sexta-feira, 7 de março de 2008

Encontro de brasileiras no garrafão espanhol


BADAJOZ (ESPANHA) - Velhas conhecidas em lados opostos. Kelly entra em quadra na tarde deste sábado, dia 8, a partir das 17h30min (horário de Brasília), no Ginásio La Granadilla, vestindo a camisa do Extremadura Dato na partida contra o Zaragoza, das brasileiras Êga e Franciele, suas companheiras de Seleção Brasileira. Em 12º lugar (cinco vitórias) na Liga Espanhola, o Dato, de Kelly, precisa vencer em casa, contra um adversário direto, que está em último lugar (14º) na tabela de classificação (quatro vitórias).

- É um jogo muito importante para o nosso objetivo, que é manter o Dato na primeira divisão. O Zaragoza joga com as pivôs mais abertas e isso é bom para mim, que gosto de jogar dentro, mas faz com que a nossa defesa precise ser mais agressiva. Vamos tentar surpreender, é um jogo de risco, mas precisamos vencer, em casa, porque seria importante para livrarmos uma vantagem na tabela - frisou Kelly.

Time feminino de Piracicaba retorna aos treinos sem a pivô Simone Pontello

Equipe se reapresentou ontem à tarde no ginásio municipal ao técnico Marcos Pellegrino e segue com indefinições



A equipe de basquete feminino da Selam/Piracicaba se reapresentou ontem à tarde com o importante desfalque da veterana pivô Simone Pontello (ex-Seleção Brasileira). A auxiliar-técnica Ana Cristofoletti disse que a pivô entrará em contato hoje para decidir sobre seu retorno.

No final da temporada de 2007, Simone disse ao Jornal de Piracicaba que provavelmente deixaria as quadras esse ano. A reportagem tentou localizá-la por telefone, mas seu aparelho estava fora da área de serviço.
O técnico Marcos Pellegrino espera contar com a presença da atleta nessa temporada. “É uma jogadora experiente, com uma carreira importante e que será útil para o grupo”, disse Pellegrino.
Após uma breve conversa com as atletas, Pellegrino comandou um treino físicos. Estiveram presentes as pivôs Kelly Cota e Alice; a armadora-lateral Angela, a armadora Joceli e as laterais Luco e Gra. A lateral Lico não havia se reapresentado até as 18h30, mas a informação de Ana foi de que a jogadora estava atrasada.
Pellegrino tem a expectativa de montar um time com padrão de jogo. “A idéia é ter um time com uma forte defesa e bem posicionada no rebote defensivo para não dar a segunda chance (bola) ao adversário. Não adianta marcar em cima e perder o rebote. Vamos buscar uma equipe com rapidez no contra-ataque e precisão no arremesso”, explicou.
O que Pellegrino imagina soa como perfeição, mas é o mínimo que se pode exigir de um grupo, segundo ele. “O basquete está uma correria. Isso precisa mudar”, disse.
No encontro de ontem Pellegrino, que assumiu o time adulto pela terceira vez nos últimos dez anos, expôs ao grupo as dificuldades da falta de patrocínio e de reforços, mas salientou a necessidade de disputar a Série A1 do Paulista e com isso chegar com chances de títulos em novembro nos Jogos Abertos do Interior, em Piracicaba.
Em termos de reforços é provável que no final desse mês cheguem à equipe duas pivôs e uma lateral, segundo a auxiliar Ana Cristofoletti.
A meta de disputar a A1 é vital para os planos de Pellegrino. “A A1 tem transmissões ao vivo pela ESPN-Brasil, o que significa uma grande exposição aos futuros apoiadores da equipe que também terão como vitrine os Jogos Abertos em novembro na cidade.”
Pellegrino está preparando para angariar recursos um jantar para o dia 4 de abril, às 20h30, no Lar dos Velhinhos com convites a R$ 20 por pessoa. Informações podem ser obtidas com ele no telefone 9293-2418. É uma forma, disse, de obter alguns recursos.

JOGADORAS - Kelly Cota disse ontem que os Jogos Abertos são a sua grande motivação para esse ano. “É um privilégio porque será aqui em Piracicaba. Vamos procurar fazer um grande campeonato”, disse a pivô, que disputou o Nacional de Basquete Feminino pelo São Bernardo até a semana passada.


Fonte: Jornal de Piracicaba

Catanduva recebe meninas do basquete como vitoriosas

Por Enio Franco

Apesar de não ter conquistado o título Nacional Feminino de Basquete, as jogadoras do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva foram recepcionadas como verdadeiras campeãs quando voltaram de Ourinhos, na última segunda-feira.
Por ter perdido por apenas dois pontos de diferença, as jogadoras foram ovacionadas como verdadeiras campeãs.
O reconhecimento foi tanto que três jogadoras que são titulares da equipe foram convocadas para integrarem a Seleção Brasileira, que disputará uma série de amistosos entre 10 e 15 de março contra Cuba, em Havana.
Uma das jogadoras que apresentou um bom nível de basquete foi a pivô Karina Jacob.
“Essa convocação é o reconhecimento do trabalho que venho fazendo. Vou aproveitar a chance para crescer e continuar treinando forte para ser lembrada nas futuras convocações. Enfrentar Cuba será uma excelente oportunidade para crescer. Todas as jogadoras que são novas na seleção vão poder mostrar o seu potencial. As cubanas são adversárias tradicionais e temos que deixar o peso da rivalidade de lado e relaxar para fazer o melhor em quadra”, comentou a jogadora.
A seleção adulta feminina de basquete fez seu primeiro treino no ginásio do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo. A equipe dirigida pelo técnico César Guidetti irá disputar quatro amistosos contra as cubanas. Das 12 jogadoras convocadas pela seleção, apenas Karla, do Catanduva, pediu dispensa porque sofreu uma contusão no playoff final do Campeonato Nacional.

Cubana Ariadna troca Catanduva por Ourinhos

Por Enio Franco

A atleta cubana Ariadna, um dos destaques de Catanduva na campanha do vice-campeonato brasileiro, deixou o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva e se transferiu para o rival Colchões Castor/Unimed/Ourinhos.
A transferência da jogadora já havia sido acertada pelos dois clubes antes do término do Brasileiro. Agora, a jogadora atuará ao lado da compatriota Lisdeivi, MVP do Nacional.
A saída de Ariadna deve ser a única atleta titular da equipe que não permanecerá para o Campeonato Paulista. “A Fabão, a Karla, a Natália e a Karina estão acertadas e vão permanecer para a próxima competição”, revelou o técnico da equipe, Édson Ferreto.
Além de Ariadna, outras jogadoras também deixaram a equipe. Laís voltou para São Caetano, enquanto Paula, Vivian, Tati, Marisa e Lígia foram dispensadas. “Estamos buscando outras jogadoras para repor essas saídas. Vamos anunciar os nomes apenas quando os contratos forem assinados. Em breve, novas atletas vão chegar”, prometeu o treinador. Segundo informações extra-oficiais, a diretoria estaria atrás de uma jogadora da Argentina.

Arbitral

No próximo dia 10, a diretoria do clube vai participar do Conselho Arbitral do Campeonato Paulista da A-1. Após um período de descanso, a equipe deve voltar a treinar dentro de 15 dias. “Provavelmente, por conta do Pré-Olímpico Mundial, o Paulista deve começar a ser disputado o mais breve possível”, finalizou o treinador.

Contundida, Karla não se apresentará à Seleção


Por Enio Franco


Com uma fissura no osso do joelho esquerdo, a armadora Karla Costa, do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva, não vai se apresentar para a Seleção Brasileira Adulta Feminina que disputará uma série de amistosos contra Cuba, em Havana, no período de 10 a 15 de março.
A jogadora deverá ficar em repouso por 15 dias. “Não posso fazer nenhum tipo de trabalho físico nos próximos dias. Caso contrário, minha recuperação poderá ser prejudicada”, comentou a atleta. Por conta da contusão, a atleta jogou por apenas oito minutos na última partida contra Ourinhos.
Apesar da ausência de Karla, duas jogadoras de Catanduva vão viajar para Cuba: a pivô Karina e a armadora Natália.
A equipe será dirigida interinamente pelo técnico César Guidetti. A seleção ficará treinando durante três dias no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo. O primeiro treino foi realizado na noite de ontem.
A seleção brasileira adulta feminina de basquete ainda vai se preparar para a disputa do Campeonato Sul-Americano do Equador (23 a 29 de maio) e para o Torneio Pré-Olímpico Mundial da Espanha (9 a 15 de junho). No Pré-Olímpico, a equipe será novamente dirigida por Paulo Bassul.

Fonte: Notícia da Manhã
Hungria

Os jogos da Liga Húngara não aconteceram nas últimas semanas.

Primeiro, foi hora da disputa da Copa Húngara.

O Pécs, de Graziane, se classificou para o Final Four da Copa ao bater em duas partidas o Sviep. No último jogo, o placar foi 59-68; com 10 pontos da brasileira.

Depois, aconteceu o All-Star Game, no qual Grazi fez 9 pontos para o time das estrangeiras, que perdeu por 98-82.

Ros Casares é eliminado da Euroliga

Depois de uma campanha brilhante na primeira fase, o Ros casares caiu nas quartas e está fora do Final Four da Euroliga.

O time foi derrotada pelo Brno (69-75), que fechou a série em 2 a 1.

Zuzana Zirková e Tamika Withmore lideraram o time tcheco, com 22 e 21 pontos, respectivamente.

Pelo Ros, os destaques foram Elena Tornikidou e Delisha Milton (16, cada).
Universitário Espanhol

Nádia coloabora com campanha de equipe universitária espanhola

Emprestada pelo San Jose (terceiro colocado da Liga Espanhola) à equipe B do clube, que disputa um torneio universitário nacional, a pivô Nádia tem colaborado bastante com o crescimento do time no campeonato.

Na última rodada, a Univeridade de León bateu o vice-líder da competição (a Ingenius), por 69-64. A brasileira foi a cestinha, com 25 pontos.

Com o resultado, o time subiu para a sétima posição e ainda tem um jogo a menos que os rivais.

NCAA


A USF bateu Marquette (61-56) e garantiu vaga na BIG EAST Conference Tournament, a partir da próxima semana.

Daiane Packer jogou 20', mas saiu zerada.

Já a ORU perdeu para Dakota (88-67). Mariana Camargo teve 8 pontos e 5 assitências (35'). Monah teve 2 pontos (13').

Com o resultado, a ORU se classificou em quarto para a Summit League Women’s Basketball Championship.

Só o vencedor da liga terá direito a vaga no torneio da NCAA.

