masculina. E não descarto clube desde que tenha condições e seja um lugar estruturado.


JC – Você acredita que este seja o seu último Pan-Americano como técnico ou você cogita um dia voltar a comandar a Seleção Brasileira?

Barbosa – Para mim, a opção de comandar a seleção de basquete novamente está totalmente descartada. Eu quero colaborar sim com a seleção em uma outra função, como estou fazendo.


JC – O basquete já foi o segundo esporte no Brasil. Hoje nenhuma tevê aberta transmite um campeonato de basquete e o esporte perdeu espaço na mídia. Por que você acha que isso aconteceu e como você avalia a atual situação do basquete brasileiro?

Barbosa – Eu acho que o basquete brasileiro sofreu com a falta de títulos. Isso deu uma repercussão negativa, embora os campeonatos internos continuavam com altíssimo nível. O voleibol se aproveitou dos títulos, conseguiu formar ídolos. Hoje em um jogo de voleibol masculino existe uma ‘tietagem’ absurda. Já o basquete feminino sofre desde a parada de Paula e Hortência. A falta de grandes investimentos tornou o basquete brasileiro bastante doméstico e favoreceu a saída das jogadoras daqui, o que fez baixar o nível técnico das competições internas. Mas por outro lado favoreceu o surgimento de jogadoras novas.


JC – O que você acha que deveria ser mudado para que o basquete brasileiro volte a se fortalecer?

Barbosa – No feminino eu acho que falta investimento. No masculino não. Tem investimento e é um campeonato bastante atraente.


JC - Várias jogadoras brasileiras atuam fora do Brasil. Até que ponto isso é bom, pois existem equipes que não liberam as atletas para jogar pela seleção?

Barbosa – É bom na medida que todos que estão lá fora tenham efetivamente a oportunidade de jogar, pois assim eles ganham qualidade técnica. O jogador que atua fora passa a ser um marketing para o basquete brasileiro. Mas é prejudicial na medida que o jogador chegue sem tempo de se preparar para competições pela seleção.


JC – Você acha que a iniciativa do Oscar de criar a Nossa Liga de Basquete, um campeonato paralelo ao da CBB, válida?

Barbosa – Eu acho que tudo é válido quando você toma uma atitude inovadora. Agora eu acho que no momento em que se criou a Nossa Liga deixou uma impressão política. Mas acho que só o tempo vai dizer se essa liga é válida ou não.


JC – Depois desses anos todos no comando da seleção, você está satisfeito profissionalmente?

Barbosa – Muito. Me considero uma pessoa realizada. No mundo são poucos que tem o tempo no comando de uma seleção quanto eu tenho.


JC – Há muito tempo você chegou a um dos pontos mais altos que um treinador pode desejar: técnico de seleção. Imagino que por esse motivo seria muito mais fácil você ter mudado sua residência para o Rio de Janeiro ou São Paulo. Foi uma opção sua permanecer em Bauru?

Barbosa – Foi. Eu sou nascido aqui, minha família toda é daqui e meu circulo de amizades é daqui. É claro que se eu tivesse me mudado para o Rio de Janeiro ou São Paulo minha visibilidade seria muito maior, mas eu acho que o meu conforto pessoal de amizades próximas compensaram a visibilidade que eu teria se eu tivesse morado em uma capital.


JC – Qual são os seus objetivos como político. Pretende um cargo executivo ou legislativo?

Barbosa – Eu entrei em uma eleição já em desvantagem, não tive tempo nenhum de fazer campanha e limitação financeira. Meu forte é o pessoal, a presença e não pude fazer isso. Mesmo assim acho que tive uma votação em Bauru razoável. Foi uma eleição de um candidato só. Eu descarto uma eleição para prefeito. Para entrar em uma eleição como cabeça de chapa sem uma estrutura financeira você tem que vender sua alma ao diabo para poder viabilizar sua candidatura. Então, eu não vou participar de eleição para marcar presença. Como eu sou um vencedor na minha vida profissional, eu não quero entrar na vida política para ser um perdedor.


JC – Como você analisa sua passagem pela Secretaria de Esportes de Bauru, já que na época tornou-se uma secretaria polêmica o que reflete até hoje pela falta de verba destinada à secretaria?

Barbosa – Eu acho que foi muito boa. Um secretário depende muito da disposição do prefeito. Dentro do que era possível eu estava realizando. No segundo ano, quando eu esperava deslanchar o trabalho, tive dificuldades. Nem acho que tenha sido culpa do prefeito, pois em seu primeiro mandato o Tuga apoiou e muito o esporte, mas muito mais de pessoas próximas a ele. Num primeiro momento ele aprovava num segundo momento desaparecia o processo, então eu comecei a perceber que havia pessoas próximas a ele que convenciam que o esporte não é bom investimento. Então, com minha saída acabou precipitando demissão de técnicos e um corte total das verbas.


