domingo, 7 de março de 2010

Americana se especializa em quebrar narizes na Alemanha

DSC_1129 Comentei aqui essa semana do medonho caso de Britney Grinner na NCAA, que socou uma adversária.

Mas o site Eurobasket me revelou uma história muito mais bizarra.

O nome da cidadã é Sherida Triggs, ala-pivô americana de 24 anos, que disputa a DBBL – a liga alemã, pelo time de Marburg.

Em apenas uma temporada, a moçoila alcançou a façanha de agredir duas adversárias e quebrar seus respectivos narizes.

O primeiro caso foi em setembro do ano passado. Em disputa de rebote com Mareike Nettersheim, Sherida fraturou o nariz e o maxilar da pivô, que passou por duas cirurgias e ficou afastada por mais de um mês das quadras.

O árbitro não marcou sequer falta no lance e assim tudo continuou na mesma.

Mas em fevereiro foi a vez de Lejla Bejtic, que estava marcando uma companheira de Sherida e cruzou o caminho da rapariga. Resultado? Nariz fraturado, cirurgia, dez dias de molho e uma máscara.

Mais uma vez, o árbitro – bastante preocupado com seu próprio nariz – nada viu.

Mas Lejla decidiu mover uma ação judicial contra a americana, iniciando a investigação policial.

“É importante mostrar que não se pode jogar basquete como Sherida Triggs está fazendo” decarou ao jornal de Hale.

Vamos ver como acaba esse caso de polícia…

sábado, 6 de março de 2010

ENTREVISTA – Carlos Colinas (CBB)

O espanhol Carlos Colinas ganhou um presente verde-amarelo no aniversário deste ano. No dia em que completou 43 anos,Colinas_01 o técnico aceitou o convite da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) para dirigir a seleção adulta feminina. Na temporada 2010, o espanhol terá dois desafios pela frente. Primeiro será o Sul-Americano do Chile, de 10 a 14 de agosto. Depois, Colinas vai comandar o elenco brasileiro no Mundial da República Tcheca, que será realizado de 23 de setembro a 3 de outubro. Com a seleção espanhola, o técnico foi tricampeão europeu sub-16 (Itália – 2004, Polônia – 2005 e Eslováquia – 2006), vice-campeão europeu sub-18 (Sérvia – 2007) e campeão europeu sub-18 (Suécia – 2009). E ainda foi assistente da equipe adulta, que ficou com a medalha de bronze no Europeu da Grécia em 2002.

O que significa dirigir uma seleção como o Brasil?
É uma mescla de responsabilidade e satisfação. Qualquer técnico de basquete estaria lisonjeado com essa oportunidade. Estou muito orgulhoso em poder dirigir uma equipe que significa tanto para a história do basquete.
Quais foram as suas razões para aceitar o convite da CBB?
Achei o projeto muito interessante. Vou ter a oportunidade de dirigir um grupo formado por excelentes jogadoras nas principais competições internacionais da modalidade. Também poderei colaborar com o programa da CBB sobre estrutura e planejamento das equipes de base. Estou em sintonia com o projeto da Hortência e do departamento técnico sobre o futuro do basquete brasileiro. Como vi em meu país, chega um momento que é renovar ou morrer.
Dirigir uma seleção adulta é um desafio para você?
A responsabilidade é igual a que tenho há nove anos com o trabalho que faço com a Federação do meu país. Tudo depende da importância que cada um dá aos desafios que enfrentamos na vida esportiva. Este é mais um desafio para mim. É diferente, é grande e vai exigir o meu melhor. E estou pronto para fazer um bom trabalho.
Quais são seus objetivos com a equipe brasileira?
Basicamente são três. Competir de igual para igual com as melhores equipes em todos os campeonatos, conseguir o envolvimento e o compromisso das jogadoras com a seleção e fazer com que a equipe tenha um estilo próprio: alegre e dinâmico e ao mesmo tempo consistente e sólido.
Você conhece as jogadoras brasileiras?
Já são dez anos seguindo regularmente as seleções nos campeonatos internacionais e os melhores times nas ligas europeias, onde atuam várias jogadoras brasileiras. Também acompanho há anos o desenvolvimento das competições no Brasil e o rendimento de suas melhores jogadoras.

O período de treinamento será suficiente para deixar o time bem preparado para o Mundial?
Acredito muito mais em qualidade e planejamento do que em tempo. É claro que temos que treinar, construir um estilo para o Brasil atual e, sobretudo, participar de muitos amistosos para polir nosso jogo. Mas estamos falando de profissionais com total disposição para alcançar os objetivos. Se fisicamente, as jogadoras iniciarem o trabalho em boas condições, tudo irá mais rápido.
Qual a sua filosofia de trabalho? Quais as características de suas equipes?
Valorizo muito o coletivo. Num grupo de doze, todas devem somar. Umas jogadoras terão mais presença nos rebotes, outras nos pontos, algumas terão um papel mais especializado, mas a equipe é a essência de tudo. Quero compromisso de minhas jogadoras e que nossa equipe seja melhor a cada dia. É deixar de pensar em uma para pensar em todas.
A escola européia pode acrescentar alguma coisa ao jogo do Brasil?
Brasil sempre fez um jogo rico, atrativo, e jamais deve perder esse estilo. Talvez na Europa se trabalhe um pouco mais a continuidade do jogo, a força mental e a consistência defensiva. Se unirmos ambas as ideias será excelente.

Janeth recebe o segundo grupo da seleção sub-15 em Santa Bárbara

Neste sábado (dia 6), às 18 horas, no Hotel Casablanca, em Santa Bárbara D’Oeste (SP), será a apresentação das 16 atletas do segundo grupo, convocadas pela técnica Janeth Arcain para a seleção brasileira sub-15 feminina, patrocinada pela Eletrobrás. Os treinos serão realizados em dois períodos no ginásio Djaniro Pedroso até o dia 13 de março. O Brasil se prepara para a 17ª edição do Sul-Americano da categoria, que será disputado de 9 a 13 de novembro, no Brasil. No mesmo dia da apresentação do segundo grupo, foi a despedida do primeiro. Janeth destaca que o elenco que deixa Santa Bárbara teve um alto nível de desempenho e que as atletas que chegam hoje terão bastante trabalho pela frente.
 
— Posso dizer que o primeiro grupo desempenhou o seu papel de forma positiva na parte técnica individual e que isso deixou a comissão técnica bastante motivada. Todas as atletas evoluíram no decorrer dos treinamentos, mas sempre existem as que se destacam. Também impressionou a dedicação e a seriedade com que elas treinaram. Todas querem estar entre as escolhidas, mas sabem que vai ser uma disputa acirrada. Além disso, estão de parabéns por terem cumprido seu papel com competência — analisou Janeth.
 
A apresentação do segundo grupo é esperada com bastante entusiasmo pela comissão técnica. Para a comandante da seleção sub-15, estar entre as 12 selecionas dependerá do comprometimento de cada uma.
 
— Espero do segundo grupo o mesmo empenho do anterior. Quero ver o comprometimento com a camisa da seleção e a evolução na parte tática. Para a definição das 12 atletas, estamos filmando todos os treinamentos para assim fazer uma analise detalhada na parte física, técnica e tática de cada uma. Estou bastante tranquila em relação à equipe que irá representar o Brasil no Sul-Americano. Tenho certeza que traremos novamente um bom resultado para o país.

Ainda sobre a novela

O Bala já recomendou esse link para o post do Vitor Sérgio Rodrigues, que realmente merece ser lido.

Reforço a indicação: ATITUDES DESMENTEM DISCURSO DE HORTÊNCIA NA SELEÇÃO.

Há ainda dois bons textos do Margelo Laguna:

A rainha e os bobos da corte

e

CBB anuncia Carlos Colinas (quem???) para comandar a seleção feminina.

E o título da WNBL ficou com Lauren Jackson

O retrospecto permitia supor em uma surpresa na final da WNBL, a liga australiana.RTEmagicC_Liz_Cambage_v_Lauren_Jackson_-_Chris_Ramsay.jpg

Mas dentro da quadra, o Canberra Capitals passou pelo Bulleen Boomers (75 x 70) e conquistou seu sétimo título na liga.

A partida foi equilibradíssima e o Boomers, líder absoluto na primeira fase, conseguiu abrir a vantagem máxima de oito pontos.

A torcida delirava com cada cesta da nova promessa-realidade australiana, a pivôzona Liz Cambage (16 pontos e 11 rebotes, em 26’).

Mas no quarto final, Mariana Tolo (do Canberra, 1,96m) fez uma marcação incrível sobre a menina, com 4 tocos consecutivos sobre Liz (2,03m), que mudaram a história do encontro.

