sábado, 21 de dezembro de 2002

Mais Uma Estréia

É com felicidade que anuncio mais uma estréia na equipe do blog.

A Melissa Oliveira, já conhecida do público que curte basquete, passará a assinar artigos exclusivos no blog.

Profunda conhecedora do basquete internacional, Melissa já dá provas do seu talento na sua primeira coluna. Confiram.

Seja bem-vinda, Melissa!
Lugar Seguro



Um amigo em comum me conta que a pivô Alessandra Oliveira está "muito chateada" comigo. E completa a conversa com um "vocês que são grandes que se entendam!".

Do alto dos meus míseros 1,86m, só pode ser piada, né?

Mas mesmo assim, tento o entendimento.

Já que a pivô não está disposta a abrir meus e-mails, arrisco por aqui mesmo.

Até porque se tem uma coisa para qual eu não tenho talento é briga. E não quero entrar 2003 sendo motivo de chateação pra ninguém, quanto mais para Alessandra.

Alessandra, não tive a intenção de de te irritar ao publicar notícias sobre a sua ausência no Sopron. Se o fiz, deveu-se única e exclusivamente a admiração que, como todo público brasileiro, tem pelo seu talento e suas conquistas. Peço perdão caso minha abordagem direta da questão e meu e-mail resumidíssimo tenham lhe causado estranheza. Espero que tudo não tenha passado de uma má interpretação da sua e da minha parte. Desejo-lhe boa sorte e sucesso onde quer que você esteja, ou vá.

Enquanto isso, como diz Ana Carolina: "faço das lembranças um lugar seguro".

"Destaque na equipe, pivô novata quer mais treino"

Alessandra Santos de Oliveira (19 anos, 1,97m e 82 kg) está feliz. Pivô novata da seleção brasileira, entrou e correspondeu na vitória contra a forte seleção de Cuba.

"Gosto do que faço. Por isso faço bem. Adoro treinar. Quero aprender cada vez mais. Para estar onde estou, pulei vários estágios" Falta um pouco de técnica e preciso me aperfeiçoar", afirmou a pivô que nos 25 minutos contra as cubanas, cometeu duas faltas, arremessou com precisão dois lances livres, recuperou uma bola e, principalmente, ganhou sete rebotes. É a jogadora mais alta do Brasil e sua envergadura ajuda no bloqueio das adversárias.

Alessandra está no 3o. colegial e chegou a parar temporariamente com os estudos para se dedicar mais aos treinos. Joga pela Unimed/Araçatuba e mora com a irmã Renata, 15, também jogadora de basquete. Aos 15 anos, optou por desistir de uma carreira no vôlei (passou pelas equipes do São Paulo e Pão de Açúcar).

"Com joelho direito ruim [tem reumatismo] ficava difícil os saltos e as quedas no vôlei", afirma a pivô paulistana, que perdeu oa mãe aos 4 anos e o pai aos 15, quando passou a viver com uma tia. Não revela o salário, mas garante que aplica o dinheiro.

Nas horas da folga e concentrações, consome o tempo com leitura. Acabou de ler Olga e o Diário de Anne Frank. "Adoro livros que tem a ver com história" falou. Na TV, aprecia desenhos. Música de vez em quando, dependendo do estado de espírito.


(Folha de São Paulo - 01 de julho de 1993)




Troca



Oportunamente troco o sistema de comentários do blog, que passa a ser fornecido pelo Falou & Disse.
Pombo-Correio


Relacionados ou não aos acontecimentos dos últimos dias, recebi uma série de e-mails carinhosos, cujos trechos divido com os leitores do blog.



Gostaria de agradecer por vocês terem lembrado do meu aniversário. E também parabenizar pelo site que é a única maneira de saber como vão as coisas no Brasil e inclusive saber como vão minhas querida companheiras e amigas que há tanto tempo não as vejo. Um grande beijo.

Saudosamente,

Adrianinha.

Com relativa surpresa, li seus desabafo acerca dos infelizes comentários lançados pela Alessandra Oliveira, reproduzidos no dia de ontem.
Confesso, no entanto, ter ficado aliviado com a sua conclusão final, pois, se o basquete feminino encontra-se "orfão de pai e mãe", certamente com a ausência deste blog ficaria, também, sem o seu melhor amigo, seu irmão de fé, seu camarada.
Afinal, quem mais, além de Você e dos poucos navegantes deste site, dá às nossas atletas a importância que elas merecem?
Contamos com Você, meu caro, para continuarmos nossa caminhada nesta estrada cheia de obstáculos e contratempos.


Um forte abraço e nossos votos de um Feliz Natal e Próspero Ano Novo!