Com o encerramento da temporada regular, foi divulgado que Mariana foi selecionada para o segundo time da Conferência (The Summit League All-Conference second team).


Camargo finished the regular season averaging 13.2 points per game and led the Golden Eagles in assists with 5.0 per game. The Blumenau, Brazil native ranked third in the conference in assists with a 4.28 average per league game. She was also sixth in scoring (14.6 pp/g), fifth in steals (2.11 sp/g) and fourth in minutes played (35.61 p/g).

Camargo’s assist statistics placed her in the top 40 in the country in Division I. She is listed as No. 36 with her 5.0 assists per game average and at one point during the season, was ranked as high as 14th with a 6.2 average.





Alessandra passa por perícia e acredita em vitória contra CBB

Marta Teixeira



Mais uma vez a pivô Alessandra colocou a mão no bolso para tentar reaver da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) o prejuízo que teve por causa da lesão sofrida durante o Campeonato Mundial de 2006, em São Paulo. A jogadora viajou da Espanha para o Brasil exclusivamente para se submeter à perícia médica determinada pela Justiça na ação que move contra a CBB.
'Ela veio ao Brasil apenas para isso. Chegou terça-feira e volta quinta para a Espanha', diz o advogado da atleta João Guilherme Maffia. Apesar do longo tempo transcorrido desde a contusão, que já foi tratada e curada, ele acredita que a avaliação do médico pericial será favorável a sua cliente. 'Para nossa alegria, ele deixou transparecer que houve a lesão', afirma o advogado, que acompanhou a atleta até o Rio de Janeiro, onde a avaliação foi realizada.

A confiança de Maffia é resultado de uma conversa posterior com o avaliador. 'Ele não concluiu nada, mas disse que os exames foram suficientes. A lesão está mais do que comprovada porque juntamos e deixamos com ele todos os laudos, exames e consultas que ela fez durante todo o tratamento'. De acordo com o advogado, o laudo final deve ser entregue à Justiça em 30 dias, depois dos quais o juiz poderá se pronunciar a respeito.

A perícia foi realizada a pedido da defesa. 'A CBB alegou que não havia ocorrido lesão alguma e pediu a perícia', diz Maffia. 'A intenção deles é postergar o máximo possível este caso. O processo é do tempo dos Jogos Pan-americanos, quando não queriam que nada disso chamasse atenção'.

Inicialmente, a perícia de Alessandra, que joga atualmente no Perfumarias Avenida, da Espanha, deveria ter sido feita em junho do ano passado. 'Mas ela não pode comparecer porque já estava fora do país jogando. Já naquela época entendemos que seria uma avaliação inconclusiva, mas somente agora, ela pode vir aqui e passar pelo exame. Não temos interesse nenhum em adiar esta decisão'.

Alessandra sofreu uma lesão nos ligamentos do ombro durante um jogo do Brasil contra a Austrália, na semifinal do torneio em São Paulo, dia 21 de setembro de 2006. A contusão obrigou a atleta a enfrentar quatro meses de fisioterapia e bancar todo o tratamento do próprio bolso. 'Porque a CBB nunca contratou seguro nenhum para os atletas, o que é obrigatório, nem estendeu o vínculo com a atleta quando não podia jogar', explica Maffia.

'Ela ficou de setembro até 10 de janeiro sem poder jogar e perdeu várias oportunidades de trabalho', afirma o advogado. Neste meio tempo, Alessandra foi sondada por clubes da França, Rússia e Itália, mas não pode fechar com nenhuma equipe por falta de condições físicas. Pior. Até hoje seu advogado afirma que ela não recebeu valor algum da CBB, o que a levou a recorrer à Justiça com um processo por perdas e danos. 'A CBB nunca nos procurou para um entendimento e ainda não pagou nada'.

Para cumprir mais esta etapa na peregrinação pelo ressarcimento, Alessandra aumentou sua conta no prejuízo. A passagem mais barata de ida e volta Madri - São Paulo custa R$ 1.519,08. Além disso, ela também teve de viajar ao Rio de Janeiro pagando, no mínimo, R$ 688 pela ida e volta.

Fonte: Gazeta Esportiva
A VETERANA CHUCA E A NOVATA GATTEI NA SELEÇÃO BRASILEIRA

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A ala Patrícia Ferreira, a Chuca, e a armadora Vanessa Gattei jogaram juntas nas categorias infanto e juvenil do Santo André. Desde 2005, estão em Ourinhos, onde conquistaram três títulos paulistas e três nacionais (2005, 2006 e 2007). Hoje, elas são companheiras na seleção brasileira adulta de basquete, patrocinada pela Eletrobrás. Chuca estreou na seleção principal em 2003 e foi campeã do Sul-Americano no Equador (2003), medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos do Rio (2007) e bronze no Pré-Olímpico das Américas de Valdívia (2007). Vanessa Gattei faz a sua estréia com a camisa brasileira.



— Seleção é merecimento e todas que estão aqui são capazes de representar bem o Brasil. Já participei de vários jogos internacionais pela equipe brasileira e acho que essa minha experiência pode ajudar as mais novas. A Gattei é uma ótima jogadora, que se desenvolveu e teve um bom desempenho no Campeonato Nacional. Ser a mais experiente traz uma certa responsabilidade, mas gosto de desafios. Vamos encarar Cuba, que tem um time forte fisicamente e muita bagagem. Nós temos meninas novas, sem muita vivência fora do país. Mas isso não impede que o grupo faça um bom papel nos amistosos. Precisamos agarrar esse desafio e usar isso da melhor forma para surpreender — comentou a ala Chuca, que completa 29 anos no dia 21 deste mês.



— A Chuca tem bastante tempo de quadra com a seleção e é sempre bom ter uma jogadora com vivência no grupo para ajudar quem está chegando. Nós estamos sempre aprendendo. O grupo é novo, mas muito bom. Já estou bem adaptada, mesmo porque o ritmo forte de treinamento é parecido com o de Ourinhos. Jogar contra Cuba é uma oportunidade para amadurecer. Elas jogam pesado e isso vai ajudar a pegar mais malícia — disse a armadora Vanessa Gattei, que completou 28 anos no dia 5 de março.



O médico da seleção, Dr. Daniel de Oliveira, explica o motivo das ausências da pivô Flávia Luiza e da ala/armadora Karla na excursão para Cuba.



— A Karla tem um derrame articular no joelho direito decorrente de uma fratura e deve ficar aproximadamente dois meses parada. A Flávia Luiza teve uma lesão no menisco do joelho direito e, apesar da recuperação estar bem avançada, optamos por preservar a atleta, pois ela ainda não está nas condições ideais para participar de jogos fortes.




SELEÇÃO FEMININA TREINA PARA AMISTOSOS CONTRA CUBA

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A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, fez nesta quarta-feira o primeiro treino no ginásio do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo. A equipe dirigida pelo técnico César Guidetti irá disputar quatro amistosos contra a seleção de Cuba, em Havana, de 10 a 15 deste mês. Das 12 jogadoras que foram convocadas, apenas a ala/armadora Karla, do Catanduva, pediu dispensa e não se apresentou porque sofreu uma contusão durante o playoff final do Campeonato Nacional.



Uma das novidades do grupo é a pivô Karina Jacob, de 22 anos e 1,87m, que foi vice-campeã brasileira por Catanduva.



— Essa convocação é o reconhecimento do trabalho que venho fazendo. Vou aproveitar a chance para crescer e continuar treinando forte para ser lembrada nas futuras convocações. Enfrentar Cuba será uma excelente oportunidade para crescer. Todas as jogadoras que são novas na seleção vão poder mostrar o seu potencial. As cubanas são adversárias tradicionais e temos que deixar o peso da rivalidade de lado e relaxar para fazer o melhor em quadra.



Quem está de volta à seleção principal é a ala/pivô Izabela de Andrade, de 21 anos, tetracampeã brasileira com a equipe de Ourinhos.



— A notícia da convocação trouxe muita alegria. Depois que a euforia passou, é que me dei conta da responsabilidade de enfrentar Cuba. Temos um grupo novo, com atletas talentosas, e podemos ter um bom desempenho nos amistosos. Sempre existe uma expectativa grande para defender o Brasil ainda mais contra as cubanas. Temos que transformar essa ansiedade em vontade de ganhar e usar isso para surpreender as adversárias. Com certeza, será uma experiência excelente para todas nós.


Equipes da Unimed iniciam a temporada 2008

A temporada 2008 de basquete feminino volta à cena a partir de sábado (dia 8) para a Unimed de Americana, Santa Bárbara d´Oeste e Nova Odessa, com a abertura dos Campeonatos Estadual, Grande São Paulo (GSP) e Associação Regional de Basquete (ARB). De agora até o final do ano, serão dezenas de jogos em sete categorias - sub-21, juvenil, infanto juvenil, infantil, mirim, mini e pré-mini -, movimentando aproximadamente 250 atletas nas equipes de competição do projeto da cooperativa médica.
Sob comando da técnica Anne Freitas Sabatini, as meninas do mini e mirim da Unimed/Americana estréiam sábado no Campeonato GSP enfrentando São Bernardo do Campo, a partir das 15 horas, no ginásio principal do Complexo Poliesportivo Milton Fenley Azenha - Centro Cívico -, no Jardim da Colina. No domingo (dia 9), às 10 horas, o infanto-juvenil, da técnica Mila Rondon, joga em Guarulhos contra o time local pelo Campeonato Estadual. Pela mesma competição, a estréia do juvenil está marcada para o dia 18, às 20 horas, em Araraquara.

Pelo Campeonato Sub-21 da Associação Regional de Basquete (ARB), a Unimed/Santa Bárbara d´Oeste, do técnico Cleo de Almeida, faz o primeiro jogo contra o time Atletas em Ação, na próxima terça-feira (dia 11), às 19 horas, no ginásio da indústria Feltrin, em Nova Odessa. Na quinta-feira (dia 13), a Unimed/Nova Odessa, sob comando do técnico Rafael Padovani, enfrenta Hortolândia, também às 19 horas, no Ginásio de Esportes Jaime Nércio Duarte (Carioba), no Jardim Santa Rosa.

Na categoria infanto-juvenil, a Unimed/Santa Bárbara estréia contra Itatiba, no sábado (dia 15), às 10h30, no Ginásio de Esportes Djaniro Pedroso, no centro da cidade. No domingo (dia 16), às 11h30, no Jardim Santa Rosa, a Unimed/Nova Odessa recebe a ONG Lance de 3, de Indaiatuba. No infantil, as meninas novaodessenses jogam em casa contra São José do Rio Pardo, também no dia 16, às 10 horas.


