domingo, 22 de junho de 2014

Um toque feminino dentro e fora das quadras (CBB)

Seleção Brasileira Feminina de Basquete - Treino da Seleção Brasileira Feminina de Basquete - Brasil - sp - São José dos Campos - ADC General Motors -  - www.inovafoto.com.br - id:68112

São José dos Campos, SP – A Seleção Brasileira Adulta Feminina está treinando em São José dos Campos, no interior paulista, para os três amistosos contra a seleção do Canadá, entre os dias 26 e 28 deste mês, na cidade de Edmonton. E não é só o basquete que ocupa a mente das jogadoras. As alas Isabela Macedo, Leila Zabani e Patrícia Teixeira também batem um bolão quando o assunto é beleza. Em meio aos treinos, elas não deixam de cuidar da beleza. As três jogadoras contaram o que fazem para se manterem sempre belas.
"Meu maior xodó são meus cabelos. Faço luzes e tento sempre me cuidar. Tomo bastante cuidado com a alimentação comendo verduras e saladas, além de muitas frutas. E tento não cometer excessos. Faço academia pelo basquete, mas gosto mesmo é de malhar as pernas. No geral, estou bastante contente com meu corpo", contou a paulista Leila, entre risos.
"Sempre tive meu cabelo cacheado, mas de uns tempos para cá estou mantendo eles lisos. Acho que é mais fácil de me manter sempre arrumada, ainda mais jogando basquete. Não tenho muito rituais de beleza, mas sou bastante vaidosa. Gosto de estar em forma e passar um batom antes de entrar em quadra para jogar", destacou Patrícia, de 23 anos.
"Para ser sincera não faço nada fora do básico. Passo hidrante no corpo e gosto de passar um perfume quando vou jogar, mas maquiagem só uso quando saio com as amigas para dançar. Como tenho o cabelo muito cacheado procuro usar um shampoo especifico para meu tipo de cabelo e creme de pentear. Tenho conversado muito com a nutricionista por que estou balanceando a minha alimentação. Mas eu agradeço mesmo é a minha genética baiana", comentou Isabela, de 20 anos.
Voltando para a quadra, as alas Leila, Patrícia e Isabela estão 100% concentradas na preparação. Isabela falou sobre os três amistosos contra o Canadá que iniciam a temporada 2014.
"Estou com uma expectativa muito boa para esses jogos no Canadá. Como teremos pouco tempo de treinamento, o ritmo está bastante intenso e mais focado na parte tática. Serão disputas muito válidas na preparação para o Campeonato Sul-Americano e para a Copa do Mundo da Turquia. Mas a expectativa não poderia ser melhor. Estamos empolgadas", disse a baiana Isabela.
Leila destacou a importância do processo de renovação da equipe nacional e em vestir a camisa do Brasil nas categorias de base.
"Acho que é muito mais fácil a compreensão de uma jogadora que passou pelas categorias de base, pois você já chega conhecendo a filosofia do trabalho e sabe o que o treinador espera de você. E seguindo essa filosofia de renovação do Zanon, as meninas mais novas poderão adquirir ainda mais experiência em competições internacionais. Acho esse processo muito importante para as seleções futuras e estou muito contente de estar participando disso", analisou Leila, de 23 anos.
Já a ala Patrícia quer acumular mais conhecimento a cada participação nacional e se firmar na posição.
"Os treinos são puxados, não tem moleza. Musculação, arremesso, treino tático e físico na quadra. Estou bastante concentrada em fazer tudo que o técnico pede da maneira mais correta possível. Quero aprender sempre mais e garantir a vaga no Sul-Americano e quem sabe na Copa do Mundo", frisou a paulista Patrícia.

sábado, 21 de junho de 2014

Barretos tem reforço de Cris e Katião para os Regionais

Os times de basquete do Centro de  Excelência/ Fedesp/Barretos representarão a cidade na 58ª edição dos Jogos Regionais, em Araraquara entre os dias 18 e 28 de junho. A categoria para as duas equipes é a adulta, sendo o masculino treinado pela técnica Neia Gama e feminino pelo professor Nuno Ferreira.
O masculino é composto pelo time sub-16 que joga o Campeonato Paulista, reforçado por alguns atletas de São Paulo. Já o feminino tem em seu elenco jogadoras do time barretense líder do estadual, com reforço da lateral Cris, que tem passagem pelo São José dos Campos e pela pivô Katia, que jogou pelo Maranhão. As duas disputaram a Liga Nacional deste ano pelas antigas equipes.
ESTREIA: O time masculino faz o primeiro jogo contra Jaboticabal dia 19 e na sequência enfrenta Franca, dia 20 de junho. O feminino, comandado por Nuno Ferreira, disputa a estreia dia 21 de junho, contra Franca.

Fonte: O Diário

Além de Iziane, Êga e Bibiano, Maranhão Basquete teria acordo com Matee Ajavon para próxima edição da LBF

114151336ND009_Mystics_Media Um movimento novo e interessante está marcando esse início de temporada.

Equipes que tem no seu horizonte ‘apenas’ a disputa da quinta edição da LBF estão se apresentando ao mercado e contratando.

Ainda é cedo para fazer qualquer avaliação, mas o basquete feminino ensaia reproduzir o que acontece com o masculino e com o vôlei, onde equipes existem para disputar as competições nacionais (NBB e Superliga) independente da existência ou da força de seus Estaduais locais.

Enfim, depois de Sport e Brasília, o Maranhão Basquete também anuncia seus primeiros movimentos.

Segundo informações da página da Federação Maranhense, o time já fechou com Iziane, Êga, Fernanda Bibiano e foi ao mercado internacional para buscar um nome de peso: Matee Ajavon, atualmente no Atlanta Dream (WNBA).

Com as voltas de Sassá e Fabão, Santo André vence clássico do Grande ABC válido pelos Jogos Regionais de Osasco

O Santo André abriu sua participação na 58ª edição dos Jogos Regionais – 2014, que estão sendo disputados na cidade de Osasco (SP), nesta sexta-feira (20 de junho), derrotando São Bernardo do Campo, no clássico do Grande ABC, por 86 a 55 (31 a 23 no primeiro tempo), em duelo realizado no Centro de Treinamento do Bradesco.

Além do bom resultado, a equipe andreense comemorou os retornos das atletas Vanessa “Sassá” Gonçalves, autora de 13 pontos, e Fabão Oliveira, autora de 12 pontos, que foram submetidas à cirurgia na temporada passada e estavam em processo final de recuperação. “Estamos muito felizes com os retornos da Sassá e Fabão, que jogaram e nada sentiram”, comenta Arilza Couraça, assistente técnica do Santo André.

As cestinhas da partida foram Thaissa Frediani, com 18 pontos, e Tatiana Conceição, com 15 pontos, ambas do Santo André.

O próximo compromisso do Santo André será já neste sábado (21 de junho), às 18h00 (de Brasília), contra o anfitrião Osasco, definindo a primeira colocação do Grupo A. Já o Grupo B é composto por Cubatão, Santos e São Caetano do Sul. E, de acordo com o regulamento, os dois primeiros colocados de cada chave avançam a semifinal.

Fonte: LBF

Seleção Militar conquista título na França

FAB_04-745x470 A Seleção Brasileira Militar Feminina (foto), composta por atletas da Força Aérea Brasileira (FAB) – sargentos da Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA) – conquistou o título do Torneio Militar Internacional de Basquete Feminino, ao derrotar os Estados Unidos, neste sábado (21 de junho), na cidade de Meyenheim (FRA), por 69 a 60, na partida final.