Fonte:
Jornal da Cidade de Bauru
Fim da fase regular do Italiano

Acabou hoje a fase regular da Liga Italiana, sem muitas surpresas.

Na primeira posição, o Faenza conseguiu mais uma vitória. Fez 85-66 no Taranto, com 14 pontos e 9 rebotes, em 32' de Graziane.

Garantido na terceira colocação, o Venezia perdeu na prorrogação para o lanterna Alghero (64-67). Zaine teve 12 pontos e 4 rebotes, em 30'.

Os dois times começam o play-off na terça-feira. O Faenza contra o La Spetzia (8o.) e o Venezia contra o Parma (6o.).

Com missão cumprida na Liga (a décima posição e sem ter que disputar o play-off do rebaixamento), o Montigarda, de Mamá, tomou uma surra do Schio, de Penny Taylor: 87-44. Mamá teve 13 pontos e 2 rebotes, em 30'.

O Viterbo, de Cléia, encerrou na décima primeira posição. O time bateu o La Spetzia, por 80-75. A brasileira encaçapou 6 bola de 3 pontos, terminando o jogo, com, 22 pontos em 26'. O Viterbo joga o play-out contra o Comense (14o.).


 


Time de Micaela e Karina chega à final

O Riga bateu novamente o Césis (62-85) e chegou à final da Liga da Letônia, ao fechar a série semifinal em 2 a 0

Micaela teve 20 pontos, 5 recuperações, 4 assistências e 4 rebotes, em 31'.

Karina teve 4 pontos, 1 rebote e 1 toco, em 11'.
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Time de Érika vence e joga a final espanhola

Justificando seu favoritismo, o Ros Casares venceu hoje o Barcelona, por 88 a 57 e fechou a série em 2 a 1.

O time jogará a final contra o Avenida.

Érika foi um dos destaques do jogo, com 18 pontos e 12 rebotes, em 23'. Delisha foi a cestinha, com 24 pontos e 11 rebotes, em 37'.

Time de Fernanda perde e se complica

Apesar dos 21 pontos e 7 rebotes de Fernanda Beling, o Levitt perdeu para o Tenerife por um ponto (82-83) e jogará um novo play-off que definirá seu destino: a manutenção na Segunda Divisão ou q queda para a Terceira.

Time de Fabi sobe na classificação

Pela Copa da Catalunha, o Girona, de Fabianna Manfredi, bateu o Igualada por 56 a 73.

A brasileira marcou 16 pontos, 7 rebotes, 6 recuperações e 5 assistências, em 30'.

Com mais essa vitória, o time, que era um dos lanternas da competição, chega à décima colocação.


Paulista

UNIMAR / MARILAN - ( 71 ) X ( 64 ) - DIVINO / COC / JUNDIAI
UNIMED / AMERICANA - ( 65 ) X ( 104 ) - AÇUCAR COMETA/UNIMED/CATANDUVA B.C.
ECUS / SUZANO - ( 52 ) X ( 76 ) - A.D.SANTO ANDRÉ
UNISANTA / FUPES / CARINA / L.S.B. - ( 44 ) X ( 68 ) - SÃO BERNARDO/METODISTA/ASSOCIAÇÃO

Seleção da Primeira Rodada

Natália - armadora - Catanduva

Chuca - ala - Ourinhos

Sandra Leão - ala-pivô - Catanduva

Geisa - pivô São Bernardo

Ísis - pivô - Catanduva

sábado, 21 de abril de 2007

Mais quatro jogos no domingo, pelo Paulista

A rodada inicial do Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2007 será complementada neste domingo (22 de abril) com a disputa de quatro partidas. O Unimar/Marilan recebe a visita do Divino/COC/Jundiaí, às 16h00, no ginásio do Colégio Cristo Rei, na cidade de Marília (SP).

O time da casa chega motivado pela chegada do técnico Antonio Carlos Vendramini (ex-Ourinhos); já entre as jogadoras, os destaques são: a cubana Ariadna Felipe e a experiente Patrícia Silva (ex-Santo André). O representante de Jundiaí, dirigido pelo técnico Luiz Cláudio Tarallo, estreou na sexta-feira (21 de abril) com uma derrota para o Castor Colchões/FIO/Unimed/Ourinhos (76 a 65) e, por isso, busca a reabilitação na competição.

