quarta-feira, 16 de julho de 2003

Seleção Sub-21 perde para EUA em amistoso



No Torneio de Boston, a seleção sub-21 perdeu o amistoso contra os Estados Unidos.

O Brasil começou bem e até liderou a partida no quarto inicial, mas depois não conseguiu segurar a virada yankee e perdeu por 82 a 61.

Bassul começou com o seguinte time titular: Ana Flávia (23 minutos, 7 pontos, 3 rebotes), Fernanda (17 minutos, 1 rebote), Silvinha (30 minutos, 12 pontos e 7 assistências, 2 roubadas e 2 rebotes), Érika (21 minutos, 4 pontos, 10 rebotes e 1 toco) e Flávia (25 minutos, 9 pontos, 3 rebotes, 2 assistências).

Do banco, vieram a cestinha (junto com Silvinha) Graziane (19 minutos, 12 pontos, 4 rebotes, 1 toco, 1 assistência e 1 roubada), e ainda: Karen (19 minutos, 2 pontos, 1 assistência, 4 rebotes e 1 roubada), Fabianna (18 minutos, 4 pontos, 2 assistências, 1 rebote e 1 roubada), Nathália (8 minutos, 2 pontos, 5 pontos, 1 rebote e 1 assistência), Cláudia (4 minutos) e Kátia (16 minutos, 6 pontos, 1 rebote, 1 assistência, 1 toco e 1 roubada).

Comentários:

1. Da lista só constam 11 atletas na seleção do Brasil. Não sei o que aconteceu com a décima segunda - Lelê.

2. Graziane tem que ser titularíssima, né, Bassul?


3. No sub-21, também temos um buraco escancarado nas alas. Nunca é demais repetir: "Que falta Iziane faz!". E Bassul cortou algumas jogadoras mais "ofensivas" (Tina, Tayara, Palmira).

4. Mesmo assim, vamos torcer pra essa nova geração desabrochar. Talento elas têm.

5. Hoje a mesma seleção norte-americana bateu as australianas por 61 a 56.

6. Amanhã, o Brasil joga contra a Austrália.

7. No dia 19, o Brasil joga de novo com a seleção norte-americana. E no dia 20 joga com a seleção dos EUA que vai ao Pan.




WNBA

Storm 69, Comets 55

Janeth - 35 minutos, 16 pontos, 4 rebotes, 2 assistências e 2 roubadas

Sparks 80, Mercury 77

Iziane - 7 minutos, 2 rebotes e 1 assistência

Liberty 64, Mystics 77

Helen não jogou.




Leila não vai ao Pan



Apesar da boa apresentação contra a Rússia no último domingo, Leila Sobral não vai ao Pan.

Barbosa diz ao Estado que o problema é físico, mas as suspeitas são de que o COB (processado por Leila por sua contusão no Pan de 99) vetou a inclusão da atleta na lista.

Se Leila não tem condições de jogar, porque então ela está em quadra contra a Rússia?

Não exige muito mais jogar contra as vice-campeãs do mundo do que contra os adversários do Pan-Americano?

E se ele já sabia que não podia contar com Leila pro Pan, por que não testar mais Êga, Mamá, Renata, Geisa, Chuca e Cris que realmente disputam uma vaga pra competição?

Que papelão!

Aprende a mentir melhor, minha gente!

O pior é achar que o público é besta de acreditar numa estupidez dessa!

É assim o nosso basquete: tudo debaixo do pano!

Hipocrisia pouca é bobagem!

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Seleção de basquete não terá Leila no Pan


Rio de Janeiro - O técnico Antônio Carlos Barbosa já definiu as jogadoras que irão defender a seleção brasileira feminina de basquete nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, a partir do dia 2 de agosto. Segundo ele, as atletas convocadas para a série de amistosos contra a Rússia vão participar da competição. A única exceção é a pivô Leila, que não jogará na República Dominicana.

"Ela (Leila) não está em condições de disputar o Pan. A cirurgia sofrida no joelho a deixou quatro anos longe do basquete e temos que ter cuidado neste retorno", explicou Barbosa, adiantando que conta com a jogadora no Pré-Olímpico, torneio que terá início no dia 24 de setembro.

Além de Leila, a seleção não contará com as presenças de Helen e Janeth, já que ambas estão atuando na WNBA, a liga profissional de basquete feminino dos Estados Unidos. "No Pré-Olímpico, com certeza elas estarão no elenco", revelou Barbosa.

Para o jogo de quinta-feira, mais uma vez no Rio, o treinador vai manter o time que venceu a Rússia no amistoso do último domingo. O objetivo de Barbosa é o de melhorar o entrosamento das jogadoras para a disputa do Pan. "Tenho que manter a base para acertar a parte tática", justificou o técnico.

Depois deste compromisso, Brasil e Rússia voltam a se enfrentar na sexta-feira, agora em São Paulo, encerrando a fase de preparação para o Pan.


Fonte
: Estado







BRASIL E RÚSSIA DISPUTAM 3º JOGO DESAFIO NESTA QUINTA

A seleção brasileira feminina de basquete, patrocinada pela ELETROBRÁS, enfrenta a seleção da Rússia, vice-campeã mundial, nesta quinta-feira, às 18 horas, no ginásio do Tijuca Tênis Clube (RJ). O SPORTV transmite ao vivo. Nos dois primeiros confrontos uma vitória para cada equipe: 71 x 68 na prorrogação para as russas, em Palmas (TO), e 59 a 58 para as brasileiras domingo, no Tijuca. Para o Brasil essas partidas servem como preparação para os Jogos Pan-Americanos e o Torneio Pré-Olímpico, enquanto as russas irão disputar o Campeonato Europeu (Pré-Olimpico) que irá classificar os três primeiros da Europa para as Olimpíadas de Atenas, em 2004.

— Os dois primeiros jogos foram difíceis, decididos nos segundos finais. Nossa defesa tem sido o ponto forte e treinamos bastante esses dias para melhorar nosso desempenho no ataque. Vamos jogar com a mesma garra e determinação, sempre com o objetivo de ganhar — comentou a ala Lilian.

— Além de buscar aprimorar ainda mais a nossa defesa, estamos treinando para corrigir alguns defeitos apresentados nas duas primeiras partidas, especialmente nas finalizações (arremessos de dois e de três pontos). A equipe vem melhorando taticamente e esperamos crescer até os Jogos Pan-Americanos — explicou o técnico Antonio Carlos Barbosa, que irá começar com Adrianinha, Silvinha, Micaela, Cintia Tuiú e Alessandra.

— O equilíbrio tem sido uma constante nos jogos porque são duas excelentes equipes. Como ainda estamos no início de preparação para o Campeonato Europeu (Pré-Olímpico) estamos cometendo erros na finalização e de marcação. Vamos tentar melhorar nosso rendimento para ganhar as próximas partidas — disse a armadora Korstine.

A CBB irá distribuir 500 camisetas e sorteará, no intervalo da partida, camisas e macaquinhos da seleção brasileira feminina. Brasil e Rússia encerram a série de quatro Jogos Desafio na sexta-feira, às 18 horas, no ginásio do Paulistano, em São Paulo, com transmissão ao vivo do SPORTV. O ingresso será um agasalho para a campanha organizada pelo Governo do Estado de São Paulo e que tem o apoio da CBB e do SPORTV.

BRASIL
4. Adrianinha; 5. Jacqueline; 6. Lilian; 7. Silvinha; 8. Micaela; 9. Renata; 10. Vivian; 11. Ega; 12. Leila; 13. Alessandra; 14. Cintia Tuiú; 15. Kelly. Técnico: Antonio Carlos Barbosa

RÚSSIA
4. Naymushina; 6. Vodopianova; 7. Arkhipova; 8. Shchegoleva; 9. Skopa; 10. Korstine; 11. Stepanova; 12. Artechina; 13. Podkovalnikova; 14. Ossipova; 15. Goustilina. Técnico: Vadim Kapranov

PROGRAMAÇÃO – JOGOS DESAFIO FEMININO
Dia 11 – Sexta-feira
Brasil 68 x 71 Rússia – Ginásio da Ulbra / Palmas (TO)
Tempo normal: 61 x 61
Cestinhas: Micaela (BRA) 21pts e Julia Skopa (RUS) 23pts
árbitros: Sérgio Pacheco (SP), Enaldo Batista (SC) e Serguey Bulanov (RUS)

Dia 13 – Domingo
Brasil 59 x 58 Rússia – Ginásio do Tijuca (RJ) – SPORTV / Ao vivo
Cestinhas: Adrianinha (BRA) 12pts e Julia Skopa (RUS) 15pts
árbitros: Sérgio Pacheco (SP), Enaldo Batista (SC) e Serguey Bulanov (RUS)

Dia 17 – Quinta-feira
18:00 – Brasil x Rússia – Ginásio do Tijuca (RJ) – SPORTV / Ao vivo
árbitros: Sérgio Pacheco (SP), Enaldo Batista (SC) e Serguey Bulanov (RUS)

Dia 18 – Sexta-feira
18:00h – Brasil x Rússia – Ginásio do Paulistano (SP) – SPORTV / Ao vivo
árbitros: Sérgio Pacheco (SP), Enaldo Batista (SC) e Serguey Bulanov (RUS)

O misterioso patrocínio



O patrocínio da Eletrobrás já está valendo para a CBB, que estranhamente ainda não informou nada sobre o contrato.

Por quê?

terça-feira, 15 de julho de 2003

Boas férias, Melk!