O jogo foi duro, mas as brasileiras tiveram a força necessária para garantir a conquista. “Jogamos com um ritmo muito forte, bem diferente do primeiro jogo contra as norte-americanas, na fase de classificação. Soubemos levar a partida toda nessa intensidade, com alguns momentos ruins, mas sem deixar de marcar muito forte”, comenta a ala/armadora Karla Costa, salientando que o jogo em equipe foi fundamental para a conquista.

“A partida teve muitos altos e baixos, mas conseguimos nos manter na frente o tempo todo. Tivemos ótimos momentos na defesa, que foram decisivos para a vitória, o time estava muito unido, o que também foi um fator importantíssimo para derrotar as norte-americanas. Todos estão de parabéns: comissão, dirigentes e nós atletas”, complementa a armadora Tássia Carcavalli, reforço do Rio Claro Basquete para esta temporada.

O elenco conta com as seguintes jogadoras, que disputaram a última edição da Liga de Basquete Feminino (LBF): Carina Fellipus (Santo André), Babi Honório (Americana), Gil Justino (Americana), Patrícia Chuca (defendeu o Ourinhos Basquete, mas se transferiu para o Americana), Tássia Carcavalli (defendeu o Americana, mas se transferiu para o Rio Claro Basquete), Karla Costa (Americana), Erika e Êga Garvão (Americana).

Campanha
N primeira fase, a Seleção Brasileira Militar realizou três partidas, conquistando duas vitórias – Franca (101 a 51) e Alemanha (164 a 42) – e sofrendo uma derrota – Estados Unidos (66 a 56). Na semifinal, uma nova vitória sobre a França (91 a 48).

Fonte: LBF

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Após vitória em amistoso, seleção brasileira embarca para disputar o Mundial sub-17



São Bernardo do Campo, SP – Depois da fase de preparação no Ginásio do Centro Esportivo Baetinha, em São Bernardo do Campo (SP), e disputar dois amistosos contra as equipes Sub-19 feminina do Osasco (SP) e do São José dos Campos (SP), a Seleção Brasileira Sub-17 Feminina embarca, nesta sexta-feira (dia 20), para a República Tcheca. A partir do dia 28 deste mês o Brasil disputa o 3º Campeonato Mundial da categoria nas cidades de Klatovy e Pilsen. Antes do Mundial, as brasileiras fazem dois jogos amistosos contra as donas da casa, no dia 23, e com o Japão, no dia seguinte.

Nesta quarta-feira (18), a seleção venceu a equipe Sub-19 feminina do São José dos Campos (SP) por 55 a 46 (23 a 19 no primeiro tempo), no ginásio Pró-Visão de São José dos Campos, na última partida em território nacional O técnico Júlio Cesar Patrício destacou a importância dos amistosos e falou sobre a expectativa para a competição.

"Vamos usar esses amistosos para avaliarmos a equipe antes do início da competição. Enfrentaremos equipes fortes que nos darão toda a base para chegarmos em ritmo de jogo na estreia. Na última semana priorizamos a parte física, mas sempre casando com a filosofia técnica e tática. O objetivo foi deixar o grupo mais homogêneo, já que muitas meninas vieram direto de campeonatos. Agora estamos com o grupo mais forte fisicamente e focados na parte tática”, explicou o técnico. “Teremos também uma semana de preparação na República Tcheca, o que será importante para finalizarmos a preparação. A expectativa é uma das melhores para um bom início de Mundial", completou Júlio, que foi campeão no Sul-Americano Sub-15, em 2012, e bronze na Copa América Sub-16, em 2013.

O Brasil vai estrear no Campeonato Mundial Sub-17 Feminino no dia 28 deste mês contra o Egito. Na sequência a equipe nacional irá enfrentar as seleções da Itália (29) e Espanha (1º de julho). Na segunda fase, a Seleção Brasileira terá como adversário uma das quatro seleções do grupo “A”: Canadá Coreia, Hungria e República Tcheca. A partir dessa fase, somente os vencedores continuam na disputa por medalhas e pelo título.

Os grupos do Mundial

“A”: Canadá Coreia, Hungria e República Tcheca
“B”: Brasil, Egito, Espanha e Itália
“C”: Austrália, Japão, México e República Tcheca
“D”: China, Estados Unidos, França e Mali

Forma de Disputa do Mundial

De acordo com o regulamento, na primeira fase, as equipes se enfrentam nos seus respectivos grupos. As quatro seleções se classificam para as oitavas de final, que terá eliminação simples. Nessa fase, as seleções de “A" jogam contra as de "B" e as de "C" com as de "D". Os vencedores disputam de 1º ao 8º lugares e os perdedores de 9º a 16º lugares. Nesse novo formato todas seleções irão disputar sete jogos durante o Mundial.

Seleção Brasileira Sub-17 Feminina

Jogadora – Posição – Idade – Altura – Clube – UF

Aline Cristina Cezario de Moura – Ala/Pivô – 16 anos – 1,85m – Divino/COC/Jundiaí – SP
Fabíola Conceição Alexandrino – Ala – 16 anos – 1,74m – ADC Bradesco – SP
Izabela Nicolette Leite – Armadora – 14 anos – 1,70m – Unimed Americana – SP
Jennifer Nonato Calixto – Pivô – 15 anos – 1,89m – FEDESP Barretos – SP
Karen Fernanda Lourenço – Pivô – 16 anos – 1,85m – ADC Bradesco – MS
Larissa Jerônimo Carneiro – Armadora – 17 anos – 1,64m – Presidente Venceslau – SP
Lays da Silva – Armadora – 15 anos – 1,66m – DNA Basquetebol – SP
Letícia Cristina Soares Josefino – Pivô – 1,83m – 16 anos – Instituto Mangueira do Futuro – RJ
Maria Paula Lopes Albiero – Armadora – 15 anos – 1,67m – Unimed Americana – PR
Mariana Moura Queiroz Dias – Pivô – 16 anos – 1,84m – FEDESP/Barretos – SP
Mariane Roberta de Carvalho – Ala – 17 anos – 1,80m – Unimed Americana – SP
Wytalla Taynara Eugênio Motta – Ala/Pivô – 16 anos – 1,82m – Unimed Americana – SP
Média de altura: 1,78m
Média de idade: 15.7 anos

Comissão Técnica

Administrador: Paulo Henrique Mardegan
Técnico: Júlio César Patrício
Assistente Técnica: Anne Amália Sabatini
Médica: Paula Fernandes de Miranda
Preparador Físico: Marcos Vinicius Strapasson
Fisioterapeuta: Tatiana Abruceze dos Santos Cardoso
Nutricionista: Emy Takahashi

Programação

6 a 19 de junho – Treinamento
20 de junho – Viagem para a República Tcheca / Aeroporto de Guarulhos (SP)
21 a 22 de junho – Treinamento na República Tcheca
23 de junho – Amistoso: Brasil x República Tcheca
24 de junho – Amistoso: Brasil x Japão
25 a 27 de junho – Treinamento na República Tcheca
28 de junho a 6 de julho – 3º Campeonato Mundial da República Tcheca
8 de julho – Chegada ao Brasil / Aeroporto de Guarulhos (SP)

Fonte: CBB

Seleção feminina adulta inicia treinos em São José dos Campos


Imagem: Inova Foto

São José dos Campos, SP – Faltando 100 dias para o início da Copa do Mundo da Turquia, a Seleção Brasileira Adulta Feminina se apresentou, nesta quinta-feira (dia 19), em São José dos Campos, para começar a preparação da temporada 2014. O primeiro desafio da equipe nacional, comandada pelo técnico Luiz Augusto Zanon, serão os três amistosos contra a seleção do Canadá entre os dias 26 e 28 deste mês, na cidade de Edmonton. 