O Unimed-Unicred/Americana enfrenta o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, às 16h00, no ginásio Centro Cívico, na cidade de Americana (SP).

O time de Americana, que será comandado pela técnica Mila Rondon entra com uma base jovem, reforçado pela experiente pivô Êga, da Seleção Brasileira e que vinha atuando no basquete espanhol; e Tatiana Conceição, que vinha jogando no basquete espanhol, depois de quatro temporadas no universitário norte-americano; mas, que não estréiam nesta primeira rodada. Os demais destaques são: a lateral Tayane Correa, a armadora/lateral Babi, ambas formadas nas categorias de base da equipe de Americana; a pivô Danila e a ala/pivô Djane, ambas vindas de Osasco. “O campeonato vai ser bastante difícil e por isso nosso objetivo é conseguir uma boa classificação para ter um posicionamento mais favorável no playoff", comenta Mila.

O representante de Catanduva, que é comandado pelo técnico Edson Ferreto, chega com um elenco forte, que ganhou um reforço importante, como a contratação da experiente armadora Vivian, e a manutenção da ala Karla, da armadora Leão, além da pivô Ísis. “Apesar de estarmos sem ritmo de jogo, vamos tentar estrear com o pé-direito, mas entraremos em quadra respeitando nossas adversárias. Ourinhos ainda é o grande favorito, mas vamos tentar buscar melhorar nosso aproveitamento para conquistar o título”, comenta Ferreto.

O ECUS/Suzano encara a AD Santo André, às 16h00, no ginásio Municipal de Esportes Roberto David, na cidade de Suzano (SP).

O representante do Alto Tiête, dirigido pelo técnico Luciano Bispo, entra com um elenco constituído por jogadoras jovens, mas com muita vontade de surpreender, sendo que o primeiro objetivo é estar no playoff. Já a agremiação do Grande ABC, comandado pela experiente Laís Elena, tem como destaque as jogadoras Kattynha, Simone, Ângela e Flávia, lutará para chegar bem aos playoffs.

Por fim, a Unisanta/FUPES/Carina/LSB joga contra o São Bernardo/Metodista/Associação, às 16h00, no ginásio Municipal Antonio Guenaga (Rebouças), na cidade de Santos (SP). O time do Litoral Sul, comandado pela treinadora Carmen Fernandes, tem como destaque as jogadoras Fabiana Guedes, Márcia Regina e Ju.

Já o representante do Grande ABC, dirigido por Márcio Belicceri, se reforçou bastante para a temporada. Chegaram: a pivô Geisa, a armadora Lilian e a lateral Tayara.

Coisa Feia

Um perfil no Orkut alerta publicamente contra a prática de supostos golpes por uma jogadora de basquete.

Coincidência ou não, a mesma atleta foi dispensada da equipe pela qual disputaria o Paulista.
 



Cinco contra Seis

Sempre que se fala nos problemas do basquete, há uma tendência em recorrer à comparação com o vôlei.

Para quem acompanhou as finais da SuperLiga Feminina, a conclusão é clara.

Em relação à revelação de talentos, patrocínios, qualidade técnica, público no ginásio, cobertura da imprensa, nós (do basquete) ficamos em algum lugar do passado.
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sexta-feira, 20 de abril de 2007

Ourinhos vence a primeira

O Castor/FIO/Unimed/Ourinhos derrotou o Divino/COC/Jundiaí, na noite desta sexta-feira (20 de abril), no ginásio Municipal José Maria Paschoalik (Monstrinho), na cidade de Ourinhos (SP), por 76 a 65 (36 a 27 no primeiro tempo), em partida que abriu o Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2007.

A principais jogadoras do encontro foram Chuca (20 pontos, 08 rebotes e 04 assistências) e Isa (19 pontos e 05 rebotes), pelo time de Ourinhos; Franciele (17 pontos, 11 rebotes e 01 assistência - double-double) e Fernanda (15 pontos, 14 rebotes e 02 assistências - double-double), em favor do representante de Jundiaí.

O Castor/FIO/Unimed/Ourinhos esteve melhor nos dois primeiros período, mas o Divino/COC/Jundiaí buscou a recuperação no terceiro. No quarto final, o time da casa voltou a crescer de produção e confirmou o resultado positivo.

O próximo desafio do Castor/FIO/Unimed/Ourinhos acontece na quinta-feira (26 de abril), às 20h00, em São Bernardo do Campo (SP), contra o São Bernardo/Metodista/Associação. Já o Divino/Salvador/COC buscará a reabilitação já no domingo (22 de abril), às 16h00, contra o Marília/Marilan, novamente fora de casa.