Marcus de Andrade Villela
Dir. Basquetebol - SPFC


Lendo hoje a notícia no blog sobre sua dúvida em continuar ou não me veio o pensamento de que isto sempre é um sinal positivo. Não que tenha o objetivo de incomodar, fazer isto não é difícil, mas incomodar sendo preciso e verdadeiro, isto sim é sinônimo de um bom trabalho. Claro que sabemos que somente os apaixonados pelo basquete feminino se indignam e se entristecem com o caminho tomado pelo mesmo. De quem é a culpa? não nos cabe julgar, mas apontar, é nosso direito e dever, afinal de contas, somos nós que fazemos com que ele, ainda que precariamente, esteja vivo. Como lhe disse anteriormentte, seu blog trouxe me a vontade de, novamente, acompanhar o basquete de perto. Mais que isto, as informações que chegam até o blog são sempre de "loucos pelo basquete" que se vem de mãos atadas em relação aos problemas enfrentado no nosso país. Deve sim continuar fazendo seu trabalho e mantendo este contato importante de diálogos, discussões, desentendimentos, concordâncias. As pessoas precisam a aprender que é necessário e deve sempre existir pontos de vista diferentes, ninguém é dono da verdade ou se é, deve também saber discernir que o errado também contribui. Parabéns pelo seu trabalho.


Fábio Amaral

"A família Luz é fã do painel do basquete"

Olá como vai,sou o Neco, irmão das irmãs do basquete, e sou um fã, junto com minha família, desse site que fala o que muita gente gostaria de falar mas por motivos políticos ou sei lá o que, ficam quietas. Adoro a sinceridade com que vc fala com assuntos polêmicos como seleção brasileira e a real situação do basquete brasileiro e principalmente o feminino que pelo visto é a sua e a minha paixão.


Neco Luz


CAROS AMIGOS DO BLOG,


Chega de injustiça!!!! Resolvi escrever afim demonstrar a minha profunda insatisfação e revolta frente aos tristes acontecimentos que têm movimentado o blog nestesúltimos dias.

Primeiramente gostaria de contar um pouco da minha história,que deve se parecer com as de tantos outros amantes deste querido blog.

Minha paixão pelo basquete (em especial o feminino) começou há 10 anos, durante as olimpíadas de Barcelona.Foi nesta época que comecei a me apaixonar pelas cestas da Hortência, pelas genialidade da jogadas da Paula, pela determinação da Janeth e pela irreverência da Marta. Não demorou muito para essa paixão virar fanatismo, passei a viver atrás de notícias sobre ao basquete,gravando jogos,comprando revistas, passando horas e horas na internet como objetivo de encontrar notícias sobre o esporte,enfim correndo atrás de tudo que tivesse como notícia, o basquete feminino.

Acompanhei e me emocionei muito vendo os campeonatos mundiais de clubes conquistados pela Ponte Preta,os eternos duelos Paula e Hortência, os campeonatos paulistas, jogos abertos do interior, cariocas, nacionais, sul-americanos, pan-americanos, torneios classificatórios,além é claro das históricas conquistas da seleção em 94(campeão mundial),96(vice-olimpica) e 2000(bronze olímpico).Ainda hoje, passo horas revendo estas conquistas nas fitas que tenho gravadas.

Entretanto passei esta época toda torcendo sozinho,não tinha amigos que curtiam o basquete e acabei me acostumando com essa paixão solitária.No final de 2000,meio que por acidente, descobri o painel e o blog e foi paixão a primeira vista(O BLOG ERA TUDO O QUE EU SEMPRE PROCURAVA!!!!!!)Tinha informações corretas e coerente sobre as equipes, jogadoras,entrevistas,fotos,enfim um site com a minha cara e onde me identifiquei prontamente.Estava cansado de notícias de rodapé dos jornais diários,queria algo completo e pertinente,virei fã numero 1 e passei a ser um freqüentador assíduo do site.

Agora,de um tempo para cá,começou esta implicância com o blog cuja razões desconheço. (...)

Sendo assim, não entendi e nem posso acreditar que a nossa queridíssima pivô Alessandra(que com certeza é hoje uma das melhores do mundo) tenha ditos aquelas palavras.Talvez por um engano ou falta de informação, ou sei lá o que,a tenha levado a ter este conceito equivocado a respeito do blog. Como já foi dito aqui,conseguir informações sobre os torneios é muito difícil e seria ótimo contar sempre com a participação das atletas,podendo na medida do possível,auxiliar na busca de noticias.Todas as informações,seja de quem quer que for, com certeza serão muito bem vindas,desde que sejam coerentes e verdadeiras,é lógico.

ALÊ,espero que reflita sobre este ?infeliz incidente?,para assim não cometer futuras injustiças.Desculpa por qualquer coisa,sou um simples mortal, sujeito a erros,mas pode ter certeza com a melhor das intenções.Aproveito para parabenizá-la pelo garra e disposição apresentada
durante o mundial e pela excelente fase.

Espero que com isso,todos nós possamos refletir e nos certificar das informações, antes de sairmos fazendo colocações equivocadas.

Feliz Natal e Prospero Ano Novo para todos!!!

Abraços,


Rogério



sexta-feira, 20 de dezembro de 2002

Prêmio PBF 2002

Num ano de poucas conquistas notáveis para o basquete feminino e que já se encerra, proponho a eleição da Personalidade que mais se destacou neste ano no meio do basquete.

A enquete (clique no menu à direita para votar) prossegue até o dia 05 de janeiro de 2003.
Lílian Gonçalves


A ala Lílian, de Campos, fala de passado, presente e futuro em entrevista à CBB.