“É o inicio do trabalho de 2014 visando ao Campeonato Sul-Americano do Equador (14 a 18 de agosto) e a Copa do Mundo da Turquia (27 de setembro a 5 de outubro). Vamos dar sequência ao trabalho que vem sendo realizado desde 2013, quando assumi o comando da seleção brasileira. Essa oportunidade que esta sendo dada a essas jovens é única e é preciso dar valor", explicou Zanon, acrescentando que os treinos serão realizados em dois períodos até segunda-feira (23) no Ginásio da ADC General Motors.

Em São José dos Campos, a delegação foi recepcionada por Maurício Lannicelli (supervisor de basquete feminino do São José Desportivo), Rafael Gonçalves (presidente do conselho São José Desportivo), Ricardo Dinelli (Diretor Administrativo do São José Desportivo), Geraldo Freitas (diretor administrativo da secretaria de Esportes e Lazer da Prefeitura de São José dos Campos) e Luiz Jacometti (secretário de desenvolvimento social da Prefeitura de São José dos Campos).

Campeonato Sul-Americano

O Brasil está no grupo “B” do Campeonato Sul-Americano da categoria que será disputado em Ambato, no Equador. A equipe estreia contra a Venezuela, no dia 14 de agosto, e terá ainda como adversários na primeira fase o Uruguai (15) e o Equador (16). Na chave “A” estão Argentina, Chile, Peru e Paraguai. Os três primeiros colocados se classificam para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, enquanto os quatro primeiros garantem a vaga no Torneio Pré-Olímpico. As duas competições serão disputadas em 2015.

Seleção Brasileira Adulta Feminina

NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – UF

Bianca Araújo da Silva – Pivô – 18 anos – 1,91m – Basketball Santo André (SP) – SP
Carina dos Santos Martins – Armadora – 22 anos – 1,72m – Brasília/CSUV (DF) – SP
Clarissa Cristina dos Santos – Pivô – 26 anos – 1,86m – Umimed Americana (SP) – RJ
Débora Fernandes da Costa – Armadora – 22 anos – 1,64m – São José Desportivo (SP) – SP
Fabiana Caetano de Souza – Pivô – 23 anos – 1,92m – São José Desportivo (SP) – SP
Isabela Ramona Lyra Macedo – Lateral – 20 anos – 1,79m – São José Desportivo (SP) – BA
Jaqueline de Paula Silvestre – Lateral – 28 anos – 1,78m – Basketball Santo André (SP) – SP
Karina da Silva Jacob – Pivô – 29 anos – 1,87m – São José Desportivo (SP) – RJ
Leila Zabani – Lateral – 23 anos – 1,81m – ACBD Rio Claro (SP) – SP
Patrícia Teixeira Ribeiro – Lateral – 23 anos – 1,75m – São José Desportivo (SP) – SP
Tayna Mayara da Paixão – Armadora – 22 anos – 1,71m – Sport Recife (PE) – SP
Tatiane Pacheco Nascimento – Lateral – 23 anos – 1,80m – Sport Recife (PE) – SP
Média de idade: 23,3 anos
Média de altura: 1,80m

Comissão Técnica

Diretor: Vanderlei Mazzuchini 
Administrador: Bruno Gomes de Valentin
Técnico: Luiz Augusto Zanon
Assistente Técnico: Cristiano Cedra
Preparador Físico: Clóvis Roberto Haddad (Vita)
Auxiliar de Preparação Física: Rafael Júlio Fachina
Médico: Dr. Rodrigo Goes Araújo dos Santos
Fisioterapeutas: Milena Perroni e Paula Hensel
Massagista: Jailma Rocha Neves
Nutricionista: Mirtes Stancanelli

Hospedagem
Hotel Faro
Endereço: Rua Síria, 25 – Jardim Oswaldo Cruz

Treinamentos
Local: Ginásio da ADC General Motors
Endereço: Avenida General Motors, 1959 – Jardim Motorama

Imagens: Inova Fotos





















Fonte: CBB

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Basquetebol feminino do XV apresenta novos uniformes

Novos unformes apresentados pelas atletas Brenda, Sheila, Kiara e Carina, junto com o assistente tecnico Marquinhos A equipe de basquetebol adulto feminino do XV/Unimep/Amhpla/Selam fez a apresentação de seus novos uniformes que serão utilizados nas partidas dos Jogos Regionais de Lins e nos compromissos do Campeonato Paulista Divisão Especial A-2 Feminina.

O encontro realizado na tarde desta quarta-feira, dia 18, no Museu da Água em Piracicaba, contou com a presença do Secretario Municipal de Esportes, Lazer e Atividades Motoras de Piracicaba, João Francisco Rodrigues de Godoy, representantes da Amhpla Cooperativa Médica, Solange Ferrarezzi e Elisete Piedade, a proprietária da Cozinha Boa Mesa, Marta Mortati e representantes da Diretoria da Associação de Basquetebol XV de Piracicaba, o presidente José Antonio do Amaral Capranico, vice-presidente Marcello Ricardo Sanches e diretor secretário Fernando Marcos Colonnese.

De acordo com o técnico da equipe de basquetebol feminino do XV de Piracicaba, Ariel Rodrigues, o evento foi organizado para valorizar os patrocinadores e apoiadores da equipe; fundamentais para a continuidade e o sucesso do trabalho.

O Secretário Municipal de Esportes, Lazer e Atividades Motoras de Piracicaba, João Francisco Rodrigues de Godoy, fez questão de lembrar que a parceria entre a Selam e o basquetebol feminino vem de longa data e certamente continuará graças a transparência e a seriedade do trabalho conduzido pela atual diretoria da Associação.

“A Secretaria faz questão de acompanhar a evolução desta equipe, que tem demonstrado sua força dentro de quadra.” – disse o Secretário.

Para Elisete Piedade, a Amhpla parabeniza o trabalho do basquetebol adulto feminino do XV de Piracicaba, que faz um trabalho serio dentro e fora das quadras. “A Amhpla acredita no esporte piracicabano e continuará como parceira do basquetebol feminino e de outras modalidades piracicabanas.”

Patrocínadores da equipe adulta feminina:

- AMHPLA, Alto Padrão em Saúde

- SELAM - Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Atividades Motores da Prefeitura de Piracicaba

- UNIMEP - Universidade Metodista de Piracicaba

- Cozinha BOA MESA - Refeições Coletivas e apoio de

Apoiadores da equipe adulta feminina:

- FARMAPIRA Drogaria

- Água UBÁ

- Lavanderia SANTA CLARA.

Clarissa e Vita apresentam-se à seleção brasileira

A pivô Clarissa Santos e o preparador físico Clóvis Haddad (Vita), da ADCF Unimed Americana, apresentam-se nesta quinta-feira (19) à seleção brasileira para série de três amistosos contra o Canadá. A apresentação está marcada para as 12 horas, em São José dos Campos, onde serão realizados os treinamentos até segunda-feira (23), mesmo dia da viagem para a cidade de Edmonton.

"É sempre muito importante estar na seleção brasileira e, mais uma vez, vou me dedicar ao máximo para corresponder às expectativas da comissão técnica", disse Clarissa Santos, presença constante nas convocações.

