domingo, 5 de dezembro de 2004

Mama Dantas se lesiona.

La brasileña Jucimara Dantas, mas conocida como "Mamá", militante del USO MOndeville francés, se lesionó en el entrenamiento del martes por la tarde previo al encuentro de Fiba Cup que su equipo disputaba esta noche frente al Cajacanarias, en el que las jugadoras galas vencieron a nuestras compatriotas hispanas.

Después de evaluar el alcance de la lesión mediante resonancia magnética realizada hoy, los galenos franceses dictaminaron que la internacional brasileña tiene rotura parcial del ligamento lateral de su rodilla derecha, lo que la apartará de las canchas por un periodo aproximado de 30 días.

En un principio se pensó que la lesión podía ser mas grave, pero una vez evaluada y a sabiendas del resultado final, todos estamos muy felices de que no haya que practicar ningún tipo de cirujía en la rodilla de nuestra jugadora que se recuperará a base de una buena rehabilitación.

Deseamos a Mamá se recupere lo antes posible y que pronto podamos volver a verla en las canchas mostrando su buen nivel de baloncesto.

¡Animo Mamá, pronto estarás ayudando a tu equipo a seguir cosechando triunfos!


Fonte: Prodep

sábado, 4 de dezembro de 2004

Unimep joga por vaga na final da Série A-2

Time piracicabano enfrenta o SME/Clube Verdade/Ribeirão Preto hoje, a partir das 19h, no Ginásio Municipal Waldemar Blatskauskas, com entrada franca


O time feminino de basquete da Unimep/Amhpla/Selam realiza a partir das 19h de hoje, com entrada franca, o jogo mais importante do ano contra o SME/Clube Verdade/Ribeirão Preto, no Ginásio Municipal Waldemar Blatskauskas, pela semifinal do Campeonato Paulista da Série A-2.
A Unimep venceu, na semana passada, a primeira partida em Ribeirão Preto. Se ganhar hoje à noite evita o terceiro jogo e vai para a final do campeonato contra o Cristo Rei/Sel/Marília ou o Vasco/LSB/Fupes, de Santos, que disputam a outra semifinal no mesmo horário, em Marília. O Vasco venceu o primeiro confronto em casa.
Caso a Unimep perca a partida de hoje, o terceiro e decisivo jogo será amanhã, também no municipal, às 11h. A vantagem de decidir a vaga para a final em casa é em decorrência de ter feito a melhor campanha da competição.
A técnica Maria Angélica Gonçalves, a Branca, passou a semana treinando com empenho o grupo e enfatizando que vencer hoje é essencial para que o time descanse para a final. A expectativa de Branca é que Marília e Santos façam um terceiro jogo o que significará maior desgaste para esses possíveis adversários numa decisão de título.
Nos treinamentos da semana, Branca orientou o time sobre a necessidade da marcação forte sobre o adversário desde o início da partida. Usou meia quadra para estimular a criatividade em jogadas de ataque e também simular situações que Ribeirão poderá usar no jogo.
"Será preciso ser competitivo, ter precisão (nas jogadas). Não podemos nem sonhar com um terceiro jogo. Vamos evitar esse desgaste. O pacto é pela vitória", disse ontem a treinadora.
Branca dificilmente terá a lateral Lico para o jogo de hoje. A jogadora se recupera de uma infecção e ainda não estreou nessa semifinal. Quanto às demais jogadoras, até ontem à tarde, não havia problemas de ordem física e médica.
A auxiliar técnica Ana Cristina Christofoletti disse que o otimismo é geral no elenco. "O grupo está bastante motivado. Sabemos que cada jogo é uma história, mas precisamos ser ainda mais determinadas do que fomos em Ribeirão", disse Ana.

BATALHA - As jogadoras da Unimep esperam uma batalha tática e de resistência contra Ribeirão hoje à noite. O time comandado pela técnica Tininha vem para o tudo ou nada, dizem as jogadoras.
Vencer o jogo à noite tem outra motivação, além da conquista da vaga para a final: metade do elenco de 12 jogadoras presta vestibular amanhã. Se sujeitar a uma terceira partida será incômodo para as vestibulandas que terão que jogar de manhã e correr para os locais da prova no início da tarde.
A armadora Van Van presta vestibular para Publicidade e Propaganda. Ela disse ontem que está conseguindo conciliar as obrigações do jogo e dos estudos, mas não esconde uma certa preocupação. "Estou um pouco ansiosa. É a minha primeira decisão e o importante é que o grupo se mantenha unido e pressione o adversário desde o começo", disse.
A armadora Angela também presta vestibular amanhã. "Vamos ter a chance em casa de fechar por dois a zero e evitar o terceiro jogo. Assim teremos mais tempo para estudar. Mas o primeiro objetivo é em quadra. O grupo está unido e sabemos que o jogo será muito difícil", disse.


Fonte: Jornal de Piracicaba
Taurasi

Para os fãs da americana Diana Taurasi, o vídeo de um comercial de café que a jogadora protagoniza.

Bastante divertido.

Clique aqui e assista.
Reposição

Com Mamá afastada das quadras por pelo menos 1 mês, o Mondeville já fez uma nova contratação: a americana Tera Bjorklund.
ALESSANDRA É DÚVIDA PARA A NONA RODADA DO CAMPEONATO ITALIANO DE BASQUETE


A pivô do Reyer Venezia Alessandra Oliveira está com uma inflamação no pé e é dúvida para a nona rodada do Campeonato Italiano de Basquete, que acontece neste fim-de-semana (4 e 5 de dezembro). Neste domingo (5 de dezembro), a equipe de Alessandra joga contra o Penta Faenza, de Adrianinha, às 14h (horário de Brasília), em Faenza.

Com sete vitórias e duas derrotas, os times das brasileiras estão entre os melhores do Campeonato Italiano. O Reyer Venezia está em segundo lugar na classificação e o Penta Faenza é a terceiro colocado.

O Penta Faenza e o Reyer Venezia também estão disputando a Eurocopa FIBA e já se enfrentaram duas vezes nesta competição. No dia 3 de novembro, o Faenza venceu por 73 a 70. No dia 24 de novembro, o Venezia foi o vencedor do confronto, por 65 a 59.

Alessandra não treina há dois dias por causa de uma inflamação no pé. A capitã do Reyer Venezia pode ser poupada pelo técnico Stefano Michelini na partida deste domingo (5 de dezembro).

– Comecei a sentir dores na quarta-feira (1 de dezembro), na partida da Eurocopa FIBA contra o Coca Cola Rhonda Rebels. Ainda não sei se vou jogar contra o Penta Faenza. Estou tratando a lesão e tudo vai depender do resultado deste tratamento. O jogo deste domingo (5 de dezembro) tem gosto de revanche porque perdemos uma vez para o Faenza na Eurocopa. Mas não vai ser fácil. Adrianinha atravessa uma excelente fase e Graziane é uma jogadora jovem e muito forte – analisa Alessandra.

A pivô fez seis double-doubles seguidos nas últimas semanas, é a cestinha do Reyer Venezia no Campeonato Italiano (130 pontos convertidos em oito jogos), e está entre as dez melhores jogadoras nas estatísticas da competição em três fundamentos. Alessandra é a melhor em rebotes ofensivos, com uma média de 4,5 por partida (36 em oito jogos), está em quarto lugar no total de rebotes, com uma média de 9,9 por partida (79 em oito jogos), e é a sexta colocada em aproveitamento nas cestas de dois pontos, com 60,8% (45 cestas convertidas em 74 tentadas).

– Acho que atingi uma maturidade em quadra e estou jogando com mais tranqüilidade. É um prazer muito grande, depois de tantos anos atuando na Europa, ser a capitã da equipe que está liderando o Campeonato Italiano junto com dois outros grandes times, o Penta Faenza e o Phard Napoli. Estou numa posição privilegiada. O Reyer Venezia passou por muitas modificações nesta temporada, mas, felizmente, conseguimos um bom entrosamento e estamos jogando sem dificuldades. Vivemos uma ótima fase – comenta a pivô.

Adrianinha, armadora do Penta Faenza, foi a cestinha da oitava rodada do Campeonato Italiano, com 29 pontos. Nas estatísticas gerais da competição, a brasileira é a quinta melhor pontuadora, com 140 pontos convertidos em oito jogos, é a segunda melhor jogadora em aproveitamento nas cestas de dois, com 64,6% (31 cestas convertidas em 48 tentadas) e está em quarto lugar nas recuperações de bola, com média de 3,3 por partida (26 em oito jogos). Seu time garantiu a classificação para a fase de playoffs da Eurocopa FIBA nesta quarta-feira (1 de dezembro).

– Estamos empolgadas com a boa campanha, mas precisamos manter o foco. Vamos jogar contra um dos líderes do Campeonato Italiano, o Reyer Venezia. Sempre torço pela Alessandra e pela Zaine, mas, neste domingo (5 de dezembro), entro em quadra para dar a vitória ao meu time. Vai ser um jogo difícil contra um adversário forte, que também está muito motivado. Tenho tido boas atuações. Mesmo quando não estou pontuando, vejo que a minha equipe está rendendo. Como capitã do Penta Faenza, fico feliz com o nosso desempenho. Estou trabalhando bastante e aprendendo muito – afirma Adrianinha.

Também pela nona rodada do Campeonato Italiano, o Cari Chieti, da pivô Kelly Santos, enfrenta o Basket Spezia Club. O jogo acontece neste domingo (5 de dezembro), às 14h (horário de Brasília).

– Nosso jogo está melhorando bastante. É um time jovem que está ganhando entrosamento. Estamos em 13º lugar na competição e precisamos da vitória contra o Spezia. Estou tendo a oportunidade de jogar bastante e estou contente com meu rendimento, mas o mais importante é o crescimento da nossa equipe. Estamos confiantes de que faremos boas partidas. Vamos surpreender alguns favoritos e melhorar a nossa posição na classificação – garante Kelly, cestinha do Cari Chieti, com 137 pontos convertidos em oito jogos.

Cíntia Tuiú, pivô do Famila Schio, entra em quadra contra o Trogylos Priolo, neste domingo (5 de dezembro), às 13h (horário de Brasília). Com seis vitórias e duas derrotas, sua equipe está em quarto lugar no Campeonato Italiano.