Comecei com oito anos, numa escolinha de basquete em Sorocaba. Depois fui jogar no BCN/Osasco e fiquei lá até 2000, quando fui para o Santo André. Agora, estou no Rio de Janeiro, com o Automóvel Clube/Campos. Este ano, não disputei o Campeonato Mundial da China, mas joguei com a seleção brasileira adulta de 1999 até a fase final de preparação. Foi uma experiência maravilhosa. Estive nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, em 1999, e na conquista da medalha de bronze nas Olimpíadas de Sidney, em 2000. Tive a oportunidade de aprender com as melhores jogadoras e os melhores técnicos do basquete brasileiro.


Link: http://www.cbb.com.br/entrevista/entrevista.asp?entrevista=84
Nacional 2.8

Com a classificação para as semifinais já definidas, uma rodada sonolenta do Nacional aconteceu nessa noite.

Com Ourinhos poupando as titulares Roberta e Lígia, Americana atropelhou o campeão paulista num 86 a 61. As equipes devem se enfrentar nas semifinais, quando o Monstrinho estará de volta. Silvinha, cestinha, com 19 pontos.

São Caetano e Dom Bosco amaeaçaram surpresas, mas no final, acabaram perdendo. O primeiro para Santo André (97-93, com 31 pontos de Kattinha) e o segundo para Guaru (68-65, com 29 pontos de Janeth).

Uberaba venceu Lages: 89-54, com 21 pontos de Fernanda.
Cassino na WNBA

O leitor Renato reproduz uma matéria que ele achou no Lance!, do dia 18 e que confirma que Hatford pode ser uma das sedes de time na próxima temporada da WNBA, como já havia sido antecipado aqui:


"Cassino quer entrar na WNBA"

"Os donos do cassino Mohegan Sun, em Uncansville,
Connecticut, estão interessados em controlar o time da
WNBA. A equipe deve ser instalada em Hartford, também em
Connecticut."

She got game!

É impossível cobrir tudo e todas as brasileiras que jogam fora, mas fiquei feliz de receber o seguinte e-mail, sobre a jogadora Fernanda Santos, a Morena (ex-Vasco), se destacando no basquete universitário dos EUA:


Fernanda Santos, 6-3, so., Grayson: Santos average 22.5 points, 9 rebounds
and 3.5 assists per game at Grayson took the early lead in the conference
race at 2-0 with wins over Ccolin and Ranger. The sophomore guard/forward
from Brazil had 20 points, 9 rebounds and 4 steals in an 80-69 win over
Collin and then came back with 25 points and 9 rebounds in an 84-58 win
over Ranger. She hit 50% from the field for the week and hit 11-of-14 free
throws in teh second game against Ranger.
This girl got game.

I just sent this to show that the brazilians players are showing the game
from Brazil.


quinta-feira, 19 de dezembro de 2002

Espanha - Segunda Divisão 11


O Rivas, de Cíntia Luz, bateu o Alcalá, por 87 a 60, com 11 pontos, 3 rebotes e 3 assistências da lateral, em 22 minutos.

O Guadalajara, de Veneza, perdeu para o Cáceres por 78 a 67, com 6 pontos, 4 rebotes e 8 assistências da armadora, em 34 minutos.
Espanha 11

O Breogán, de Flávia, enfim conseguiu uma vitória: 66-58, frente ao Carballo. 6 pontos, 4 rebotes em 33 minutos de atuação da brasileira.

Mais uma vez Jacqueline Godoy se destacou, mas seu Tenefife perdeu para o Ros Casares (de Ruth Riley, Trisha Fallon, Valdemoro, Ingrid Pons e Nieves Llamas) : 79-61. Jacqueline foi a cestinha, com 20 pontos e 9 assistências, em 3 minutos.

Quem também voltou a vencer foi o Celta, de Renata Oliveira, 69 a 59 pra cima do Burgos. 7 pontos e 5 rebotes da lateral.
Natal Sem Fome

Unimed arrecada alimentos no jogo contra Ourinhos


Em seu último jogo do ano no ginásio do Centro Cívico, nesta sexta-feira (20), às 20h30, contra Ourinhos, a Unimed arrecadará alimentos para a campanha Natal Sem Fome. Toda arrecadação será revertida às famílias carentes. O torcedor que for ao ginásio não pagará ingresso desde que faça a doação de um quilo de alimento não perecível (exceto sal).

"A doação não é obrigatória. Aqueles que não quiserem participar da campanha, podem adquirir o ingresso (ao preço de R$ 3) normalmente nas bilheterias do ginásio. No entanto, acredito no sucesso do evento, pois já estou há alguns anos em Americana e sei que a população da cidade sempre está disposta a colaborar com as causas sociais como esta", disse o técnico Paulo Bassul.

O jogo é válido pela penúltima rodada da fase de classificação do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino. A Unimed/Americana, com 31 pontos (15 vitórias e apenas uma derrota), já garantiu o primeiro lugar por antecipação e agora só aguarda a definição de seu adversário no playoff semifinal, a partir de 5 de janeiro. A única derrota da equipe de Paulo Bassul foi justamente para Ourinhos, no primeiro turno.