Michelle Splitter embarca em novo sonho
Após driblar a leucemia, pivô catarinense de 18 anos se apresenta à seleção brasileira

Rodrigo Alves


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Michelle Splitter se diz surpresa pela convocação para seleção brasileiraMichelle Splitter ainda ensaiava os primeiros arremessos no treino da equipe de Americana, no interior de São Paulo, quando tocou o celular da técnica Mila Rondon. Ao receber o telefone, a jogadora não conseguiu conter o sorriso: no outro lado da linha, a CBB avisava que ela havia sido convocada para a seleção adulta. Após driblar uma leucemia diagnosticada em 2004, a pivô de 18 anos e 1,98m dá mais um passo decisivo nesta quarta-feira, quando se junta a outras 11 atletas em São Paulo.

O grupo treina durante esta semana para quatro amistosos contra Cuba, entre os dias 10 e 15. Na manhã da convocação, Michelle nem sonhava com a lista. De lá para cá, tem sido difícil pensar em outra coisa.

- Eu nem acreditei, fiquei pensando no que estava fazendo ali. Estou muito surpresa e feliz. Agora vamos ver o que vai acontecer - conta a catarinense, irmã do pivô Tiago Splitter, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.

O que vai acontecer, e a pivô sabe bem disso, é uma espécie de vestibular. Do grupo comandado por César Guidetti em Havana deve sair a base para o Sul-Americano do Equador, em maio, sem falar em possíveis reforços para Paulo Bassul no Pré-Olímpico de Madri, em junho. Os três anos de tratamento para vencer a doença, no entanto, ensinaram Michelle a ser paciente e não criar expectativas.

- Cheguei a pensar o que aconteceria se eu parasse de jogar. Muitos médicos diziam que eu poderia não voltar, mas eu ia dar um jeito, nem que fosse só para brincar no fim de semana. Agora, na seleção, quero aprender e evoluir - explica a jogadora, que chegou a perder 17 quilos, mas voltou às quadras há menos de um ano, em grande parte graças ao apoio da família.


Os pais, Cássio e Elisabeth, são certamente os mais orgulhosos do basquete nacional, com Tiago brilhando nas quadras da Espanha e Michelle chegando à seleção após superar uma doença grave.

- É uma emoção muito grande para nós. Ela se recuperou com paciência, muita vontade e perseverança - elogia a mãe, que pretende acompanhar a jogadora diariamente, por telefone e internet, durante a viagem a Cuba.

Em Santa Catarina, torcendo de longe, Cássio se comove ao falar da filha.

- Eu fui à lona nesses três anos de tratamento. Preferia ter ido a uma guerra. E agora não tenho como explicar isso. Fé? Ciência? Amigos? Orações? É incrível. Eu sempre falei as coisas para ela, e hoje é ela que me orienta - conta o pai.


A história de superação valeria a pena até para uma jogadora sem chances de evoluir na carreira. Mas Michelle - quem é do ramo garante - tem futuro no basquete. A técnica de Americana enche sua atleta de elogios.



Técnico da seleção brasileira, Paulo Bassul aposta no potencial de Michelle Splitterl- Ela é um diamante que o basquete feminino ganhou. Esse talento já tinha sido percebido antes mesmo da doença. Vai ser uma grande pivô no futuro, sem dúvida nenhuma - prevê Mila, que sabia da convocação com antecedência, mas não contou nada e fez questão de ver, ali de perto, a satisfação no rosto da pivô.

Marido de Mila, Paulo Bassul engrossa o coro e espera contar com Michelle na seleção principal em breve:

- Ela tem quase dois metros, é nova e inteligente. O investimento compensa, porque ela não é apenas grande: é grande e tem potencial. Agora é só ter carinho e paciência no trabalho, tenho certeza de que ela vai chegar lá.


Fonte:
GloboEsporte.Com




quinta-feira, 6 de março de 2008

Cubana Lisdeivi se emociona com prêmio

A pivô cubana Lisdeivi Victores Pompa foi peça chave do Ourinhos na conquista do tetracampeonato do Nacional Feminino. Com média de 11 pontos e 10,1 rebotes por partida, a atleta de 33 anos foi eleita pela segunda vez a MVP da competição.

- Foi uma emoção indescritível ser a MVP de novo. Fico extremamente honrada com o reconhecimento do meu trabalho, pois me dedico muito a ele. Só tenho a agradecer às minhas companheiras de equipe e ao técnico Paulo Bassul, que confiaram no meu talento - diz a cubana, em entrevista à assessoria da CBB.

Lisdeivi está no Brasil desde 2004, quando deixou o Havana Club, que disputava uma competição no país, em busca de uma vida melhor. Sua carreira deslanchou no basquete brasileiro ao participar dos quatro títulos nacionais seguidos da equipe paulista.

- Sempre gostei do Brasil e não dava mais para viver em Cuba. Aproveitei a oportunidade quando disputei uma competição aqui em 2004 e fiquei. O Brasil é um país maravilhoso que me deu a chance de viver bem do meu trabalho. O povo brasileiro é simpático, alegre e humanitário como o cubano. Estou muito feliz e pretendo morar aqui para sempre.

Segundo a atleta, muita coisa mudou em sua vida depois de trocar Cuba pelo Brasil.

- Materialmente, conquistei muita coisa que não conseguiria em Cuba. Em quatro anos, comprei minha casa e meu carro, por exemplo. Pessoalmente, o meu maior orgulho são os meus amigos. Eles substituem a minha família, que me faz muita falta.

A experiente jogadora aponta outros destaques da competição:

- Minha compatriota Ariadna, de Catanduva, foi um ótimo destaque. A conheço desde adolescente e pude ver o quanto ela cresceu pessoal e profissionalmente. A Karla exerce uma liderança impressionante em Catanduva e a Natália (também de Catanduva) fez um campeonato excelente. Entre as mais novas, gostei muito da Jaqueline, do Sport, e da pivô Clarissa, do Fluminense.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM
Seleção feminina de basquete treina em São Paulo para amistosos

Sob o comando do técnico César Guidetti, a seleção brasileira de basquete feminino já começou em São Paulo, no Centro Olímpico, os treinamentos para a disputa de quatro amistosos contra Cuba.

Após a decisão da CBB de 'poupar' o técnico Paulo Bassul neste ano olímpico, Guidetti foi encarregado de dirigir a equipe feminina na fase de preparação. Auxiliar desde a época do ex-técnico Barbosa, o treinador tem também um extenso histórico nas categorias de base do masculino.

Das 12 jogadoras que foram convocadas por Guidetti, apenas a ala/armadora Karla, do Catanduva, pediu dispensa e não se apresentou porque sofreu uma contusão durante o playoff final do Campeonato Nacional.

De volta à seleção principal, a ala/pivô Izabela de Andrade, de 21 anos, foi tetracampeã brasileira com a equipe de Ourinhos, e é só alegria com a convocação.

"Depois que a euforia passou, é que me dei conta da responsabilidade de enfrentar Cuba. Temos um grupo novo, com atletas talentosas, e podemos ter um bom desempenho nos amistosos. Sempre existe uma expectativa grande para defender o Brasil ainda mais contra as cubanas. Temos que transformar essa ansiedade em vontade de ganhar e usar isso para surpreender as adversárias", afirmou a jogadora.

Fonte: UOL
Lisa Leslie reprova ida de Swoopes para o Storm

Em uma coletiva de imprensa nos EUA, a pivô do Los Angeles Sparks, Lisa Leslie, disse que acha totalmente estranho a ida de Sheryl Swoopes para o Seattle Storm. "Swoopes vestindo o uniforme vermelho do Comets é uma das imagens da WNBA. Isso é muito estranho. Não estou certa se ela vai ter muito sucesso com o verde do Storm e fazendo parte desta equipe." Disse Leslie.
Anne Donovan seleciona 12 jogadoras para amistosos na Espanha


Em preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim, a técnica da seleção norte-americana, Anne Donovan, divulgou uma lista com 12 jogadoras que participarão de dois amistosos na Espanha. Jogarão contra o Ros Caseres em Valência e contra Halcon Avenida em Salamanca, nos dias 17 e 20 março, respectivamente.


Veja a lista das jogadoras selecionadas:

Cappie Pondexter
DeLisha Milton-Jones
Janel McCarville
Katie Douglas
Katie Feenstra
Katie Smith
Lindsey Harding
Lindsay Whalen
Seimone Augustus
Sidney Spencer
Swin Cash
Temeka Johnson

quarta-feira, 5 de março de 2008

Superliga Russa

O Spartak Moscow passou fácil pelo Shelen-ETK, venceu por 105 a 24, (31 a 2 no segundo período). O destaque da partida foi de Irina Osipova, que marcou 14 pontos e pegou 12 rebotes para o Spartak, que está em segundo na liga, com 15 vitórias e 1 derrota. O Shelen-ETK está em décimo segundo com 1 vitória e 16 derrotas.

O Vologda-Chevakata venceu o Dynamo Kursk por 56 a 44. Anna Petrakova marcou 14 pontos para o Vologda, que está em quinto com 10 vitórias e 7 derrotas. O Dynamo Kursk está em oitavo com 7 vitórias e 10 derrotas.

O Nadezhda venceu o Slavianka por 77 a 75. O destaque da partida foi de Ellen Shakirova, que marcou 19 pontos e pegou 10 rebotes para o Nadezhda, que está em nono com 5 vitórias e 12 derrotas. O Slavianka está em décimo primeiro com 2 vitórias e 16 derrotas.
Becky Hammon poderá ir aos Jogos Olímpicos pela Rússia

Agora o caminho está aberto para Becky Hammon participar dos Jogos Olímpicos de Pequim. Nesta semana, Hammon recebeu cidadania russa e o técnico da seleção, Igor Grudin, já declarou sua intenção de convocá-la aos jogos. A jogadora disse que sonha em participar dos Jogos Olímpicos, mas que irá analisar a proposta.

Da clavícula de Iziane à tíbia de Karla



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Ourinhos e Catanduva encerraram na segunda-feira a melhor série final de Campeonato Nacional dos últimos anos. O duelo teve cinco encontros, todas as reviravoltas possíveis e o último jogo foi decisivo no último segundo, em uma prorrogação. Na história de uma década da competição, foi a quarta vez que uma final foi decidida em cinco confrontos (Fluminense 3 x 2 BCN, em 1998; Vasco 3 x 2 Paraná, em 2001 e Americana 3 x 2 Ourinhos, em 2003). O público lotou os ginásios para as finais e muita gente boa se encantou pela disputa, provando que, mesmo maltratado, o basquete feminino ainda exerce seu magnetismo.