Araraquara entra na disputa do Paulista

A equipe de Araraquara, que disputou a NLB, aparece hoje no site da Federação Paulista como confirmada na disputa do Campeonato Paulista.


Time de Érika perde na semifinal

O caminho parecia mais fácil, mas o Ros Casares de Érika perdeu na segunda partida do play-off semifinal contra o Barcelona (80-72). A pivô brasileira caiu na armadilha das faltas (4), e em 23', tyeve 8 pontos, 6 rebotes, 2 assistências e 1 recuperação. Os destaques foram as americanas Kendra Wecker, do Barça, com 15 pontos, e Delisha Milton, do Ros, com 17 pontos e 11 rebotes.

A série, agora empatada, se decide no domingo.

O Avenida já é finalista, após fechar sua série em 2 a 0, batendo o Burgos (63-72), com 34 pontos de Nikole Powell.
Ferreto descarta contratação de reforço ‘estrangeiro’

O técnico do Catanduva Basket Clube, Édson Ferreto, descartou a possibilidade de contratação de uma jogadora que estaria atuando no basquete feminino da Espanha.
Segundo Ferreto, para manter uma atleta oriunda do basquete europeu, é necessário haver investimento financeiro alto.
“Dessa forma, dificilmente vamos poder disponibilizar tal quantia para contratar apenas uma jogadora”, comentou o treinador.
A equipe que estréia no Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 no próximo domingo, às 16 horas, contra o Americana, estará com força total. “Temos totais condições de estrear no paulista com uma vitória. Estréia é sempre estréia e não sabemos como o time de Americana vem para essa disputa do Paulista.
Vamos tentar buscar o equilíbrio necessário para começar bem a competição”, comentou.

Começo

Atuais campeãs, o time de Ourinhos abre a competição recebendo o Jundiaí.
A partida, que será disputada no Ginásio do Monstrinho, tem início às 20 horas


Fonte:Notícia da Manhã
Municipal do Rio se prepara para Estadual

O Club Municipal(RJ), em 2007, disputará o Campeonato Estadual de Basquetebol, não apenas no naipe Masculino, como também no Feminino.

Disputaremos as categorias Mirim (Meninas nascidas em 1994 em diante) e Infantil (Meninas Nascidas em 1992 e 1993);

Os treinos serão realizados inicialmente, às 3as, 5as e 6as Feiras de 16:00 às 18:00.

Contatos: Professores Gabriel Dutra- coachdutra@hotmail.com. Tel: (21) 8111-7328.
Eduardo Aviles- eduardoesteves84@hotmail.com. Tel: (21) 9301-7854.
Bruno “Peri” Gomes- brunoperimg@hotmail.com. Tel: (21) 9827-1185.
Ega e Tatiana Conceição são contratadas por Americana

A Unimed-Unicred anunciou hoje a contratação das pivôs Ega e Tatiana Conceição para o Campeonato Paulista da Divisão Especial A1, que começa a ser disputado neste final de semana. As duas jogadoras ainda não ficam à disposição da técnica Mila Rondon para a partida contra Catanduva, neste domingo, já que estavam atuando no Exterior e não haverá tempo hábil para que a documentação seja regularizada.

A estréia de ambas deve ocorrer na segunda rodada, dia 29, quando a equipe jogará em Suzano. Ricardo Molina, diretor de Marketing, Produtos e Negócios da Unimed Santa Bárbara d´Oeste e Americana, disse que mais uma atleta deverá ser contratada durante a próxima semana.

O anúncio da contratação das duas jogadoras aconteceu ontem, no início da noite, na sede administrativa da Unimed, durante coletiva de imprensa. "A Ega usou o coração e não a razão para acertar com a gente. Não fosse o carinho que ela tem por Americana, sua contratação não seria possível", ressaltou Molina. "Estou muito feliz, muito contente mesmo por poder jogar novamente aqui. Devo muito à cidade e à equipe", disse Ega, que defendeu a Unimed durante quatro temporadas e há alguns anos fixou residência em Americana.

Ela fechou acordo para disputar o primeiro turno do Paulista, já que em junho terá de se apresentar à seleção brasileira para os Jogos Pan-Americanos e para o Pré-Olímpico. Sua intenção, no segundo semestre, é retornar à Europa. Recentemente, a jogadora de 29 anos e 1m84 atuou por uma equipe da França.