Os amistosos contra o Canadá serão disputados entre quinta-feira (26) e sábado (28) da próxima semana e servirão como preparação para o Campeonato Sul-Americano, programado para agosto, em Ambato, no Equador. O Brasil integra o Grupo B ao lado de Venezuela, Uruguai e Equador. No Grupo A estão Argentina, Chile, Peru e Paraguai.

Os três primeiros colocados do Sul-Americano garantem vaga para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, que acontecem em 2015. Os quatro primeiros também se classificam para o Pré-Olímpico. "Vamos em busca da vaga para fortalecer ainda mais o basquete feminino do Brasil", afirmou Clarissa.

No 1º torneio do ano, basquete de Venceslau quer taça nos Regionais

O time feminino de basquete de Presidente Venceslau irá estrear na temporada 2014. Após um longo período de treinamentos, a equipe encara os Jogos Regionais, a partir desta quinta-feira (19), em Osvaldo Cruz.

Teoricamente, o desafio será menor do que no ano passado. Com a derrota para Ourinhos na final da primeira divisão de 2013, a equipe venceslauense entra em quadra agora pela divisão inferior como a favorita.

- A cidade de Presidente Venceslau sempre disputou a divisão inferior nos Jogos, mas nós do basquete feminino, a primeira divisão. Com a derrota na final no ano passado, iremos disputar a segunda divisão. Dessa forma, somos obrigados a fazer um bom papel. Entramos como favoritos e sabemos disso - fala o técnico Flávio Prado.

Os adversários estão definidos. A estreia será nesta quinta-feira, às 15h, contra Panorama. Na sequência, o time enfrenta Vera Cruz e Adamantina. Contra cidades sem tradição no esporte, Prado explica que o importante é trazer a taça para Venceslau.

- Queremos vencer, claro, sempre respeitando as adversárias. O time está preparado e vamos em busca do título que escapou em 2013.

Os Jogos Regionais começam nesta quarta-feira (18) e seguem até o dia 28.

Fonte: Globoesporte.com

terça-feira, 17 de junho de 2014

Seleção brasileira adulta feminina se apresenta para amistosos contra Canadá



São José dos Campos, SP – Sob o comando do técnico Luiz Augusto Zanon, as 12 jogadoras da Seleção Brasileira Adulta Feminina se apresentam, nesta quinta-feira (dia 19), às 12h de Brasília, no Faro Hotel (Rua Síria, 25 – Jardim Oswaldo Cruz), em São José dos Campos, interior de São Paulo. A equipe nacional irá enfrentar o Canadá em três amistosos entre os dias 26 e 28 de junho, na cidade de Edmonton. Os treinos serão realizados no Ginásio da ADC General Motors (Avenida General Motors, 1959 – Jardim Motorama).

"Estou com uma expectativa muito boa para esses jogos no Canadá. Com certeza, servirá como uma boa preparação para o Campeonato Sul-Americano e consequentemente para a Copa do Mundo. Acredito que também será mais uma boa oportunidade de mesclar meninas mais jovens com mais experientes e seguir com a filosofia de renovação do treinador", analisou a pivô Clarissa Santos. 

O Brasil está no grupo “B” do Campeonato Sul-Americano da categoria que será disputado em Ambato, no Equador. A equipe estreia contra a Venezuela, no dia 14 de agosto, e terá ainda como adversários na primeira fase o Uruguai (15) e o Equador (16). Na chave “A” estão Argentina, Chile, Peru e Paraguai. Os três primeiros colocados se classificam para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, enquanto os quatro primeiros garantem a vaga no Torneio Pré-Olímpico. As duas competições serão disputadas em 2015.

Seleção Brasileira Adulta Feminina

NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – UF

Bianca Araújo da Silva – Pivô – 18 anos – 1,91m – Basketball Santo André (SP) – SP
Carina dos Santos Martins – Armadora – 22 anos – 1,72m – Brasília/CSUV (DF) – SP
Clarissa Cristina dos Santos – Pivô – 26 anos – 1,86m – Umimed Americana (SP) – RJ
Débora Fernandes da Costa – Armadora – 22 anos – 1,64m – São José Desportivo (SP) – SP
Fabiana Caetano de Souza – Pivô – 23 anos – 1,92m – São José Desportivo (SP) – SP
Isabela Ramona Lyra Macedo – Lateral – 20 anos – 1,79m – São José Desportivo (SP) – BA
Jaqueline de Paula Silvestre – Lateral – 28 anos – 1,78m – Basketball Santo André (SP) – SP
Karina da Silva Jacob – Pivô – 29 anos – 1,87m – São José Desportivo (SP) – RJ
Leila Zabani – Lateral – 23 anos – 1,81m – ACBD Rio Claro (SP) – SP
Patrícia Teixeira Ribeiro – Lateral – 23 anos – 1,75m – São José Desportivo (SP) – SP
Tayna Mayara da Paixão – Armadora – 22 anos – 1,71m – Sport Recife (PE) – SP
Tatiane Pacheco Nascimento – Lateral – 23 anos – 1,80m – Sport Recife (PE) – SP
Média de idade: 23,3 anos
Média de altura: 1,80m

Comissão Técnica

Diretor: Vanderlei Mazzuchini 
Administrador: Bruno Gomes de Valentin
Técnico: Luiz Augusto Zanon
Assistente Técnico: Cristiano Cedra
Preparador Físico: Clóvis Roberto Haddad (Vita)
Auxiliar de Preparação Física: Rafael Júlio Fachina
Médico: Dr. Rodrigo Goes Araújo dos Santos
Fisioterapeutas: Milena Perroni e Paula Hensel
Massagista: Jailma Rocha Neves
Nutricionista: Mirtes Stancanelli

Fonte: CBB

Definida a seleção brasileira que disputará o Mundial sub-17 da República Tcheca



São Bernardo do Campo, SP – O técnico da Seleção Brasileira Sub-17 Feminina, Júlio César Patrício, definiu, nesta terça-feira (dia 17), as 12 jogadoras que vão disputar o 3º Campeonato Mundial da categoria, nas cidades de Klatovy e Pilsen, na República Tcheca, de 28 de junho a 6 de julho. O Brasil está no grupo “B” do Mundial ao lado de Egito, Itália e Espanha. Júlio avaliou o grupo que disputará a competição.

"Estou contente com o resultado alcançado até o momento. Tudo está correndo dentro do planejado e até o embarque teremos feito todo trabalho técnico e tático. Definimos o grupo usando a mesma base que está com a gente desde 2012 na conquista do título Sul-Americano Sub-15, da Venezuela, e na prata da Copa América Sub-16 do México, em 2013. Além disso, agregamos quatro valiosas jogadoras que são: Mariana, Lays, Maria Paula e Karen. Elas darão o reforço necessário para a equipe, além de já conhecerem a filosofia da seleção e saberem o que queremos delas. Vamos chegar lá e dar o nosso melhor em busca dos resultados positivos", analisou o treinador.

Na quarta-feira (18), a seleção fará um jogo amistoso contra a equipe Sub-19 feminina de São José dos Campos (SP). Na próxima sexta-feira (20), a delegação brasileira embarca para a República Tcheca, onde disputará dois amistosos antes do Mundial. A primeira partida será contra as donas da casa no dia 23, enquanto no dia seguinte o adversário será o Japão. 