Antes das finais, acreditava que Catanduva poderia surpreender. Como talvez aconteceria, caso o time não sofresse o baque de perder Karla, sua atleta referência. O momento de Catanduva era bem melhor que o de Ourinhos. As alterações que o time sofreu após o Paulista foram menos intensas que a do adversário e se encaixaram melhor.

A cubana Ariadna se adaptou muito bem ao esquema veloz de Ferreto. Em pouco tempo, a impressão é de que ela já jogava há muito mais tempo ao lado de Natália e Karla. A dupla, por sinal, encerra o Nacional, mesmo com a derrota, em alta.

Natália fez um campeonato brilhante. A evolução da menina é simplesmente espantosa. Há pouco mais de dois anos, a vi jogar pela primeira vez. Se não me engano, recém-chegada do basquete norte-americano, Natália já era titular do mesmo time de Catanduva. Num mau dia e em começo de carreira, assinalei aqui no blog que: "armadora Natália passou em branco na minha observação". Quando confronto essa primeira Natália de 27/11/05 com a jogadora que vi nessas finais, minha felicidade é enorme. É inexplicável que em um solo tão árido como esse nosso, ainda haja espaço para o crescimento de um basquete tão vivo como o de Natália. Felizmente, Natália não tem se acomodado e tem nos surpreendido. No último Paulista, o time de Catanduva sentiu bastante a ida de Karla à seleção; e o próprio basquete de Natália perdeu qualidade. Nas finais de agora, num salto de maturidade, Natália suportou com habilidade a ausência de Karla e assumiu a responsabilidade com maestria.

Karla fez um campeonato igualmente incrível e o encerrou dando mostras da grande jogadora que é: disputando os dois últimos jogos sob sofrimento físico intenso. A torcida agora é pela recuperação de Karla, para que ela possa ajudar a seleção. Agora não como armadora, como as circunstâncias exigiram no Pré-Olimpico, mas na posição 2.

O restante do time titular também encerra o campeonato valorizado. Fabão executou com perfeição a missão de atuar na posição 4. Sua atenção na defesa, seu senso de coletividade e sua regularidade são notáveis.

A temporada ainda confirma a recuperação de Karina Jacob, também excelente.

No banco de Catanduva, o cenário não é tão animador.

Acho que a menina Laís teve uma boa temporada dentro do possível.

As demais pouco acrescentaram. Esforço à parte, o basquete de Paulinha e Wívian não me seduz. Vívian jogou o Nacional totalmente fora de forma e seu comportamento na final (entrando numa discussão com Paulinha) só reforçam seu comportamento histriônico, que sempre me desagradou em quadra. Se o basquete de Lígia não compromete, seu vigor parece decrescente. Lelê e Tati pouco jogaram e pouco mostraram.

Tetra-campeão, Ourinhos sai fortalecido da disputa, bem como seu técnico Paulo Bassul. Mas o caminho foi excessivamente turbulento. Por vontade própria (as saídas de Cíntia Luz, Lígia e as chegadas de Iziane e Tatiana) ou não (as contusões de Chuca e Tatiane), a temporada foi árdua para o técnico da seleção.

Do fim do Nacional, emerge uma questão delicada, que ultrapassa os limites de Ourinhos. Iziane é uma grande jogadora - isso todos sabemos. Um fenômeno, um talento nato. Não preciso aqui reforçar seu valor, mas só para lembrar: na atual temporada da WNBA, a brasileira foi trocada por uma Roneeka Hodges + a quarta escolha no draft. Não é pouco. Isso tudo Iziane é. E sempre será. No entanto, Iziane não está bem. A contratação da maranhense por Ourinhos foi vista com grande expectativa. "Ourinhos está fazendo um favor à seleção" - comentavam; no sentido de que uma temporada da cestinha ao lado de Paulo Bassul pudesse beneficiar na solidificação de um novo perfil para ela, difreente do apresentado no Chile. Uma Iziane menos precipitada, fominha, afoita; mais consciente do jogo e das jogadoras. Ao final da temporada, a sensação é de que o tiro saiu pela culatra. Cestas à parte, parece difícil domar a fera. O calor, a explosão, a fixação pela cesta parecem ter se acentuado na jogadora de forma exacerbada, com a aposentadoria de Janeth. E se antes, os saracuteios e dribles de Iziane pareciam menos estranhas na frouxidão tática de Barbosa (que ela admitiu preferir); chegam a causar constrangimento agora. De uma maneira tão intensa, que chega a sufocar o basquete de Chuca. Uma jogadora que aparentemente seria um bom complemento à Iziane: fria, obediente, solidária. No entanto, a química na quadra contradiz a teoria. Na presença de Iziane, Chuca naufraga sem a bola e sem a movimentação combinada. Não bastasse isso, Iziane está relapsa na defesa. Na final, o leite azedou de vez. Iziane viu sua média volumosa de pontos, cair pela metade: 13,4. O aproveitamento de 3 pontos não alcançou 30%. O de 2 pontos, ficou nos 40%. O constrangimento maior sobrou para a própria. Contratada a peso de ouro, como grande estrela, Iziane encerrou os jogos finais freqüentado mais o banco que a quadra, numa atitude corajosa e extremamente (imagino) difícil de Bassul. O desconforto da jogadora está estampado no momento da comemoração e registrado nas fotos de divulgação da CBB. Já arrolei algumas hipóteses para esse mau momento de Iziane. Desconfio ainda que a jogadora deve estar muito ansiosa por ainda não ter nenhum título de relevância em seu currículo. Esse Nacional é o primeiro em clubes. Na seleção, há uma Copa América e nada mais. Tudo isso é bastante complicado e temeroso para a seleção, que tem compromissos importantes logo mais. Mas acredito que Iziane tem condições de usar sua genialidade a seu favor, e não contra.

O restante do time titular, vai bem, obrigado.

Vanessa Gattei teve uma série final excepcional. A armadora ganhou bastante maturidade e repertório nos últimos anos, deixando seu talento ofensivo fluir naturalmente e quando necessário.

Muito criticada, Karen é, no entanto, uma jogadora que se garante (com sobras) em nível doméstico. Foi muito importante e equilibrada na conquista. Dedica-se à defesa. Se tudo isso que ela mostrou na temporada pode ser útil à seleção em nível internacional, é algo que só ela mesmo e os técnicos das seleções podem nos mostrar.

Carina é uma jogadora de estilo bastante interessante. Gosto do seu basquete, da sua disciplina, da correção de seus movimentos e arremessos.

Lisdeivi realmente segue inabalável nos garrafões brasileiros, apesar da maratona de jogos, da idade e da ausência de reservas para a sua posição. Na hora do aperto, Lisdeivi esteve lá e passou ilesa pelo teste. De tal maneira, que a CBB resolveu repetir a decisão do ano passado e deu o título de MVP a ela.

No time reserva, Bethânia tem atuado bem nas oportunidades.

Izabela (repito) é uma ótima jogadora. Não fez uma temporada de tanto destaque, em função da chegada de Iziane; e acredito que a própria jogadora tenha sentido mais que o esperdao os acontecimentos recentes em sua carreira (a campanha fraca no Mundial Sub-21 e o corte da adulta que foi ao Pré). Gostaria de vê-la jogando mais na posição 3, onde ela tem reais chances de destaque e de auxílio à seleção.

Destoando, Tatiana Conceição fez uma temporada muito ruim, com participação praticamente nula nas finais.

O campeonato se encerra, mas é apenas um começo de um ano de muitos compromissos para o basquete.

Que boas emoções como essas das finais venham em boa dose!
Lisdeivi Victores Pompa

A pivô cubana Lisdeivi Victores Pompa foi peça chave do Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos na conquista do tetracampeonato do Nacional Feminino. Com média de 11 pontos e 10,1 rebotes por partida, a pivô foi eleita pela segunda vez a MVP da competição. Um prêmio merecido para essa atleta de 33 anos. Lisdeivi está no Brasil desde 2004, quando deixou o Havana Club, que disputava uma competição no país, em busca de uma vida melhor. A pivô afirma que gostaria de retornar à ilha quando possível, para uma visita, mas que pretende morar para sempre no Brasil. Afinal, já se acostumou ao clima festivo, ao samba e já fez um milhão de amigos. Defendendo a equipe de Ourinhos desde que chegou aqui, a pivô foi destaque na conquista dos quatro títulos do Nacional (2004,2005,2006 e 2007). Lisdeivi também foi tricampeã Paulista e dos Jogos Regionais, além vencer duas vezes os Jogos Abertos do Interior. Pela seleção de Cuba, a atleta foi bicampeã dos Jogos Pan-Americanos (Winnipeg/1999, Santo Domingo/2003) e participou de duas Olimpíadas (6º lugar em Atlanta/1996 e 9º em Sydney/2000).

Qual é a emoção de conquista o segundo título do Nacional?

Fiquei muito feliz. A equipe trabalhou muito para ser campeã e é maravilhoso realizar nossos objetivos. Foi suado, sofrido, mas conseguimos impor o nosso jogo no final e conquistamos o título mais uma vez . É uma recompensa pelo esforço e um presente para a maravilhosa torcida de Ourinhos, que ajudou o time o tempo inteiro, nos apoiando nos momentos bons e ruins durante toda a competição.

O que achou da série final, na prorrogação do 5º jogo?

Foi um playoff brilhante. Catanduva investiu, trabalhou forte para chegar à decisão. O time do técnico Ferreto evoluiu muito e vem fazendo jogos cada vez mais duros contra nós. Quando perdemos para elas no turno, percebemos que uma possível final contra elas não seria nada fácil. As duas cidades desenvolveram uma rivalidade saudável e lotaram os ginásios na decisão, mostrando a força do basquete feminino do Brasil.


Qual o segredo para Ourinhos ser uma equipe tão vencedora?

A união do grupo é o fator mais importante do sucesso de Ourinhos. A base da equipe está junta há algum tempo e isso facilita o trabalho. Cada uma sabe o que fazer em quadra para ajudar e as vitórias acabam sendo conseqüências da dedicação das atletas e da comissão técnica.

Você foi eleita MVP do Nacional pela segunda vez. O que significa esse prêmio?

Foi uma emoção indescritível ser a MVP de novo. Fico extremamente honrada com o reconhecimento do meu trabalho, pois me dedico muito a ele. Só tenho a agradecer às minhas companheiras de equipe e ao técnico Paulo Bassul, que confiaram no meu talento.


Quem você acha que também se destacou na competição?