Tatiana Conceição, que deve estar em Americana até o início da próxima semana, tem 26 anos, 1m86 e estava jogando na Espanha. Ela passou pelas categorias de base de Santo André e Jundiaí e há várias temporadas está fora do Brasil. Ficou quatro anos disputando o campeonato universitário dos Estados Unidos e depois transferiu-se para o basquete espanhol.

Na coletiva desta quinta-feira, além de Ricardo Molina, também estavam presentes Reinaldo Erdmman, diretor Financeiro da Unicred, o secretário de Esportes de Americana, Luciano Corrêa, os diretores Ricardo Hetzl e Mario Antonucci, e o conselheiro do Fundo de Assistência ao Esporte (FAE), José Alberto Ferreira dos Santos. "Faço questão de ressaltar que a volta do basquete adulto da Unimed deve-se, fundamentalmente, ao apoio importante de parceiros como Unicred, American World, SOS Segurança e Prefeitura", falou Molina.


Fonte: Zaramelo Jr
PAULISTA FEMININO COMEÇA SEXTA COM UM JOGO

O Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2007 será aberto nesta sexta-feira (20 de abril) com a realização da partida isolada entre Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos enfrentando o Divino/COC/Jundiaí, às 20h00, no ginásio Municipal José Maria Paschoalik (Monstrinho), na cidade de Ourinhos (SP).

No time de Ourinhos, que será comandado pelo técnico Paulo Bassul e defenderá o título, os destaques são Chuca, Gattei e Lígia.

Já o representante de Jundiaí, dirigido pelo técnico Luís Cláudio Tarallo, os principais nomes são a jovem Jacqueline e as experientes Mina e Aide.

A competição será disputada por dez agremiações: ASBS/Suzano, AD Santo André, Atleta Cidadão/São José Basketball (São José dos Campos), Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, Pão de Açúcar/Unimar/Marília, São Bernardo/Metodista/Associação (São Bernardo do Campo), Unimed/Americana, Unisanta/FUPES/Carina/LSB (Santos) e Divino/COC/Jundiaí.

De acordo com o regulamento, na fase inicial, as equipes jogam entre si, em turno e returno, qualificando-se a etapa seguinte os oito melhores classificados na classificação geral. A tabela completa pode ser conferida no site oficial da Federação Paulista de Basketball (FPB), www.fpb.com.br.

A competição prossegue no domingo (22 de abril), com mais disputa de mais quatro partidas: Pão de Açúcar/Unimar/Marília x Divino/COC/Jundiaí, às 16h00, em Marília (SP); Unimed/Americana x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, às 16h00, em Americana (SP); ASBS/Suzano x AD Santo André, às 16h00, em Suzano (SP); e Unisanta/FUPES/Carina/LSB x São Bernardo/Metodista/Associação, às 16h00, em Santos (SP).

Basquete mantém equipe e se prepara para início do campeonato

Equipe enfrenta Americana no domingo (22), pelo Campeonato Paulista



A equipe de basquete de Catanduva esta a ‘todo vapor’ para iniciar o Campeonato Paulista de Basquete com resultados positivos. As atletas que foram campeãs da Nossa Liga devem continuar sendo a base para a competição. O primeiro jogo será no domingo (22), às 16 horas, contra Americana, na casa do adversário.

Para o técnico da equipe Edson Ferreto, a equipe, mesmo sem reforços, tem grande chance de conseguir um bom resultado na competição. “Para contratarmos novas atletas temos que ter dinheiro, caso contrário isso não deve acontecer. Por enquanto, vamos continuar com a mesma base, que acredito que tem potencial de chegar entre os quatros primeiros”, afirma.

Algumas modificações foram realizadas na equipe, como a substituição de Karina. “São ajustes normais que são realizados para manter o time em ritmo e um certo equilíbrio”, explica.

Depois de duas competições concorridas, o Campeonato Brasileiro e Nossa Liga, as meninas do basquete ainda não tiveram tempo suficiente para descansar. Mas, Ferreto acredita que isso não vai atrapalhar os treinos e desenvolvimento no Campeonato Paulista. “A equipe ainda não recuperou. Mas, buscamos os pontos positivos para continuar os treinos e manter o ritmo”, diz.

EXPECTATIVAS

A armadora Nathalia acredita que a equipe tem grandes chances de conquistar bons resultados nos jogos e uma boa colocação entre os finalistas. “Com a conquista da Nossa Liga, nossa responsabilidade é ainda maior. Mas, temos uma equipe forte que vai fazer boas apresentações”, salienta.

Quanto aos treinos, Nathalia diz que continua no mesmo ritmo, acelerado. “Desde o final da Nossa Liga nossos treinos estão em ritmo constante.