O drible das vacas
MELCHIADES FILHO
EDITOR DE ESPORTE

Haveria uma bola. Afinal todos os esportes de sucesso na época utilizavam uma.
Seria uma bola grande. As pequenas geralmente careciam de equipamentos adicionais (um taco, uma raquete...) e, nesse caso, buscava-se o mais simples.
O rúgbi iluminava o caminho. Um jogo coletivo, que caíra no gosto popular. Bastavam-lhe dois times, uma bola e o chão.
Mas carregar a bola, em meio às trombadas, num campo aberto só oferecia riscos aos atletas. Dentro do ginásio/celeiro, selado devido ao inverno rigoroso, seria perigoso até para o público. E a encomenda da Associação Cristã de Moços dos EUA tinha sido específica: uma modalidade indoor.
Qual a alternativa a correr com a bola? A um dia do prazo, o canadense James Naismith estalou os dedos e gritou: "Passá-la!".
O basquete germinou em 1891 assim, como um jogo de passes.
As 13 regras originais deixavam claro: "O jogador não pode correr com a bola. Deve se livrar dela do exato ponto em que a recebe. O que, em movimento, recebê-la deve frear. Desrespeitar essas normas será considerado falta".
Com dinâmica tão engessada e equipes de nove atletas (o limite de cinco surgiu só seis anos depois), o resultado foi tecnicamente desastroso. Os relatos e os placares estéreis permitem imaginar que o jogador se livrava da bola o mais rápido possível enquanto o rival a perseguia. Lembrou-se da diversão do "bobinho"? Por aí.
Pouco a pouco, no entanto, os mais velozes perceberam que fugiriam da marcação se lançassem a bola para um canto desprotegido da quadra e, em seguida, na corrida, a recuperassem.
O drible do basquete nasceu em 1894 assim, um passe egoísta.
Nos primeiros anos, só os corajosos arriscavam. A bola era uma abóbora disforme de couro de boi. A costura, enorme, qual o cadarço de um tênis, transformava em aventura até um banal lance livre. Que dirá quicá-la no solo!
Tanto que, ainda em 1894, uns vivaldinos criaram o drible aéreo: atiravam a bola para o alto, pouco acima da cabeça, avançavam um passo ou dois, resgatavam a bola, paravam e recomeçavam.
A ACM espumou. Baniu o drible aéreo e orientou seus dirigentes a coibirem a esquiva pedestre. Era preciso proteger o jogo de passes concebido por Naismith.
Mas, ironia, graças ao trabalho de difusão das filiadas, o basquete transcendera as fronteiras cristãs. O drible (para baixo) foi liberado já no primeiro campeonato profissional de que se tem registro: a National League (1898-1903).
Você pode perguntar por que a coluna resolveu driblar hoje?
Será porque a seleção masculina, que enfim atua em território nacional, enfim corre pelas mãos do driblador Valtinho? Ou porque a feminina, que faz amistosos contra a Rússia, ainda tenta enquadrar as fintas de Adrianinha. Ou porque a contratação de Gary Payton, que será anunciada amanhã com a de Karl Malone, garantirá nova dimensão ao ataque estrelado dos Lakers na NBA?
Ou será porque ao colunista, perdido em uma fazenda no Pantanal, sem internet e sem TV, só restou olhar para o passado?

Gênese 1
Por um breve período, ainda no século retrasado, a ACM jogou em quadras fatiadas em três. Os atletas, divididos, eram restringidos a sua faixa. A experiência explica a nomenclatura em inglês das posições do basquete: "guard" (defesa), "forward" (ataque) e "center" (centro), que hoje identificam armador, ala e pivô.

Gênese 2
O ginásio da ACM tinha uma galeria oval, dez pés acima da quadra. Naismith fixou as cestas nessa pista. A altura sobrevive até hoje.

Gênese 3
A tabela surgiu em 1895 para impedir que os torcedores se debruçassem nessas sacadas e desviassem a trajetória dos arremessos.

E-mail melk@uol.com.br


Fonte: Folha de São Paulo

Moscas

Vamos ver se amanhã no Tijuca, o carioca prestigia a seleção feminina com mais entusiasmo, porque domingo, mesmo com os esforços da CBB, que olhem só, queria distribuir 500 camisas e macaquinhos da seleção. Mas mesmo entrando duas vezes na fila, ainda sobrava camiseta. Rá-rá-rá!

Aí dizem as boas línguas, que o Seu Grego ficou chateado com o fracasso da iniciativa.

E aí sobrou pro presidente da FBERJ Pedro Arantes, que escutou um esporro do chefe.

Uma mosquinha que passeava no Tijuca naquela tarde teria ouvido isso da boca do presidente:

"Eu trago o jogo pra cá, promovo, gasto dinheiro e não vem ninguém! Assim não dá! Só eu mesmo pra fazer isso!"
Informação

Um internauta anônimo anuncia a seleção sub-21: aqui.
BRASIL E RÚSSIA JOGAM QUINTA-FEIRA NO GINÁSIO DO TIJUCA

As seleções do Brasil e da Rússia voltam a se enfrentar nesta quinta-feira, às 18 horas, no terceiro dos quatro Jogos Desafio Feminino de Basquete. A partida será realizada no ginásio do Tijuca com transmissão ao vivo do SPORTV. Na primeira partida, em Palmas, as russas venceram por 71 a 68 na prorrogação, enquanto no segundo, domingo no Tijuca, as brasileiras levaram a melhor e empataram a série: 59 a 58. Para ganhar o próximo confronto, o Brasil conta com a experiência e o talento da ala Silvinha e da pivô Cintia Tuiú, ambas de 28 anos e medalha de prata nas Olimpíadas de Atlanta (1996) e bronze nas Olimpíadas de Sydney (2000).

— No Sul-Americano, estávamos um pouco sem entrosamento, o que já melhorou bastante nos dois primeiros amistosos. Os jogos contra a Rússia são de um nível superior, com jogadoras bastante altas e um basquete forte e cadenciado. Isso é ótimo para nos prepararmos para o Pan e Pré-Olímpico, especialmente a defesa, que estamos trabalhando muito nos treinos. Ainda temos o que melhorar defensivamente e aprimorar as táticas de ataque para os próximos jogos e competições — comentou a pivô Cíntia Tuiú.

— Acho que essas duas partidas foram muito boas para pegar ritmo de jogo. Nós conseguimos levar a primeira partida para a prorrogação e perdemos por três pontos de diferença. Na segunda, jogamos bem coletivamente na defesa e conseguimos a vitória, mas o nosso rendimento individual foi baixo. Nosso jogo não está encaixando, ainda temos que melhorar. Estamos no caminho certo e vamos continuar treinando para chegar bem no Pan-Americano, que é o nosso próximo objetivo — comentou a ala Silvinha.

Brasileiras e russas se enfrentaram apenas duas vezes em partidas oficiais e o Brasil ganhou os dois confrontos: 82 x 68 (Olimpíadas de Atlanta/1996) e 68 x 67 (Olimpíadas de Sydney/2000). Depois de conquistar o 19º título sul-americano, a equipe brasileira se prepara para disputar os Jogos Pan-Americanos da República Dominicana (agosto) e o Torneio Pré-Olímpico do México (setembro). Já a seleção russa, vice-campeã mundial em 1998 e 2002, está se preparando para o Campeonato Europeu (setembro), que é classificatório para as Olimpíadas de Atenas, em 2004.
Exportação

Parece que o nome da próxima jogadora a jogar fora do Brasil começa com Grazi e termina com Ane.
Iziane na WNBA rumo à Espanha

Castro: "Ya he encontrado mi sitio en las Mercury"

La Jugadora del Perfumerías Avenida, habla de su estancia en la mejor liga del mundo.

La carioca, una de las máximas anotadoras de su equipo en las últimas jornadas

"Hablaré del Avenida con Nuria y con Marina cuando juegue contra España", asegura

La última incorporación del Perfumerías Avenida, Iziane Castro, que se encuentra disputando la WNBA con las Mercury, hace un balance de la mejor liga del mundo transcurridas once jornadas. "Ante las Rockers tenemos un partido trascendental, porque debe suponer un punto de inflexión para comenzar a remontar", declaró una Iziane entusiasmada con la mejoría de su equipo en estos últimos encuentros, aunque las de Phoenix perdieron por un punto (68-67). "Es verdad que no hemos ganado muchos duelos, pero a veces hemos tenido la victoria al alcance", afirma, "incluso después de ir 30 puntos abajo" y recuerda que "fuimos el primer equipo capaz de ganar a las Shocks".

Al margen de la situación del conjunto del West Arena, la internacional habla de su situación personal. "Ya he encontrado mi sitio aquí, ahora disfruto de más minutos en la cancha y quiero exprimir mi juego al máximo". La escolta no debutó hasta la novena jornada --el 12 de junio--, pues disputaba por aquel entonces la liga con el Aix de Provence francés, algo que según la carioca "influyó, pues tuve que acoplarme a un equipo ya estructurado y ganarme la confianza del entrenador". Y parece que ya lo ha conseguido, pues Iziane se erigió como una de las máximas anotadoras de su equipo, con 11 puntos --lleva 53 en diez choques--, en su anterior partido, ante San Antonio, donde jugó 20 minutos. El punto fuerte de las Mercury es la defensa y yo soy ofensiva, así que creo que puedo aportar mucho al conjunto. De todas maneras, aún queda mucho camino", concluye.

EN ESPAÑA

Iziane se unirá al Avenida en octubre, cuando dispute con su selección el Preolímpico. Pero la brasileña podría pisar suelo español antes de lo previsto. Y es que si todo transcurre con normalidad, la jugadora se concentrará con el combinado carioca tras la última jornada de la WNBA, el 24 de agosto. Brasil disputará en España el Torneo Internacional Horas, del 4 al 6 de septiembre, junto a Ucrania y Yugoslavia. En el cuadrangular, la escolta tendrá la oportunidad de conocer a su compañera en el Avenida Martínez, y reencontrarse con Ferragut, a quien "ya conozco del Sant André brasileño y por mi año en Lugo". Iziane aprovechará "para hablar de nuestros planes en Salamanca", concluye.

Fonte: Prodep

segunda-feira, 14 de julho de 2003

O Sub-Sub

Se da seleção principal, já são escassas as informações; já são tão pouco claros os meios de preparação, os critérios de convocação e de cortes; o que dizer da sub-21?

Pois é.

A seleção se prepara para o mundial da categoria, mas encontrar informações e explicações é uma aventura indigesta.

O grupo convocado era composto por Lelê, Tina, Fabi, Grazi e Fernanda Beling (São Caetano); Passarinho, Érika e Nathália (Ourinhos), Tayara (São Bernardo), Cláudia Leite, Flávia, Karen e Silvinha Gustavo (Americana), além de Karina Tranquili (Vasco), Juliana e Kátia (Santo André), Iziane (que não vem), Palmira (Guaru), Izabela (Bauru) e Fernanda Bibiano (Jundiaí).

Esse grupo de 19 atletas ainda recebeu no meio da preparação Karina Jacob, do Vasco.

Alguns cortes aconteceram (as Karinas, Tina, Juliana, Izabela, Fernanda) e a preparação seguiu.

Agora no site da CBB traz a informação que o time viajou para os Estados Unidos para disputar um torneio amistoso, a 10 dias da estréia em um Campeonato Mundial.