Jenna O'Hea foi a cestinha do Boomers, com 26 pontos.

No campeão Canberra, Natalie Hurst foi a cestinha com 21 pontos.

Mas a MVP foi Lauren Jackson, que teve um mau começo (nos lances de 2 pontos: 6/20!), mas somou 18 pontos e 13 rebotes e arremessou os lances-livres que fecharam o placar.

Ao final, encheu a moral das companheiras: “Essas meninas poderiam jogar em qualquer lugar do mundo.”

O vídeo abaixo é do encontro entre os times finalistas na primeira fase e ajuda a matar um pouco a curiosidade:

Depois de conquistar vaga na fase final da EuroLiga, Wisla cai na semifinal da Copa da Polônia

7 O polonês Wisla, de Iziane, teve uma semana cheia.

Na quarta-feira, eliminou o Brno e conquistou vaga no Final Four da EuroLiga.

Já ontem, sexta-feira, o time voltou a jogar, pela semifinal da Copa da Polônia.

Acabou derrotado pelo Lotos, por 69 a 67.

Mesmo com as boas atuações de Jannel Burse (21 pontos, 9 rebotes), Marta Fernandez (16 pontos) e Ewelina Kobryn (13 pontos e 10 rebotes), o Wisla não conseguiu controlar o rival.

Iziane jogou 26’ e teve 7 pontos (3pts 1/4, 2pts 1/2 e LL 2/2) e 2 assistências.

A cestinha do Lotos foi a australiana Erin Philips, com 18 pontos (3pts 3/6, 2pts 4/7 e LL 1/1).

O Lotos faz a final do torneio hoje, contra o Polkowice, que bateu o Górzow na outra semifinal (69-58), com 19 pontos de Amisha Carter e Shannon Bobbitt.

Duas gaúchas treinam com a seleção sub-15

20100305_701622_Sub-15Fem_gde O Rio Grande do Sul tem duas representantes na seleção brasileira sub-15 feminina, patrocinada pela Eletrobrás. As gaúchas Pauline de Christo e Thais Matte, ambas de 14 anos, fazem parte do primeiro grupo, que treina com a técnica Janeth Arcain no ginásio Djaniro Pedroso, em Santa Bárbara D’Oeste (SP). As jovens atletas vieram do sul atrás de uma vaga entre as doze que vão disputar o Campeonato Sul-Americano da categoria no Brasil, de 9 a 13 de novembro. Pauline e Thais possuem mais do que o Rio Grande do Sul em comum, as duas também jogam na mesma posição.
 
Pauline de Christo, do Colégio Sinodal, veio mostrar que tem talento de sobra. A timidez não esconde a felicidade em vestir a camisa do Brasil. E mesmo se não ficar entre as doze que vão para o Sul-Americano, o aprendizado já terá valido a pena.
 
— Chegar à seleção brasileira é o sonho de todo jogador. Gosto de tudo aqui e quero ajudar no que for preciso. Acredito muito no meu potencial e tenho a expectativa de ficar entre as doze. Se não acontecer, já estou feliz por ter vindo treinar. O importante é a evolução e o aprendizado. A disputa por posição é normal e não é motivo para criar rivalidade. Meu objetivo é mostrar meu potencial dentro do jogo coletivo e, assim, provar a minha importância — disse a armadora.
 
Armadora do Clube UCS/Galoópolis Thais Matte nasceu em Caxias do Sul (RS) e foi lá que construiu sua jovem carreira no basquete e onde joga até hoje. A jogadora destaca que os treinos são bastante puxados, o corpo fica cansado, mas se entregar não é uma opção.
 
— Aqui o ritmo é mais forte e a qualidade técnica mais alta. A concorrência é grande e todo mundo melhora a cada dia. Vou sair daqui uma jogadora mais consciente e com mais visão de jogo. Eu ajudo minhas colegas sempre que possível, dando dicas e conselhos do que já aprendi. Como armadora, é natural corrigir os outros atletas para a jogada sair certa, que é o que importa — comentou Thais.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Novela do técnico da seleção se encerra sem responder a uma série de perguntas

Hortência Depois de muitos capítulos, enfim chegou ao fim a novela do comando técnico da seleção feminina.

Confesso que acompanhei com atenção o desenrolar da história, mas seu final traz ainda uma série de perturbantes indagações.

É curioso notar que após a Copa América as declarações de Hortência eram de aprovação ao trabalho de Bassul e de uma provável manutenção. De repente, as viagens para a Europa mudaram o discurso da dirigente. Sabe-se lá o que ela viu ou ouviu no velho continente. O fato é que algo mudou.

Misteriosa também é a opção por Colinas. As declarações de Hortência deixam pouco claros os motivos. "Tem experiência na base." Então por que vai treinar a adulta? "Vai trabalhar nossa geração, que não é boa." Em seis meses? "Tem cara de disciplinador."Carlos Colinas Opa, aí já é muita subjetividade.

Mas a verdade parece mesmo essa: uma escolha intuiva. Hortência gostou do espanhol e de suas idéias e decidiu comprar a briga, mesmo sendo ele um "técnico mais-ou-menos", como confessou a Rainha em um hilário ato falho.

Bassul vai iniciar o trabalho em Barueri e espero que recupere o vigor e o brilho que sua carreira já apresentou. Refém de seu maior sucesso (a prata no sub-mundial sub-21), Bassul frustrou seus defensores ao ousar pouco e foi tragado pelo explosivo conflito com Iziane. O fato é que o treinador ficou espremido entre duas gestões da confederação e perdeu o foco.

Paulo Bassul Mas Colinas está chegando e ...? É aí que a porca torce o rabo. Qual é o planejamento para o trabalho dele?

O discurso de Hortência à frente da CBB é de Rainha, mas a execução é plebéia. “Faremos uma seleção permanente no ano que precisar.” “Vamos fazer a liga esse ano.” “Vamos levar essas meninas para jogar na Europa.”

Certo! Mas como? Quando?

Até o momento esse "planejamento" é uma incógnita. E a organização do calendário do Campeonato Paulista, por exemplo, transcorre mesmo assim, alheia a ele.

Daqui a pouco, vai começar aquele corre-corre, com jogos três vezes por semana para que o campeonato termine e o "planejamento" comece.

E os poucos clubes que mantém vivo o que restou do nosso basquete, que aguardem. A liga vem aí ... ou não.

Por enquanto, após cinco meses, a único constatação é que o feminino tem um Moncho para chamar de seu.

Que os próximos capítulos me desmintam e surpreendam.

Serei apenas o "motorista" da Seleção Brasileira, diz Colinas

colinasent O novo técnico da Seleção Brasileira de Basquete, o espanhol Carlos Colinas, que assinou contrato de seis meses com a Confederação Brasileira de Basquete (CBB), afirmou em entrevista não temer a pressão que enfrentará no Brasil e diz estar pronto para conduzir a equipe a um bom lugar no Mundial da República Checa, em setembro.

O espanhol também citou a situação vivida pelo seu compatriota Moncho Monsalve, ex-treinador da Seleção masculina, quando questionado como se sentia por chegar como um desconhecido ao País.

Como você se sente agora que chegou a um acordo a CBB?
Colinas - Estou muito satisfeito. É um orgulho para qualquer treinador dirigir uma seleção tão importante, como é a brasileira.

Quais os primeiros passos que você dará nesse novo trabalho?Como visualiza a preparação para o Mundial?
Colinas -
Agora conversarei com os diretores da Confederação (Brasileira de Basquete) para fecharmos definitivamente este planejamento, definir datas de treinos, de períodos de concentração.

Você considera esse o maior desafio de sua carreira?
Colinas - É um desafio diferente. Todos foram importantes, mas esse tem outra característica. Estarei fora de meu país. Mas isso não é algo que me assuste. Tenho confiança no meu potencial. Sempre enfrentei todos os desafios com muita coragem.

O fato de ser desconhecido pela maioria dos brasileiros e já enfrentar críticas antes mesmo de chegar lhe incomoda? O que fazer para conquistar a torcida?
Colinas - Cada pessoa tem a sua opinião. Sempre manterei minha postura profissional e serei fiel aos meus princípios. Não tenho de convencer ninguém, conheço meu trabalho. Sei que sou desconhecido, como Moncho já foi uma vez. Mas espero que todos apoiem a Seleção.

O ex-técnico da Seleção masculina, Moncho Monsalve, nos disse que possui boa relação com você. Chegou a conversar com ele antes de acertar com a CBB?
Colinas - Falamos há cerca de dois meses, muito antes de eu receber proposta. Mas ele me falou a respeito da confederação e da seriedade do projeto do basquete brasileiro.