Minha compatriota Ariadna, de Catanduva, foi um ótimo destaque. A conheço desde adolescente e pude ver o quanto ela cresceu pessoal e profissionalmente. A Karla exerce uma liderança impressionante em Catanduva e a Natália (também de Catanduva) fez um campeonato excelente. Entre as mais novas, gostei muito da Jaqueline, do Sport, e da pivô Clarissa, do Fluminense.

Como analisa seu desempenho na competição?

Não comecei bem, por causa de uma lesão na panturrilha, mas fui superando os problemas com a minha experiência e consegui reencontrar meu melhor jogo. O mais importante é que cumpri o objetivo de ajudar a equipe a conquistar o título.


Quais os seus pontos fortes em quadra?

Minha principal característica é o rebote. Gosto muito de defender e assim eu ajudo a equipe a recuperar bolas importantes para o nosso eficiente contra-ataque.

Você saiu de Cuba há quatro anos. Como é viver no Brasil?

Sempre gostei do Brasil e não dava mais para viver em Cuba. Aproveitei a oportunidade quando disputei uma competição aqui em 2004 e fiquei. O Brasil é um país maravilhoso que me deu a chance de viver bem do meu trabalho. O povo brasileiro é simpático, alegre e humanitário como o cubano. Estou muito feliz e pretendo morar aqui para sempre.


Que sonhos você conseguiu realizar no Brasil?

Materialmente, conquistei muita coisa que não conseguiria em Cuba. Em quatro anos, comprei minha casa e meu carro, por exemplo. Pessoalmente, o meu maior orgulho são os meus amigos. Eles substituem a minha família, que me faz muita falta.

O basquete brasileiro é diferente do cubano?

Não muito. Mas aqui eu tenho mais liberdade para jogar. Em Cuba o sistema de jogo era mais automático e mecânico. No Brasil, o basquete é solto e criativo. Jogo mais à vontade e com mais confiança.


Você se adaptou bem ao país? Teve alguma dificuldade no começo?

Me adaptei muito bem, não tive grandes problemas nem nos primeiros meses. Brasil e Cuba têm algumas coisas em comum que nos facilita morar aqui. Os brasileiros são alegres, gostam de falar e são criativos como os cubanos. Só a música que é bastante diferente. Cuba tem muitas canções tradicionais e aqui tem mais variedade, além do samba, que se transformou em uma paixão.

Dizem que você samba bem. É verdade?

Dou meus passinhos. Já danço melhor que a Ariadna (cubana que joga em Catanduva). Adoro samba e carnaval. Um dia ainda vou ao Rio desfilar no Salgueiro. Vai ser uma festa. Vou pular muito, com certeza.


Quanto à comida brasileira, você achou muito diferente?

Não, a base é a mesma. Em Cuba gostamos muito de arroz, feijão, carne, batata. Só que aqui a comida tem mais tempero. E conheci alguns pratos que não existem em Cuba como estrogonofe e frango à parmegiana.

Quais os seus planos para o futuro?

Gostaria de continuar em Ourinhos e jogar até quando minhas pernas agüentarem. E quando eu deixar as quadras como atleta, pretendo continuar trabalhando com esporte. Acho que vou dar aulas ou montar algum negócio na área. Sou formada em Educação Física e quero também fazer uma pós-graduação.


Porque escolheu o basquete?

Quando era criança, eu fazia ginástica, porque minha mãe gostava. É claro que, alta desse jeito, não ia dar certo. Um professor me viu e resolveu ver se eu levava jeito para o basquete. Arremessei algumas bolas, gostei, o professor também e nunca mais parei.

Quais são seus ídolos no esporte?

Meu maior exemplo de esportista é a pivô Leonor Borrel, a maior jogadora de basquete de Cuba. Tenho muita admiração pela Hortência e joguei contra ela quando eu era mais nova. Foi uma experiência e tanto.


Fonte: CBB

WNBA: Swoopes troca Comets pelo Storm

O Seattle Storm contratou um reforço de peso para a próxima temporada da WNBA. Na noite de segunda-feira, a franquia acertou com a ala Sheryl Swoopes. Ex-companheira da brasileira Janeth Arcain no Houston Comets, Swoopes é um dos principais nomes da geração veterana da liga feminina profissional.
Após 11 temporadas como profissional, a ala diz que precisava mudar de ares. 'Só queria um recomeço e se este for meu último ano, quero parar no topo', afirmou a jogadora de 36 anos e que ajudou as Comets na conquista do tetracampeonato. No último mês de outubro, ela precisou ser operada por causa de problemas físicos. Agora, garante que está nova em folha.

'A qualquer momento você tem de lidar com uma lesão e você não sabe quando poderá voltar. Depois que fui operada tudo melhorou, tudo se tornou uma questão de me perguntar, ok, o que farei?', diz.

Swoopes, que já gozava da condição de agente livre, assinou um contrato de longo prazo. Além dela, o Storm também assinou recentemente com a All Star Swin Cash, após uma negociação com o Detroit Shock.

Tricampeã olímpica e três vezes eleita a melhor jogadora da WNBA, Swoopes jogará ao lado também da australiana Lauren Jackson e da experiente Sue Bird. 'Não há muitas, se houver, jogadoras melhores que Lauren Jackson', elogia a 'novata' Swoopes. 'A partir de agora, as equipes terão uma decisão difícil: dobramos a defesa em Lauren e liberamos Sheryl ou dobramos em cima de Sheryl?', brinca.

Fonte: Gazeta Esportiva

Alessandra faz perícia nessa quarta em embate com CBB

A disputa jurídica entre a pivô Alessandra e a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) terá um novo capítulo nesta quarta-feira, quando a jogadora vai passar por uma perícia médica, no Rio de Janeiro.



A pivô quer indenização por falta de seguro durante Mundial, e CBB contesta a lesão
A ex-jogadora da seleção entrou com processo contra a entidade depois de sofrer uma lesão nos ligamentos do ombro no Mundial de 2006, em São Paulo, e alegar não receber seguro ou assistência.

A perícia, pedida pela confederação, está agendada desde junho de 2007 e, no ano passado, foi adiada devido ao acerto a brasileira com o clube espanhol Halcon Avenida.

"Ela se lesionou em setembro de 2006, então achamos que até seja inconclusiva a perícia", afirmou o advogado da atleta, João Guilherme Maffia. "Não sou médico, mas fica a dúvida. Não sei dizer se depois de tanto tempo vai poder se concluir algo sobre a lesão. Questionamos isso em juízo, para nós é inócuo. A Alessandra já retornou ao basquete, já joga há um ano e meio."

De acordo com o advogado, a CBB afirma em juízo que não houve nenhuma lesão, e a perícia serviria para comprovar isso. A atleta não foi examinada por médicos da entidade. "A Alessandra, quando teve a lesão, inicialmente procurou o médico dela. Os médicos da CBB se prontificaram, mas com um espaço de tempo muito longo, de ressonância de 30 dias depois da lesão, algo que ela não podia aguardar. Se fosse esperar, não poderia voltar a jogar com tanta rapidez", afirmou.

"A CBB, com a intenção de procrastinar e prorrogar o desfecho do processo, requereu a perícia para alegar que ela não teve lesão, que é notória. Para quem acompanhou o Mundial em campo, tem ciência da lesão. É mais uma prova de tentar procrastinar o fim do caso ao máximo", completou.

A entidade não vai se pronunciar sobre o caso, enquanto o departamento jurídico não se manifestar após o desenvolvimento do caso na Justiça.

Fonte: UOL

terça-feira, 4 de março de 2008


Ourinhos conquista Tetracampeonato Nacional de Basquete Feminino

Em jogo equilibrado, disputado ponto a ponto, meninas de Ourinhos, contando com apoio da torcida, conquistam em casa, pelo quarto ano consecutivo o título nacional



Emoção, tensão, alegria e muita comemoração! Esses são alguns dos sentimentos e emoções vivenciados ontem, 03, por todos os ourinhenses e fãs da equipe de basquete feminina Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) que pelo quarto ano consecutivo sagrou-se Campeã Nacional de Basquete Feminino, conquistando assim o Tetracampeonato, sob o comando do técnico Paulo Bassul.
A estupenda vitória da equipe ourinhense teve um novo sabor, pois a partida final playoff (melhor de cinco) do 10º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBM 2007), foi realizada em casa, contando com a presença maciça de mais de 2300 pessoas dentro do Ginásio Monstrinho e mais de 2.000 torcedores no estacionamento do Ginásio, que acompanharam todos os lances da decisão pelo telão que transmitiu a partida.
As jogadoras dos Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos conquistaram o Tetracampeonato Nacional ao bater a forte equipe Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva -SP, por 82 a 80, durante a prorrogação da partida, que no tempo normal de jogo, terminou empatada em 71 X 71, levando ao delírio toda a torcida de Ourinhos.
A atleta Chuca, de Ourinhos, foi a cestinha da partida com 26 pontos, enquanto a principal pontuadora da equipe de Catanduva, que buscava seu primeiro título nacional, foi a jogadora Ariadna, com 24 pontos. A pivô Lisdeivi, de Ourinhos, foi escolhida a "MVP" (melhor jogadora) do Nacional. A cestinha do campeonato foi a ala Iziane, também de Ourinhos, com média de 25.6 pontos e 666 no total.
Confira abaixo trechos de entrevistas, bem como depoimentos emocionados de alguns dos personagens, seja da linha de frente ou dos bastidores do grupo, que colaboram, direta ou indiretamente, para alavancar a equipe ourinhense, que fez uma brilhante campanha e conquistou em casa, o Tetracampeonato Nacional:

O Prefeito Toshio Misato:

"Esse campeonato foi muito valorizado pelo time de Catanduva e aqui deixo os méritos ao técnico Bassul e as jogadoras, que quase nos 'mataram' do coração, com uma decisão tão disputada. Em especial destaco a torcida de Ourinhos que fez a diferença e está de parabéns! Chegamos ao Tetracampeonato, Ourinhos merece! A comemoração vai ser em alto nível, grande estilo. Essa conquista 'doeu', mas isso faz com que os ourinhenses dêem o triplo de valor a esse campeonato. As meninas o meu muito obrigado por levar o nome de Ourinhos ao Brasil inteiro.

- Toshio, como foi assistir uma partida tão emocionante quanto foi essa final:
"Essa foi uma das partidas mais valorizadas e fomos para uma final onde estava tudo empatado, inclusive nos últimos instantes, decidindo a partida nos segundos finais. Isso tudo é o resultado de algo que plantamos lá atrás. Quando fui prefeito da outra vez, tivemos a oportunidade de criar o time de basquete feminino em Ourinhos, sendo campeões ano a ano. Isso tudo é mérito da torcida e dos patrocinadores, que como o Chicão Quagliato, acredita e incentiva a prática na cidade."