Mas ninguém sabe se a seleção está definida ou não. E se está, quem é que Paulo Bassul está levando?

Eu não sei, o torcedor apaixonado que me manda e-mails também não sabe.

Essa indefinição e a falta de transparência irritam, até mesmo quem conhece basquete há muito tempo.

E falta de transparência gera boatos (verdadeiros ou não).

As insinuações de que algumas atletas cortadas estariam em melhores condições (físicas e técnicas) do que algumas mantidas no time só crescem.

Não vou citar nomes para não expor atletas, até porque a culpa não é de nenhuma delas, mas de quem comanda.

Gostaria sinceramente que a CBB e/ou o técnico Paulo Bassul se manifestassem sobre isso e deixassem o torcedor a par do time que nos representará em uma competição importante.

Qualquer um de nós, como torcedor, merece essa (mínima) satisfação.

domingo, 13 de julho de 2003

Marketing

A CBB anunciou distribuição de 500 peças promocionais no jogo de hoje, mas devem ter sobrado algumas, porque as estimativas são de no máximo 300 pessoas na Tijuca.

Já que sobraram, podia mandar umas pra mim...
Jogo em SP

Em Sampa, o jogo Brasil e Rússia será na sexta feira, dia 18, às 18 horas, no Ginásio do Clube Atlético Paulistano. A entrada é grátis.

O ginásio fica na Rua Honduras, 1400, Jardim América.
Brasil vence Rússia no segundo amistoso

Adrianinha é cestinha com 12 pontos

Hoje, no Ginásio da Tijuca, no Rio, Brasil e Rússia fizeram novamente uma partida disputada, mas que com final diferente da da última sexta-feira: o Brasil ganhou por 59 a 58.

Barbosa iniciou novamente com o mesmo time titular: Adrianinha, Silvinha, Micaela, Tuiú e Alessandra.

A ferida cotinua exposta e Barbosa não sabe o que fazer pra cicatrizá-la. A aposentadoria de Hortência e a presença de Janeth na WNBA tem estrangulado as atuações das nossas laterais há algum tempo e tem sido difícil encontrar uma que mostre o sangue frio e o talento que a posição exige.

A bola da vez é Micaela. Cestinha da última partida, ficou nos seis pontos desta vez. Pegou 3 rebotes, deu 2 assistências e roubou 3 bolas. Suas companheiras no entanto, estiveram bem abaixo da média: tudo que Lílian e Silvinha apresentaram ofensivamente foi uma bola de três.

A esperança talvez venha do passado. Leila, ainda fora de forma, consegue mostrar algumas nuances de seu talento mesmo contra adversárias superiores às que enfrentou no Paulista: em 13 minutos, marcou 11 pontos, pegou 2 rebotes e roubou 3 bolas.

Tentativas frustradas com Silvinha e Lílian, sobrou espaço para Vívian, que jogou 15 minutos, fazendo 2 pontos e pegando 3 rebotes. As atuações de Vívian ainda não tem sido empolgantes na seleção, mas pressinto que a promoção de Laís ao cargo de assistente não seja coincidência com relação ao aumento de minutos jogados da atleta.

Falando em pressentimentos, daí vem outro. Quero ver o que Barbosa vai fazer quando Helen Luz voltar da WNBA, provavelmente fora de forma, com Jacqueline e Vívian....

Renata Oliveira estava no banco, mas não jogou. Êga ficou fora.

Adrianinha tem continuado discreta, mas precisa. Foi a cestinha com 12 pontos, 5 rebotes, 5 recuperações e 4 assistências. 31 minutos de jogo.

À Jacqueline, uma armadora mais genuína que Vívian (lateral de nascimento), tem sobrado o descanso de Adrianinha: 9 minutos, 5 pontos, 1 toco e 1 roubo. Foi o suficiente para fazer dela uma das protagonistas da vitória brasileira.

Nos pivôs, Alessandra ainda ganha ritmo: 21 minutos, 5 pontos, 8 rebotes e 1 toco. Mamá teve sua chance: 23 minutos, 2 pontos, 3 rebotes e 2 recuperações. Tuiú ficou nos 2 pontos e 4 rebotes, em 17 minutos. Kelly, em 18 minutos, fez 8 pontos, recuperou 2 bolas e pegou 4 rebotes.

Declarações:

Eu ficaria decepcionado demais se não ganhássemos essa partida. Nós erramos muito lances-livre e isso quase nos custou a vitória. Uma seleção do nosso nível não pode render pouco nesse fundamento. Em compensação, nossa defesa funcionou e o grupo foi muito obediente taticamente. A equipe vem demonstrando muita garra e empenho e isso me deixa muito satisfeito e estimula meu trabalho como treinador.

Antônio Carlos Barbosa

Ganhar da Rússia, vice-campeã mundial, é sempre um resultado positivo porque dá mais moral para a nossa equipe. Mais uma vez a defesa foi nosso ponto forte e conseguimos tirar uma desvantagem de 12 pontos para conquistar a vitória. Vamos aproveitar os próximos dois jogos para melhorar o entrosamento.

Adrianinha



Estadão elogia Adrianinha e Jacqueline

Basquete feminino derrota a Rússia
Seleção se recuperou da derrota no amistoso em Palmas, Tocantins, sexta-feira, e venceu neste domingo a seleção russa, por 59 a 58, no Ginásio do Tijuca.


Rio de Janeiro - A seleção brasileira feminina de basquete se recuperou da derrota para a Rússia no amistoso em Palmas, Tocantins, sexta-feira, e venceu neste domingo a seleção russa, por 59 a 58, no Ginásio do Tijuca. O Brasil ficou atrás no placar durante os três primeiros quartos e conseguiu virar o jogo na etapa final. As equipes voltam a se enfrentar quinta-feira, também no Rio. Os amistosos servem de preparação para o Pan-Americano de Santo Domingo e o Torneio Pré-Olímpico.

A Rússia começou melhor a partida. A seleção brasileira desperdiçava muitos ataques e pecava na marcação. Com isso, o time russo se aproveitou e colocou uma vantagem de dez pontos no placar. A facilidade era tanta que as russas fizeram até uma jogada de ponte aérea (aquela em que a armadora lança a bola na direção do aro e outra atleta faz a cesta). O primeiro quarto terminou 20 a 12.

No segundo, o Brasil melhorou na defesa, tanto que a Rússia demorou quatro minutos para conseguir assinalar os seus dois primeiros pontos, mas continuou decepcionando no ataque. Mesmo assim, o máximo que as brasileiras conseguiram foi diminuir a diferença para um ponto.

Além disso, a seleção brasileira errava muitos lances livres ao contrário do time russo, que apresentava 100% de aproveitamento.

O Brasil voltou a piorar na marcação no terceiro quarto. Os erros constantes nos lances livres continuavam. A jogadora Julia era o destaque da Rússia. Na seleção brasileira, a armadora Adrianinha era a melhor na quadra. O time russo voltou a ampliar a vantagem e terminou a etapa vencendo por 50 a 41.

No último quarto, o Brasil contou com a boa atuação de Jacqueline e conseguiu reagir no placar. A defesa voltou bem armada e a seleção conseguiu empatar e virar o marcador. A Rússia começou a errar lances livres, mas, mesmo assim, o final foi bem disputado, com o Brasil derrotando as adversárias por apenas um ponto de diferença. A jogadora Julia terminou como a cestinha da partida, com 15 pontos. Adrianinha, do Brasil, assinalou 12.

Felipe Mendes
Nikki Teasley é a estrela do All-Star Game

A armadora Nikki Teasley, do Los Angeles Sparks, foi o grande destaque do Jogo das Estrelas, realizado neste sábado, no Madison Square Garden, em Nova York. Ela marcou dez pontos, pegou seis rebotes e fez seis assistências, garantindo o troféu de MVP (Jogadora Mais Valiosa) e contribuindo na vitória da seleção do Oeste por 84 a 75. A seleção do Leste da WNBA, liga feminina norte-americana de basquete, jamais venceu o All-Star Game.
Mas nem tudo foi festa. A pivô Lisa Leslie, ganhadora do MVP por três vezes (a última vez emm 2002) bateu com o joelho direito na quadra durante a partida, no segundo tempo de jogo. Durante os 17 minutos que permaneceu em quadra, a atleta marcou 17 pontos. Lisa deixou a partida direto para o hospital.

As três jogadoras brasileiras que disputam a WNBA nesta temporada - Janeth, do Houston Comets; Helen, do Washington Mystics e Iziane, do Phoenix Mercury, não foram escaladas para a partida. Janeth foi a única brasileira que já participou do Jogo das Estrelas. Em 2001, ele foi uma das escolhidas pela torcida para começar como titular na seleção do Oeste.


Fonte: Gazeta Esportiva
A derrota por....

Barbosa:

"Foi um resultado normal, já que as duas equipes tiveram a chance da vitória nos instantes finais. Infelizmente elas tiveram mais sorte nas bolas decisivas. O objetivo desses amistosos é testar grupo, dar ritmo de jogo e preparar para os Jogos Pan-Americanos e o Torneio Pré-Olímpico. De qualquer forma, precisamos melhorar nos arremessos de fora, já que na defesa a equipe esteve muito bem. Soubemos aproveitar bem os contra-ataques."

Micaela:

" Infelizmente não conseguimos a vitória, mas tivemos na superação nossa maior virtude. Tiramos uma diferença de doze pontos, passamos a frente e só não ganhamos no tempo normal por bobeira. Vamos corrigir alguns erros para o jogo de Domingo e buscar a vitória."
Brasil busca revanche hoje contra a Rússia

A seleção feminina, faz às 15h30, no Rio, o segundo amistoso da série de quatro entre os países. Anteontem à noite, em Palmas (TO), o Brasil, que se prepara para o Pan e para o Pré-Olímpico e está sem Helen, Janeth e Iziane, na WNBA, perdeu de 71 a 68.


Fonte: Folha
Basquete terá patrocínio da Eletrobrás

A Confederação Brasileira de Basquete vai receber apoio da empresa estatal em todas as categorias, além das seleções masculina e feminina.