O que você já conhece do basquete brasileiro? Como vai fazer para analisar as atletas?
Colinas - Tenho todos os vídeos das últimas competições importantes da Seleção, que foram o Pré-Olímpico Mundial, em 2008, a Olimpíada de Pequim e a Copa América de 2009. Além disso, estou sempre acompanhando as jogadoras que atuam na Europa. Pretendo também acompanhar no ginásio as partidas do Campeonato Paulista.

Seu contrato vale apenas por seis meses. Não é pouco tempo para fazer um bom trabalho?
Colinas - Essa foi uma exigência minha para ver como será o começo de trabalho. Há uma cláusula que me dá a preferência de renovação até a Olimpíada de 2012. Não chego apenas para trabalhar com a Seleção principal, mas também para dar um passo adiante em relação às categorias de base, já mirando os Jogos do Rio, em 2016.

Quando você virá definitivamente para o Brasil?
Colinas - Meu contrato com o Celta Indepó, aqui em Vigo, termina em abril. Antes disso, vou ao Brasil para minha apresentação. Depois volto para cá e até maio ficarei observando as jogadoras que atuam por toda a Europa.

Das jogadoras que atuam na Europa, quais você aponta como fundamentais para a Seleção?
Colinas - Tem Érika, Iziane, Kelly, Adrianinha... Sempre convocaremos as melhores jogadoras e caberá a cada uma aceitar ou não a convocação.

Como você define o seu método de trabalho?
Colinas - É sempre difícil comentar suas próprias características, mas sou uma pessoa que gosta de tudo bem planejado. Gosto de dialogar e fazer com que as pessoas saibam o que penso. Dentro de quadra, exijo muito trabalho. Mas no fundo, Carlos Colinas será apenas o motorista do ônibus chamado Seleção Brasileira.

Você terá Janeth Arcain como sua assistente técnica. O que pensa a respeito disso?
Colinas - Para mim é um luxo poder contar com uma pessoa como ela ao meu lado. Janeth é um ícone do basquete brasileiro. Espero ajudá-la bastante em seu desenvolvimento e que no futuro possa fazer um bom trabalho.

Fonte: Terra

quinta-feira, 4 de março de 2010

O Quarteto Brasileiro da Arkansas Tech

trio

O Rodrigo Alves preparou um material muito legal sobre os brasileiros Natália Santos, Taise da Silva, Samanta Ludwig e Júlio Pacheco, da equipe de basquete feminino da Universidade de Arkansas Tech.

Vale a pena conferir:

Brasileiras trocam o feijão pelo sonho de brilhar no basquete universitário dos EUA

Com planos de vir ao Brasil, técnico da Tech dá a receita: investir nas crianças

Garota prodígio das enterradas dá mau exemplo nos Estados Unidos

 

Popular no YouTube com suas enterradas, Britney Grinner voltou a chamar atenção nessa semana, mas por um péssimo motivo.

A americana agrediu covardemente uma adversária com um soco durante o jogo entre Baylor e Texas Tech (69-60 para Baylor – time de Grinner), ontem.

A armadora Jordan Barncastle acabou com o nariz fraturado.

A NCAA já suspendeu a pivô do próximo jogo e ainda definirá qual será a punição completa.

“Não há espaço para isso no esporte. É muito feio para o basquete feminino” resumiu bem Kim Mulkey, técnica de Grinner.

A pergunta que não quer calar

O Balassiano pergunta afinal: Qual é o projeto de Hortência?

Confira!

USA Basketball convoca mais 12 atletas para o grupo de 2010

Em agosto de 2009, o técnico Geno Auriemma já havia selecionado oito atletas para formar a base da seleção americana para o ciclo olímpico (Sue Bird, Tamika Catchings, Diana Taurasi, Seimone Augustus, Sylvia Fowles, Kara Lawson, Candace Parker e Cappie Pondexter).

Hoje o técnico atualizou a lista com mais 12 nomes:

  • Alana Beard
  • Swin Cash
  • Tina Charles 
  •  Shameka Christon
  • Candice Dupree 
  •  Lindsey Harding
  • Asjha Jones
  • Angel McCoughtry
  • Renee Montgomery
  • Maya Moore
  • Lindsay Whalen
  •  Candice Wiggins

VÍDEO: Paulo Bassul não mede influência de Iziane em sua saída

Seleção de basquete tem técnico de juvenil

Sem experiência em equipes adultas, espanhol comandará seleção feminina

Escolhido por Hortência, desconhecido Carlos Colinas tem contrato de seis meses e vai dirigir a equipe nacional no Mundial de setembro

JOSÉ EDUARDO MARTINS
MARIANA BASTOS

Mesmo sem um currículo de respeito em equipes adultas, o espanhol Carlos Colinas foi confirmado ontem pela CBB (Confederação Brasileira de Basquete) como o novo técnico da seleção nacional feminina.
Com contrato de seis meses, o treinador, que comandou os times de base da Espanha nos últimos anos, irá dirigir a equipe brasileira a partir de abril.
O principal desafio de Colinas será armar a seleção para o Mundial da República Tcheca, disputado entre os dias 23 de setembro e 3 de outubro.
O contrato curto, que pode ser renovado até a Olimpíada de Londres-2012, comprova a desconfiança da própria CBB com o trabalho do espanhol.
"O contrato é curto porque queremos avaliar o trabalho dele. Além disso, o próprio Colinas quer conhecer o sistema de trabalho da CBB", disse Carlos Nunes, presidente da CBB.
"A aposta é na experiência do Colinas com as categorias de base. Nosso projeto é de médio a longo prazo, e o conhecimento dele será muito importante", declarou Hortência, diretora de seleções femininas.
Colinas, 42, substitui Paulo Bassul, técnico da seleção brasileira campeã da última Copa América da modalidade, em setembro de 2009, em Cuiabá.
Bassul teve problemas de relacionamento com a ala Iziane, considerada uma das principais jogadoras do país e que se recusou a deixar o banco de reservas e voltar a uma partida do Pré-Olímpico de 2008.
Desde o término da Copa América, a intenção da CBB era trocar o comando da seleção e contratar um estrangeiro.
No início do ano, Hortência chegou a declarar que os treinadores brasileiros não estavam preparados para o cargo.
A reportagem apurou que uma das pessoas que indicaram o nome de Colinas para a CBB foi o empresário espanhol Nicolás San José García, agente de Iziane. A CBB, porém, nega qualquer interferência de Iziane na escolha do novo técnico.
"Ele não tem um currículo como o do Ruben Magnano [argentino contratado para dirigir a seleção masculina e medalha de ouro nos Jogos de Atenas- -2004], mas temos como base as informações da Hortência, colhidas com diversos profissionais da Europa. Ela conversou com muita gente do meio e jogadoras brasileiras que atuam por lá", afirmou Nunes.
Iziane também disse não ter tido interferência na escolha.
"Não conheço particularmente o Colinas. Nunca joguei com ele nem contra ele. Mas sei que os treinadores espanhóis estão entre os melhores do mundo", desconversou a ala.

Bassul sai, sem salário há seis meses

O processo de demissão não anunciada do técnico da seleção masculina, Moncho Monsalve, em janeiro, repetiu-se com Paulo Bassul. O treinador do time feminino também saiu da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) pela porta dos fundos.
Sem receber salário da entidade desde setembro de 2009, quando seu contrato se encerrou, Bassul disse que foi aconselhado pela CBB a não procurar novos caminhos profissionais até que sua situação na seleção fosse definida.
Anteontem, cerca de seis meses após o fim de seu vínculo com a CBB, o técnico entregou seu cargo em uma conversa por telefone com Hortência, diretora de seleções.
Mesmo após a ex-jogadora ter tornado público o interesse da confederação por técnicos estrangeiros, Bassul preferiu não fazer críticas à entidade.
"Jamais viraria as costas para a seleção. Prefiro sair sem um sentimento negativo. Gostaria apenas que a situação fosse definida mais rapidamente. Isso me desgastou muito", afirmou ele, que comandava a seleção desde 2007.
Ontem, disse que iria se concentrar na formação de uma equipe em Barueri (SP) para disputar o Nacional feminino. Porém não descartou um retorno no futuro à seleção.
O presidente da confederação, Carlos Nunes, declarou que tem planos para Bassul, 42. "Ainda não pensei em um cargo específico, mas ele pode nos ajudar na capacitação de técnicos."

Fonte: Folha de São Paulo

Com Colinas, Iziane se coloca à disposição do Brasil

Bastou Paulo Bassul deixar o cargo de treinador da seleção brasileira feminina de basquete para Iziane manifestar seu desejo de voltar ao time nacional. Desafeta do ex-técnico, a jogadora se colocou à disposição do espanhol Carlos Colinas após recusar a última convocação feita para integrar a equipe.