– Perdemos a partida de domingo passado (28 de novembro) contra o Penta Faenza, mas continuamos com o nosso objetivo de ficar entre os primeiros colocados da classificação. Vamos jogar em Schio no domingo (5 de dezembro) e a nossa equipe tem tido boas atuações em casa. Somos um dos favoritos ao título e temos que mostrar esse favoritismo em quadra. Estou animada porque, apesar da última derrota, estamos jogando bem. Temos que continuar nesse caminho – diz Cíntia, que fez um double-double na oitava rodada.

O Pool Comense, da ala Micaela Jacintho, joga contra o Rovereto Basket neste sábado (4 de dezembro), às 16h30 (horário de Brasília). O time de Kaé é o sétimo colocado na classificação, com cinco vitórias e três derrotas.

– Vamos enfrentar o Rovereto Basket fora de casa e precisamos muito dessa vitória. Não é um adversário fácil. A equipe conta com as jogadoras da WNBA Tamecka Dixon e Vickie Johnson, que são muito boas, rápidas e difíceis de marcar. Estamos treinando muito a marcação e a saída de pressão. Temos que vencer as próximas partidas. Em janeiro, vamos enfrentar alguns dos lideres da competição e esperamos estar com mais ritmo de jogo – conta Kaé.

SÃO CAETANO VENCE AMERICANA POR 62 x 50

Pela quarta rodada do returno do 7º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, o Santo André venceu o Universo/Juiz de Fora por 71 a 49 (42 a 33 no primeiro tempo), em Santo André; o FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos ganhou do Sírio/Black&Decker/Uberaba por 68 a 63 (35 a 34), em Ourinhos; e o Santa Maria/São Caetano derrotou o Unimed/Americana por 62 a 50 (38 a 26), em São Caetano. Com esses resultados, a equipe de Americana segue na liderança com 21 pontos em 11 partidas (10 vitórias e uma derrota); seguido do Ourinhos com 19 (11 jogos, 8 vitórias e 3 derrotas) e do São Caetano com 19 (11 partidas, 8 vitórias e 3 derrotas).

? O time jogou muito bem, entramos bastante concentradas e conseguimos fazer o que o Borracha pediu. Agora é treinar com dedicação e buscar vencer os próximos jogos para pensar até em nos classificar em primeiro lugar ? disse a armadora Regiane, do Santa Maria/São Caetano.? Nada deu certo para a nossa equipe, enquanto São Caetano jogou muito bem.

Tentamos várias alternativas, tanto na defesa quanto no ataque mas hoje realmente não foi o nosso dia. Agora é corrigir os erros e pensar somente no jogo contra Ourinhos, no domingo ? comentou a pivô Ega, do Unimed/Americana.

A quinta rodada do returno será disputada neste domingo com Santa Maria/São Caetano x Sírio/Black&Decker/Uberaba, em São Caetano (11h); FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos x Unimed/Americana, em Ourinhos (15h30), com transmissão ao vivo do SPORTV; e São Paulo FC/Guaru x Universo/Juiz de Fora, em Guarulhos (18h).

De acordo com o regulamento do Nacional, na primeira fase, as oito equipes jogam entre si em turno e returno. As duas primeiras colocadas se classificam automaticamente para a fase semifinal. As outras duas vagas para a semifinal serão definidas após os confrontos das quartas-de-final: 3º x 6º e 4º x 5º. Os vencedores da semifinal disputam o título. Os playoffs das quartas-de-final, semifinal e final serão jogados em melhor de cinco partidas.

4ª Rodada do Returno ? Sexta-feira (dia 3)

Santo André 71 x 49 Universo/Juiz de Fora ? Ginásio Parque Celso Daniel
1º Período: 23 X 16
2º Período: 42 x 33 (Placar final)Cestinhas: Kátia (SANTO) 14pts e Karla e Gilmara (JUIZ) 10pts
3º Período: 51 x 41
4º Período: 71 x 49 (Placar final)Cestinhas: Kátia (SANTO) 25pts e Karla (JUIZ) 20pts
árbitros: Edmilson Vermelho (SP) e Fábio Lopes (RN)

FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos 68 x 63 Sírio/Black&Decker/Uberaba Ginásio Monstrinho
1º Período: 21 x 20
2º Período: 35 x 34 (Placar final)Cestinhas: Janeth (OURI) 13pts e Roberta (UBER) 11pts
3º Período: 55 x 45
4º Período: 68 x 63 (Placar final)Cestinhas: Janeth (OURI) 32pts e Gattei (UBER)19pts árbitros: Francisco Ferreira (SP) e Gustavo Campos (MG)

Santa Maria/São Caetano 62 x 50 Unimed/AmericanaGinásio Joaquim Cambaúba
(SPORTV ? Ao vivo)
1º Período: 16 x 17
2º Período: 38 x 26 (Placar final)Cestinhas: Regiane (SCAE) 9pts e Cíntia e Ega (AMER) 7pts
3º Período: 48 x 40
4º Período: 62 x 50 (Placar final)Cestinhas: Regiane (SCAE) 13pts e Ega (AMER) 15pts
árbitros: Jonas Pereira (SP) e Lupércio Cardoso (SP)

5ª Rodada do Returno ? Domingo (dia 5)
11h00 ? Santa Maria/São Caetano x Sírio/Black&Decker/Uberaba
Ginásio Joaquim Cambaúba
árbitros: Edmilson Vermelho (SP) e Fábio Lopes (RN)
15h30 ? FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos x Unimed/Americana
Ginásio Monstrinho
(SPORTV ? Ao vivo)
árbitros: José Augusto Piovesan (SP) e Carlos Henrique Ramos (SP)
18h00 ? São Paulo FC/Guaru x Universo/Juiz de Fora
Ginásio João do Pulo
árbitros: Marcos Benito (SP) e Gustavo Campos (MG)


Rainhas do Café

Janeth Arcain (ala - Ourinhos) e Kátia Regina (pivô - Santo André)

Seleção Capuccino

Vanessa Gattei (armadora - Uberaba)

Janeth Arcain (ala - Ourinhos)

Luciana Perandini (ala - Uberaba)

Katia Regina (pivô - Santo André)

Lisdeivi Victores (pivô - Ourinhos)

Bolacha de chocolate

Regiane Santos (pivô - São Caetano)



sexta-feira, 3 de dezembro de 2004

Sem medo

Universo/Baeta pega o Santo André


Juliana Duarte
Repórter

O time de basquete do Universo/Tupynambás terá esta noite a chance de chegar mais perto da classificação para a fase final do Campeonato nacional de Basquete Feminino. O desafio será bater o Santo André, a partir das 19h, no ABC Paulista.

O Universo está hoje em sétimo lugar, com as adversárias ocupando a quinta posição. Portanto, a partida será decisiva para as duas equipes. No primeiro jogo, em Juiz de Fora, Santo André se deu melhor. Mas a derrota anterior não desanima a equipe. "Nosso time hoje está muito mais maduro, não parece o mesmo que jogou no primeiro turno. Já vimos onde estávamos errando e sabemos que podemos vencer", analisa a líder da equipe, Roseli.

Apesar de já ter estudado as adversárias e treinado em cima do estilo de jogo delas, o time reconhece que a vitória não será nada fácil. "Precisamos entrar em quadra muito concentradas, será uma partida bastante equilibrada, e não podemos repetir os mesmos erros. Temos que impor o ritmo de jogo e surpreender", afirma a armadora Karla. Ontem, no último treino antes de viajar para o ABC Paulista, o técnico Luiz Bravo corrigiu as tais falhas do primeiro turno, parando o coletivo a todo momento, ensaiando jogadas e acertando o posicionamento.

O fato de só ter vencido jogos em Juiz de Fora também não assusta. "O Santo André vai jogar em uma quadra nova e não estará tão ambientado. Além disso, o espírito do nosso time está muito bom. Elas estão confiantes, alegres e se saíram muito bem nos treinos durante a semana", explica o Bravo. Roseli completa. "Uma hora ou outra vamos vencer fora de casa. Que seja agora, que estamos embaladas, porque vencemos as terceiras colocadas no último domingo, jogando muito bem".

Fonte: Tribuna de Minas
TIME DE ADRIANINHA GARANTE VAGA PARA OS PLAYOFFS DA EUROCOPA FIBA

Na segunda rodada do returno da fase de classificação da Eurocopa FIBA, o Penta Faenza, time da armadora Adrianinha, venceu em casa o ESB Villeneuve D’Ascq Lille Metropole por 61 a 58, nesta quarta-feira (1 de dezembro). Com esse resultado, o Faenza conquistou a liderança da classificação do grupo B da Conferencia Oeste, com nove pontos (quatro vitórias e uma derrota), e garantiu a sua vaga para os playoffs da competição.

Adrianinha fez oito pontos em 36 minutos em quadra, quatro rebotes, sete assistências e quatro roubadas de bola. A cestinha do jogo foi Marina Mazic, do Villeneuve D’Ascq, com 20 pontos. Mesmo que sofra uma derrota na terceira e última rodada do returno, o Penta Faenza permanece entre os dois primeiros colocados na classificação do seu grupo e fica entre os oito times que disputam os playoffs da Conferência Oeste, em janeiro de 2005.

A capitã Alessandra Oliveira foi a cestinha na vitória da sua equipe, o Reyer Venezia, contra o Coca Cola Rhonda Rebels por 65 a 60, nesta quarta-feira (1 de dezembro), em Tylorstown, no País de Gales. Com 25 pontos, 15 rebotes e duas roubadas de bola, a pivô, que também participa do Campeonato Italiano de Basquete, fez o seu sexto double-double consecutivo. Nas estatísticas da Eurocopa, Alessandra é a melhor jogadora em rebotes ofensivos, com 31 em cinco jogos (média de 6,2 por partida).

O Reyer Venezia está em terceiro lugar na classificação do grupo B da Conferência Oeste, com oito pontos (três vitórias e duas derrotas). Se vencer o ESB Villeneuve D’Ascq Lille Metropole na próxima quarta-feira (8 de dezembro), o time também conquista a sua vaga para a fase de playoffs da competição.