O Brasil vai estrear no Campeonato Mundial Sub-17 Feminino no dia 28 de junho contra o Egito. Na sequência a equipe nacional irá enfrentar as seleções da Itália (29) e Espanha (1º de julho). Na segunda fase, a Seleção Brasileira terá como adversário uma das quatro seleções do grupo “A”: Canadá Coreia, Hungria e República Tcheca. A partir dessa fase, somente os vencedores continuam na disputa por medalhas e pelo título.

Os grupos do Mundial

“A”: Canadá Coreia, Hungria e República Tcheca
“B”: Brasil, Egito, Espanha e Itália
“C”: Austrália, Japão, México e República Tcheca
“D”: China, Estados Unidos, França e Mali

Forma de Disputa do Mundial

De acordo com o regulamento, na primeira fase, as equipes se enfrentam nos seus respectivos grupos. As quatro seleções se classificam para as oitavas de final, que terá eliminação simples. Nessa fase, as seleções de “A" jogam contra as de "B" e as de "C" com as de "D". Os vencedores disputam de 1º ao 8º lugares e os perdedores de 9º a 16º lugares. Nesse novo formato todas seleções irão disputar sete jogos durante o Mundial.

Seleção Brasileira Sub-17 Feminina

Jogadora – Posição – Idade – Altura – Clube – UF 

Aline Cristina Cezario de Moura – Ala/Pivô – 16 anos – 1,85m – Divino/COC/Jundiaí – SP
Fabíola Conceição Alexandrino – Ala – 16 anos – 1,74m – ADC Bradesco – SP
Izabela Nicolette Leite – Armadora – 14 anos – 1,70m – Unimed Americana – SP
Jennifer Nonato Calixto – Pivô – 15 anos – 1,89m – FEDESP Barretos – SP
Karen Fernanda Lourenço – Pivô – 16 anos – 1,85m – ADC Bradesco – MS
Larissa Jerônimo Carneiro – Armadora – 17 anos – 1,64m – Presidente Venceslau – SP
Lays da Silva – Armadora – 15 anos – 1,66m – DNA Basquetebol – SP
Letícia Cristina Soares Josefino – Pivô – 1,83m – 16 anos – Instituto Mangueira do Futuro – RJ
Maria Paula Lopes Albiero – Armadora – 15 anos – 1,67m – Unimed Americana – PR
Mariana Moura Queiroz Dias – Pivô – 16 anos – 1,84m – FEDESP/Barretos – SP
Mariane Roberta de Carvalho – Ala – 17 anos – 1,80m – Unimed Americana – SP
Wytalla Taynara Eugênio Motta – Ala/Pivô – 16 anos – 1,82m – Unimed Americana – SP
Média de altura: 1,78m
Média de idade: 15.7 anos

Comissão Técnica

Diretor: Vanderlei Mazzuchini
Administrador: Paulo Henrique Mardegan
Técnico: Júlio César Patrício
Assistente Técnica: Anne Amália Sabatini
Médica: Paula Fernandes de Miranda
Preparador Físico: Marcos Vinicius Strapasson
Fisioterapeuta: Tatiana Abruceze dos Santos Cardoso
Nutricionista: Emy Takahashi

Programação

6 a 19 de junho – Treinamento
20 de junho – Viagem para a República Tcheca / Aeroporto de Guarulhos (SP)
21 a 22 de junho - Treinamento na República Tcheca 
23 de junho - Amistoso: Brasil x República Tcheca
24 de junho - Amistoso: Brasil x Japão
25 a 27 de junho – Treinamento na República Tcheca
28 de junho a 6 de julho – 3º Campeonato Mundial da República Tcheca
8 de julho – Chegada ao Brasil / Aeroporto de Guarulhos (SP)

Fonte: CBB

Obs.: Das 16 atletas convocadas inicialmente, as quatro que não estão na lista final são: Marcella Lamark (Jundiaí) , Milena Rodrigues (DNA Basquete), Nycole de Barros e Clarissa Carneiro (Presidente Venceslau)

O Triste Fim do Monstrinho

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Ourinhos começou no basquete de maneira bem humilde. Se não estou enganado (é duro contar apenas com a memória), o primeiro time da cidade a disputar o Paulista foi formado em 1995, quando o ranqueamento foi imposto pela Federação Paulista e a pivô Ruth (campeã mundial) foi para lá. O time era bem fraco, bem como a estrutura. Também se não me falha a memória, chegou a perder um jogo na temporada por WO. O ônibus quebrou.

Essa semente, no entanto, foi suficiente para que em outras temporadas o time voltasse. Lembro-me de uma outra formação (1998?) que contava com Vânia Teixeira e deu um trabalho danado ao time da Uniban/São Bernardo nas quartas-de-final do Paulista daquele ano.

Em 2000, aproveitando-se de uma verba que a ESPN Brasil e a Federação ofereceram, os times se reforçaram com estrangeiras. A intenção era reanimar um torneio que ameaçava capengar com a aposentadoria de Paula, a saída de Osasco, a concorrência da WNBA e a migração das estrelas restantes para o Rio (no Vasco, de Janeth) e para o Paraná (o Paraná Basquete, da diretora Hortência).

Nesse cenário, Ourinhos soube se impor e derrotou a tradição de Santo André nas semifinais, com um Monstrinho apaixonado e super-lotado. Nas finais, derrotou Guarulhos, de Roseli e da fantástica croata Korie Hlede. O técnico era Edson Ferreto e o elenco era compostro por Patrícia Perandini, Roberta, Vanessa Gattei, Pabliana, Valdice, Simone Pontello, Rose, Êga, Lígia, Kamila, mais as americanas Jackeline Nero e Shantrice. Registrei meus rabiscos sobre essa temporada diferente no basquete paulista aqui.

A partir desse primeiro título (conquistado com poucas estrelas, muito trabalho e com estruturaainda  mambembe), o basquete virou febre na cidade e deu a sorte de contagiar um milionário local (coisa de filme, não?). Maravilhado com as meninas, Francisco Quagliato entrou com o dinheiro e Ourinhos passou a ter o combustível necessário para as vitórias em série.

Depois dessa primeira conquista, nos nove anos seguinte, Ourinhos teve outros seis títulos estaduais, sofrendo interrupções apenas por Americana (2001 e 2003) e Catanduva (2008). Nos Nacionais foram cinco títulos consecutivos (2004 a 2008).

A política de Ourinhos nesses anos foi ganhar. Com trabalho de base tímido, a rotina era contratar. Por anos, foi comum a tática de receber Janeth às vésperas da decisão do Paulista, quando a temporada da WNBA acabava.

Parece  nunca ter havido uma preocupação com o futuro da equipe, uma filosofia, uma construção, um projeto. Apenas comemorar e aproveitar as vacas gordas.

Esse ambiente de supremacia folgada, de contratações, mudanças de técnicos, somada à fragilidade dos adversários -ou sabe-se lá o quê- acabaram tirando de Ourinhos a sua razão de existir. Nos últimos anos, a febre parecia ter passado. A torcida não se empolgava mais. O Monstrinho não mais enchia. A identidade do time havia empalidecido.

Com os recursos minguando, a diretoria passou a perceber que precisava mudar. Mas não sabia o que fazer. Tentou recomeçar o ciclo com o mesmo técnico que o havia iniciado – Edson Ferreto. O resultado foi terrível.

Quando ameaçou uma arejada com Cristiano Cedra, a boa iniciativa chegou tarde. A temporada foi difícil, com problemas financeiros graves reduzindo o elenco, deixando o ambiente bastante turbulento e mascarando o bom trabalho de Cristiano e depois de Lisdeivi.