Paulista Juvenil

A equipe juvenil da Unimed inicia nesta terça-feira (16), contra o Corinthians/Santo André, a decisão do título do Campeonato Paulista da categoria. A primeira partida está programada para as 20 horas, em Santo André. O segundo jogo acontece quinta-feira (19), no ginásio do Centro Cívico, em Americana. Se houver necessidade, o terceiro será segunda-feira (23), novamente em Americana.

Para o jogo em Santo André, a técnica Mila Rondon confirmou o quinteto titular da Unimed com Karen, Nathália, Cláudia, Babi e Paula. No banco, como opções, ficam Thaina, Daiane Daleaste, Daiane, Gracieli, Monah, Priscila e Vivian. A delegação viaja nesta terça-feira às 15 horas.

"Santo André tem uma boa equipe, com destaque para a pivô Kátia, mas temos condições de ganhar o título. Nossa idéia é anular os pontos fortes do adversário para conseguir vencer na casa deles e assim ter mais tranquilidade para decidir jogando em Americana", comentou Mila.

Durante o Campeonato Juvenil, a Unimed disputou 22 jogos, com 20 vitórias e somente duas derrotas.

Nacional 2.8

TRÊS EQUIPES DISPUTAM A VICE-LIDERANÇA DO NACIONAL FEMININO


A oitava e penúltima rodada do returno do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, será realizada nesta sexta-feira com quatro jogos (horários de Brasília): Dom Bosco/Governo Popular x São Paulo/Guaru, em Campo Grande (20h); Lages/Uniplac x Sírio/Black&Decker/Uberaba, em Lages (20h); Santo André x São Caetano, em Santo André (20h); e Unimed/Americana x Unimed/Ourinhos, em Americana (20:30h), com transmissão ao vivo do SPORTV.

Faltando duas rodadas para terminar a primeira fase, o Unimed/Americana assegurou o primeiro lugar na classificação geral e segue na liderança, com 31 pontos ganhos (15 vitórias e uma derrota). Em segundo lugar está o São Paulo/Guaru, com 28 (12 vitórias e 4 derrotas), seguido do Santo André, também com 28; e do Unimed/Ourinhos, com 27 (11 vitórias e 5 derrotas). A fase semifinal começa dia 5 de janeiro e será disputada numa melhor de cinco partidas, com os seguintes confrontos: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores decidem o título.

- Nosso adversário na semifinal deve ser o Unimed/Ourinhos, por isso o jogo dessa sexta-feira ganha importância, mesmo que o nosso time já esteja classificado. Nossa única derrota no Campeonato foi contra eles no turno. Agora queremos a vitória em casa para chegarmos mais confiantes nos playoffs - analisou o técnico Paulo Bassul, do Unimed/Americana.

- Não estamos tendo muito tempo para treinar, mas estamos ganhando jogos importantes. Espero que nessa partida não seja diferente. Não vai ser fácil vencer, mas precisamos da vitória. Estamos disputando o terceiro lugar na classificação com o Unimed/Ourinhos. Se ficarmos em terceiro, vamos enfrentar o São Paulo/Guaru nas semifinais - comentou a ala Vivian, do Santo André.

Euroliga 2003


O Bourges, de Kelly, não teve dificuldades para derrotar o Sopron, da Hungria, por 67 a 47, pela sexta rodada da Euroliga Feminina .

Os destaques da equipe francesa foram a iugoslava Tuvic (17 pts e 16 rebs) e a russa Korstine (15 pontos).

A brasileira Kelly Santos fez 6 pontos.

O Sopron, equipe em que Alessandra estava até o último mês, continua apresentando problemas: depois da perda da pivô brasileira, da troca de técnico, das contusões de Eva Nemcova, o time foi para a partida na França, sem Razija Mujanovic (que não deve continuar no elenco, após alguns problemas) e sem a australiana Tully Bevilacqua, com febre.

A melhor marcadora pelo lado húngaro foi Balogh, com 11.

Pelo lado do Bourges, Kelly não escondia o sorriso após a partida.

E o motivo não era apenas a vitória.

A pivô pegaria, logo após a partida, o vôo para São Paulo, onde passa seu fim de ano.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2002

Kelly No Paraíso

No último dia 27 de novembro, a pivô brasileira Kelly Santos foi alvo de uma extensa reportagem publicada pelo jornal Le Berry, da cidade francesa de Bourges.

Uma matéria muito interessante que enfoca a adaptação da jogadora ao seu novo lar.

Fiquei feliz em ler a matéria e perceber o sucesso de uma estrangeira e a estabilidade que essa temporada européia está lhe proporcionando.

Não resisti e acabei traduzindo a entrevista por completo.

E aviso - Essa matéria não existiria sem a mão do meu amigo Laurent, já que minha intimidade com o idioma francês não é lá das maiores.

Com vocês, Kelly - De São Paulo a Bourges.




Kelly - guerreira na quadra, mas tímida e simples na vida


Assim é Kelly Santos, a primeira brasileira a jogar no Bourges. Com a ajuda da tradutora Cindy Ferreira, Kelly fala sobre a adaptação ao estilo de jogo do Bourges, sua vontade de aprender, o aprendizado do francês, sua paixão pela culinária francesa e - claro - sobre a família que ela deixou no Brasil.