"Já havia falado com a Hortência que tinha este desejo (de jogar o Mundial da República Tcheca, no segundo semestre). Tenho contrato na NBA, mas isso não deve atrapalhar. Eu me coloco à disposição do novo treinador", comentou a atleta, em entrevista ao jornal Lance!.

Porém, ao ser questionada se estava aliviada com a saída de Bassul, a jogadora do Wisla Can-Pack desconversou. "A saída ou permanência não mudaria tanto para mim. O importante é a seleção", comentou Iziane, que gostou de ver o nome de Colinas no cargo. "A Espanha tem uma ótima escola de técnicos. Eles são muito valorizados e com bom gabarito".

O problema de Iziane com Bassul estourou no Pré-Olímpico para os Jogos de Pequim, quando ela se negou a voltar à quadra após ser substituída na partida contra a Bielo-Rússia. Por conta disto, a atleta foi cortada da equipe e não disputou medalha na China.

Convencido por dirigentes da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) a chamar Iziane novamente, Bassul a convocou novamente em 2009, mas não foi atendido. Neste período, a ala-armadora chegou a declarar que só voltaria a defender a camisa amarela se o treinador fosse trocado.

A CBB nega que Iziane tenha influenciado de alguma forma a troca no comando da seleção. Porém, segundo o jornal Folha de São Paulo, um dos nomes que indicaram Colinas foi o empresário espanhol Nicolás San José García, agente de Iziane.

Fonte: Abril.Com

quarta-feira, 3 de março de 2010

Aos 44, Elena Tornikidou recomeça

Elena

No mês passado, registrei aqui no blog uma declaração da fantástica Elena Tornikidou.

Em entrevista, a então aposentada ala descrevia um retorno às quadras como “praticamente impossível”, mas “uma loucura maravilhosa”.

Foi o suficiente para uma avalanche de boatos de que – sim! – ela voltaria.

Pois depois de um frustrado acordo com o Canoe, Elena acertou com o Rivas – terceiro colocado na Liga Espanhola – para fazer uma “maravilhosa loucura” até o fim da temporada.

Não restam dúvidas que mesmo aos 44 anos, vai botar menininha de 22 no bolso.

Presidente da CBB comenta a escolha de espanhol para a Seleção Brasileira Feminina

A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) anunciou, nesta quarta-feira, o novo técnico da seleção feminina de basquete, o espanhol Carlos Molina. A escolha demorou para ser feita, com a diretora da Seleção Brasileira de Basquete Feminino, Hortência, gastando semanas em pesquisa e colheta de dados para a melhor escolha.

Agora, com o nome já decidido, o Esporte Interativo ouviu o presidente da CBB, Carlos Nunes, sobre a escolha do novo comandante das meninas do Brasil. Nunes explicou a escolha do espanhol para essa nova fase do time brasileiro.
"A escolha na verdade foi uma indicação da Hortência. Desde o principio ela tratou desse processo. Ela foi duas vezes à Europa, colheu informações de atletas técnicos e dirigentes e achou que esse técnico tem o perfil para seguir a filosofia que ela quer implementar na seleção feminina. Nós fechamos, achamos os argumentos que ela achou válidos. Fechamos a parte financeira, o que não foi difícil, porque está dentro do orçamento está dentro do pretendido", disse Carlos Nunes, que admitiu não conhecer muito bem o trabalho de Colinas.

"Com toda sinceridade, eu não conheço o trabalho do Colinas. A não ser agora pelo curriculo que me foi apresentado. Mas a Hortência conhecia bem e também baseado nas informações positivas que ela recebeu na Europa."
A exemplo da seleção feminina, o time masculino também tem um técnico estrangeiro, o argentino Ruben Mangano. Carlos Nunes revelou que a escolha de técnicos não brasileiros faz parte de um projeto que visa desenvolver o basquete no Brasil a ponto de não precisar recorrer a estrangeiros no futuro.

"O Brasil está querendo seguir a escola espanhola e européia. Com a chegada do Mangano também traz a escola argentina. Até hoje não conseguimos nada com nossas idéias, nossas filosofia. A mudança foi idéia foi essa. Estamos trazendo o pessoal de fora. Vamos agregar, nossos os técnicos jovens, para que em muito pouco tempo a gente não precise contratar técnicos de fora e possamos usar a prata da casa”, explicou Nunes, garantindo que no futuro os brasileiro terão preferência.

“Eles (técnicos brasileiros) vão ter preferência, mas vão ter que se atualizar. No nosso entendimento, tem que ter uma mudança de cultura. A imprensa foi unânime em dizer que a seleção brasileira, com a vinda do Moncho, teve um outro padrão, outra postura. Nós queremos melhorar. Contamos com a colaboração dos nossos técnicos. Para que em muito pouco nós possamos contar somente com técnicos nacionais."

Os primeiros torneios que Carlos Colinas irá disputar no comando do Brasil serão os o Sul-Americano da Colômbia (26 a 31 de julho) e o Campeonato Mundial da República Tcheca, de 29 de setembro a 3 de outubro.

Fonte: Esporte Interativo

Em vídeo: aqui!

VÍDEOS: Hortência no Arena Sportv

 

VÍDEO: Paulo Bassul confirma que não é mais treinador da seleção brasileira

Time de Iziane vence e vai ao Final Four da EuroLiga

izijogo3 O Wisla, de Iziane, voltou a jogar em casa hoje e bateu o time tcheco do Brno, por 78 a 73.

A vitória encerrou a série em 2 a 1 e dará à brasileira sua primeira experiência no Final Four da Euroliga.

O destaque do Wisla foi Jannel Burse, com 20 pontos e 8 rebotes.

Marta Fernandez teve 17.

Iziane veio a seguir, com 14 pontos, em 35’ (2pts 4/10, 3pts 1/3 e LL 3/3).

A brasileira deu ainda 4 assistências, pegou 3 rebotes e recuperou 3 bolas.

No Brno, Jelena Skerovic (de Montenegro) teve 18 pontos e foi seguida pela australiana Holie Grima e pela americana Taj Mc Williams, com 15 pontos.

O adversário do Wisla na semifinal será o Ros Casares, de Érika.

Hortência diz que Iziane não influenciou troca de comando na seleção

A diretora do departamento feminino da Confederação Brasileira de Basquete, a ex-jogadora Hortência, afirmou que a polêmica envolvendo a ala Iziane e o ex-técnico da seleção brasileira Paulo Bassul não influenciou na saída do treinador.

Os problemas de Iziane com a comissão técnica da seleção começaram em junho de 2008, na Espanha, durante o Pré-Olímpico, quando a jogadora se negou a retornar à quadra depois de ser substituída na partida contra Belarus. Na sequência, ela foi cortada pelo técnico Paulo Bassul e não voltou mais ao time.

Nesta quarta-feira, a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) anunciou o espanhol Carlos Colina como novo técnico da seleção feminina de basquete pelos próximos seis meses.

"A Iziane teve um problema com o Paulo Bassul. A convocação vai ser feita. A Iziane é uma boa jogadora. Se for convocada e aceitar, tudo bem, se não aceitar...", disse Hortência ao canal Sportv.

"Quero deixar bem claro que não foi trocado o técnico por causa da Iziane. Não houve nenhuma interferência na troca por causa de uma jogadora. [A troca] é um planejamento para 2016 [ano dos Jogos Olímpicos no Rio]", continuou.

O novo treinador comandará a equipe brasileira no Sul-Americano da Colômbia (26 a 31 de julho) e no Campeonato Mundial da República Tcheca, de 29 de setembro a 3 de outubro.

Fonte: Folha On Line

CBB confirma Colinas por 6 meses; apresentação será em abril

Acabou a novela. A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) confirmou nesta quarta-feira a contratação do espanhol Carlos Colinas para o comando da seleção feminina. O cargo estava vago desde dezembro, quando terminou o contrato de Paulo Bassul, que comandou o Brasil na Copa América do ano passado.

A apresentação do novo comandante, porém, só acontecerá em abril. O técnico irá comandar a equipe no Sul-Americano da Colômbia (entre 26 e 31 de julho) e no Mundial da República Tcheca, de 29 de setembro a 3 de outubro.

Com Colinas, que vai assinar contrato de apenas seis meses, a CBB confirma a tendência de estrangeiros no comando do basquete nacional. O time masculino é atualmente dirigido pelo argentino Rubén Magnano, campeão olímpico em 2004 com a Argentina. Seu antecessor foi o espanhol Moncho Monsalve, que comandou o Brasil em 2008 e 2009.