O Técnico Paulo Bassul

Em suas primeiras palavras, após o final da partida e a conquista do Tetracampeonato, o Técnico Paulo Bassul externou sua emoção: "Como primeiras palavras, eu digo: Muito obrigada torcida! Eu nunca vou me esquecer do segundo jogo, quando perdemos aqui e a torcida incentivou, aplaudindo de pé. A equipe se emocionou com isso e nós viemos hoje aqui para retribuir esse carinho"!

- Bassul, para a próxima competição que é o Campeonato Paulista, você pretende manter a equipe ou termos algumas mudanças?
"Vamos tentar mexer o mínimo possível, pois algo que faz a diferença é o entrosamento e o forte dessa equipe é o entrosamento, elas jogam juntas a bastante tempo. Tenho conversado com a diretoria, mas vamos tentar não mexer, pois esse entrosamento pode nos ajudar muito. Um exemplo disso é a jogadora Chuca, que machucada por dois meses, era uma interrogação, mas ela se recuperou para a final. Fiquei feliz em vê-la matando o jogo e a equipe jogando em conjunto, o que para o esporte coletivo é muito importante".

Durante momento em que concedia entrevista, o técnico Paulo Bassul, foi pego de surpresa pelas meninas, tomando literalmente um banho de água gelada, dado pelas jogadoras tetracampeãs. Bassul declarou sua alegria:
"Tomar esse, que foi um banho de felicidade foi um prazer! Essa é uma equipe muito especial. Tenho um prazer muito grande em trabalhar aqui. Aproveito e agradeço muito o apoio dos patrocinadores, da Prefeitura, da torcida e de todos os colaboradores".

O "padrinho" da equipe, Francisco Quagliato, o "Chicão":


"Agradecemos a Deus a essa importante conquista e quando vejo a casa cheia, fico mais feliz ainda. Hoje a casa estava superlotada, a vitória veio apertada, mas o resultado foi o melhor. Quando a equipe começou, já sabíamos da raça das atletas, fomos chamando uma a uma para integrar o grupo. Outra coisa muito importante é ter um treinador que sabe o que está falando, ter um preparador físico trabalhar e contar com uma fisioterapeuta que entende do que faz, isso tudo é essencial, ter uma equipe trabalhando junta".

- Como é a emoção de presenciar a conquista de mais um título nacional?
"A emoção, que toma conta, ainda mais depois de um placar tão apertado, é muito grande. Quando atingimos uma certa idade, vamos aprendendo a dosar as emoções e elas não nos machucam. Não posso esquecer que as equipes do Juvenil e Mirim também estão se destacando. Temos meninas de Ourinhos, inclusive, começando a brilhar".

- O apoio conjunto entre administração municipal e iniciativa privada, contribui para se manter uma equipe de nível como a Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos?
"Se o Toshio (Prefeito) não ajudasse, não seria possível tocar essa equipe. Peço a todos os empresários que puderem, que também colaborem, pois se cada um der um pouquinho, não pesa para ninguém. Não posso deixar de destacar o trabalho do Dr. Passos, que é muito importante, pois ele entende e gosta de basquete.
- Considerações finais:
"Sem dúvida temos muito que agradecer as meninas e a toda equipe, mas nosso elogio vai especialmente para o público, que é quem nos incentiva. O dia que não tiver mais público, perdemos o incentivo. Aproveito para ressaltar e pedir que o Secretário de Esportes Estadual, olhe com carinho a cidade de Ourinhos, porque o Ginásio já está pequeno, muita gente ficou de fora".

A Capitã da equipe, a Chuca:

A cestinha da partida final, e capitã da equipe, Chuca, dividiu com nossa reportagem um pouco da sua felicidade: "Conquistar esse título em casa foi muito gratificante. As duas equipes estão de parabéns, por mostrar o basquete feminino, mas nossa equipe veio determinada em conseguir a vitória. Demos tudo de nós para vencer"!

- E a torcida, foi a sexta jogadora da equipe?
"Com certeza. A torcida sempre está presente, nos apoiando. No final temos que estar concentradas, matando as bolas adversárias e a equipe que está tranqüila, concentrada, no final não 'pipoca'. Agradecemos aos nosos patrocinadores, que nos incentivam e dão forças para estar com um basquete feminino de ponta em Ourinhos. A ajuda da Prefeitura, a quem agradecemos, também é de grande valia".

- O que dizer em relação à equipe de Catanduva?
"A equipe delas também está de parabéns, elas jogaram muito bem, mas nos minutos finais conseguimos decidir. Elas estão de parabéns pelo desempenho, mas felizmente nós somos campeãs".

- Como é integrar a equipe de Ourinhos e comemorar o Tetracampeonato Nacional?
"É muito bom, ainda mais por saber que voltei bem, após ficar fora de alguns jogos em razão de uma contusão na panturrilha. Isso pra mim foi muito importante, saber que pude contribuir com a equipe, que sob o comando do Bassul, que nos dá todo apoio que precisamos, o que mostra que sempre estamos juntos, ele conosco e nós com ele".

- Chuca, como você vê as meninas das categorias de base de Ourinhos que já começam a despontar em quadra?
"Com certeza servimos de espelho para elas. Quando se faz um trabalho com empenho, vontade, garra e dedicação, isso serve de incentivo às meninas, que sempre estão conosco. Agradecemos o carinho, pois servir de modelo para o desempenho delas e desenvolvimento do basquete em Ourinhos, é muito bom".

- Em apenas uma frase, como se resume sua emoção?
"Tudo o que for feito, tem que se fazer com desempenho e hoje, demonstramos isso".

A jogadora Carina

Para Carina, vencer Catanduva em casa, após cinco jogos disputadíssimos e sagrar-se Tetracampeã nacional, foi algo indescritível:
"A torcida compareceu em massa, dentro e fora do Ginásio e graças ao esforço de toda equipe e de toda comissão técnica, conquistamos o título em casa, depois de três anos decidindo fora, então agora vamos só comemorar".

O Secretário Municipal de Esportes, Álvaro Fernando Saraiva:

"Essa foi a final mais disputada dos últimos tempos. O Campeonato foi decidido com a realização de um playoff com melhor de cinco partidas e nos minutos finais conseguimos o título e, como disse a Carina, conquistamos o título em casa, depois de três anos decidindo fora, então comemorar aqui tem um sabor muito especial. A partida sofrida, demonstrou o nível técnico das duas equipes finalistas, mas a equipe de Ourinhos conseguiu sobressair".

O Presidente do Centro Esportivo de Ourinhos, Dr. Antonio Passos:

"É uma emoção muito grande conquistar o quarto título nacional. O que prevaleceu foi o coração de ouro, pois a vontade de ganhar, o coração é o que ganha numa final como essa. Agradeço a equipe toda e principalmente a torcida, que voltou a comparecer e 'empurra' as meninas em quadra. Os meus parabéns a essa brilhante equipe.




Equipe Tetracampeã Nacional de Basquete Feminino, desfilou em carro aberto pelas ruas de Ourinhos

Ainda acordando do sonho, conquistado na noite da segunda-feira, 03, no Ginásio José Maria Paschoalick, Monstrinho, que estava lotado, a equipe de basquete feminina Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos, desfilou em carro aberto pelas ruas de Ourinhos, dividindo com todos os ourinhenses a emoção da conquista do Tetracampeonato Nacional de Basquete Feminino.
Após receber o carinho do povo de 'coração de ouro', a equipe comandada pelo técnico Paulo Bassul, foi recepcionada em sua casa, o ginásio Monstrinho, pelo Prefeito Toshio Misato, os empresários Francisco e Fernando Quagliato, o Presidente do Sindicato Rural, Luiz Eduardo Bicudo Ferraro, o "Brigadeiro", o Vereador Flávio Ambrozim, o Presidente do Centro Esportivo, Dr. Passos e pelo Secretário de Esportes, Álvaro Fernando Saraiva, que fizeram questão de abraçar a equipe e tecer elogios merecidos às tetracampeãs.
Fugindo a regra, quando sempre recebia na Prefeitura as campeãs, o Prefeito Toshio desta vez fez questão de ir até o local de trabalho das atletas, para levar seu carinho e agradecimento, a toda equipe, que coloca em evidência em todo Brasil o nome da cidade. "Novamente agradeço a exposição que vocês deram a cidade. Está estampado no site da UOL o nome desta equipe Tetracampeã Nacional. Quando começamos a incentivar o basquete, pensávamos justamente nisso, em enfrentar as dificuldades e obter grandes conquistas. Tudo o que sonhamos há 10 anos, estamos vendo frutificar ano a ano, com importantes títulos conquistados", enalteceu o Prefeito.
"Ninguém chega onde Ourinhos chegou a toa. Não fiz parte da construção dessa história, mas 'adotei' a equipe. O conjunto entre torcida, equipe técnica, Prefeitura e patrocinadores é o que contribuiu para todo esse mérito. Em nome de toda a equipe e para elas, nossos agradecimentos", destacou Paulo Bassul, agradecendo o carinho recebido de todos os presentes.



Breve Retrospectiva da história do Basquete Feminino de Ourinhos


O desenvolvimento do basquete feminino em Ourinhos deu-se em 1997, na primeira gestão do Prefeito Toshio Misato, juntamente com o atual chefe de Gabinete, Profº Ronaldo Mori, na época Secretário de Esportes, com o intuito de levantar a auto-estima dos ourinhenses, dar visibilidade para a cidade, além dos benefícios do esporte, com investimentos que inicialmente foram todos arcados pelo município.
De acordo com o Prefeito Toshio, os técnicos que passaram pela equipe, a torcida e os patrocinadores, são partes integrantes de todo o trabalho da equipe Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos. "O tamanho da alegria que a equipe traz para a cidade é muito grande, levando o nome de Ourinhos para todo o País. Isto alavanca também o desenvolvimento econômico, projetando o nome da cidade através do esporte", destacou o Chefe do Executivo.

Fonte: Prefeitura Municipal de Ourinhos

SELEÇÃO FEMININA SE APRESENTA NESTA 4ª FEIRA EM SP


A seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, inicia nesta quarta-feira a preparação para a temporada 2008: Campeonato Sul-Americano do Equador (23 a 29 de maio) e o Torneio Pré-Olímpico Mundial da Espanha (9 a 15 de junho). Nessa primeira fase, a equipe será dirigida pelo técnico César Guidetti e disputará uma série de quatro jogos contra Cuba, de 10 a 15 de março, em Havana. A seleção ficará treinando durante três dias no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo (Avenida Ibirapuera, nº 1315 – Moema). O primeiro treino acontece quarta-feira à noite (19h de Brasília).