CLASSIFICAÇÃO

1º) Penta Faenza (5 jogos, 9 pontos, 4 vitórias e 1 derrota)

2º) Villeneuve D’Ascq Lille Metrópole (5 jogos, 8 pontos, 3 vitórias e 2 derrotas)

3º) Reyer Venezia (5 jogos, 8 pontos, 3 vitórias e 2 derrotas)

4º) Coca Cola Rhonda Rebels (5 jogos, 5 pontos, nenhuma vitória e 5 derrotas)


SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO PARA OS PLAYOFFS


A Eurocopa FIBA tem 41 times de 19 países da Europa divididos em três Conferências: Central, Sul e Oeste. O Penta Faenza e o Reyer Venezia estão no grupo B da Conferência Oeste, junto com o ESB Villeneuve D’Ascq Lille Metropole, da França, e o Coca Cola Rhonda Rebels, do País de Gales. No grupo A, estão as equipes do Pays D’Aix Basket, da França, Halcón Avenida, da Espanha, Rovereto Basket, da Itália, e C.A.B. Madeira, de Portugal. No grupo C, Phard Napoli e Ares Ribera, da Itália, CajaCanarias, da Espanha, e USO Mondeville Basket, da França.

No final da fase de classificação, os times em primeiro e segundo lugar de cada grupo e os dois melhores terceiro colocados se classificam para os playoffs da Conferência Oeste, que acontecem em janeiro de 2005. Em fevereiro, os quatro melhores disputam o Final Four da Conferência. Depois, as melhores equipes das três Conferências se enfrentam nos playoffs Pan-Europeus, que acontecem em fevereiro, março e abril.

Sírio busca vice-liderança

Fernando Natálio

Apresentando queda de rendimento já esperada desde o início da competição, o Sírio/Black&Decker enfrenta hoje Ourinhos (SP) pensando na vice-liderança do Nacional de Basquete. Jogando fora de casa, a equipe uberabense sabe que a rival é favorita para a partida que começa às 20 horas. Mesmo assim, quer endurecer o jogo e, quem sabe, até surpreender as meninas de Ourinhos.

Os dois clubes estão com 17 pontos ganhos no torneio, juntamente com o São Caetano (SP), mas a formação paulista está melhor no average, primeiro critério de desempate quando há mais de duas agremiações com o mesmo número de pontos. Por isso, a importância do desafio. Trata-se de um confronto direto pelo segundo posto no certame e quem vencer tem boas chances de ficar com esta colocação.

Para o duelo, o Sírio deverá ter a equipe completa, pois não tem nenhuma jogadora contundida. A expectativa é de que o técnico Édson Ferreto coloque a força máxima para iniciar a partida, mantendo as mesmas atletas que começaram o último embate com Juiz de Fora, quando perderam por 91 a 75.

Confirmando-se esta escalação, entrará jogando a armadora Gattei, a ala-armadora Roberta, a ala Lu, a ala-pivô Gorda e a pivô Karina, que deve jogar mais uma vez para ganhar ritmo e entrosamento. "Estou colocando a Karina para ela ir se acostumando com o restante da equipe, se entrosando. Tudo isso, para chegar bem na próxima fase", projeta Édson Ferreto, que costuma utilizar bastante a ala-pivô Maria e a pivô Ana Lúcia no decorrer dos embates.

Além de pensar muito para definir o time ideal que enfrentará Ourinhos, Ferreto e a comissão técnica vêm estudando as falhas adversárias para explorá-las e os pontos fortes para serem neutralizados. O que mais preocupa, porém, são duas estrelas do clube do interior paulista: Janeth e Lisdeivis. Para diminuir o poder de fogo de ambas, o treinador do Sírio prepara uma blitz sobre as duas.

Fonte: Jornal da Manhã

AMERICANA DEFENDE LIDERANÇA INVICTA CONTRA SÃO CAETANO

A quarta rodada do returno do 7º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, será disputada nesta sexta-feira com três partidas: Santo André x Universo/Juiz de Fora, em Santo André (19h); FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos x Sírio/Black&Decker/Uberaba, em Ourinhos (20h); e Santa Maria/São Caetano x Unimed/Americana, em São Caetano (20h30), com transmissão ao vivo do SPORTV. O time de Americana segue na liderança invicta com 20 pontos, em 10 partidas. Três equipes dividem o segundo lugar com 17 pontos: Ourinhos (10 jogos, 7 vitórias e 3 derrotas), São Caetano (10 partidas, 7 vitórias e 3 derrotas) e Uberaba (11 jogos, 6 vitórias e 5 derrotas).

— Sabemos do favoritismo da excelente equipe de Americana, mas vamos buscar mais uma vitória em casa, pois ainda não perdemos um jogo em São Caetano. Para isso, temos que jogar muito bem, pois qualquer erro pode significar ponto delas — declarou a armadora Fabianna, do São Caetano.

— Treinamos forte essa semana para ganharmos mais uma partida. Mas não será fácil manter a nossa invencibilidade contra o São Caetano, pois é uma ótima equipe e tem no entrosamento seu ponto forte. Precisamos fazer uma marcação forte para garantir o nosso contra-ataque — explicou a armadora Cristina, do Unimed/Americana.

Santo André e Juiz de Fora fazem um confronto fundamental por uma vaga nas quartas-final. A equipe paulista está em quinto lugar com 15 pontos (4 vitórias e 7 derrotas), enquanto o time mineiro é o sétimo colocado com 13 (3 vitórias e 7 derrotas). No turno, em Juiz de Fora, o Santo André levou a melhor: 72 a 47.

— Acredito que estamos bem preparadas para essa partida. A vitória sobre Ourinhos nos deixou mais confiantes e temos que enfrentar o time de Juiz de Fora com a mesma garra que apresentamos na última partida. O que tem feito a diferença nos nossos jogos é a concentração. Quando conseguimos ficar mais atentas jogamos com mais regularidade e vencemos — disse a ala/pivô Kátia, do Santo André.

— Precisamos entrar em quadra muito concentradas para colocarmos em prática o que treinamos. Será uma partida bastante equilibrada, onde não podemos repetir os mesmos erros. Precisamos defender bem e impor o ritmo de jogo, principalmente fora de casa, buscando surpreender o adversário — comentou a ala/armadora Karla, do Universo/Juiz de Fora.

De acordo com o regulamento do Nacional, na primeira fase, as oito equipes jogam entre si em turno e returno. As duas primeiras colocadas se classificam automaticamente para a fase semifinal. As outras duas vagas para a semifinal serão definidas após os confrontos das quartas-de-final: 3º x 6º e 4º x 5º. Os vencedores da semifinal disputam o título. Os playoffs das quartas-de-final, semifinal e final serão jogados em melhor de cinco partidas.

Nas estatísticas, a ala/pivô Kátia de Santo André é o destaque do Nacional 2004. Kátia lidera os rankings de cestinha (20.6pts de média e 226 no total), rebotes (11.0 e 121) e bloqueio (2.5 e 27) e é a jogadora mais eficiente da competição com a média de 23.6 pontos.

4ª Rodada do Returno – Sexta-feira (dia 3)
19h00 – Santo André x Universo/Juiz de Fora – Ginásio Pedro Dell’Antonia
árbitros: Edmilson Vermelho (SP) e Fábio Lopes (RN)
20h00 – FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos x Sírio/Black&Decker/Uberaba
Ginásio Monstrinho
árbitros: Francisco Ferreira (SP) e Gustavo Campos (MG)
20h30 – Santa Maria/São Caetano x Unimed/Americana – Ginásio Joaquim Cambaúba
(SPORTV – Ao vivo)
árbitros: Jonas Pereira (SP) e Lupércio Cardoso (SP)

5ª Rodada do Returno – Domingo (dia 5)
11h00 – Santa Maria/São Caetano x Sírio/Black&Decker/Uberaba
Ginásio Joaquim Cambaúba
árbitros: Edmilson Vermelho (SP) e Fábio Lopes (RN)
15h30 – FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos x Unimed/Americana - Gin. Monstrinho
(SPORTV – Ao vivo)
árbitros: José Augusto Piovesan (SP) e Carlos Henrique Ramos (SP)
18h00 – São Paulo FC/Guaru x Universo/Juiz de Fora – Ginásio João do Pulo
árbitros: Marcos Benito (SP) e Gustavo Campos (MG)

Bassul quer Unimed focada na evolução técnica

Líder e única equipe invicta do 7º Campeonato Brasileiro de Basquete Feminino, a Unimed/Americana joga amanhã (3) contra São Caetano, às 20h30, em São Caetano do Sul, região do ABC paulista, com transmissão ao vivo pelo canal Sportv. A partida é válida pela quarta rodada do returno. O time comandado pelo técnico Paulo Bassul venceu os 10 jogos que disputou até aqui na competição.

Bassul disse que, a partir de agora, o foco da Unimed passa a ser a evolução técnica, tanto individual como coletiva. “Independente do que está acontecendo e do que vai acontecer dentro do campeonato, nosso objetivo é evoluir para jogar um basquete cada vez melhor. Os treinamentos estão sendo conduzidos neste sentido e a equipe está focada 100% na evolução. A motivação é total”, comentou o treinador.

Durante as atividades desta semana, Bassul trabalhou o grupo nos detalhes que ele entende existir necessidade de evoluir. “Demos ênfase aos bloqueios, aos rebotes, às saídas de contra-ataques. Também treinamos em cima de alguns detalhes do adversário de amanhã. São Caetano é um bom time, está na vice-liderança e vai jogar em casa. Tudo isso nos trará dificuldades. Vamos ter que estar bem ligados”, ressaltou.

Bassul confirmou o quinteto titular com as laterais Cíntia Luz e Lílian, a lateral/armadora Cristina e as pivôs Geisa e Êga. A delegação viaja para São Caetano do Sul nesta sexta-feira, às 15 horas.


Sírio tenta conter bloqueios


Fernando Natálio


Para jogar amanhã à noite contra Ourinhos (SP), pelo Nacional de Basquete, o Sírio/Black&Decker viaja na tarde de hoje para a cidade paulista e terá um dia para descansar. Apesar de saber do favoritismo adversário, a equipe uberabense não entrega os pontos antes do desafio e quer vencer. Para isto terá que superar as "rainhas dos bloqueios".

Equipe que lidera ranking de bloqueios, Ourinhos deixa o Sírio bem para trás neste fundamento, um dos mais difíceis do basquete. Enquanto o time paulista ostenta três marcas, estando entre os melhores da competição, com mais duas do Santo André, o clube uberabense aparece na parte inferior da lista, com péssimo aproveitamento.

Ourinhos conseguiu oito bloqueios em três jogos. Contra Guaru (SP), no dia 29 de outubro; frente ao Santo André (SP), dia 1º de novembro, e diante de Juiz de Fora (MG), dia 14 de novembro. Para piorar a situação do Sírio, em todas estas partidas que Ourinhos foi bem nos bloqueios, acabou vencendo o duelo. Ganhou de Guaru por 80 a 63, derrotou Santo André pelo placar de 71 a 66 e derrubou Juiz de Fora com 62 a 43, todas jogando em casa.