A contratação do novo treinador do time feminino foi orquestrada por Hortência, diretora de basquete feminino da CBB desde que Carlos Nunes assumiu a presidência da entidade, no lugar de Gerasime Bozikis. Com a mudança de técnico, ela deve concretizar um de seus objetivos quando foi nomeada ao cargo: a volta de Iziane ao time nacional.

Em 2008, a ala, considerada a principal jogadora do país, brigou com o ex-técnico, Paulo Bassul. Em uma partida do Pré-Olímpico da Espanha, ela se recusou a entrar em quadra em uma partida. Bassul chegou a dizer que nunca mais trabalharia com a atleta, mas voltou atrás no ano passado. Ela foi convocada para a seleção, mas não se apresentou.

Desconhecido no Brasil, Colinas tem uma trajetória de sucesso nas categorias de base da seleção da Espanha. Tem quatro títulos europeus (três sub-16 e um sub-18) e ainda foi assistente técnico da equipe principal que terminou em terceiro lugar no Europeu de 2002. Na segunda-feira, a Federação Espanhola já tinha anunciado o nome de Miguel Mendez como o sucessor no time sub-18.

Com a confirmação de Colinas, o ex-técnico da seleção brasileira, Paulo Bassul, deve montar um time em Barueri. Ele já trabalha com as categorias de base, no masculino e no feminino, da cidade, mas agora deve iniciar o projeto para um time adulto feminino. No masculino, a tarefa está sendo comandada por Marcel.

Bassul revelou também que, mesmo sem contrato com a CBB desde o ano passado, tinha um acordo verbal com a entidade. “Quando o contrato terminou, me pediram para que não fechasse nenhum acordo que me impedisse de trabalhar na seleção até 2012. Atendi esse pedido. Não fui comunicado oficialmente de que não estou mais na seleção, mas desde que começaram a procurar um novo treinador na Europa, ficou claro que buscavam uma mudança”, disse o treinador ao SporTV.

Fonte: UOL

Americana apresenta pivô Grazi

grazi Na manhã desta terça-feira, a equipe de Basquete Feminino de Americana apresentou a paulista Graziane de Jesus Coelho, a Grazi, de 27 anos.

A pivô, que retornou ao Brasil em 2009, após passar 4 anos na Itália e 1 ano e meio na Hungria, esteve parada na última temporada devido a uma lesão sofrida enquanto se preparava para jogar por Catanduva.

A atleta, que esteve presente na equipe da Seleção Brasileira durante as Olimpíadas de Pequim, já atuou por Americana nos playoffs do Campeonato Paulista de 2004, e retorna a equipe a convite do técnico Luiz Augusto Zanon, que espera poder dar a as condições e oportunidades para que a jogadora recupere sua condição física ideal e volte às quadras.

“É importante que uma atleta no nível da Grazi possa ter a chance de se recuperar para o basquete nacional. É uma atleta que esteve parada durante um ano inteiro por causa de uma lesão, e retorna agora a treinar com bola. Tenho certeza que ela poderá contribuir muito com a equipe quando atingir sua condição ideal e jogo, e quem sabe, até voltar a atuar pela seleção” comentou Zanon, sobre a vinda de Grazi a Americana.

A jogadora está animada para iniciar os trabalhos “Tenho uma grande expectativa nesse retorno para Americana. Fiquei parada durante um ano, após voltar da Europa. Sei que preciso trabalhar muito para recuperar minha condição física e atingir o nível ideal de jogo, mas estou ansiosa para jogar” comenta ela.

A equipe americanense se prepara para o início da temporada, que ocorre no próximo dia 20, com a primeira rodada do Campeonato Regional.

CBB assina contrato de seis meses com Carlos Colinas

20100303_874504_0303_Colinas_Gde O espanhol Carlos Colinas vai dirigir a seleção brasileira adulta feminina, patrocinada pela Eletrobrás. O técnico acertou com a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) para comandar o Brasil pelos próximos seis meses, renováveis por mais dois anos. Os primeiros desafios do espanhol serão o Sul-Americano do Chile (10 a 14 de agosto) e o Campeonato Mundial da República Tcheca, de 23 de setembro a 3 de outubro. O contrato será assinado nos próximos dias e Colinas será apresentado oficialmente em abril.
 
Com a seleção espanhola, Colinas foi tricampeão europeu sub-16 (Itália – 2004, Polônia – 2005 e Eslováquia – 2006), vice-campeão europeu sub-18 (Sérvia – 2007) e campeão europeu sub-18 (Suécia – 2009). Ainda foi assistente técnico da equipe principal que ficou com a medalha de bronze no Europeu da Grécia em 2002.
 
— Com a chegada de Carlos Colinas iniciamos uma nova fase no basquete feminino. Colinas é um profissional jovem, talentoso, que acredita em nosso projeto e que só tem a acrescentar. O departamento está trabalhando para garantir a melhor estrutura possível para a realização dos nossos objetivos. Aproveito para agradecer ao técnico Paulo Bassul pelo trabalho realizado à frente da seleção feminina — disse o diretor técnico da CBB, André Alves.
 
— Estamos apostando na experiência do Colinas com as categorias de base. Como o nosso projeto é de médio a longo prazo, o conhecimento dele será muito importante. Ele é bem interado sobre as equipes da Europa e isso também será fundamental para o sucesso do nosso trabalho — explicou a diretora de seleções femininas, Hortência Marcari.
 
Colinas foi técnico das equipes do Baloncesto Elosua Léon (júnior), Colegio Carmelitas de Léon (juvenil - Cadete Femenino), do Autopistas Compañía de María de La Coruña (adulto, juvenil e cadete feminino), Autopistas Compañía de María de La Coruña (adulto e juvenil feminino), Cluny de Santiago de Compostela (adulto feminino), do Aucalsa de Oviedo (adulto), do Sondeos (categorias de base feminino), do Basket Coruña (infantil masculino), do A.D. Cortegada – Extrugasa (adulto feminino), do Filtros Mann – Zaragoza (adulto feminino), do Club Extrugasa – Vilagarcía (adulto feminino) e do Club Celta Indepo (adulto feminino). Colinas também integra o Gabinete Técnico da Federação Espanhola desde 2002.
 
Confira a ficha completa de Carlos Colinas no link.

Seleção Sub-18 treina para a Copa América e recebe mais duas atletas

O treinamento da seleção brasileira sub-18 feminina segue em ritmo forte para a Copa América da categoria, que será realizada em Colorado Springs, nos Estados Unidos, de 23 a 27 de junho. A competição é classificatória para o Campeonato Mundial Sub-19 de 2011 e, para garantir a vaga, as comandadas de Luiz Claudio Tarallo terão muitos treinos e amistosos pela frente. A primeira fase aconteceu entre os dias 20 e 28 de fevereiro e, nesta quinta-feira (dia 4), as meninas se apresentam novamente para dar continuidade à preparação da equipe. Serão 16 jogadoras convocadas, sendo que duas fazem parte do programa de desenvolvimento de atletas. Os treinos vão até o dia 17 de março, no ginásio Romão de Souza, em Jundiaí (SP).
 
— O primeiro contato com as jogadoras foi importante para conhecer o grupo. Gostei muito do que vi durante os treinos. Tivemos a oportunidade de analisar cada atleta física, técnica e taticamente. A nossa temporada é longa, mas, neste momento, vamos nos concentrar nos Jogos Sul-Americanos de Medelín. Chamamos 14 meninas que estiveram na primeira fase e mais duas que foram bem indicadas pelos técnicos das categorias menores da seleção para fazer parte do desenvolvimento de atletas. Desse grupo, vamos definir as 12 que vão embarcar para a Colômbia — comentou o técnico Luiz Cláudio Tarallo.
 

Atletas convocadas para o Desenvolvimento Atletas:
Isabela Macedo – ala – 16 anos – 1,76m – Mangueira (RJ) – RJ
Mayara Uller – armadora – 18 anos – 1,71m – AJAB-Jaraguá do Sul (SC) – SC

Seleção Sub-15 treina para o Sul-Americano

20100303_390190_Isabela_gde O título da 17ª edição do Campeonato Sul-Americano Sub-15 Feminino, que acontece no Brasil, de 9 a 13 de novembro, é o desafio da seleção brasileira, patrocinada pela Eletrobrás. A técnica Janeth Arcain convocou 31 meninas para a primeira fase de treinamento. As atletas foram divididas em dois grupos. O primeiro treina até sábado (dia 6), no ginásio Djaniro Pedroso, em Santa Bárbara D’Oeste (SP), quando se apresenta o segundo.
 