Em Bourges, Kelly está estreando com brilho e o time não pode reclamar disto.


Kelly - uma brasileira em Bourges

Brasil - tão perto, tão longe


Ela trouxe no coração a família, o Brasil, os amigos, as praias e os churrascos que duravam até de madrugada. Mas a pivô paulista se sente muito bem em Bourges. Ela está aprendendo francês muito rápido, descobrinfo queijos e vinhos e a vida de uma jogadora de basquete européia.


Tímida, modesta e charmosa


Imagine chegar de São Paulo, seu sol, suas praias e 15 milhões de habitantes para uma pequena cidade como Bourges, de 100.000 habitantes. Imagine ser arremessada a um universo desconhecido. Tudo isso Kelly sentiu, mas se adpatou à sua nova vida como a exploradora novata de um novo mundo. Assim é Kelly: tímida, como [a jogadora francesa e companheira de Kelly no Bourges] Cathy Melain, mas com uma enorme vontade de aprender e descobrir.

Ela está trabalhando seu Inglês e seu Francês com empenho, mas confessa achar a língua francesa difícil: "Quando você aprende Francês, você pode aprender qualquer outra coisa." diz. "A não ser Chinês." completa.

Ela joga basquete só há 10 anos, mas o esporte já a levou aos níveis mais altos. Kelly aprecia Bourges pela sua tranquilidade e pelos bons vinhos e queijos também.

Sensível e charmosa. Cheia de bom humor e mais solta assim que a entrevista transcorria.

Kelly é uma atleta alta e forte, mas ela mesmo acha que não tem um jogo físico tão bom quanto suas habilidades naturais lhe permitem. Mas talvez suas adversárias não estejam dizendo o mesmo.

Kelly tem muita força de vontade, uma habilidade afiada e um excelente aproveitamento de arremessos. Em apenas 10 jogos, a garota se tornou o elemento surpresa da "casa laranja" [como o time de Bourges é conhecido], conquistou a todos e marcou seu lugar no garrafão. E isso é apenas o começo.

Kelly está sempre ocupada com suas aulas de Inglês e Francês e, é claro, com basquetebol. Ela nem tem tempo de pensar no Brasil. Mas quando tem um intervalo nos compromissos, Kelly visita o namorado Daniel.

"Bourges é uma cidade pequena e graciosa. E eu adoro as pessoas, os restaurantes e as lojas daqui. Na realidade, eu me sinto em casa em Bourges."

"Acho que fiz uma ótima escolha ao vir pra Bourges. Eu já sabia da reputação do time desde 1995, quando Bourges foi ao Brasil jogar o Mundial Interclubes. Eu era muito nova naquela época, mas já estava contente de jogar entre o alto nível."

"Depois descobri que o time ganhou a Euroliga várias vezes, que era um clube profissional e que faz um trabalho muito sério aqui".

"Estava consciente que se eu quisesse fazer algo aqui, teria que ser muito sério. Não hesitei quando tive a oportunidade."

"Então, eu não me surpreendi com o volume de trabalho. Estava ciente disso. Tudo aqui é feito para que as atletas estejam nas melhore condições: treinos, cuidados de saúde e tudo mais."

"O fato de Bourges ser uma cidade pequena faz tudo muito próximo de você. Você não perde tempo com transporte. Muito diferente de São Paulo, com 15 milhões de pessoas, engarrafamentos, poluição e problemas reais que te estressam. Aqui, posso ir a qualquer lugar a pé. É um verdadeiro conforto."

Kelly é fã dessa Douce France. Aqui a vida é diferente. O Brasil é uma mistura de povos e culturas. Na França, as pessoas são mais tradicionais, porque a vida é fina e doce. Muito mais tranquilo também. Gostaria muito que minha mãe viesse pra cá. Seria melhor pra ela do que viver no Brasil. Minha família é minha grande perda lá."



"Outra diferença é que no Brasil tudo acaba em festa: praia, churrasco, música e a festa já começou. Claro, que é um pouco incompatível com a vida de uma atleta de alto nível. Mas a mesma coisa acontece com a Culinária Francesa! Adoro os queijos e vinhos daqui, mas tenho que me policiar." diz rindo.

"Aprendo Francês e Inglês por enquanto e todos fazem um esforço de conversar devagar. Como sou um pouco tímida, tinha dificuldades no começo, mas melhorei. Sigo as leituras com Boba (Slobodanka Tuvic), Luba (Drjlaca), Vedrana (Grgin-Fonseca) e Alicia (Poto)."

Kelly diz que precisa de tempo para se adaptar. Ela, que praticamente troca de clube a cada ano, gostaria de passar um longo tempo aqui. E se o presidente concordar, por que não em Bourges?

"De qualquer maneira, para se levar uma carreira no basquete é melhor na Europa. No passado, era possível no Brasil. Eu podia até ajudar minha família. Mas a crise econômica diminui os investimentos no esporte feminino."

"Deixar minha família, meu país não foi fácil, mas posso assegurar que aqui meu futuro será menos difícil. Estou pronta para os sacrifícios e esforços para vencer."