Se a agremiação paulista vai muito bem nesta estatística, o Sírio derrapa nestes números: só aparece em 16º neste ranking, tendo a melhor marca no confronto com Juiz de Fora, em 31 de outubro, na vitória por 99 a 72. As meninas do Sírio, mesmo jogando em Uberaba, fizeram apenas 4 bloqueios, metade da marca alcançada pelo Ourinhos.

Neste forte fundamento de Ourinhos, quem mais preocupa a comissão técnica da equipe uberabense é a jogadora cubana Lisdeivis. A pivô é a segunda melhor da competição nesta disputa, com média de 2,1 bloqueios por jogo. "A Lisdeivis é quem mais nos preocupa além da Janeth. A cubana é muito boa e realmente é difícil de passar por ela", destaca Nelson Luz, supervisor do Sírio. Além de Lisdeivis, Lelê e Bethânia também se destacam neste fundamento pelo Ourinhos, com 0,7 bloqueios por partida em média.

Fonte: Jornal da Manhã

Luiz Bravo usa VT em preparação

Depois de não comparecer aos treinos na terça-feira por causa de uma viagem, o técnico do Universo/Tupynambás, Luiz Antônio Bravo, voltou a comandar a preparação da equipe ontem, visando ao jogo contra o Santo André. A equipe assistiu aos vídeos da partida contra o time do ABC, na primeira fase do Nacional de Basquete, e em seguida foi para a quadra para tentar corrigir os erros cometidos.

“Nós vimos que erramos muito no jogo contra elas aqui em Juiz de Fora e não podemos repetir isso lá, porque a vitória agora é muito importante para a nossa classificação. O bom é que também assistimos ao VT do nosso jogo do último domingo, contra Uberaba, em que tivemos uma postura bem diferente e, por isso, vencemos. Comparamos nossas duas atuações”, avaliou a armadora Karla.

O treinador confirma e completa que é exatamente o espírito de equipe vencedora que ele quer ver em quadra amanhã e no próximo domingo. Hoje, a equipe volta aos treinamentos pela manhã, para aperfeiçoar as estratégias para o jogo de amanhã, às 19h, contra o Santo André. Á tarde a delegação viaja para o ABC Paulista. As vitórias neste final de semana mantêm forte a chance do time de Juiz de Fora se classificar para os playoffs da competição.

Fonte: Tribuna de Minas
O basquete feminino a caminho do fundo do poço

Olá amigo internauta da AOL. Fosse eu Macaco Simão, com certeza começaria a coluna com aquele tradicional buemba, buemba... Mas não sou. Mas cada dia fico convencido que bomba mesmo é o basquete brasileiro. É desanimador continuar batendo na mesma tecla, e continuar vendo o barco afundando. Mas vamos cumprir, com lealdade e muita humildade, até em respeito os milhares de leitores desta coluna, o papel de crítico e pelo menos tentar explicar as trapalhadas que acontecem nesse esporte e esperar que um dia ele encontre o seu verdadeiro lugar de esporte número dois do país.


Uma semana depois da NBA ter mostrado ao mundo de como se deve agir, no caso da briga envolvendo jogadores do Detroit e Indiana, aqui no basquete tupiniquim veio a confirmação, ou melhor, o pior golpe que o basquete feminino sofreu em toda a sua história: um verdadeiro nocaute. Sem patrocínio, sem dinheiro e amparo da Federação do Rio e da Confederação Brasileira, a equipe tampão do Iate Clube de Rio das Ostras, do Rio, deixa o Campeonato Nacional.


A confirmação da notícia não me surpreende em hipótese alguma. Afinal, sabemos perfeitamente como a tal equipe chegou ao campeonato para tampar buraco. Afinal de contas seria ridículo para a incompetência da CBB lançar um campeonato com apenas sete equipes. Todo mundo sabe que com número impar, uma equipe iria folgar em cada rodada.


Sem estrutura, sem patrocínio e calçado apenas na "palavra", o Iate Clube de Rio das Ostras entrou. E o ridículo ficou ainda maior. Apenas uma vítima do sistema que envolve toda a estrutura do basquete nacional, a culpa passou ser da desconhecida Kátia Meschese, responsável pela equipe. Não, não, não minha gente, mil vezes não. Ela não é a principal culpada. Culpados sim, são aqueles que empurram o basquete com a barriga e não analisam nada para aceitar o pedido de uma filiação ou até participação em um Campeonato Nacional, como é o caso do time feminino com Rio das Ostras.


Mesmo com todo meu otimismo, acho que o fim do poço é onde se encontra o basquete campeão mundial, duas medalhas olímpicas, que já teve fenomenais como Maria Helena, Heleninha, Laís, Norminha, Marlene, Hortência e Paula, e depois de tantas glórias. Até Marta Sobral, a principal pivô da história do nosso basquete, caiu no conto de Rio das Ostras, inclusive junto com Marta, o respeitado técnico Alexandre Cato, campeão nacional pelo time de Guarulhos. É lamentável.


O penúltimo ato do Rio das Ostras no Nacional: derrota para o São Caetano por 77 a 68, no ABC, no dia 14 de novembro; último ato, inicio do segundo turno, nova derrota, agora para o Juiz de Fora por 70 a 60, com Marta Sobral em quadra. Fim da novela: o jogo contra Uberaba, na última sexta-feira passada, em Rio das Ostras, Uberaba ganhou por WO.


Enquanto o basquete brasileiro for dirigido por dirigentes amadores que vivem do basquete e não vivem para o basquete, a coisa vai de mal a pior. Só um milagre salva o esporte. Pior não pode ficar mais.


De Bandeja


Uma boa notícia para quem joga basquete e muitas vezes pensa que no Brasil a justiça trabalhista não ampara o atleta. Magic Paula ganhou a ação contra a Microcamp. Juntamente com ela outras jogadoras e também o preparador físico Hermes Balbino. E a bolada foi muito grande.


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No início do mês, o assunto da coluna aqui na AOL foi o crescimento do basquete feminino na Espanha. Há bem pouco tempo, nem Liga Nacional lá tinha. Hoje, o campeonato tem 14 equipes, importa jogadoras do mundo todo, inclusive do Brasil, com Helen, Érica e a técnica Maria Helena Cardoso. Um exemplo verdadeiro. Enquanto que no Brasil...


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A exemplo de vários países na Europa e nas Américas como Porto Rico, Venezuela e Argentina, o Japão também terá em 2005 a Liga Profissional de Basquete (masculino). Inicialmente, a competição contará com seis equipes: Tóquio, Osaka, Saitama, OIta, Sendai e Niigata. Até 2.010, a pretensão é ter uma Liga com 12 times. Inicialmente, cada equipe terá um orçamento anual de US$ 2,5 milhões.


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Ai está mais um exemplo que não é seguido no Brasil. Liga Profissional se faz com profissionais, totalmente independente, sem clubes de massas - a maioria falidos - e dirigentes amadores. Ou será que, fora os favores da família Sarney com a Eletrobrás, alguém neste país é capaz de investir no basquete brasileiro? A Rede TV quem pode responder. Ao optar pelo vôlei já é quase uma resposta completa.


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O ex-técnico José Medalha continua fazendo visitas a presidentes de Federações. No ano que vem tem eleições na Confederação Brasileira e no momento, Medalha surge como único candidato de oposição. E pelo que dá para se notar, muita gente não está nada satisfeito com a atual administração do basquete nacional.

Fonte: Coluna do Juarez Araújo, na AOL


quarta-feira, 1 de dezembro de 2004

Rio das Ostras: Federação vai denunciar Kátia

A Federação de Basquete do Rio (Fberj) vai denunciar à 128 DP (Rio das Ostras) que foi lesada por Kátia Meschese Baldin, responsável pelo basquete do Iate Clube de Rio das Ostras. Segundo o superintendente da Fberj, Guilherme Kroll, era falso o cheque de Kátia para pagar R$ 1,5 mil de filiação e mensalidade:

- Vamos depositar o cheque, para o banco oficializar que é falso. Depois, apresentamos o cheque à DP. Kátia deve uns R$ 150 mil ao time, à Federação e empresas .

Os times masculino e feminino foram desmontados. A 128 DP investiga Kátia por ter pago despesas em uma pousada com cheque falso.


Fonte: O Globo


Unimep quer evitar o terceiro jogo



O time feminino de basquete da Unimep/Amhpla/Selam retorna aos treinos hoje pela manhã após ter saído na frente na primeira partida da semifinal do Campeonato Paulista da A-2, sábado, fora de casa, contra o SME/Clube Verdade/Ribeirão Preto. O time reencontra o adversário, sábado, às 19h, no Ginásio Municipal Waldemar Blatskauskas, pela segunda partida da melhor de três.
"Vamos tentar fazer dois a zero para depois ter tempo de descanso e preparo para a final", disse ontem a técnica Maria Angélica Gonçalves, a Branca.
Ela frisou ainda que evitar o terceiro jogo também reúne um aspecto particular entre as jogadoras: pelo menos seis atletas vão prestar vestibular domingo que vem. Diante disso, evitar um terceiro confronto contra Ribeirão Preto significará mais tempo e menos tensão para as vestibulandas. "Elas fizeram um pacto para evitar o terceiro jogo", disse a técnica da Unimep.
Na outra semifinal, o Vasco/LSB/Fupes venceu por 60 a 54 o Cristo Rei/Sel/Marília, em Santos, também no sábado. O outro jogo também será sábado que vem às 19h, em Marília. O Cristo Rei precisa vencer essa partida para provocar um terceiro confronto, domingo, também em casa e às 11h.
Para a técnica Branca é preciso que suas jogadoras mantenham o otimismo, mas "com os pés no chão". Ela disse ontem que assistiu três vezes ao vídeo do jogo de sábado contra Ribeirão. "Elas (adversárias) vão jogar diferente e não vão errar tanto", disse Branca.


Fonte: Jornal de Piracicaba


Eletrobrás fecha patrocínio para seleções masculinas

Marta Teixeira

São Paulo (SP) - A exemplo do que faz com as seleções femininas de basquete, a Eletrobrás apoiará as seleções nacionais masculinas das categorias de base até o time principal. O contrato entre a empresa pública do setor de energia elétrica e a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) será assinado na próxima segunda-feira, no Rio de Janeiro.
O contrato tem validade de um ano e valor igual ao que é pago pelo patrocínio do feminino: R$ 3 milhões. Segundo a CBB, a empresa tem a prioridade na renovação da parceria após este período. Desde junho de 2003, a Eletrobrás apóia as iniciativas que envolvem as seleções femininas desde a base.