A Eletrobrás, empresa de distribuição de energia elétrica, vai patrocinar a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) - as seleções, masculina e feminina, em todas as categoria, campeonatos colegiais e escolinhas de iniciação devem ser beneficiados pelo acordo. Desde janeiro de 2001, há 2,5 anos, a CBB não tem patrocínio. Tem vivido do apoio da Lei Piva, que destina 2% dos prêmios das loterias aos esportes. O patrocínio foi definido nesta quarta-feira, no Rio, em encontro entre o ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, e o presidente da Eletrobrás, Luiz Pinguelli Rosa. O ministro Agnelo disse que a iniciativa servirá de exemplo para que outras empresas, inclusive privadas, apóiem o esporte.

O assunto estava sendo mantido em sigilo, mas anunciado pela Radiobrás, foi confirmado pelo presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis. "Numa reunião com o setor de Marketing da Eletrobrás vamos definir as ações e o contrato", disse Grego.

O contrato, inicialmente, será por seis meses (para esse ano), com perspectiva de ser mantido até 2007. "A Lei Piva ajudou muito na preparação das seleções e na manutenção de programas. Mas com o patrocínio, poderemos colocar outros projetos de desenvolvimento do basquete no Brasil em prática, além de melhorar o intercâmbio com outros países para a seleções", ressaltou Grego.


Fonte: Estadão
Americana representa o Brasil no torneio

A Unimed/Americana será a representante brasileira no Campeonato Sul-americano de Clubes feminino de basquete. A competição será disputada em outubro, mas ainda não tem sede definida. Pode ser na Venezuela ou na Colômbia.
Neste sábado, o técnico Paulo Bassul confirmou a participação da equipe no torneio. Americana foi convidada por ser a atual vice-campeã brasileira. O campeão nacional, São Paulo/Guaru vai representar o país no Mundial de Clubes.

Fonte: Gazeta

sexta-feira, 11 de julho de 2003

Brasil perde para a Rússia na prorrogação: 71-68

Micaela brilha, com 21 pontos




No primeiro jogo amistoso, deu Rússia. Na prorrogação. Nada mal para início de preparação, considerando que tanto Brasil quanto Rússia tem seus desfalques.

Bem, aplausos para Micaela que arrebentou: 21 pontos (em 34 minutos). As demais alas não compareceram: Lílian não reeditou as boas atuações do Sul-Americano (0 pontos, em 12 minutos) e Silvinha (titular) teve 13% de aproveitamento (2 pontos, 14 minutos). Leila também derrapou (3 pontos, 10 minutos).

Na armação, Adrianinha fez 6 pontos, assistiu 6 vezes pegou 7 rebotes e roubou 4 bolas, em 41 minutos. Jacqueline jogou 3 minutos, fez 1 ponto e duas assistências. A má atuação das alas abriu espaço à Vivian, que acabou jogando 18 minutos, marcando 4 pontos e recuperando 3 bolas.

No garrafão, Barbosa iniciou com Alessandra e Tuiú, mas a dupla entre a segunda e Kelly jogou mais tempo. Alessandra jogou 19 minutos, com 8 pontos e 4 rebotes. Kelly jogou 31, fez 12 pontos e pegou 5 rebotes. Tuiú jogou 37 minutos, fez 11 pontos e pegou 7 rebotes. Êga jogou 1 minuto e Mamá não foi testada.


Prodep

Vale a pena visitar o site da agência de atletas Prodep, que é comandada por Nicolas Garcia, marido da formidável Elena Tornikidou e que conta em seu plantel com uma série de jogadoras internacionais do mais alto nível, incluindo algumas (muitas) brasileiras.

Confira: www.prodep.com.
Treinos da Seleção em Palmas (TO)

Alessandra Oliveira

Leila Sobral

Renata Oliveira e Micaela


Mudança

Parece que o amistoso Brasil e Rússia em São Paulo será no Ginásio do Paulistano e não no do São Paulo, como estava previsto.

Pelo menos é o que se comenta e o que a CBB traz em sua página inicial, embora na programação ainda conste Ginásio do São Paulo.

Enfim, uns dois dias antes a gente deve saber; como sempre acontece com o feminino: a omissão e a irresponsabilidade são regra.

quinta-feira, 10 de julho de 2003

BASQUETE

Acordo vale até o fim do ano


Com Eletrobras, CBB volta a ter verba estatal
ADALBERTO LEISTER FILHO
DA REPORTAGEM LOCAL

Após intervenção do Ministério do Esporte, a Confederação Brasileira de Basquete conseguiu novamente um parceiro estatal. A Eletrobras irá patrocinar a seleção feminina até o final do ano, incluindo todas as categorias de base.
O acordo foi acertado anteontem pelo ministro Agnelo Queiroz, do Esporte, com o presidente da estatal, Luiz Pinguelli Rosa.
Neste ano, a equipe nacional já foi campeã sul-americana no Equador, em junho, e irá disputar o Pan-Americano de Santo Domingo, no mês que vem, e o Pré-Olímpico do México, em setembro. Essa competição irá classificar uma seleção para a Olimpíada de Atenas-2004.
"Esse é um projeto que, por enquanto, vai atingir somente o basquete feminino. Mas estamos trabalhando para que o masculino também consiga um patrocinador", afirma Queiroz, que viajou ontem para Barcelona, onde irá acompanhar a escolha da sede do Mundial de Desportos Aquáticos de 2007 -o Brasil disputa com Dubai (Emirados Árabes) e Melbourne (Austrália) o direito de abrigar a competição.
A Folha apurou que, inicialmente, o presidente da CBB, Gerasime Bozikis, o Grego, havia proposto à Eletrobras uma parceria maior, nos moldes do acordo que a entidade manteve com a Caixa Econômica Federal até 2001, que incluía também o apoio à seleção masculina. A Eletrobras, porém, achou os valores altos.
Quando deixou o basquete, a Caixa dava uma verba de R$ 2 milhões por ano para a CBB.
Após dois anos sem apoio de nenhuma estatal à modalidade, Grego tem uma explicação inusitada para a entrada da Eletrobras.
"Há algum tempo que estamos negociando com a empresa, que é uma distribuidora de energia. E energia tem tudo a ver com o basquete", afirma ele, que continua buscando um parceiro para bancar as atividades da seleção masculina, que não obteve classificação para os Jogos de Sydney-2000.(*)
Neste ano, o time masculino tenta, em agosto, em Porto Rico, voltar ao torneio olímpico. Antes, participa do Sul-Americano do Uruguai, neste mês, e do Pan.
Grego irá assinar hoje, no Rio, o acordo com a estatal, que será válido somente para este ano.
"Vamos tentar estender o compromisso até 2007", diz o presidente da CBB, que não quis divulgar o valor do acordo. "Só poderei dar mais detalhes após a assinatura do contrato", completa Grego.

Fonte: Folha de São Paulo

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(*) - Nota minha - Demagogia pouca é bobagem!
Nada?

Ainda nenhuma palavra no site da CBB sobre o patrocínio para o feminino....

Engraçado, né?

Se fosse para o masculino, já tinha nego com calo no dedo de tanto estourar champagne.
Pan-Pan

A voz dos bastidores diz que o fato de Leila Sobral estar processando o COB pode dificultar muito a sua ida ao Pan de San Domingo.

Será?
Mama África

Segundo ouvi, a pivô Marta Sobral está de volta às quadras, mas na África.
Regionais

Unimed representa Americana nos Jogos Regionais

A equipe de basquete feminino da Unimed mais uma vez representará Americana nos Jogos Regionais. Este ano, a competição, que chega a sua 47ª edição, será disputada em Araras, de 4 a 12 de julho, e a Unimed espera colaborar para que Americana conquiste seu quarto título regional.
Sem o técnico Paulo Bassul, que viajou com a seleção brasileira sub-21 para o Mundial da Croácia, o comando da equipe que vai a Araras será da técnica Mila Rondon. A Unimed disputa os Jogos Regionais com um time bastante jovem - média de idade de 18 anos -, mas mesmo assim Mila está confiante numa participação positiva.
As pivôs Geisa e Ega e as alas Lilian e Micaela, que conquistaram recentemente o título do Campeonato Sul-Americano do Equador com a seleção brasileira, não foram inscritas para disputar os Jogos Regionais de Araras.
A Unimed está no Grupo A e seus adversários na primeira fase serão Campinas, São João da Boa Vista e Iracemápolis. A estréia está marcada para o dia 5 de julho (sábado) contra Iracemápolis, às 13h30.
As jogadoras relacionadas por Mila Rondon para os Regionais são as seguintes:
- Regina Isabel Santos Queiroz (29 anos)
- Loredana Generoso Honório (21 anos)
- Bárbara Generoso Honório (18 anos)
- Grasiele Agostinho Rezende (18 anos)
- Tahina Martins Dias Moreira (19 anos)
- Daniele Aguiar Felix (15 anos)
- Taise da Silva Santana (16 anos)
- Vivian Scheltinga (17 anos)
- Daiane Cristina Daleaste (16 anos)
- Monah Pegorari (16 anos)
- Eliene Maria Honório (16 anos)
- Juliana Marchis Leite (16 anos)
A comissão técnica da Unimed é composta por Mila Rondon (técnica), Anne Amália de Freitas (assistente), Cláudia Maria Antunes de Godoy (preparadora física) e Ives Charles da Silva Simões (atendente).

Fonte: site da Unimed

Americana é campeã com time reserva

Mesmo sem contar com quatro titulares e nove jogadoras no total, a Unimed/Americana conquistou o título da 47ª edição dos Jogos Regionais, encerrado nesta quarta-feira, em Araras (SP). Comandada pela auxiliar técnica Mila Rondon - o titular do posto, Paulo Bassul, está preparando a seleção brasileira sub-21 para o Campeonato Mundial da categoria -, a equipe massacrou Campinas por 126 a 22 na decisão do título.
'Levamos sete atletas do infanto e três do juvenil para disputar os Jogos e todas foram muito bem. A conquista do título confirma a seriedade e o profissionalismo do projeto da Unimed no basquete feminino', explica Mila. Em Araras, Americana não contou com: Micaela, Lilian, Ega e Geisa, do time principal e que estão com a seleção brasileira adulta, Claudinha, Karen e Silvinha, na sub-21, além de Vanessa e Paula, que estão contundidas.


Urgh!!!

O site russo anuncia assim a vinda de suas atletas ao Brasil:

Trip in the country of wild monkeys...

É isso mesmo: "Viagem no país dos macacos selvagens" ?