E nessa semana que antecede nossa estréia continuamos com o mesmo ritmo”, garante.

EQUIPE


A equipe de basquete de Catanduva é formada pelas laterais armadoras Vivian e Karla, pelas armadoras Fernanda e Nathalia, pelas laterais Roberta e Priscila, as pivôs laterais Fabão e Leão, e pelas pivô Tati, Lele, Flávia e Isis.

JOGOS


A segunda partida acontece no dia 28, às 17 horas, contra Jundiaí. No mês de maio, a equipe catanduvense joga no dia 6, contra Unisanta/Fudes, às 16 horas, em Catanduva.

Depois viaja para Santo André para enfrentar o time da casa, às 20 horas, no dia 16 de maio. No dia 20, Catanduva recebe Marília, às 16 horas. Depois recebe São Bernardo, no dia 25, às 20 horas. No mês de junho, dia 2, enfrenta Atleta Cidadão/São José Basketball, às 17 horas. No dia 3, viaja para Suzano e entra em quadra às 16 horas. O último jogo será contra Ourinhos, em Catanduva, às 20 horas, em 14 de junho.


Fonte: O Regional

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Zaine e Mamá ganham na penúltima rodada do Italiano



Pela penúltima rodada da Liga Italiana, o líder Faenza não resistiu ao La Spetzia (63-50). Graziane foi a melhor jogadora do time, com 14 pontos e 4 rebotes, em 31'. O time já está assegurado como primeiro colocado.

Também assegurado no play-off, o Venezia, de Zaine, teve dificuldades para superar o Viterbo, de Cléia (68-66). Zaine teve 10 pontos e 5 rebotes (26'). Cléia teve 8 pontos, em 17'. O time de Cléia é o décimo primeiro e disputará um play-out para se livrar do rebaixamento.

Já o Montigarda, de Mamá, está em décimo, após bater o Parma (69-61), mas não tem mais chances de chegar aos play-offs. Como consolo, também está livre do play-out. A brasileira, que teve 12 pontos e 10 rebotes no jogo, faz sua última partida no final de semana.


Infantil da Unimed vence e é líder no Estadual

Em jogo disputado na tarde desta quarta-feira (dia 18), no ginásio principal do Centro Cívico, a Unimed-Americana derrotou Barretos por 58 a 55 pelo Campeonato Estadual Infantil de basquete feminino. Foi a quarta vitória em quatro rodadas da equipe da técnica Mila Rondon, que chegou aos 8 pontos e assumiu a liderança da competição. Após a partida do infantil, aconteceu o jogo entre as equipes da categoria infanto-juvenil e, de maneira mais tranqüila, a Unimed venceu Barretos por 82 a 44. Foi a segunda vitória em duas rodadas das meninas de Americana.
Na sexta-feira (dia 20), duas equipes da Unimed-Americana estarão em ação. Pelo Campeonato GSP (Grande São Paulo), o mirim joga contra Santo André, a partir das 17 horas, na Praça de Esportes Marcos Antônio Gobbo, no Jardim São Pedro. No Centro Cívico, a partir das 18h30, as meninas do juvenil também enfrentam Santo André pelo Estadual. No sábado (dia 21), a equipe mini vai a São José dos Campos para jogar contra o time juvenil, a partir das 14 horas, em rodada da GSP.
E no domingo, a Unimed-Unicred faz sua estréia no Campeonato Estadual da Divisão Especial A1 jogando contra Catanduva, a partir das 16 horas, no ginásio do Centro Cívico. A técnica Mila Rondon segue preparando a equipe, que retorna à elite do basquete feminino de São Paulo após afastamento de duas temporadas.

Unimed/SB mantém 100% de aproveitamento na ARB

A Unimed/Santa Bárbara d´Oeste manteve 100% de aproveitamento no Campeonato da Associação Regional de Basquete (ARB) - categoria sub-21 - ao derrotar a Unimed/Nova Odessa por 67 a 23, em jogo disputado na tarde desta terça-feira (dia 17), no Ginásio Municipal de Esportes Djaniro Pedroso. A equipe barbarense, do técnico Cléo de Almeida, agora tem quatro vitórias em quatro jogos, ocupando a liderança com oito pontos. Já o time novaodessense, do técnico Rafael Padovani, passa a ter sete pontos, com duas vitórias e três derrotas.
Na sequência do Campeonato da ARB, a Unimed/Santa Bárbara volta à quadra para enfrentar Campo Limpo Paulista, sábado (dia 21), às 11 horas, novamente no Djaniro Pedro. A Unimed/Nova Odessa só volta a jogar no dia 1º de maio, quando receberá Iracemápolis, em partida programada para as 10 horas, no Ginásio Municipal de Esportes do Santa Rosa.