O acerto com a empresa do setor público chega depois de quase três anos sem que a Confederação tivesse um patrocínio geral para suas iniciativas. O último patrocinador da CBB foi a Caixa, que trocou o basquete pelo atletismo em 2001. Desde então, a entidade manteve seus projetos com os recursos oriundos dos contratos de transmissão televisiva de suas competições, das verbas da Lei Piva e do apoio de co-patrocinadores.

Basquete, vôlei, vela e motor, atletismo e natação foram as modalidades que receberam o maior percentual das verbas da Lei Piva (4%) na última temporada. Em reais isto significou R$ 1.836.000,00 para a CBB.

Para o técnico da seleção principal, Aloísio Ferreira, o Lula, a nova fonte de recursos irá ajudar não apenas o desenvolvimento das seleções, mas também os projetos de expansão do esporte no país. 'O basquete garante um retorno positivo a seus patrocinadores e será necessário fazer cada vez mais coisas para dar mais visibilidade. É um circulo virtuoso', comemora. 'A Confederação se esforçou este período todo, fez das tripas coração para não faltar nada (à seleção adulta). Não uso isso como desculpa para a não classificação (olímpica), mas lógico que com dinheiro a gente pode viabilizar melhor os projetos'.

A classificação no Pré-olímpico de 2007 continua sendo a prioridade da equipe adulta e, para isso, boas apresentações na Copa América (2005), Mundial (2006) e Sul-americano e Pan-americano (2007) são etapas importantes a serem conquistadas. 'Mas com esse dinheiro podemos acrescentar ações que antes não poderíamos fazer'.

Segundo Lula, desde que assumiu o cargo (após o Mundial de 2002) a comissão técnica tem buscado novas estratégias para melhorar a situação da modalidade. 'Mas precisávamos de apoio para alavancar projetos, que até chegaram a ser iniciados na base da raça'.

Entre as iniciativas que devem receber mais fôlego a partir de agora, o treinador destaca os Centros de Basquete Integrado (CBI) e os programas de Descobrimento e Desenvolvimento de Talentos. Por meio deles, 'a CBB busca ampliar a base de formação das seleções', explica Lula.

Os CBIs - que já têm projeto, ainda não instalados - serão unidades de iniciação e treinamento, que atenderão jovens a partir dos 10 anos. Por meio desses centros, a entidade pretende criar pólos de desenvolvimento técnico espalhados pelo país.

Os programas de Descobrimento e Desenvolvimento de Talentos já tiveram uma edição realizada cada um. Na primeira experiência 40 novos talentos foram identificados pela comissão técnica e 32 destes, selecionados para um programa de treinamento no interior de São Paulo.

'Com este trabalho pretendemos fazer um suporte para a primeira seleção, a cadete, que trabalha com jovens de 16 anos', diz o treinador. Por isso, os meninos enfocados nos dois programas anteriores estão na faixa dos 14 a 15 anos.


As crianças a partir dos 10 anos foram incluídas pela oportunidade de trabalho social - já que os centros serão ligados a comunidades - e pelas perspectivas de futuro. 'Não pensamos apenas no descobrimento de talentos aí, mas é um complemento em um segmento importante', destaca Lula. 'Antes dos 10 anos é difícil ensinar esporte às crianças porque elas não reúnem todas as condições ainda. Mas é quando você define se tem aptidão e o que quer ser'.

Lula acrescenta que o ideal seria ter a formação esportiva atrelada à escola desde a infância. 'Mas se não tem, vamos tentar fazer alguma coisa. Dentro da nossa realidade, é o que a gente tem'.

Para o técnico da seleção, o fato do novo parceiro ser o mesmo que já trabalha com o feminino só ajuda o processo. 'A Eletrobrás já chega com know-how de basquete, sabem como são as coisas e estão muito satisfeitos com os resultados'. Nem mesmo a possibilidade de comparações entre os resultados das duas categorias abala sua confiança.

'São dois cenários diferentes nacional e internacionalmente os do masculino e feminino. Não adianta querer comparar, seria até errado. Mas não tenho nenhuma preocupação quanto a isso. É uma cesta de seis pontos (o patrocínio).'


Fonte: Gazeta Esportiva


Universo retoma os treinamentos

Esta semana será decisiva para o time do Universo/Tupynambás. As meninas enfrentam, no próximo final de semana, seus dois adversários diretos na briga pela classificação para os playoffs do Campeonato Nacional de Basquete Feminino.

Na próxima sexta-feira, o time enfrenta o Santo André, às 19h, e, no domingo, pega o São Paulo, a partir das 14h, nas duas únicas partidas que fará fora de casa neste returno. Depois da vitória do último domingo, sobre o Sírio/Black & Decker/Uberaba, por 91 a 75, a equipe de Juiz de Fora continua em sétimo lugar, mas está empatada com o São Paulo, que vem em sexto.

Após um dia de folga, hoje as jogadoras se reapresentarão pela manhã, assistirão às fitas de vídeo com as partidas das adversárias e começarão a preparação para os próximos confrontos. Os dois times melhor colocados se classificarão para as semifinais, os quatro seguintes vão para os playoffs, que definirão as outras duas vagas.




Universo/Baeta

Técnico Luiz Bravo falta a treino


Os treinos do Universo/Tupynambás ontem tiveram que ser comandados pela preparadora física Cristiane Salles. Isso porque o técnico Luiz Antônio Bravo não compareceu nem de manhã e nem à tarde ao Baeta, e não foi localizado em casa ou no telefone celular até o fechamento desta edição. Com a ausência do treinador, a preparação específica para os jogos do final de semana, programada para começar ontem, teve que ser adiada.

Com a possível volta do treinador hoje, a intenção é dedicar o dia à correção dos erros cometidos no primeiro turno pelo time do Universo/Tupynambás, principalmente contra São Paulo F.C./Guarulhos e Santo André. As meninas deverão assistir aos vídeos das partidas contra as adversárias do próximo final de semana para treinarem em cima de seus próprios erros no turno e ensaiar jogadas para surpreender.

Pela manhã, está programada preparação física, começando os treinos táticos à tarde. Esta parte está sendo considerada a mais importante para que o time se saia bem nesta semana decisiva, em que enfrentará suas adversárias diretas na briga por uma vaga na fase final do Campeonato Nacional de Basquete Feminino. Amanhã, o time treina pela manhã e viaja para Santo André à tarde.

"Se vencermos esses dois jogos, aumentaremos as chances de classificação para a próxima fase. Estar atento e não errar é essencial nesse momento, por isso, temos que estudar bem e surpreender os outros times. Já vimos, no returno, que todas as equipes estão se superando", analisa Cristiane.



Fonte: Tribuna de Minas


Irregularidade ameaça meta do Sírio


Fernando Natálio


Com uma campanha marcada pela irregularidade, começa a ficar comprometida a meta do Sírio/Black&Decker de ficar na terceira colocação da primeira fase do Nacional de Basquete.

Após a derrota para Juiz de Fora (MG) no domingo, por 91 a 75, fora de casa, no duelo particular dos únicos representantes de Minas, a equipe uberabense perdeu o terceiro posto na tabela de classificação para o São Caetano (SP), que, com o apoio de sua torcida, confirmou o favoritismo e venceu Guaru (SP) pelo placar de 71 a 49.

Até o início da última rodada, realizada no final da semana, o Sírio estava um ponto na frente da equipe paulista, mas, com o resultado negativo, passou para o quarto lugar. O time de Uberaba tem 17 pontos ganhos, mesmo número de São Caetano e Ourinhos, mas perde no primeiro critério de desempate entre três agremiações, o average, média de pontos marcados divididos pelos pontos sofridos. Sírio está com 1.01676, enquanto o time do Grande ABC tem 1.03180 e Ourinhos ostenta 1.11707.

Toda esta importância dada pelo Sírio à terceira posição tem uma motivação especial: na segunda fase, decidiria uma vaga para as semifinais com a sexta melhor equipe da competição, pior time da primeira fase que estaria classificado e teoricamente o mais fraco desta nova etapa.

"Nosso maior objetivo é a terceira colocação. Temos que nos classificar primeiro e depois buscar este objetivo", reforça Nelson Luz, supervisor do representante uberabense. "Temos que ganhar de Guaru em casa na última rodada, mas antes vamos encarar o São Caetano e este será o meu jogo para tentarmos ficar em terceiro", prevê Édson Ferreto, técnico do Sírio.

Outros fatores vêm fazendo o Sírio desejar, cada vez mais, ficar à frente do São Caetano. Neste caso, jogaria mais vezes em Uberaba, caso fosse necessária a disputa das três partidas numa hipotética quartas-de-final. Numa possível passagem à semifinal, teria mais chances de escapar de um confronto com Americana, tida como a formação mais forte do campeonato até o momento. Venceu os dois jogos que disputou com o Sírio até o momento e, em caso de derrota do time de Uberaba na semifinal, se Ourinhos e Americana, os dois favoritos ao título, fizessem a decisão do torneio, o Sírio teria garantido a mesma posição conquistada na última edição do Nacional - o terceiro posto -, atingindo seu principal objetivo no certame, que teve exatamente esta final no campeonato anterior.



Sírio treina para "arrumar a casa"


Fernando Natálio

Após a derrota surpreendente para Juiz de Fora (MG), por 91 a 76, fora de casa, o Sírio/Black&Decker quer corrigir os inúmeros erros cometidos e buscar a reabilitação no próximo jogo, diante de Ourinhos (SP), longe da torcida. A partida válida pelo Nacional de Basquete, acontece na sexta-feira, às 20 horas.

Para evitar a repetição das falhas nesse duelo, o técnico Édson Ferreto dá atenção às principais jogadas da equipe. Ontem mesmo, as jogadoras voltaram a se preparar começando a treinar logo de manhã. Com atividades em dois períodos, o treinador tenta proporcionar uma melhora significativa da defesa e do ataque, já que ambos setores não funcionaram, principalmente no segundo tempo do último duelo. Hoje, serão realizados dois treinamentos para fazer os últimos acertos antes do confronto com o time paulista.