Ao final da temporada , a morte de Francisco Quagliato e a extinção das equipes de base já pareciam anunciar o melancólico fim do basquete na cidade. Mas a diretoria ainda anunciou uma nova mudança de rumos.

Poucos dias depois- em meio a desculpas constrangedoras - foi confirmado o encerramento do time. Apesar de ter ajudado a manter o mercado nacional por anos, Ourinhos sai de cena em silêncio, sem mobilização alguma, sem lamentos, sem que ninguém se apresente para defender ou reinventar sua história. Mais uma vez, o ônibus quebrou. E o time vai perder o jogo.

Mais melancólico impossível.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Seleção militar estréia com derrota em torneio na França

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Encarando a seleção americana no Torneio Militar Internacional de Meyenheim, a seleção ‘militar’ brasileira perdeu por 66 a 56.

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As militares do Tio Sam são essas:

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Multinacional italiana Erreà é nova parceira da ADCF Unimed

Vendramini, Wekerlin, Molina e Gabardo Americana - A Erreà, tradicional empresa do segmento esportivo e uma das referências mundiais em qualidade e design, é a nova parceira da ADCF Unimed para a temporada 2014/2015. A negociação foi concretizada após várias reuniões e a multinacional italiana será parceira oficial de desenvolvimento, fornecimento e comercialização de material esportivo para o projeto do clube de Americana.

Atualmente, a Erreà tem como parceiros os times de futebol do Parma e Atalanta, da Itália; e Rayo Vallecano, da Espanha, entre outros da Europa; além das seleções femininas de vôlei da França, Reino Unido e Espanha; e a seleção suíça de basquete. No Brasil, a empresa fechou recentemente contrato com o Paraná Clube.

O presidente da ADCF Unimed, Ricardo Molina, responsável pela negociação com a Erreà, juntamente com a equipe de marketing da Unimed, através da coordenadora Aline Frizollo, e o técnico da equipe adulta, Antônio Carlos Vendramini, comemorou a parceria com a empresa com sede na Itália. "Estamos muito felizes e, com certeza, a parceria será maior a cada ano. A Erreà trabalha com nossos princípios. É uma empresa séria, mundialmente reconhecida e com pessoas do bem. Vamos aprender muito com eles e eles com nós, trabalhando sempre para o crescimento da parceria. A gestão de material esportivo/marca era um dos pontos que precisávamos profissionalizar. Através desta parceria, fechamos mais uma porta do modelo amador", disse Molina.

O gestor de Negócios para o Brasil da Erreà, Júnior Gabardo, também falou sobre a parceria com o basquete feminino da ADCF Unimed. "Estamos disponibilizando todo o know-how da Erreà em relação não apenas ao desenvolvimento de produtos, mas também em estratégias sustentáveis de marketing esportivo, que é um dos pilares do modelo de negócios da empresa em todo o mundo. A partir desta parceria, a ADCF Unimed vai dispor de uma linha completa de produtos envolvendo tanto produtos oficiais como artigos da linha casual. A Erreà usará todos os seus players de venda, no mundo todo, para contribuir com a construção e internacionalização da marca ADCF e seus apoiadores", afirmou.Sem título-1

Na negociação, ficou definido que além da comercialização de camisas oficiais da ADCF Unimed, também estará à disposição dos torcedores completo catálogo de produtos e materiais esportivos do clube de Americana e de uso casual, como polos, agasalhos e bonés. "Serão produtos de primeira linha, com qualidade acima do que o mercado nacional oferece. Teremos, ainda, a oportunidade de negociar com os patrocinadores a marca também nas camisas de vendas, aumentando a exposição das empresas", salientou Molina.

O presidente da ADCF Unimed informou também que todos os materiais esportivos do clube de Americana passarão por novo desenho. "Gostamos da Erreà também pela ousadia em seus designers. Vamos planejar em conjunto materiais diferenciados para que sejam bem aceitos pelos amantes de todas as equipes", acrescentou Ricardo Molina.

A ADCF Unimed deverá anunciar em julho as empresas que estarão com o basquete feminino de Americana na próxima temporada. A expectativa é pela chegada de novos parceiros.

sábado, 14 de junho de 2014

Entrevista - Bianca Araújo (CBB)


Aos 18 anos, a pivô Bianca Araújo da Silva está pronta para integrar sua primeira Seleção Brasileira Adulta nos três jogos amistosos contra o Canadá no final de junho. Mesmo jovem, a jogadora já possui um currículo com importantes conquistas defendendo as equipes nacionais nas categorias de base. Foram dois títulos Sul-Americanos – Sub-15 (Equador/2011) e Sub-17 (Equador/2013) –, além de defender o Brasil no Mundial da Holanda em 2012. O esporte fez ainda mais pela jogadora que teve sua vida mudada. Bianca saiu das ruas onde trabalhava com material reciclável diretamente para as quadras de basquete.

1. Qual a sua expectativa para os jogos amistosos no Canadá?
A expectativa não poderia ser melhor. Quero fazer bons jogos e ajudar a minha equipe a fazer o melhor trabalho possível dentro das quadras. Mas será a minha estreia numa equipe adulta, o que causa muita ansiedade. Acredito que depois desse torneio vou me soltar bem mais.

2. Foi surpresa essa convocação para uma Seleção Adulta aos 18 anos?
Nossa Senhora! Nunca pulei tanto quando eu soube da notícia. Estou muito feliz. Eu olhava toda hora para a convocação no site da CBB para ver se era verdade. Todos os meus amigos me ligaram para dar parabéns. Mas a primeira pessoa que falei foi com a minha mãe, Dona Maria. Ficamos abraçadas e chorando. É muita emoção. 

3. Qual a maior diferença entre os jogos das categorias de base para o adulto?
Mesmo basquete sendo basquete em qualquer lugar, com certeza existem diferenças. Já comecei a treinar com a categoria adulta em Santo André (SP) e vejo diferença da Sub-19 do ano passado. É um jogo mais pegado, com força e disputas bem mais acirradas. 

4. E a possibilidade de ficar entre as 12 atletas que vão disputar o Sul-Americano do Equador, de 14 e 18 de agosto?
Estou bastante confiante na conquista dessa vaga. Quero ser campeã sul-americana adulta desta vez, pois já participei da conquista de uma medalha de ouro com a categoria sub-15 e uma com a Sub-17. Mesmo sendo mais nova, tenho certeza de que posso colaborar muito. Vou bastante focada para esses jogos atrás desse objetivo.

5. Foi você que descobriu o basquete ou basquete que te descobriu?
Eu sempre brinco que foi o basquete que insistiu comigo. Na verdade, quando eu tinha 12 anos, o Israel um amigo meu da igreja insistiu para eu ir fazer testes no clube (Santo André/SP). Ele me levava até a porta do ginásio e ia embora. Assim que ele virava a esquina corria para casa. Eu até queria tentar, mas tinha muita vergonha de ir lá e tentar. Um dia quando fugi e cheguei em casa, ele estava lá me esperando. Não deu outra. Me levou de volta para o ginásio, fiz o teste e fui aprovada. Não gostei de cara, mas com o tempo fui me apaixonado e hoje não consigo viver sem o basquete.