Ampliação do Basquete Unimed recebe duas moções de aplausos

A ampliação do projeto Basquete Feminino da Unimed para Santa Bárbara d’Oeste e Nova Odessa recebeu, no mês de março, duas moções de aplausos: uma da Câmara Municipal de Americana e outra da Câmara Municipal de Nova Odessa. As duas cidades contam agora com escolinhas de base que são coordenadas pelos técnicos Cléo Almeida e Rafael Padovani.
No dia 15 de março, o vereador Marcos Antonio Alves Jorge, o Kim, elaborou uma Moção de Aplausos à Unimed elogiando a iniciativa na expansão do projeto para as cidades vizinhas. “Damos os parabéns à Unimed pelo projeto já desenvolvido em Americana e enaltecemos a iniciativa de ampliação do projeto às cidades de Santa Bárbara d’Oeste e Nova Odessa, possibilitando às crianças, adolescentes e jovens a oportunidade de praticarem um esporte e, quem sabe, se tornarem grandes atletas”, registrou o vereador.
No dia 26 de março, o vereador Nivaldo Luis Rodrigues elaborou uma Moção de Congratulações também pela ampliação do Projeto Basquete Unimed para Nova Odessa. “É com grata satisfação que estamos submetendo à elevada apreciação plenária a presente moção de congratulação, através da qual enviamos nossos cumprimentos à Unimed e ao Coordenador Municipal de Esportes de Nova Odessa, em face da ampliação do projeto de basquete feminino que atenderá as atletas da nossa cidade”, comunicou o vereador.
As duas moções foram aprovadas por unanimidade pela Câmara Municipal de Americana e Nova Odessa.

Unicred é nova parceira do basquete da Unimed

A equipe adulta de basquete feminino da Unimed de Americana, que volta este ano a disputar o Campeonato Estadual da Divisão Especial A1, passa a ter como parceira a Unicred, cooperativa de crédito com atuação em Santa Bárbara d´Oeste, Americana e Nova Odessa. De acordo com Ricardo Molina, gerente de Marketing, Produtos e Negócios da Unimed Santa Bárbara d´Oeste e Americana e presidente da ADCF Unimed (Associação Desportiva dos Cooperados e Funcionários Unimed), pelo acordo firmado entre as cooperativas, a Unicred será a co-patrocinadora do time que está retornando à elite do basquete paulista.
A Unimed está aberta a novas parcerias e a Unicred, acreditando no nosso projeto, vem unir forças. Através deste acordo, vamos viabilizar a busca por mais duas jogadoras para reforçar o time que disputará o Estadual. A partir de agora, a equipe adulta passa a levar o nome Unimed/Unicred, disse Ricardo Molina, que está analisando com a comissão técnica os nomes das duas atletas que serão contratadas. Segundo Molina, ainda esta semana deve haver a definição do assunto.
O presidente da Unicred local, Dr.Émerson Assis, disse que a parceria com a Unimed segue os princípios de cooperativismo. O sétimo princípio fala nos interesses da comunidade e é justamente por isso que estamos nos unindo ao basquete da Unimed, que tem um projeto pioneiro e vencedor, envolvendo crianças, adolescentes e jovens na prática esportiva com qualidade de vida. Em razão do sucesso e da qualidade do trabalho, a Unicred decidiu se engajar no projeto e apoiar a equipe adulta, comentou o Dr.Émerson.
O diretor Administrativo da Unicred, Dr. Armando Fornari, também falou sobre a parceria com a Unimed. A Unicred já desenvolve ações internas e agora vai participar também de um projeto que é vencedor e campeão. Tenho certeza que estamos viabilizando uma parceria de sucesso, afirmou.
A estréia da Unimed/Unicred de Americana no Estadual da Divisão Especial A1 será contra Catanduva, em jogo programado para domingo (dia 22), às 16 horas, no ginásio do Centro Cívico. A equipe foi campeã paulista em 2001 e 2003.