Salve-se quem puder...
As russas

Um time talentoso esse que vai enfrentar o Brasil a partir de amanhã. A maioria das atletas joga na própria Rússia: Anna Arkhipova, Dianna Goustilina e Irina Ossipova no UMMC; Julia Skopa, no Dynamo de Moscou; Maria Kalmykova, no Dynamo de Novosibirsk; a estrela Maria Stepanova (de volta após recuperar-se do nascimento do filho Nikolay, 6 meses), mais as Olgas Artechina e Naymushina jogam no Volgaburmash; mais uma Olga, a Podkovalnikova joga no Vologda - Chevakata. De fora, vem Tatiana Shchegoleva, do Mondeville (França); Natália Vodopianova, do Lotos (Polônia) e a talentosa Ilona Korstine do Bourges (França).

Em relação ao time vice campeão do mundo, no ano passado, faltam apenas Elena Baranova (cestinha da Rússia no Mundial e que está na WNBA, assim como Svetlana Abrosimova)), Vera Shnyuokova e Oxana Rakmatulina (no basquete coreano).







BRASIL E RÚSSIA DISPUTAM JOGO DESAFIO NESTA SEXTA EM PALMAS

As seleções do Brasil, medalha de bronze nas Olimpíadas de Sydney, e da Rússia, vice-campeã mundial, disputam nesta sexta-feira, às 19:30h, o primeiro dos quatro Jogos Desafio Feminino de Basquete. A partida será realizada em Palmas (Tocantins), inaugurando o ginásio da Ulbra. Todos os 2.500 ingressos já foram vendidos. As duas equipes voltam a se enfrentar no domingo, às 15:30 horas, no ginásio do Tijuca (RJ), com transmissão ao vivo do SPORTV. As estatísticas de todos os jogos poderão ser acompanhadas ao vivo no site da CBB (www.cbb.com.br).
— Estou me sentindo muito bem. Não tive que me poupar nos treinos e o melhor de tudo é que não senti dor alguma. Fiquei treinando normalmente enquanto as outras meninas estavam no Sul-Americano, por isso estamos no mesmo ritmo. Temos uma mescla muito boa de jogadoras e todas estão bastante animadas para conquistar seu espaço na seleção. Acho que os jogos contra a Rússia são uma excelente oportunidade de fazer a equipe crescer ainda mais — comentou a ala Silvinha, que se recuperou de uma contusão na sola do pé.
— Estou melhor do que todos estavam esperando. Me sinto muito bem fisicamente, só um pouco cansada depois dos treinos dessa semana, que foram bastante puxados. Independente de ganhar ou perder, acho que vamos nos sair muito bem nos jogos contra a Rússia. Temos um grupo muito bom, com jogadoras jovens e com vontade de mostrar o que podem fazer — disse a pivô Alessandra, totalmente recuperada da cirurgia na vesícula.
— Esperamos um jogo de bom nível técnico e bastante disputado, como foi o último confronto entre as duas seleções nas olimpíadas de Sydney. O basquete brasileiro tem características diferentes do nosso e jogar contra umas das principais forças do mundo será muito importante para nossa equipe — declarou o técnico russo Vadim Kapranov.
Brasileiras e russas se enfrentaram apenas duas vezes em partidas oficiais e o Brasil ganhou os dois confrontos: 82 x 68 (Olimpíadas de Atlanta/1996) e 68 x 67 (Olimpíadas de Sydney/2000). Depois de conquistar o 19º título sul-americano, a equipe brasileira se prepara para disputar os Jogos Pan-Americanos da Republica Dominicana (agosto) e o Torneio Pré-Olímpico do México (setembro). Já a seleção russa, vice-campeã mundial em 1998 e 2002, está se preparando para o Campeonato Europeu (setembro), que é classificatório para as Olimpíadas de Atenas, em 2004.

BRASIL
4. Adrianinha; 5. Jacqueline; 6. Lilian; 7. Silvinha; 8. Micaela; 9. Ega; 10. Vivian; 11. Mamá; 12. Leila; 13. Alessandra; 14. Cintia Tuiú; 15. Kelly. Técnico: Antonio Carlos Barbosa

RÚSSIA
4. Kalmykova; 5. Skopa; 6. Ossipova; 7. Arkhipova; 8. Artechina; 9. Korstina; 10. Goustilina; 11. Shchegoleva; 12. Stepanova; 13. Podkovalnikova; 14. Naymushina; 15. Vodopianova. Técnico: Vadim Kapranov

PROGRAMAÇÃO – JOGOS DESAFIO FEMININO
Dia 11 – Sexta-feira
19:30h – Brasil x Rússia – Ginásio da Ulbra / Palmas (TO)
árbitros: Sérgio Pacheco (SP) e Enaldo Batista (SC)

Dia 13 – Domingo
15:30h – Brasil x Rússia – Ginásio do Tijuca (RJ) – SPORTV / Ao vivo
árbitros: Sérgio Pacheco (SP) e Enaldo Batista (SC)

Dia 18 – Quinta-feira
18:00 – Brasil x Rússia – Ginásio do Tijuca (RJ) – SPORTV / Ao vivo
árbitros: Sérgio Pacheco (SP) e Enaldo Batista (SC)
Dia 18 – Sexta-feira
18:00h – Brasil x Rússia – Ginásio do São Paulo (RJ) – SPORTV / Ao vivo
árbitros: Sérgio Pacheco (SP) e Enaldo Batista (SC)

quarta-feira, 9 de julho de 2003



Comets 60, Fever 56

Janeth foi a cestinha, com 18 pontos, em 39 minutos. Mais: 5 assistências e 4 rebotes.
Espanhola

Época de definições de seleções.

A Espanha já esolheu as suas para o Europeu.

São elas: Begona Garcia (Mendibil), Nuria Martinez (Salamanca), Noemi Jordana (Celta), Marta Fernandes, Ingrid Pons, Amaya Valdemoro (Ros Casares), Laia Palau, Paula Segui (Barcelona), Laura Camps (Cadí), Rosi sanchez (Canarias), Marina Ferragutti, Lucila Pascua (Zaragoza) e Irene Herradas (Rivas). Quem reaparece na lista é Elisabeth Cebrian (ex- New York Liberty).

Esse time enfrentará o Brasil em setembro (entre os dias 4 e 6), num torneio amistoso preparatório, que ainda contará com a participação de Iugoslávia e Ucrânia.

O Europeu será na Grécia, iniciando no dia 19 do mesmo mês. As espanholas enfrentam na primeira fase: Bélgica, Eslováquia, Hungria, Ucrânia e Rússia.

Mais Espanha: aqui!
Barbosa testa recuperação de atletas


Ribeirão Preto - O técnico da seleção brasileira feminina de basquete, Antônio Carlos Barbosa, define nesta quinta-feira, em Palmas, o time titular que iniciará, na sexta, a primeira partida da série de quatro amistosos contra a Rússia - os outros serão disputados em Brasília (domingo), Rio de Janeiro (dia 16) e São Paulo (dia 18).

As russas são as atuais vice-campeãs mundiais e, segundo Barbosa, pelo menos nove jogadoras que estiveram na China, no Mundial do ano passado, enfrentarão a seleção brasileira nesses amistosos.

Barbosa tem 13 jogadoras à sua disposição e, em cada jogo, uma ficará fora do banco de reservas. Ele optou por levar uma a mais, em relação às 12 habituais, porque quer avaliar melhor o rendimento de Leila Sobral, que ficou quase quatro anos sem jogar.

Depois disso, Leila jogou apenas algumas vezes e Barbosa resolveu apostar em sua recuperação física e atlética. A pivô Alessandra, recuperada de cirurgia de vesícula, não deverá ser problema, assim como a ala Silvinha, que não disputou o Sul-Americano do Equador, em junho, porque tinha uma inflamação num dos pés e que ameaçava afetar o outro. A ala Renata, que não foi ao Equador, também será avaliada nesses amistosos.


Fonte: Estadão
São José do Rio Preto

Depois de uma passagem por Nova Friburgo e em Campos, no Rio de Janeiro, o casal Néia e Marcus Gama atravessou a fronteira e rumou ao interior paulista.

E é em São José do Rio Preto, que os técnicos decidiram recomeçar.

Com apoio da prefeitura local, criaram núcleos de basquete na cidade e tocaram o projeto. No último festival, reuniram 1200 crianças praticando o esporte, divididas em 120 times.

O êxito inicial era o que faltava para o plano se tornar mais audacioso.

Assim, o casal, agora trabalha na criação de uma equipe para disputar a Divisão A-2 do Paulista pela cidade.

Telefones para contato: (17) 3216 4000 / 9114 3919 (c/ Neia)
Magic Paula agora brinca de basquete

Ex-craque da Seleção Brasileira volta a bater bola depois de um ano e meio parada. A secretária do Ministério do Esporte participou de pelada entre atletas veteranas e promete jogar toda semana

Luiz Roberto Magalhães
Da equipe do Correio
Paulo de Araújo



O jejum durou aproximados 250 dias. Foi esse o tempo que a secretária nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Maria Paula Gonçalves da Silva, ficou longe das quadras de basquete.

Quando morava em São Paulo, ela não encontrava na metrópole um local em que pudesse dar seus arremessos de vez em quando. Assim Maria Paula, conhecida em todo o país como Magic Paula, a inesquecível estrela da Seleção Brasileira, acabou se envolvendo mais no trabalho e deixou as cestas um pouco de lado.

Campeã mundial de seleções em 1994, medalha de ouro no Pan-Americano de Havana, prata nas Olimpíada de Atlanta-1996, Magic Paula ficou um ano e meio sem jogar. Até a na noite de quarta-feira. Foi quando se juntou a um grupo de atletas veteranas de Brasília. Uma turma que, todas as segundas e quartas, bate bola na quadra do ginásio do Caseb, na 908 Sul. Foi lá, longe dos holofotes, que Paula finalmente brincou de basquete. Como nos bons tempos.

‘‘Foi uma delícia’’, resume Paula, 41 anos, depois de correr por cerca de 40 minutos e mostrar impressionante precisão nos arremessos, mesmo depois de tanto tempo sem treinamento. ‘‘É mais ou menos como andar de bicicleta. A gente aprende, pode ficar um bom tempo sem pedalar, mas nunca mais vai perder o equilíbrio.’’

Paula diz que ‘‘é muito chato correr por correr’’. Agora está entusiasmada. ‘‘Aqui (na quadra) você tem um objetivo e é muito bom saber que tem esse pessoal aqui.’’ Pretende voltar às peladas no Caseb uma vez por semana.