Janeth está de volta à seleção brasileira, mas agora com a experiência e sabedoria de quem comandou a conquista sul-americana em novembro do ano passado, no Equador. Segundo a treinadora, o bom nível das atletas dá sinais de que Santa Bárbara reunirá a elite da categoria. Mesmo com a alta qualidade técnica do grupo, Janeth afirma que pretende acompanhar os Brasileiros de Base e que a equipe só estará definida poucos dias antes do embarque.
 
— Estou bastante surpresa com o nível das atletas. Todas possuem uma ótima base de fundamentos técnicos individuais. Elas possuem uma ótima estatura e estão correspondendo muito bem a tudo que está sendo passado. A comissão e as jogadoras estão bem entrosadas e assimilando bem a filosofia de trabalho, o que facilita bastante. A equipe técnica também está atenta e não deixa passar nada, corrigindo os mínimos detalhes. Também pretendo acompanhar, avaliar e conversar com os técnicos das seleções dos Brasileiros da categoria. Só depois vou definir o time que irá viajar. Mas confesso que será difícil escolher as atletas para o Sul-Americano, pois o Brasil possui meninas de muito talento — analisou a técnica Janeth Arcain.
 
Para Izabella Sangali, de 14 anos e 1,78m, treinar com Janeth não é novidade. Com 78 pontos em seis jogos, a atleta foi campeã sul-americana sub-15 em 2009. Este ano, a jogadora foi para Santa Bárbara disposta a dar mais do que cem por cento para ficar novamente entre as doze e trazer outro título para o Brasil.
 
— Tive a chance de treinar com a Janeth ano passado, quando fui convocada para o Sul-Americano Sub-15. Mas nunca deixa de ser uma honra dividir a quadra com ela. Estou muito animada com mais essa oportunidade de estar na seleção brasileira. Acredito que evolui bastante desde o ano passado e vou continuar treinando forte para defender muito bem o Brasil — avaliou a atleta que joga pelo Unimed/Americana (SP).

Treinador manda, mas não apita (Diário de São Paulo)

Confederação promete anunciar hoje o nome do novo técnico da seleção feminina

MARTA TEIXEIRA

marta.teixeira@diariosp.com.br

A seleção brasileira feminina de basquete pode conhecer hoje seu novo treinador. A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) promete anunciar esta manhã se Carlos Colinas assume ou não o cargo. Independente de sua confirmação, o espanhol chegará sem muito poder de decisão sobre o planejamento da equipe neste ano.

Ontem, a CBB divulgou nota tentando desmentir matéria publicada no DIÁRIO, mas não negou as informações da reportagem. Faltando pouco menos de sete meses para o início do Campeonato Mundial, o novo técnico terá de se adaptar ao planejamento existente e serão poucas as suas chances de decidir sobre o que gostaria de fazer. O Brasil, por exemplo, já tem programado um quadrangular na França pouco tempo antes do início do Mundial, que começa em 23 de setembro.

Se for mesmo estrangeiro, o novo técnico também terá pouco tempo para conhecer as atletas que atuam no país pois não acompanhou o Campeonato Brasileiro e as competições estaduais, fora o Paulista, que começa dia 20, são limitadas. Assim, precisará confiar nas indicações da diretoria para saber quem merece estar na seleção.

“Existe uma parte do trabalho que é exclusiva do técnico e outra que é feita em conjunto com a direção”, explicou o ex-treinador do Brasil, Paulo Bassul. “Em relação à convocação, o tempo que falta não atrapalha, mas, para o planejamento, não é o ideal, porque envolve gastos e calendários que têm de ser negociados. Agora, não dá mais tempo de fazer isso.”

Sobre a convocação de Iziane, Bassul diz ter recebido sondagem da diretoria se aceitaria voltar a trabalhar com a atleta, que se recusou a voltar à quadra após ter sido substituída no Pré-Olímpico de 2008. “Deixei claro que se ela viesse com espírito de grupo não haveria problema”, lembrou o técnico, que não considerou a atitude uma interferência direta.

Bassul deixou o comando da seleção após a conquista do título da Copa América, em setembro. Atualmente, é consultor técnico do projeto de basquete de Barueri, com quem tem vínculo por três anos.

“Quando saí da seleção, pediram para que eu não fizesse um contrato que complicasse o meu retorno. Com a mudança de rumos, estou pensando em seguir caminho diferente.”

Mesmo a seleção não é uma opção vetada por ele. “Procuro tratar estas coisas muito profissionalmente. A seleção sempre me deu alegrias e me encheu de orgulho. Além disso, não se vira as costas para a seleção. Mas o cargo não pertence a ninguém, é da Confederação”, completou Bassul.

Fonte: Diário de São Paulo

Paulista vira única 'vitrine' para atletas do país impressionar Colinas

Daniel Neves

Principal competição do basquete feminino do país no primeiro semestre, o Campeonato Paulista terá início no dia 20 de março, com a participação de oito equipes. Com a perspectiva do espanhol Carlos Colinas ser confirmado como o novo técnico da seleção brasileira, a competição será a única oportunidade para o comandante estrangeiro observar as jogadoras que atuam em território nacional antes da convocação para o Mundial da República Tcheca.

Das 12 atletas que defenderam o Brasil na conquista da Copa América feminina, em 2009, sete disputarão o torneio estadual. Os quatro primeiros colocados nas últimas duas edições do Campeonato Nacional (Catanduva, Ourinhos, Americana e Santo André) também participarão da competição.

“O Campeonato Paulista é tão difícil quanto o Nacional, pois as principais equipes são as mesmas. É como se fosse o Campeonato Brasileiro do primeiro semestre”, disse o técnico Luiz Augusto Zanon, do Americana. “Será um campeonato muito bom para o técnico [da seleção] observar. Estou fazendo um trabalho muito forte para entregar as jogadoras em condições para o Mundial”.

Contrário à contratação de um técnico estrangeiro para a seleção brasileira, o técnico Edson Ferreto, do Catanduva, acredita que o Paulista feminino será uma boa vitrine para as jogadoras que atuam no país. Para o treinador, o mais importante é que as atletas estejam em boas condições para o Mundial.

“Não conheço quem vem e também não vou me importar. O que me interessa é fazer um grande Campeonato Paulista e dar espaço para que as jogadoras mostrem que tem condições de serem aproveitadas na seleção”, disse Ferreto. “Apesar da Hortência e da CBB terem desmerecido quem trabalha sério aqui no Brasil, temos que torcer para que dê tudo certo [no Mundial]”.

O atraso na definição do novo técnico da seleção feminina não é visto como um problema para a observação das atletas que devem disputar o Mundial. Com o Paulista sendo disputado entre março e junho, os treinadores do país acreditam que o período será suficiente para que o novo comandante da equipe verde-amarela obtenha maior conhecimento sobre as atletas.

“Temos um bom período para o estrangeiro analisar as jogadoras. Claro que, quanto antes iniciar o trabalho, melhor as condições de brigar por uma medalha. Quem vai prepará-las para o Mundial somos nós. O que precisa ser bem pensado é o planejamento”, comentou Zanon.

O formato de disputa garante que todos os participantes do Paulista avancem para os playoffs. A primeira fase servirá apenas para definir o emparceiramento para as quartas de final, que serão disputadas em séries melhor de três jogos – assim como as semifinais. A decisão, programada para ocorrer em junho, será em um confronto melhor de cinco partidas.

Apesar de todas as equipes se classificarem para a etapa seguinte, os treinadores acreditam que as atletas não entrarão desmotivadas na primeira fase da competição. “Sair em primeiro é uma vantagem muito grande, por causa do mando de quadra. O jogador não pode querer jogar apenas na hora do playoff, tem que querer todo dia”, disse Zanon.

SANTO ANDRÉ CHEGA COMO FAVORITO

A intertemporada do basquete feminino brasileiro foi marcada por profundas mudanças nos elencos das principais equipes. Catanduva, Ourinhos e Americana passaram por importantes alterações no plantel e devem precisar de tempo para adquirir o melhor entrosamento, o que fez com que os treinadores apontem o Santo André como o favorito para a primeira fase do Paulista.
“A equipe que ficou mais forte foi o Santo André. Manteve o mesmo elenco e se reforçou com duas boas jogadoras [Êga e Tayara]. Eles saem na frente de todo mundo”, comentou Zanon.
Atual campeão brasileiro com o Catanduva, Ferreto foi outro a apontar o favoritismo do Santo André. O treinador também comemorou uma maior divisão das jogadoras da seleção brasileira, antes concentradas no Ourinhos, entre as demais equipes.
“Até que enfim o Ourinhos tirou o pé do acelerador. Eles estavam sempre à frente e tínhamos que nos matar para correr atrás. Aquilo desequilibrava. Esta movimentação do mercado deu maior equilíbrio entre as equipes. Mas Catanduva, Ourinhos e Americana seguem com a obrigação de fazer um grande campeonato”, disse Ferreto.