Basquete de SP vê duelo de casal na prancheta

Pela 1ª vez, Paulo Bassul, do Ourinhos, e Mila Rondon, do Americana, se opõem

Dupla, que trabalhou unida por 17 anos, tem ambição distinta: treinador busca o tetra, e sua mulher almeja apenas fazer boa campanha

ADALBERTO LEISTER FILHO


Paulo montava várias estratégias para tentar brecar a armadora baixinha do time adversário. Invariavelmente a AABB perdia, graças às boas investidas de Mila, do Unidade Vizinhança, mesmo time do Distrito Federal em que o cestinha Oscar iniciou a carreira.
Vinte anos depois, o Paulista feminino verá de novo o duelo entre Paulo Bassul, 39, que dirige o Ourinhos e assume a seleção após o Pan, e Mila Rondon, 43, técnica do Americana. Agora, porém, com um atrativo a mais: será um confronto entre marido e mulher treinadores.
""É uma experiência difícil. Porque eu torço para meu time e também pelo sucesso dele", conta Mila, que, pela primeira vez, não será assistente do marido em um time adulto.
"Já avisei que haverá troco se a torcida de Ourinhos me xingar. Ele vai se ver comigo", brinca ela, que já tem data marcada para enfrentar o marido: 26 de maio, fora de casa.
Morando juntos desde 1991, quando a dupla se transferiu de Brasília para o basquete paulista, Bassul e Mila afirmam possuir estilos diversos. "Ela é mais tranqüila do que eu", admite o treinador, que, mesmo assim, não tem fama de durão.
"A Mila é psicóloga e sabe mexer muito com a parte motivacional. Aprendi com ela a valorizar mais a preparação mental", completa ele, que trabalhou com a companheira por 17 anos, em Brasília, Piracicaba, Campinas e Americana.
Mila afirma também ter tirado proveito da longa convivência com o marido. "O Paulo fica mais alterado durante o jogo. Eu sou calma. Mas ele é mais estudioso da parte tática e técnica. Está sempre lendo, tentando descobrir coisas novas para aplicá-las. Trocamos muitas idéias sobre treinos."
Tal intercâmbio, agora, será interrompido por uns tempos. Apesar disso, Bassul aprecia a situação inusitada que irá viver.
"Será uma boa oportunidade para ela crescer. Não posso dizer que somos rivais. Nossos times têm projetos diferentes."
De fato, no papel, Bassul vive agora situação inversa. Sua a equipe é a favorita. O Ourinhos é o tricampeão paulista e cotado para um novo título da competição, que começa amanhã, com o jogo entre seu time e o de Jundiaí. Já o Americana investe em um elenco jovem, aposta em revelações -como as pivôs Danila, 2,04 m, e Fabiana, 1,94 m- e sua maior ambição é figurar entre os semifinalistas.
"Foi legal saber que a semente que plantamos juntos lá não morreu e está sendo bem conduzida por ela", afirma Bassul, que assumirá a seleção brasileira feminina no lugar de Antonio Carlos Barbosa após o Pan-Americano do Rio, em julho.
A última vez que o Ourinhos perdeu uma decisão em São Paulo foi em 2003, justamente para o Americana. No banco, Bassul dirigia o vice-campeão.
Dois anos depois, o clube fechou o adulto e ficou só nas categorias menores. A boa campanha na base em 2006 gerou a nova investida na elite.

GURU: MARIA HELENA TROUXE OS DOIS A SÃO PAULO


A carreira de Paulo Bassul e Mila Rondon deu guinada quando foram descobertos por Maria Helena Cardoso, ex-treinadora da seleção, e aceitaram convite para trabalhar em SP. Até hoje, trocam idéias sobre treinos. "Ela está se divertindo com a situação", conta Mila.

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Disputa marido versus mulher não é tão rara



Se o duelo entre marido e mulher é inédito entre treinadores de alto nível no país, já houve alguns casos de casais que se enfrentaram.
No vôlei, o técnico Bernardinho, do Rio de Janeiro, acabou derrotado nas semifinais da Superliga de 2003 pela mulher, Fernanda Venturini, que defendia o Osasco, de SP. Posteriormente, a levantadora se transferiu para o clube do marido.
No basquete, em 1998, o espanhol Nicolás García, então treinador do São Bernardo, enfrentou a ala uzbeque Elena Tornikidou, sua mulher, destaque do Osasco.
No hipismo, no qual homem e mulher competem em condições iguais, há outros casos famosos.
Rodrigo Pessoa, campeão olímpico de saltos em Atenas-2004, já teve entre suas rivais a mulher, a americana Keri Potter. O mesmo ocorreu com o casal Alvaro Affonso de Miranda Neto, o Doda, e Athina Onassis.
Na Olimpíada de Atenas ocorreu situação incomum. A alemã Bettina Hoy superou o marido Andrew, australiano, e levou o ouro no concurso completo de equitação para perdê-lo depois. Alegando manobra irregular de Bettina, a França conquistou o título no tapetão.

Fonte: Folha de São Paulo