Na noite de quarta, Paula provou que o arremesso continua calibrado. Mais que isso, o toque de bola e suas assistências refinadas deram ritmo diferente ao jogo das atletas veteranas, que integram a Seleção Sênior e Master de Brasília e representam a cidade no Campeonato Brasileiro da faixa etária.

‘‘Eu já sabia que ela viria jogar com a gente e achei ótimo’’, comemorou a brasiliense Andréa Pinto do Nascimento, 33 anos, professora de educação física, jogadora de basquete desde 1985. ‘‘A presença dela dá um novo ânimo ao pessoal. Todo mundo corre mais quando ela está em quadra.’’

Para a paranaense Cleunice Petrus, 41 anos, que há sete joga no time veterano de Brasília, bater bola com Magic Paula é uma honra. ‘‘É muito bom jogar com quem sabe. Parece que não, mas a gente ainda aprende muito com ela.’’

Reencontro
Magic Paula se deu conta de que muita coisa mudou, desde que parou de jogar profissionalmente, em 2000. ‘‘Você sente que o reflexo não é mais o mesmo e é meio frustrante.’’ Seja como for, ela agora quer curtir o basquete de uma maneira diferente. ‘‘Durante muitos anos eu joguei com muita pressão, tanto minha como de técnico, torcida... Agora é diversão.’’

Brincadeira que reuniu duas amigas, décadas depois de jogarem no mesmo time. Mariza Barqueta Orosco, 41 anos, mora em Brasília há cinco e dá aulas de basquete no Clube do Exército. Ela era uma garota quando, no final da década de 70, entrou no time de basquete de Jundiaí. Lá conheceu Maria Paula.

Conta Mariza: ‘‘Li no Correio que ela estava chegando para trabalhar na cidade e fiquei feliz demais. Nós jogamos em Jundiaí por seis anos e depois jogamos na Seleção Brasileira juvenil e paulista’’.

Quando as duas se reencontraram na capital federal, depois de mais de 20 anos sem se verem, Paula quis saber se havia na cidade um lugar onde elas pudessem bater uma bola. Mariza abriu um sorriso. Era tudo o que ela queria ouvir.

Ao que parece, os fãs do esporte terão belo programa para as noites de segunda ou quarta-feira. Quem passar pelo Caseb e arriscar uma visita poderá encontrar algumas atletas brincando de basquete no ginásio. E pode ser que, com sorte, Magic Paula esteja lá...



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Durante muitos anos eu joguei com muita pressão, tanto minha como de técnico, torcida... Agora é diversão


Magic Paula, 41 anos, ao bater uma pelada na quarta-feira à noite, no ginásio do Caseb (908 Sul)



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Vida de funcionária pública

Da Redação
Ronaldo de Oliviera 08.05.03


Paula passa a maior parte do tempo no gabinete do ministério e no hotel: preocupação com o clima seco

Consagrada mundialmente como uma das maiores jogadoras de basquete do mundo de sua geração, Magic Paula mantem o seu estilo discreto, mesmo ocupando o cargo de secretária de Esporte de Alto Rendimento.

Há 40 dias morando em Brasília, com escapadas periódicas a São Paulo, onde mora a sua família, Paula fez apenas um pedido, quando aceitou o convite do ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, para ocupar a secretaria: hospedar-se perto do Parque da Cidade. ‘‘É um local gostoso para caminhar e correr’’, disse a secretária, que mora num hotel no início da Asa Sul e aproveita os exercícios para manter o preparo físico e relaxar da rotina diária de executiva.

‘‘Estou gostando de Brasília, embora tenha chegado aqui numa época ruim para todos’’, disse Paula, referindo-se à baixa umidade. ‘‘Mas dizem que agosto é pior. É mesmo?’’ indagou, na expectativa de quem ainda terá de enfrentar muita secura no Planalto Central.

De estilo caseiro, Paula trabalha muito e sai pouco. Além do mais, viaja com freqüência, exigência do cargo que ocupa. ‘‘Aos poucos vou conhecendo gente e as saídas para o lazer vão aparecer’’, diz, sem reclamar da rotina. Mas revela que nas poucas vezes que sai, com amigos do próprio ministério, o Id Café (na 209 Sul) é o de sua preferência. ‘‘Agora este grupo do basquete veterano é nova frente de amizades que inicio’’, afirmou.


Fonte: Correio Brasiliense

Eletrobrás vai patrocinar basquete feminino brasileiro

A Eletrobrás vai patrocinar o basquete feminino brasileiro, incluindo a equipe principal, a juvenil e a infanto-juvenil. O patrocínio foi definido hoje, no Rio, durante encontro entre o ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, e o presidente da Eletrobrás, Luiz Pinguelli Rosa.

Agnelo lembrou que a iniciativa servirá de exemplo para que outras empresas, inclusive privadas, patrocinem o esporte. "Este é um projeto que vai atingir, por enquanto, somente o basquete feminino, mas já estamos trabalhando para que também o basquete masculino ganhe patrocínio", lembrou Agnelo Queiroz.

Sobre a preparação de atletas para competir nas Olimpíadas de 2012, o ministro disse que a primeira tarefa é preparar os atletas brasileiros para os Jogos Pan-Americanos de 2007. "Já iniciamos este processo e estamos discutindo com entidades esportivas quais serão nossas metas, que modalidades precisam de investimento e patrocínio. Existe um comitê, hoje, no governo brasileiro, garantindo patrocínio para diversas modalidades".


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Como defensor do basquete feminino que sou, festejo essa conquista; mas espero sinceramente que o dinheiro não seja descaradamente desviado para o filho primogênito, o basquete masculino, como sempre ocorre.

terça-feira, 8 de julho de 2003

Helen volta

Helen Luz voltou às quadra na derrota do Washington para o Charlotte por 62 a 56. Jogou por 12 minutos e deu 2 assistências.


Karina convida
No Estadão

Seleção feminina sofrerá quatro cortes

O técnico da seleção brasileira feminina de basquete, Antônio Carlos Barbosa, vai definir nesta segunda-feira os quatro cortes previstos no início do trabalho de preparação. O treinador deverá contar com apenas 12 jogadoras para a série de amistosos contra a Rússia, atual vice-campeã mundial. O treinador deverá avaliar as condições físicas das jogadoras. Mamá, que disputou o Sul-americano do Equador, preocupa, sem contar as experientes Leila, Silvinha e Alessandra, que praticamente se juntaram ao grupo na semana passada, após contusões e cirurgias.

Os cortes serão definidos após o treino da tarde, no CT do COC, onde a seleção treina até terça-feira. Mas o time titular só será definido em Palmas, onde, na sexta-feira (11), ocorrerá o primeiro confronto contra a Rússia. Outra dúvida de Barbosa é se ele poderá mudar o grupo que irá aos Jogos Pan-americanos de São Domingos a partir dos cortes desta segunda.

Barbosa corta três jogadoras da seleção

O técnico da seleção brasileira feminina de basquete cortou Cristina, Chuca e Geisa da série de amistosos contra a Rússia, a partir de sexta-feira.


O técnico da seleção brasileira feminina de basquete, Antônio Carlos Barbosa, definiu na tarde desta segunda-feira, no CT do COC, em Ribeirão Preto, os cortes das três jogadoras que não participarão dos quatro amistosos contra a Rússia, atual vice-campeã mundial, a partir de sexta-feira, dia 11, em Palmas. Cristina, Chuca e Geisa estão fora da lista, mas isso não significa que estão totalmente descartadas dos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, no início de agosto, pois poderão ser aproveitadas em casos de contusões. Barbosa decidiu, também, ficar com 13 jogadoras, ao invés de 12, para incluir Leila no grupo. "A Leila é um investimento que estamos fazendo e, nos amistosos contra a Rússia, vamos revezar as jogadoras no banco", explicou o treinador.

Assim, ele terá mais tempo para avaliar Leila e o seu desempenho no retorno ao basquete, pois a jogadora ficou quase quatro anos afastada das quadras devido a uma grave contusão. E Barbosa deixou claro que as três cortadas, que foram campeãs sul-americanas no Equador no final de junho, ainda podem integrar o grupo no Pan ou no Pré-Olímpico, no México, em setembro. Na última competição, por exemplo, Renata foi a cortada e, agora, integra a equipe que vai enfrentar a Rússia. E vale lembrar que Janeth e Helen têm praticamente lugares assegurados quando forem liberadas por seus times na WNBA.

As 13 jogadoras que ficaram na seleção brasileira são: Adrianinha, Jacqueline, Silvinha, Vivan, Lilian, Micaela, Renata, Leila, Êga, Cíntia Tuiú, Mamá, Kelly e Alessandra. As três mais experientes do time - Leila, Silvinha e Alessandra - também não participaram do Sul-americano e Barbosa aposta em suas recuperações físicas para a seqüência do trabalho. Porém, definir o time titular só mesmo em Palmas, a partir de quarta-feira.

Para evitar transtornos no feriado de 9 de Julho, em São Paulo, Barbosa comandou um treino no domingo e encerrou os trabalhos em Ribeirão Preto nesta segunda-feira. Assim, o grupo ficará de folga na terça-feira.

Além do confronto em Palmas, a seleção brasileira enfrentará a Rússia em Brasília, no domingo (13), no Rio de Janeiro, no dia 16, e em São Paulo, no dia 18.

Barbosa ansioso por testes com Rússia


Ribeirão Preto - O técnico Antônio Carlos Barbosa está ansioso para ver a performance da seleção brasileira feminina de basquete na série de amistosos que fará contra a Rússia, a partir de sexta-feira, em Palmas-TO. Eles servem de preparação para a disputa dos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, em agosto.

"Espero o máximo possível dentro do que treinamos, mas a Rússia é uma adversária forte e nove campeãs vice-campeãs mundiais irão nos enfrentar, ou seja, ela vem com a sua força máxima", afirmou Barbosa, que treina a equipe em Ribeirão Preto.

Para o treinador brasileiro, não importa muito qual será o resultado desses amistosos. O fundamental será avaliar a atuação de suas jogadoras. "Se pensasse em resultado, marcaríamos amistosos contra uma equipe sul-americana", revelou.

No Pan, Barbosa acredita que Cuba e Estados Unidos são os favoritos ao ouro. "Cuba vai com todas as titulares e os Estados Unidos sempre têm uma equipe competitiva, mesmo sem suas estrelas, pois existem muitas jogadoras lá", explicou o técnico.