Fonte: UOL

Dentro e Fora

Fora. O técnico Paulo Bassul anuncia hoje sua saída da seleção feminina de basquete e o seu projeto para uma equipe na cidade de Barueri.
Dentro. A CBB só espera a assinatura do contrato do espanhol Carlos Colinas para anunciá-lo como novo técnico da seleção. A experiência de Colina se restringe às categorias de base da seleção espanhola e a clubes pequenos.

Fonte: Painel FC, da Folha de São Paulo

terça-feira, 2 de março de 2010

A tradição de Araçatuba estará de volta ao basquete adulto no Paulista 2010

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Essa é das notícias que fico feliz em poder dar: novo clube em atividade.

Trata-se de Araçatuba, que volta ao basquete feminino após um longo hiato.

A cidade chegou a ser um dos pólos do esporte no Brasil, com um time mantido pela Unimed Brasil no início dos anos 90, que conquistou um Sul-Americano de Clubes em cima da poderosa equipe de Sorocaba, de Hortência & Cia.

Armadora dessa saudosa equipe e atual secretária municipal de esportes da cidade, Cláudia Cristina Crepaldi é uma das entusiastas desse retorno à categoria adulta.

Araçatuba já contou com uma equipe juvenil no último Paulista (a do Basquete Clube) e pretende utilizar algumas dessas meninas no próximo Paulista Adulto, que teve sua reunião hoje na sede da Federação.

A viabilização do time vem de uma parceria entre a prefeitura e algumas empresas privadas.

O técnico da nova equipe vem do masculino. Trata-se de Alvacir, antigo assistente técnico de Zanon em Limeira.

Para o elenco, os reforços confirmados até o momento são as alas Cléia Crepaldi (ex-São Bernardo, Guarulhos, Catanduva e Marília e que andava na Itália), Fernanda Britto (ex-Catanduva) e Djane (ex-São Caetano), a pivô Fernanda Bibiano (ex-Catanduva) e a armadora Gigi (ex-Vasto Verde).

Pelo menos mais dois outros nomes estão em negociação para completar o time.

O blog deseja sucesso e vida longa ao clube.

Campeonato Paulista de Basquete feminino começará dia 20 de março

Antonio Sergio R. Silva

O campeonato paulista de basquetebol feminino terá início no dia 20 de março e será disputado por oito clubes. Segundo informa o vice-presidente do Catanduva Basket Club, Roberto Cacciari, daqui a quatro ou cinco dias será divulgada a tabela dos jogos.

Cacciari e o supervisor João Leite representaram o clube em São Paulo, na sede da Federação Paulista de Basquete, na terça-feira, dia 2, em reunião com a entidade para discutir o próximo campeonato. "Os jogos serão às quintas, com televisão, e aos sábados. Será encerrado dia 29 de junho próximo", destacou Cacciari.

Oito equipes vão disputar o certame: Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, Ourinhos, Piracicaba, Americana, Jundiaí, São Caetano, Santo André e Araçatuba. "As novas equipes são de Piracicaba e de Araçatuba", explica, salientando que a primeira fase será disputada em turno e returno - jogos de ida e volta -, sendo que na fase semifinal serão três jogos e, na final, cinco jogos.

Cacciari falou sobre o campeonato sulamericano que Catanduva irá disputar no Chile, como representante do Brasil, pois é campeão brasileiro. Para ele, o recente terremoto que houve naquele país pode mudar a sede da disputa.

Fonte: Notícia da Manhã

CBB confirma negociações e deve anunciar espanhol Colinas nesta quarta

O espanhol Carlos Colinas está próximo de ser anunciado como o novo técnico da seleção brasileira feminina. As negociações entre o treinador e a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) estão bem adiantadas e apenas questões contratuais e financeiras ainda estão pendentes para a confirmação do acordo, que deve sair nesta quarta-feira.

“O acordo com a parte técnica está resolvido. Agora é com a parte financeira, com a qual não me envolvo. Eles estão negociando [os salários], mas acredito que isto não será um problema”, disse a diretora de basquete feminino da CBB, a ex-jogadora Hortência.

O contrato de Colinas com a seleção brasileira seria apenas até o final deste ano, visando a disputa do Mundial da República Tcheca. A entidade, porém, visa um projeto a longo prazo com o treinador espanhol, que também trabalharia com as categorias de base.

“Vamos ver se ele se adapta ao Brasil e se nós nos adaptamos a ele. Mas é um nome muito importante e que tem muito a contribuir com o basquete brasileiro”, disse Hortência. “É um treinador que se enquadra com o nosso projeto a longo prazo”.

A CBB afirmou, através de sua conta no Twitter, que está próxima de um acerto com Colinas. O empresário do treinador se reunirá com os dirigentes da entidade nesta quarta-feira, quando deve ser feito o anúncio da contratação do espanhol.

Hortência se mostrou otimista com o acerto, mas revelou que trabalha com a possibilidade da CBB não entrar em acordo com Colinas. De acordo com a dirigente, existem negociações em andamento com outro treinador, que seria o ‘plano B’ da entidade.

“Já existe uma negociação com outro nome, mas não posso confirmar se ele é ou não um estrangeiro”, disse Hortência.

Com passagens por diversas equipes espanholas, Colinas atualmente trabalhava como diretor do Celta de Vigo e ocupava o cargo de consultor na federação de seu país. O espanhol foi um dos técnicos que se reuniu com Hortência, diretora da seleção brasileira feminina, na passagem da dirigente pela Europa durante o sorteio dos grupos no Mundial.

Fonte: UOL

Carlos Colinas deixa o comando da seleção espanhola sub-18

eurosub18 Apontado como o favorito de Hortência para a vaga de treinador da seleção brasileira, o espanhol Carlos Colinas teve anunciada ontem a sua substituição no comando da seleção espanhola sub-18, com a qual conquistou o Europeu, em julho de 2009.

Assume Miguel Méndez, técnico da equipe adulta do Celta, clube no qual Colina é diretor.

O novo treinador considerou a decisão “uma surpresa” por já ter desempenhado a função em 2006.

A Frase

Canberra Pictorial, supplied: Eric Li “Vai ser um confronto entre uma superestrela mundial e alguém que pode ser uma futura estrela.”

Carrie Graf, técnica da seleção e do Canberra Capitals, sobre a final da WNBL – em jogo único no sábado- entre seu time e o Buullen Boomers, de Tom Maher, com o confronto: Lauren Jackson x Liz Cambage. Até o momento, o Boomers venceu os dois confrontos na temporada, mesmo quando Lauren chegou aos 40 pontos na segunda partida.

Paulista Feminino começa dia 20 de março, com oito equipes

Membros da comissão técnica do time de Basquete Feminino da Unimed estiveram na tarde de hoje (02/03) em São Paulo, na sede da Federação Paulista de Basquete(FPB), e participaram da reunião que definiu o sistema de disputa e calendário do Campeonato Paulista 2010.

A competição terá inicio no dia 20 de março (sábado), e contará com a participação de oito times: Americana, Catanduva, Ourinhos, Piracicaba, São Caetano, Santo André, e as novidades: Araçatuba e Jundiaí. Todas as equipes se enfrentarão no sistema de turno e returno e se classificarão para osplayoffs, onde a primeira colocada joga contra a oitava, a segunda contra a sétima, a terceira contra a sexta e a quarta contra a quinta.

Dentro dos próximos dias, a FPB divulgará a tabela dos confrontos.

Hortência nega as declarações publicadas pelo repórter do Diário de São Paulo

Em relação à matéria publicada no Diário de São Paulo do dia 02/03/2010, assinada pelo repórter David Abramvezt, a diretora de Seleções Femininas, Hortência Marcari, esclarece que:
1) Convocação – “É uma tarefa única e exclusiva do técnico. Nenhum membro da diretoria ou departamento técnico interferiu ou interferirá na convocação. O que quis dizer é que o departamento técnico da CBB é responsável pelo  planejamento e logística, incluindo o staff. Ou seja, a exemplo de outros países do mundo e até de outros esportes, não existe mais a cultura de um treinador estrangeiro comandar uma seleção trazendo todo seu staff. O técnico tem a missão de analisar, convocar e treinar o time.”
2) Iziane – “Como já esclareci anteriormente, não convoco atleta e não o fiz no caso da Iziane. O que houve na época da preparação para a Copa América, em setembro, foi uma reunião entre comissão técnica e a diretoria que, em uma decisão conjunta, a atleta foi convocada seguindo a filosofia de chamar as melhores atletas da atualidade.”