AS 12 CONVOCADAS

NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE

Michelle Splitter – Pivô – 18 anos – 1,98m – Unimed/Americana (SP)

Flávia Luiza dos Santos – Pivô – 25 anos – 1,87m – sem clube

Karina Jacob – Pivô – 22 anos – 1,87m – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)

Tatiana Conceição – Pivô – 26 anos – 1,85m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Izabela de Andrade – Ala/Pivô – 21 anos – 1,82m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Patrícia Ferreira “Chuca” – Ala – 28 anos – 1,80m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Tayara Pesenti – Ala – 25 anos – 1,80m – Sport/Maurício de Nassau (PE)

Karen Rocha – Ala – 23 anos – 1,77m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Karla Costa – Ala – 29 anos – 1,73m – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)

Vanessa Gattei – Armadora – 27 anos – 1,69m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)

Gislaine Paulino “Gigi” – Armadora – 27 anos – 1,69m – Sport/Maurício de Nassau (PE)

Natália Burian – Armadora – 23 anos – 1,62m – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)

Média de idade: 24,5 anos

Média de altura: 1,79m



COMISSÃO TÉCNICA

Chefe da delegação: Fernando Souza de Mello

Técnico: César Máximo Guidetti

Preparador físico: João Antonio Nunes

Médico: Dr. José Carlos Cordeiro

Fisioterapeuta: Flávia Rocco Siqueira




PROGRAMAÇÃO

— 5 de março (quarta-feira)

12h00 – Apresentação no hotel Golden Tulip Park Plaza

(Alameda Lorena, nº 360 – Jardins – São Paulo / SP)

19h00 / 21h00 – Treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

(Avenida Ibirapuera, nº 1315 – Moema – São Paulo / SP)



— 6 e 7 de março (quinta e sexta)

10h00 / 12h00 – Treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa

19h00 / 21h00 – Treino no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa



— 8 de março (sábado)

03h55 – Embarque para Cuba (Copa Airlines – vôo 758)

OBS: Horário de Brasília.



— 10 de março (segunda-feira)

Jogo – Brasil x Cuba



— 11 de março (terça-feira)

Jogo – Brasil x Cuba



— 13 de março (quinta-feira)

Jogo – Brasil x Cuba



— 14 de março (sexta-feira)

Jogo – Brasil x Cuba



— 16 de março (domingo)

05h55 – Chegada no Brasil (Copa Airlines – vôo 759)
OURINHOS É TETRACAMPEÃO DO NACIONAL FEMININO

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A equipe do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) conquistou o título do 10º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2007). Na quinta partida do playoff final, Ourinhos ganhou do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) por 82 a 80 na prorrogação (71 a 71 no tempo normal e 36 a 41 no primeiro tempo), no ginásio Monstrinho totalmente lotado (2.280 pessoas). A cestinha da partida foi Chuca, de Ourinhos, com 26 pontos, enquanto a principal pontuadora de Catanduva foi Ariadna, com 24 pontos. A pivô Lisdeivi, de Ourinhos, foi escolhida a MVP do Nacional. A cestinha da competição foi a ala Iziane, também de Ourinhos, com média de 25.6 pontos e 666 no total.



— Trabalhamos duro para conquistar o título. Nós entramos muito confiantes hoje. Passamos por momentos difíceis na partida, mas revertemos a situação e ganhamos. Catanduva também está de parabéns pelo desempenho nos cinco jogos — comentou a pivô Lisdeivi, de Ourinhos.



— Eu machuquei a clavícula e não pude ajudar como gostaria em alguns jogos. É uma emoção grande conquistar o meu primeiro título nacional. É muito bom fazer parte dessa equipe vitoriosa — disse a ala Iziane, de Ourinhos.



— A gente sempre entra confiante em quadra, querendo ganhar todas. Mesmo nos momentos mais difíceis da partida, acreditamos no nosso poder de superação. Catanduva fez um bom jogo, foi um adversário muito difícil de vencer. Essa série de partidas duríssimas valorizou ainda mais o nosso título — declarou a ala Chuca, de Ourinhos.



— Catanduva foi brilhante, se superou em todos os jogos. Esse título poderia ter ido para qualquer uma das equipes. Foi uma série de alto nível, com ginásio lotado nas duas cidades. Lutamos muito do início ao fim da partida de hoje. Essa conquista não é só da equipe de Ourinhos, é de todos que contribuíram para que chegássemos a essa vitória. A nossa torcida foi fundamental. Mesmo na derrota que sofremos no terceiro confronto, nos aplaudiu de pé. Os torcedores acreditaram que íamos trazer a decisão para casa e nos apoiaram. É muito bom poder retribuir todo desse público caloroso com um título — analisou o técnico Paulo Bassul, de Ourinhos.



— Foi uma final digna do basquete feminino. Os jogos foram equilibrados, decididos em pequenos detalhes. Infelizmente, não conseguimos vencer. Mas a equipe foi além das expectativas. Queríamos proporcionar um grande espetáculo para os fãs do esporte e conseguimos. Lutamos até o fim, mas o time de Ourinhos teve méritos para conquistar o título — explicou o técnico Edson Ferreto, de Catanduva.



— Fiz tudo que eu podia para ajudar a equipe. O grupo todo deu o máximo em quadra para ser campeão. Infelizmente não foi possível, mas estamos no caminho certo. Fizemos excelentes jogos e a equipe de Ourinhos está de parabéns pela vitória — disse a armadora Karla, de Catanduva.


segunda-feira, 3 de março de 2008

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Ourinhos 82 x 80 Catanduva

com direito a prorrogação
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Catalunha

Fabiana Guedes estreou bem na Copa da Catalunha.

Em 15', somou 14 pontos, 8 rebotes, 2 assistências, mas se complicou em faltas (4).

Ísis foi a cestinha, com 16 pontos e 12 rebotes, em 22'.

Fernanda teve 4 rebotes e 1 assistência, em 9'.


Acabei esquecendo o jogo: vitória do Valls sobre o Barna (69-52).

O Valls lidera isolado a Copa, com 17 vitórias em 20 jogos.
Portugal

Pelo Campeonato Português, o time de Vagos ganhou do Cabo da Madeira por 66 x 50.

Millene teve 18 pontos.13 rebotes e 5 assistências.

Fernanda Beling, 7 pontos, 12 rebotes e 4 recuperações.

Com a vitória, o Vagos chegou à vice-liderança do torneio.
OURINHOS E CATANDUVA DECIDEM TÍTULO DO NACIONAL FEMININO

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As equipes do Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) e do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) disputam nesta segunda-feira, no ginásio Monstrinho, em Ourinhos, a quinta e decisiva partida do playoff final do 10º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBM 2007). O SPORTV2 transmite ao vivo às 19h30 de Brasília. A série está empatada em dois a dois. Ourinhos quer manter a hegemonia com a conquista do tetracampeonato e Catanduva busca o título inédito depois de ter sido vice-campeã em 2006.



Para comprovar o equilíbrio entre os finalistas, os dois clubes se enfrentaram seis vezes no Nacional 2007 com três vitórias para cada um. Em toda a competição, cada equipe perdeu apenas um jogo com o mando de quadra e foi justamente no playoff final. Já nos 14 confrontos do Campeonato, de 2005 a 2007, vantagem para Ourinhos: doze a quatro.



— Agora é tudo ou nada. Com certeza, vai ser uma partida difícil e equilibrada como foram os quatro confrontos da final. A vitória em Catanduva nos deu mais moral e aumentou a confiança. Precisamos jogar com a mesma determinação para ganhar novamente e comemorar o título em casa. O apoio da torcida será fundamental, mas temos que fazer a nossa parte dentro de quadra. Catanduva é uma equipe forte e também quer o título — explicou a armadora Vanessa Gattei, segunda no ranking de assistência com a média de 5.5 por jogo.



— Apesar da derrota no último jogo, estamos vivos na competição. Agora está 0 x 0. Ganhamos delas no segundo jogo em Ourinhos e temos todas as condições de repetir o resultado e levar o título para Catanduva. É claro que vai ser muito difícil porque é um grande adversário e vai contar com o apoio da torcida. Temos que jogar com mais atenção na defesa, ter equilíbrio para fazer o contra-ataque e procurar o melhor momento para o arremesso — comentou a armadora Natália, do Catanduva, que é a líder no ranking de assistência com a média de 7.1 por jogo.
Helen vai ao Pré-Olímpico... pela Espanha
Decidida a não voltar à seleção, atleta ajudará federação espanhola a organizar o evento

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Rodrigo Alves

No momento em que os brasileiros invadem as quadras européias, Helen Luz é uma especialista quando o assunto é Espanha. Aos 35 anos, a armadora já passou por Zaragoza, Barcelona e Madri. Hoje defende o Cadi, da cidade de La Seu d'Urgell, ao lado da irmã Silvinha. Em entrevista pela internet ao GLOBOESPORTE.COM, ela fala sobre a experiência do outro lado do Atlântico e revela que não voltará a vestir a camisa da seleção brasileira, pela qual foi campeã mundial em 1994 e conquistou o bronze nas Olimpíadas de 2000. Helen, no entanto, estará no Pré-Olímpico, de 9 a 15 de junho, em Madri. Após ficar sem resposta da CBB quando se ofereceu para ajudar a seleção fora da quadra, ela aceitou o convite da federação espanhola para trabalhar na organização do evento.

GLOBOESPORTE.COM - Você chegou à Espanha em 2003, para jogar em Zaragoza. Como foi a sua adaptação?
HELEN - Foi tranqüila, eu já conhecia alguma jogadoras do time. Tinha 29 anos e já tinha jogado nos Estados Unidos, então foi mais fácil. Fiquei super à vontade na minha primeira experiência aqui. Os espanhóis são muito acolhedores. A cultura e a comida foram os pontos de que mais gostei. Mas o melhor da Espanha, com certeza, é o meu marido (risos). Ele é de Zaragoza, eu o conheci em 2003. Fomos juntos à Rússia e nos casamos em 2004, depois da liga russa.