Uma forte determinação. Mas o Brasil só está longe na distância. Seu namorado Daniel está sob sua vigilância.

"É verdade que sou ciumenta. Ele sabe. E não gosto quando ele fica olhando pra uma francesa bonita. Mas na verdade, eu é que mais presto atenção nele. Quando você está apaixonada, tem que ser cautelosa (risos)."

Para o Brasil, ela retorna no Natal. "Meu pai morreu há 13 anos e minha mãe não trabalha. Meu irmão é um advogado e uma irmã é professora (um trabalho que ela adoraria ter, não estivesse envolvida com o basquete). Seria um grande prazer revê-los. Tenho muito a contar-lhes."

Até o Natal, há muitas partidas a vencer com o Bourges. Muitas lições de Francês. Muitos treinos com o técnico Olivier Hirsch e com suas colegas.

"Semana passada, fui a Paris. É uma cidade maravilhosa, mas não tive tempo suficiente pra visitá-la e meu tornozelo estava dolorido, mas fui ao Arco do Triunfo e fiz compras."

"Geralmente vou ao cinema, porque é uma boa maneira de aprender Francês. Gosto de ler também e navegar na Internet. Meu maior problema é que já terminei os livros que trouxe do Brasil."

E depois do basquete, kelly?

"Gostaria de jogar mais 10 anos na Europa. Depois, me vejo no Brasil, com filhos e abrindo um salão de cabelereiros e uma loja de roupas onde se pudesse achar peças para mulheres altas (risos). E será uma boa oportunidade para uma festa, um longo churrasco, amigos e queijos e vinhos franceses."


EU AMO

Daniel, que me acompanha em Bourges e, por isso, tirou férias de 2 anos
Viajar, mesmo que eu não goste muito dos transportes
Queijo
Comer, porque sou gulosa
Pessoas simples e modestas, como as que eu tenho encontrado aqui
Pessoas engraçadas e de mente aberta


EU ODEIO

Café
Lavar pratos
Pessoas que não são simples
Pessoas mentirosas



Kelly em versão basquetebol

"Eu vou devagar, mas com certeza alcanço meu lugar"


São apenas 10 anos de jogo com a bola laranja, mas Kelly já mostrou uma ascenção tremenda na seleção brasileira e agora em Bourges, onde ela marca sua posição.

Como você começou no basquetebol?

Quando jovem, eu tinha problemas de saúde. Meu médico me deu um tratamento e me apresentou à melhor jogadora do Brasil: Hortência. Eu tinha treze anos e 1,87 e comecei a jogar no clube dela: Sorocaba.

Seus progressos forma bastante rápidos e você já estava na seleção com 17 anos. Você estava pronta pra isso?



Na verdade não. Algumas jogadoras, mais velhas que eu eram mais lembradas e haviam começado antes no basquete também. Eu não acreditava que pudesse ser selecionada pra jogar nesse nível. Olhe só: com 13 anos, eu nunca tinha pego uma bola ou praticado um esporte!

Você acha que você é agora uma das atletas da base da seleção brasileira?

Só sei que sou mais nova que a maioria das jogadoras e que tenho a sorte e a oportunidade de jogar numa seleção como essa.

O que representa o basquete feminino no país do futebol e do Rei Pelé?

No começo, é verdade, não foi fácil para o basquete feminino. Mas como todos os grandes resultados, nosso esporte é mais respeitado e tem agora um espaço pequeno dentro do esporte nacional. Claro que comparado ao futebol, não é fácil competir, mas temos pessoas mantendo nosso esporte nas quadras.

Na sua carreira, quais foram as atletas que te impressionaram e as que você gostarim de jogar com ou contra?

Razija Mujanovic, com quem eu joguei 2 anos. Ela me ensinou muito, já que ela joga como pivô também. Claro que Janeth e Hortência também. No Bourges, eu gosto muito da Cathy Melain e da Yannick Souvré. São jogadoras inteligentes, que usam sua experiência para ajudar as novatas. Sempre presto atenção ao que elas dizem, porque seus conselhos são bons.

Fora o basquete, que outro esporte você teria feito?

Talvez o vôlei, mas nunca tentei.

Entre treinamentos e jogos, quais as diferenças entre Brasil e França?

No Brasil, você treina muito, mas em Bourges e na França, insistimos muito no aspecto físico. No Brasil, velocidade é o mais importante. Na França também, mas a técnica individual e coletiva é ainda mais importante. Já aprendi muito e adoro isso.

Você prefere a posição 4 ou 5?

Não há diferença pra mim. Gosto de jogar nas duas. Não há problema nenhum pra mim em ser escalada pra jogar nessas posições.


Quais são seus pontos fortes e os em que você precisa melhorar?

Odeio falar do meu próprio jogo. Acho que me esforço muito na defesa e na performance de arremessos. Na semana passada, fiz 139 cestas em 200 tentativas de meia distência durante os treinos. Mas eu tenho que aprender a usar mais meu potencial físico. Eu não o uso o bastante. Mas trabalho para isso.

Como é a sua relação com Boba Tuvic [a iugoslava Slobodanka Tuvic, companheira de Kelly no Bourges]?