As fotos

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A impressionante torcida do Wisla, clube polonês de Iziane, é o destaque nas fotos que a jogadora enviou ao Atlanta Dream, seu time na WNBA.

O site da equipe a entrevista na seção “Player Mailbag”.

Perguntada sobre qual seria o próximo passo para o Dream, Iziane declarou: “Ser consistente.”

Pára tudo: Hortência, Brunoro e André Alves convocarão a seleção brasileira feminina!

horttencianau Técnico vira fantoche

Diretora da CBB, Hortência assegura que será responsável por convocar a seleção

David Abramvezt
davidab@diariosp.com.br

Sem papas na língua, Hortência deixou claro que uma rainha jamais perde a majestade. A ex-jogadora e atualmente diretora da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) será oficialmente responsável por convocar as jogadoras que defenderão a seleção brasileira feminina.
A novidade terá que ser engolida pelo novo técnico da equipe nacional, profissional cujo nome poderá ser anunciado ainda nesta semana. O principal candidato para a vaga — aberta desde a demissão de Paulo Bassul, mesmo após o título da Copa América, no fim de setembro — é o espanhol Carlos Colinas, comandante bem conceituado no continente europeu.
“O treinador não convocará o time. Quem fará isso serei eu, com a ajuda do André Alves (diretor-técnico da CBB) e do José Carlos Brunoro (diretor de marketing da entidade). O técnico vai receber a lista e treinar o time, essa é a função dele”, afirmou a corintiana Hortência, ao DIÁRIO, no Navio do Centenário, cruzeiro realizado pelo Timão no último fim de semana para comemorar os cem anos do clube alvinegro.
Vale lembrar que pouco tempo depois de assumir a função de dirigente na CBB, em maio do ano passado, Hortência forçou Paulo Bassul a convocar a ala Iziane, conhecida desafeta do técnico. Tal ato, antes não justificado por ela, agora é compreendido. “Eu já queria implantar isso. Tanto que falei para o Bassul que a Iziane seria chamada e ele aceitou. Não foi queda de braço. Foi uma decisão minha que ele acatou”, relatou.

Planejamento sem técnico

De acordo com a cartola, nas principais seleções da Europa o técnico não centraliza mais o poder. Isso, somado ao fato de Bassul ter fracassado nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008 (o Brasil foi o 11 lugar), foi determinante para a escolha de um treinador europeu.
“Na Europa, o técnico não tem mais poder absoluto. Isso precisa acabar aqui. O treinador tem que treinar bem o time na quadra. É uma mudança que vai fazer bem ao basquete brasileiro”, disse Hortência.
A pouco menos de sete meses do Mundial da República Tcheca, a seleção feminina continua sem um comandante. Mas, agora, com as novas diretrizes da CBB, isso parece ser irrelevante. “O planejamento já está todo feito, mesmo sem técnico. Temos condição de ficar entre os quatro melhores do mundo”, fechou Hortência.

Fonte: Blog do Laguna 

Comentário: É lamentável uma geração como a minha, que cresceu vendo Hortência reinar nas quadras, tenha que agora observar seus equívocos no comando do feminino na CBB. Essa declaração da Rainha é das mais absurdas da história.

Se uma das únicas vantagens que eu enxergava em ter um técnico de fora seria esse “olhar estrangeiro” sobre quem realmente são nossos melhores atletas e a repercussão disso sobre as nossas acomodadas e eternas convocadas, até isso se perde.

Espero que essa declaração de Hortência tenha sido motivada pelo balanço da nau corintiana. Caso contrário, nós é que estaremos perto do naufrágio.

Catanduva participa da reunião da Federação Paulista hoje

Membros da diretoria e da comissão técnica do Poty/Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva vão estar hoje em São Paulo, na sede da Federação Paulista de Basquete (FPB), para participarem de reunião técnica com o objetivo de definirem as equipes e a fórmula de disputa do Campeonato Paulista da Série A-1 adulto feminino. O encontro tem previsão de início para as 15 horas.
Durante a semana passada, foram realizados vários encontros para a formatação das disputas da base masculinos e femininos, além do torneio Novo Milênio Adulto Masculino.
Na reunião, ficará definida a data de início, período de encerramento, fórmula de disputa e os participantes do estadual feminino do Estado de São Paulo. Este ano, duas novas equipes devem participar: Araçatuba e Jundiaí.
“Existe a possibilidade dessas equipes se inscreverem para participarem da competição, mas ainda haverá discussões quanto também à fórmula de disputa, que precisa ser elaborada da melhor maneira possível”, comentou o técnico Édson Ferreto.
O calendário do basquete feminino nacional deste ano terá pelo menos quatro competições de clubes consideradas importantes: o Paulista, Jogos Abertos, Sul Americano e o Nacional Feminino.
O que deve atrapalhar o desenvolvimento dessas competições são as convocações para a Seleção Brasileira, que disputará o Mundial da República Tcheca (setembro) e o Sul Americano (outubro em Santiago, no Chile).  Com isso, o Paulista deve ser mais ‘curto’. A competição deve começar já neste mês e ser encerrada em junho. “O Paulista é importante, já que fomos campeões em 2008 e vamos buscar agora repetir também esse bom desempenho”, finalizou o treinador.

Fonte: O Regional

segunda-feira, 1 de março de 2010

A Frase

fever_desouza_web “Trabalho para ser a melhor e estou certa que minha companheiras de seleção e a nova direção da CBB também estão fazendo o possível para chegar à República Tcheca com o melhor que o Brasil pode apresentar.

Acompanhei pelos meios de comunicação muitas críticas ao trabalho da Hortência nos últimos meses. Mas considero que ela e sua equipe estão fazendo algo que nunca foi feito na história do nosso basquete.

Tenho uma grande confiança de que teremos coisas muito boas para compartilhar até o Mundial.

Estou pronta para defender a seleção e creio que teremos todas as condições de fazer o melhor.” 

Érika, em entrevista na página da Prodep

Federação Paulista faz reunião do Estadual Feminino amanhã

A Federação Paulista de Basketball (FPB) fecha, nesta terça-feira (02 de março), às 15h00, em sua sede, na cidade de São Paulo (SP), o clico de reuniões técnicas deste primeiro semestre, com o encontro para discutir e formatar o Campeonato Paulista Feminino da Série A-1 - 2010. Já foram realizados democráticos encontros para formatar os certames de base masculinos e femininos e o Torneio Novo Milênio Adulto Masculino.
O presidente Antonio Chakmati e Tatiana Steigerwald, do departamento técnico da entidade, além dos representantes dos times, vão definir todos os assuntos relativos a esta importante competição. Na reunião será definida à data de início, período de encerramento, fórmula de disputa e os participantes do estadual feminino do Estado de São Paulo.

Por títulos, Unimed muda perfil em 2010

unimed2010 A mescla da experiência com a juventude e um jogo mais forte com pivôs. Ao contrário de outras temporadas, este será o perfil da VivoSabor/Unimed/Folhamatic na busca por títulos em 2010.
A equipe foi concebida pela visão do técnico Luiz Augusto Zanon, que chegou em Americana no ano passado às vésperas do Campeonato Nacional e com o grupo de jogadoras já fechado. Agora, foi ele quem definiu as dispensas e as contratações, além da promoção efetiva de juvenis.
Do time de 2009, ficaram apenas a lateral Karla Costa, a armadora Babi Honório e a pivô Carina Fillipus. Foram contratadas as laterais Karen Gustavo e Fabão e as pivôs Mamá e Karina Jacob. E houve também a integração das juvenis Leila Zabani (lateral), Débora Costa (armadora), Fabi Souza (pivô), Andressa Bolha (pivô) e Tássia Carcavalli (armadora), que terão mais oportunidades ao longo da temporada.
A mudança de perfil não é garantia de que a Unimed voltará a ser campeã - a última conquista foi em 2003, quando a equipe faturou os títulos paulista e brasileiro -, mas existe na comissão técnica e na diretoria a nítida sensação de que o time ficou mais encorpado.
A primeira competição da temporada será o Campeonato Paulista. Os clubes participantes, a fórmula de disputa e a data de abertura serão anunciados na próxima terça-feira (2), na reunião do Conselho Arbitral, na sede da Federação Paulista de Basquete (FPB), em São Paulo.

Fonte: Zaramelo Jr, O Jogo

Replay: A estranha falta de foco da diretoria de Americana

Perguntar não ofende: Será que com Mamá e Karina a história será diferente? Porque na temporada passada, Zanon alcançou a façanha da improdutividade máxima das pivôs Cíntia Tuiú e Flávia Luiza.