6. Como foi conhecer o basquete pelas mãos da pentacampeã sul-americana e bicampeã pan-americana, Laís Elena Aranha, sua técnica em Santo André (SP)?
Ela não foi a minha primeira técnica, mas foi quem me fez ficar no basquete. Ela se tornou minha técnica nessa temporada da Liga Feminina (LBF) e está sendo muito bom. A Laís é como uma mãe para mim e me ajuda dentro e fora de quadra. Ela procura sempre me incentivar e me ajuda dizendo como e quando devo atuar de uma forma ou de outra. A Laís também ficou muito feliz por essa convocação. Teve uma vez que fiquei doente e ela não saiu de perto de mim. Ficou o tempo todo comigo no hospital. Eu e minha família somos muito gratas a ela. 

7. Como é a Bianca dentro da Seleção Brasileira?
Eu sou sempre muito brincalhona, no treino sou sempre aquela que fala uma besteira para descontrair. Gosto e me sinto bem quando o time está unido e entrosado. Se uma esta mal, eu gosto de ajudar a levantar a autoestima ou na união do grupo. Na quadra, eu jogo com sangue nos olhos. Acho que tem hora para tudo.

8. Como é o trabalho de uma pivô?
Não é trabalho fácil ser pivô. A gente apanha muito embaixo do garrafão. Tem que ter muita força e não pode ter corpo mole, senão até as pequenas roubam a bola de você. 

9. Qual a expectativa para trabalhar com o técnico Luiz Augusto Zanon?
Já assisti ele no comando da Seleção Brasileira pessoalmente e na televisão. Acompanho sempre e dá para ter uma noção de como ele é como técnico. Acho um excelente treinador, mas confesso que estou apavorada com essa missão. Quero fazer bonito, quero passar confiança para ele do meu trabalho. Isso é uma grande missão no meio de tanta gente talentosa. Espero que façamos um bom trabalho juntos. Tenho confiança que vai dar tudo certo.

10. Qual a sua opinião sobre o processo de renovação da Seleção Brasileira Feminina?
Excelente. É muito bom para dar espaço para as mais novas ganharem experiência e tem muita jogadora boa querendo mostrar seu potencial. Todo atleta sonha em chegar na Seleção Brasileira. O importante é ter esse espaço para mostrar o que cada uma pode fazer pelo Brasil.

11. Como vai ser dividir o garrafão com seu ídolo, a pivô Clarissa Santos, nos jogos amistosos do Canadá?
Nossa vai ser o máximo. Ela vai ser uma pessoa que com certeza vai me ajudar muito nesse início. Mas vou ter que fazer bem o meu papel para ajudar. Tenho certeza que vou aprender muita coisa com a Clarissa. Pretendo observar o que ela faz e absorver todas as dicas que ela vai me passar. Só de saber que vai estar do meu lado vai me dar uma boa segurança. 

12. E fora das quadras. Qual a programação preferida com as amigas e família?
Gosto de ficar em casa, mas de sair com as minhas amigas também. Adoro ir ao shopping ver o movimento, ir ao cinema. E ultimamente adquiri um novo hobby que é pescar. Quando vou para casa dos meus tios em Mogi das Cruzes (SP), fico no lago com meus primos para pescar. No início, eu tinha nojo de pegar no peixe, mas agora está tranquilo.

13. Como foi o processo de sair de casa tão nova?
Comecei a jogar com 12 e com 13 sai de casa para ir morar no alojamento do clube. Não foi fácil. Sentia muita saudade de casa, mas com o tempo acabei me acostumando. Agora me viro super bem. Ainda não sei cozinhar e compro comida pronta no mercado, mas na hora de dividir as tarefas na república eu fico com a limpeza. 

14. Sua família te incentivava a praticar basquete?
Sempre. Meu irmão jogou vôlei e eu também tentei por um tempo, mas não deu certo. O basquete foi o único esporte que me deu prazer em praticar. 

15. O que o basquete te proporcionou?
Nossa, muita coisa. Mas o principal foi ter me ajudado a dar uma vida melhor para minha família. Trabalhávamos com material reciclável e com o basquete pude ajudar a minha mãe e irmão a terem um destino diferente. E tudo que eu faço é para eles. Meu primeiro salário como atleta foi para dar uma reforma na casa. Hoje falta pouco e a casa já está quase pronta. 

16. Qual a sua expectativa para o futuro?
Continuar bem na minha profissão e terminar meus estudos. Um dia pretendo devolver ao basquete tudo que ele está me dando. Quero fazer faculdade de educação física e, quem sabe, me tornar uma treinadora.

Atlanta, de Erika de Souza, derrota o Minnesota, de Damiris Dantas, no “Brazilian Night on Friday”

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O Atlanta Dream superou o Minnesota Lynx, na noite de sexta-feira (13 de junho), por 85 a 82 (50 a 33 no primeiro tempo), em duelo válido pela temporada regular da WNBA (versão feminina da Liga Profissional Norte-americana), disputado na Philips Arena, Atlanta (EUA). Na ocasião, foi realizado o “Brazilian Night on Friday”, em homenagem as pivôs Erika Souza e Nádia Colhado, ambas do time da casa, que defenderam juntas a Seleção Brasileira e também o Sport Recife (com um título e um vice-campeonato da Liga de Basquete Feminino)

A partida começou com o Atlanta mandando no jogo e dominando as ações nos dois quartos iniciais – 23 a 16 (primeiro) e 27 a 17 (segundo). Na volta do intervalo, o panorama mudou e o Minnesota cresceu de produção, igualando e vencendo os dois quartos finais, porém sem conseguir a virada no marcador – 22 a 26 (terceiro) e 13 a 23 (quarto).

A pivô Erika de Souza, do Atlanta, esteve entre os destaques da partida, registrando um double-double, nos 31min52 de presença em quadra: 16 pontos e 11 rebotes, além de 03 bloqueios. Já Damiris do Amaral, do Minnesota, manteve o bom rendimento, com estes números: 06 pontos, 04 rebotes, 03 assistências e 01 bola recuperada, em 26min31 de presença em quadra. A pivô Nádia Colhado, do time mandadamiris_casabrancante, não atuou.

Os outros nomes importantes foram Lindsay Whalen (22 pontos e 08 rebotes) e Seimone Augustus (17 pontos, 04 rebotes e 06 assistências), pelo time visitante; Angel McCoughtry (23 pontos, 06 rebotes e 05 assistências) e Tiffany Hayes, ex-Sport Recife, (15 pontos, 04 rebotes e 03 assistências), em favor do time da casa.

O “Brazilian Night on Friday”, que abordou aspectos culturais brasileiros, incluiu também apresentações de percussão, dançarinos de samba e capoeira, além da distribuição de pulseiras e bandeiras nas cores verde e amarela.

O pivô Lucas “Bebê” Nogueira, que defende o Estudiantes, da Espanha, e o empresário Fábio Jardine estiveram presentes ao ginásio para acompanhar a partida.

Fonte: LBF 

Um dia antes do Brazilian Night, na quinta-feira (12), o presidente americano Barack Obama recebeu o Minnesota Lynx (campeão da WNBA em 2013) e Damiris esteve lá esbanjando estilo.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Paula e Hortência, 20 anos depois

Ótimas entrevistas com Paula e Hortência sobre a conquista do Mundial em 1994 no Bala na Cesta:

20 anos do Mundial de 1994: Entrevista com a genial Hortência

20 anos do Mundial de 1994: Entrevista com Magic Paula

Com atletas que disputaram a Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14, Seleção Brasileira Militar participa de torneio na França

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A Seleção Brasileira Militar Feminina de basquetebol, composta por atletas da Força Aérea Brasileira (FAB) – sargentos da Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA) – representam o Brasil no Torneio Militar Internacional de Basquetebol, que acontece entre os dias 15 e 22 de junho, em Meyenheim, na França. O embarque para o local da competição aconteceu na manhã desta sexta-feira (13 de junho).