BARBOSA DEFINE SELEÇÃO BRASILEIRA FEMININA PARA ENFRENTAR RÚSSIA

O técnico Antonio Carlos Barbosa definiu as 13 jogadoras da seleção brasileira feminina de basquete, medalha de bronze nas Olimpíadas de Sydney, que irão disputar, a partir desta sexta-feira (dia 11), quatro Jogos Desafio contra a Rússia, atual vice-campeã mundial. Estão confirmadas: Adrianinha, Jacqueline e Vivian (armadoras); Lilian, Micaela, Silvinha e Renata Santos (alas); Leila Sobral (ala/pivô); Alessandra, Cíntia Tuiú, Ega, Kelly e Mamá (pivôs).

— As novidades são a ala Silvinha, que se recuperou de uma contusão no pé; a ala Renata que preciso vê-la jogando; a ala/pivô Leila Sobral, que vai participar dessas partidas para ganhar ritmo de jogo; e a pivô Alessandra, totalmente recuperada da cirurgia na vesícula. Do grupo que conquistou pela 19ª vez o título sul-americano, não contarei com as alas Cristina e Chuca e a pivô Geisa. Isso não quer dizer que elas estejam fora dos Jogos Pan-Americanos. Mas preciso observar as condições de outras jogadoras para definir a seleção brasileira — explicou o técnico Barbosa.

AS CONVOCADAS
Adrianinha – Armadora – 24 anos – 1,70m – Unimed/Americana (SP)
Alessandra – Pivô – 29 anos – 2,00m – Gysevorsi Euroleasing Sopron (Hungria)
Cíntia Tuiú – Pivô – 28 anos – 1,93m – Unimed/Americana (SP)
Ega – Pivô – 25 anos – 1,85m – Unimed/Americana (SP)
Jacqueline – Armadora – 27 anos – 1,76m – Bourges (França)
Leila Sobral – Ala/Pivô – 28 anos – 1,89m – Santo André (SP)
Lilian – Ala – 24 anos – 1,88m – Unimed/Americana (SP)
Kelly – Pivô – 23 anos – 1,92m – Bourges (França)
Mamá – Pivô – 25 anos – 1,93m – Cavigal Nice (França)
Micaela – Ala – 24 anos – 1,79m – Unimed/Americana (SP)
Renata Oliveira – Ala – 24 anos – 1,85m – Celta Vigo (Espanha)
Silvinha – Ala – 28 anos – 1,76m – Unimed/Ourinhos (SP)
Vivian – Ala/Armadora – 27 anos – 1,74m – Santo André (SP)

COMISSÃO TÉCNICA
Técnico: Antonio Carlos Barbosa
Assistente: Laís Elena Aranha
Preparador físico: João Nunes
Médico: Fabiano Cunha
Fisioterapeutas: Francine Barreto e Priscila Foresti

PROGRAMAÇÃO – JOGOS DESAFIO FEMININO
Dia 11 – Sexta-feira
19:00h – Brasil x Rússia – Ginásio da Ulbra / Palmas (TO)
Dia 13 – Domingo
15:30h – Brasil x Rússia – Ginásio do Tijuca (RJ) – SPORTV / Ao vivo
Dia 18 – Quinta-feira
18:00 – Brasil x Rússia – Ginásio do Tijuca (RJ) – SPORTV / Ao vivo
Dia 18 – Sexta-feira
18:00h – Brasil x Rússia – Ginásio do São Paulo (SP) – SPORTV / Ao vivo

domingo, 6 de julho de 2003

Não é ela????



E mais uma vez vendo calendários, eis que eu me deparo com a seguinte jogadora do italiano Venezia.

Confirmo o nome: Flávia Prado.

E pergunto: não é aquela pivô que jogava em Jundiaí e depois passou a Santo André, quando sumiu, afirmando ter assinado um contrato na Europa e deixando Laís Elena fula da vida?


Calendários



Na Europa, as grandes equipes de basquete fazem calendários divulgando seu time e suas jogadoras.

Visitando sites europeus, me deparei com a saudosa Vicky Bullet em uma pose nada convencional no calendário deste ano do clube italiano Taranto.
Adrianinha diz ao povo que fica







Em meio a tantas idas e vindas no mundo basqueteiro, Adriana Moisés diz ao italiano Faenza que fica e renova seu contrato com o clube até 2004.

Fechado!

Cíntia Luz não deve mesmo voltar ao Rivas, que anunciou essa semana sua última contratada: a senegalesa Astou, que ainda se recupera, após ter dado a luz a trigêmeos.
De volta à Espanha

Cestinha da última liga francesa, Iziane volta à Espanha na próxima temporada, pelo Salamanca.
Maria Helena...

O destino de Maria Helena na Espanha deve ser o Mendibil, já que no site mas.basket, a brasileira é listada ao lado de Nancy Lierberman (Phoenix) e Ovecthkina (Dynamo) como objetivos da diretoria do clube.

Dentro de quadra, o time conta com Elena Tornikidou e Muriel Page.
Da França à Itália

A pivô Kelly Santos não continua no vice-campeão francês Bourges para a próxima temporada.

A jogadora já assinou com o italiano CariChietti, que na última temporada contava com as brasileiras Zaine e Cíntia Tuiú.
Confirmado!!!

O site oficial do Vasco anuncia:

Maria Helena Cardoso e Heleninha receberam um convite e vão trabalhar na Espanha. O basquete feminino vascaíno continua firme e, de acordo com o dirigente, a base montada pelas treinadoras permitirá que o Vasco dispute as competições tranqüilamente.
Volta de titulares anima técnico da seleção

O técnico da seleção brasileira feminina de basquete, Antônio Carlos Barbosa, está mais animado, pois as jogadoras mais experientes - Silvinha, Leila e Alessandra - estão treinando normalmente, livres de contusões e cirurgias. "Elas sentem a falta de ritmo de jogo e treino, mas são jogadoras de bom nível e logo estarão nas condições das demais", diz o treinador, que comanda um grupo de 16 atletas, no CT do COC, em Ribeirão Preto.

"Elas deixam o time mais consistente, mais encorpado." As três jogadoras não participaram do Sul-americano do Equador, mas estão dispostas a conseguir suas vagas para os Jogos Pan-americanos de São Domingos e, principalmente, ao Pré-Olímpico do México.

Para Barbosa, não deve-se cobrar as jogadoras mais experientes pelo que fizeram ou relaxar, deixando a dedicação de lado devido às glórias do passado, como o título mundial de 1994, na Austrália, e a medalha de prata na Olimpíada de 1996, em Atlanta. "O grupo é outro, a maioria das jogadoras e a situação também mudaram, além dos próprios adversários, que não são mais os mesmos", explica o técnico, lembrando-se que o time masculino foi bicampeão mundial nos anos 1960 e atualmente tem sérias dificuldades nos confrontos internacionais.

"Foram feitos espetaculares e temos que usá-los como reforço para aumentar a nossa responsabilidade", comenta ele.

A definição do time titular que iniciará os amistosos contra a Rússia, na sexta-feira, em Palmas, ocorrerá a partir de segunda-feira. "Por enquanto, o momento é ter todas as jogadoras juntas", diz Barbosa, que comanda dois treinos neste sábado e domingo dará o dia de folga para o grupo. A seleção volta aos treinos na segunda-feira. Na quarta-feira (09), o time embarca para Palmas, partindo de São Paulo

Fonte: Estadão
WNBA

Mystics 54 X 76 Comets

Janeth - 27 minutos, 6 pontos, 1 roubada, 2 assistências e 3 rebotes.

Silver Stars 81 X 70 Mercury

Iziane - 20 minutos, 11 pontos, 2 roubadas e 2 rebotes

sábado, 5 de julho de 2003

Na Gazeta Esportiva

Bassul espiona seleção do Pan em Boston

Marta Teixeira

São Paulo (SP) - A participação da seleção brasileira feminina Sub-21 de basquete do Torneio de Boston, a partir do dia 14, nos Estados Unidos, vai trazer benefícios também para a equipe adulta. Na competição, as meninas do Sub-21 enfrentarão a seleção da Austrália e duas seleções norte-americanas, a que disputará o Mundial Sub-21 na Croácia e a que representará o país nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo. Para o técnico Paulo Bassul, esta situação já garantiu uma missão especial em Boston: espionar.
Auxiliar do técnico de Antonio Carlos Barbosa na equipe principal, Bassul vai gravar todos os jogos do time que vai a Santo Domingo. 'Vou espionar a seleção do Pan para Barbosa', explica. 'Vou gravar as partidas e entregar a fita para ele'.

Com este material, o técnico do time adulto poderá terá informações mais atualizadas sobre as adversárias de Santo Domingo. Na última edição do Pan, a seleção brasileira terminou em quarto lugar. A equipe passou a primeira fase invicta - Cuba, Republica Dominicana, Canadá, Estados Unidos e Argentina -, mas acabou superada pelo Canadá por dois pontos na semifinal.

Este ano, o time do técnico Barbosa vai em busca de seu quarto título, já que o Brasil foi campeão do torneio em 1991, 71 e 67.

Amistosos fecham etapa brasileira de preparação

Marta Teixeira

São Paulo (SP) - A seleção Sub-21 feminina de basquete encerra a fase nacional de preparação para a disputa do Mundial Sub-21, no final do mês, na Croácia, disputando dois amistosos contra a equipe do Databasket/São Bernardo. A primeira partida será nesta sexta-feira, em Americana (SP), onde a seleção treinou.
No sábado, a equipe do técnico Paulo Bassul volta a enfrentar o time do ABC Paulista, novamente em Americana, às 15 horas. Dia 13, a seleção embarca para Boston onde disputa um torneio que reunirá também as seleções da Austrália e Estados Unidos. Antes, o treinador faz os dois últimos cortes no grupo que treina em Americana, já que somente 12 jogadoras vão para os Estados Unidos.

Bassul vai aproveitar a competição no Hemisfério Norte para definir a equipe titular do Mundial. 'O torneio em Boston vai servir para definir a equipe básica. Vou experimentar todas as formações táticas possíveis', explica o treinador, afirmando que 90% do trabalho tático foi implantado.