Nós nos entendemos muito bem, Em Vilnius, durante uma partida da Euroliga, nós conseguimos acertar maneira correta de jogarmos juntas. Ficamos muito contentes.

Se Bourges fosse um time brasileiro, estaria apto a ganhar o título?

Acho que muito facilmente. Teria apenas que se adaptar a um outro jeito de jogar basquete.

O que dizer do começo da temporada?

Temos três jogadoras novatas no time, então a adaptação não terminou, mas o nível já está muito alto.

E agora com a ausência de Vedrana, que também fala português, como você faz?

Apenas me concentro bastante e nada mais.

Antes de vir para a Europa, que clubes você conhecia e com quais já tinha contato?

Eu conhecia o Como [da Itália], Valência [da Espanha] e Ruzomberok [da Eslováquia] e quase todas as equipes da Euroliga. Tinha convites dessas três equipes, mas preferi vir para o Bourges.

Você já jogou contra o Valencienes [último campeão da Liga Francesa], o time número um da Europa? O que você acha deles e especialmente da Nicole Antibe, que você substituiu no Bourges, depois que ela foi para o Valenciennes?

Valenciennes é um time muito bom, o qual temos que respeitar, mas já ganhamos delas [na primeira fase da Liga] . Acho realmente que estamos no mesmo nível. E Nicole Antibe é forte.

Quais seus planos para o futuro próximo e distante?

Quero progredir. Quero ganhar a Euroliga e jogar mais dez anos na Europa. Meu sonho é ganhar esta Euroliga e, é claro, os Jogos Olímpicos. E quero ser feliz também.


(Le Berry, 27.11.2002)
(Agradecimentos a Laurent D.)


França 10



Pela décima rodada da Liga Francesa, tivemos os seguintes resultados:



O Bourges de Kelly manteve a liderança ao bater o Montpellier de Adriana Santos, por 76 a 63. Kelly esteve em quadra por 20 minutos, fazendo 8 pontos, pegando 6 rebotes e dando 2 assistências. Adriana teve um atuação média na véspera de seu embarque para o Brasil: em 31 minutos, fez apenas 6 pontos e pegou 2 rebotes. As cestinhas foram Moussard, pelo Montpellier, 20 pontos e Drljaca, do Bourges, com 18.



O Aix, de Iziane, manteve a série de vitórias. Desta vez, contra o Villeneuve por 87 a 80. Iziane mais uma vez com boa atuação: em 27 minutos, fez 17 pontos, pegou 2 rebotes e deu 2 assistências. A cestinha foi sua colega: Lara Mandic, com 21 pontos.



O Nice, de Mamá, não resistiu à força do Vallencienes e perdeu por 78 a 56. Mamá jogou 29 minutos, nos quais fez 15 pontos, pegou 5 rebotes. A cestinha foi sua colega Falcoz, com 20 pontos; seguida pela adversária Antibe, com 18.








Mundial Sub-21

FIBA SORTEIA EM JANEIRO GRUPOS DO MUNDIAL FEMININO SUB-21


A Federação Internacional de Basketball (FIBA) anunciou, nesta quarta-feira, que será no dia 28 de janeiro de 2003 o sorteio dos grupos do 1º Campeonato Mundial Sub-21 Feminino. A competição será disputada de 25 de julho a 3 de agosto, na Croácia. Já estão classificadas 11 das 12 seleções: Argentina, Austrália, Brasil, Coréia do Sul, Croácia, Estados Unidos, França, Letônia, República Tcheca e Rússia. Falta definir o campeão africano.

Resta saber se Iziane e Érika disputarão o Mundial ou a WNBA, decisões que selam nosso destino no torneio.

Nacional 2.7

AMERICANA VENCE GUARU E GARANTE 1º LUGAR NO NACIONAL FEMININO

A sétima rodada do returno do 5º Campeonato Nacional de Basquete Feminino, teve os seguintes resultados nesta quarta-feira: São Caetano 78 x 91 Automóvel Clube/Campos, em São Caetano; Dom Bosco/Governo Popular 86 x 74 Lages/Uniplac, em Campo Grande; São Paulo/Guaru 73 x 81 Unimed/Americana, em Guarulhos, e Santo André 76 x 74 Unimed/Ourinhos, em Santo André. Faltando duas rodadas para terminar a fase de classificação, o Unimed/Americana assegurou o primeiro lugar e segue na liderança, com 31 pontos ganhos (15 vitórias e uma derrota). Em segundo está o São Paulo/Guaru, com 28 (12 vitórias e 4 derrotas), seguido do Santo André, também com 28.