O Sírio alimenta esperanças, apesar de saber da dificuldade que terá frente à forte equipe do Ourinhos, uma das maiores favoritas ao título. A derrota do clube do interior de São Paulo para Santo André (SP) pelo placar de 64 a 57 serviu de estímulo para as atletas da formação uberabense. Elas viram que a próxima adversária tem pontos fracos e pode ser batida não só por Americana (SP), que é a equipe mais forte do campeonato, especialmente se a armadora Gattei e a ala-armadora Roberta do Sírio estiverem inspiradas.

"Agora temos que ir lá e ganhar de qualquer jeito. Temos que jogar tudo e vencermos esta partida", recomenda o supervisor Nelson Luz, que aproveita para lembrar da difícil tarefa a ser enfrentada pela agremiação. "Elas são muito fortes e tem um timaço. Não será fácil, mas temos chance, por que não? Pode ser que contra elas conseguiremos encaixar o nosso jogo", salienta o integrante da comissão técnica.

Se a princípio a intenção é arrumar a casa antes de enfrentar Ourinhos para ter alguma possibilidade de vencer o duelo, na seqüência a preocupação recai sobre as principais jogadoras rivais. Afinal de contas, o Sírio sabe que não terá chances se deixar a pivô cubana Lisdeivi e a ala Janeth jogarem com liberdade, principalmente se elas estiverem numa noite feliz.

Apesar da jogadora brasileira ter ido mal na última partida, todos sabem do potencial da cestinha da seleção brasileira. "Pode ser que contra nós ela resolva jogar tudo, aí ficará difícil. Por isso, temos que tomar cuidado com ela", avalia Nelson Luz.

Viagem. Para cansar muito e ter mais este problema, as meninas do Sírio viajam amanhã à tarde para Ourinhos. Assim, terão praticamente um dia inteiro visando a recuperação física, evitando um dos problemas principais enfrentado pelo Sírio nos últimos jogos. As longas distâncias para chegar às cidades onde estão acontecendo as competições vêm sendo apontadas, por unanimidade, como um dos obstáculos do time neste returno.



Fonte: Jornal da Manhã



Tres eran tres?


En este caso, nada tiene que ver con la canción que finaliza, ?tres eran tres, y ninguna era buena?? De quién les hablamos, es de tres hermanas, juegan al baloncesto, son brasileñas, están imbatidas en sus respectivas ligas y equipos, y las tres son, no buenas, BUENÍSIMAS?.., son ellas, las hermanas Luz.

Helen Luz, la base a la que nunca le tiembla la mano, letal en el tiro de tres puntos, sabia en sus decisiones, pasadora de excepción, campeona del mundo, subcampeona olímpica, jugadora del UB. Barça, único equipo imbatido en la liga femenina española.

Silvia Luz, base y escolta, temperamento en la cancha, veloz en el contraataque, certera en el tiro, imaginativa en su juego, inteligente en el pase, plata y bronce olímpico avalan su candidatura, jugadora del Rivas Futura, equipo de la LF2 española que continúa imbatido.

Cintia Luz, escolta y alero, carácter y fuerza sobre el parquet, tiradora infalible, mentalidad ganadora, jugadora del Unimed Americana, único equipo invicto en la Liga Nacional brasileña.

A las tres, felicidades por este hecho inusual en el baloncesto mundial, en el que jugando las tres en diferentes ligas y en diferentes equipos, las tres aún continúen imbatidas, ocupando sus respectivos equipos el liderazgo en sus respectivos campeonatos.

¿Les damos un consejo? ¡Fíchenlas!


Fonte: Prodep



ADRIANINHA E ALESSANDRA SEGUEM NA DISPUTA DO RETURNO DA EUROCOPA FIBA


Nesta quarta-feira (01 de dezembro), o Penta Faenza, da armadora Adrianinha, e o Reyer Venezia, da pivô Alessandra Oliveira, disputam a segunda rodada do returno da fase de classificação da Eurocopa FIBA. Os times das brasileiras estão no grupo B da Conferência Oeste, junto com o ESB Villeneuve D?Ascq Lille Metropole, da França, e o Coca Cola Rhonda Rebels, do País de Gales.

O Reyer Venezia enfrenta o Rhonda Rebels, às 16h30 (horário de Brasília), em Tylorstown, no País de Gales. Alessandra fez dois double-doubles nos quatro jogos da Eurocopa. Nas estatísticas gerais da competição, a pivô é a segunda melhor em rebotes ofensivos, com média de 5,5 por partida. O Reyer Venezia está em terceiro lugar na classificação do grupo B da Conferência Oeste, com duas vitórias e duas derrotas.

? Vamos jogar em Gales. Precisamos vencer para termos uma chance maior de conseguirmos a classificação para os playoffs. Vivemos um momento importante na competição e não podemos perder. É a penúltima rodada do returno e só a vitória interessa. Vai ser um jogo difícil, mas estamos confiantes. Estou atravessando uma boa fase, tanto na Eurocopa quanto no Campeonato Italiano. Posso dizer que é fruto de muita dedicação e trabalho duro ? afirma Alessandra, capitã do Reyer Venezia.

A equipe do Penta Faenza joga contra o ESB Villeneuve D?Ascq, às 16h30 (horário de Brasília), em Faenza, na Itália. Adrianinha está entre as dez melhores jogadoras da competição em cestas de três convertidas. A armadora está em décimo lugar, com média de três arremessos convertidos por jogo.

O Penta Faenza é o segundo colocado na classificação do grupo B da Conferência Oeste, com três vitórias e uma derrota. Se vencer nesta quarta-feira (01 de dezembro), o time garante a sua vaga para a fase de playoffs da Eurocopa FIBA.



Só Vitórias Brasileiras na EuroCopa



Os times das brasileiras se saíram bem na rodada de hoje da EuroCopa.

No Grupo B, o Faenza de Adrianinha e Graziane assumiu a liderança ao bater o Villeneuve, por 61 a 58. Graziane registrou 8 pontos e 2 rebotes. Adrianinha: 8 pontos, 7 assistências, 4 rebotes e 4 recuperações.

O Venezia de Alessandra e Zaine bateu o Rhonda Rebbels por 65 a 60, com exclentes atuações das brasileiras. Alesssandra: 25 pontos, 15 rebotes. Zaine: 20 pontos, 8 rebotes, 3 assistências. O time divide a segunda colocação no Grupo, com o Villeneuve, de Vedrana.

No Grupo C, o Mondeville de Mamá bateu o Canarias por 96 a 72. Aí está a nota triste. A brasileira Mamá está afastada do basquete por uma contusão. Incialmente a preocupação era maior, pois se pensava em ruptura do ligamento cruzado e se programava cirurgia. No entanto, foi confirmada apenas um entorse. Mamá ficará de repouso por algumas semanas. O Mondeville divide a liderança do grupo com o Canarias.

terça-feira, 30 de novembro de 2004

A Coluna do Melchiades

Godiva do Irajá

MELCHIADES FILHO
EDITOR DE ESPORTE


A culpa é da Kátia, explicaram aos atletas do Rio das Ostras, quando estes se viram sem ter o que comer nem onde dormir em plena competição.
A culpa é da Kátia, avisaram à população da cidade do litoral norte fluminense, enquanto as equipes empilhavam derrotas humilhantes no Estadual masculino e no Nacional feminino.
A culpa é da Kátia, apontou a federação do Rio, ao anunciar a retirada dos rapazes de um campeonato que já havia começado irrelevante, dado o boicote inédito de todos os grandes clubes.
A culpa é da Kátia, referendou no dia seguinte a confederação brasileira, tão logo as moças jogaram a toalha -a primeira desistência da história do torneio.
A culpa é da Kátia, aceitou a imprensa, bovina como nunca.
Aparentemente Kátia Meschese passou cheque sem fundo e valeu-se de promessas falsas de patrocínio para angariar apoio político e inscrever o Rio das Ostras nos dois certames. Eu digo aparentemente porque por ora ninguém conseguiu (ou quis) colher a versão dela sobre todo o fiasco.
O linchamento segue, então.
Já já dirão que é culpa da Kátia o vacilo da CBB, que abriu mão da caução antes de topar o clube, procedimento de segurança que vale no Brasileiro para homens.
Dirão que é culpa da Kátia que nos reste agora o Nacional café-com-leite, somente com representantes de São Paulo e Minas, o mais restrito de todos os tempos.
No embalo, dirão que é culpa da Kátia a volta da Rede TV! para os braços do vôlei, o cancelamento dos torneios de base, o arcaico basquete da seleção olímpica, o racha da comissão técnica...
Dirão, por que não?, que é culpa da Kátia a década perdida da seleção masculina, a má fase dos patrícios na NBA, a falta de um mísero craquezinho no/do país.
Só não poderão dizer que é culpa da Kátia a desmoralização do último Nacional masculino.
Você há de se lembrar daquela conturbada semifinal Ajax x Flamengo, em junho. A bola de três pontos partiu após o estouro do cronômetro, a buzina de alerta não tocou na hora, a cesta foi erradamente validada, a torcida desceu a arquibancada em protesto, o árbitro Sérgio Pacheco se refugiou no vestiário, um bocado de tempo se passou, a TV fez escândalo ao vivo, o juiz atendeu ao celular nas coxias e retornou à quadra, a vitória trocou de lado, o basquete soube que o jogo nem sempre acaba quando termina.
Na semana passada, disquei para o interior paulista. Oi, Pacheco, tudo bem? Eu queria tentar esclarecer uma parada. Até agora a imprensa não trouxe sua versão do incidente em Goiânia. Por quê? "Enquanto ele era julgado, até para que minhas declarações não influíssem, preferi ficar quieto". E por que o silêncio depois? "Os jornalistas me esqueceram. Ninguém me perguntou!" Então, diz aí, foi o telefonema no vestiário que fez você mudar o placar da partida, não foi? "Nem toquei no assunto naquela conversa, te juro." Quem estava do outro lado da linha? "Minha mulher." E o nome dela? "Lígia."
Dessa, a Kátia, belzebu provocante do basquete, está livre.

Exocet 1

O incidente Rio das Ostras, que vergonha, acabou no site da Federação Internacional. Não se sabe se foi a Kátia quem plantou a nota.

Exocet 2


Editorial do www.fberj.com.br chama Kátia de estelionatária e entrega por que mudou neste ano o nome da consagrada Copa Eugenia Borer: "A base só sobreviveu pelo patrocínio vindo da Secretaria de Assuntos Estratégicos, comandada pela Patrícia Amorim".