Nos Estados Unidos, as brasileiras também terão contato direto com suas adversárias do Mundial, já que a equipe titular estará em Boston. Desta maneira, Bassul acredita que o grupo chegará muito mais confiante à Croácia. 'Isto vai ser muito positivo, para quebrar isto (a expectativa). (o mundial) Vai ser um torneio de nove dias com oito jogos, a equipe tem que chegar embalada, não pode pensar em pegar ritmo durante as disputas', acrescenta Bassul.

Mas os jogos em Boston não vão beneficiar somente a seleção Sub-21. O time principal, comandado pelo técnico Antonio Carlos Barbosa, também colherá lucros com esta excursão porque o torneio também terá a participação da seleção norte-americana que estará nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo.

Helen desfalca Washington em jogo contra time de Janeth


A ala/armadora Helen Luz vai desfalcar o Washington Mystics no confronto deste sábado, às 21h30, contra o Houston Comets da ala brasileira Janeth. Helen ainda se recupera de uma contratura muscular na perna esquerda.
“Estava com esperanças de jogar, mas fui vetada pelo departamento médico. Cheguei a treinar no começo da semana, mas voltei a sentir um incômodo na perna. Eles acharam prudente não forçar o meu retorno”, explicou Helen. Segundo ela, seu retorno às quadras deve acontecer em, no máximo, uma semana. “Estou seca para jogar”, afirmou.


quinta-feira, 3 de julho de 2003

Indiana 79 X 68 Phoenix

Iziane: 16 minutos e 9 pontos.
Silvinha retoma treinos na seleção

Após duas semanas de tratamento, a ala Silvinha está animada para recuperar o tempo perdido na seleção brasileira feminina de basquete. "Fiquei tanto tempo sem descanso, férias, que nem senti as duas semanas afastada dos treinos. A parada foi boa para o meu corpo", revelou a jogadora.

Assim, ela encarou a não participação do Sul-americano do Equador como positiva, pois teve tempo para recuperar-se da inflamação no pé esquerdo. "Foi o melhor momento que escolhi para a parada, pois já estou sem dor e 100% recuperada", afirmou Silvinha, pensando nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo e, principalmente, no Pré-Olímpico do México, em setembro. "O mais importante é conseguir a vaga para a Olimpíada."

Na segunda etapa de treinos, no CT do COC, em Ribeirão Preto, Silvinha iniciou nesta quinta-feira a sua trajetória para firmar-se no grupo do técnico Antônio Carlos Barbosa e considerou importante os quatro amistosos contra a Rússia, ainda neste mês. "A Rússia é a atual vice-campeã mundial e fortíssima. E, nesses confrontos, a tendência é crescermos e aprendermos mais", garantiu.

Basquete: Vendramini já assume de olho no Campeonato Brasileiro

O experiente Antônio Carlos Vendramini, 52, foi apresentado, oficialmente, como técnico da equipe feminina de basquete de Ourinhos/Unimed/Pão de Açúcar, ontem de manhã. A apresentação às atletas, realizada no Ginásio Municipal de Esportes (Monstrinho), contou com a presença da comissão técnica e da diretoria do time. Mesmo admitindo que o grupo de base ainda está indefinido, o treinador chegou esbanjando otimismo e já deixou claro que suas pretensões vão bem além das primeiras competições que terá pela frente. “Estamos iniciando nosso trabalho visando nossas duas primeiras competições, que são os Jogos Regionais e os Jogos Abertos. Mas nossa meta é o Campeonato Brasileiro. A equipe foi bem dirigida pelo técnico Edson Ferreto, adquiriu grande experiência e tem potencial para conquistar esse título. Portanto, nós vamos partir em busca desse sonho”, assegurou.

Muito à vontade, Vendramini não escondeu seu contentamento em ter assumido o time local. “Recebi convite para treinar três equipes: o Ourinhos, o São Paulo Guaru e o time de Uberaba; acabei fechando com Ourinhos. Primeiro, porque gosto muito dessa região, segundo porque o trabalho que essa diretoria vem desenvolvendo tem muito a ver comigo. Fiquei muito entusiasmado e feliz em saber desse trabalho de base que está sendo desenvolvido com as crianças daqui e pretendo colaborar bastante nesse sentido. Já tenho uma boa bagagem nessa área, é um trabalho importantíssimo, a diretoria os patrocinadores estão de parabéns”, elogiou o técnico.

Time — Com exceção da pivô Katia Denise da Silva e da ala Roberta Lorencetti, que confirmaram suas saídas do time, a equipe que está iniciando a temporada sob o comando de Vendramini é a seguinte: Millene Stania Machado (ala/pivô), 23 anos, 72 kg, 1,83m; Bethânia Lara Vasconcelos (ala/armadora), 21 anos, 64 kg, 1,78m; Nathalia Pulici Gabrielli (ala), 20 anos, 71 kg, 1,81m; Vanessa Gattei (armadora), 22 anos, 61 kg, 1,68m; Ana Flávia Sackis (armadora), 19 anos, 58 kg, 1,70m; Eliane da Silva Ferreira (pivô), 24 anos, 82 kg, 1,91m; Claise Cristina Moura (ala), 17 anos, 64 kg, 1,73m; Aide Angelica de Oliveira (ala), 30 anos, 66 kg, 1,72m; Cristina Souza de Carvalho, (ala), 24 anos, 63 kg, 1,78m e Ligia Maria Moraes (pivô), 29 anos, 87 kg, 1,81m. Os reforços para o Campeonato Brasileiro devem ser Érica (pode assinar contrato ainda esta semana), Silvia Luz (está praticamente certa a renovação do contrato) e Janete dos Santos Arcaim (contratação também praticamente fechada).

Comissão técnica — Antônio Carlos Vendramini (técnico); Fernanda Regina Xineider (assistente técnica); Takashi Masuda (médico), Ivan Zanotto (Fisiatra) e Nilson José da Costa (atendente).

Diretoria — Antonio Alves Passos (presidente); Marcio Pereira (vice-presidente); Antonio Nunes (presidente Unimed); Alfredo Devienne Jr. (secretário municipal de Esportes); Francisco Eroides Quagliato (diretor); Julio Barbin (diretor de esportes).


Fonte: Jornal da Divisa


Como eu havia dito...


Ourinhos anuncia contratação da pivô Érika

Na apresentação do técnico Antônio Carlos Vendramini, no ginásio Monstrinho, o presidente do Ourinhos, Antônio Passos, anunciou a contratação da pivô Érika Cristina de Souza, que estava no Valência, da Espanha.
Érika, que está na seleção brasileira ao lado da armadora Ana Flávia e da ala/pivô Nathália, para disputar o primeiro Mundial sub 21, entre os dias 25 de julho e 3 de agosto, em Sibenik, na Croácia, substituirá a pivô Kátia Denise, liberada pelo Ourinhos.

A ala Roberta também deixou a equipe, acompanhando o técnico Édson Ferreto. Passos está negociando a renovação do contrato da ala/armadora Silvinha Luz, e nos próximos dias deverá anunciar a contratação de mais reforços.



terça-feira, 1 de julho de 2003

Definidos os grupos da Copa do Mundo Interclubes de Basquete

O São Paulo/Guaru compõe o grupo A, junto com o representante de WNBA, a equipe da UMMC (Ekaterinburg) e o campeão da Liga Sul-Coreana

A distribuição das equipes em dois grupos e a programação da Word Cup-2003 entre clubes de basquete feminino foi divulgada na semana passada pela Federação Russa de Basquetebol. A disputa acontecerá na cidade de Sâmara, no período de 14 a 19 de outubro.

No grupo "A" estão: o representante de WNBA, a equipe da UMMC (Ekaterinburg), o São Paulo F.C./Guaru (Brasil) e o campeão da Liga Sul-Coreana de Basquetebol. No grupo "B": o "Capitais Kanberra" (Austrália), o VBM-SGAU (Samara), "Olympic" (Valansiennes, France) e o "Mambas de Moçambique" (Maputu, Moçambique).

No primeiro dia, o SPFC jogará com a equipe da UMMC (Ekaterinburg); a seguir o Tricolor pega o representante da WNBA (EUA); e, encerrando a primeira fase da competição, joga com o campeão da Liga Sul-Coreana de Basquetebol.

As duas melhores equipes de cada grupo cruzam-se na semifinal, enquanto as demais equipes brigam pelo 5º e 8º lugares. Em reunião realizada na tarde de ontem (30/6), no Morumbi, a diretoria do São Paulo definiu os planos para alcançar o título inédito de Campeão Mundial de Basquete Feminino.

Segundo o diretor adjunto de basquete, Marcus Villela, o presidente são-paulino, Marcelo Portugal, Gouvêa reafirmou o compromisso de formar uma grande equipe para a disputa do Mundial Interclubes, com força suficiente para enfrentar, em igualdade de condições, as equipes que compõem o grupo "A" do torneio. "Agora que conhecemos a divisão dos grupos e a equipe que iremos enfrentar no primeiro confronto, aumentaremos nossos esforços de montar uma equipe à altura da força e tradição de nosso basquete feminino", declarou Villela. Ele concluiu dizendo que pretende divulgar os nomes das atletas que reforçarão a equipe até o próximo dia 18 de julho, logo após o encerramento do último jogo desafio entre Brasil X Rússia, que será realizado no Ginásio principal do Morumbi.



Trabalho começa agora, avisa Barbosa

O técnico Antonio Carlos Barbosa já avisou: a partir desta quarta-feira, na reapresentação do grupo, é que ele realmente começará a treinar a seleção brasileira feminina de basquete. Antes disso, houve a disputa do Sul-Americano - vencido pelo Brasil, no Equador - e a primeira etapa do trabalho, que foi prejudicada pela realização simultânea das finais do Campeonato Paulista.

"Praticamente não houve treino", revelou Barbosa, ao comentar a primeira etapa do trabalho da seleção. Agora, nesta quarta-feira as jogadoras se apresentam e começam a treinar em Ribeirão Preto.

Um dos trabalhos de Barbosa será reavaliar as jogadoras que não viajaram ao Equador, para a disputa do Sul-Americano, por causa de contusões e cirurgias.

Alessandra, já recuperada de uma cirurgia de vesícula, inicia os treinos, assim como Leila, que treinou na primeira etapa, mas ainda estava abaixo de suas reais condições físicas. Silvinha ficou no Brasil fazendo tratamento no pé e será reavaliada. Renata, que foi cortada do Sul-americano, volta aos trabalhos com a seleção.

Fonte: Estadão