A competição, organizada pelo Conseil International Du Sport Militaire (CISM), contará com a participação de dez delegações: Alemanha; Bélgica; Brasil; Coreia; Estônia; Estados Unidos; Grécia; Letônia; Lituânia; e Países Baixos.

A comissão técnica da seleção brasileira é formada por militares da Força Aérea e da Marinha do Brasil. O chefe de equipe é o Tenente-Coronel Pedro Celso Gagliardi Palermo (FAB) e a Tenente Rafaella Bauerfeldt (MB) assume como técnica do grupo. Completam a equipe o assistente técnico Tenente Marcos Gaertner (FAB), o preparador físico Tenente Júlio César Silva Maciel (FAB) e a fisioterapeuta Tenente Priscila (MB).

O elenco conta com as seguintes jogadoras, que disputaram a última edição da Liga de Basquete Feminino (LBF): Carina Feliipus (Santo André), Babi Honório (Americana), Gil Justino (Americana), Patrícia Chuca (defendeu o Ourinhos Basquete, mas se transferiu para o Americana), Tássia Carcavali (defendeu o Americana, mas se transferiu para o Rio Claro Basquete), Karla Costa (Americana), Erika e Êga Garvão (Americana).

“Treinamos muito forte durante quase um mês. Não sabemos o que vamos encontrar, mas estamos cientes do nosso potencial e vamos para ser campeãs, já que daremos o nosso melhor sempre”, comenta a ala/armadora Karla Costa.

Fonte: LBF

Unimed/Americana leva jogadoras aos núcleos do projeto social de Americana e região

As estrelas do basquete feminino da ADCF Unimed farão visitas, a partir da próxima semana, aos núcleos da modalidade em Americana, Santa Bárbara d´Oeste e Nova Odessa. Nas três cidades, mais de 1,3 mil meninas na faixa etária de 07 a 13 participam do projeto social mantido pela cooperativa médica há mais de uma década, com atividades desenvolvidas tanto em praças de esportes como em escolas públicas e particulares.

“Nossas jogadoras vão participar das aulas, interagindo com as meninas e passando dicas sobre o basquete. Também vamos levar o troféu de campeão da última Liga Nacional. Essa aproximação entre as atletas e as crianças é muito importante e será intensificada”, disse a coordenadora da ADCF Unimed, a ex-jogadora Adriana Santos Lopez.

A primeira visita será da pivô Clarissa Santos, na terça-feira (17 de junho), às 14h00 (de Brasília), ao núcleo da Praça de Esportes Sebastião Barrera, no bairro Nova Americana. No dia 26 de junho (quinta-feira), a pivô Kelly Santos participa de atividade no complexo do Centro Cívico, no Jardim da Colina, às 08h00 (de Brasília), e a lateral Palmira Marçal estará no Colégio Cezanne, no Frezzarin, às 18h00 (de Brasília).

A programação em Americana prossegue no dia 27, com a armadora Joice Rodrigues no Ciep Professora Philomena Magaly Rossetti, no São Vito, às 12h30 (de Brasília), e a lateral Ariadana Felipe no Ciep Professor Milton Santos, na Praia Azul, às 14h30 (de Brasília). “Em média, as visitas das jogadoras terão a duração de 30 minutos”, salientou a coordenadora Adriana Santos.

Em Nova Odessa (SP), serão realizados agora junho festivais nos ginásio dos bairros Santa Rosa, dia 25, das 09h00 às 11h00, e São Manoel, dia 26, das 13h00 às 15h00. Em cada um deles, serão duas jogadoras adultas como madrinhas, além da participação de atletas das categorias sub-17 e sub-19.

Em Santa Bárbara d´Oeste (SP), de acordo com Adriana Santos, as atividades com a presença das jogadoras da ADCF Unimed estão sendo agendadas junto aos coordenadores dos núcleos. “Por causa das férias escolares, estamos estudando algumas datas, mas é certeza que também teremos atividades em Santa Bárbara”, afirmou a coordenadora.

Fonte: LBF

Entrevista – Alessandra (LBF)

Alessandra_Homenagem-639x600 A pivô Alessandra Oliveira (foto) é a única jogadora campeã Mundial de 1994 que segue jogando e que também detém em seu currículo uma conquista da Liga de Basquete Feminino (LBF), na temporada 2013, quando defendeu o Sport Recife. Recentemente a atleta, que também vem conseguindo êxito como empresária, esteve no Paraná, defendendo a equipe do Ponta Grossa/CCR na disputa da Taça Paraná.

Confira mais, na entrevista concedida a LBF…

Liga de Basquete Feminino (LBF): Quando é mencionado o Campeonato Mundial de 1994, qual é a sua primeira lembrança?
Alessandra: Tudo! Desde os treinamentos, as viagens, os amistosos e, finalmente, o campeonato.

LBF: Da competição num todo, qual são as suas maiores recordações?
Alessandra: Ter marcado a Katrina McLean e a temida Zheng Haixia.

LBF: O que a conquista do título Mundial trouxe de benefícios para a sua carreira e para sua vida pessoal?
Alessandra: Sim, a conquista me revelou ao mundo! Deu-me a chance de fazer uma longa carreira profissional, sou a única de 94 que jogou em um time asiático!

LBF: Você atuou em diversos países: qual foi o seu preferido? E, entre os times, qual o que te marcou mais?
Alessandra: A Itália foi o meu preferido e o que me marcou mais foi a Rússia.

LBF: Além de ser a única campeã Mundial em atividade, você é a única entre as 12 que conquistou o título na Austrália que também ganhou um título da Liga de Basquete Feminino (LBF). O que você pode falar da conquista vestindo a camisa do Sport Recife?
Alessandra: Foi ótimo e jogar com a Adrianinha Moisés, demais!

LBF: A LBF prestou uma homenagem pelos 20 anos da conquista de 1994, este ano, em São José dos Campos (SP), durante o ‘Desafio das Estrelas’. O que você achou disso e da exposição que aconteceu o Colinas Shopping?
Alessandra: Foi bom demais rever as companheiras recordar os momentos vividos na Austrália.

LBF: Além da carreira de atleta, você tem conseguido êxito como empresária. Conte-nos um pouco da Alessandra trabalhando fora das quadras:
Alessandra: Bom, sou versátil. Faço trabalho com vistoria de veículos e sou sócia numa gelateria italiana, ‘Le Tentazioni’, onde inclusive ajudo até criar sabores.

LBF: Recentemente, você esteve no Paraná disputando uma competição local pela equipe de Ponta Grossa. Como foi?
Alessandra: Foi ótimo, pois foi uma nova fase como jogadora. Ainda estou conhecendo o grupo e estou entusiasmada por poder ajudar com o meu conhecimento.

LBF: Quais os planos para o futuro, seguir jogando… se tornar treinadora… dirigente… O que a Alessandra planeja para o futuro?
Alessandra: Lógico que quero passar a minha experiência aos jovens. Mas, ver o basquete como jogadora é uma coisa e como técnico ou educadora é outra. Estou me preparando para isso.

LBF: Mensagem final:
Alessandra: Se pudesse voltaria o tempo e viveria tudo novamente. E jogar é o maior prazer que tenho na vida! Quer dizer, é a minha vida!

Fonte: LBF