Exocet 3

A jogadora mais eficiente do Nacional até aqui se chama... Kátia. A pivô de 21 anos e 1,93 m do Santo André aparece em primeiro nos rankings de pontos (20,5), rebotes (11) e tocos (2.5).

E-mail melk@uol.com.br

Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 29 de novembro de 2004

Entrevista - Ilisaine Karen David

ENTREVISTA

Zaine

Ilisaine Karen David é um caso bastante particular no basquete brasileiro. A jundiaiense começou tarde no esporte - aos quinze anos- meio que "obrigada", conforme confessa nessa entrevista, em função da altura privilegiada. Trabalhada no Clube São João, da mesma cidade, não chegou a ser convocada para as categorias de base da seleção nacional. Em 1997, no entanto, a oportunidade surgiu em São Bernardo do Campo, que montava um time adulto com o apoio da Uniban, que tinha como destaque a lateral Adriana Santos. Com apoio do técnico Emerson Tadiello, Zaine assumiu com aparente tranquilidade uma vaga no time titular do clube e uma posição de destaque no cenário nacional. Nesse meio tempo, conciliou a duras penas a conclusão de um curso universitário, o de Direito, um fenômeno raro no esporte nacional. As convocações para a seleção vieram logo e o ápice se deu com a conquista do bronze olímpico, em Sydney. No vai-e-vém dos clubes brasileiros, Zaine passou por outras três equipes, duas delas desfeitas. Desiludida com as perspectivas do basquete no Brasil, Zaine arrumou as malas e partiu para a Itália. Desembarcou no Chietti, na Itália, onde jogou com a americana Bridget Pettis e com a brasileira Kelly Santos. Firmou-se nessa equipe, onde jogou por três anos e disputou competições importantes, como a Euroliga. Em 2004, Zaine voltou a ser lembrada para a seleção olímpica, mas acabou sendo cortada. Ainda assim, a pivô trocou o Chietti, que andava cambaleando na direção da Segunda Divisão, pelo Venezia, atual líder do campeonato. E mais uma vez, Zaine conseguiu seu espaço.



1. Zaine, quando foi que você se interessou pelo basquete pela primeira vez?

Comecei meio que "forçada", pois já era bem alta -cerca de 1,85 m - aos quase 15 anos, e meu tio, que na época estudava Educaçao Física em Jundiaí, me colocou numa escolinha de basquete.

O engraçado é que todas as meninas eram muito mais novas e mais baixas, por ser uma escolinha. Mas ainda assim peguei gosto pelo esporte.


2. Sua formação se deu em Jundiaí, não foi? Conte um pouquinho sobre os técnicos que auxiliaram no seu crescimento e sobre os títulos nas categorias de base.

Menos de dois meses depois de ter começado, a escolinha acabou. Mas havia times de categoria menor no Clube São João. O técnico Luis Cláudio Tarallo me chamou para treinar lá, onde fiquei por quase quatro anos, disputando infanto e juvenil com Tarallo, Edson Mina, Rosevaldo e Jair. Aprendi muito com todos e tenho boas lembranças e muito afeto por eles.

3. E nas categorias menores da seleção brasileira,você teve passagens?

Não peguei seleção brasileira juvenil. Fui uma vez para a seleçao paulista juvenil, com a Heleninha de técnica.


4. Na categoria adulta, seu "batismo" foi na Uniban/São Bernardo do Campo, não foi? Conte-nos sobre essa experiência.

Sim, meu primeiro time adulto foi o da UNIBAN em São Bernardo. Foi uma experieêcia maravilhosa, de grande crescimento pessoal e profissional. Foi também a primeira vez que saí de casa, para morar sozinha. Fiquei ali por dois anos. Me adaptei muito bem à cidade e ao time, consegui um espaço substancial no basquete com a ajuda e a confiança do então treinador Émerson Tadiello, que acreditou no meu potencial e investiu em mim.

5. Você é das únicas jogadoras de basquete que concluiu um curso superior - Direito. Em que período fez o curso? Foi muito difícil administrar estudos e basquete? Tinha que matar muitas aulas, treinos?

Foi realmente difícil conciliar os estudos e o basquete, pois o calendário de jogos era apertado. Mas estudando e jogando pela UNIBAN, quando eu faltava à aula por motivo de jogo, eles me abonavam as faltas. O grande problema era chegar à tempo para as aulas, pois os treinos terminavam tarde, e eu tinha que ir de São Bernardo à São Paulo. Mesmo assim, eu não desanimava e assistia quantas aulas conseguisse. Quando saí do time da UNIBAN, complicou mais a situação, pois eles não me abonavam mais as faltas. E com as convocações para a seleção brasileira, virou uma loucura estudar. A cada ano, eu perdia no mínimo três meses de aula. E quando voltava, a faculdade era obrigada, por lei, a abonar as faltas e me reaplicar as provas e trabalhos perdidos. Era uma correria. Mas não me arrependo nem um pouco dos sacrifìcios e esforços que fiz para me formar, pois era algo que me dava muito prazer. Quando eu terminei o colegial e disse ao meu pai que estava cansada e talvez fosse melhor repousar um ano e depois entrar na universidade, ele me respondeu que se eu quisesse continuar jogando, deveria estudar. Do contrário, ele me tiraria do basquete. Na ápoca, eu achei exagero de sua parte, mas hoje entendo o quanto foi bom não parar de estudar. O apoio de meus pais foi fundamental para minha formaçao e meu atual sucesso profissional.

6. Alguma vez sentiu preconceito em função da dedicação a um curso universitário, algo bastante infrequente no esporte brasileiro?

Nunca recebi preconceito por estudar, pelo contrário. As pessoas me elogiavam pelo esforço. Mas também o incentivo ao estudo da parte do esporte é muito pequeno e vice-versa. Na faculdade, recebi preconceito por jogar. Um dia, um professor meu me disse que se eu quisesse ter sucesso no basquete ou no Direito, deveria escolher entre um ou outro. Isso me deu ainda mais força para prová-lo que poderia me formar e ainda assim ter uma carreira esportiva de sucesso.

7. Após São Bernardo, você passou por São Caetano e Jundiaí, não foi? Queria que você falasse um pouco dessa sua curta trajetória em clubes brasileiros.

Depois de São Bernardo, tive uma passagem rápida por Sao Caetano; um ano no BCN/Osasco, e um ano de volta à Jundiaí, com a Quaker e Sundown.

8. Na seleção, você participou da conquista do bronze, em 2000. Apesar de ter jogado pouco, como você viveu essa conquista.

Os Jogos Olímpicos foram a minha maior experiência esportiva. Apesar de ter participado de outras grandes competições, como Pan Americano, Sul Americano, Pré Olímpico,etc. Tive realmente grandes satisfações naquele momento, mesmo jogando pouco. São momentos raros e inesquecíveis para um atleta. Sou grata ao Barbosa pela preferência e pela oportunidade que me deu em fazer parte de um grande evento como esse. Embora esteja sigura de ter os méritos para essa vaga.

9. Como surgiu a oportunidade de ir jogar na Itália? Quais foram os fatores que pesaram nessa decisão?

A Itália surgiu num momento importante, pois havia acabado de ser desfeito o time de Jundiaí. Eu estava realmente descrente na estrutura dos times e da modalidade em geral, onde os patrocínios eram difíceis e quando existiam, de uma hora para outra nos deixavam na mão. Já havia me formado na universidade, então não tinha mais nenhum compromisso que me impedisse de tentar um novo rumo e conhecer um novo modo de fazer esporte.

10. Você passou alguns anos no Chietti, jogando ao lado da Bridget Pettis e, depois, também com a Kelly. Fale um pouco sobre sua chegada ao clube e o aprendizado nesse período.

Estive na equipe de Chieti por três anos e cresci muito profissionalmente. Aprendi a tomar mais decisões e me apresentar com mais responsabilidade em quadra. A Pettis é uma jogadora muito particular, difícil de entender, mas que me ajudou nesse crescimento. Com a Kelly, a adaptação foi rápida, pois já nos conhecíamos bem e sempre fomos amigas. Foram três anos muito queridos para mim naquela equipe. Mas sentia que era hora de mudar.

11. Neste ano, você voltou a receber uma convocação para a seleção, mas acabou sendo cortada do time olímpico. Que análise você faz da competição e da participação brasileira?

Sim, estive na fase de preparação para as Olimpíadas de Atenas, e com muita tristeza recebi o corte. A seleção estava com uma mentalidade boa antes de ir para os Jogos, com grande confiança em um bom resultado. Infelizmente não aconteceu como o esperado e desejado, mas o quarto lugar em uma Olimpíada é muito significativo, ainda mais em um país onde o incentivo à modalidade é muito pequeno. O Brasil não subiu ao pódio mas se manteve entre os grandes.

12. Nessa temporada, você deixou um clube que lutava contra o rebaixamento (o Chietti) e foi contratada por um dos líderes da Liga (o Venezia). Considera essa mudança uma valorização do seu basquete?

Sem duvida, é um salto de qualidade que tentei fazer trocando Chieti por Veneza. É um time com grandes ambições e condiçoes de alcançá-las. Eu já havia recebido propostas interessantes de bons times nos outros anos, mas ainda não me sentia preparada para trocar de equipe. Esse ano acredito que era o momento justo e estava pronta para um novo desafio.

13. Como tem sido esse início de temporada? Como é o entrosamento com a Alessandra?



Começamos muito bem o campeonato italiano; estamos em primeiro na classificação, com 7 vitórias e 1 derrota, e com grandes chances de passar para a segunda fase do campeonato europeu. Com Alessandra tenho um bom relacionamento em campo, acredito que seja uma grande jogadora, e não tive problemas de adaptação, pois já nos conhecíamos da seleção.

14. No Venezia, você é colega de equipe da Flávia Prado, uma pivô brasileira que se naturalizou italiana e hoje joga na seleção do país. Você teme que isso possa acontecer também com outras brasileiras?

Também já conhecia a Flávia. Jogamos juntas na Quaker, e até dividíamos apartamento. Sou feliz pelo espaço que ela consegui na seleçao italiana, pois sei que trabalhou duro por isso, e pode ser que aconteça com mais jogadoras daqui em diante.