7ª RODADA DO RETURNO -- Quarta-feira (dia 18)

São Caetano 78 x 91 Automóvel Clube/Campos
1º Período: 22 x 25
2º Período: 38 x 50 (Placar final)
Cestinhas: Laine (SÃO) 16pts e Marta e Márcia (CAMP) 13pts
3º Período: 63 x 68
4º Período: 78 x 91 (Placar final)
Cestinhas: Laine (SÃO) 20pts e Lilian e Márcia Sobral (CAMP) 20pts
árbitros: João Batista Vinhaes (SP) e Luiz Alberto Arêas (SP)

Dom Bosco/Governo Popular 86 x 74 Lages/Uniplac
1º Período: 22 x 15
2º Período: 47 x 35 (Placar final)
Cestinhas: Micaela (DOM) 19pts e Mina (LAGES) 9pts
3º Período: 72 x 55
4º Período: 86 x 74 (Placar final)
Cestinhas: Micaela (DOM) 33pts e Mina (LAGES) 15pts
árbitros: Enaldo Batista (SC) e Eduardo Costa (MS)

São Paulo/Guaru 73 x 81 Unimed/Americana
1º Período: 19 x 20
2º Período: 39 x 39 (Placar final)
Cestinhas: Janeth (GUARU) 15pts e Silvinha (AME) 15pts
3º Período: 57 x 62
4º Período: 73 x 81 (Placar final)
Cestinhas: Janeth (GUARU) 25pts e Silvinha (AME) 23pts
árbitros: Tatiana Steigerwald (SP) e Carlos Henrique Ramos (SP)

Santo André 76 x 74 Unimed/Ourinhos
1º Período: 19 x 22
2º Período: 36 x 40 (Placar final)
Cestinhas: Aide (SANTO) 10pts e Cris (OURI) 10pts
3º Período: 53 x 58
4º Período: 76 x 74 (Placar final)
Cestinhas: Chuca (SANTO) 18pts e Lígia e Casé (OURI) 19pts
árbitros: José Augusto Piovesan (SP) e Marcos Benito (SP)

Terça-feira (dia 17)
Ponta Grossa/SER 49 x 96 Sírio/Black&Decker/Uberaba
Cestinhas: Shenya, Ana Paula e Luciellen (PONTA) 10pts e Fernanda e Alessandra (UBE) 18pts
árbitros: Cristiano Maranho (PR) e Edson Gonçalves (PR)
Folha Indica o Blog


Fiquei mais uma vez muito orgulhoso ao ser lembrado novamente pelo jornal Folha de São Paulo, no caderno Informática de hoje.

A edição traz o Guia da Internet, com 1000 sites selecionados.

Me sinto honrado de ver o Blog do Basquete Feminino como um dos 16 indicados na categoria "Basquete e Vôlei".

Vejam só:


Guia da internet traz mil sites sobre os mais diversos assuntos

da Folha de S.Paulo

A teia de sites que formam a internet é cada vez mais intrincada, capaz de enrolar até os mecanismos de busca, que oferecem respostas nem sempre satisfatórias. É o ônus do crescimento rápido e desordenado: a rede passou de 130 sites, em 1993, para mais de 38 milhões no início deste ano. Cada endereço traz várias páginas: só o serviço Google, por exemplo, acessa mais de 1,3 bilhão de páginas para atender às consultas que recebe.

Procurando facilitar sua navegação, a Folha Online apresenta este guia com sites selecionados e organizados por temas, de animais a viagens, sem deixar de abordar com especial atenção computação e internet. Confira algumas das páginas mais visitadas da rede e as que consideramos mais informativas, divertidas ou úteis. Aproveite.


Veja sites com informações sobre basquete e vôlei

da Folha de S.Paulo

APVP - site da Associação de
Profissionais de Voley de Praia.
Com resultados, ranking e atletas:
www.apvp.com.br

Basquete Brasil - cobertura dos
mundiais, notícias sobre atletas e
história: www.basquetebrasil.org.br

Blog do Basquete Feminino -
leia diário on-line com notícias
coletadas de diversas fontes:
pbf.blogspot.com


CBB - site da Confederação Brasileira de Basketball. Traz entrevistas, história do esporte e regras:
www.cbb.com.br

CBV - site da Confederação
Brasileira de Voleibol. Tem entrevistas, wallpapers, quiz e notícias
em www.cbv.com.br

Cuba Vball - informações sobre
o vôlei feminino de Cuba, com fotos de atletas como Regla Torres.
Em inglês: www.cubavball.cjb.net

Federvolley - site da Federação
Italiana de Vôlei, que tem a melhor liga do planeta. Em italiano:
www.federvolley.it

FPB - site da Federação Paulista
de Basketball. Traz notícias e estatísticas: www.fpb.com.br

FPV - site da Federação Paulista
de Volley. Traz notícias, informações sobre as competições e regras oficiais: www.fpv.com.br

Gazeta Esportiva On-Line - site
traz reportagens, entrevistas, fotos e curiosidades: www.gazetaesportiva.net/volei

Maurício 6 - dedicado ao levantador da seleção brasileira. Com
fotos, lista de títulos e biografia:
www.mauricio6.com.br

NBA - página da liga profissional norte-americana. Traz perfil
de jogadores, fórum, notícias e fotos: www.nba.com

UOL Vôlei- últimas notícias sobre competições nacionais e internacionais: www.uol.com.br/esporte/volei

Volleyball Hall of Fame - conta
como surgiu o esporte e traz fotos
e histórias. Em inglês: www.volleyhall.org

V-Spirit - calendário dos maiores torneios do planeta, com resultados atualizados, fotos e vídeos. Em inglês: www.v-spirit.com

WNBA - site do maior campeonato de basquete feminino do
mundo. Em inglês: www.wnba.com