Com tanta experiência internacional, ainda pensa em voltar ao Brasil?
Sim, tenho muita vontade de encerrar a minha carreira no Brasil. Mas pelo que me conta a minha irmã Cíntia, que joga em São Bernardo, fica difícil abrir mão da Europa e voltar para casa. Infelizmente a estrutura deixa a desejar. O feminino está abandonado no Brasil, é uma pena ver a falta de respeito com as jogadoras e os amantes do basquete. É preciso fazer uma reestruturação geral para levar as jogadoras de volta. Mas o que acontece é o contrário, o descaso faz as atletas saírem. Sou mais valorizada no exterior que no meu próprio país.
Divulgação
CBB
A armadora participou do último Mundial,
em SP, e levou o Brasil à quarta colocação

Você não joga pela seleção desde 2006, e muita gente pede o seu retorno. Vamos te ver no Pré-Olímpico?
Sim... mas trabalhando com a federação espanhola, que me fez um convite há dois meses. Eu estive no sorteio das chaves do Pré-Olímpico, e o pessoal da federação espanhola me convidou para participar da organização do evento. Pela seleção brasileira, o Mundial foi o meu último campeonato.

Qual o motivo de não voltar mais à seleção?
Foi uma decisão minha. O Paulo Bassul me ligou no ano passado, antes de ir ao Chile (para o Pré-Olímpico das Américas), mas eu já tinha decidido não jogar mais pela seleção. Estou pensando no meu físico e pretendo prolongar minha carreira por mais alguns anos. Com a seleção e a liga espanhola, realmente fica difícil para mim, aos 35 anos. Estou dando prioridade à minha saúde como atleta profissional.

Mas pretende trabalhar com o basquete brasileiro de outra forma?
Eu me ofereci à CBB para ajudar as meninas de alguma maneira fora da quadra, mas não tive retorno do presidente. Penso que eles deveriam colocar ex-atletas na comissão técnica para transmitir experiência e tranqüilidade, como acontece aqui na Europa. A gente fica muito longe depois que deixa a seleção, e isso não é bom para o basquete.

Fonte: GloboEsporte.Com


P.S: Helen foi eleita a melhor armadora da semana na Espanha, ao lado das alas Allison Feaster e Pillar Valero; mais Delisha Milton e Muriel Page nos pivôs.
Belo texto no Rebote

Fábio Balassiano fez uma bela análise das finais em texto para o Rebote:

É impossível apontar um favorito para a final do Nacional feminino nesta noite - mesmo com a situação física de Karla, de Catanduva. Por isso, vale a pena fuçar as estatísticas antes de arriscar um palpite para o quinto jogo - fato que não acontecia desde 2004, quando o mesmo Ourinhos, então dirigido por Vendramini, bateu Americana, de Paulo Bassul, e levantou o caneco.

Confira na íntegra: aqui!
Uconn vence com cesta no último segundo na NCAA


A Universidade de Connecticut venceu a Universidade de DePaul por 77 a 76, com cesta no último segundo de Ketia Swanier após o roubo de bola de Maya Moore, que foi o destaque da partida ao marcar 16 pontos e pegar 13 rebotes. A Uconn segue em primeiro lugar na classificação geral da liga, com 28 vitórias e 1 derrota.


Outros jogos



A Universidade do Tennessee venceu a Universidade da Georgia por 72 a 63. O grande destaque da partida foi de Candace Parker que marcou 30 pontos e pegou 9 rebotes para o Tennessee, que está em terceiro na liga, com 27 vitórias e 2 derrotas. A Universidade da Georgia está em vigésimo, com 21 vitórias e 8 derrotas.

A LSU venceu a Universidade do Estado do Mississippi por 64 a 49. O destaque da partida foi de Sylvia Fowles ao marcar 20 pontos e pegar 12 rebotes. A LSU segue em sexto na liga, com 25 vitórias e 4 derrotas.

A Universidade da Carolina do Norte venceu a Universidade de Duke por 82 a 51. O destaque foi de Erlana Larkins, que marcou 14 pontos e pegou 10 rebotes para a Carolina do Norte, que está em segundo na liga, com 27 vitórias e 2 derrotas. A Universidade de Duke está em décimo primeiro com 21 vitórias e 8 derrotas.

domingo, 2 de março de 2008

POR QUE SÓ CINCO?

É o que Fábio Balassiano pergunta no Rebote.
NCAA

Mariana Camargo teve 22 pontos, 9 rebotes e 3 assistências (47') na derrota da ORU para Dakota (75 a 72), após duas prorrogações. Monah teve 5 rebotes, em 11'.

Já a USF bateu Pittsburgh (65-64). Daiane Packer jogou 6'.
Polônia

O Lódz perdeu do CCC (77-68). Renata teve 4 pontos (28').

O time é nono.
Italiano

O Faenza perdeu do Napoli (63-66). Zaine foi a cestinha, com 12 pontos, 2 rebotes e 5 bolas perdidas, em 29'. Cíntia teve 10 pontos e 11 rebotes (30'). O time é quinto.

O Viterbo perdeu do Schio (75-53) e é décimo. Cléia não pontuou (13').
Espanhol I

O Ros Casares bateu o Olesa, sem Palmira (74-57). Érika teve em 18', um alto volume de jogo (12 pontos, 11 rebotes, 2 tocos), só comprometido pela pontaria ruim (6/14). O Olesa é oitavo.

O Avenida perdeu para o Eulalia (70-55), mas segue em segundo. Alessandra teve 8 pontos e 6 rebotes, em 23'.

O Cadí (décimo) bateu o Extrugasa (sétimo), por 81 a 66. No Cadí, Helen foi o destaque, com 21 pontos, 5 rebotes, 4 recuperações e 3 assistências. Silvinha teve 14 pontos, 4 assistências e 4 rebotes. As irmãs jogaram 32', cada. Cris teve 6 pontos, 4 assistências, 3 recuperações e 2 rebotes (22'). Pelo Extrugasa, Katião teve 6 pontos, 4 recuperações, 2 rebotes, 1 assistência e 1 toco (25').

O Dato perdeu do San Jose (79-64), apesar dos 16 pontos de Kelly; mais 5 rebotes, 2 recuperações e 1 assistência (30'). O time é décimo segundo.

O Zaragoza segue na lanterna, após perder do Rivas (57-72). Êga teve 10 pontos, 5 rebotes, 4 assistências, 3 recuperações e 6 bolas perdidas (35'). Fran não jogou, por questões contratuais (é atleta do Rivas, cedida ao Zaragoza).

Espanhol II

Na Segunda Divisão, o Bembibre está na terceira colocação do Grupo A (com um jogo a menos). O time bateu o Ferrol (54-45). Fernanda foi a cestinha, mesmo jogando apenas 18', em função de 4 faltas. Somou 10 pontos e 9 rebotes. Sílvia Gustavo teve 5 pontos e 6 rebotes.

O Ensino bateu com dificuldade o lanterna Isabel (63-60). Gilmara teve 17 pontos e 6 rebotes (40').

No Grupo B, o Girona bateu o UPV e segue vice-líder. Geisa teve 12 pontos e 13 rebotes na vitória (79-63).


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Catanduva 68 x 79 Ourinhos

Ariadna (25) Pontos Lisdeivi (19)

Ariadna (12) Rebotes Lisdeivi (15)

Natália (7) Assistências Gattei (5)

Natália e Karina (2) Recuperações Gattei, Iziane e Lisdeivi (1)

Fabão (1) Tocos -----------
OURINHOS GANHA E DECISÃO FICA PARA 2ª FEIRA


Catanduva / SP — Tudo igual na decisão do 10º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2007). Na quarta partida do playoff final (melhor de cinco), o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) ganhou do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) por 79 a 68 (34 a 40 no primeiro tempo) e empatou a série em dois a dois. A cestinha foi Ariadna, de Catanduva, com 25 pontos. A principal pontuadora de Ourinhos foi Lisdeivi com 19 pontos. O ginásio Anuar Pachá estava completamente lotado com 4.618 pessoas. A quinta e decisiva partida está marcada para esta segunda-feira, no ginásio Monstrinho, em Ourinhos (19h30). O SPORTV2 transmite ao vivo.


— O time teve atitude e não se entregou. Dominamos a maior parte do jogo, só pecamos nos últimos três minutos do primeiro tempo. A equipe mereceu a vitória de hoje, assim como as duas derrotas. Catanduva teve méritos para ganhar da gente nas partidas anteriores. Esse playoff é digno do basquete feminino. Foram quatro jogos de alto nível e todos com ginásio lotado, tanto em Ourinhos como em Catanduva. Agora é manter os pés no chão e lutar pelo título no quinto confronto. Vamos jogar em casa e queremos retribuir o apoio da nossa torcida — comentou o técnico Paulo Bassul.


— Não correspondemos como nas partidas anteriores. Jogar sem a Karla também fez bastante diferença hoje. Além disso, a qualidade individual das jogadoras de Ourinhos se supera a cada jogo. A nossa defesa errou muito e não aproveitamos as jogadas de velocidade. A equipe adversária fez uma boa partida e temos que aceitar quando o melhor vence. É muito difícil ganhar três seguidas, ainda mais contra um time forte como Ourinhos. Agora é tudo ou nada no quinto jogo — disse o técnico Edson Ferreto.


PROGRAMAÇÃO – FASE FINAL
1º JOGO
— Dia 23 de fevereiro (Sábado)
Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) 81 x 75 Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)
Ginásio Monstrinho (Ourinhos) – SPORTV2 / Ao vivo
Público: 1.854 pessoas


2º JOGO
— Dia 26 de fevereiro (Terça-feira)
Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) 77 x 81 Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)
Ginásio Monstrinho (Ourinhos) – SPORTV2 / Ao vivo
Público: 2.177 pessoas


3º JOGO
— Dia 29 de fevereiro (Sexta-feira)
Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) 91 x 84 Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)
Ginásio Anuar Pachá (Catanduva) – SPORTV2 / Ao vivo
Público: 4.522 pessoas


4º JOGO
— Dia 1º de março (Sábado)
Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) 68 x 79 Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)
Ginásio Anuar Pachá (Catanduva) – SPORTV2 / Ao vivo
Público: 4.618 pessoas
1º Período: 19 x 22
2º Período: 40 x 34 (Placar final)
Cestinhas: Ariadna (CATAN) 17pts e Iziane (OURI) 8pts
3º Período: 48 x 57
4º Período: 68 x 79 (Placar final)
Cestinhas: Ariadna (CATAN) 25pts e Lisdeivi (OURI) 19pts
Jogadora mais eficiente: Ariadna (CATAN) 28pts
Árbitros: Carlos Renato dos Santos (SP), Guilherme Locatelli (SC) e Andreza Almeida (DF)


5º JOGO
— Dia 3 de março (Segunda-feira)
19h30 – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) x Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)
Ginásio Monstrinho (Ourinhos) – SPORTV2 / Ao vivo
OBS: Horário de Brasília.