15. Quais são seus principais objetivos daqui pra frente? Espera voltar à seleção?

Meu objetivo é fazer uma boa temporada, ajudar o Reyer Venezia a alcançar as nossas metas. Seleção é conseqüência de um bom trabalho, às vezes reconhecido, outras não. Tenho vontade de continuar fazendo parte da seleção brasileira, mas as vagas são poucas e a qualidade e a competitividade das jogadoras é grande, embora conheça meu valor.
Após 9ª vitória, jogadoras da Unimed têm folga

A Unimed/Americana manteve o aproveitamento de 100% no 7º Campeonato Nacional de Basquete Feminino e conquistou a nona vitória consecutiva ao derrotar o Universo por 100 a 60, na noite de ontem, em Juiz de Fora, Minas Gerais. A equipe do técnico Paulo Bassul segue na liderança absoluta da competição e agora só volta a jogar na próxima sexta-feira, dia 3 de dezembro, contra o Santa Maria, em São Caetano do Sul.

Como a partida deste final de semana contra o Iate Clube Rio das Ostras foi cancelada em virtude da desistência da equipe do Rio de Janeiro, a comissão técnica da Unimed decidiu dar alguns dias de folga para as jogadoras. “A saída de Rio das Ostras é ruim para a competição, principalmente porque isso nunca aconteceu no Nacional. Por outro lado, a folga neste momento acaba sendo boa para a gente, pois não vamos precisar viajar e dá para as atletas descansarem um pouco”, comentou Bassul. A reapresentação está marcada para segunda-feira (29) à tarde, no ginásio do Centro Cívico.

No jogo em Juiz de Fora, a cestinha foi a lateral Lílian, com 26 pontos. Também jogaram pela Unimed/Americana: Cíntia Luz (17), Karen (8), Cristina (10), Geisa (6), Karina, Ega (18), Danielle McCulley (9) e Mônica (6).

Meninas da Unimed conquistam o título do Estadual

Americana – Uma semana depois de ser campeã do Campeonato Paulista da Grande São Paulo (GSP), a equipe da categoria mini da Unimed/Americana conquistou o título do Campeonato Estadual de Basquete Feminino. O quadrangular final teve jogos no ginásio do Centro Cívico, em Americana, de sexta-feira a domingo, e reuniu os dois melhores times da GSP (Unimed e C.F.E. Janeth Arcain) e os dois melhores do Interior (Jundiaí e Itupeva).

Na rodada de abertura, sexta-feira, a Unimed derrotou Itupeva por 82 a 30. Na segunda rodada, sábado, vitória sobre Jundiaí por 96 a 25. Na final, domingo, a equipe de Americana superou o Janeth Arcain por 92 a 63, sagrando-se campeã do Estado. A técnica Anne Freitas teve as seguintes jogadoras à disposição: Débora, Faby, Leila, Carol, Natália Oliveira, Natalinha, Natália Daniel, Géssica, Dani, Karla, Roberta, Iza e Nayara.

Pelo playoff semifinal do Campeonato Paulista da categoria infanto, a Unimed/Americana joga nesta segunda-feira contra o São João, de Jundiaí, às 18h30, no ginásio do Centro Cívico. A segunda partida está marcada para sábado, dia 4 de dezembro, às 16 horas, em Jundiaí. Se houver necessidade, o terceiro jogo da série será domingo, dia 5, também na casa do adversário.

A equipe da categoria pré-mini da Unimed/Americana participa sábado, em Jundiaí, do festival final da Associação Regional de Basquete (ARB).


domingo, 28 de novembro de 2004

SuperLiga Russa

Pela SuperLiga Russa, o Ekaterimburg, de Iziane, está na quarta colocação, com 5 vitórias e 2 derrotas. Perdeu o último compromisso para o Spartak (79-67). Iziane foi a cestinha, com 19 pontos.

O Samara lidera invicto, com 10 vitórias.



Na França, time de Mamá é um dos líderes.

O Mondeville, de Mamá, bateu o Villenneuve, de Vedrana, por 68 a 61. Mamá marcou 10 pontos. O time divide a lidrerança com o Bourges e o Vallencienes, todos com apenas 1 derrota.

Já o Montpellier, de Adriana Santos e Claudinha, perdeu para o Aix, por 65-46. Claudinha marcou 11 pontos e Adriana, 5. O time é o nono colocado.
Formiga no Café

Foi mais uma rodada "daquelas" na Copa Café Com Leite.

Daquelas que não se sabe nem o que dizer quando acaba.

A rodada começou com a vitória de São Caetano sobre o São Paulo/Guaru, por 71 a 59. Destaques para Aide (25 pontos, 7 rebotes, 4 recuperações); Fabianna (8 pontos, 4 assistências, 3 recuperações, 3 rebotes, 2 tocos), Maristela (8 pontos, 5 rebotes, 3 recuperações, 3 tocos) e Sandra Leão (8 pontos, 8 rebotes). Pelo tricolor, destaque para Patrícia (16 pts); Cléia (11), Palmira (11) e Simone Pontello (9).

Em Juiz de Fora, a Universo matou o Sirio/Black&Decker/Uberaba, no segundo tempo, fechando em 91-75. Destaques para Gil (18 pontos, 12 rebotes, 6 assistências e 2 tocos), Casé (10 pts, 13 rebotes), Peixe (22 pts) e Roseli (17 pts, 5 rebs). Em Uberaba, mais uma boa partida de Gattei (21 pts, 9 rebotes, 4 assistências), ao lado de Luciana (18 pts, 9 reb); Maria (6 pts, 5 reb) e Roberta (18 pts). Karina derrapa, com 1 arremesso certo em 6 tentados.

Por fim, fechando a rodada, Santo André atropelou surpreendentemente o FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos, por 64X 57. O trio Simone Lima (20 pts, 12 rebs); Kátia (11 pontos, 14 rebs) e Vívian (14 pontos, 7 rebotes, 5 assistências) foi destaque. Em Ourinhos, Lisdeivi segura o garrafão com regularidade impressionate (19 pts, 8 rebotes, 2 tocos). Chuca (15 pts) e Bethânia (7 assistências) também se destacaram. Janeth teve péssimo aproveitamento para seus padrões (30%), fechou o jogo, com 10 pontos, 9 rebotes.

A situação é a seguinte, faltando 4 rodadas para o fim da primeira xícara.

Americana lidera invicta e dificilmente perde tal condição. Na vice-liderança, São Caetano leva vantagem no confronto direto com Ourinhos. Os dois clubes repartem a mesma campanha (7v, 3d). São Caetano, no entanto, tem mostrado alguma coisa, com seu elenco modesto. Ourinhos, ao contrário, tem um elenco excelente, mas que até agora não mostrou a que veio. Num jogo como o de hoje, Janeth jogou os 40 minutos. Fernanda Beling, 5. Com esse aproveitamento de seu elenco, realmente, é temeroso pensar o que pode acontecer com Ourinhos em um play-off. Atrás, vem Uberaba padecendo de uma irregularidade incômoda e de um jogo de garrafão inexpressivo, em que Karina não decola. Santo André conquista na base do sangue-e-suor um honroso quinto lugar até agora e continuará a perturbar. Guaru e Juiz de Fora provavelmente se engalfinharão pra conseguir a vaga para a próxima fase.


Rainha do Café:

Gilmara Justino, a Gil (pivô - Juiz de Fora)


Seleção Capuccino:

Gilmara Justino, a Gil (pivô - Juiz de Fora)

Simone Lima (pivô - Santo André)

Aide Angélica (ala - São Caetano)

Vívian Lopes (ala/armadora -Santo André)

Vanessa Gattei (armadora - Uberaba)


Bolacha de Chocolate:

Priscila Souza, a Peixe (ala - Juiz de Fora)


SANTO ANDRÉ GANHA DE OURINHOS POR 64 x 57. AMERICANA LIDERA.

No encerramento da terceira rodada do returno do 7º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, o Santo André superou o FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos por 64 a 57 (27 a 35 no primeiro tempo), em Santo André, com 20 pontos da cestinha Simone Lima.

Com esses resultados, o Unimed/Americana segue na liderança invicta com 20 pontos, em 10 partidas. Três equipes dividem o segundo lugar com 17 pontos: Ourinhos (10 jogos, 7 vitórias e 3 derrotas), São Caetano (10 partidas, 7 vitórias e 3 derrotas) e Uberaba (11 jogos, 6 vitórias e 5 derrotas).

Santo André 64 x 57 FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos - Ginásio Parque Celso Daniel

árbitros: Jonas Pereira (SP) e Lupércio Cardoso (SP)

SANTO ANDRÉ (11 + 16 + 14 + 23 = 64)
Vivian (14pts), Glauce (0), Simone (20), Gislaine (8) e Kátia (11). Depois: Luciana (11). Técnica: Laís Elena Aranha.

FIO/PÃO DE AÇÚCAR/UNIMED/OURINHOS (22 + 13 + 15 + 07 = 57)
Millene (4pts), Bethania (2), Chuca (15), Janeth (10) e Lisdeivi (19). Depois: Ana Flávia (0), Fernanda (3), Alessandra (2) e Lígia (2). Técnico: Antonio Carlos Vendramini
Na Espanha, só dá Barça. Érika é a melhor da semana.

Na Liga Espanhola, o Barcelona segue inabalável, com 10 vitórias consecutivas. Dessa vez, a vítima foi o Canoe: 100-67.

Titular, Helen jofou 25 minutos, deixando 11 pontos e 3 assistências.

Mas saindo do banco, Érika fez um jogo espetacular: 22 minutos, 22 pontos e 16 rebotes. Tal atuação lhe valeu o título de MVP da rodada.

É a segunda vez, que a pivô brasileira é presenteada com tal honraria na atual temporada.

Bem também segue o Hondarribia, de Maria Helena Cardoso. É o terceiro colocado, com 7 vitórias; a última sobre o Acinas (60-43).

Na linha oposta, está o Vigo, de Leila Sobral, vitimado por uma irritante irregularidade. Perdeu para o Leon (69-62). Leila marcou 8 pontos e pegou 6 rebotes. O resultado custou ao time a queda para a nona colocação.

Segunda Divisão

Poucas novidades na Segundona.

No Grupo A, o Rivas segue imbatível, com oito vitórias, ao lado do Ferrol. Bateu o Ourense, por 71 a 48. Silvinha deixou 9 pontos, 7 rebotes, 4 assistências e 4 recuperações. Kátia Denise marcou 9 pontos e pegou 4 rebotes.

O Guadalajara, de Veneza, está na sexta posição após perder para o Cáceres (70-58).

No Grupo B, deu Jovent, por 74 a 70 no confronto dos líderes. O Cadí, de Mariana Santos, ficou com a vice-liderança. A brasileira não pontuou.